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    Censura: Editores do Brasil se revoltam contra repressão da prefeitura do Rio na Bienal do Livro

    6 de setembro de 2019 /

    Diversas editoras brasileiras de livros decidiram se manifestar nesta sexta (6/9) contra a invasão da Bienal do Livro por censores uniformizados da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), com ordem para encontrar material “impróprio” e caçar a licença de funcionamento do evento – em outras palavras, apreender livros e fechar a Bienal. A ordem partiu do prefeito e bispo Marcelo Crivella, que atacou publicamente a comercialização dos quadrinhos “Vingadores – A Cruzada das Crianças” na Bienal, por conter um beijo entre dois super-heróis do sexo masculino. Crivella publicou um vídeo na noite de quinta, anunciando a repressão. “Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores. Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades”. A organização da Bienal não aceitou a “ordem” anticonstitucional, considerando que o desenho de dois rapazes se beijando, completamente vestidos, não é pornografia. E se recusou a recolher ou lacrar a publicação para incluir aviso de que o material era proibido para menores de idade. Isto gerou a ação de repressão oficial. Comandada pelo subsecretário de operações da Seop, o coronel Wolney Dias, os fiscais buscaram a graphic novel nas estantes do evento com ordem de apreender tudo. Mas não encontraram. Os quadrinhos sumiram do estande da Panini, que publicou a história em parceria com a editora Salvat há dois anos. O livro também está indisponível no site da Salvat. E não pode ser encontrado em nenhuma outra estande da Bienal. Oficialmente, os expositores afirmam que a história foi toda vendida e os exemplares acabaram se esgotando. Como não encontraram o gibi que procuravam, os fiscais foram aos estandes que vendiam quadrinhos folhar vários exemplares em busca de desenhos com cenas “impróprias” (afeto LGBTQIA+), num ato flagrante de autoritarismo, que lembra a ação nazista contra livros considerados “degenerados” na Alemanha dos anos 1930. Além de recolher a publicação, os fiscais pretendiam criar um flagrante para cassar a licença do evento, com o objetivo expresso de “proteger as nossas crianças” de material LGBTQIA+. “Em caso de descumprimento, o material sem o aviso será apreendido e o evento poderá ter sua licença de funcionamento cassada”, disse a Seop em comunicado que antecedeu a ação, deixando clara a missão de fechar a Bienal. O ato ultrajou as editoras que participam do evento. Em comunicado, a Companhia das Letras manifestou seu “repúdio a todo e qualquer ato de censura” e se posicionou “à favor da liberdade de expressão”. “Posturas como a do prefeito Marcelo Crivella e do governador João Doria — que recentemente mandou recolher uma apostila escolar que falava sobre diversidade sexual — tentam colocar a sociedade brasileira em tempos medievais, quando as pessoas não tinham a liberdade de expressar suas identidades. Eles desprezam valores fundamentais da sociedade e tentam impedir o acesso à informação séria, que habilita os jovens a entrar na fase adulta mais preparados para uma vida feliz”, diz o texto, assinado pelo fundador da empresa, Luiz Schwarcz. A Galera Record, selo do Grupo Editorial Record, publicou uma foto com diversos livros de temática LGBTQIA+ distribuídos por ela, como o vencedor do Pullitzer “As Desventuras de Arthur Less”. “Homofobia é crime e acreditamos que o papel do Estado é incentivar a leitura e não criar barreiras que marginalizem uma parcela da população que já sofre com a intolerância”, diz a nota. “Nossos livros estão à venda no estande e em todas as livrarias brasileiras, online e físicas. Vamos continuar lutando para que todos os jovens se vejam representados em nossas histórias.” De forma semelhante, a Intrínseca compartilhou nas redes sociais imagens de livros de seu catálogo, como “Me Chame pelo Seu Nome”, “Com Amor, Simon” e “E Se Fosse a Gente?”. “Em um mundo que nega nossa existência, os livros nos mostram a beleza de ser quem somos”, diz a publicação. A Todavia escreveu que continuará “publicando e vendendo livros que exprimem nossa visão plural de mundo e do Brasil, direito esse amparado pela Constituição”. Dedicada ao público infanto-juvenil, a Plataforma 21 também se manifestou, afirmando que “a arte está sob ataque” e que “os livros e a literatura são a mais valiosa arma para vencer preconceitos e acabar com a desinformação”. A Quimera Produções Literárias também compartilhou imagem na qual se lê “aqui não acreditamos em censura”. O ataque à Bienal alinha-se à “política cultural” do presidente Bolsonaro, que fez crítica similar em relação a séries com a temática LGBTQIA+ e mandou suspender edital que aprovava produção de programas do gênero. Um inquérito do Ministério Público Federal (MPF) do Rio já investiga se esta decisão pode ser enquadrada como censura e homofobia, uma proibida e a outra criminalizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A escalada de repressão ao que governantes de extrema direita consideram “impróprio” refletem a ascensão do nazismo na Alemanha dos anos 1930. Políticos brasileiros voltam a proibir, reprimir e provocar uma histeria de quase um século atrás contra a cultura “degenerada”, que seria capaz de desviar a formação dos jovens e transformá-los em… gays! Daí para queimar livros é um passo. O resto é consequência.

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    Censura: Prefeitura do Rio ameaça fechar a Bienal do Livro por causa de quadrinhos dos Vingadores

    6 de setembro de 2019 /

    A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), ameaçou fechar a Bienal do Livro. Uma equipe de fiscais foi ao evento logo na sua abertura na manhã desta sexta (6/9), acompanhada por subsecretário militar, para recolher todos os exemplares de uma graphic novel dos Vingadores, que o prefeito e bispo Marcelo Crivella (PRP) considerou “imprópria”. Comandada pelo subsecretário de operações da Seop, o coronel Wolney Dias, os fiscais buscaram a graphic novel “Vingadores: A Cruzada das Crianças” nas estantes do evento com ordem de apreender tudo. Mas não encontraram. Os quadrinhos sumiram do estande da Panini, que publicou a história em parceria com a editora Salvat há dois anos. O livro também está indisponível no site da Salvat. E não pode ser encontrado em nenhuma outra estande da Bienal. Oficialmente, os expositores afirmam que a história foi toda vendida e os exemplares acabaram se esgotando. Além de proibir a venda da publicação, os fiscais pretendiam criar um flagrante para cassar a licença do evento, com o objetivo expresso de “proteger as nossas crianças” de material LGBTQIA+. “Em caso de descumprimento, o material sem o aviso será apreendido e o evento poderá ter sua licença de funcionamento cassada”, disse a Seop em comunicado que antecedeu a ação, deixando clara a missão de fechar a Bienal. A ação aconteceu após a Bienal se recusar a censurar a publicação, repudiando um vídeo em que o bispo prefeito disse ter mandado recolher o livro. Impedido pela Constituição de fazer isso, Crivella na verdade enviou uma notificação extrajudicial para que os livros fossem lacrados e viessem com uma classificação indicativa, ou aviso de que há material ou cenas proibidas para menores de idade. Em sua nota, a Bienal afirmou que não iria recolher nem embalar a publicação, pois seu conteúdo não era impróprio e nem pornográfico. A organização do evento disse ainda que “dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser. Este é um festival plural, onde todos são bem-vindos e estão representados. Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá dois painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+”. Isto gerou a ação de repressão assumida, com a desculpa de verificar se os livros tinham sido lacrados e acompanhados pelos avisos. Como não encontraram o gibi que procuravam, os fiscais foram aos estandes que vendiam quadrinhos folhar vários exemplares em busca de desenhos com cenas “impróprias” (de afeto LGBTQIA+), num ato flagrante de autoritarismo, que lembra a ação nazista contra livros considerados “degenerados” na Alemanha dos anos 1930. Foi a primeira vez que uma fiscalização do tipo aconteceu na história da Bienal do Livro, cuja trajetória coincide com a abertura política e o fim da ditadura militar no Brasil. O aparato do governo municipal foi mobilizado apenas porque a publicação inclui heróis homossexuais. O que causou tudo foi um desenho de dois jovens se beijando. Completamente vestidos. Veja a cena “polêmica” abaixo. A série dos Jovens Vingadores, que envolve “A Cruzada das Crianças”, é uma das mais premiadas da Marvel, tanto pela GLAAD, organização LGBTQIA+ que destaca os produtos mais inclusivos da mídia americana, quanto pelo prestigioso Harvey Award. Um vereador extremista, Alexandre Isquierdo (DEM), também repudiou a obra numa sessão ordinária na Câmara Municipal do Rio na quarta (4/9), deixando claro qual era o “problema” da publicação. “Absurdo um livro que está sendo comercializado na Bienal do Livro: ‘Vingadores – A Cruzada das Crianças’, no qual o autor, que é assumidamente gay, coloca dois super-heróis em um relacionamento homossexual”, apontou. A escalada da ultradireita intolerante chegou à prefeitura na quinta, quando Crivella publicou um vídeo falando da repressão. “Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores. Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades”. A Bienal discordou, considerando que o desenho de dois rapazes se beijando não era pornografia. O alvo foi decididamente o afeto LGBTQIA+, que pelo entendimento do governo municipal é impróprio para menores. Beijos heterossexuais não foram alvo da repressão. Paralelamente, várias condenações ao material se multiplicaram em sites de tendências nazistas (também atacam cotas raciais, direitos das mulheres e exigem o fim do estado laico), com textos irônicos que acusam os quadrinhos de “lacração”. As manifestações seguem a orientação do presidente Bolsonaro, que fez crítica similar em relação a séries com a temática LGBTQIA+ e mandou suspender edital que aprovava produção de programas do gênero. A tentativa de censura aconteceu no dia em que a rede Globo efetivamente censurou o beijo entre duas personagens femininas de sua novela das 18h. O carinho entre o casal Valéria (Bia Arantes) e Camila (Anajú Dorigon) deveria ir ao ar no capítulo de “Órfãos da Terra” antecipado em streaming na quinta – e que chega na TV nesta sexta (6/9) – , mas foi cortado por “decisão artística”, segundo a emissora, que passou a semana alardeando o “beijo apaixonado” na divulgação oficial da novela. São sinais perigosos, que desenterram o fantasma do nazismo. Políticos brasileiros voltam a proibir, reprimir e provocar uma histeria de quase um século atrás contra a cultura “degenerada”, que seria capaz de desviar a formação dos jovens e transformá-los em… gays! Daí para queimar livros é um passo. O resto é consequência.

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    Jack Ryan invade invade a Venezuela em trailer da 2ª temporada

    5 de setembro de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo pôster, duas fotos oficiais e trailer completo da 2ª temporada de “Jack Ryan”, que traz John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) no papel do famoso espião do título, já vivido no cinema por quatro atores diferentes (Alec Baldwin, Harrison Ford, Ben Affleck e Chris Pine). A prévia é repleta de ação, com muitas explosões, tiroteios e correria, levando o espião americano até a América do Sul, onde pretende enfrentar nada menos que o presidente da Venezuela. Sério. O vídeo também revela as participações da atriz sueca Noomi Rapace (“Prometheus”), do espanhol Jordi Mollà (“O Homem que Matou Dom Quixote”) e de Michael Kelly (“House of Cards”), além do retorno de Wendell Pierce (“The Wire”). O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem. As histórias que acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA são originais, concebidas pelo time liderado pelo showrunner Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”) em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). Por isso, refletem crises políticas mais atuais. Com produção da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), a 2ª temporada vai estrear em 1 de novembro. E a série já se encontra renovada para sua 3ª temporada.

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  • Etc

    Censura: Prefeito do Rio manda recolher gibis dos Vingadores na Bienal do Livro

    5 de setembro de 2019 /

    O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, mandou recolher uma graphic novel dos Vingadores da Bienal do Livro. Em post no Twitter, ele se vangloriou do ato de censura, dizendo ter agido para “proteger as nossas crianças” de material “impróprio”. “Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores. Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades”. O “problema” da publicação é que ele inclui heróis homossexuais. A publicação tem um desenho de dois jovens se beijando. Completamente vestidos. A organização da Bienal, entretanto, não reconheceu a autoridade do prefeito para realizar censura, que é proibida pela Constituição. Ao perceber que prefeitura mandou apenas uma notificação extrajudicial, com um pedido que os livros fossem lacrados e viessem com uma classificação indicativa ou aviso de que há material ou cenas proibidas para menores de idade, a Bienal emitiu seu próprio comunicado. Na nota, a Bienal afirmou que não irá recolher nem embalar a publicação, pois seu conteúdo não é impróprio e nem pornográfico. A organização do evento disse ainda que “dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser. Este é um festival plural, onde todos são bem-vindos e estão representados. Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá dois painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+”. Sobre o conteúdo, a organização do evento diz que se qualquer pessoa que se sentir ofendida, ou não gostar do material, tem todo o direito de trocar o livro. Mas quando a feira abriu às 9h desta sexta-feira (6/9), os quadrinhos sumiram do estande da Panini, que publicou a história em parceria com a editora Salvat há dois anos. O livro também está indisponível no site da Salvat. E não pode ser encontrado em nenhuma outra estande da Bienal. Oficialmente, os expositores afirmam que a história foi toda vendida e os exemplares acabaram se esgotando. A prefeitura do Rio, porém, enviou uma equipe de fiscais, acompanhada por um subsecretário militar, para verificar a venda dos gibis, numa ação que só pode ser caracterizada como repressão. Saiba mais sobre os desdobramentos aqui. A série dos Jovens Vingadores, que envolve “A Cruzada das Crianças”, é uma das mais premiadas da Marvel, tanto pela GLAAD, organização LGBTQIA+ que destaca os produtos mais inclusivos da mídia americana, quanto pelo prestigioso Harvey Award. A reação do prefeito pegou carona numa cruzada conservadora encabeçada pelo vereador Alexandre Isquierdo (DEM), que repudiou a obra numa sessão ordinária na Câmara Municipal do Rio na quarta (4/9). “Absurdo um livro que está sendo comercializado na Bienal do Livro: ‘Vingadores – A Cruzada das Crianças’, no qual o autor, que é assumidamente gay, coloca dois super-heróis em um relacionamento homossexual”, apontou. Assim como o prefeito, o vereador também publicou um vídeo com discurso contra a revista nas redes sociais, paralelamente ao surgimento de várias condenações ao material em sites fundamentalistas, inclusive textos que acusam os quadrinhos de “lacração”. As manifestações seguem a orientação do presidente Bolsonaro, que fez crítica similar em relação a séries com a temática LGBTQIA+ e mandou suspender edital que aprovava produção de programas do gênero. O timing da tentativa de censura foi curioso, pois aconteceu no dia em que a rede Globo efetivamente censurou o beijo entre duas personagens femininas de sua novela das 18h. O carinho entre o casal Valéria (Bia Arantes) e Camila (Anajú Dorigon) deveria ir ao ar no capítulo de “Órfãos da Terra” antecipado em streaming na quinta – e que chega na TV nesta sexta (6/9) – , mas foi cortado por “decisão artística”, segundo a emissora, que passou a semana alardeando o “beijo apaixonado” na divulgação oficial da novela. São sinais perigosos, que lembram o nazismo dos anos 1940 e a caça às bruxas macarthista dos anos 1950. Políticos brasileiros voltam a pressionar, proibir e provocar uma histeria de mais de meio século atrás contra a cultura, que seria capaz de desviar a formação dos jovens e transformá-los em… gays! Daí para queimar livros é um passo. Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores. Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades. pic.twitter.com/sFw82bqmOx — Marcelo Crivella (@MCrivella) September 5, 2019 Ver essa foto no Instagram Um alerta aos pais! Assista e compartilhe o discurso contra o livro infantil da Marvel que propaga o homossexualismo para as CRIANÇAS! A história em quadrinhos está sendo vendida lacrada na Bienal do Livro e nas livrarias, os pais só percebem o conteúdo depois. Um crime absurdo! #ideologiadegenero #isquierdorio #camarario Uma publicação compartilhada por Alexandre Isquierdo (@alexandreisquierdo) em 4 de Set, 2019 às 5:47 PDT

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  • Filme

    Novo Halloween vai resgatar as crianças do filme de 1978

    5 de setembro de 2019 /

    Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando foi atacada por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original vão reaparecer na próxima continuação da franquia. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, fazem parte da nova história. Doyle será interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina terá a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Intitulado “Halloween Kills”, o próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará com “Halloween Ends”. “Halloween Kills” vai estrear em 15 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas brasileiros em 16 de outubro de 2021, sempre um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ambos serão novamente escritos por Danny McBride e David Gordon Green, com o último assumindo a direção. Os dois também trabalharão com John Carpenter, criador da franquia, que mais uma vez assinará a trilha sonora da produção.

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  • Série

    Ewan McGregor vai estrelar minissérie sobre o estilista Halston

    5 de setembro de 2019 /

    O produtor Ryan Murphy anunciou vários projetos que está desenvolvendo para sua nova parceria com a Netflix. E um deles já definiu seu protagonista. O astro Ewan McGregor (“Christopher Robin”) vai estrelar uma minissérie sobre o estilista Halston. Roy Halston Frowick, conhecido simplesmente como Halston, foi um estilista americano que alcançou fama internacional nos anos 1970. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno na era das discotecas e redefiniram a moda americana. Ele perdeu sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids nos anos 1990, aos 57 anos de idade. Murphy assinou em fevereiro de 2018 um contrato milionário para criar, por meio de sua produtora, novas séries, filmes e documentários exclusivamente na Netflix. O primeiro projeto dessa parceria comercial vai estrear em 27 de setembro. Trata-se da série “The Politician” (veja o trailer aqui). Ele também trabalha em duas séries documentais, que contarão a história de um casal lésbico que assumiu a homossexualidade aos 80 anos e outra sobre a vida do artista Andy Warhol. Não bastasse, o produtor também prepara duas adaptações de musicais da Broadway: “A Chorus Line” e “The Prom”, além das séries “Hollywood”, uma homenagem à “velha Hollywood”, e “Hatched”, focada na juventude da enfermeira do clássico “Um Estranho no Ninho” (1975). Entre as séries mais conhecidas de Murphy estão “American Horror Story”, “American Crime Story”, “9-1-1” e “Glee”, todas produzidas quando ele tinha contrato com o estúdio Fox.

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  • Etc

    Novo secretário da Cultura do governo Bolsonaro nunca trabalhou com Cultura

    5 de setembro de 2019 /

    O Ministério da Cidadania nomeou Ricardo Braga como secretário especial de Cultura, por meio de publicação, na noite de quarta-feira (4/9), de uma edição extra do Diário Oficial da União. Representantes dos setores culturais nunca ouviram falar em seu nome. Nem ele teve qualquer atividade que pudesse qualificá-lo para a função. Braga é um paulistano de 50 anos, formado em Economia pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP), com MBA em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). E toda sua carreira é voltada ao segmento financeiro, em bancos e corretoras. Foi superintendente de operações do Banco Votorantim e atuava como diretor de Investimentos do Andbank Brasil antes de ser convidado para a secretaria. Em nota, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, afirma que a indicação “corresponde às necessidades da pasta em imprimir um maior dinamismo e eficiência aos projetos da Secretaria Especial de Cultura”. De fato, sua nomeação indica o prosseguimento do projeto destrutivo do ministro para o cinema brasileiro. Em evento pouco repercutido do grupo Voto, que aconteceu no final de agosto em São Paulo, o ministro da Cidadania anunciou seus planos para acabar com o cinema de arte brasileiro e as cotas de mercado para o cinema nacional. Osmar Terra defende que o estado só deve patrocinar filmes populares e lucrativos. “O cinema tem que buscar o público, não pode ser uma coisa só autoral para os amigos que gostam muito do cineasta gostarem do filme”, ele atacou, considerando o investimento em filmes que rendem “apenas” prêmios em festivais internacionais “um gasto enorme com filmes que ninguém vai ver”. Ele ainda afirmou que o Estado não deverá mais incentivar filmes que “não tem importância nenhuma para a sociedade”, como, por exemplo, os que tratam de sexualidade ou abordem temas LGBTQIA+, que o presidente Bolsonaro considera “impróprios”. Outro detalhe desse plano é a exigência de que parte do dinheiro de incentivo, usado para produzir filmes, tenha que ser devolvida com arrecadação em bilheteria. “Nós temos que rever a forma de fazer o financiamento. Transformar em um financiamento que tem que ser devolvido. Criar uma forma de buscar o público, se não ficam filmes que ninguém assiste. É um gasto enorme com filmes que ninguém vai ver”, propôs. Para completar, o ministro também acha que a reserva de um espaço mínimo em salas de cinema para filmes nacionais representam uma afronta ao mercado. “Cota para filme nacional no cinema também não pode durar muito. É uma lei que até ano que vem tem cota. Depois tem que rever isso”, ameaçou no mesmo evento. Ao escolher um nome do mercado para gerenciar a pasta da Cultura, fica claro que o projeto de destruição segue firme e forte. Esta é a missão de Braga ao assumir a vaga do demissionário Henrique Pires, que deixou a pasta denunciando o projeto de censura do governo.

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  • Série

    Continuação literária de The Handmaid’s Tale será adaptada pela Hulu

    5 de setembro de 2019 /

    “The Testaments”, continuação de Margaret Atwood para seu célebre livro “O Conto da Aia”, vai ser adaptada pela Hulu. A MGM assegurou os direitos da obra literária, que chegará às livrarias na próxima semana, e negociou a produção do material com a plataforma de streaming como um complemento de “The Handmaid’s Tale”, a série que leva às telas “O Conto da Aia”. O comunicado do negócio não informa se “The Testaments” será transformado numa série nova, num filme ou se será simplesmente incorporado à trama de uma futura temporada de “The Handmaid’s Tale”. Mas o responsável pela série premiada, o produtor-roteirista Bruce Miller, é quem fará a adaptação. A trama de “The Testaments” se passa 15 anos depois do final do livro original e é narrado por três personagens femininas. Uma delas é uma velha conhecida dos fãs de “The Handmaid’s Tale”, a terrível Tia Lydia. As outras duas são novidades: uma jovem que cresceu em meio à sociedade repressiva de Gilead e uma canadense que descobre ter nascido lá. O livro “O Conto da Aia” foi publicado no Brasil pela Editora Rocco, mas não há previsão para o lançamento de “The Testaments” no país. Já a série “The Handmaid’s Tale” é disponibilizada pelo canal pago Paramount e pelo serviço de streaming Globoplay.

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  • Filme

    Guillermo del Toro faz reunião de Carol, com Rooney Mara e Cate Blanchett em seu novo filme

    5 de setembro de 2019 /

    A confirmação da participação de Rooney Mara em “Nightmare Alley”, próximo filme do diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), vai materializar um reencontro entre as protagonistas de “Carol”. Ela vai contracenar com Cate Blanchett, que já tinha sido anunciada anteriormente. Mara vai interpretar Molly, interesse amoroso do protagonista Stan (Bradley Cooper, de “Nasce uma Estrela”), um golpista que se disfarça de guru espiritual para dar golpes em ricos ingênuos. O papel de Blanchett não está claro, mas ela deve viver a psicóloga pilantra que se torna sócia nos golpes. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com a jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). As filmagens devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.

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  • Filme

    Roteirista de Podres de Ricos abandona sequência denunciando disparidade salarial

    5 de setembro de 2019 /

    A roteirista Adele Lim, que escreveu com Peter Chiarelli o sucesso “Podres de Ricos”, não vai voltar para a continuação. Ela alegou disparidade salarial, afirmando que receberia muito menos do que seu colega homem. Segundo a denúncia, publicada pela revista The Hollywood Reporter, a Warner lhe ofereceu algo em torno de US$ 110 mil para coescrever o roteiro, enquanto o cachê de Chiarelli ficaria entre US$ 800 mil e US$ 1 milhão pela mesma tarefa. “Podres de Rico” conseguiu muita simpatia da mídia por representar um suposto avanço para a representação da cultura e atores asiáticos em Hollywood. Mas a Warner reagiu ao sucesso do filme menosprezando a integrante asiática de sua equipe de roteiristas. O baixo salário oferecido fez Lin considerar sua participação como um mero preenchimento de cota racial. “Ser avaliada dessa forma te faz pensar em como eles devem valorizar minhas contribuições.” Chiarelli, que continua no projeto, ofereceu-se para dividir seu salário com Lim, mas a roteirista recusou, afirmando que não tinha problemas com o salário de seu colega e sim com o seu próprio. “Pete sempre foi incrivelmente gracioso, mas eu não deveria depender apenas da generosidade de um roteirista branco. Se eu não consigo receber um salário igual ao dele após ‘Podres de Ricos’, nem consigo imaginar como deve ser para as outras roteiristas mulheres de cor. Não há forma realista de atingir equidade desse jeito.” Anunciada em 2018, a sequência ainda não tem muitos detalhes divulgados. Com a saída de Lim, caberá apenas a Peter Chiarelli, trabalhando com o diretor Jon M. Chu, adaptar os demais livros de Kevin Kwan. A continuação vai levar às telas o segundo livro da trilogia de Kwan, chamado “China Rich Girlfriend” e lançado em janeiro no Brasil como “Namorada Podre de Rica”. A trama aborda a vida amorosa de Astrid (Gemma Chan, de Capitã Marvel), prima de Nick (Henry Golding, protagonista do primeiro filme). Recém-separada de seu marido, Astrid encontrará um novo amor na forma do bonitão Charlie, interpretado por Harry Shum Jr. (“Glee”). O elenco da sequência também deve contar com os retornos de Constance Wu e Awkwafina, mas ainda não há previsão de estreia. Caso a Warner opte por completar a franquia, o terceiro livro se chama “Rich People Problems” (literalmente, problemas de gente rica). Ainda inédito no Brasil, traz mais uma trama de novela com galãs asiáticos.

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    Versão de terror da fábula de João e Maria ganha trailer com atriz de It: A Coisa

    5 de setembro de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou o primeiro pôster e o trailer de “Gretel & Hansel”, versão de terror para o conto de fadas clássico dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 31 de janeiro nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Filme em que Dakota Fanning vive “etíope” muçulmana gera polêmica nas redes sociais

    5 de setembro de 2019 /

    A atriz Dakota Fanning virou alvo de uma curiosa polêmica nas redes sociais. O caso ganhou proporções porque a jovem atriz, que é loira e americana, estrela “Sweetness in the Belly” como uma refugiada muçulmana. Isto causou ultraje. Entretanto, grande parte dos protestos foram motivados por desinformação. Na adaptação do romance homônimo de Camilla Gibbs, Dakota vive Lilly Abdal, uma órfã britânica que passou a infância em Marrocos e na Etiópia antes de fugir para a Inglaterra e viver como uma refugiada em Londres. A personagem é descrita pela escritora como branca e loira. Exatamente como Dakota. O filme terá sua première mundial no sábado (7/9), durante o Festival de Toronto. E a divulgação da produção fez muita gente descobri-la nos últimos dias. Incluindo os ativistas. O Twitter virou uma espécie de fórum de guerreiros da justiça social, que resolveram atacar a artista por viver o papel de refugiada muçulmana. “Tantos atores muçulmanos por aí e vocês contratam… Dakota Fanning? E para viver uma etíope? Como é que é?”, escreveu um usuário contrariado. Mas nem todos os comentários negativos foram de pessoas desconhecidas. “Dakota Fanning já foi forçada a fugir de um país devastado pela guerra? Ela ora em direção a Meca cinco vezes por dia? Já dirigiu um Uber? Então, por que diabos ela foi escalada como refugiada muçulmana?”, publicou no Twitter a ativista Titania McGrath, que tem mais de 330 mil seguidores na rede social. Só que existe diferença entre documentário, quando se filma a experiência real de pessoas, e ficção, em que atores encenam histórias baseadas nessas experiências. “Dakota Fanning é uma mulher branca que interpreta uma mulher branca. Isso agora é inaceitável também? Os brancos simplesmente não podem mais participar de filmes?”, disparou em resposta o apresentador Matt Walsh, dono de uma conta com mais de 250 mil seguidores no Twitter. E que aparentemente leu o livro. Diante da polêmica, a própria atriz resolveu expor seu ponto de vista sobre o papel, na seção Stories de seu Instagram. “Só para esclarecer. No novo filme do qual faço parte, ‘Sweetness in the Belly’, não interpreto uma mulher etíope. Interpreto uma britânica abandonada pelos pais aos sete anos na África e viro muçulmana. Minha personagem, Lilly, viaja para a Etiópia e é pega no início da guerra civil. Posteriormente, ela é enviada para casa na Inglaterra, um lugar de onde ela é, mas nunca conheceu”. Dakota acrescentou que se trata de uma obra de ficção e não um documentário, é dirigido por um cineasta etíope e possui elenco africano. “Baseado em um livro de Camilla Gibb, este filme foi parcialmente produzido na Etiópia, é dirigido por um homem etíope (Zeresenay Berhane Mehari) e apresenta muitas mulheres etíopes. Foi um grande privilégio fazer parte desta história”. “O filme é sobre o que significa lar para as pessoas que se vêem deslocadas e para as famílias e comunidades que eles escolhem e que os escolhem”, completou a estrela. Após a explicação, os ultrajados ficaram confusos. Mas a produtora de TV Maya Dunphy resolveu ajudá-los a perceber como a polêmica nunca teve sentido. “Todo o ultraje gerado por Dakota Fanning interpretar uma etíope branca na versão cinematográfica de ‘Sweetness in the Belly’ é nonsense. Ela não tomou o papel de uma atriz negra. A personagem é branca no livro. Não deveria ser um grande esforço pesquisar sobre o assunto antes de se encher de raiva contra ele”. Mas a questão não se encerrou aí. Uma usuária muçulmana resolveu abordar o verdadeiro motivo da indignação. Não tem nada a ver com o papel ou com a atriz. O problema é Hollywood. “O problema deste filme não é Dakota Fanning. A questão é que a dor da experiência dos refugiados, da guerra civil e a beleza do Islã só se tornam aceitáveis ​​para Hollywood quando a protagonista é uma mulher branca. Se você nos ferir, nós não sangramos?” “Sweetness in the Belly” ainda não tem previsão de estreia comercial.

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  • Série

    Irmandade: Série da Netflix com Seu Jorge ganha primeiras fotos

    5 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e as primeiras fotos de “Irmandade”, uma nova série brasileira estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) e Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”). As imagens mostram o ambiente de um presídio. A trama se passa em São Paulo nos anos 1990. Naruna Costa vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam em 25 de outubro.

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