Ben Affleck vai estrelar o filme de ação sobre a tríplice fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai
Será que agora vai? O thriller de ação “Triple Frontier” voltou a ser anunciado, agora com produção da Netflix – após a desistência da Paramount. O filme está em desenvolvimento há uma década e chegou a marcar filmagens no ano passado, na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto já teve inúmeros atores famosos ligados à sua produção e acabou fechando com Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) para os papéis principais. O elenco também inclui Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Vale lembrar que, a certa altura de seu longo desenvolvimento, o longa esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks. Uma configuração anterior ainda tinha Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul, o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhou no aprimoramento do roteiro. A história agora se concentra em cinco amigos cujas lealdades são testadas, quando se juntam para derrubar um poderoso traficante da América do Sul, desencadeando conseqüências não intencionais. De acordo com informações da revista Empire, este novo rumo da trama teria sido o estopim da última implosão da produção. A reescrita não teria agradado a Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Se ninguém desistir novamente em cima da hora, as filmagens devem finalmente começar já neste fim de semana, com locações no Havaí, Califórnia e Colômbia. O elenco, inclusive, já está ensaiando no Havaí. Ou seja, nada da tríplice fronteira real, embora o diretor sempre possam extrair imagens das “cataratas de Wakanda” e incluir na produção, para localizar o filme.
Renee Zellweger vira Judy Garland em primeira foto de cinebiografia
Os estúdios Pathe e BBC Films divulgaram a primeira foto de Renee Zellweger, a eterna Bridget Jones, caracterizada como Judy Garland, a eterna Dorothy de “O Mágico de Oz” (1939) numa cinebiografia. O filme, batizado de “Judy”, vai retratar o final da vida de Garland. Situado em 1968, mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme começou a ser rodado em fevereiro na Inglaterra, com roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”) e direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”). O elenco também inclui Jessie Buckley (minissérie “War and Peace”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), John Dagleish (“Beaver Falls”) e Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Ainda não há previsão para a estreia.
Vida de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio, vai virar filme
A vida de Marielle Franco, vereadora carioca executada a tiros durante o atual período de intervenção militar no Rio de Janeiro, vai virar filme. Segundo o jornal O Globo, o projeto será realizado pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”), e trilha do músico Jorge Mautner. “Eu já conhecia a Marielle porque ela era uma das melhores amigas da minha filha, mas foi assistindo a um depoimento dela em um documentário do João Paulo Reys sobre a intervenção do Exército durante as Olimpíadas, ainda em fase de finalização, que percebi como ela era extraordinária. Logo depois, aconteceu o assassinato”, contou Paula Barreto ao jornal carioca. O longa, que ainda não tem diretor nem títulos definidos, vai focar na origem de Marielle, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, virando a 5ª vereadora mais votada no Rio. Seu trabalho como vereadora foi focado em denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. A ideia é incluir na produção atores e equipe vindos da Maré, e destinar a renda obtida aos moradores do complexo. Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na última quarta-feira (14/3), no centro da cidade, quando voltavam de um evento na Lapa. “O que importa, agora, são os seus ideais”, disse a produtora, que espera que o filme sirva para conter as informações falsas sobre a vereadora espalhadas nas redes sociais. “Fiquei assustada quando entrei no Facebook e vi a quantidade de haters. Muita gente a denegrindo, sem saber se as informações são verdadeiras ou não. As pessoas não se preocupam em saber de onde vem a notícia. Há milhares de Marielles no Brasil, precisamos contar essa história”.
Desastre de Chernobyl vai virar minissérie com Jared Harris, Emily Watson e Stellan Skarsgard
Os canais pagos HBO e Sky se juntaram para produzir uma minissérie grandiosa sobre o desastre nuclear de Chernobyl, em 1986. Intitulada “Chernobyl”, a atração terá cinco episódios e é descrita como um “conto de mentiras e covardice, de coragem e convicção, de falha humana e nobreza humana”, que irá analisar de perto como e por que o desastre nuclear aconteceu, bem como os heróis que lutaram e morreram naquele momento. O acidente nuclear de Chernobyl é considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, mas poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. A série é uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e já definiu três atores em seu elenco: Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). Watson desempenhará o papel de uma física nuclear soviética, Skarsgard será um burocrata do Ministério da Energia e Harris viverá o cientista encarregado de investigar o acidente pelo Kremlin. As gravações representarão um reencontro para Watson e Skarsgard, que trabalharam juntos anteriormente em “Ondas do Destino” (1996), de Lars von Trier, pelo qual a atriz foi indicada ao Oscar. Todos os cinco episódios da minissérie terão direção do sueco Johan Renck, que dirigiu os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O projeto marcará a segunda parceria entre os canais HBO e Sky, após o sucesso de “The Young Pope”, que foi renovada para uma 2ª temporada. “Chernobyl” ainda não tem previsão de estreia.
Diferença de salário entre astros de The Crow motiva petição de fãs
A revelação de que Claire Foy ganhou menos do que Matt Smith pelo trabalho na série “The Crown”, mesmo tendo o papel da protagonista, a rainha Elizabeth 2ª, criou uma grande saia justa. Diante da discriminação sexual, um grupo de fãs se mobilizou para criar uma petição, na plataforma Care2, pedindo para o ator doar o valor correspondente à diferença entre seu salário e o da colega. O valor seria destinado ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Em seu lançamento na manhã de segunda-feira (19/3), a petição tinha a meta de conseguir 25 mil assinaturas, e em poucas horas já reuniu mais de 23 mil apoiadores. A discrepância salarial foi informada pelos produtores Suzanne Mackie e Andy Harries durante a conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles admitiram que Smith recebeu mais por ter maior projeção profissional, como um dos protagonistas da série britânica “Doctor Who”. Em “The Crown”, ele interpreta o príncipe Philip, marido da rainha. Os produtores acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhora a situação de Foy: a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará para as próximas temporadas. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970. Segundo uma estimativa da revista Variety, Foy ganhou US$ 40 mil por episódio na série. O valor é considerado baixo para os padrões hollywoodianos, ainda mais se tratando de uma série que figura entre as mais caras da história, com um orçamento de US$ 7 milhões por episódio. A iniciativa da petição aconteceu dois meses após caso similar ter ocorrido na produção do filme “Todo o Dinheiro do Mundo”, que levou o ator Mark Wahlberg a fazer uma generosa doação ao Time’s Up.
Trailer e cena do próximo episódio de The Walking Dead traz cenas de guerra
O canal pago americano AMC divulgou o trailer e uma cena do próximo episódio da série “The Walking Dead”, que finalmente mostra um confronto entre os Salvadores e a resistência dos sobreviventes de Hilltop. Apesar do arco atual ser conhecido nos quadrinhos como “Guerra Total”, poucas batalhas vinham sendo registradas. Isto parece que vai mudar no próximo domingo, após mudanças na trama afastarem a série dos eventos dos quadrinhos – a ponto do ataque dos Salvadores não ser comandado por Negan (Jeffrey Dean Morgan), atualmente “desaparecido”. A cena adiantada, por sua vez, traz a resposta de Maggie (Lauren Cohan), que ameaça matar seus prisioneiros. Intitulado “Do Not Send Us Astray”, o próximo episódio vai ao ar em 25 de março. No Brasil, a série é exibida pelos canais Fox e Fox Premium (sem intervalos).
Dynasty atinge recorde negativo com pior audiência da TV americana em cinco anos
O remake da série “Dynasty” registrou recorde negativo histórico na TV americana. O episódio exibido na sexta-feira (16/3) na rede CW atingiu a audiência mítica de 0,10 ponto na apuração da consultoria Nielsen. A última vez que uma série registrou 0,10 nos Estados Unidos foi há cinco anos, com “Cult”, no mesmo canal. Ao todo, 638 mil pessoas assistiram à exibição, mas a maioria ficou fora do recorde da demo (adultos de 18 a 49 anos, mais relevantes para anunciantes). É um contraste brutal em relação à série original, exibida entre 1981 e 1989, que chegou a ser o programa mais assistido de sua época. A continuidade de “Dynasty” é um mistério. A série ganhou sobrevida em novembro, ganhando encomenda de novos episódios, enquanto “Valor” foi cancelada com números melhores – 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio e 0,24 ponto na demo. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” foi negociada com a Netflix, que exibe a produção fora dos Estados Unidos, e especificidades deste contrato podem ter pesado na hora de ponderar um cancelamento súbito. A nova versão do novelão dos anos 1980 foi desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original é que protagonista Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição está marcada para a próxima sexta (23/3), provavelmente tarde demais.
Eighth Grade: Filme mais elogiado do Festival de Sundance ganha primeiro trailer
A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Eighth Grade”, o filme mais elogiado do Festival de Sundance 2018, que tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia apresenta Kayla, uma menina da 8ª série do Ensino Fundamental, que enfrenta as crises de sua idade, como a timidez absurda, a falta de popularidade e a sensação de que sua vida é um fracasso, tudo antes de atingir a puberdade. Combinando drama e humor, o filme tem sido descrito como “impossível de resistir”. O papel representa o primeiro protagonismo da carreira da jovem Elsie Fisher, que apesar de seus 15 anos de idade já tem vasta experiência, tendo iniciado a carreira como dubladora da franquia “Meu Malvado Favorito” (é dela a voz original da pequena Agnes) e da série “Masha e o Urso” (é a Masha americana). O elenco também destaca Josh Hamilton (série “13 Reasons Why”) como seu pai solteiro, além de Emily Robinson (série “Transparent”), Imani Lewis (série “Star”), Jake Ryan (“Moonrise Kingdom”) e Daniel Zolghadri (série “Scorpion”). Escrito e dirigido pelo também jovem Bo Burnham (criador e astro da série “Zach Stone Is Gonna Be Famous”), de apenas 28 anos, o filme estreia em julho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Life Itself: Trailer apresenta novo drama multigeracional e lacrimoso do criador de This Is Us
A Amazon divulgou o trailer de “Life Itself”, filme de Dan Fogelman, o criador da série “This Is Us”. É a segunda vez que ele assina o roteiro e a direção de um longa-metragem, mas, ao contrário da comédia “Não Olhe para Trás” (2015), desta vez a prévia apresenta uma história multigeracional repleta de personagens lacrimosos – mais parecida com a proposta do melodrama televisivo. O filme acompanha a história de amor de um casal, contada através de várias gerações e abrangendo décadas e continentes diferentes. O elenco grandioso destaca Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Olivia Wilde (“Renascida do Inferno”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Antonio Banderas (“A Pele que Habito”), Annette Bening (“Mulheres do Século 20”), Samuel L. Jackson (“Os Vingadores”), Mandy Patinkin (série “Homeland”), Laia Costa (“Victoria”) e até a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos e apenas três meses depois, em 13 de dezembro, no Brasil.
Continuação da minissérie The White Princess é encomendada
O canal pago americano Starz anunciou a produção de “The Spanish Princess”, a terceira minissérie baseada na franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). Desta vez, o anúncio da produção demorou “apenas” nove meses, bem menos que os quatro anos que separam a minissérie original “The White Queen” (2013) da continuação “The White Princess” (2017). A roteirista Emma Frost voltará a comandar a adaptação, mas não está claro se os integrantes do elenco anterior voltarão. Entre a primeira e a segunda minissérie, todos os atores mudaram, embora muitos personagens se repetissem. A demora na definição – culpa da BBC, que enrolou até desistir de continuar a parceria com o Starz – fez com que a protagonista de “The White Queen” ficasse famosa demais para a televisão. A atriz sueca Rebecca Ferguson, estrela da série original, estourou após participar de “Missão Impossível: Nação Secreta” (2015), e precisou ser substituída por Essie Davis em “The White Princess”. “The Spanish Princess” condensará dois livros de Gregory, lançados no Brasil como “A Princesa Leal” e “A Maldição do Rei”. A princesa espanhola do título é Catarina de Aragão, que se torna a primeira esposa de Henrique VIII. A trama é basicamente o prólogo imediato da série “The Tudors” – e da minissérie “Wolf Hall”, entre outras – , revelando os esforços da adolescente Catarina para virar Rainha da Inglaterra, após a morte precoce de seu primeiro amor, o príncipe herdeiro Arthur, e como ela consegue convencer a corte inglesa de sua virgindade para casar-se com seu cunhado, o próximo monarca na linha de sucessão. Já o segundo livro reflete a parte mais conhecida da história, com a entrada em cena de Anna Bolena e o desejo do rei de se divorciar de Catarina. Sendo proibido pelo Papa, ele decide criar uma nova religião – o anglicanismo, seguido até hoje no Reino Unido. As duas primeiras minisséries renderam grande audiência para o Starz. “The White Queen” atraiu uma média de 4,8 milhões de espectadores por episódio, enquanto “The White Princess” foi visto por 3,8 milhões. Ainda não há previsão para a estreia da nova produção.
Astro de Limitless será o filho de Murphy Brown no revival da série clássica
O ator Jake McDorman, protagonista da injustamente cancelada “Limitless”, vai voltar à TV no elenco do revival de uma série clássica. Ele será a principal novidade do resgate de “Murphy Brown”, no papel de filho da personagem-título. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, tempo suficiente para o filho da protagonista ter atingido a maturidade. Na retomada da produção, Avery Brown será apresentado como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. A série original, que foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhava os bastidores de um telejornal. Murphy Brown era a jornalista celebridade do programa, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo e, quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Além do filho já adulto, as novidades do revival vão incluir um novo personagem, vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Segundo o site Deadline, a produção terá 13 episódios e deverá refletir os dias atuais, com a proliferação das notícias falsas (fake news) e o estilo de governança pelo Twitter de Donald Trump, mas ainda não há previsão para a estreia.
Vidas à Deriva: Shailene Woodley enfrenta furacão no mar aberto em trailer legendado
A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “Vidas à Deriva” (Adrift), drama de sobrevivência baseada em história real, que mostra Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) perdidos em alto-mar. A prévia conta praticamente toda a história, deixando em aberto apenas a resolução. Com roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – que também é uma aventura marinha – , a trama mistura romance e catástrofe, ao acompanhar um casal em viagem por mar do Taiti aos Estados Unidos. Após seu barco ser atingido por um enorme furacão, a mulher acorda no barco semidestruído e com o rapaz desaparecido. Desesperada, ela percebe que terá que manobrar o barco sozinha, cruzando mais de 1,5 mil km pelo oceano Pacífico até o Havaí, contra os desafios que se sucedem. O filme tem direção do islandês Baltasar Kormákur, que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Sai a neve, entra o sol à pino, mas o clima trágico permanece inalterado. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, 50 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
“Teste” de Tommy Wiseau para virar Coringa ganha cenas do Cavaleiro das Trevas e fica mais bizarro
Na internet, tudo se multiplica. O vídeo do canal Nerdist com um teste fake de Tommy Wiseau, recitando diálogos do Coringa, foi editado num vídeo com cenas de “O Cavaleiro das Trevas” (2008) pelo canal Bup do YouTube. E o resultado, em que o proclamado “pior ator do mundo” substitui Heath Ledger, deixa a experiência ainda mais bizarra. Criador do trash “The Room” (2003), que inspirou o filme “O Artista do Desastre”, Wiseau faz uma performance constrangedora, evidenciando como o sucesso da obra de Christopher Nolan deve muito à interpretação de Ledger, devidamente premiado com o Oscar. “O que não te mata te torna estranho”, “por que tão sério?”, diz ele, reproduzindo falas icônicas, que soam, na sua pronúncia, como frases desconexas de um roteiro mau escrito. Confira abaixo O Desastre das Trevas.












