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    3ª temporada de Divorce ganha primeiro teaser e data de estreia

    26 de maio de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 3ª temporada de “Divorce”, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna no dia 1º de julho com novos capítulos sobre as desventuras de um ex-casal divorciado, vivido por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”). A produção marca a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. O elenco também inclui Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integrará o elenco fixo dos próximos episódios.

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  • Filme

    Aladdin fatura quase o dobro de Dumbo e estreia em 1º lugar nos EUA

    26 de maio de 2019 /

    “Aladdin” superou as expectativas do mercado e arrecadou US$ 86,1 milhões neste fim de semana na América do Norte, liderando as bilheterias. Como segunda-feira (27/5) é feriado nos EUA, a previsão é que o filme complete US$ 100 milhões até lá. Nos demais países, “Aladdin” também teve um desempenho mágico, atingindo cerca de US$ 121 milhões no mercado internacional. Assim, a nova adaptação live-action da Disney rendeu uma fábula: US$ 207 milhões em todo o mundo. O filme voou na liderança das bilheterias da América Latina, da Ásia e de boa parte da Europa, abrindo em 1º lugar na maioria dos países em que foi lançado. São números que representam quase o dobro da arrecadação inicial de “Dumbo”, há apenas dois meses. O remake em live-action dirigido por Tim Burton estreou com US$ 45 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 116 milhões no mundo inteiro. A boa notícia para a Disney, além do faturamento genial de “Aladdin”, é que a fórmula de suas adaptações live-action não está desgastada. A diferença clara entre o lançamento atual e “Dumbo” é que o desenho original de “Aladdin” ainda está presente na memória afetiva dos pais de hoje, o que serve de estimulo para as crianças, enquanto o elefante voador pertence ao tempo de bisavós já falecidos. O público realmente adorou o musical dirigido por Guy Ritchie, concedendo nota “A” à produção no CinemaScore – avaliação feita pelos espectadores durante a estreia norte-americana. Em compensação, a crítica não se empolgou. Com opiniões muito divididas, “Aladdin” ficou com 57% na média do site Rotten Tomatoes – pontuação que significa medíocre. O sucesso da Disney fez “John Wick 3: Parabellum” cair para o 2º lugar em sua segunda semana em cartaz. Mas os US$ 24,3 milhões do fim de semana bastaram para o longa cruzar a marca de US$ 100 milhões em apenas dez dias no mercado doméstico – um número incrível para um filme de baixo orçamento. Mais incrível ainda: em duas semanas, o terceiro “John Wick” já faturou mais que os dois filmes anteriores em suas trajetórias cinematográficas completas. Com US$ 181,5 milhões em todo o mundo, “Parabellum” até já abriu folga sobre “De Volta ao Jogo” e “John Wick – Um Novo Dia Para Matar”, que fizeram US$ 88 milhões e US$ 171 milhões, respectivamente. “Vingadores: Ultimato” também continua a impressionar. Em 3º lugar, o longa dos super-heróis da Marvel segue no encalço de novos recordes. A arrecadação vai superar US$ 800 milhões domésticos na segunda-feira e se encontra a apenas US$ 100 milhões de ultrapassar “Avatar” no mundo inteiro. Cruzar esta marca, porém, ficou mais difícil com o fim da exibição na China. Já as demais estreias da semana não emplacaram. O terror “Brightburn” e a comédia “Fora de Série” (Booksmart) abriram em 5º e 6º lugares, respectivamente com US$ 7,5 milhões e US$ 6,5 milhões domésticos. Entretanto, a crítica preferiu os risos aos sustos. Estreia da atriz Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) na direção, “Fora de Série” conseguiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das melhores notas de comédia no ano, enquanto o super-herói do mal produzido por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) tropeçou com 59%. Dentre todos os títulos mencionados, apenas “Fora de Série” permanece inédito no Brasil. A estreia está marcada para 13 de junho. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aladdin Fim de semana: US$ 86,1M Total EUA e Canadá: US$ 86,1M Total Mundo: US$ 207,1M 2. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 24,3M Total EUA e Canadá: US$ 100,9M Total Mundo: US$ 181,5M 3. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 16,8M Total EUA e Canadá: US$ 798,1M Total Mundo: US$ 2,6B 4. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA e Canadá: US$ 116,1M Total Mundo: US$ 352,9M 5. Brightburn Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 7,5M Total Mundo: US$ 15,3M 6. Fora de Série Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 6,5M 7. Juntos para Sempre Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 46,5M 8. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 29,8M Total Mundo: US$ 66M 9. The Intruder Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 31,9M Total Mundo: US$ 32,6M 10. Casal Improvável Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 28,6M Total Mundo: US$ US$ 38,8M

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  • Filme

    Netflix dá susto no Festival de Cannes ao comprar dois filmes recém-premiados

    25 de maio de 2019 /

    A Netflix assustou os organizadores do Festival de Cannes, poucos minutos após o encerramento do evento neste sábado (25/5), ao adquirir dois filmes recém-premiados: os franceses “Atlantique”, de Mati Diop, vencedor do Grande Prêmio do Júri, e “J’ai Perdu Mon Corps” (perdi meu corpo), de Jeremy Clapin, vencedor da mostra paralela Semana da Crítica. Proibida de disputar a competição francesa com os filmes que produz, a plataforma simplesmente esperou para comprar dois longas premiados pelo festival, minutos após o encerramento oficial da competição. Independente da vontade dos organizadores do evento, vai agora lançar em streaming dois filmes premiados em Cannes. O acordo tira “Atlantique” e “J’ai Perdu Mon Corps” dos cinemas – ou pelo menos da janela tradicional cinematográfica – no mercado internacional, mas preserva o lançamento original na França, onde os filmes só serão disponibilizados em streaming depois de 36 meses da estreia em tela grande (a janela francesa é a maior do mundo). Essa solução é, ao mesmo tempo, um susto no festival, mas também um aceno de comprometimento com a agenda pró-cinemas franceses do evento. A organização de Cannes optou por barrar as produções da Netflix na competição da Palma de Ouro após a inclusão de dois títulos de streaming há dois anos, o que mobilizou o parque exibidor francês em protestos e levou o festival a mudar suas regras. Ficando do lado dos donos de cinema, Cannes recusou no ano passado a inscrição de “Roma” em sua disputa. Vetado na França, o filme de Alfonso Cuarón foi vencer o Festival de Veneza e três Oscars. “Atlantique” é um drama de temática imigratória. A história acompanha um casal de namorados do Senegal que se separa depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa. Além do prêmio conquistado, o filme da franco-senegalesa Mati Diop chamou atenção por ter sido o primeiro de uma diretora negra a competir pela Palma de Ouro. A cineasta é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (de “A Viagem da Hiena”, de 1973). Já “I Lost My Body” conta a jornada animada de uma mão decepada que busca o resto de seu corpo. A animação marca a estreia em longas do parisiense Jérémy Clapin.

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    Lady Francisco (1940 – 2019)

    25 de maio de 2019 /

    A atriz Lady Francisco, que soma quatro décadas de papéis em novelas da Globo, morreu neste sábado (25/5) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ela estava internada na UTI do Hospital Unimed Barra desde o início de abril após sofrer uma fratura do fêmur enquanto passeava com seus dois cachorros no Parque Guinle, região onde morava. Ela foi operada, mas seu estado de saúde se complicou, vindo a falecer após falência múltipla de órgãos. Nascida Leyde Chuquer Volla Borelli de Bourboun em 1940, em Belo Horizonte, ela era filha de comerciantes bem-sucedidos, amigos de políticos importantes, e contava ter sofrido muito na adolescência por ser considerada mal-comportada, inclusive sendo submetida a choques elétricos por um psiquiatra, a pedido da própria família. Antes de virar atriz, ela venceu diversos concursos de beleza, foi aeromoça e radialista. E marcou casamento – aos 20 anos – com um engenheiro, apenas para descobrir horas antes da cerimônia que ele tinha outra família. O casamento foi proibido, mas os dois se juntaram assim mesmo e tiveram dois filhos. Ela inciou a trajetória artística em produções locais de rádio e TV. Sua estreia na televisão foi como garota-propaganda, anunciando produtos ao vivo na TV Itacolomi, de Belo Horizonte, no final dos anos 1960. Mas só foi deslanchar após se mudar para o Rio, o que levou ao fim de sua união. Nessa época, seu pai havia perdido quase toda a fortuna no jogo e Lady Francisco não teve apoio algum para seguir a carreira. Chegou a ser assaltada, perdendo o dinheiro que tinha trazido para tentar a sorte no Rio, e precisou viver de favores para persistir em sua tentativa de conseguir trabalho, ao aparecer diariamente na porta da TV Tupi. Um dia, ela foi chamada para compor o júri do programa de Flávio Cavalcanti. Em seguida, conseguiu participação na novela “Jerônimo – O Herói do Sertão” (1972). E nunca mais parou. A atriz acabou indo para a Globo em 1975, onde atingiu popularidade quase instantânea com dois papéis exuberantes: a ex-estrela de circo Elizabeth Pappalardo em “Cuca Legal” e Rose, a secretária gostosona de Carlão, personagem icônico de Francisco Cuoco em “Pecado Capital”. A fama de “gostosa” também lhe rendeu inúmeros trabalhos no cinema durante o auge da era da pornochanchada. Para se ter ideia, no mesmo ano em que fez duas novelas, Lady Francisco apareceu em nada menos que seis filmes eróticos. Embora sua filmografia transborde produções de títulos sugestivos – “Os Maniacos Eróticos” (1975), “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), “O Verdadeiro Amante Sexual” (1985), “Sexo Selvagem dos Filhos da Noite” (1987) etc – , Lady Francisco também fez filmes “sérios”, como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, grande marco do cinema brasileiro, e em especial “O Crime do Zé Bigorna” (1977), de Anselmo Duarte, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. Mas o grande foco de sua carreira foram mesmo as novelas. Ela participou de alguns dos maiores sucessos da história da rede Globo, entre eles “A Escrava Isaura” (1976), “Locomotivas” (1977), “O Pulo do Gato” (1978), “Marrom-Glacê” (1979), “Baila Comigo” (1981), “Louco Amor” (1983), “Barriga de Aluguel” (1990), “Explode Coração” (1995), “Alma Gêmea” (2005), “Duas Caras” (2007), “Cheias de Charme” (2012), “Totalmente Demais” (2015), até “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018), seu último trabalho, em que interpretou a milionária Lorraine. Seus papeis costumavam ter imenso apelo popular, como a ingênua manicure Gisela na novela “Louco Amor”, de Gilberto Braga, graças a facilidade com que interpretava mulheres despachadas, fogosas e divertidas, da juventude à maior idade. Entretanto, a popularidade conquistada como símbolo sexual teve outro lado. Ela denunciou ter sido abusada sexualmente por um diretor de televisão, cujo nome jamais revelou. Também foi estuprada por quatro homens ao descer de um táxi na Barra da Tijuca. Um mês depois, descobriu que estava grávida e realizou um aborto. Após a decepção de seu primeiro noivado, Lady Francisco nunca se casou. Amor, ela só teve mais um na vida, o dramaturgo Dias Gomes, após ele ficar viúvo da novelista Janete Clair.

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  • Série

    Pose: Trailers e pôsteres da 2ª temporada destacam personagens e anos 1990

    24 de maio de 2019 /

    O canal pago FX divulgou quatro pôsteres, um trailer e três vídeos de personagens de “Pose”, série criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. Os vídeos destacam individualmente um dos três personagens trans centrais da trama, Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore), que aparecem dançando e confessando seus desejos, cada um numa jornada bem diferente, enquanto a trama avança para os anos 1990 no embalo do “club mix” de um dos maiores sucessos da época, “Back to Life”, do Soul II Soul – que na verdade foi lançado em 1989. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York do período, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na cena da época. Por sinal, a música de Madonna vai ser muito importante para os novos episódios. A 2ª temporada mostrará a descoberta da cena underground LGBTQIA+ pela mídia comercial, graças à repercussão alcançada pelo hit “Vogue”. Inspirada nos ballrooms transexuais, a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série deve mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural, mas não está claro como isso será abordado, nem quando – provavelmente só no final da temporada. A série retorna em 11 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.

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  • Filme

    Comerciais dublados do novo Homens de Preto evidenciam tradução confusa

    24 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou três comerciais dublados em português de “MIB: Homens de Preto – Internacional”, que destacam os protagonistas e alguns alienígenas da trama. As prévias mostram principalmente como é bom ver filme legendado, mas também evidenciam a confusão dos tradutores em relação ao nome da agência em que os personagens trabalham. Na maioria das vezes, ela é chamada de MIB (que é sigla de Men in Black, sem tradução), mas há descuidos que fazem o nome da agência virar “a Homens de Preto” (Men in Black em português) no meio de uma conversa, sem nenhum contexto para a diferença de denominações. O filme retoma a franquia de sucesso dos anos 1990, acompanhando a divisão dos Homens de Preto (ou seria MIB?) de Londres. E em vez de Tommy Lee Jones e Will Smith como os agentes K e J, a continuação volta a reunir os astros de “Thor: Ragnarok”, Chris Hemsworth e Tessa Thompson, como os agentes H e M. Na trama, Thor e Valquíria enfrentam skrulls. Péraí… Ah, skrulls com outro nome! O elenco também conta com as participações de Liam Neeson (“Busca Frenética”) e Emma Thompson. E ela é a única intérprete que já apareceu na franquia, em “”MIB: Homens de Preto 3” (2013). Com direção de F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), a continuação/spin-off/reboot/mutação estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ambos no planeta Terra.

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    Homem-Aranha apresenta novos uniformes em quatro comerciais dublados

    24 de maio de 2019 /

    A Sony divulgou quatro comerciais dublados em português de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que destacam os novos uniformes do herói. A maioria das cenas exibidas já foram vistas nos trailers, mas há alguns segundos de novidades. A principal cena nova é a confirmação de que M.J. (Zendaya) realmente descobre a identidade secreta do Homem-Aranha/Peter Parker (Tom Holland). Além do casal, os vídeos enfatizam as participações do “Sr. Beck” (Jake Gyllenhaal), Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Happy Hogan (Jon Favreau), além de não economizar spoilers sobre o destino do Homem de Ferro em “Vingadores: Ultimato”. Vale lembrar, mais uma vez, que o Sr. Beck é na verdade Mysterio, conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Adaptação de Akira, do diretor de Thor: Ragnarok, ganha data de estreia

    24 de maio de 2019 /

    Agora vai? A Warner marcou uma nova data de estreia para a adaptação americana do clássico mangá e anime “Akira”, que será comandada pelo neozelandês Taika Waititi, conhecido por dirigir “Thor: Ragnarok”. O planejamento do estúdio prevê um lançamento em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. Não é um começo promissor para o projeto, já que a data é a mesma de “John Wick 4”. Mas a Lionsgate não deve se preocupar muito, porque este filme já teve várias dadas de estreia, todas elas já vencidas pela realidade. O projeto está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” há três meses. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar na adaptação foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, tanto que a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Waititi só deve começar as filmagens após o lançamento de “Jojo Rabbit”, sua comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que estreia em 18 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Gentleman Jack é renovada para a 2ª temporada

    24 de maio de 2019 /

    A minissérie “Gentleman Jack” virou série. A HBO e a BBC anunciaram a renovação de sua coprodução para a 2ª temporada, que terá mais oito episódios. Ambientada na Inglaterra do século 19, “Gentleman Jack” conta a história real de Anne Lister, uma mulher muito à frente de seu tempo, que trocou os vestidos elaborados das damas de sua época por um traje masculino mais prático, assumindo-se lésbica, enquanto lutava para assumir os negócios da família e ficar rica. A série é baseada no diário de Lister e registros da época, e foi escrita, dirigida e produzida por Sally Wainwright (criadora de “Happy Valley”). O elenco destaca Suranne Jones (Doctor Foster) no papel-título, além de Sophie Rundle (“Peaky Blinders”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Timothy West (“Masada”) e Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”). A HBO começou exibe “Gentleman Jack” no Brasil, com diferença de quatro dias em relação aos Estados Unidos.

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  • Filme

    Abominável: Nova animação de Yeti ganha trailer dublado

    23 de maio de 2019 /

    A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer dublado em português de “Abominável”, a sua animação sobre o Abominável Homem das Neves – e a terceira recente, após “PéPequeno” e “Missing Link”, que nem foi lançada nos cinemas brasileiros. A produção é da DreamWorks Animation e acompanha uma garota chamada Yi e seus amigos numa aventura ao redor do mundo, enquanto tentam levar um Yeti raptado por uma organização maligna de volta para seu lar nos picos nevados do Himalaia. A história ainda envolve um instrumento de “Cordas Mágicas”, que remete a outro desenho. A menina toca um violino que encanta literalmente todo o ambiente. E não deixa de ser curioso que a produção tenha escolhido a música “Go Your Own Way”, clássico de 1977 da banda Fleetwood Mac, como a música “mágica” tocada pela jovem. Afinal, é a trilha da separação do guitarrista Lindsey Buckingham e da cantora Stevie Nicks, com um verso (do guitarrista) que acusa a cantora de ser uma vadia (“Packing up/ Shacking up is all you want to do”). Roteiro e direção são de Jill Culton, que escreveu a história original de “Monstros S.A.” (2001) e dirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006). Em inglês, a menina Yi é dublada por Chloe Bennet (a Tremor da série “Agents of SHIELD”) e o elenco também inclui Sarah Paulson (“Vidro”) como uma das cientistas em seu encalço. Compare abaixo a versão nacional e as vozes originais. A estreia está marcada para 26 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento no Brasil.

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  • Etc

    Comercial cria final live action para o desenho clássico Caverna do Dragão

    23 de maio de 2019 /

    A agência DPZT produziu uma superprodução em forma de comercial de carro para a Renault, que resgata os personagens do desenho clássico “Caverna do Dragão” (Dungeons and Dragons) como personagens live-action. Melhor que isso, a peça repleta de efeitos visuais dá um final para a história, após décadas de pedidos dos fãs. Para quem não lembra – ou tem menos de 30 anos! – , o desenho acompanhava um grupo de crianças e adolescentes que era transportado para uma terra de fantasia e precisava lutar contra um vilão poderoso com ajuda de armas mágicas. Exibido entre 1983 e 1985 nos Estados Unidos, a série animada foi cancelada ao final da sua 3ª temporada sem que as crianças conseguissem cumprir seu objetivo principal na história: voltar para casa. Pois o comercial da Renault mostra justamente isso. Como Hank, Eric, Diana, Sheila, Bobby e Presto conseguem voltar para a Terra. Aparentemente, tudo o que precisavam era de um Kwid Outsider, da Renault. O roteiro teve aprovação internacional da Hasbro, empresa que detém os direitos sobre a franquia “Dungeons and Dragons”. E foi feito especificamente para o Brasil, país em que o desenho fez mais sucesso – ganhando reprises até os anos 1990 – , ainda que as gravações tenham acontecido na Argentina. A ligação com a série visa passar um caráter aventureiro para o carro. Vale lembrar que a campanha anterior da Renault no Brasil incluía o incrível Hulk… O comercial estreia na TV nesta quinta-feira (23/5) em versão compacta, durante o intervalo do “Jornal Nacional” na Globo.

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  • Série

    Parte 3 de La Casa de Papel ganha primeiro teaser e data de estreia

    23 de maio de 2019 /

    A Netflix espanhola divulgou o primeiro teaser da parte 3 de “La Casa de Papel”, que revela a data de estreia dos novos capítulos. A prévia não tem legendas, mas é facilmente compreendida. No vídeo, o Professor (Alvaro Morte) aparece com um macacão vermelho e uma máscara de Dalí na mão, para explicar porque o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha vai se reunir novamente: a polícia prendeu um deles. O Professor acrescenta que, por causa disso, eles irão “fazer algo ainda maior”, dando a entender que um novo assalto pode estar a caminho. A estreia da parte 3 (mas pode chamar de 2ª temporada, já que a 1ª foi dividida em duas) vai acontecer em 19 de julho. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix.

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  • Filme

    Ethan Hawke vai dirigir filme com Juliette Binoche no Brasil

    23 de maio de 2019 /

    O ator Ethan Hawke (Juliet Nua e Crua”) virá ao Brasil em novembro para selecionar locações para seu próximo filme, “Camino Real”. Ainda em fase de pré-produção, a obra é uma adaptação da peça homônima de Tennessee Williams, de 1953, e será filmada no Rio de Janeiro em 2020. A locação carioca reflete a trama, que se passa numa cidade isolada e surreal de clima tropical, onde chega o campeão de boxe Kilroy. Neste lugar especial, o protagonista conhece personagens clássicos da história, da literatura e do cinema e avalia sua própria existência. Hawke foi responsável pelo roteiro do longa e está encarregado da direção, mas não está claro se também vai estrelar o filme. O ator estrelou uma montagem da peça há 20 anos. No elenco, está confirmada a atriz francesa Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Os brasileiros Mayra Auad e Mario Peixoto, sócios da Passage Pictures, são coprodutores do longa. Os dois trabalharam com Hawke recentemente, na produção de “Tesla”, de Michael Almereyda, em que o ator interpreta o inventor e cientista Nikola Tesla. Este longa está em fase final de filmagens e ainda não tem previsão de estreia.

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