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    Ghostbusters enfrentam Apocalipse de Gelo no trailer do novo filme

    8 de novembro de 2023 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer do novo filme de “Ghostbusters” (conhecido no Brasil também como “Os Caça-Fantasmas”). Intitulado “Ghostbusters: Apocalipse de Gelo” (Ghostbusters: Frozen Empire), a prévia começa de forma épica, com o clima de verão interrompido por uma tempestade de gelo grandiosa e de consequências fatais. Mas não se trata apenas de um fenômeno meteorológico bizarro e sim de um novo caso para os Caça-Fantasmas, tanto os clássicos quanto os novos, que se juntam para enfrentar uma ameaça capaz de gelar de medo. A produção volta às origens dos primeiros longas da década de 1980 ao ser novamente ambientada em Nova York e com os figurinos clássicos dos personagens, dando sequência aos eventos do filme anterior, com Carrie Coon (“O Estrangulador de Boston”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e McKenna Grace (“O Conto de Aia”) como os herdeiros do legado do Dr. Egon Spengler (o falecido Harold Ramis), acompanhados pelo professor dos adolescentes, vivido por Paul Rudd (“Homem Formiga”). O elenco da nova continuação também voltará a contar com Ernie Hudson no papel do Caça-Fantasma original Winston Zeddmore, que agora é um benfeitor da nova geração, além de trazer participações de Bill Murray e Dan Aykroyd como Peter Venkman e Raymond Stantz, protagonistas dos primeiros filmes. Já as novidades incluem Kumail Nanjiani (“Eternos”), Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), James Acaster (“Cinderela”) e Emily Alyn Lind (“Gossip Girl”). Diretor do filme anterior – e filho do diretor dos filmes originais – , Jason Reitman assina produção e roteiro, passando a direção para Gil Kenan, que coescreveu com ele “Ghostbusters: Mais Além”. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Trailer apresenta nova versão do clássico “Meninas Malvadas”

    8 de novembro de 2023 /

    Nada como uma quarta, dia de vestir rosa, para a Paramount divulgar o pôster e o primeiro trailer da nova versão de “Meninas Malvadas”. Embalada pelo hit “Get Him Back!”, de Olivia Rodrigo, a prévia mostra que a premissa básica continua a mesma, mas as piadas são todas novas. Entretanto, a refilmagem da comédia clássica de 2004 deveria ser um musical. O trailer não tem nenhuma cena dançante, à exceção de um trecho desastroso da famosa apresentação natalina das Plásticas. Como a maioria ainda lembra, “Meninas Malvadas” foi uma das mais bem-sucedidas comédias teen dos anos 2000. A trama trazia Lindsay Lohan como uma aluna nova que tentava se enturmar com a turma das garotas populares liderada pela personagem de Rachel McAdams. As atrizes Lacey Chabert e Amanda Seyfried completavam o time das malvadinhas, enquanto Lizzy Caplan representava as excluídas.   Mesma história, novo elenco A nova versão acompanha Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) no papel de Cady, uma jovem recém-chegada numa nova high school, onde se depara com uma profusão de grupinhos distintos e o domínio das Plásticas, as meninas mais invejadas, comandadas pela cruel Regina George – agora vivida por Reneé Rapp (“A Vida Sexual das Universitárias”). A líder das populares do colégio segue paparicada por suas amigas Gretchen (Bebe Wood, de “Com Amor, Victor”) e Karen (Avantika, de “De Volta ao Baile”) mandando em tudo e em todos. Sentindo-se isolada, a novata é acolhida por Janis (Auli’i Cravalho, de “Crush”), supostamente a garota alternativa da turma, e o gay Damian (o cantor Jaquel Spivey), que a convencem a se infiltrar no grupo das Plásticas para saber todos os podres que elas escondem. Só que, em meio a sua transformação numa falsa Plástica, Cady se apaixona pelo gato da classe, Aaron Samuels (Christopher Briney, de “O Verão que Mudou Minha vida”), e logo passa a agir como uma verdadeira Plástica. Ou seja, é a mesma história que os fãs conhecem, com direito a frases decoradas. O remake é uma adaptação do musical da Broadway inspirado pelo filme original, e conta com produção de Lorne Michaels (criador do programa humorístico “Saturday Night Live”) e Tina Fey (roteirista do filme de 2002). Fey também escreveu a atualização para o cinema e volta a aparecer no elenco como uma das professoras da turma. Além dela, o ator Tim Meadows (“O Halloween de Hubie”) reprisa o papel do diretor da escola. No elenco “adulto”, a principal novidade é a participação de Jon Hamm (“Mad Men”) como professor de educação física. A direção está à cargo de Arturo Perez e Samantha Jayne (ambos da série “Quarter Life Poetry”). Originalmente desenvolvido para a plataforma de streaming Paramount+, o filme acabou mudando seu destino e agora será lançado no cinema em 11 de janeiro no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Globo exibe Prêmio Multishow pela primeira vez

    7 de novembro de 2023 /

    O Prêmio Multishow comemora 30 edições nesta terça-feira (7/11) com sua primeira transmissão pela TV Globo. A cerimônia, que começa na TV aberta às 23h15, contará com apresentação de Tatá Werneck (veterana da premiação), de Tadeu Schmidt (apresentador do “BBB”) e da cantora Ludmilla, que disputa alguns troféus da noite. Refletindo a expansão do mercado musical brasileiro, a premiação deste ano inchou e consagrará 23 categorias, 10 a mais que no ano passado. A votação de 17 categorias é responsabilidade de cerca de 700 pessoas da chamada Academia Prêmio Multishow, enquanto o público elege outros cinco vencedores em votação online: Clipe TVZ, Hit do Ano, Show do Ano, Voz do Ano e Categoria Brasil, onde o Multishow indicou as músicas de maior destaque em cada estado do país.   Artistas com mais indicações Junto de Ludmilla, as cantoras Luísa Sonza, Iza e Anitta estão entre os destaques entre as indicações, assim como o hit musical “Tá Ok”, parceria de Dennis DJ e Kevin O Chris. Luísa Sonza e Iza lideram a lista de nomeações, com sete cada. A diferença é que todas as indicações de Luísa são por trabalhos próprios, enquanto Iza participa com parcerias de outros artistas. Elas são seguidas por Ludmilla com seis e Anitta com cinco. A melhor disputa acontece na categoria Clipe TVZ do Ano, em que Luísa trava uma disputa com Iza e ainda tem Anitta em dose dupla.   Shows ao vivo Mas o evento não se resume apenas à entrega de prêmios. Estão previstos shows de nada menos que 38 artistas, incluindo um esquenta na TV paga e no streaming. A noite começa para valer com uma performance que celebra os 30 anos do prêmio com Pedro Sampaio, Gabriel O Pensador, Joelma, NX Zero, Samuel Rosa e Tati Quebra Barraco. Também estão previstos shows de Aline Barros, Preto no branco, BK’, Filipe Ret, MV Bill, Tasha & Trace, Duda Beat, Manu Bahtidão, Marina Sena, MC Nem, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Liniker, Pitty, IZA, Jão, Melly, Lulu Santos, Ana Castela, Simone Mendes, Carlinhos Brown, BaianaSystem, Rachel Reis, Luísa Sonza e uma parceria entre Xande de Pilares e Caetano Veloso, interpretando canções do álbum “Xande Canta Caetano”.   Começa antes no streaming e TV paga Além da transmissão na Globo, a festa poderá ser acompanhada pelo Globoplay e pelo próprio Multishow, que exibirão o evento completo e detalhes antecipados. No Globoplay, a transmissão começa às 20h com sinal aberto, disponível para não-assinantes, num aquecimento que contará com atrações musicais e vai anunciar os seis primeiros vencedores da noite. Já o Multishow abre sua transmissão ao vivo às 21h20, direto do tapete vermelho, onde Kenya Sade, Dedé Teicher e Laura Vicente entrevistarão os convidados, indicados e anunciarão os ganhadores de mais quatro categorias. A cerimônia oficial começa às 22h05 com transmissão também da Rádio Globo. Apesar disso, a TV Globo só vai passar a exibir o evento a partir das 23h15, após mais de uma hora de seu início oficial. A falta de preocupação com o fato se deve ao mau costume adquirido em suas transmissões do Oscar.   Confira as categorias   Clipe TVZ do Ano “Funk Rave” – Anitta “Pilantra” – Anitta e Jão “Campo de Morango” – Luísa Sonza “Conexões de máfia” – Matuê e Rich the Kid “Fé nas malucas” – Iza e MC Carol “Tá Ok” – Dennis DJ e Kevin O Chris   Hit do Ano “Zona de perigo” – Leo Santana “Posturado e calmo” – Leo Santana “Chico” – Luísa Sonza “Erro gostoso” – Simone Mendes “Nosso quatro” – Ana Castela “Tá Ok” – Dennis DJ e Kevin O Chris   Álbum do Ano “AFRODHIT” – Iza “Escândalo Íntimo” – Luísa Sonza “Ícarus” – BK’ “No Tempo da Intolerância” – Elza Soares “Super” – SUPER “Xande canta Caetano” – Xande de Pilares   Show do Ano Ludmilla com Numanice (2023) Ludmilla com Rock in Rio (2022) BaianaSystem e Olodum com OlodumBaiana BK com ICARUS Marisa Monte com turnê “Portas” (2023) Titãs com turnê “Titãs Encontro” (2023)   Voz do Ano Gloria Groove Iza Liniker Ludmilla Luísa Sonza Marina Sena   Lista das categorias para votação do júri especializado   Artista do Ano Ana Castela Anitta Iza Jão Ludmilla Luísa Sonza   Revelação Carol Biazin Kay Black Melly Nadson o Ferinha Thiago Pantaleão Veigh   Capa do Ano “Afrodhit” – Iza “Escândalo íntimo” – Luísa Sonza “Icarus” – BK’ “O dono do lugar” – Djonga “Super” – Jão “Vício inerente” – Marina Sena   Instrumentista do Ano Amaro Freitas Hamilton de Holanda Jonathan Ferr Pretinho da Serrinha Rafael Castilhol Silvany Sivuca   DJ do Ano Alok Dennis DJ MU540 Pedro Sampaio Vhoor Vintage Culture   Produção musical do Ano Douglas Moda Iuri Rio Branco Mu540 Nave Papatinho Pretinho da Serrinha   Brega e Arrocha do Ano “Anota Aí (Ao Vivo)” – Avine Vinny, NATTAN “Cadê Seu Namorado Moça?” – Thales Lessa e Nadson O Ferinha “Duas (Versão Arrocha)” – Dilsinho, Nadson O Ferinha e Rafinha RSQ “Love Gostosinho” – NATTAN e Felipe Amorim “Sinal” – Nadson O Ferinha e João Gomes “Toca o Trompete” – Felipe Amorim   Cristã do Ano “Deixa” – Maria Marçal “Deserto (Ao Vivo)” – Maria Marçal “Deus Cuida de Mim” – Kleber Lucas e Caetano Veloso “Me Atraiu” – Gabriela Rocha “Ninguém Explica Deus” – Clovis e Ton Carfi “Todavia Me Alegrarei (Ao Vivo)” – Sarah Beatriz   Hip Hop do Ano/strong> “Ballena” – Vulgo FK, MC PH, Veigh e Pedro Lotto “Conexões de Máfia” – Matuê e Rich the Kid “Coração de Gelo” – WIU “Melhor Só” – Kayblack, Baco Exu do Blues e Marquinho no Beat “Novo Balanço” – Veigh, Bvga Beatz e Prod Malax “Penumbra” – Djonga, Sarah Guedes e Rapaz do Dread   MPB do Ano “Bateu” – Gilsons, Rachel Reis e Mulu “Céu Rosé” – Gilsons e Lagum “Chico” – Luísa Sonza “Grão de Areia” – Rubel e Xande de Pilares “No Tempo da Intolerância” – Elza Soares “Vem Doce” – Vanessa da Mata   Pop do Ano “AMEIANOITE” – Pabllo Vittar e Gloria Groove “Fé nas Maluca” – IZA e MC Carol “Me Lambe” – Jão “Pilantra” – Jão e Anitta “Sintomas de Prazer” – Ludmilla “Tudo Pra Amar Você” – Marina Sena   Axé e Pagodão do Ano “Cria da Ivete (Ao Vivo)” – Ivete Sangalo “Dejavú” – Àttooxxá part. Liniker “Pitbull Enraivado” – Oh Polêmico “Posturado e Calmo” – Leo Santana “Soca Fofo” – A Dama “Zona de Perigo” – Leo Santana   Forró e Piseiro do Ano “Chorei na Vaquejada”, de Eric Land e Tarcísio do Acordeon “Coladin (Minha Deusa)”, de Zé Vaqueiro “Pega o Guanabara (Ao Vivo)”, de Wesley Safadão e Alanzim Coreano “Pequena Flor”, de João Gomes “Pra Que Fui Me Apaixonar”, de João Gomes e Iguinho e Lulinha “Prejudicado”, de João Gomes   Funk do Ano “Faz um Vuk Vuk (Teto Espelhado)” – Kevin O Chris “Funk Rave” – Anitta “Namora Aí” – MC Ryan SP, MC Daniel e Kotim “Novidade na Área” – MC Livinho e DJ Matt D “Tá OK” – Dennis DJ e Kevin O Chris “Vai Novinha Ah, Ah, Ah” – DJ Dyamante   Rock do Ano “Aos Poucos” – Supercombo “Distopia” – Planet Hemp e Criolo “Electric Fish” – Ana Frango Elétrico “Segredo” – Sophia, Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo “Taca Fogo” – Planet Hemp “Você Vai Lembrar de Mim” – NX Zero   Samba e Pagode do Ano “Diferentão (Ao Vivo)” – Dilsinho “Insônia” – Ludmilla e Marília Mendonça “Interessante” – Ferrugem “Lapada Dela (Ao Vivo)” – Grupo Menos é Mais e Matheus Fernandes “Me Perdoa” – Ferrugem e Iza “Muito Romântico – Xande de Pilares   Sertanejo do Ano “Doi” – Jorge e Mateus “Erro Gostoso (Ao Vivo)” – Simone Mendes “Oi Balde (Ao Vivo)” – Zé Neto e Cristiano “Narcisista (Ao Vivo)” – Maiara e Maraisa “Nosso Quadro” – Ana Castela “Solteiro Forçado (Boiadeira Internacional)” – Ana Castela

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    Plano em Família | Trailer traz Mark Wahlberg como pai de família letal

    6 de novembro de 2023 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Plano em Família” (The Family Plan), comédia de ação estrelada pelo ator Mark Wahlberg. A história é típica das reprises de Sessão da Tarde. No filme, Mark é um pai de família suburbano que tem a identidade de ex-assassino secreto descoberta por antigos inimigos. Sem revelar seu passado para a mulher e os três filhos, eles escapam numa viagem de carro para Las Vegas, evitando tiros e atentados sem que a família desconfie de nada. Até que verdade vem à tona, com o fim das “mentiras verdadeiras” (true lies) do protagonista sob o cerco de seus inimigos. O filme tem roteiro de David Coggeshall (“Órfã 2: A Origem”) e direção de Simon Cellan Jones (da série “A Diplomata”). O elenco ainda inclui Michelle Monaghan (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como a esposa, além de Zoe Colletti (“Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”), Van Crosby (“Splitting Up Together”), Saïd Taghmaoui (“Mulher-Maravilha”), Maggie Q (“A Professional”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). A estreia está marcada para o dia 15 de dezembro.

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    Boicote bolsonarista ajuda a divulgar “Ó Paí, Ó 2”

    4 de novembro de 2023 /

    Em meio a escândalos de corrupção e espionagem do governo de Jair Bolsonaro, os seguidores do ex-presidente se uniram numa campanha contra… Lázaro Ramos. Perfis bolsonaristas lançaram uma campanha de boicote ao filme “Ó Paí, Ó 2”, estrelado pelo ator baiano, com a desculpa de que ele apoiou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Nas redes sociais, a hashtag #BoicoteLazaroRamos ganhou destaque neste sábado (4/11) no X (antigo Twitter), sendo impulsionada pelo youtuber bolsonarista Enzo Momenti, o Enzuh. Curiosamente, o ímpeto bolsonarista resultou num efeito reverso, impulsionando a divulgação do filme, até então pouco comentado. Tantas postagens fizeram o outro lado reagir, transformando a estreia do longa em 23 de novembro num evento importante. O próprio Lázaro Ramos teria aprovado a iniciativa bolsonarista, reagindo com ironia ao publicar uma imagem do personagem Muttley, da “Corrida Maluca”, rindo.   Tentativas anteriores de boicote Esta não é a primeira vez que perfis bolsonaristas se lançam contra um filme. Eles se empenharam com muito afinco num boicote contra “Marighella”, de Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. Como é de conhecimento amplo, Lázaro Ramos e Wagner Moura não foram os únicos artistas que apoiaram Lula nas últimas eleições. Na verdade, é mais fácil dizer quais não apoiaram, uma vez que a imensa maioria esteve ao lado do petista. Imaginem se a moda do boicote fosse séria.   “Ó Pai, Ó 2” – O Filme “Ó Pai, Ó 2” é sequência da comédia de sucesso de 2007, que rendeu uma série derivada indicada ao Emmy Internacional em 2009. O filme se passa 15 anos após o original e encontra Roque, personagem de Lázaro Ramos, prestes a lançar sua primeira música, confiante de que irá alcançar a fama como cantor. Mas quando Neuzão (Tania Toko) perde seu bar, causando uma comoção geral, ele se junta à turma do Pelourinho num plano para salvar o local com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador. O elenco também traz de volta Dira Paes, Luciana Souza, Érico Brás e Valdineia Soriano, mas a direção mudou. Saiu Monique Gardenberg e entrou Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”), que também assina o roteiro ao lado de vários colaboradores. Veja o trailer abaixo. Então… pic.twitter.com/tNQwT25csj — Lázaro Ramos (@olazaroramos) November 3, 2023

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    Estreias | As 10 melhores novidades do streaming

    3 de novembro de 2023 /

    Os destaques da programação de streaming da semana são 5 séries e 5 filmes, todos disponibilizados nas plataformas tradicionais. Entre as séries, chamam atenção três animações adultas, incluindo a volta de “Invencível” na Prime Video, baseada nos quadrinhos de super-heróis do criador de “The Walking Dead”. As outras duas são produções da Netflix centradas em tramas de samurais – uma inspirada num game da Capcom com direção do lendário Takashi Miike (“13 Assassinos”) e outra criada pelo roteirista de “Logan”, John Green. Já os filmes incluem os blockbusters “A Noite das Bruxas” e “John Wick 4: Baba Yaga”, além de atrações inéditas nos cinemas. Confira a relação completa do melhor do streaming na semana.   SÉRIES   INVENCÍVEL 2 – PARTE 1 | AMAZON PRIME VIDEO   Uma das melhores séries de super-heróis da atualidade, a animação baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman (“The Walking Dead”) retoma sua história após o choque da descoberta do jovem Mark Grayson (voz de Steven Yeun, de “The Walking Dead”) sobre a verdadeira natureza de seu pai, o super-herói Omni-Man (J.K. Simmons, de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), que na verdade queria conquistar a Terra para sua raça alienígena. Os novos episódios exploram o trauma de Mark e sua mãe, Debbie Grayson (de Sandra Oh, de “Killing Eve”), enquanto lidam com a dor e a raiva deixadas pela traição de Omni-Man. Os episódios também apresentam uma exploração mais profunda do mundo dos super-heróis, incluindo os desafios enfrentados pela nova equipe dos Guardiões do Globo, sob a supervisão de Cecil Stedman (Walton Goggins, de “Tomb Raider”), e a chegada de novos personagens, como Angstrom Levy (Sterling K. Brown, de “This Is Us”), cuja entrada traz uma reviravolta significativa na história, ampliando a escala e a complexidade do universo de “Invincible”. A 2ª temporada mantém a fidelidade ao material de origem, preservando o equilíbrio entre ação super-heróica, violência brutal e humor. Além disso, o elenco de voz, que inclui também Gillian Jacobs (“Community”) como a heroína Atom Eve, Zazie Beetz (“Deadpool 2”) como Amber Bennett, Seth Rogen (“Tommy and Pam”) como Allen, o Alien, e novos membros como Jay Pharoah (“Policial em Apuros”) e Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), continua a entregar performances sólidas, contribuindo para a narrativa envolvente e emocionalmente carregada.   O SAMURAI DE OLHOS AZUIS | NETFLIX   A série animada americana narra a história de Mizu, uma samurai de olhos azuis em uma missão de vingança durante o período Edo no Japão, um momento histórico marcado pelo isolacionismo do país. Ao enfrentar o preconceito por ser mestiça, Mizu (voz de Maya Erskine, de “Obi-Wan Kenobi”) assume a identidade de um samurai masculino, ocultando não apenas sua identidade de gênero, mas também a cor única de seus olhos com o uso de óculos coloridos. Sua jornada é motivada pela busca de vingança contra os quatro homens brancos que estavam no Japão no momento de seu nascimento, um dos quais ela acredita ser seu pai. Criada pelo casal Michael Green (roteirista de “Logan”) e Amber Noizumi, a atração apresenta um elenco de vozes primoroso, que inclui Kenneth Branagh (“A Noite das Bruxas”) como Abijah Fowler, um comerciante irlandês inescrupuloso, e Masi Oka (“Heroes”) como Ringo, um jovem samurai aspirante que se torna um aliado de Mizu. Enquanto o samurai avança em sua jornada, ela encontra outros personagens que desafiam as normas sociais, incluindo a princesa Akemi (Brenda Song, de “Dollface”) e o samurai Taigen (Darren Barnet, de “Eu Nunca…”), que tem sua lealdade testada quando cruza caminhos com Mizu. O estilo de animação é notável, misturando a tradicional arte japonesa com técnicas modernas de animação 3D, proporcionando sequências de ação altamente estilizadas e uma representação visualmente rica do Japão feudal. A direção é de Jane Wu, que estreia na função após longa carreira na animação – inclusive no vencedor do Oscar “Homem-Aranha no Aranhaverso”.   ONIMUSHA | NETFLIX   É curioso a Netflix lançar duas séries animadas de samurais na mesma semana. A japonesa “Onimusha” é baseada no videogame homônimo da Capcom e tem direção dos renomados cineastas Takashi Miike (“13 Assassinos”) e Shin’ya Sugai (dos filmes de “Evangelion”). A atração leva o público a uma jornada épica de samurais, demônios e busca por redenção, acompanhando Miyamoto Musashi, que, na aurora do Período Edo, parte em uma missão clandestina armado com a mítica “Manopla Oni” para exterminar demônios que assolam o país, enquanto luta para manter sua própria humanidade ao enfrentar um Oni dentro de si. A obra utiliza a semelhança do lendário ator Toshirô Mifune (1920-1997), astro de clássicos como “Os Sete Samurais” (1954) e “Yojimbo” (1961), para modelar o protagonista Musashi, que é dublado pelo veterano Akio Ôtsuka – voz original de Solid Snake, no game “Metal Gear Solid”, e de Batou na franquia “Ghost in the Shell”. Não por acaso, o verdadeiro Mifune interpretou Musashi numa trilogia cinematográfica, batizada no Brasil de “O Samurai Dominante” e lançada entre 1954 e 1956 – sem monstros ou demônios. A animação do estúdio Sublimation incorpora uma mescla de arte 2D e renderização em CGI (computação gráfica), apresentando uma visão única e distintiva. A transição entre os estilos de animação, apesar de às vezes abrupta, destaca-se especialmente nas sequências de ação, onde o movimento e a violência são capturados de maneira reminiscente à dinâmica do videogame. As escolhas de sombreamento de células e a qualidade pictórica conferem à série uma estética que, embora por vezes desafiadora, captura de forma crua e vibrante os confrontos sangrentos e o ambiente hostil que permeia a jornada de Musashi.   TODA A LUZ QUE NÃO PODEMOS VER | NETFLIX   A adaptação do best-seller do autor Anthony Doer, premiado com o Prêmio Pulitzer, elimina nuances e aspectos mais sombrios para apresentar a trama com o tom superficial de uma telenovela de grande orçamento. A história acompanha Marie-Laure (a estreante Aria Mia Loberti), uma garota cega que foge com seu pai (Mark Ruffalo, de “Vingadores: Ultimato”) da Paris ocupada por nazistas nos anos 1940 com um diamante lendário, que não pode cair nas mãos dos inimigos. Perseguidos por um cruel oficial que busca possuir a pedra, pai e filha encontram refúgio em St. Malo, onde passam a residir com um tio recluso que faz transmissões de rádio clandestinas para os aliados. Logo, Marie passa a ser a voz das transmissões, levando esperança para a população invadida. Nesta cidade litorânea, o caminho de Marie-Laure se cruza com Werner (Louis Hofmann, de “Dark”), um adolescente alistado pelos nazistas para rastrear foragidos, mas que, em vez de levar os soldados até ela, estabelece uma conexão secreta de fé e esperança com a jovem. A versão água com açúcar do drama de guerra e extermínio é criação dos cineastas Shawn Levy (diretor de “Free Guy” e produtor de “Stranger Things”) e Stephen Knight (roteirista de “Spencer” e criador de “Peaky Blinders”). Knight escreve e Levy dirige os quatro episódios   HOMENS DA LEI: BASS REEVES | PARAMOUNT+   David Oyelowo (“Selma”) vive Bass Reeves, o primeiro delegado negro dos EUA na região Oeste do rio Mississippi. Segundo a lenda, ele foi o maior herói de fronteira da história americana, que trabalhou como oficial de paz federal no território indígena e capturou mais de 3 mil criminosos perigosos da região sem nunca ser ferido. A produção apresenta algumas de suas aventuras sem deixar de lado a questão racial, que diferencia Reeves de outros delegados da época, com aparição até da Ku Klux Klan, além de cenas da Guerra Civil dos EUA A série foi criada por Chad Feehan (roteirista de “Ray Donovan”) e conta com produção do prolífico Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”). O elenco inclui ainda os veteranos Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) e Dennis Quaid (“Quatro Vidas de um Cachorro”), além de Forrest Goodluck (“Cherry, Inocência Perdida”), Barry Pepper (“Conspiração Implacável”), Lauren E. Banks (“City on a Hill”) e Demi Singleton (“King Richard: Criando Campeãs”). A estreia está marcada para domingo (5/11). FILMES   A NOITE DAS BRUXAS | STAR+   O terceiro filme recente de mistérios de Agatha Christie, dirigido e estrelado por Kenneth Brannagh como o detetive Hercule Poirot, adapta um dos últimos e menos conhecidos livros da escritora britânica, em contraste com as produções anteriores, “Assassinato no Expresso Oriente” (2017) e “Morte no Nilo” (2022), baseadas em obras populares. Isso permite ao roteirista Michael Green tomar muitas liberdades com a história, que encontra Poirot já aposentado em Veneza, onde é persuadido por sua amiga Ariadne Oliver (interpretada por Tina Fey, de “30 Rock”) a participar de uma sessão espírita. O objetivo é descobrir se a médium Joyce (Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) é uma farsante. O evento ocorre num antigo palazzo onde uma mulher chamada Alicia morreu sob circunstâncias misteriosas. Durante a sessão, um dos convidados morre, instigando Poirot a iniciar uma investigação para identificar o assassino entre os presentes. O filme também inclui Kelly Reilly (“Yellowstone”), Jamie Dornan e Jude Hill (ambos do premiado filme “Belfast” de Branagh) no elenco, e se destaca por seu design de produção e atmosfera gótica. Diferentemente das outras obras, esta pende para o fantástico, incluindo elementos sobrenaturais para se aproximar do terror, embora preserve a essência de um mistério de Poirot.   QUIZ LADY | STAR+   A comédia em que Sandra Oh (“Killing Eve”) e Awkwafina (“Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) vivem irmãs aborda de maneira bem-humorada os complexos laços de família. No centro da narrativa está Anne, interpretada por Awkwafina, uma jovem com uma paixão por game shows, que é incentivada pela irmã mais velha a competir num programa de perguntas da televisão para cobrir as dívidas de jogo da mãe. A situação se agrava quando o estimado cachorro de Anne é sequestrado e retido como garantia pelos cobradores de dívidas implacáveis. O enredo ganha impulso quando as irmãs embarcam na viagem para que Anne possa competir num game show popular. O filme tem roteiro de Jen D’Angelo (“Abracadabra 2”) e direção de Jessica Yu, conhecida por sua contribuição em séries populares como “Grey’s Anatomy” e “This is Us”, e conta com um elenco robusto, incluindo nomes como Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Tony Hale (“Arrested Development”) e Will Ferrell (“Barbie”).   NA PONTA DOS DEDOS | APPLE TV+   O romance de ficção científica explora um triângulo amoroso em um futuro próximo. Dirigido pelo grego Christos Nikou (“Fruto da Memória”) e produzido pela atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), o longa acompanha Anna (Jessie Buckley, de “Entre Mulheres”) e Ryan (Jeremy Allen White, de “O Urso”), que recorrem a uma máquina para determinar se estão realmente apaixonados. A trama se complica quando Anna, ao conhecer Amir (Riz Ahmed, de “Rogue One”)e, começa a questionar a possibilidade de amar duas pessoas ao mesmo tempo. O Love Institute, dirigido por Duncan (Luke Wilson, de “Stargirl”), é o cenário onde a maior parte da trama se desenrola. Anna quer trabalhar no instituto porque “Ginger Spice estudou lá”, e é lá que ela conhece Amir. A máquina do instituto, que determina a compatibilidade amorosa por meio das unhas dos dedos, já havia confirmado que Anna e Ryan eram um par perfeito. No entanto, a crescente atração entre Anna e Amir coloca essa certeza em xeque. O diretor Christos Nikou faz sua estreia em língua inglesa com a benção de Cate Blanchett, que queria estrelar seu próximo filme e foi procurá-lo pessoalmente, após ficar impressionada com seu primeiro longa, “Fruto da Memória”, no Festival de Veneza em 2020. Ao saber que não havia um papel para ela na nova trama do cineasta, a atriz resolveu produzir o filme.   NYAD | NETFLIX   A cinebiografia conta a jornada desafiadora da nadadora de maratonas Diana Nyad, que aspirava atravessar nadando o trecho entre Cuba e Flórida, um total de 110 milhas em oceano aberto, num feito inédito. Essa aventura foi inicialmente tentada por Diana aos 28 anos, sem sucesso, sendo retomada décadas depois com três tentativas adicionais. A...

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  • Música

    Última música dos Beatles ganha clipe do diretor de “O Senhor dos Anéis”

    3 de novembro de 2023 /

    A aguardada “última música” dos Beatles, “Now and Then”, ganhou um clipe nesta sexta (3/11), revivendo a magia da icônica banda britânica. Dirigido por Peter Jackson, o vídeo mostra bastidores da gravação e proporciona um derradeiro reencontro entre John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, com a ajuda da tecnologia digital.   Um milagre tecnológico Além de dirigir o clipe, o cineasta de “O Senhor dos Anéis” também foi responsável por desenvolver a tecnologia que permitiu recuperar e separar a voz de John Lennon de uma antiga fita demo fornecida por Yoko Ono. O trio remanescente dos Beatles chegou a trabalhar numa sessão de gravação da música em 1995, mas na época não conseguiram “limpar” a voz do primeiro integrante morto da banda, que estava abafada por um piano na fita, e deixaram o projeto arquivado. Harrison morreu em 2001, e a gravação se tornou também seu último registro inédito em estúdio. O lançamento da música, porém, só aconteceu após Paul McCartney ficar impressionado com o trabalho de revitalização de Jackson na minissérie “The Beatles: Get Back”. Ao conhecer a tecnologia criada para a produção, resolveu tentar usá-la na fita demo de Lennon, e o resultado possibilitou a volta dos dois Beatles ainda vivos ao estúdio para trabalhar novamente na faixa abandonada.   A volta dos Beatles Composta por John Lennon no final dos anos 1970, “Now and Then” surge como uma música típica dos Beatles, uma balada com a famosa harmonização vocal de Lennon e McCartney – que desta vez recebe reforço de Ringo no refrão – e a guitarra slide de Harrison. Para completar, a gravação ganhou um arranjo de cordas do co-produtor Giles Martin – filho de George Martin, produtor das gravações originais dos Beatles. O clipe inclui cenas de toda essa jornada, mescladas à imagens dos Beatles em sua juventude. Além disso, a história também foi contada num mini-documentário disponibilizado na quarta-feira (1/11). A música foi lançada na quinta (2/11) num “single duplo”, junto de uma remixagem de “Love Me Do” (1962), a primeira música oficial do grupo, marcando uma jornada circular para os Beatles.

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  • Série

    Trailer épico apresenta nova versão da minissérie “Xógum”

    2 de novembro de 2023 /

    A plataforma Star+ divulgou o pôster primeiro trailer de “Xógum” (Shogun), nova adaptação do romance homônimo de James Clavell, publicado em 1975 e transformado numa minissérie famosa de 1980. A prévia revela cenas épicas de guerra, lutas e tensão no Japão feudal. O nome Xógum refere-se a um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, mas que acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. Na trama, um marinheiro britânico chamado John Blackthorne sobrevive a um naufrágio na costa japonesa do século 17, é capturado, enfrenta provações, tenta se tornar um samurai e se envolve na complexa teia política do país, virando confidente do Lord Toronaga, um poderoso aristocrata que pretende ascender ao xogunato. Seu status, porém, é abalado pela presença de Lady Mariko, que faz Blackthorne balançar e reconsiderar suas prioridades, tendo que escolher entre o coração, a ambição, a coragem e a honra – assim como ela própria, uma espadachim exímia, cuja família caiu em desonra e a forçou a um casamento infeliz.   Elenco e produção O elenco destaca Cosmo Jarvis (“Peaky Blinders”) como Blacktorne, cantora Anna Sawai (integrante do grupo de J-Pop feminino FAKY) no papel de Mariko e Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”) na pele de Toronaga. Vale lembrar que a série original consagrou o ator Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”) e incluía o icônico ator japonês Toshirô Mifune (“Os Sete Samurais”) como o Xógum. Já Lady Mariko foi vivida por Yôko Shimada (“Marcada para Morrer”) em 1980. A nova adaptação está a cargo dos roteiristas Justin Marks (“Mogli – O Menino Lobo”) e a estreante Rachel Kondo, que tiveram a missão de superar a atração original, vencedora do Emmy de Melhor Minissérie, e adequar o texto de Clavell, cheio de anacronismos e uma visão colonialista de homem branco sobre o Japão, para as sensibilidades mais exigentes dos dias de hoje. No Brasil, a minissérie ganhou o título completo de “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão”. Com dez episódios, a estreia vai acontecer em fevereiro de 2024.

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  • Filme

    O Dublê | Filme da série “Duro na Queda” ganha trailer com Ryan Gosling

    2 de novembro de 2023 /

    A versão de cinema da série “Duro na Queda” virou “O Dublê” no Brasil. A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer com o título nacional da produção, que em inglês se chama “The Fall Guy” como na série dos anos 1980. A série original, estrelada por Lee Majors, foi um sucesso enorme, exibida durante cinco temporadas entre 1981 e 1986 nos EUA e reprisada à exaustão na TV brasileira. Na atração, o personagem Colt Seavers era um dublê de Hollywood que nas horas de folga atuava como caçador de recompensas. O filme muda a premissa para contar uma história de origem, com Seavers atuando como um dublê de filmes de ação e envolvido numa relação de amor e ódio com a diretora de seu novo filme. Quando a produção sofre um revés, ele se vê pressionado a ir atrás do astro principal que simplesmente sumiu. Ao encontrá-lo morto num quarto de hotel, acaba perseguido a tiros por uma gangue perigosa e precisa usar suas habilidades de dublê para se safar. Ryan Gosling (“Barbie”) tem o papel de Colt Seavers, enquanto Emily Blunt (“Jungle Cruise”) vive a diretora, que compartilha um passado romântico com o dublê. O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Trem-Bala”), Winston Duke (“Pantera Negra”), Stephanie Hsu (“Maravilhosa Sra. Maisel”), Hannah Waddingham (“Ted Lasso”), Teresa Palmer (“A Descoberta das Bruxas”) e conta com participação especial de Lee Majors, o astro da série original. O roteiro foi escrito por Drew Pearce e a direção é de David Leitch, que trabalharam juntos no sucesso “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”. E sempre vale lembrar que, antes de se consagrar como diretor em “John Wick” e “Deadpool 2”, Leitch era justamente um dublê de Hollywood. A estreia está marcada para 29 de fevereiro de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Estreias | Mussum e Taylor Swift são os destaques da programação de cinema

    2 de novembro de 2023 /

    A cinebiografia de Mussum é o maior lançamento desta quinta (2/11) nos cinemas, chegando em mais de 750 salas, mas a programação também destaca o filme da turnê de Taylor Swift, que já quebrou o recorde de maior bilheteria de um documentário em todos os tempos, e um novo terror – com a expectativa de dar continuidade ao sucesso do gênero no país. Confira abaixo também o que entra em circuito limitado, além de todos os detalhes e os trailers de cada título.   MUSSUM, O FILMIS   Vencedora do Festival de Gramado deste ano, a cinebiografia retrata a vida de Antônio Carlos Bernardes Gomes (1941-1994), o eterno Mussum. A narrativa é segmentada em três fases da vida do humorista: infância, onde é vivido por Thawan Lucas (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”), juventude, por Yuri Marçal (“Barba, Cabelo e Bigode”), e a fase de sucesso, por Aílton Graça (“Galeria do Futuro”). Dirigido por Sílvio Guindane (“Segunda Chamada”), com roteiro de Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”), a obra recria vários momentos importantes da vida de Antônio Carlos, desde o momento em que virou Mussum, batizado por Grande Otelo, até a origem de sua marca registrada, as palavras terminadas em “is”, por recomendação de Chico Anysio na “Escolinha do Professor Raimundo”, sem esquecer de sua carreira musical nos Originais do Samba e sua entrada em “Os Trapalhões”. Com o objetivo de exibir um panorama geral, o “filmis” coleciona citações a ícones – além dos citados, Elza Soares e Cartola, entre outros – , e aborda só por alto a relação de Mussum com os Trapalhões, sem aprofundar controvérsias com Renato Aragão ou citar a separação do grupo nos 1980. Mesmo assim, a trama encontra um ponto emocional mais aprofundado na relação do humorista com sua mãe, vivida em fases distintas por Cacau Protásio (“Vai que Cola”) e Neuza Borges (ambas de “Juntos e Enrolados”). Ao contrário de muitas cinebiografias, “Mussum, O Filmis” opta por uma abordagem mais leve e cômica, em vez de focar no drama e na melancolia que muitas vezes acompanham as histórias de vida dos artistas. Por conta disso, evita abordar aspectos mais sombrios da trajetória do comediante, como seu envolvimento com o álcool, resultando mais numa homenagem do que num retrato multidimensional. Vale pela recriação detalhista dos anos 1970 e 1980, pelo desempenho premiado do elenco e pela contagiante sensação de nostalgia que desperta, de uma época que sempre parece muito melhor na ficção.   TAYLOR SWIFT – THE ERAS TOUR   O documentário mais bem-sucedido de todos os tempos (com US$ 200 milhões arrecadados em 10 dias no mercado internacional) é a materialização cinematográfica da aclamada turnê de Taylor Swift, capturada em três performances no SoFi Stadium de Los Angeles. Não se trata apenas de um registro comum de um show, mas sim de um passeio monumental através das diferentes fases da carreira da artista, embaladas em uma atmosfera eufórica que apenas os grandes espetáculos podem criar. Mesmo menor que os shows, o filme tem quase três horas de duração e oferece uma apresentação vigorosa de mais de três dezenas de canções que marcaram a trajetória da cantora, desde o início até o ápice de sua popularidade. A estrutura do espetáculo é meticulosamente delineada, com segmentos que correspondem aos nove álbuns de Swift, desde “Fearless” (2008) até “Midnights” (2022), cada um com uma identidade visual distinta . A magia da performance ao vivo é recriada com um senso de imersão que faz com que os espectadores, tanto no estádio quanto no cinema, sintam-se parte da experiência. A interação de Swift com o público, as coreografias, e a elaborada produção visual são aspectos que ressaltam o caráter celebrativo do show. O detalhismo com que a câmera capta os momentos – desde os mais grandiosos até os mais sutis – permite uma apreciação profunda do talento e da energia de Swift e de toda a equipe envolvida, inclusive os dançarinos e músicos de apoio. Apesar do filme omitir algumas músicas do setlist original, a essência da apresentação permanece intacta, proporcionando aos fãs uma jornada emocional e nostálgica através das “eras” de Taylor Swift. A direção é de Sam Wrench, conhecido por ter comandado filmes de concertos para outras artistas notáveis como Billie Eilish, Lizzo e Brandi Carlile. Com “Taylor Swift: The Eras Tour”, ele oferece um vislumbre do verdadeiro fenômeno cultural que é Taylor Swift, reafirmando sua posição como uma das vozes mais populares de sua geração.   DINHEIRO FÁCIL   A comédia conta a história real sobre como nerds manipularam o mercado de ações e ficaram ricos. O longa é dirigido por Craig Gillespie, conhecido pelo seu trabalho em “Eu, Tonya” (2017) e “Cruella” (2021), e mostra os absurdos por trás do esquema que causou um boom nas ações de uma empresa varejista. A trama acompanha Keith Gill (Paul Dano, de “Batman”), que dá início a polêmica história ao investir suas economias nas ações em queda da GameStop em 2021. Logo em seguida, o personagem compartilha sobre o investimento nas redes sociais e as postagens começam a viralizar. Conforme a popularidade aumenta, sua vida e a de todos que o seguem começam a ser afetadas. O que começa com uma dica de investimento se transforma em um gigantesco movimento onde todos enriquecem – até que os bilionários decidem revidar. A narrativa humorística explora as falhas do capitalismo, apresentando uma versão da clássica batalha entre Davi e Golias na era digital. Com um elenco estelar, incluindo Seth Rogen (“Pam e Tommy”) como o grande investidor que enfrenta problemas financeiros com a iniciativa dos nerds, e personagens carismáticos como o irmão desleixado de Gill, interpretado por Pete Davidson (“Morte, Morte, Morte”), a produção consegue entrelaçar humor e comentário social. A trama é bem servida com personagens secundários, como a enfermeira vivida por America Ferrera (“Superstore”) e o caixa da GameStop interpretado por Anthony Ramos (“Transformers: O Despertar das Feras”), que trazem profundidade e humanidade à história, ressaltando o impacto coletivo do esquema de investimento. Para completar, referências culturais contemporâneas, como memes e danças do TikTok, enriquecem a narrativa. Por conta dessa estrutura e abordagem, “Dinheiro Fácil” tem sido comparado a “A Grande Aposta” (2015), outro filme que também desvenda o universo financeiro com humor, crítica e memes. Ambas as obras exploram a engenhosidade e a audácia de indivíduos incomuns no enfrentamento de gigantes financeiros, embora com tons e perspectivas distintas. Enquanto “A Grande Aposta” dissecou a crise financeira de 2008 com uma abordagem mais séria, “Dumb Money” adota uma postura mais leve ao retratar os eventos recentes da saga GameStop. Mas isso também torna o filme de Gillespie o “primo pobre” da obra de Adam McKay, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro.   NÃO ABRA!   O filme de estreia do indiano Bishal Dutta chama atenção por ser um terror diferente, centrada numa adolescente índio-americana, que precisa se reconectar com suas raízes culturais para sobreviver, após se distanciar delas no ambiente predominantemente caucasiano de uma high school dos EUA. A trama ganha corpo quando uma amiga de infância de Samidha (Megan Suri) apresenta comportamento estranho relacionado a um pote de vidro que carrega, culminando em uma série de eventos sobrenaturais. O que há dentro do pote alimenta a trama, que os trailers já mostraram ser uma entidade demoníaca conhecida como Pishacha. De acordo com a mitologia hindu, este demônio se alimenta de energia negativa e carne humana. E é liberado após o pote ser quebrado. Dutta explora a temática da assimilação cultural e identidade numa narrativa que combina experiência de imigrante com terror sobrenatural. A mensagem é “não esqueça de onde você veio”, indicando que aqueles que se afastam de sua cultura nativa podem atrair ou até merecer tormentos de seus espíritos mitológicos antigos. Mesmo com restrições orçamentárias evidentes, a obra consegue criar cenas inventivas e momentos de tensão, especialmente enquanto Pishacha é mais sugerido do que revelado. E mesmo ao cair nos clichês, não abandona sua premissa provocativa sobre a complexidade da identidade cultural e a necessidade de aceitação, que fazem de “Não Abra!” um filme que vai além do gênero de horror, tocando em questões socioculturais.   AFIRE   O novo filme do cineasta alemão Christian Petzold (“Fênix”) acompanha Leon (Thomas Schubert), um jovem escritor que viaja com seu amigo Felix (Langston Uibel) para uma casa no campo com o intuito de finalizar seu segundo livro. Ao chegarem, encontram Nadja (Paula Beer) já hospedada no local. Enquanto Felix se deixa seduzir pelo espírito descompromissado do verão, Leon se afunda em ansiedade e amargura, o que é exacerbado pela presença da mulher, que desperta uma mistura de fascinação e irritação nele. A trama se aprofunda na figura de Leon, que, ao contrário de seu amigo, não consegue se desvencilhar de suas inseguranças e do anseio por validação, tornando-se uma figura comicamente trágica. A narrativa não poupa críticas ao ego inflado e à cegueira emocional, que falha em perceber as dinâmicas sociais ao seu redor devido à sua obsessão autoreferente. O filme também explora a relação muitas vezes tensa entre escritores e o mundo ao seu redor, representada pela indiferença de Leon às tensões palpáveis entre os personagens e a ameaça iminente de um incêndio florestal nas proximidades, símbolo de uma crise climática que se avizinha. O cenário de “Afire” flutua entre a comédia sutil e o drama, com momentos de comicidade leve contrapostos por uma atmosfera de desconforto e ameaça latente. Venceu o Urso de Prata/Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim deste ano, ressaltando-se na filmografia premiada do diretor, que já vinha vencido o Prêmio da Crítica no festival com “Undine”. “Afire” é seu terceiro filme consecutivo com Paula Beer, após “Em Trânsito” (2018) e “Undine” (2020).   O ÚLTIMO DIA DE YITZHAK RABIN   A obra do renomado cineasta israelense Amos Gitai (“Uma Noite em Haifa”) mergulha nos eventos que cercaram o assassinato do Primeiro Ministro Yitzhak Rabin, ocorrido em 4 de novembro de 1995, após um grande comício pela paz em Tel Aviv. Yigal Amir, um estudante de direito extremista, foi o autor do crime que chocou a nação. Gitai combina documentário (entrevistas autênticas e imagens de arquivo) com drama (reencenações). Para criar um retrato detalhado não apenas do dia em questão, mas também do ambiente político e social fervilhante que o precedeu, foram entrevistados o ex-presidente Shimon Peres e a viúva de Rabin, Leah. Seus depoimentos são intercalados com cenas reencenadas dos dias anteriores ao assassinato, a investigação governamental subsequente e as reuniões e rituais que envolveram personagens radicais da época. A narrativa segue um rumo investigativo, com foco em uma comissão de inquérito de três membros, presidida pelo Presidente do Supremo Tribunal, Meir Shamgar, que foi montada para investigar as especificidades do assassinato. Entre as cenas mais marcantes, destaca-se a recriação de um grupo de judeus pronunciando uma maldição, conhecida como Pulsa Dinura, com a intenção de acabar com a vida de Rabin. O filme também destaca os depoimentos do guarda-costas de Rabin e do motorista que demorou entre oito a nove minutos para percorrer o terço de milha do local do tiroteio até o hospital mais próximo. A interpretação de Yogev Yefet como o assassino Yigal Amir, um extremista messiânico, é outro ponto que chama a atenção, proporcionando um olhar sobre a mentalidade de Amir e sua justificativa para o ato cometido. Gitai também explora a polarização da política israelense, mostrando como a retórica radical era contra a disposição pacifista de Rabin, que tentou acabar com os conflitos e negociar com os palestinos. Vale a pena refletir como essa retórica levou ao acirramento cada vez maior contra os palestinos, alimentando as fileiras do Hamas e agora insufla a destruição completa da Faixa de Gaza. O filme foi reconhecido com o Prêmio da Rede de Filmes de Direitos Humanos no Festival de Veneza, ressaltando sua relevância, impacto e suas ramificações profundas.   NEFARIOUS   Apesar de ser apresentado como terror, “Nefarious” é só um panfleto horroroso de propaganda política. O enredo centra-se em Edward, um assassino condenado interpretado por Sean Patrick Flanery, que,...

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  • TV

    Disney confirma proposta de aquisição total da Hulu por US$ 8,61 bilhões

    1 de novembro de 2023 /

    A Disney anunciou nesta quarta-feira (1/11) sua intenção de adquirir os 33% de participação da NBCUniversal na Hulu, montante que lhe falta para ser dona exclusiva da plataforma de streaming. A oferta de compra tem um valor estimado de US$ 8,61 bilhões. A confirmação ocorre um dia após a plataforma, que tem a Disney como acionista majoritária, ser formalmente colocada no mercado.   Avaliação e pagamento O montante de US$ 8,61 bilhões, conforme descrito pela Disney, representa a porcentagem da NBCU no valor “garantido mínimo” de US$ 27,5 bilhões para a Hulu, estabelecido quando as empresas firmaram um acordo em 2019, “menos as contribuições de chamada de capital pendentes antecipadas, pagáveis pela NBCU à Disney”. Segundo a Disney, a avaliação da equidade justa da Hulu será baseada no valor da plataforma em 30 de setembro de 2023. Caso o valor seja determinado como maior que o valor garantido mínimo, a Disney pagará à NBCU a diferença correspondente. Ao firmar já o acordo, a Disney pretende efetuar o pagamento de US$ 8,61 bilhões à Comcast até 1º de dezembro, enquanto as partes realizam uma análise do valor justo de mercado, que provavelmente verá o preço final aumentar, dependendo dos resultados da avaliação de equidade. O acordo se dá quatro anos após a Disney assumir o controle operacional total da Hulu, como parte de uma negociação que previa a compra da parte da NBCU. Os executivos de ambas as empresas demonstraram interesse em acelerar o processo, permitindo que o acordo fosse feito pelo valor de mercado de setembro, em vez de janeiro de 2024.   Disney comprou todos os sócios A Hulu, lançada em 2008, inicialmente era uma parceria entre Disney, NBCUniversal e 20th Century Fox, com a Time Warner adquirindo posteriormente uma participação de 10%, que depois vendeu de volta para a Hulu. A parte da Fox foi para a Disney quando esta adquiriu a maioria dos ativos de entretenimento do conglomerado em 2019. A aquisição é vista como estratégica para a Disney, que tem intensificado seus esforços no segmento de streaming, mesmo em meio a desafios operacionais e pressões de acionistas. A Hulu tem crescido mais que a Disney+ nos EUA e seu conteúdo é considerado importante para o portfolio do conglomerado. Como dono total da plataforma, a Disney poderá tomar decisões que até então não podia, como renomear a plataforma – ou suas versões internacionais, que no Brasil se chama Star+ – para unificar a marca ou até mesmo integrá-la na Disney+, criando um superaplicativo de streaming. A notícia da aquisição impactou positivamente as ações de ambas as empresas, com a Disney e Comcast (dona da NBCU) vendo um aumento em seus valores no mercado acionário.

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  • Filme

    Trocados | Família de Jennifer Garner troca de corpos em trailer de comédia

    1 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Trocados” (Family Switch), nova comédia de troca de corpos estrelada por Jennifer Garner (“De Repente 30”). O filme acompanha um casal que está fazendo o possível para manter sua família conectada, à medida que seus dois filhos crescem, tornando-se mais independentes e distantes. Até que um dia a família acorda diferente, percebendo que todos trocaram de corpos justamente no dia mais importante da vida de cada um. Desta forma, eles precisam unir forças para que todos consigam o que querem, ao mesmo tempo em que correm contra o tempo para tentar reverter a mudança. Vale apontar que a família também tem um bebê, que troca de corpo com o cachorro da casa. Além de Jennifer Garner como a mãe, o elenco conta com Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) como pai, e Emma Myers (“Wandinha”) e Brady Noon (“Virando o Jogo dos Campeões”) como os filhos. Embora Jennifer Garner já tenha experiência com trocas de corpos – em “De Repente 30” interpretou uma garotinha que acordou no seu corpo adulto – , a trama familiar de “Trocados” é mais similar a de outro filme clássico com essa temática: “Sexta-Feira Muito Louca” (2003), com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan, em que mãe e filha trocam de corpos. O primeiro tratamento do roteiro foi escrito por Victoria Strouse (“Procurando Dory”) e a versão mais atual é de autoria de Adam Sztykiel (“Adão Negro”). Já a direção é de McG (“A Babá”). A estreia está marcada para 30 de novembro.

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  • Filme

    Wish | Trailer conecta nova animação com a tradição dos desenhos da Disney

    31 de outubro de 2023 /

    A Disney divulgou um novo trailer da animação “Wish: O Poder dos Desejos”, que vai contar a história da estrela dos desejos das fábulas encantadas – que já inspirou a icônica canção “I Wish Upon a Star” em “Pinóquio” (1940). A prévia faz uma conexão com a tradição dos desenhos animados do estúdio, para contar como “tudo começou com um desejo”. Escrita pelos cineastas Jennifer Lee e Chris Buck, responsáveis pelo fenômeno “Frozen” (2013) e sua continuação de 2019, a trama de “Wish” acompanha Asha, uma jovem de 17 anos que vê uma escuridão em seu reino que ninguém mais vê, já que todos acreditam que o Rei, com poderes mágicos de conceder desejos, é um monarca benevolente. Ao descobrir a verdade sobre o Rei Magnífico, ela faz um apelo apaixonado às estrelas. A resposta à súplica de Asha é uma estrela real, que cai do céu para ajudá-la em sua jornada e para conceder desejos a todos. A produção conta com dublagem original de Ariana DeBose, vencedora do Oscar 2022 por “Amor, Sublime Amor”, no papel de Asha. Além de estrelar, ela canta a música que acompanha a prévia. O elenco também destaca Alan Tudyk (“Resident Alien”) como a voz do bode de estimação de Asha, chamado Valentino – cujo dom de falar é concedido pela estrelinha – e Chris Pine (“Star Trek”) como o Rei Magnífico, que quer controlar todos os desejos. Já a direção é compartilhada pelo próprio Chris Buck em parceria com Fawn Veerasunthorn, que estreia na função após trabalhar nas animações de “Frozen” (2013), “Moana” (2016), “Zootopia” (2016) e “Raya e o Último Dragão” (2021). “Wish” estreia em 4 de janeiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme – mais de um mês após o lançamento marcado para 22 de novembro nos cinemas dos Estados Unidos. Veja o trailer em duas versões: legendado e dublado em português.

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