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    Google faz lobby contra PL das fake news em seu mecanismo de busca

    1 de maio de 2023 /

    A plataforma Google deixou a imparcialidade de lado para se manifestar sobre a política no Brasil. O mecanismo de busca colocou em sua home um link de campanha contrária à proposta de regulamentação das fake news. Intitulado “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”, o link direciona para um artigo assinado por Marcelo Lacerda, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no país. Segundo o Google, o projeto pode piorar a internet e gerar consequências indesejadas caso o texto atual seja aprovado sem uma discussão mais aprofundada. Na verdade, este já é o segundo texto assinado pelo representante da plataforma de busca contra o projeto de lei, sempre listando pontos considerados “preocupantes” dignos de Big Brother (o original, de “1984”), como dar “amplos poderes a um órgão governamental para decidir o que os brasileiros podem ver na internet”. A empresa também impulsiona a hashtag #MaisDebatePL2630, tem pressionado deputados federais e contatado influenciadores em caso claro de lobby político. Essa ação gerou críticas do relator do projeto, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB), que fez uma série de ataques às empresas de tecnologia durante ato do Dia do Trabalhador promovido pelas centrais sindicais no centro de São Paulo. Orlando Silva afirmou que as big techs, em especial o Google, estão fazendo um “jogo sujo” para influenciar de forma negativa a votação do projeto de lei no Congresso brasileiro. O deputado criticou o uso da força econômica e da presença de mercado para distorcer o debate político, e citou a redução do alcance da rede Sleeping Giants no Twitter como exemplo. A ação do Google gerou também reação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que vê possibilidade de prática abusiva da empresa de tecnologia. O ministro afirmou em sua conta no Twitter que está encaminhando o assunto à análise da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça, à vista da possibilidade de configuração de práticas abusivas das empresas. Com a possibilidade de adiamento da votação do projeto, a polêmica em torno do PL das Fake News continua. Enquanto as empresas de tecnologia defendem uma discussão mais aprofundada sobre o tema, o relator e o governo buscam avançar com a proposta para combater a disseminação de informações falsas na internet. O governo tomou a frente da discussão, porque as empresas de tecnologia lavaram as mãos e permitiram que notícias falsas causassem o ato de vandalismo de 8 de janeiro contra os Três Poderes constituídos do Brasil. Importante apontar que uma lei similar já está em fase de implantação na Europa e deve ser adotado em vários outros países, numa tendência irreversível para frear a permissividade na internet. Assim como no Brasil, a Lei dos Serviços Digitais (DSA), da União Europeia, também incomodou as empresas de tecnologia. Afinal, ela as obriga a fazer o mínimo que se recusam a fazer: adotar novos mecanismos que permitam aos usuários sinalizar conteúdo ilegal online e cooperar com sinalizadores confiáveis para identificar e remover esse tipo de conteúdo, além da possibilidade de contestar as decisões de moderação de conteúdo das plataformas com base em uma nova informação obrigatória aos usuários quando o conteúdo for removido ou restrito. A DSA também exige mais transparência dos algoritmos utilizados para recomendar conteúdos, proteção de menores em qualquer plataforma, fiscalização das big techs sobre suas ações para impedir o abuso de seus sistemas, medidas de gerenciamento de riscos e atuação contra desinformação ou manipulação eleitoral, violência cibernética contra mulheres ou menores de idade, e medidas contra golpistas na internet. A proposta brasileira inclui multas para a desobediência da lei e opções de remuneração por uso de material com direitos autorais, dois pontos que renderam mais comentários contrariados do Google. Veja abaixo as postagens oficiais do Google contra a PL das fake news.

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    Luisa Mell acusa seu antigo Instituto de dar golpe

    30 de abril de 2023 /

    A ativista e apresentadora Luisa Mell divulgou um vídeo para rebater acusações dos responsáveis pela mudança do nome do Instituto Luisa Mell para Instituto Caramelo. A mudança foi anunciada no domingo (30/4) através das redes sociais da organização, que afirmou ter optado pela mudança por nunca ter recebido apoio financeiro de Luisa Mell. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, a ativista acusou a ONG de dar um golpe. “Sou presidente, fundadora e principal responsável civil e criminalmente pelo instituto”, afirmou Luisa Mell. “Inacreditável como as pessoas têm coragem de contar uma mentira dessas. Falaram que eu não era do instituto, que eu na verdade era só uma garota propaganda e tinha um contrato de imagem. Mentirosos. Eu sempre fui a fundadora e presidente do instituto. E todos os processos civis e criminais, a primeira que toma sou eu. É tanta mentira que cada vez eu fico mais assustada com essas pessoas que eu trabalhei”, acusou. A ativista disse que, mesmo não tendo doado dinheiro, sempre se dedicou ao instituto doando sua imagem, divulgação, tempo e trabalho como resgate. “Sempre pedi dinheiro aqui, implorei. Quantas vezes não supliquei, me humilhei aqui pedindo dinheiro. Quantas publicidades eu não fiz sem ganhar absolutamente nada, só para o instituto ter ração, ter condições de se manter”, destacou. E revelou que o ex-marido, Gilberto Zaborowsky, costumava fazer doações para a organização. “Fui casada com um homem rico, não tenho pensão milionária. Essa narrativa é tão vergonhosa, tão doentia, tão criminosa”, afirmou. Ela ainda contou que descobriu parcerias feitas em seu nome sem sua autorização e com condições absurdas, o que a levou a mudar sua relação com o instituto. “A partir do momento que resolvi não delegar mais tanto, virei inimiga, tendo que ouvir em assembleias extraordinárias que qualquer player poderia me substituir porque eles já tinham a estrutura”, relatou. Luisa Mell também acusou o Instituto Caramelo de ter mudado o regime de governança para que ela não pudesse mais tomar decisões, nem demitir funcionários ou controlar gastos. “Sem nenhum poder de decidir de nada, nem os resgates que precisava fazer. Como eu poderia continuar pedindo dinheiro para vocês?”, questionou. No final do vídeo, a ativista agradeceu o apoio dos fãs e afirmou que espera resolver logo a questão e continuar seu trabalho com animais. “Minha missão. Obrigada pela compreensão e carinho”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luisa Mell (@luisamell)

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    “Super Mario Bros.” atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    30 de abril de 2023 /

    A animação “Super Mario Bros. – O Filme” alcançou a marca de US$ 1 bilhão de bilheteria mundial, tornando-se o primeiro filme do ano a cruzar essa marca. A produção do estúdio Illumination, baseado no videogame da Nintendo, chegou ao montante com 26 dias de distribuição da Universal, ao arrecadar US$ 490 milhões na América do Norte e US$ 532 milhões nos demais mercados. A maior arrecadação internacional do fim de semana se deu com a estreia no Japão, onde a produção faturou US$ 14,3 milhões, novo recorde de abertura para uma animação no país – e também o maior debut japonês da Universal em todos os tempos. “Super Mario Bros.” é apenas o quinto filme a chegar a US$ 1 bilhão desde o começo da pandemia, seguindo “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021), “Top Gun: Maverick” (2022), “Jurassic World: Domínio” (2022) e “Avatar: O Caminho da Água” (2022). É também o 10º longa animado a atingir essa bilheteria em todos os tempos. O filme foi um sucesso desde seu lançamento em 5 de abril, quando arrecadou US$ 204 milhões em seus primeiros cinco dias de exibição nos EUA e Canadá, estabelecendo a maior abertura do ano e a segunda maior estreia de todos os tempos para uma animação. O longa dublado por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Anya Taylor-Joy (“O Gâmbito da Rainha”) e Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) é atualmente a maior bilheteria do cinema de 2023 e a maior bilheteria já vista para uma adaptação de videogame. “Super Mario Bros. – O Filme” também continua líder no mercado norte-americana, onde fez mais US$ 40 milhões em seu quarto fim de semana de exibição, muito à frente do 2º lugar, “A Morte do Demônio: A Ascenção”, que rendeu US$ 12,2 milhões. Em duas semanas, o terror da Warner Bros. tem US$ 44,4 milhões de faturamento local e US$ 62,3 milhões mundiais. A principal estreia do período nos EUA foi a comédia “Are You There God? It’s Me, Margaret”, produção da Lionsgate que ficou em 3º lugar com US$ 6,8 milhões e conquistou algumas das críticas mais elogiosas do ano. A adaptação do best-seller de Judy Blume, sobre uma menina de 11 anos que tenta se adaptar à mudança da família para o subúrbio, teve impressionantes 99% de aprovação na média das resenhas avaliadas pelo site Rotten Tomatoes, além de ter atingido nota A no CinemaScore – pesquisa feita com o público na saída dos cinemas. Até o momento, não há previsão de estreia do longa no Brasil. “John Wick 4: Baba Yaga” ficou em 4º lugar com US$ 5 milhões. Depois de seis semanas em cartaz, o thriller estrelado por Keanu Reeves atingiu US$ 176 milhões de faturamento doméstico e ultrapassou a marca de US$ 400 milhões mundiais, consagrando-se como o título mais bem-sucedido de toda a franquia. O anterior, “John Wick 3: Parabellum” (2019), fez US$ 171 milhões na América do Norte e US$ 328,3 milhões globalmente. O Top 5 se completa com um relançamento. Em sua volta aos cinemas, em comemoração aos 40 anos da estreia original, “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) arrecadou US$ 4,6 milhões na América do Norte, mostrando a força e a durabilidade da franquia espacial criada por George Lucas. Confira abaixo os trailers dos cinco maiores sucessos de bilheteria da América do Norte neste fim de semana.   1 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   2 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   3 | ARE YOU THERE GOD? IT’S ME, MARGARET |   4 | JOHN WICK 4 – BABA YAGA |   5 | STAR WARS: O RETORNO DE JEDI |

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    Top 10: “Sweet Tooth 2” e “Citadel” são as novas séries em destaque na semana

    28 de abril de 2023 /

    A seleção de séries da semana destaca a esperada 2ª temporada de “Sweet Tooth” e a superprodução dos irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”), “Citadel”. Entre as minisséries, há também uma biografia do roqueiro argentino Fito Paez e um drama “true crime” estrelado por Elizabeth Olsen (“WandaVision”). Confira abaixo as 10 melhores opções do streaming para descobrir, retomar, iniciar ou maratonar no fim de semana.   | SWEET TOOTH 2 | NETFLIX   Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus (Christian Convery), um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Na 2ª temporada, Gus vai iniciar uma jornada sombria em busca de suas origens e do papel de sua mãe Birdie (Amy Seimetz) nos eventos que levaram ao Grande Esfacelamento, enquanto é caçado e aprisionado pelo General Abbot (Neil Sandilands) e os Últimos Homens. Mas enquanto uma nova onda do Flagelo avança, Gus inicia uma revolta. Criada pelo cineasta Jim Mickle (“Somos o que Somos”) e pela produtora-roteirista Beth Schwartz (“Arrow”), a série tem no elenco Nonso Anozie (“Cinderela”), Adeel Akhtar (“Enola Holmes”), Stefania LaVie Owen (“Não Me Diga Adeus”), Dania Ramirez (“Heróis”) e Aliza Vellani (“Missão Presente de Natal”). A produção é de ninguém menos que o ator Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) e sua esposa Susan Downey (“Sherlock Holmes”).   | CITADEL | AMAZON PRIME VIDEO   A série de espionagem dirigida pelos cineastas Anthony e Joe Russo (“Vingadores: Ultimato”) é uma combinação de “A Identidade Bourne” com “Missão: Impossível”, incrementada por muitas cenas de ação explosiva, mas também todos os clichês do gênero. Na trama, o espião vivido por Richard Madden (“Eternos”) tenta convencer Priyanka Chopra Jonas (“Matrix Resurrections”) de que ela também é uma agente secreta, mas ambos tiveram as memórias apagadas. Os dois são ex-agentes da tal Citadel do título, uma agência global independente e encarregada de manter a segurança do mundo. Porém, há oito anos ela foi destruída por agentes da Manticore, um sindicato poderoso que manipula acontecimentos agindo nas sombras. Com a queda da Citadel, os agentes de elite Mason Kane (Madden) e Nadia Sinh (Chopra Jonas) tiveram suas memórias apagadas enquanto tentavam escapar. Tudo muda quando Mason é encontrado por seu ex-colega da Citadel, Bernard Orlick (Stanley Tucci, de “Jogos Vorazes”), que precisa da sua ajuda para evitar que a Manticore estabeleça uma nova ordem mundial. Mason procura sua ex-parceira, Nadia, e os dois espiões embarcam em uma missão que os leva ao redor do mundo na tentativa de deter a ameaça. Criada por Josh Appelbaum e André Nemec (de “Missão: Impossível, Protocolo Fantasma”), a série é uma das a href=”https://pipocamoderna.com.br/2022/09/nova-serie-dos-diretores-de-vingadores-ultimato-vira-uma-das-mais-caras-da-historia/”>mais caras da história, e seu elenco também destaca Lesley Manville (“Trama Fantasma”), Osy Ikhile (“The Feed”), Ashleigh Cummings (“NOS4A2”), Roland Møller (“Céu Vermelho-Sangue”) e Caoilinn Springall (“O Céu da Meia-Noite”).   | AMOR E MÚSICA – FITO PAEZ | NETFLIX   A minissérie argentina é uma lição de história do rock latino, contada por meio da biografia de Fito Páez, um dos ídolos mais famosos do rock do país vizinho, com mais de 30 anos de sucesso. Seu álbum de 1992 “El Amor Después del Amor”, que batiza o título original dessa produção, é o disco mais vendido da história do rock argentino. Mas a produção enfatiza o começo de sua carreira, nos anos 1980, quando tocava na banda de seu ídolo, o lendário Charly Garcia, e o início de sua jornada solo, com importantes conexões com o Brasil. Ele se apresentava no Circo Voador quando os pais foram assassinados em Buenos Aires, num dos momentos mais traumáticos da série. O papel principal é interpretado por um novato, Iván Hochman, que tem a companhia do cantor Andy Chango no papel de Charly Garcia e Daryna Butryk (“El Secreto de Julia”) como a atriz Cecilia Roth, esposa de Fito, além de Mirella Pascual (“Uma Noite de 12 Anos”), Jean Pierre Noher (“Maradona: Conquista de um Sonho”), Charlie Anderle (“The Afterglow”), Mónica Raiola (“Mamãe Foi Viajar”) e outros. Escrita por Francisco Varone (“Caminho a La Paz”), Juan Matias Carballo (“El Grito de las Mariposas”) e Lucila Podestá (“Cumbia Ninja”), a série tem direção de Gonzalo Tobal (“Acusada”) e Felipe Gomez Aparicio (“El Perfecto David”).   | AMOR E MORTE | HBO MAX   A minissérie true crime estrelada por Elizabeth Olsen (“WandaVision”) e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”) acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que a infidelidade se intromete em seus casamentos e alguém pega um machado. A trama escrita por David E. Kelley (“Big Little Lies”) é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Na minissérie, Olsen vive Candy Montgomery, que foi condenada pelo assassinato de sua vizinha, enquanto Plemons viverá o marido da vítima, Allan Gore. Assassina e viúvo tiveram um affair, que alimentou o homicídio macabro. O elenco também inclui Patrick Fugit (“Quase FAmosos”) como o marido de Candy, Lily Rabe (“American Horror Story”) como a vítima Betty Gore e Krysten Ritter (“Jessica Jones”) no papel de melhor amiga de Betty. Vale lembrar que a Star+ já lançou uma versão dessa história, intitulada “Candy” e estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”).   | AMIGAS PARA SEMPRE 2 – PARTE 2 | NETFLIX   A série estrelada por Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”) chega ao fim com sua última leva de episódios. Elas vivem Tully, “a garota ousada e atrevida que você não pode ignorar”, e Kate, “a garota tímida que você nunca nota”. Mas quando uma tragédia as une na adolescência, elas ficam ligadas para o resto da vida, superando 30 anos de altos e baixos, até que uma traição impensável sacode essa amizade, deixando dúvidas se elas conseguirão se reconciliar. No final, é outra tragédia que vai voltar a uni-las, quando uma cai doente e percebe que precisa da maior amiga de sua vida de volta. Vale reparar que “Amigas para Sempre” foi a primeira série estrelada por Heigl, desde que saiu de “Grey’s Anatomy”, a não acabar após uma temporada. Ela não tinha emplacado nenhum sucesso em sua tentativa de voltar às produções televisivas, após uma carreira frustrante no cinema. Atrações que protagonizou, como “State of Affairs” e “Doubt”, foram canceladas com menos de 13 episódios exibidos. Para completar, ela entrou em “Suits” e a série acabou logo em seguida. O elenco também inclui Ali Skovbye (de “O Homem do Castelo Alto”) e Roan Curtis (“The Magicians”) como as versões adolescentes das protagonistas, além de Ben Lawson (“Designated Survivor”), Yael Yurman (também de “O Homem do Castelo Alto”) e Beau Garrett (“The Good Doctor”).   | SCHOOL SPIRITS | PARAMOUNT+   A nova série sobrenatural adolescente estrelada por Peyton List (“Cobra Kai”) conta a história de uma jovem estudante que morreu em seu próprio colégio. Presa no limbo, entre os corredores da escola e outros fantasmas que assombram o lugar, ela resolve desvendar o mistério de sua morte. E para descobrir as pistas, contará com a ajuda de seus novos colegas do além. A série foi criada por Nate Trinrud (diretor assistente do filme “Viúva Negra”) e sua irmã Megan Trinrud, baseado em quadrinhos que eles próprio criaram, e ainda conta com um elenco formado por Kristian Flores (“Reboot”), Spencer Macpherson (“Reign”), Josh Zuckerman (“The Offer”), Kiara Pichardo (“The Society”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Nick Pugliese (“13 Reasons Why”), Rainbow Wedell (“The Bureau of Magical Things”) e Milo Manheim (“Z-O-M-B-I-E-S”). Já o trabalho de produção e showrunner está a cargo de Oliver Goldstick, produtor executivo da célebre “Pretty Little Liars” (2010–2017).   | SAVE ME | PARAMOUNT+   Um dos k-dramas mais deprimentes já feitos, a série é cheia de gatilhos, incluindo abuso de poder, injustiça social, fanatismo religioso, bullying, assédio e suicídio. Uma família se muda de Seul para o campo, onde percebe ter caído num golpe, fica sem dinheiro e logo se envolve em uma seita. Quando o filho deficiente sofre bullying e se suicida e a mãe entra em depressão profunda, a filha pede ajuda a alguns garotos da escola para salvá-la. Mas isso se prova muito difícil, já que os policiais locais e funcionários do governo estão sob o controle da seita. A produção é adaptação do webcomic “Out of the World” (Sesang Bakeuro), de Jo Geum-San, e destaca em seu elenco Seo Ye-Ji (“Tudo Bem Não Ser Normal”), o cantor Taecyeon (do 2PM), Woo Do Hwan (“O Rei Eterno”) e Jo Sung-ha (“Agency”) como o líder religioso.   | PARA – WE ARE KING 2 | HBO MAX   O drama alemão dos produtores de “4 Blocks” retorna para a 2ª temporada, após vencer os prêmios de Melhor Série Dramática e Melhor Direção no German TV Awards de 2021. A história segue quatro jovens, melhores amigas desde a infância, que cresceram no lado pobre de Berlim. Mas à medida que Jazz (Jeanne Goursaud, de “Bárbaros”), Fanta (Jobel Mokonzi, de “Druck”), Hajra (Soma Pysall, de “Beat”) e Rasaq (Roxana Samadi, de “Dr. Illegal”) encaram a entrada na vida adulta com um futuro incerto à frente, passam a considerar ideias de ganhar dinheiro rápido para ter uma vida melhor. Só que os esquemas brilhantes as metem em problemas e colocam suas amizades à prova. Depois de se envolverem com drogas e a máfia russa na 1ª temporada, agora a ideia genial é fazer festas ilegais.   | OS PACIENTES DO DR. GARCIA | NETFLIX   Thriller de espionagem e drama de época, a produção espanhola adapta um best-seller de Almudena Grandes que mescla eventos reais e fictícios dos anos 1940. A trama se passa após a Guerra Civil Espanhola e segue o Dr. Guillermo Garcia, que vive em Madri sob uma identidade falsa. Ele deve sua liberdade a seu melhor amigo Manuel Arroyo, um diplomata/espião que após uma década no exílio retorna com um plano perigoso para se infiltrar em uma rede clandestina nazista, dedicada a ajudar criminosos de guerra a fugir e se estabelecer na Espanha e na América Latina. Para descobrir o esquema e todos os envolvidos, Manuel assume a identidade falsa de um boxeador procurado por associação à SS nazista, mas precisa evitar ser preso pelos aliados e ser desmascarado pelo verdadeiro boxeador. Adaptada por José Luis Martín (“Intimidade”), a atração destaca em seu elenco Javier Rey (“As Garotas do Fundão”), Tamar Novas (“Alto Mar) e Verónica Echegui (“Intimidade”).   | CINE HOLLIÚDY – A SÉRIE | GLOBOPLAY   A série brasileira é baseada no filme de Halder Gomes, que estourou bilheterias em 2013 e venceu o prêmio da Academia Brasileira de Cinema como Melhor Comédia do ano. A trama gira em torno das desventuras de Francisgleydisson (Edmilson Filho), dono do Cine Holliúdy, único cinema de sua cidadezinha do interior cearense durante os anos 1970. A 3ª temporada se passa em 1974, quando as telenovelas se firmam como a diversão favorita dos brasileiros. Isso significa que o cinema de Pitombas anda cada vez mais vazio. Mas a chegada de um misterioso forasteiro (Alexandre Borges) oferecendo um pacto diabólico pode mudar tudo. Além do Capiroto, a produção terá participação de Larissa Góes como novo par de Francisgleydisson, que a cada temporada tem sofrido por um amor diferente. Ele também se envolveu com a divertida Marylin, interpretada por Letícia Colin na 1ª temporada, e com Francisca, vivida por Luisa Arraes no segundo ano, mas todas foram embora de Pitombas.

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    Top 10: Novos filmes pra ver em casa incluem “Peter Pan” e “Shazam! Fúria dos Deuses”

    28 de abril de 2023 /

    A fantasia inédita “Peter Pan e Wendy” e o sucesso recente do cinema “Shazam! Fúria dos Deuses” estão entre as 10 estreias que se destacam entre as novas ofertas das plataformas de streaming e das locadoras digitais para ver em casa neste fim de semana. Confira abaixo os filmes que completam o Top 10 da programação semanal.   | PETER PAN E WENDY | DISNEY+   A versão live-action (com atores de carne e osso) da fábula clássica de J.M. Barrie acompanha a chegada dos irmãos Darling à Terra do Nunca, conduzidos por Peter Pan, e seu confronto com os piratas do Capitão Gancho. Repleta de ação e efeitos visuais, a produção também apresenta a primeira intérprete negra da fadinha Tinker Bell (Sininho, para os mais velhos), que tem sua própria franquia animada no estúdio como uma fada loirinha. O filme é estrelado por Alexander Molony (“The Reluctant Landlord”) no papel de Peter Pan e Ever Anderson (filha de Milla Jovovich e versão adolescente da Viúva Negra no cinema) como Wendy, e ainda inclui no elenco Joshua Pickering (“A Descoberta das Bruxas”) e o estreante Jacobi Jupe como os irmãos menores de Wendy, Yara Shahidi (estrela da série “Grown-ish”) com as asas de Tinker Bell e Jude Law (“Capitã Marvel”) como o terrível Capitão Gancho. A adaptação está a cargo do cineasta David Lowery, que já tem no currículo uma versão live-action elogiada de um desenho clássico da Disney, “Meu Amigo, O Dragão” (2016).   | SHAZAM! FÚRIA DOS DEUSES | VOD*   Menos empolgante que o primeiro, mas ainda divertido, o segundo filme encontra Billy Batson e seus irmãos adotivos aprendendo a conciliar a vida adolescente com seus alter egos de super-heróis adultos. Essa rotina é abalada quando as três Filhas de Atlas chegam à Terra em busca da magia roubada dos deuses, dando início a uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo. Com muitas cenas de ação, lutas e até dragões voadores, a continuação é novamente dirigida por David F. Sandberg e volta a trazer Zachary Levi (“Chuck”) como Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como seu alter ego Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, Adam Brody (“Um Caso de Detetive”) como sua versão adulta, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Ross Butler (“Riverdale”) como sua versão heroica, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña, DJ Cotrona (“G.I. Joe: Retaliação”) como seu alter-ego poderoso, Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley e Meagan Good (“Minority Report”) como sua contraparte adulta. Já as Filhas de Atlas, que não existem nos quadrinhos e foram criadas para o filme, são interpretadas por Helen Mirren (“A Rainha”), Lucy Liu (“As Panteras”) e Rachel Zegler (estrela do remake de “Amor, Sublime Amor”).   | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA | VOD*   A ficção científica traz Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) como um astronauta que sofre um acidente espacial e cai na Terra de 65 milhões de anos atrás, dominada por dinossauros. Lá, ele e a única outra sobrevivente do acidente (a menina Ariana Greenblatt, de “Awake”) precisam atravessar um terreno desconhecido e repleto de criaturas pré-históricas para conseguir sobreviver. Só que, com menos dinossauros que a premissa sugere, o filme acaba não entregando o que seu trailer promete. Produzido pelo cineasta Sam Raimi (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”), o longa tem roteiro e direção da dupla Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas do primeiro “Um Lugar Silencioso”).   | TIC-TAC: A MATERNIDADE DO MAL | STAR+   Dianna Agron (de “Glee”) vive uma mulher casada e bem-sucedida, que se sente pressionada por família e amigos a ter filhos, e decide buscar ajuda médica para engravidar. Mas após se submeter a um programa de testes clínicos intensivos liderado pela médica interpretada por Melora Hardin (“The Bold Type”), ela começa a ter alucinações horríveis, incluindo visões de aranhas e uma mulher misteriosa que a persegue. A experiência em si é traumática e assustadora para a personagem, e suas consequências psicológicas são perturbadoras. Dirigido pela estreante Alexis Jacknow, o filme transforma a pressão que a sociedade exerce sobre as mulheres para que sejam mães num terror com 83% de aprovação da crítica – conforme a média do site Rotten Tomatoes.   | DUAS BRUXAS – A HERANÇA DIABÓLICA | VOD*   O terror independente acompanha a passagem do legado maligno entre uma avó bruxa para sua neta e as terríveis consequências para as pessoas que cruzarem seus caminhos. Inspirado em clássicos italianos do gênero, o longa de estreia do diretor Pierre Tsigaridis (que também escreveu, produziu, filmou, editou e fez a trilha sonora) foi premiado em festivais de cinema fantástico e atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios para a estética retrô e o clima sinistro.   | IMPÉRIO DA LUZ | STAR+   A ode ao cinema dirigida por Sam Mendes (“1917”) acabou saltando o circuito cinematográfico para estrear diretamente em streaming no Brasil. O filme conta uma história de amor ambientada em um cinema antigo na costa sul da Inglaterra na década de 1980, com direito a ameaças de skinheads e a magia da projeção cinematográfica. Os protagonistas são Olivia Coleman (“A Filha Perdida”) e Micheal Ward (“Gangues de Londres”), mas o elenco também inclui Toby Jones (“Jurassic World”) e Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”). “Império da Luz” teve première mundial no Festival de Toronto, em setembro, quando desapontou a crítica, atingindo 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | 80 FOR BRADY: QUATRO AMIGAS E UMA PAIXÃO | VOD*   A comédia conta a história real de um grupo de amigas na terceira idade que resolve realizar o sonho de assistir ao Super Bowl ao vivo e, consequentemente, ver o último jogo de Tom Brady, o Pelé do futebol americano e ex-marido de Gisele Bündchen. O elenco conta com Sally Field (“Lincoln”). Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”), Jane Fonda e Lily Tomlin (ambas da série “Grace and Frankie”), além de Sara Gilbert (“Roseanne”), Jimmy O. Yang (“A Ilha da Fantasia”), Bob Balaban (“The Politician”) e participações de algumas celebridades interpretando a si mesmas. O próprio Tom Brady aparece no filme, assim como o cozinheiro Guy Fieri e o ator-cantor Billy Porter (“Pose”). Dirigido por Kyle Marvin (“All Wrong”), o filme pulou os cinemas brasileiros e chega direto em VOD.   | QUATRO AMIGAS NUMA FRIA | STAR+   A nova comédia de Roberto Santucci, diretor dos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, é um filme de turismo passado em Barriloche. Maria Flor (“Irmãos Freitas”), Fernanda Paes Leme (“Cinderela Pop”), Micheli Machado (“Auto Posto”) e Priscila Assum (“Reality Z”) são as quatro amigas do título, brasileiras que resolvem passar as férias no sul da Argentina e sentem o choque térmico – e cultural. Achando que vão se dar bem, começam a se dar cada vez mais mal. Mas só até a reviravolta romântica, é claro.   | A PORTA AO LADO | VOD*   No novo filme de Júlia Rezende (“Depois a Louca Sou Eu”), Letícia Colin (“Onde Está Meu Coração”) e Dan Ferreira (“Alemão 2”) vivem um casal de matrimônio tradicional e estável, até o dia em que outro casal, adepto de relacionamento aberto, se muda para o apartamento ao lado. Desafiados e provocados pelos personagens de Bárbara Paz (“O Outro Lado do Paraíso”) e Tulio Starling (“Pantanal”), o primeiro casal começa a questionar o próprio casamento.   | O GRANDE MAURICINHO | VOD*   A divertida coprodução britânica e alemã mostra uma grande evolução na animação computadorizada realizada na Europa. Comprovando que a prática leva a perfeição, um dos codiretores, Toby Genkel, fez vários desenhos fracos antes de acertar a mão – entre eles, “Epa! Cadê o Noé?” (2015) e “Missão Cegonha” (2017). Em clima de conto de fadas, o desenho acompanha um gato muito esperto chamado Mauricinho, que inventa um golpe para ganhar dinheiro fácil. Ele faz amizade com um grupo de ratos e passa a viajar de cidade em cidade oferecendo-se para resolver misteriosos problemas de infestação… de ratos! Tudo vai bem com o golpe, até que Mauricinho e os roedores chegam à cidade de Bad Blintz e conhecem Marina, uma menina muito inteligente, que pode fazer o plano ir por água abaixo. A versão brasileira tem dublagens de Marcelo Adnet (“Nas Ondas da Fé”) como Mauricinho e Sophia Valverde (“As Aventuras de Poliana”) como Marina.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    Prólogo de “Jogos Vorazes” ganha trailer emocionante

    27 de abril de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, prólogo da famosa franquia “Jogos Vorazes”. O filme se passa durante a 10ª competição dos jogos e destaca os personagens de Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”) e Tom Blyth (da série “A Idade Dourada”) em meio à selvageria dos jogos e às intrigas políticas de seus bastidores. Mas quando a adrenalina baixa, também é possível observar o início de um romance entre os protagonistas, que tem tudo para acabar muito mal. A nova produção leva às telas o mais recente livro da saga, escrito por Suzanne Collins e publicado em 2020, após o sucesso dos filmes. Passada 64 anos antes da vitória de Katniss Everden nos Jogos Vorazes, a trama traz Zegler como a protagonista Lucy Gray Baird, tributo do empobrecido Distrito 12. Selecionada para participar dos “Jogos Vorazes”, ela recebe a mentoria do jovem Coriolanus Snow (Blyth), décadas antes de ele se tornar o poderoso presidente de Panem. Na trama, o futuro presidente é um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. Com o talento e carisma de Gray, Snow acredita que pode virar as probabilidades a seu favor para vencer os jogos. O elenco também inclui Hunter Schafer (“Euphoria”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Ashley Liao (“Physical”), Josh Andrés Rivera (também de “Amor, Sublime Amor”), Mackenzie Lansing (“Mare of Easttown”) e a dupla Peter Dinklage (“Game of Thrones”) e Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) como principais vilões, mentores da 10ª edição dos Jogos Vorazes. O longa conta novamente com direção de Francis Lawrence, que assinou a maioria dos filmes da franquia, além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. Em sua adaptação cinematográfica, os livros da trilogia original de Suzanne Collins viraram quatro filmes que faturaram quase US$ 3 bilhões em bilheteria. Nina Jacobson produziu todos os quatro, Lawrence dirigiu os três últimos e Arndt escreveu o melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. A estreia de de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” está marcada para 15 de novembro no Brasil, dois dias antes do lançamento nos EUA.

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    Wish: Nova animação da Disney ganha primeiro teaser

    27 de abril de 2023 /

    A Disney divulgou o primeiro teaser de sua nova animação, “Wish: O Poder dos Desejos”, que vai contar a história do surgimento da estrela dos desejos das fábulas encantadas – e que ganhou do estúdio a icônica canção “I Wish Upon a Star”, incluída em “Pinóquio” (1940). Escrita pelos cineastas Jennifer Lee e Chris Buck, responsáveis pelo fenômeno “Frozen” (2013) e sua continuação de 2019, a trama de “Wish” vai acompanhar Asha, uma jovem de 17 anos que vê uma escuridão em seu reino que ninguém mais vê, então, em um momento de desespero, ela faz um apelo apaixonado às estrelas. A resposta ao desejo de Asha é uma estrela real que cai do céu para ajudá-la em sua jornada. A produção contará com dublagem original de Ariana DeBose, vencedora do Oscar 2022 por “Amor, Sublime Amor”, no papel de Asha. Além de estrelar, ela canta a música que acompanha a prévia, intitulada “More of Us”. O elenco também destaca Alan Tudyk (“Resident Alien”) como a voz de um bode chamado Valentino – cujo dom de falar é concedido pela estrelinha – e Chris Pine (“Star Trek”) como o Rei Magnífico, que quer controlar todos os desejos. Já a direção é compartilhada por Chris Buck e Fawn Veerasunthorn, que estreia na função após trabalhar nas animações de “Frozen” (2013), “Moana” (2016), “Zootopia” (2016) e “Raya e o Último Dragão” (2021). “Wish” estreia em 23 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos. Veja o vídeo em duas versões: legendado e dublado em português.

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    Novo trailer explica trama de “Transformers: O Despertar das Feras”

    27 de abril de 2023 /

    A Paramount Pictures divulgou novos pôster e trailer de “Transformers: O Despertar das Feras”, que além dos tradicionais carros-robôs vai mostrar animais-robôs. A prévia, inclusive, abre em clima de King Kong com narração do Optimus Primal (sério!). O filme dos robôs gigantes tem direção de Steven Caple Jr. (“Creed II”) e se baseia em “Beast Wars: Guerreiros Virtuais”, um dos desenhos mais populares da franquia, exibido entre 1996 e 1999. Evocando a época, a produção é ambientada nos anos 1990 – mais especificamente no ano de 1994. Assim como os transformers originais, os novos personagens também se dividem em facções rivais. Os Maximals são as versões animais dos Autobots, e a trama envolve um pedido de ajuda desses animais-robôs aos carros-robôs para “proteger o lar que dividimos” contra a ameaça dos Terrorcons, que podem se transformar em monstros, e a chegada do Unicron, um deus devorador de planetas. E entre os personagens alistados nessa lista estão velhos conhecidos do público, como Bumblebee (com o visual de seu filme solo) e personagens das séries animadas, como Arcee (a Autobot feminina) e Mirage. “Transformers: O Despertar das Feras” tem roteiro final de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e o elenco conta com Anthony Ramos (“Em um Bairro em Nova York”), Dominique Fishback (“Judas e o Messias Negro”), Luna Lauren Vélez (“Dexter”), Ron Pearlman (o “Hellboy” original), Michelle Yeoh (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Pete Davidson (“Morte, Morte, Morte”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Michaela Jaé Rodriguez (“Pose”), Cristo Fernández (“Ted Lasso”), Peter Cullen (dublador oficial de Optimus Prime desde 1984) e o rapper Tobe Nwigwe. A estreia vai acontecer em 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo as duas versões do trailer disponibilizadas pelo estúdio – legendada e dublada em português.

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    “Renfield” e “Cavaleiros do Zodíaco” chegam ao cinema

    27 de abril de 2023 /

    O feriadão de 1 de maio recebe dois lançamentos amplos no cinema. O maior é o filme live-action baseado no anime “Cavaleiros do Zodíaco”, que chega em 800 salas. O outro é a comédia de terror “Reinfeld – Dando o Sangue pelo Chefe”. A programação também destaca duas continuações de terror. Mas o detalhe é que nenhum desses filmes tem boa aprovação da crítica internacional. A exceção é um drama filipino no circuito limitado. Confira abaixo os trailers de todas as estreias desta quinta (27/4).   | RENFIELD – DANDO O SANGUE PELO CHEFE |   A comédia de terror traz Nicholas Hoult (“O Menu”) no papel-título, um sujeito preso numa relação de trabalho abusiva com seu chefe, que é ninguém menos que o Conde Drácula – vivido por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Renfield é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas depois de séculos de servidão, começa a questionar se existe vida para além da sombra do Príncipe das Trevas, buscando forças para enfrentar sua dependência. Embora nunca tenha ganhado um filme próprio até então, Renfield marcou época no cinema graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula”, originando algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Nesse novo filme, o personagem é uma espécie de super-herói que ganha superforça ao comer insetos e se mostra um exímio lutador de artes marciais. O elenco ainda conta com Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Ben Schwartz (“Sonic: O Filme”) e Adrian Martinez (“Golpe Duplo”). Mas a crítica não achou graça da história, concebida por Robert Kirkman (o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”), escrita por Ryan Ridley (roteirista de “Rick and Morty”) e dirigida por Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”). Considerada medíocre, a comédia recebeu apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | OS CAVALEIROS DO ZODÍACO – SAINT SEIYA: O COMEÇO |   Baseado no popular mangá de Masami Kurumada e no anime que foi uma grande febre no Brasil da década de 1990, a trama acompanha jovens recrutados para se tornarem cavaleiros de Atena e defensores da humanidade, com destaque para Seiya, que recebe a Armadura de Pégaso e, ao lado de seus amigos, luta para proteger Saori Kido, a reencarnação da deusa, de seus inimigos. Só que esta versão live-action é uma produção de orçamento mediano, com efeitos visuais questionáveis e um diretor estreante, o polonês Tomasz Baginski (produtor de “The Witcher”). Para completar, um elenco ocidental se soma às opções questionáveis, destacando Famke Janssen (Jean Grey/Fênix Negra na primeira trilogia de “X-Men”), Sean Bean (“Game of Thrones” e “Expresso do Amanhã”), Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”), Mark Dacascos (“John Wick 3”), Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e Mackenyu Arata (“Círculo de Fogo: A Revolta”), que vive o protagonista Seiya. Mas há um detalhe positivo: as lutas coreografadas pelo veterano Andy Cheng, que trabalhou como coordenador de dublês de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”.   | NINTENDO E EU |   O filme do filipino Raya Martin (“Independência”) é inspirado no clássico americano “Conta Comigo” (1989), e acompanha quadro amigos adolescentes filipinos num verão dos anos 1990, enquanto se divertem e amadurecem. Seus desafios principais são superar as pontuações de seus jogos e enfrentar os obstáculos da vida, como o primeiro amor, a pressão dos colegas e equilibrar a tradição familiar com a identidade própria. Venceu o Urso de Cristal da mostra Generation Kplus do Festival de Berlim.   | O CHAMADO 4 – SAMARA RESSURGE |   O título é extremamente enganoso, porque este terror não é sequência de “O Chamado 3” (2017) nem traz Samara, a monstrinha da trama. Trata-se, na verdade, do sétimo filme da franquia japonesa original – que inspirou o remake e as continuações americanas – , conhecida pela presença sinistra de Sadako, a mulher-fantasma de cabelo na cara mais famosa do cinema asiático. Com direção de Hisashi Kimura (“O Hospital Mascarado”), o novo filme mostra que o vídeo maldito continua circulando, mas a maldição de Sadako foi acelerada e agora as vítimas morrem 24 após assisti-lo. Um estudante tenta encontrar uma maneira de evitar que sua irmã seja a própria vítima – mas sem consultar o público, que já sabe o segredo desde o primeiro longa, lançado em 1998.   | DEIXADOS PARA TRÁS – O INÍCIO DO FIM |   O sexto filme da saga de terror evangélico – e segundo desde o reboot de 2010 – faz um resgate da essência trash da franquia, após a única produção de maior orçamento, estrelada por Nicolas Cage, ter sido destruída pela crítica e fracassado nas bilheterias. A direção é de Kevin Sorbo (o Hércules televisivo), que também estrela o longa no mesmo papel desempenhado por Cage no reboot. Em resumo, a série de filmes se passa após o milagre do arrebatamento, quando grande parte da população da Terra desaparece misteriosamente, deixando os que ficaram para trás perplexos e tendo que lidar com um mundo novo, sob a influência de aproveitadores que agem em nome do anticristo. É nesta hora que surge um novo líder, prometendo esperança, mas também a profecia bíblica do apocalipse.   | MÃE |   O drama brasileiro acompanha três mães de uma mesma família, mulheres completamente diferentes, porém presas a acontecimentos e tragédias interligadas. O filme começa com a volta de Sonia para casa, após cumprir uma pena na prisão, onde reencontra a filha, conhece a neta e sofre ataques da própria mãe. Primeiro longa de Adriana Vasconcelos, é estrelado por Ana Cecília Costa (“Rota 66: A Polícia que Mata”), Sura Berditchevsky (“A Primeira Tentação de Cristo”) e a estreante Raíssa Vasconcelos   | JAIR RODRIGUES – DEIXA QUE DIGAM |   O documentário biográfico conta a história de Jair Rodrigues, um dos mais conhecidos e influentes cantores brasileiros. Com versatilidade sem igual, cantou samba, MPB, foi pioneiro do rap e fez história revolucionando os palcos desde os anos 1960 com apresentações anárquicas e irreverentes. A direção é de Rubens Rewald, que comandou Jairzão na ficção de “Super Nada”, em 2012.

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    Pós-BBB 23: Domitila deve novas desculpas para Larissa

    26 de abril de 2023 /

    Domitila Barros vai ter que pedir desculpas de novo para Larissa Santos. Depois de ser vítima de machismo, a professora virou vítima de fake news. Como o público lembra, Domitila atacou a sister com comentários machistas no “BBB 23” e chegou a pedir perdão, mas agora voltou a debochar e criticar a professora por conta de algo que ela não fez. Durante sua participação no “Bate-Papo BBB” na madrugada de segunda (25/4), a professora de Educação Física foi questionada sobre uma fala que teria dito na Casa do Reencontro, sobre mentir a quantidade de seguidores do Instagram de Domitila para zoar com ela. Provando que a produção do BBB é pautada pelas páginas de fofoca, a pergunta de Patrícia Ramos e Vivian Amorim era um fake news da turma do ódio. “Alguém precisa contar para Larissa que depois que ela menosprezou a Domitila pelos números de seguidores, a Domi bateu e passou um milhão”, escreveram os tuiteiros mentirosos, numa fake news que viralizou e foi considerada verdade pelos pauteiros da “Rede BBB”. Larissa se mostrou chocada e afirmou não lembrar da fala, garantindo que não fazia parte de sua índole fazer esse tipo de piada. “Eu disse isso?”, questionou ela. “Falou”, garantiu Patricia. “É… falou brincando, tinha participante que já tinha batido 1 milhão e tinha outros que não”, insistiu. Mesmo duvidando, Larissa pediu desculpas caso tivesse falado, tanto para Domitila quanto para a torcida da Miss. “Se eu falei isso, foi muito errada. Eu fui muito errada. Jamais, não era pra eu ter falado isso. De coração, não foi na intenção”, acrescentou a catarinense. “Isso faz parte de mim, querer ser mais que os outros ou menosprezar os outros.” Domitila, no entanto, fez questão de se manifestar com deboche. Nos stories, ela afirmou que acordou com diversas mensagens de amigos e fãs sobre a cena. “Domitila Barros está na boca no povo”, disse, falando de si mesma na terceira pessoa. E em seguida imitou Larissa em tom de ironia: “Eu disse isso?”. Pois o assunto voltou de novo nesta terça (26/4) durante a participação de Larissa na premiação do Gshow dos melhores do “BBB 23” – evento em que a professora foi coberta de prêmios pelos fãs. A apresentadora Jeska Grecco mostrou o vídeo do momento para provocar Larissa, usando o gancho de que ela não lembrava. Só que Larissa já tinha corrido para ver as imagens com calma, após a saia justa, e truce fatos. “Eu vi porque, a primeira coisa que eu perguntei [pra assessora] foi: ‘Meu Deus, se eu fiz isso quero pedir perdão mesmo'”, começou a Top 4. “No vídeo, mostra muito bem que quem falou foi a Tina, não fui eu, né. E a gente tava falando justamente dessas coisas. O que eu disse foi: ‘Vou chegar lá e falar pro Black que o Rocko tem 7 milhões de seguidores’… Mas numa brincadeira. Não é porque foi a Domitila. Nem sabia quantos seguidores a Domitila tinha. E não fui eu que falei, foi a Tina, foi a Tina, né: que tem 27 milhões, igual a Juliette. Mas numa brincadeira. E eu tô rindo, porque a gente tava rindo dessas brincadeiras de falar que o Rocko tinha milhões…” Ela completa: “Quando falaram que eu tinha falado [sobre Domitila], fiquei apavorada, porque eu jamais falaria isso. Aí eu vejo o vídeo: foi a Tina que falou, não fui eu. E eu ri mesmo da situação. Peço desculpas para a Domitila e os fãs dela que se sentiram ofendidos, porque eles [Tina e Gabriel Fop] tavam brincando em comparar com Juliette. Mas, assim, nem dessa forma [de brincadeira] é legal de comparar um ao outro. Jamais fiz [comentários] na intenção de ofender – de verdade, de coração – , porque isso não faz parte de mim, sabe? Querer se mostrar superior a alguém, não sou eu. E também não fui eu que falou, tá? Foi a Tina e eu ri. Peço perdão por ter rido para as pessoas que se ofenderam”. “Boa”, comentou Jeska, encerrando a suposta polêmica. Domitila ainda não se manifestou após o deboche fora de hora para a vítima de fake news. Veja todos os vídeos da “polêmica” criada por tuiteiros. Imagina um VT de final da Domitila Barros. Ela sim, tinha enredo de campeã. Toda vez que eu vejo esse vídeo desse trio desdenhando dela por ela ser a menos seguida da edição (na época), me dá ânsia de vômito! Larissa pra mim sempre será isso aqui #BBB23 pic.twitter.com/MGWhfDyIxa — Matheus Renault #BBB23 (@ImperioRenault_) April 25, 2023 🚨GRAVE: Larissa diz não ter lembrado que falou mal da Domitila. SONSA DEMAIS 🤧 pic.twitter.com/jcfp1afJkp — Acesso Domitila | Fan Account (@AcessoDomitila) April 24, 2023 O deboche da Domitila: “eu disse isso?”, imitando a Larissa quando foi questionada no Rede BBB sobre debochar dos seguidores dela #BBB23 pic.twitter.com/Hw9b7PPnwd — Mark Avila (@markavilashow) April 24, 2023 Larissa fala sobre ter debochado do número de seguidores de Domitila pic.twitter.com/IAynwqTjm8 — Só Mídias (@MidiasSo) April 26, 2023

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    Goleada Desértica foi 7×1 contra time de Boninho, que subestimou mulheres e público do BBB 23

    26 de abril de 2023 /

    A final do “BBB 23”, exibida na noite de terça (25/4) na Globo, deixou muitas coisas claras para os telespectadores. A falta de respeito com a trajetória histórica das finalistas foi a principal ofensa. Mas minimizar o feito das Desérticas, levadas até o fim em várias e consecutivas votações abertas sem perder para ninguém, também evidenciou que os produtores não fizeram o programa para o público. Fizeram para si mesmos e exaltaram apenas suas preferências pessoais. Foi vexatório para o time de Boninho encerrar o programa do jeito que escolheu para marcar seu “protesto”, transformando a consagração num ataque às finalistas, sem uma VT de exaltação, nem menção de sororidade ou do feito das Desérticas, que, pela primeira vez na História do “BBB” levaram quatro mulheres – e amigas – ao topo da edição. Esta façanha foi exaltada pelas redes sociais do “Big Brother” gringo. Mas o “BBB 23”, em vez disso, preferiu tratá-las com desdém e piadinhas maliciosas de seus humoristas oficiais. A Globo costuma alardear o “BBB” como marketing para vender assinaturas da Globoplay. A empresa sabe que é o momento do ano em que mais pessoas assinam seu pacote de streaming. E isso parece ironia, porque, ao mesmo tempo, os responsáveis pelo programa agiram como se o público não estivesse fazendo justamente isso: acompanhando a casa mais vigiada do Brasil ao vivo, 24 horas por dia. E porque o público viu, seguiu trajetórias, encontrou favoritas e torceu até a final, o resultado foi uma vitória acachapante das Desérticas e especialmente de Amanda Meirelles. Por isso, a impressão que fica é que produtores, roteiristas e editores de Boninho acompanharam o “BBB” pelo Twitter das páginas de fofoca e não pelos monitores. Não assinaram a Globoplay ou, então, agiram mesmo de má fé, como assumiram na final vergonhosa, para realizar uma edição totalmente manipulada. Embora o “BBB 23” tenha sido realmente um parque temático do debate racial no Brasil, ele não foi só isso, como quis forçar o time de Boninho. Num “BBB” com relacionamento tóxico e expulsões por importunação sexual, era mais que importante, um dever dos produtores exaltar a sororidade e a força feminina demonstrada pelas Desérticas, que golearam de 7×1 para eliminar todos os rivais sem perder um único paredão que enfrentaram durante o último mês inteiro. Feito histórico que não mereceu uma mençãozinha sequer na retrospectiva do capítulo final. Quem também não assinou a Globoplay foram os ditos especialistas: as páginas de fofoca e os colunistas de TV. Eles viram o compacto que a Globo exibiu às noites e foram atrás das pautas oficiais. Mesmo assim, lançaram alguns recortes no Twitter, que os funcionários de Boninho retroalimentaram na edição, criando uma sinergia notável no esforço de criar um discurso unificado sobre o programa. Basta ver os tuítes escolhidos pelos produtores para colocar no ar: todos de apoio ao Fundo do Mar e com críticas às Desérticas. A certa altura da edição, ficou difícil determinar quem influenciava quem: a Globo ou os fofoqueiros profissionais, ambos criando narrativas de ódio contra as Desérticas, que o público elegeu como favoritas desde a volta de Larissa Santos em 23 de março, enquanto os donos das mídias escondiam tudo o que acontecia de errado no Fundo do Mar. Conseguiram muita torcida para o Fundo do Mar com pautas politicamente corretas, alimentadas por elogios exagerados a certos jogadores. Enquanto algumas pessoas ganharam VT de campeã, outras mal e porcamente apareceram em VT coletivo, e ainda sob críticas das páginas malditas. Só que os ex-BBBs perfeitinhos agora vão enfrentar o escrutínio do público na vida real, enquanto as imperfeitas, cheias de erros enumerados e decantados, não tem como ser vistas de forma diferente em nenhum lado da verdade. Suas torcidas sabem quem são e o que podem esperar delas, e por isso mesmo as levaram até o fim. Se as Desérticas venceram, houve derrotados. E a pergunta que não pode calar é como os produtores, que tentaram de tudo e tiveram apoio de tantos influenciadores, perderam o controle da narrativa do “BBB 23”. Talvez a resposta esteja justamente nesta tentativa de controlar o que ia ao ar. Será que não exageraram na dose ao assumir descaradamente a manipulação, escondendo cenas-chaves? Dá para citar três momentos de manipulação só do Jogo da Discórdia, como o fato de a Globo não exibir nem recuperar uma discussão importante que aconteceu num intervalo, nem mostrar nenhuma cena daquela Discórdia na terça seguinte, como praxe (foi a única Discórdia escondida em toda a edição), além de chamar o último Jogo em comerciais e, em vez disso, exibir no lugar um VT de exaltação a uma jogadora que estava no paredão. Há outros exemplos, mas estes servem para demonstrar o tipo de edição levada adiante pela equipe de Boninho – de dar inveja na equipe de Rodrigo Carelli. Nenhuma página de fofoca apontou isso. Nenhum “especialista” da imprensa protestou. Irmanados contra as sisters, aceitaram todos os abusos dos produtores e ajudaram a atacar e perseguir as Desérticas. O baixo nível foi o tom adotado na cobertura da reta final. Há poucos dias, uma dessas páginas chegou a decretar que Amanda teria o pior pós-“BBB” de todos os tempos. Outra chamou a campeã de “porca, padrão, sem dicção e planta”, atacou sua torcida e a rotulou como “perdeã do ‘BBB 23′”. Todo esse ódio é culpa da edição da Globo. Mais especificamente, dos produtores do “BBB 23”. Que quiseram militar em nome de boas causas fazendo maldades. Ficaram muito focados na música do Paulo Ricardo, querendo determinar o bem e o mal. Mas quem escolhe, na verdade, é o público, que este ano deve ter batido recorde de assinaturas da Globoplay, pois rejeitou a manipulação e bloqueou as páginas de fofoca a rodo. Os donos das mídias achavam que tinham muita força, mas foram derrotadas pela mulher padrão e suas fãs, muitas delas também mulheres padrão que ficaram revoltadas com o tratamento que Amanda e as siters receberam da produção e de seus ecos especializados. Os contrários perderam o “BBB 23” por exagerarem contra as Desérticas. Historicamente, o público sempre apoia os perseguidos. Juliette no “BBB 21” e Arthur no “BBB 22” foram campeões com essa narrativa. Mas, neste ano, a perseguição também incluiu fatores externos. Amanda e as Desérticas foram as mais perseguidas pelos fofoqueiros e pela própria edição. E com a volta de Larissa, elas levaram esse confronto para a quadra adversária, mostrando-se especialistas no jogo externo. Deram aula de como se joga um BBB. E nem a Globo parece ter se dado conta do 7×1 que tomou na formação do Top 3. Porque desde a volta de Larissa foram 7 eliminados do Fundo do Mar (contando Alface) e apenas uma Desértica no Top 4 – a própria Larissa, e quando estavam apenas entre elas mesmas. Até na final, os textos, os vídeos, as piadas, todo esforço do time de Boninho foi realmente no sentido de desmerecer a conquista Desértica. As finalistas foram chamadas de plantas, sonsas, padrão, histéricas, que só fazem TikTok. E o resultado de toda essa soberba foi um simbólico 7×1.

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    Globo omite feito histórico e desdenha Desérticas na final do BBB 23

    26 de abril de 2023 /

    Pela primeira vez na história, quatro mulheres chegaram ao Top 4 de um BBB. Quatro amigas, ainda por cima, fazendo demonstração de sororidade durante semanas seguidas na tela da Globoplay. O feito foi tão impactante que acabou exaltado até num Twitter oficial do “Big Brother” americano. Mas e a Globo? A emissora parece ter ficado desgostosa com isso, pois a façanha histórica foi simplesmente ignorada em suas redes sociais e até mesmo na retrospectiva da temporada, apresentada na noite de terça (25/5) como “esquenta” para a vitória de Amanda Meirelles. Mais que omissão, os produtores decidiram transformar a consagração da vitória num ataque às finalistas, sem uma VT de exaltação, nem menção de sororidade ou do feito das Desérticas, preferindo tratá-las com desdém e piadinhas maliciosas. A opção vergonhosa deixou bem claro o tom empregado pela produção do “BBB 23” ao longo de todo o programa. Obcecada em fazer com que o tema da edição fosse sobre a questão racial, os funcionários de Boninho pouco valorizaram a sororidade ou as críticas ao machismo dos confinados. Os produtores, redatores e editores tentaram a todo custo sabotar a trajetória vitoriosa das desérticas e, inconformados com a conquista de Amanda Meirelles e suas parceiras, optaram por ridicularizar suas trajetórias, escondendo que elas fizeram o que ninguém tinha conseguido antes – e sem trair suas amizades. Na prática, o capítulo final foi uma homenagem aos perdedores, além de um esforço assumido – com vídeos e piadas – para desmerecer a conquista desértica e principalmente a ignorada Larissa Santos, maior jogadora da edição, que juntou as sisters e incendiou as torcidas com seu retorno, formando a união que acabou com o Fundo do Mar, numa estratégia certeira de qual peça eliminar por vez, até na escolha de levar Ricardo Alface até o Top 5. Os produtores fizeram uma belíssima montagem sobre a questão racial, carregada de frases importantes e emocionantes. Então, porque não quiseram fazer o mesmo sobre a força das mulheres? A pauta do empoderamento só serve quando é conveniente? Os funcionários da emissora devem e podem mesmo se orgulhar de se posicionar de forma clara e militante contra o preconceito racial. Mas também merecem se envergonhar de passar pano para o machismo, calar mulheres com uma edição de imagens mal-intencionada e minimizar a conquista feminina com sabotagem até o fim. Até o apresentador Tadeu Schmidt pareceu pisar em ovos para cumprir sua missão de exaltar as três finalistas, como se fosse ficar malvisto entre os produtores. Só que os últimos segundos do “BBB 23” foram com Amanda, Bruna Griphao, Larissa, Aline Wirley e Tina Calamba, cinco mulheres completamente diferentes – duas delas negras – , pulando e gritando “Desérticas”, uma sororidade que também podia ensinar muito ao Brasil, como o apresentador Tadeu Schmidt comentou sobre o VT racial. Por mais que insista, não tem como esconder, dona Globo: este BBB foi das mulheres. Um “BBB”, é bom lembrar, que teve relacionamento tóxico e expulsões por importunação sexual. Se nem assim valorizaram… Dá até medo pensar no que mais precisaria acontecer para que os produtores percebessem a importância de enaltecer a conquista feminina na edição, principalmente nesta edição. Vai ser essa vergonha machista de novo no “BBB 24”, Boninho? 🚨 | Big Brother Brazil announce the final 4 contestants for 2023. 🇧🇷 For the first time in Big Brother Brazil history, the final 4 consists of all women! 👑 #BBB23 #BBB2023 #BigBrother #BBCAN11 #BB25 #BBUK #BigBrotherBrasil pic.twitter.com/y1fSrhIgZK — BIGBROTHER+ (@itsbbplus) April 21, 2023

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    Warner oficializa sequência de “Os Fantasmas Se Divertem”

    25 de abril de 2023 /

    A Warner Bros. oficializou a sequência de “Os Fantasmas Se Divertem” (Beetlejuice) durante sua participação na CinemaCon nesta terça-feira (25/4). Embora não existam mais detalhes sobre a produção, desde o mês passado se fala que a atriz Jenna Ortega (“Wandinha”) pode interpretar a filha de Lydia Deetz, personagem de Winona Ryder no original. Dirigido por Tim Burton (também de “Wandinha”), o filme de 1988 acompanhava o casal Charles (Jeffrey Jones) e Delia Deetz (Catherine O’Hara) e sua filha Lydia (Ryder), que passam a morar numa casa anteriormente ocupada pela família Maitland (Alec Baldwin e Geena Davis). Os Maitlands morreram em um acidente de carro, mas seus espíritos ainda habitam sua antiga casa e, para voltar a ficarem sozinhos, recrutam o fantasma assustador Beetlejuice (Michael Keaton), com o intuito de assustar os novos moradores e fazer com que eles fujam de medo daquele lugar. Só que Lydia é um menina gótica que não tem medo de fantasmas. “Os Fantasmas Se Divertem” foi um sucesso na época, rendendo mais de US$ 70 milhões nas bilheterias, um valor alto considerando seu orçamento de US$ 15 milhões. A crítica também adorou o filme, que até hoje mantém uma aprovação de 85% no site Rotten Tomatoes. A continuação está em andamento na Warner Bros. há algum tempo. Em 2013, Keaton confirmou que ele e Burton estavam conversando sobre fazer um novo filme. O próprio Burton disse, em 2014, que sentia falta do personagem de Beetlejuice: “Há apenas um Beetlejuice, e ele é Michael. Existe um roteiro e eu adoraria trabalhar com ele novamente. Acho que agora há uma chance melhor do que nunca … sinto falta desse personagem. Há algo que é catártico e incrível nisso. Acho que está mais perto do que nunca”. Por fim, Winona Ryder também confirmou que o filme estava em andamento, numa entrevista em 2015. Porém, o projeto só parece estar indo adiante agora por causa do envolvimento recente da produtora Plan B, de Brad Pitt (“Babilônia”). Apesar da confirmação, o novo “Os Fantasmas Se Divertem” não tem previsão de estreia. Confira abaixo o trailer do filme original.

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