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  • Série

    Luke Cage ganha novas fotos e teaser legendado com data de estreia da 2ª temporada

    6 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou três novas fotos e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia traz o herói vivido por Mike Colter invocado, enumerando seus poderes ao som de “I Ain’t No Joke”, um dos maiores clássicos do hip-hop, lançado pela dupla Eric B & Rakim em 1987. Curtinho, o objetivo do vídeo é apenas divulgar a data de estreia dos próximos capítulos: 22 de junho. Já as imagens oficiais mostram confrontos com gângsteres e o braço biônico de Misty Knight (Simone Missick) em ação. Vale lembrar que anteriormente, fotos já tinham revelado a participação de Danny Rand (Finn Jones), o Punho de Ferro. Os dois personagens se conheceram na minissérie “Os Defensores”, mas nos quadrinhos da Marvel têm uma parceria antiga, que os levou a dividir uma agência de heróis de aluguel e até a mesma revista, entre 1972 e a morte de Punho de Ferro em 1986. Morreu, mas já está bem, ressuscitou e voltou a trabalhar com Luke Cage numa minissérie em 2011 e numa nova revista em 2016. Ainda não há detalhes sobre a participação de Rand/Punho de Ferro na trama, mas pode ter relação com o fato dele ser dono do hospital que tratou de Misty Knight, após ela ter o braço amputado no final de “Os Defensores”. Nos quadrinhos, é Tony Stark quem desenvolve o braço biônico da personagem.

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  • Série

    Trailer legendado de Perdidos no Espaço revela muitas diferenças da série clássica dos anos 1960

    6 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer completo legendado de “Perdidos no Espaço”. A prévia revela diversas diferenças em relações à série clássica. Além do Dr. Smith ser uma mulher, como antecipado, houve uma mudança na origem do Robô, que os roteiristas resolveram tornar alienígena. O tom dramático também destoa dos episódios mais leves dos anos 1960 e parece substituir o monstro da semana por desafios de sobrevivência num ambiente desconhecido e hostil. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama original se passava em 1997 – o futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril

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  • Filme

    Atrizes de Pantera Negra vão trabalhar juntas em minissérie

    6 de março de 2018 /

    As atrizes Lupita Nyong’o e Danai Gurira vão repetir a parceria de “Pantera Negra” numa minissérie. Trata-se da adaptação de “Americanah”, livro da premiada escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Nyong’o interpretará a personagem principal, enquanto Gurira vai escrever a adaptação e ambas vão compartilhar a função de produtoras. Embora seja mais conhecida por seus papéis em “Pantera Negra” e “The Walking Dead”, Gurira também é um escritora celebrada. Sua peça de 2009 “Eclipsed” foi nomeada para o Tony Award, e coincidentemente foi estrelada por Nyong’o na Broadway. Nyong’o tem os direitos do romance já há alguns anos e planejava, anteriormente, adaptá-lo para os cinemas com o ator David Oyelowo (“Selma”) como um dos protagonistas. Agora, o projeto será uma minissérie. A trama gira em torno do romance dos nigerianos Ifemelu e Obinze, que se separam em meio às agitações políticas de seu país. Enquanto a jovem migra para os Estados Unidos para estudar numa faculdade, ele não consegue o visto e vai parar em Londres. Mas durante todo o tempo em que ficam separados, sonham em se reencontrar. Vencedor em 2013 do prêmio do National Book Critics Circle Award, o livro trata de questões de raça, gênero e identidade. Ainda não há canal definido para a produção.

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  • Série

    Jessica Alba pode voltar à TV na série derivada do filme Bad Boys

    6 de março de 2018 /

    Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) está encaminhando sua volta para a TV. A atriz, que não participa de uma série desde que estourou como protagonista de “Dark Angel” (2000–2002), foi escalada no piloto baseado no filme “Bad Boys”. Ela interpretará a detetive Nancy McKenna, uma ex-militar que lutou no Iraque e no Afeganistão e que agora trabalha ao lado da protagonista Syd Burnett (Gabrielle Union). A série será centrada em Syd, que foi apresentada no segundo filme da franquia, em 2003. Ela é irmã de Marcus (Martin Lawrence) e teve um romance com Mike (Will Smith). Na série, Syd será parceira de Nancy McKenna, que, além do trabalho, ainda é mãe e leva um estilo de vida totalmente diferente da colega. Apesar das diferenças, tanto pessoais quanto na abordagem profissional, as duas são as melhores no que fazem. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes.

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  • Filme

    Artista francês acusa Disney de plagiar seu trabalho nos pôsteres de Han Solo

    6 de março de 2018 /

    O artista francês Hachim Bahous acusou a Disney, em um post no Facebook, de ter plagiado seu trabalho para fazer os pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Segundo Bahous, o estúdio copiou o visual de artes criadas por ele para o lançamento de uma coleção de discos Sony Music, de 2015. Compare abaixo. “À esquerda estão os pôsters oficiais do próximo ‘Star Wars’ (Disney), e à direita as imagens que eu fiz em 2015 para Sony Music France/Legacy Recordings France… Eu fico lisonjeado que a qualidade do meu trabalho tenha sido reconhecida, mas isto é simplesmente a mais pura e simples cópia, não foi pedida minha permissão e eu quero créditos e pagamento por este trabalho que eu fiz para a Sony!”, ele escreveu no post. Procurada pelo site The Hollywood Reporter, a Disney respondeu que está verificando a acusação. “Os cartazes foram criados por um fornecedor externo e é algo que estamos investigando”, disse um porta-voz do estúdio. A acusação se soma aos problemas de bastidores da produção, com a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. Chamado de última hora, Ron Howard assina a versão final do longa. “Han Solo: Uma História Star Wars”, que traz Alden Ehrenreich como o personagem icônico, tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Diretor de Férias Frustradas e A Noite do Jogo confirma que fará o filme do herói Flash

    5 de março de 2018 /

    O ator-diretor-roteirista John Francis Daley confirmou no Twitter que irá comandar o filme solo do super-herói Flash. Ele postou um gif do personagem em alta-velocidade, acompanhado do comentário: “Está acontecendo”. Veja abaixo. Fontes das principais publicações de cinema dos Estados Unidos já tinham adiantado que ele e seu parceiro Jonathan Goldstein estavam em negociações com a Warner para escrever e dirigir “Flashpoint”. Conhecidos por escrever comédias como “Quero Matar Meu Chefe” (2011) e “Férias Frustradas” (2015), eles também assinaram o roteiro do bem-sucedido “Homem-Aranha: De Volta para Casa” no ano passado. Por outro lado, só dirigiram dois longa-metragens: o citado “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo”, que foi bastante elogiado pela crítica. Ambos são comédias rasgadas. Não é de hoje que a DC busca imprimir um tom de humor no filme do Flash. Anteriormente, o estúdio tinha definido Rick Famuyiwa como diretor, antes de acontecerem “diferenças criativas” e ele abandonar a produção. Mais conhecido por comédias românticas afro-americanas, como “Noivo em Pânico” (1999), “No Embalo do Amor” (2002) e “Nossa União, Muita Confusão” (2010), ele só veio a se destacar entre o público geek com “Um Deslize Perigoso” (2015), que combinou juventude, tráfico e hip-hop em sua fórmula de humor afro-americano. Apesar dessa inclinação, “Flashpoint”, a história escolhida para o filme, é uma das mais dramáticas dos quadrinhos recentes. Publicada em 2011 pela DC Comics, a trama foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Nela, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – e a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas -, o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo, enquanto Mulher-Maravilha e Aquaman travam uma guerra brutal que dizimou parte do mundo. A história é tão importante que já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. O único nome garantido no projeto é Ezra Miller, intérprete do herói em “Liga da Justiça”, apesar de Famuyima ter escalado a atriz Kiersey Clemons, com quem trabalhou em “Um Deslize Perigoso”, para viver Iris West. Desde que ele saiu do projeto, até a participação da atriz em “Liga da Justiça” foi cortada. A estreia está marcada apenas para 2020. It’s happening! pic.twitter.com/Ga8vF6EnGG — John Francis Daley (@JohnFDaley) March 3, 2018

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  • Série

    Revival da série clássica Roseanne ganha trailer com o elenco original

    5 de março de 2018 /

    A rede ABC divulgou um novo trailer do revival da série clássica de comédia “Roseanne”, que destaca o fato de nunca ter existido uma família como os Conner na história da TV, além do fato de o retorno trazer de volta o mesmo elenco, após um hiato de mais de 20 anos. Exibida na rede ABC entre 1988 e 1997, “Roseanne” vai se juntar a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls”, “Três É Demais” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar. A atração foi um sucesso imenso de público e crítica nos anos 1990, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, acompanhava os problemas cotidianos de uma família típica da classe trabalhadora. E esta era a grande diferença. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas bem resolvidas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas, criar os filhos e aturar a convivência familiar. A produção também foi responsável por popularizar o astro John Goodman (visto mais recentemente em “Kong: A Ilha da Caveira”), que literalmente precisará ressuscitar seu personagem para participar do revival. Fãs da série devem lembrar que Dan havia morrido de ataque cardíaco. E esta situação é evocada na primeira piada feita na prévia por Roseanne Barr (que além de protagonista é também criadora da série). Os intérpretes das crianças originais eram Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, que voltam no revival como adultos com seus próprios problemas financeiros e familiares para lidar. Além deles, quem também volta é Laurie Metcalf, irmã de Roseanne na trama, e Johnny Galecki (ambos de “The Big Bang Theory”). A série também terá novas crianças, filhos de David (Galecki) e Darlene (Gilbert). O curioso é que apenas a filha mais velha, Harris, nasceu durante a exibição da série original. Ela será interpretada por Emma Kenney (série “Shameless”). Já seu irmãozinho Mark, personagem do estreante Ames McNamara, foi concebido “fora do ar”. Ele é um menino pequeno, que foi batizado em homenagem ao irmão de David, originalmente interpretado pelo falecido Glenn Quinn (1970–2002). “Roseanne” tem seu retorno marcado para 27 de março nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série Black Mirror é renovada para sua 5ª temporada

    5 de março de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Black Mirror” para sua 5ª temporada. A novidade foi compartilhada no Twitter, por meio de um vídeo da série, que se encerra com o anúncio de que a atração “volta logo em seguida”. O anúncio não foi acompanhado de maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a próxima temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição. A série sci-fi britânica, criada por Charlie Brooker, teve seis episódios nas duas últimas temporadas, quando passou a ser produzida com exclusividade para a Netflix. Mas os dois primeiros anos foram feitos pelo Channel 4 britânico e tiveram, respectivamente, três e quatro episódios. Confira o anúncio abaixo. The future will be brighter than ever. pic.twitter.com/slVeg3VPd7 — Black Mirror (@blackmirror) March 5, 2018

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  • Série

    Jessica Jones ganha vídeo de bastidores e “capas” para cada episódio da 2ª temporada

    5 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo com uma coleção de “capas” e outro legendado sobre os bastidores de “Jessica Jones”. A prévia traz declarações do elenco e da criadora/showrunner da série, entre cenas dos episódios inéditos e a constatação de que a 2ª temporada da série terá todos seus episódios escritos e dirigidos por mulheres. Já as artes, que imitam capas de quadrinhos, revelam os títulos dos episódios e os nomes de suas diretoras e roteiristas. Um detalhe: os desenhos também foram feitos por mulheres. A nova temporada vai mostrar a personagem-título, vivida por Krysten Ritter, em busca por sua origem, resultado de “experiências horríveis”, além de trazer de volta Trish Walker (Rachael Taylor), Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm (Eka Darville). Também são esperados os retornos do vilão Kilgrave (David Tennant) e de Dorothy Walker (Rebecca De Mornay), a mãe de Trish, e novos personagens vividos por Terry Chen (série “Continnum”), James McCaffrey (série “Revenge”), Janet McTeer (“A Série Divergente: Insurgente”) e J.R. Ramirez (que foi criminalmente negligenciado como lutador-herói Pantera na série “Arrow”). Criada por Melissa Rosenberg (de “Dexter” e “Crepúsculo”), “Jessica Jones” estreia sua 2ª temporada na quinta-feira, dia 8 de março. Are you ready? Here are the 13 comic covers drawn by 13 international women that are inspired by the 13 female-led episodes of Season 2. #JessicaJonesReturns March 8. pic.twitter.com/ONT12FLUz3 — Jessica Jones (@JessicaJones) March 5, 2018

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    Teaser da última temporada de House of Cards traz Claire como Presidente dos EUA

    5 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como mostra o vídeo, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para gravar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.

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    Emily Blunt desce dos céus no primeiro teaser do Retorno de Mary Poppins

    5 de março de 2018 /

    A Disney divulgou um pôster e o primeiro teaser da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) descendo dos céus, em meio a uma tarde especialmente ventosa, espantando Lin-Manuel Miranda e uma criança, que lutam para empinar uma pipa. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas no Natal de 2018.

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    Saiba porque Jodie Foster foi de muletas ao Oscar

    5 de março de 2018 /

    Obviamente, a culpa pelas muletas de Jodie Foster durante a apresentação do Oscar 2018 não foi de Meryl Streep. A atriz contou à revista People que se machucou há algumas semanas enquanto esquiava. Sabendo do acidente, os roteiristas aproveitaram para criar uma piada na apresentação. “Culpa da Streep”, disse Foster, ao subir no palco com duas muletas. “Ela deu uma de Tonya comigo”, disse, em referência à trama de “Eu, Tonya”, filme sobre a patinadora que teria tramado quebrar a perna de uma rival. Mas a verdade é que a curiosidade em torno de Jodie Foster foi providencial, pois serviu para desviar a atenção do que poderia ser comentado no momento em que ela e Jennifer Lawrence ocuparam o palco do Dolby Theatre para apresentar o Oscar de Melhor Atriz: a ausência de Casey Affleck. Tradicionalmente, o ator vencedor do Oscar passado faz a apresentação das indicadas à categoria de Melhor Atriz da edição seguinte. Mas, prevendo – em cheio – o clima politizado da cerimônia, Affleck pediu para ser dispensado do “dever”. Antes mesmo de conquistar o prêmio por “Manchester à Beira-Mar”, no ano passado, ele já enfrentava denúncias de assédio de duas profissionais de um filme anterior. Ele foi acusado pela produtora Amanda White e pela diretora de fotografia Magdalena Gorka, que o acionaram judicialmente e o caso foi resolvido em sigilo, com uma indenização financeira. Após vencer o Oscar, o ator deu entrevista ao jornal Boston Globe em que confirmou que todos os envolvidos no caso estavam proibidos por contrato de comentar o assunto. Desde então, o escândalo sexual de Harvey Weinstein veio à tona, repleto de contratos similares, e a tolerância com assediadores diminuiu a zero. No caso de Affleck, havia até uma campanha online para impedir sua participação no Oscar deste ano. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não fosse convidado a apresentar o prêmio – e o site registrou que a campanha foi vitoriosa. Segundo o site Deadline, o ator teria ficado com receio e, diante do tom anti-assédio que se esperava na cerimônia, preferiu cancelar sua participação a correr o risco de comprometer o resto de sua carreira. A informação foi confirmada por um representante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Sua ausência – quase – nem foi notada.

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  • Etc

    Academia ignora diretor de Poltergeist, astro de Batman e até atriz vencedora do Oscar no segmento In Memoriam

    5 de março de 2018 /

    O momento mais criticado do Oscar 2018 não foram discursos engajados e tentativas de piadas sem graça do apresentador Jimmy Kimmel, mas a sessão dedicada a celebrar os artistas que morreram no último ano. O segmento In Memoriam, que lembrou até relações públicas e um crítico, deixou de fora atores e cineastas importantes da história do cinema. O esquecimento mais absurdo foi o do diretor Tobe Hopper, responsável pors “O Massacre da Serra Elétrica” (1974) e “Poltergeist” (1982), dois clássicos refilmados à exaustão. “Eu entendo que o Oscar não consiga mencionar TODOS, mas esquecer Hooper? Pelo amor de Deus. Se ele tivesse feito apenas ‘Poltergeist’ e ‘Massacre da Serra Elétrica’, já são lendários e importantes”, escreveu um usuário no Twitter. A revolta foi ainda maior porque, durante um dos vídeos apresentados na cerimônia, uma cena de “O Massacre da Serra Elétrica” original, de 1974, foi exibida. E, ainda assim, o diretor foi “esquecido” pela Academia durante a homenagem principal. Além dele, também foram ignorados astros como Adam West, o Batman dos anos 1960 (inclusive num filme), Dorothy Malone, vencedora do Oscar por Palavras ao Vento (1956), Mary Tyler Moore, indicada ao Oscar por “Gente como a A Gente” (1980), Powers Boothe, vilão de inúmeros blockbusters, Frank Vincent, especialista em mafiosos, Dina Merrill, dos clássicos “Anáguas a Bordo” (1959) e “Disque Butterfield 8” (1960), Bradford Dillman, de “São Francisco de Assis” (1961) e “Piranha” (1978), Stephen Furst, de “O Clube dos Cafajestes” (1978), Michael Parks, galã dos anos 1960 que recentemente fez cinco filmes com Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, Miguel Ferrer, de “RoboCop” (1987) e “Traffic” (2000) e Bill Paxton, estrela de “Aliens” (1986), “Twister” (1996), “No Limite do Amanhã” (2014), entre muitas outras omissões. Trata-se da maior quantidade de omissões de astros conhecidos da história da premiação da Academia, sem mencionar diretores, como Hugh Wilson, de “Loucademia de Polícia” (1984) e Bruce Brown, indicado ao Oscar pelo documentário “On Any Sunday” (1971) e responsável pelo mais importante documentário da história do surfe, “Verão Sem Fim” (1966), e sem entrar no cinema europeu, onde as atrizes Anne Wiazemsky e Elsa Martinelli e os atores Jean Rochefort e Michael Nyqvist são instituições. Veja abaixo a íntegra da curtíssima homenagem, em que Eddie Vedder canta uma música do também recém-falecido roqueiro Tom Petty.

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