Renee Zellweger é Judy Garland em trailer emocionante de cinebiografia
A LD Entertainment divulgou o pôster e o emocionante trailer completo de “Judy”, cinebiografia em que Renee Zellwegger se transforma em Judy Garland. A trama acompanha a lendária atriz de “O Mágico de Oz” (1939) e “Nasce uma Estrela” (1954) no final de sua vida. Separada, endividada e sem opções para cuidar dos filhos, ela aceita embarcar numa turnê de shows em Londres em 1968, onde realiza espetáculos concorridos, envolve-se com o último amor de sua vida, dá vexames e luta contra a depressão, semanas antes de morrer de overdose aos 47 anos de idade. É um grande melodrama. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer entram em guerra no trailer épico de Malévola 2
A Disney divulgou o trailer completo legendado de “Malévola: Dona do Mal”, que continua a revisão da fábula encantada “A Bela Adormecida”. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora (Elle Fanning) como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história, como mostra a prévia épica da sequência. Ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith, vivida por Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. Mas as manipulações e batalhas ao estilo “Game of Thrones” são apenas o começo, como demonstra a aparição de outras “criaturas”. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.
Morte do ator de Descendentes teria sido causada por crise epilética
A morte repentina do ator Cameron Boyce (de “Os Descendentes”) teria sido causada por uma crise epilética. Segundo o site TMZ, a epilepsia era a “condição médica preexistente” citada no comunicado sobre o falecimento, e que a família mantinha em sigilo. O TMZ afirma que Cameron já lidava com convulsões causadas pela doença, mas isso não o impedia de realizar os trabalhos que o tornaram famoso na TV e no cinema, como a série “Jessie” e as produções da franquia “Descendentes”. O ator foi pronunciado morto ainda em casa, onde foi encontrado caído após uma convulsão. Os paramédicos tentaram reanimá-lo no local, sem sucesso, e ele morreu aos 20 anos. A morte foi caracterizada como “natural”, ainda que ele fosse jovem, pela forma como o corpo foi encontrado. Cameron trabalhava como ator desde os 8 anos e fez carreira no Disney Channel, onde estrelou diversas produções. Ele deixou muitos trabalhos finalizados, inclusive sua despedida do papel de Carlos em “Descendentes 3”, que estreia no Brasil em 9 de agosto. O ator também já havia completado as gravações das temporadas inaugurais das séries “Paradise City”, derivada do terror roqueiro “American Satan” (2017), e “Mrs Fletcher”, da HBO, além do filme “Runt”, em que contracena com Brianna Hildebrand (“Deadpool”).
Eddie Jones (1937 – 2019)
O ator Eddie Jones, que ficou conhecido por interpretar Jonathan Kent na série “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”, morreu no sábado (6/7), em Los Angeles, aos 82 anos. Com cerca de 75 créditos em atuações no cinema e na TV, ele acabou tendo como maior destaque o papel de pai adotivo de Superman (Dean Cain) na série de TV, ao longo de quatro temporadas, entre 1993 e 1997. Apesar disso, tem uma extensa filmografia. Sempre em pequenos papéis, ele apareceu em filmes de grandes diretores como “O Príncipe da Cidade” (1981), de Sydney Lumet, “Trocando as Bolas” (1983), de John Landis, “O Ano do Dragão” (1985), de Michael Cimino, “Os Imorais” (1990), de Stephen Frears, “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, “Uma Equipe Muito Especial” (1992), de Penny Marshall, “Quebra de Sigilo” (1992), de Phil Alden Robinson, “Seabiscuit – Alma de Herói” (2003), de Gary Ross, e “O Terminal” (2004), de Steven Spielberg. Mas os papéis de mais destaque se restringiram à televisão. Além de “Lois & Clark”, ele integrou os elencos de “The Equalizer”, do remake de “Dark Shadows” e do “Homem Invisível” dos anos 2000, sem esquecer diversas aparições em episódios de séries clássicas – de “Cheers” a “Party of Five” (O Quinteto). Jones também integrava a Interact Theatre Company, companhia de teatro que ajudou a criar.
A Black Lady Sketch Show: Nova série de comédia da HBO ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o trailer de “A Black Lady Sketch Show”, nova série de comédia produzida por Robin Thede (estrela e criadora do talk show “The Rundown with Robin Thede”) e Issa Rae (estrela e criadora de “Insecure”) com um superelenco. A série junta a premissa dos programas de esquetes com a estrutura de uma série de comédia moderna, já que a produção tem várias cenas gravadas em ambientes externos. Geralmente, programas de esquetes são feitos em estúdios, até diante de plateias. Além de definir a atração como programa de esquetes, o título também apresenta o tema, ao destacar que se trata de uma produção protagonizada por atrizes negras. A prévia apresenta diversas piadas que refletem situações enfrentadas por “black ladies” de meia idade. O elenco grandioso inclui Issa Rae, Robin Thede, Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Angela Bassett (“Pantera Negra”), Tia Mowry (“The Game”), Aja Naomi King (“How to Get Away with Murder”), Lena Waithe (“Master of None”), Patti LaBelle (“Star”), Amber Riley (“Glee”), Yvonne Orji (também de “Insecure”), Loretta Divine (“Grey’s Academy”), Gina Torres (“Suits”), David Alan Grier (“The Cool Kids”), Jermaine Fowler (“Crashing”), Lil Rel Howery (“Corra!”), Deon Cole (“Black-Ish”), Marsai Martin (também de “Black-Ish”), Natasha Rothwell (outra de “Insecure”), Khandi Alexander (“Scandal”), Larry Wilmore (“Um Jantar para Idiotas”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e até a cantora Kelly Rowland (“Empire”). A estreia está marcada para 2 de agosto.
BBC vai produzir nova minissérie baseada no clássico Anna Karenina
A rede BBC prepara mais uma versão do romance “Anna Karenina”, de Leon Tolstói, para a televisão. A adaptação do clássico literário será realizada pela roteirista Gwyneth Hughes, responsável pela recente minissérie de “Vanity Fair” (Feira das Vaidades), outro marco da literatura com excesso de filmagens. “Anna Karenina” foi publicado pela primeira vez em 1878 e não demorou a virar filme. A primeira adaptação é de 1910. Desde então, inspirou quase uma centena de adaptações para o cinema e televisão, de produções russas à filipinas. A própria BBC já tinha adaptado a obra anteriormente, uma característica da maioria de suas minisséries de época recentes, dedicadas a clássicos muitíssimos conhecidos como “Os Miseráveis”, “Adoráveis Mulheres” e “Feira das Vaidades”. A história que a maioria sabe de cor acompanha o caso extraconjugal de uma aristocrata russa, que escandaliza os círculos sociais de São Petersburgo, conduzindo a uma tragédia. Entre as muitas atrizes que interpretaram a personagem do título estão Greta Garbo em 1935, Vivien Leigh em 1948, Claire Bloom em 1961, Lea Massari em 1974, Sophie Marceau em 1997 e Keira Kngithley em 2012. A nova adaptação ainda não tem elenco definido nem previsão de estreia.
Vingadores: Ultimato chega a US$ 18 milhões do recorde mundial de Avatar
“Vingadores: Ultimato” continua determinado a conquistar o título de maior bilheteria mundial de todos os tempos. Com a arrecadação do fim de semana, o longa está a apenas US$ 18 milhões de “Avatar”. A produção da Marvel chegou a uma bilheteria total de US$ 2,770 bilhões, contra US$ 2,788 bilhões do blockbuster do diretor James Cameron. Para atingir seu objetivo, “Vingadores: Ultimato” foi relançado em uma “versão estendida”, que apesar de não ter muitos atrativos funcionou como caça-níquel para fazer o longa retornar ao Top 10 das bilheterias norte-americanas. Essa nova versão chegará aos cinemas brasileiros na próxima quinta (11/7). O filme da Marvel é o segundo mais visto do mundo desde o dia 5 de maio, quando superou “Titanic” – que, assim como “Avatar”, também foi dirigido por James Cameron. Como a Disney já confirmou a data de lançamento de “Vingadores: Ultimato” em plataformas digitais para 30 de julho, a produção vai ficar no máximo somente mais três semanas em cartaz. Dará tempo?
Homem-Aranha: Longe de Casa tem super-estreia em 1º lugar na América do Norte
“Homem-Aranha: Longe de Casa” teve um ótimo feriadão da independência nos Estados Unidos. O filme do super-herói faturou US$ 185M (milhões) desde seu lançamento antecipado na terça-feira (2/7). Mas é um caso de copo meio cheio ou meio vazio, já que a bilheteria do fim de semana foi menor que a de “Homem-Aranha: De Volta Ao Lar”. Entre sexta e domingo (7/7), a produção da Sony arrecadou US$ 93M na América do Norte, uma queda sensível em relação aos US$ 117M de seu antecessor. Em compensação, quebrou recordes de meio de semana no mercado doméstico, incluindo a maior venda de ingressos em um terça-feira em todos os tempos (US$ 38M), melhor bilheteria de quarta-feira para um filme da Marvel (US$ 27M) e segunda maior arrecadação em um feriado de 4 de Julho (US$ 25M). Também foi o maior faturamento acumulado de seis dias de um filme da Sony Pictures. Em outros países, o 23º filme do Universo Cinematográfico da Marvel arrecadou mais que o dobro, US$ 395M, mas está em cartaz a mais tempo em alguns deles, como na China e no Japão, chegando a 580M de bilheteria mundial após 10 dias. A estreia do novo Homem-Aranha derrubou “Toy Story 4” para o 2º lugar, após liderar o ranking por duas semanas. A animação da Pixar rendeu mais US$ 34,3M nos EUA e Canadá para atingir US$ 650M mundiais. Apenas um filme arriscou competir com o lançamento do super-herói e os blockusters ainda em cartaz, e seu desempenho demonstra porque os demais estúdios foram tão precavidos. “Midsommar”, novo terror do diretor Ari Aster (de “Hereditário”), abriu com apenas US$ 6,5M, em 6º lugar – e US$ 10,9M ao longo de todo o feriadão. Mas agradou a crítica (com 82% no Rotten Tomatoes), o que pode lhe garantir maior tempo de permanência no ranking. “Midsommar” só vai chegar no Brasil em dois meses, com distribuição prevista para 19 de setembro. O ranking também registrou a saída de “John Wick 3: Parabellum” e “Brinquedo Assassino” do Top 10, após, respectivamente, oito e três semanas em cartaz. Enquanto o primeiro bateu o recorde de bilheteria de sua franquia (US$ 165,2M domésticos e US$ 311,2M mundiais), garantindo mais uma sequência, o segundo teve um desempenho irrisório (US$ 26,7M) e dificilmente terá continuação. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 93,6M Total EUA e Canadá: US$ 185M Total Mundo: US$ 580M 2. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 34,3M Total EUA e Canadá: US$ 306,5M Total Mundo: US$ 649,9M 3. Yesterday Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 56,9M 4. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 9,7M Total EUA e Canadá: US$ 50,1M Total Mundo: US$ 134,7M 5. Aladdin Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA e Canadá: US$ 320,7M Total Mundo: US$ 921,6M 6. Midsommar Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 10,9M Total Mundo: US$ 10,9M 7. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 140,7M Total Mundo: US$ 262,4M 8. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 71,9M Total Mundo: US$ 244,4M 9. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 847,8M Total Mundo: US$ 2,7B 10. Rocketman Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 89,1M Total Mundo: US$ US$ 173,8M
Versão live-action de Mulan ganha primeiro pôster
Além do primeiro trailer legendado, a Disney também divulgou o primeiro pôster de sua versão live-action de “Mulan”. E assim como o vídeo, a arte minimiza situações fantasiosas, mostrando apenas a protagonista de espada em punho. O reflexo da lâmina à frente de seu rosto revela parcialmente seu disfarce masculino, mas a ênfase é na sua identidade feminina, com os cabelos soltos e tremulando. A versão com atores promete ser bem diferente do desenho de 1998, sem dragões bonzinhos, mantendo apenas a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há certeza de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Já Mulan é interpretada pela jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”). O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”). Apesar dessa abordagem – e da temática – , a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A estreia está prevista apenas para março de 2020.
Primeiro trailer de Mulan parece filme chinês de artes marciais
A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de sua versão live-action de “Mulan”. E curiosamente a prévia não parece um filme da Disney, mas uma obra da filmografia de Zhang Yimou, com elenco chinês, costumes tradicionais e lutas de espada e kung fu voador – o wire fu. Não há os elementos fantásticos da animação, nem mesmo seu humor, mas uma apresentação de fundo dramático mais realista que as demais adaptações de clássicos animados do estúdio, com ênfase no tema da honra e em artes marciais. A versão com atores promete ser bem diferente do desenho de 1998, sem dragões bonzinhos, mantendo apenas a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há certeza de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros chineses do gênero, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Já Mulan é interpretada pela jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”). O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que por acaso foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. Apesar dessa abordagem – e da temática – , a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A estreia está prevista apenas para março de 2020.
Official Secrets: Trailer traz Keira Knightley como a espiã que tentou evitar a Guerra do Iraque
O estúdio IFC divulgou fotos e o trailer de “Official Secrets”, drama estrelado por Keira Knigthley (“Colette”) sobre a história real de Katharine Gun, a espiã que tentou impedir a Guerra do Iraque. Gun foi a funcionária do Serviço de Inteligência Britânico que, em 2003, descobriu planos de espionagem dos Estados Unidos na ONU para forçar a aprovação da Guerra do Iraque e vazou a informação para a imprensa de seu país. O escândalo acabou colocando em cheque o próprio apoio do Reino Unido ao projeto bélico americano. Mas ela foi considerada traidora. O resto da história está no filme – e na Wikipedia. O filme adapta o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representa uma volta do cineasta Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”), e o elenco grandioso também inclui Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”), Matt Smith (“The Crown”), Matthew Goode (“A Discovery of Witches”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Conleth Hill (também de “Game of Thrones”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) e MyAnna Buring (“Abismo do Medo”). A estreia está marcada para 5 de setembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
A Batalha das Correntes: Benedict Cumberbatch é Thomas Edison em trailer de drama histórico
O novíssimo estúdio 101 Films divulgou o trailer de seu primeiro lançamento, “A Batalha das Correntes” (The Current War), sobre a “guerra das correntes elétricas”, travada entre Thomas Edison e George Westinghouse no final do século 19. O detalhe é que este não é o primeiro trailer do filme. A prévia anterior é de 2017, quando ele seria lançado pela The Weinstein Company. A produção foi um dos danos colaterais do escândalo envolvendo o produtor Harvey Weinstein. Acabou caindo no limbo, até ser resgatada pela 101 Films. Mas o estúdio não considerou o negócio como um atalho para chegar rapidamente aos cinemas. Bancou refilmagens e uma nova edição, sob supervisão do diretor Alfonso Gomez-Rejon (“Eu, Você e A Garota que vai Morrer”), para lançar um produto melhor que o exibido no Festival de Toronto de dois anos atrás. A produção gira em torno da rivalidade entre Edison e Westinghouse, que travaram uma feroz batalha comercial em relação às patentes de cada um, a corrente continua de Edison e a corrente alternada de Westinghouse (criada, na verdade, pelo gênio Nikola Tesla), que concorriam por contratos de eletricidade em cidades e estados no final do século 19. Para determinar qual das correntes era melhor, até sua letalidade entrou no debate, culminando na invenção da cadeira elétrica para executar penas de morte nos Estados Unidos. O elenco é nada menos que (super) heroico, reunindo Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como Thomas Edison, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como George Westinghouse e Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) como Nikola Tesla, os homens que eletrificaram o mundo, além de Tom Holland (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) como Samuel Insull, secretário de Edison que virou magnata. Além deles, também se destacam Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Marguerite, a esposa de Westinghouse, e Tuppence Middleton (série “Sense8”) como Mary, a esposa de Edison. A estreia comercial vai (finalmente) acontecer em 4 de outubro nos Estados Unidos, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
The Naked Director: Série da Netflix sobre indústria pornô japonesa ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Naked Director”, série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. Com dez episódios, a produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus vídeos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sob forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A estreia está marcada para o dia 8 de agosto na Netflix.









