Vilão de Cinquenta Tons de Liberdade entra na série Vikings
O ator Eric Johnson, intérprete do vilão Jack Hyde em “Cinquenta Tons de Liberdade”, entrou na série “Vikings”. Ele vai integrar o elenco da 6ª temporada da atração no papel de um quase xará, Erik, um guerreiro formidável que vive como fora-da-lei, dependendo de sua própria esperteza e habilidade como lutador para sobreviver. Atualmente em hiato, com a segunda metade de sua 5ª temporada ainda sem previsão de estreia, “Vikings” pode dar novo salto temporal ao final dos próximos episódios, já que Johnson não é a primeira novidade anunciada para o sexto ano da produção. Anteriormente, o ator russo Danila Kozlovsky (curiosamente, do filme “Viking”) foi anunciado como Oleg de Novgorod, o grande unificador das terras conhecidas como Kievan Rus, na metade do século 11. A região se estendia por grande parte da Europa Oriental, entre a Finlândia e a Turquia, onde então havia o Império Otomano, e sua capital era Kiev, hoje capital da Ucrânia. E isto significa a introdução de uma trama completamente nova na série, que tende a refletir os anos de expansão dos vikings pela Europa continental. A 6ª temporada da série criada, escrita e produzida por Michael Hirst está atualmente sendo gravada na Irlanda.
Ex-empresária de Rose McGowan se suicida após polêmica com a atriz e Harvey Weinstein
A produtora e empresária Jill Missick se matou aos 50 anos de idade, anunciou sua família em comunicado. Ela trabalhou como produtora executiva da Miramax, empresa dos irmãos Weinstein, mas também como agente de talentos. E foi por empresariar Rose McGowan nos anos 1990 que seu nome circulou na mídia nos últimos dias. Missick era agente de McGowan em 1997, ano em que a atriz diz ter sido estuprada por Harvey Weinstein no Festival de Sundance. O nome dela foi envolvido na polêmica quando Harvey Weinstein divulgou emails em que Missick não corroborava a história da atriz, dizendo que McGowan lhe contara que seu encontro com Weinstein tinha sido consensual, embora tivesse se arrependido no dia seguinte. Rose McGowan a atacou por conta disso. No comunicado sobre a morte de Missick, sua família fez diversas acusações, tanto a McGowan quanto a Weinstein, mas principalmente contra “a nova cultura da compartilhamento ilimitado de informação e a disposição para aceitar declarações como fatos”. Para sua família, a mãe bipolar de dois filhos, que lutava há muito contra a depressão, foi um “dano colateral” do movimento #MeToo. “Ver o seu nome nas manchetes, como parte da tentativa de uma pessoa de obter mais atenção para a sua causa pessoal, juntamente com a tentativa desesperada de Harvey de se defender, foi devastador para ela. Quebrou Jill, que estava tentando retomar sua vida”, inicia o texto. “A rapidez da disseminação de informações espalhou mentiras sobre Jill, que ela não conseguiu e não quis desafiar. Ela tornou-se um dano colateral em uma história já horrível”. No comunicado, a família detalhou a pressão e os ataques que Missick sofreu. Leia abaixo a continuação integral do texto, que descreve os fatos polêmicos que a levaram a produtora a tirar a própria vida. “Ao longo dos últimos meses, muitas mulheres vieram com alegações contra Harvey Weinstein, incluindo Rose McGowan, que repetidamente falou com a imprensa, atacando não só o seu suposto agressor, mas também muitos outros. Um de seus alvos foi Jill, que escolheu permanecer em silêncio diante das declarações caluniosas de Rose contra ela por medo de minar os muitos indivíduos que se apresentaram com denúncias verdadeiras. Ela optou por não alimentar o frenesi, permitindo que seu nome e sua reputação fossem manchados apesar de não ter feito nada de errado. Ela nunca escolheu ser uma figura pública. Essa escolha foi tirada dela. Agora que Jill não pode mais falar por si mesma, é hora de contar a verdade. Em janeiro de 1997, Jill era agente da empresa de talentos Addis Wechsler. Um de seus primeiros clientes foi Rose McGowan, e um dos primeiros deveres foi marcar uma reunião de café da manhã com Harvey Weinstein durante o Festival de Sundance. Após a reunião, Rose disse a Jill o que havia acontecido – que tomou a decisão de remover suas roupas e entrar na banheira de hidromassagem com ele – , um erro do qual Rose imediatamente se arrependeu. Rose nunca usou a palavra estupro naquela conversa. Apesar disso, Jill reconheceu que Harvey tinha feito algo indecoroso com Rose, se não ilegal. Ela imediatamente procurou seus patrões, os sócios da Addis Wechsler, para contar a história de Rose e para insistir que eles abordassem imediatamente a situação. Eles disseram a Jill que lidariam com a situação. Arranjos entre Rose e Harvey foram então negociados, completamente sem o conhecimento de Jill. Naquela época, tudo o que Jill sabia era que o assunto estava resolvido e que Rose continuava fazendo filmes com os Weinsteins. Ela nunca conheceu nenhum detalhe até recentemente, quando Rose decidiu torná-los públicos. Dez meses depois, em novembro de 1997, Jill recebeu uma chamada do vice-presidente de produção da Miramax, recrutando-a para um trabalho como executiva da Miramax Films, para trabalhar em produções em Los Angeles. Jill foi contratada com base no mérito e seu excelente trabalho de mais de dois anos como uma jovem executiva de desenvolvimento na Woods Entertainment (antes de seu tempo na Addis Wechsler). A rodada mais recente de imprensa de Rose para promover seu livro incluiu novas histórias envolvendo Jill. A constante atenção que Rose obteve na imprensa e na TV levaram Harvey Weinstein a liberar dois documentos. Um deles foi um email que Jill escreveu para ele meses antes da primeira reportagem do New York Times, e a seu pedido. Neste email, Jill ofereceu a verdade com base no que ela lembra de ter ouvido Rose falar em Sundance. Em face das acusações contínuas e embelezadas de Rose, Harvey decidiu liberar o email sem o seu consentimento. Cinco anos atrás, Jill sofreu um episódio maníaco. Qualquer um familiarizado com a doença bipolar sabe que é uma doença cruel e daninha. Com a ajuda de médicos, sua família e amigos, Jill se recuperou. Jill lutou para recuperar a vida. Após uma longa pesquisa de emprego, ela estava em negociações para dirigir a divisão de produção para uma nova empresa de entretenimento. Ver o seu nome nas manchetes, como parte da tentativa de uma pessoa de obter mais atenção para a sua causa pessoal, juntamente com a tentativa desesperada de Harvey de se defender, foi devastador para ela. Quebrou Jill, que estava tentando retomar sua vida. O que faz com que as acusações e insinuações imprecisas de Rose contra Jill sejam irônicas é que ela foi a primeira pessoa que se levantou em nome de Rose e alertou seus chefes para a horrível experiência que Rose sofreu. Há 20 anos, como uma pessoa muito pequena em uma hierarquia da empresa de gestão, Jill exibiu sua integridade ao fazer a coisa certa – ela levantou a bandeira vermelha para os cabeças de sua empresa. Em face de um comportamento inadequado, Jill tratou a situação de forma adequada. A história dela é uma das poucas que se mantiveram consistentes ao longo do tempo, enquanto assistimos outros contos divulgados pela mídia se transformarem para obter mais atenção. Enquanto os jornalistas desempenham um papel importante na exposição do comportamento predatório, estamos vendo escolhas irresponsáveis e um vício pelo sensacionalismo que leva à narrativa inconsistente. A mídia é uma ferramenta poderosa para não ser tomada levianamente. A maioria dos indivíduos ficaria horrorizada por ter seu nome destacado em uma grande notícia internacional – e ainda mais com sua fotografia. Não podemos esquecer que a mídia é uma ferramenta temível que não pode ser usada indiscriminadamente nem mesmo inadvertidamente para criar mais vítimas. Existe uma responsabilidade ao usar uma plataforma para expor com precisão criminosos, predadores, mentiras e feridas enquanto protegem a verdade real de terceiros. À medida que buscamos coletivamente agir em um esforço para corrigir os erros tão descaradamente e desumanos repetidos por uma geração, não devemos esquecer uma simples verdade: as palavras têm poder. Enquanto iluminamos os cantos escuros das verdades ocultas, devemos lembrar que o que dizemos, particularmente na mídia, pode ter muito impacto, se não mais do que nossas ações. Devemos exigir mais de nós mesmos e uns dos outros. Devemos tirar um momento para considerar as ramificações e conseqüências do que dizemos e o que fazemos. As palavras são importantes. A vida de alguém pode depender disso”.
Warner quer Michael Bay como diretor da adaptação dos quadrinhos de Lobo
A Warner cogita produzir um filme do anti-herói “Lobo” com direção de Michael Bay (“Transformers”). Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, as negociações entre estúdio e cineasta ainda não começaram, mas já existiria “um começo de dança”. A avaliação da publicação é que tudo dependerá do roteiro encomendado para Jason Fuchs. Ele é um dos roteiristas creditados pela história de “Mulher-Maravilha” (2017), mas o filme passou por tantas reescritas que não se sabe o que sobrou de seu texto na tela. Anteriormente, ele assinou o fraquíssimo “Peter Pan” (2015) para o estúdio. Considerado um dos personagens mais brutais da DC Comics, Lobo é um caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável. Abusado, desbocado e sem paciência para frescuras, ele combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. E adora fumar charutos. A adaptação dos quadrinhos está em desenvolvimento há pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. Um dos roteiros descartados pela Warner, escrito por Don Paine (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), acompanhava a chegada de Lobo à Terra, com sua motoca espacial, atrás de quatro fugitivos, que quebram tudo o que encontram no planeta. Para ajudar (ou atrapalhar) em sua caçada, Lobo se aliaria a uma adolescente de cidadezinha interiorana dos EUA. Os filmes de Michael Bay são conhecidos por explodir literalmente seus orçamentos, com pirotecnias gigantescas, ampliadas por efeitos apocalípticos. As fontes do THR dizem que o atual roteiro de “Lobo” projeta o orçamento para a casa dos US$ 200 milhões, algo que Bay está acostumado a torrar, mas que assusta a Warner. O estúdio pediu uma reescrita, antes de propor o negócio ao cineasta.
Trailer de Deadpool 2 introduziu novo time de super-heróis, mas qual?
Entre a zoeira e a introdução de Cable (Josh Brolin), o novo teaser de “Deadpool 2”, divulgado na quarta (7/2), mostrou rapidamente uma cena em que o herói vivido por Ryan Reynolds aparece na frente de um grupo de fortões uniformizados – foto acima. A presença de Zazie Beetz (da série “Atlanta”), que já foi apresentada como Dominó, fez muitos identificarem o grupo como X-Force. Mas não está totalmente descartada a possibilidade de se tratar da Matilha (Wild Pack/Six Pack), primeiro grupo formado por Cable e Dominó. A Fox está fazendo segredo em relação à identidade do grupo. Entretanto, pela imagem, pode-se tentar deduzir quem são os demais intérpretes e personagens. Para começar pelo óbvio, os músculos de Terry Crews (“Os Mercenários”) são inconfundíveis. Ele aparece imponente ao lado de Deadpool e seu visual remete a dois personagens. O mais ligado à história de Cable é G.W. Bridge (as iniciais abreviam George Washington). Veterano de guerra, o personagem não tem poderes, mas foi aliado de Cable na Matilha, antes de virar oficial da SHIELD. Outra opção é que Crews possa ser Bedlam (Jesse Aaronson), um mutante da X-Force com a capacidade de criar e projetar um campo bio-eletromagnético, que consegue desabilitar temporariamente qualquer tecnologia na vizinhança. Atrás de Deadpool, aparecem dois personagem com uniformes amarelos. O mais escondido tem traje similar ao de um personagem bastante secundário, Zeitgeist, que foi um membro obscuro do segundo time da X-Force, morto logo após aparecer. Seu poder mutante era a capacidade de vomitar ácido, o que lhe permitia comer qualquer coisa, inclusive aço. Sobre o quarto integrante, há diferentes possibilidades. A internet abraçou a ideia de que se trata de Shatterstar, um guerreiro nascido em um universo paralelo, que possui superforça, agilidade e reflexos sobrehumanos. Ele foi uma das figuras centrais do primeiro time X-Force. Mas o personagem também pode ser Hammer ou Urso Cinzento (Grizzly), integrantes da Matilha. Curiosamente, o primeiro foi morto por Cable e o segundo por Dominó. Vale observar que parece haver mais uma perna atrás de Deadpool, o que totalizaria o time da Matilha. Ou o X-Force? Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Marvel Studios comemora 10 anos com foto épica de elenco, diretores e produtores de seus filmes
O Marvel Studios decidiu comemorar os 10 anos de sua história de sucesso com uma superfoto, que reuniu algumas das figuras chaves dessa trajetória. Ao todo, 79 atores, diretores e produtores participaram do encontro “épico”, que rendeu a fotografia de celebração da primeira década do estúdio. Entre os atores, estão Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk), Paul Rudd (Homem-Formiga), Tom Holland (Homem-Aranha), Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Vin Diesel (Groot), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Evans (Capitão América) e até Brie Larson (a ainda inédita Capitã Marvel), entre muitos outros, incluindo a lenda dos quadrinhos e “pai de (quase) todos” Stan Lee. Ao lado de Vingadores, Guardiões e até supervilões, também aparecem os cineastas responsáveis pelos filmes, mas a imagem é clara ao destacar quem é o mais superpoderoso de todos: o produtor Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, que reina em primeiro plano, sentado ao lado do astro do primeiro blockbuster da companhia, Robert Downey Jr., o Homem de Ferro. Desde que se estabeleceu como um estúdio, a Marvel já contabiliza 17 longas de super-heróis dos quadrinhos, e passou a ser referenciada pelos concorrentes pela capacidade de compartilhar um rico universo de histórias e personagens. Juntos, os filmes lançados pela companhia ao longo da última década já renderam mais de US$ 13 bilhões em bilheteria. E o 18º chega aos cinemas na próxima semana: “Pantera Negra”. Vale lembrar que a Disney comprou a Marvel (incluindo a editora de quadrinhos) por US$ 4 bilhões em 2009.
Primeiro teaser legendado e dublado de Venom não mostra… Venom
A Sony divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Venom”, em versões legendada e dublada, e a prévia abraça uma estratégia temerária do estúdio. Imaginem divulgar um filme de Batman sem mostrar o herói. Pois é o que a Sony está fazendo, primeiro por meio de uma foto sem graça e, agora, com um vídeo cheio de som e fúria, significando nada. É difícil estabelecer o limite entre o que manter em mistério, como as produções da Bad Robot (de J.J. Abrams) fazem tão bem, e o que revelar. Por exemplo, “Liga da Justiça” optou por esconder Superman em todos os trailers, mesmo que o público soubesse que o personagem estava no filme. Foi um fracasso de bilheteria. Agora, Venom não aparece na divulgação do filme chamado “Venom”. O que o vídeo mostra é o personagem de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) em sofrimento num hospital, diante de uma máquina de tomografia, e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) nos corredores com semblante preocupado. Logo, se trata de um drama médico, certo? Errado, pois há vestígios de impacto de algo vindo do espaço e uma gosma líquida contida por homens em trajes de proteção. Portanto, deve-se concluir que esses elementos manjados de sci-fi representam o já anunciado remake de “A Bolha Assassina” (1958)? “Venom” tem direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e estreia em 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Até lá, espera-se que o marketing da Sony descubra que está divulgando um personagem muito conhecido da Marvel, que inclusive já apareceu no cinema, em “Homem-Aranha 3” (2007), filme distribuído por… qual era mesmo o nome do estúdio? Ah, Sony.
Estreias: Cinemas privilegiam freguês do Framboesa de Ouro em semana com indicados ao Oscar 2018
A programação cinematográfica da semana destaca dois indicados ao Oscar 2018 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, mas não é isso que o circuito privilegia, e sim uma franquia campeã do Framboesa de Ouro, a premiação americana paralela que ridiculariza os piores do cinema. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de todas as estreias desta quinta (8/2). “Cinquenta Tons de Liberdade” monopoliza o circuito com lançamento em quase 1,5 mil salas, com a façanha de ser o pior exemplar da trilogia. A estreia também acontece neste fim de semana nos Estados Unidos e, lá, a crítica cravou 7% de (des)aprovação, segundo a média do site Rotten Tomatoes. Podre de ruim. Com Dakota Johnson e Jamie Dorman de volta aos papéis do casal com nomes de perfume, Anastasia e Christian Grey, a trama desta vez tem vestido branco de noiva, casamento, gravidez e uma subtrama de novela da Globo, com vilão psicopata e reviravoltas que não estragam o final feliz. Nem parece que tudo começou como literatura erótica. A falta de excitação do final talvez agrade quem tenha fetiche por vida doméstica. E quem ainda gosta de ouvir cantor de boy band em trilha de filme “adulto”. Para aqueles sem idade para casar, a opção dos shoppings é “Meu Amigo Vampiro”, versão animada dos livros infantis de Angela Sommer-Bodenburg, que já foram adaptados numa série da TV alemã nos anos 1980 e no filme hollywoodiano “O Pequeno Vampiro”, no ano 2000. A animação computadorizada alemã se esforça, mas sofre na comparação com equivalentes americanos pelo enorme atraso tecnológico e trama simplista. Sofrimento mesmo é o que promete “O Que Te Faz Mais Forte”, filme que mistura patriotismo e superação, ingredientes que costumam levar ao Oscar. Mas embora tenha entusiasmado críticos americanos – tem 92% de provação no Rotten Tomatoes – , não contagiou as premiações do final do ano, mesmo com première no Festival de Toronto. Talvez pelo descaramento de seu objetivo de manipulação emocional. A trama é baseada na história real de Jeff Bauman, vítima do atentado terrorista na maratona de Boston em 2013, que perdeu as pernas e precisou reencontrar forças para continuar vivendo, e no processo se tornou símbolo do espírito de uma nação. Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) faz as bandeiras tremularem no papel principal. A oferta de filmes melhora consideravelmente conforme diminuem as salas disponíveis. Cada vez mais exclusivista, o circuito limitado oferece três maravilhas cinematográficas para poucos. Melhor Roteiro no
Nova versão de Charmed terá uma jovem bruxa lésbica
A nova versão de “Charmed”, que teve seu piloto encomendado pela rede CW, será um reboot e não um remake, com personagens inteiramente novas. As jovens bruxas se chamam Mel, Macy e Madison – em vez de Piper, Phoebe, Paige e Prue. E o detalhe é que uma das irmãs bruxas será lésbica. O site TVLine teve acesso à ficha de casting do piloto, e ela revela que a lista de personagens centrais inclui a namorada de uma das protagonistas. As outras duas também terão namorados – um documentário e um solitário sensível. Os produtores estão procurando atores de todas as etnias para compor o elenco. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia original era um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pela nova versão são as mesmas do projeto rejeitado, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que o problema da versão passada nos anos 1970 é que Jennie Snyder Urman estava muito ocupada com “Jane the Virgin” para supervisionar o trabalho. Com mais tempo para repensar o conceito, todo o projeto foi redesenvolvido. O resultado agradou e teve seu roteiro aprovado para, ao menos, virar piloto.
Diretor de Deadpool 2 é favorito para comandar spin-off de Velozes e Furiosos
O diretor David Leitch (“Atômica”, “Deadpool 2”) é o favorito da Universal Pictures para comandar o spin-off ainda sem título da franquia “Velozes e Furiosos, que será estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham. A informação foi obtida pelo site Deadline. Desde “Velozes e Furiosos 5” (2011) os produtores falam num filme individual centrado em Luke Hobbs, o personagem de Johnson, mas os rumores sobre o spin-off se intensificaram a partir de abril do ano passado, quando a revista Variety apurou que a Universal tinha planos de juntar Johnson e Statham num filme. A notícia foi praticamente confirmada em julho por um post de Dwayne Johnson no Instagram. Na ocasião, ele escreveu: “Eu disse a Statham, enquanto estávamos filmando F8: ‘Irmão, se eu te der uma escova de dentes de presente, você vai saber o que está vindo’. Estamos planejando coisas grandes e legais para Hobbs e esta franquia. Eu vou manter vocês informados. #AquiEstáSuaEscovaDeDentes”. A referência à escova de dentes não é exatamente uma delicadeza de Johnson. No filme, Hobbs diz para Deckard Shaw, o personagem de Statham: “Quando isto acabar, eu vou te levar prum local isolado e socar seus dentes tão fundo na sua garganta que você vai ter que enfiar uma escova de dentes pelo rabo para escová-los”. Fora a parte violenta e profana, o recado fala num novo encontro dos dois após “Velozes e Furiosos 8”. O anúncio oficial do filme, porém, só foi feito em outubro. O produtor e roteirista de praticamente todos os filmes franquia, Chris Morgan, é o responsável pela história do derivado, que tem estreia marcada para julho de 2019.
Justin Lin vai dirigir o piloto do remake da série Magnum
O cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) vai dirigir o piloto do remake de “Magnum”. E caso a série seja aprovada pela rede CBS, ele ganhará crédito de coprodutor. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização temporal, a principal diferença está na apresentação de Higgins. O personagem, vivido por John Hillerman na atração original, agora será uma mulher. Lin já dirigiu dois pilotos que foram aprovados e viraram séries na rede CBS: “Scorpion” e “S.W.A.T.”. Ele também é produtor executivo de ambas as atrações.
Prólogo de Han Solo ganha dez fotos com efeitos visuais e personagens
A revista Entertainment Weekly dedicou a capa de sua edição semanal ao filme “Han Solo: Uma História Star Wars” e divulgou dez fotos da produção, que podem ser conferidas abaixo. Além das versões jovens dos conhecidos Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), as fotos incluem os novos personagens Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Tobias Beckett (Woody Harrelson, de “Planeta dos Macacos: A Guerra”) e efeitos visuais de naves e robôs. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e bastidores tumultuados de direção: Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Will Smith parodia o clipe do filho numa homenagem divertida
Will Smith criou um vídeo parodiando “Icon”, o hit de seu filho Jaden Smith, e postou no Instagram. Ficou divertido, mas a zoeira não foi para pegar no pé do moleque pelo clipe bobo e sim para homenageá-lo, em comemoração aos 100 mil streams que a música atingiu no Spotify. Veja abaixo o clipe original e a paródia paterna. Congrats on 100,000,000 @Spotify streams, Jaden! @c.syresmith It is a Delicious Gift to a Parent to Admire his children. Keep Doin’ You! Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 6 de Fev, 2018 às 7:16 PST
Advogados estão sendo mortos no trailer da 2ª temporada de The Good Fight
A plataforma CBS All Access divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “The Good Fight”. A prévia mostra que advogados estão sendo mortos, enquanto o caso da fraude financeira da 1ª temporada vai a julgamento. O vídeo também revela a data de estreia dos novos episódios nos Estados Unidos. Spin-off de “The Good Wife” criado por Robert e Michelle King, o casal responsável pela série original, “The Good Fight”) reencontra Diane Lockhart (Christine Baranski) voltando ao trabalho, ao lado de uma nova equipe, que inclui Maia Rindell (Rose Leslie, da série “Game of Thrones”), uma jovem advogada lésbica que precisa lidar com o ódio de todos e o escrutínio da polícia devido a um escândalo financeiro de seu pai, e Lucca Quinn (Cush Jumbo, que entrou no elenco da última temporada de “The Good Wife”). A nova temporada vai resgatar mais uma personagem de “The Good Wife”: a promotora Liz Lawrence, vivida por Audra McDonald (série “Private Practice”) num único episódio da série original. Ela vai integrar o elenco fixo da atração, que também traz Delroy Lindo (série “Blood & Oil”) e Justin Bartha (franquia “Se Beber, Não Case”). “The Good Fight” retorna em 4 de março nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento ao Brasil.












