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    Cineasta de Eu, Tonya dirigiu a verdadeira vítima da patinadora num comercial de 1992

    31 de dezembro de 2017 /

    Uma curiosidade veio à tona durante a divulgação de “Eu, Tonya”, um dos filmes cotados para o Oscar 2018. O diretor Craig Gillespie chegou a dirigir a verdadeira vítima da patinadora Tonya Harding, no começo de sua carreira. Em 1993, o cineasta dava seus primeiros passos como diretor de comerciais, quando gravou um vídeo da Campbell’s Soup estrelada pela rival de Harding, Nancy Kerrigan. Ela tinha acabado de vencer uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1992, mas, pouco depois, Kerrigan viraria manchetes por razões muito diferentes: como vítima de uma ataque brutal que a tiraria das competições: a história narrada em “Eu, Tonya”. “Eu fiz o comercial de sopa com Nancy Kerrigan em 1993, três meses antes [do incidente com Harding]. Eu não sabia quem ela era; nós conseguimos esse trabalho para fazer esse comercial com uma patinadora, fomos ao Canadá e gravamos o vídeo, que eu tinha idealizado”, revelou Gillespie ao jornal Los Angeles Times. O diretor lembra a experiência de trabalhar com Kerrigan com carinho. “Ela era totalmente aberta. Aceitava fazer tudo que a gente propunha”, disse ele para a revista Vanity Fair. Confira abaixo o comercial com a famosa patinadora, dirigido pelo cineasta de “Eu, Tonya” há quase 25 anos.

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    Comercial de The Post destaca indicações ao Globo de Ouro 2018

    31 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um novo comercial de “The Post”, que evidencia as seis indicações do drama dirigido por Steven Spielberg no Globo de Ouro 2018. Além de indicação a Melhor Filme do ano, a prévia destaca as nomeações individuais do diretor e dos atores Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”). Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chegou em circuito limitado a tempo de disputar indicação ao Oscar. Apesar disso, a distribuição ampla só vai acontecer em 12 de janeiro. Já a estreia no Brasil está marcada para o dia 25 de janeiro.

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    Cena inédita do clássico O Clube dos Cinco é recuperada e disponibilizada na internet

    31 de dezembro de 2017 /

    Uma cena inédita de um dos filmes mais cultuados da década de 1980, “O Clube dos Cinco”, surgiu na internet. Trata-se de uma conversa no banheiro da escola entre as personagens de Molly Ringwald (a mãe de Archie, para as novas gerações) e Ally Sheedy, em que a primeira tenta se conectar e esbarra na barreira antissocial da segunda. O encontro acabou cortado na edição final do clássico do diretor John Hughes. Mas foi recuperado e será incluído como bônus do lançamento do filme em Blu-ray, agora dentro da The Criterion Collection, uma coleção de títulos cinéfilos remasterizados e acompanhados por material exclusivo. Quem é adolescente em 2017 talvez não saiba, mas “O Clube dos Cinco” foi o filme que definiu a adolescência como é conhecida hoje em dia, mostrando que, ao contrário dos dramas de rebeldia juvenil anteriores, os estudantes do Ensino Médio não eram todos iguais. Ao contrário, eles se dividiam em tribos distintas. Na trama, escrita e dirigida por Hughes, cinco alunos ficam de castigo no fim de semana na escola, e isso serve para introduzir suas tribos: a patricinha (Molly Ringwald), o atleta (Emilio Estevez), o rebelde (Judd Nelson), o nerd (Anthony Michael Hall) e a antissocial (Ally Sheedy). Mas a convivência forçada, ao longo do dia, mostra que, mesmo diferentes, eles podem encontrar pontos de conexão. Uma das lendas do clássico de 1985 é que os atores filmaram muito mais do que foi visto nos cinemas. Mas o próprio Hughes teria destruído todos os negativos com as cenas que não entraram na versão final. A cena extra seria apenas um aperitivo do material que acompanha a versão Criterion do filme, que será lançada em 2 de janeiro nos Estados Unidos.

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    John Williams volta à Star Wars para compôr o tema do filme de Han Solo

    30 de dezembro de 2017 /

    O filme solo de, hmm, Han Solo terá seu tema musical composto por John Williams, o veterano compositor de inúmeros clássicos do cinema, inclusive da trilha sonora de “Guerra nas Estrelas”, que introduziu o personagem em 1977. Mas Williams não fará a trilha completa da produção. As demais músicas estarão a cargo de John Powell, mais conhecido por trilhas de animação, como “Rio”, “A Era do Gelo” e “Como Treinar Seu Dragão” – pela qual foi indicado ao Oscar em 2011. A informação foi revelada em entrevista de Williams à revista Variety. “O plano atual é o seguinte: eu vou compôr um tema para Han Solo e John Powell ficará com a trilha sonora, que ele fará brilhantemente”, disse o músico e maestro. Williams trabalhou em todos os filmes de “Star Wars”, menos o spin-off anterior, “Rogue One” (2016). Ele não é o único veterano da franquia envolvido na nova produção. O roteiro de “Han Solo: Uma História Star Wars” foi escrito por Lawrence Kasdan, de “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), em parceria com seu filho Jon Kasdan. Originalmente interpretado por Harrison Ford na franquia “Star Wars”, Han Solo será agora vivido por Alden Ehrenreich (“Ave César!”), numa produção que começou a ser dirigida por Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e acabou finalizada por Ron Howard (“O Código Da Vinci”). “Han Solo: Uma História Star Wars” tem estreia marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Meme do Ben Affleck triste ganha nova versão impagável após fracasso de Liga da Justiça

    30 de dezembro de 2017 /

    O fracasso de “Batman vs. Superman” foi acompanhado por um dos memes mais populares de 2016, o “Sad Affleck” – uma montagem que enfatizava o ator Ben Affleck, intérprete do novo Batman nos cinemas, com um semblante muito triste ao som da música “Sound of Silence”, da dupla Simon & Garfunkel. Pois o fracasso de “Liga da Justiça” inspirou a versão 2.0 do meme, em que o ator volta a aparecer cabisbaixo durante uma entrevista para divulgar o filme. A música desta vez é “I Need Some Sleep”, da banda Eels. E claro que é novamente impagável. A divulgação de “Sad Affleck 2: O Retorno” coincide com a matéria da revista Variety que lista “Liga da Justiça” como a maior decepção do ano, e afirma que o ator “já demorou demais como o Cavaleiro das Trevas (ele parece entediado)”. Confira abaixo. E aproveite para lembrar, logo em seguida, o “Sad Affleck original”.

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    Americanos acham que o nome de Gal Gadot é um dos mais difíceis de pronunciar

    30 de dezembro de 2017 /

    Dizer Schwarzenegger é facinho. Difícil mesmo é falar Gadot. Segundo dados do aplicativo de idiomas Babbel, revelados pelo canal de notícias CNN, o nome da intérprete de Mulher-Maravilha está entre as 10 palavras que os americanos mais erraram ao pronunciar em 2017, tudo graças ao sobrenome israelense. O sobrenome da atriz deve ser pronunciado como “gah-dott”, enfatizando o T do final, enquanto os americanos engolem a última letra, chamando-a de “gah-dô”. Também não é o caso de cariocar e chamá-la de “gah-dóti”. Em entrevista para a revista GQ, ela comentou que ensina jornalistas a falar seu nome direito e que mesmo assim as pessoas erram 60% das vezes. Veja abaixo um vídeo que mostra como ela pronuncia seu nome e como os americanos se atrapalham ao tentar repeti-lo.

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    Sony atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial pela primeira vez em três anos

    30 de dezembro de 2017 /

    Enquanto a Disney se aproxima dos US$ 7 bilhões de bilheteria mundial pelo segundo ano consecutivo, a Sony Pictures enfim completou US$ 1 bilhão de arrecadação ao redor do mundo. Embora pareça pouco, comparado a seus rivais – Universal e Warner fizeram mais de US$ 5 bilhões, por exemplo – , a Sony não atingia esta marca desde 2014. O estúdio atravessa uma grave crise financeira, e foi só por isso que topou dividir o Homem-Aranha com a Marvel. Por sinal, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi o maior sucesso do ano da companhia. Somente este filme responde por US$ 880,1 milhões de arrecadação. E mesmo que metade dos rendimentos tenha ficado com a Disney, dona da Marvel, nenhum outro filme rendeu tanto aos cofres da Sony. Para se ter ideia, o segundo filme de maior sucesso do estúdio fez US$ 312,2 milhões mundiais. Trata-se de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. E a queda é vertiginosa para os US$ 226,9 milhões do 3º lugar: “Em Ritmo de Fuga”, uma produção quase indie, que custou apenas US$ 34 milhões e sobre a qual havia poucas expectativas financeiras. Atualmente com US$ 186 milhões, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” deve ultrapassar este montante. E assim quebrar a maldição da Sony, que viu todas as suas apostas de blockbuster implodirem, abrindo uma cratera aterradora de prejuízo financeiro. Entre os fracassos do ano contam: “A Torre Negra”, “Vida”, “A Noite É Delas” e o filme de incêndio “Only the Brave”, ainda inédito no Brasil.

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  • Série

    Série White Famous é cancelada após 1ª temporada

    30 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime cancelou a série de comédia “White Famous” após o final da 1ª temporada. A série não conseguiu grande audiência e dividiu a crítica, com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. E isto marcou um grande contraste com a outra série novata do canal, “SMILF”, sucesso de público e crítica. A série foi criada por Tom Kapinos e lembrava o tom da criação anterior do produtor, “Kalifornication”. A diferença é que, em vez de um escritor branco de meia idade em Hollywood, a trama girava em torno de um jovem comediante negro. E esta premissa sempre soou arriscada: afinal, um roteirista branco pode fazer uma comédia negra com título racista? Os episódios giravam em torno de Floyd Mooney (Jay Pharoah, do humorístico “Saturday Night Live”), que, ao viver uma ascensão na carreira, começa a receber propostas para estrelar filmes e ter encontros com astros famosos e produtores influentes, que prometem torná-lo tão “famoso como um branco”. Daí, o título racista. O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) era um dos produtores e chegou a fazer participações especiais como ele mesmo. E o diretor Tim Story (“Policial em Apuros”) assinou três dos dez capítulos da 1ª temporada.

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  • Filme

    Liga da Justiça é considerada maior decepção do ano pela revista Variety

    30 de dezembro de 2017 /

    A revista Variety fez uma relação com as maiores decepções cinematográficas de 2017. E o número 1 da lista é “Liga da Justiça”. O texto lembra como as expectativas eram positivas após “Mulher-Maravilha” e acaba fuzilando a produção, definindo-a como “o pior filme com participação de Batman desde ‘Batman & Robin'”, que quase acabou com o super-herói em 1997. Também compara o roteiro a “um videogame ruim”. E proclama: “Ben Afleck já demorou demais como o Cavaleiro das Trevas (ele parece entediado)”. A lista completa de bombas do ano, segundo a Variety, inclui ainda mais quatro superproduções: “A Múmia”, “Baywatch”, “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” e “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Há também duas comédias estreladas por mulheres: “A Viagem das Loucas” (Snatched) com Amy Schumer, que nem foi lançada nos cinemas no Brasil, e “De Volta para Casa”, com Reese Witherspoon. E quatro filmes de cineastas cultuado por cinéfilos: “De Canção em Canção”, de Terrence Malick, “Mãe”, de Darren Aronofsky, “Pequena Grande Vida”, de Alexander Payne, e “Suburbicon”, de George Clooney. Veja abaixo a relação por ordem de ruindade: 1. “Liga da Justiça” 2. “A Múmia” 3. “A Viagem das Loucas” 4. “Baywatch” 5. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” 6. “Rei Arthur: A Lenda da Espada” 7. “De Canção em Canção” 8. “Mãe”, “Pequena Grande Vida” e “Suburbicon” – empate 11. “De Volta para Casa”

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  • Música

    Filme da série infantil Gaby Estrella ganha vídeo com Maisa Silva – que não está na adaptação!

    30 de dezembro de 2017 /

    Quer ver algo curioso? A Downtown/Paris, que domina o mundo das comédias infantis brasileiras, lançou o primeiro trailer de “Gaby Estrella”, mais um filme baseado numa produção de TV. A série original passava no canal pago infantil Gloob, que é da Globo. Entretanto, o canal escolhido para fazer a divulgação foi o YouTube de Maisa Silva, a estrelinha do SBT. Maisa está no filme? Não. Mas aparece toda prosa no começo do vídeo para falar de seu filme favorito que não fez. Para deixar claro: “Gaby Estrella” não tem nada a ver com “Carrossel”, a novelinha estrelada por Maisa que também virou filme. Mas vale lembrar que a protagonista, vivida por Maitê Padilha, já apareceu na série dos “Detetives do Prédio Azul”, outra atração mirim que foi transposta para o cinema com grande bilheteria. O detalhe é que as três adaptações foram produzidas/distribuídas pela Downtown/Paris Filmes. Os que não conhecem – e são muitos – podem se contentar em saber que “Gaby Estrella” é uma “Hannah Montana” brasileira, menina do interior que vira sucesso musical. Sua série/novelinha teve três temporadas, entre 2013 e 2015, e o filme a encontra com problemas para manter a carreira de “estrella”. Outro fenômeno pop descartável surgiu e, para continuar seus 15 minutos de fama, ela é mandada de volta ao interior, com o objetivo de estrelar um reality show que possa voltar a lhe deixar em evidência. Mas os planos são sabotados por sua prima invejosa, Rita de Cássia (Bárbara Maia). A moral da história é que a verdadeira amizade é importante, mas, até chegar neste final feliz, é preciso suportar muita música ruim, como as vistas no trailer, e muita superficialidade – fama e inveja, aparentemente, são tudo na vida. Dirigido por Cláudio Boeckel (da novela “A Força do Querer”), “Gaby Estrella” tem estreia marcada para o dia 18 de janeiro.

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    Freak Show: Trailer de comédia LGBT adolescente apresenta estreia na direção da mulher de Sting

    30 de dezembro de 2017 /

    A IFC divulgou o trailer de “Freak Show”, comédia indie sobre um adolescente assumidamente gay que, apesar de estudar num colégio conservador, decide se candidatar à rainha do baile de formatura. O filme é baseado no livro homônimo de James St. James (autor de “Party Monster”), tem produção da atriz Drew Barrymore (série “Santa Clarita Diary”) e marca a estreia na direção da atriz e produtora britânica Trudie Styler (atriz da série “Falling Water”, produtora de “Para Sempre Alice”), que é esposa do cantor Sting. O elenco destaca Alex Lawther (o jovem Alan Turing em “O Jogo da Imitação”) como protagonista e inclui diversos atores conhecidos em papéis coadjuvantes, como Abigail Breslin (série “Scream Queens”), AnnaSophia Robb (série “The Carrie Diaries”), Willa Fitzgerald (série “Scream”), Ian Nelson (série “There’s… Johnny!”), Celia Weston (série “Modern Family”), Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), até a veterana Bette Midler (“Abracadabra”), o célebre tenista John McEnroe (“Tratamento de Choque”) e… a filha da diretora e de Sting, Mickey Sumner (“Mistres America”). “Freak Show” teve première no Festival de Berlim e passou em uma dezena de festivais, mas vai sair direto em VOD nos Estados Unidos, com um lançamento apenas limitado nos cinemas em 12 de janeiro. Não há previsão para estreia no Brasil.

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    Novos Star Wars já superam nas bilheterias o valor que a Disney pagou pela Lucasfilm

    29 de dezembro de 2017 /

    Os três filmes da franquia “Star Wars” lançados pela Disney já faturaram uma fortuna. Quer saber quanto? Mais do que a Disney pagou para comprar a LucasFilm. O estúdio adquiriu a produtora de George Lucas por US$ 4,05 bilhões em outubro de 2012. E, cinco anos depois, os três “Star Wars” que a Disney produziu renderam… 4,06 bilhões nas bilheterias mundiais. “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que marcou o retorno da franquia ao cinema, faturou US$ 2,07 bilhões no mundo. O filme seguinte, o spin-off “Rogue One: Um História Star Wars” (2016), US$ 1,06 bilhão. E o novo “Os Últimos Jedi” (2017), lançado no último dia 14 dezembro, já soma US$ 934,2 milhões. Isto não significa, claro, que o investimento na compra da LucasFilm já esteja pago. Afinal, metade das bilheterias fica com o parque exibidor. E há custos de produção e marketing altíssimos. Provavelmente, a Disney lucrou US$ 1 bilhão do total arrecadado pelos três filmes. Mas o negócio da Disney com “Star Wars” não se resume à venda de ingressos. O estúdio fatura uma fortuna paralela em licenciamentos – de brinquedos a cessão de direitos para comerciais dos mais variados produtos – , além de desenhos animados. Como se não bastasse, “Star Wars” tem vários outros filmes engatilhados, a começar pelo spin-off do personagem Han Solo, que estreia em 2018, e “Star Wars: Episódio IX”, que encerra a atual trilogia da saga em 2019, sob comando de J.J. Abrams (“O Despertar da Força”). Para completar, a LucasFilm ainda anunciou a produção de uma nova trilogia, escrita e dirigida por Rian Johnson (de “Os Últimos Jedi”), que deverá ocupar as telas por mais uma década. Sem esquecer da primeira série live action da franquia, prevista para 2019. Uma coisa é certa: a compra da LucasFilm foi um ótimo negócio para a Disney, assim como as compras da Pixar e da Marvel. E, neste ano, o estúdio ainda comprou a Fox.

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    Mark Hamill revela que seus filhos participaram de Star Wars: Os Últimos Jedi

    29 de dezembro de 2017 /

    Além de vários figurantes famosos, “Star Wars: Os Últimos Jedi” também teve participações especiais de familiares do elenco e da equipe da produção. Um dos atores que trouxe a turma para se divertir com armas de raios foi Mark Hamill. Ele revelou que seus três filhos participaram das filmagens, ao agradecer o diretor no Twitter por não tê-los cortado na edição. “Agradeço a Rian Johnson por não ter cortado Nathan, Griffin e Chelsea Hamill na sala de edição. E por ter permitido minha contribuição à direção: ‘Apareçam rápido ou Oscar [Isaac] vai bloquear vocês’, na segunda cena.” O intérprete de Luke Skywalker também postou imagens dos filhos trajados como seus personagens, integrantes da força rebelde. Veja abaixo. Além dos filhos de Mark Hamill, a filha de Carrie Fischer, Billie Lourd, também deu vida a uma personagem da franquia, mas com maior destaque – desde o filme anterior, “O Despertar da Força”. O detalhe é que até o cachorro da atriz participou da produção. Thanks for not letting @NathanHamill @GriffinHamill & @chelseahamill wind-up on #TheLastJedi cutting-room floor @rianjohnson! And for allowing my one directorial note: "Pop-up FASTER or Oscar'll block ya!" on the 2nd & final take. #MyKidsCoolCameoAsRebelScum pic.twitter.com/TVRVE5lwHf — @HamillHimself (@HamillHimself) December 29, 2017

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