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    Watchmen registra melhor estreia da HBO desde Westworld

    22 de outubro de 2019 /

    A estreia de “Watchmen”, no domingo passado (20/10), registrou o maior público de primeiro episódio de uma série da HBO nos últimos três anos. Mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao capítulo inaugural ao vivo pela televisão e streaming oficial (HBO Now e HBO GO) nos Estados Unidos. O público é maior que a sintonia habitual de “Succession” (1,2 milhão), série que “Watchmen” substituiu na grade de programação do canal, e só perde para as primeiras temporadas de “Westworld” (mais de 2 milhões), que por sinal foi a última série a estrear com números maiores. “Game of Thrones” tinha dez vezes mais audiência, é claro, mas já foi encerrada. Na televisão apenas, a primeira exibição de “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” foi assistida por 800 mil pessoas. Parece um desempenho modesto, mas não é. Com esse resultado, “Watchmen” teve a maior audiência de um estreia na TV paga americana em 2019. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série é uma continuação da trama dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, já levados ao cinema no filme homônimo de 2009. A produção inclui pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpreta Adrian Veidt, o Ozymandias, e Jean Smart (“Legion”) é Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e é representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A série é exibida simultaneamente no Brasil pelo canal pago HBO.

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    Joel Edgerton indica que pode voltar a viver o tio de Luke Skywalker em série do Disney+ (Disney Plus)

    22 de outubro de 2019 /

    A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) focada em Obi-Wan Kenobi, que trará Ewan McGregor de volta ao personagem, pode ter o retorno de mais um ator visto nos filmes de “Star Wars”. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Joel Edgerton (“Operação Red Sparrow”) deu a entender que poderia voltar a encarnar Owen Lars, o tio de Luke Skywalker, na atração. Ao final de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), o tio ficou com a guarda do bebê Luke no planeta Tatooine. Como os fãs do primeiro “Guerra nas Estrelas” (1977), rebatizado de “Uma Nova Esperança” pela Lucasfilm, devem lembrar, é neste planeta que Obi-Wan se esconde, assumindo a identidade de Ben Kenobi, um eremita misterioso. Além disso, já foi confirmado que a série estrelada por Ewan McGregor vai se passar oito anos após “A Vingança dos Sith”. “Existe uma possibilidade muito real”, disse Edgerton, sobre a volta ao papel. O que deve ser considerado praticamente uma confirmação, já que o ator também deixou claro que não pode falar sobre qualquer detalhe sobre a série. “Provavelmente tem um assassino no telhado só esperando eu dizer alguma coisa que não deveria. Adoraria falar várias coisas, mas não vou”, afirmou.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha trailer legendado emocionante

    22 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que capricha na emoção. A prévia explora a expectativa pelo final da saga com despedidas, confrontos, momentos ternos e ameaças. Entre os destaques, há um abraço muito comovente entre Rey (Daisy Ridley) e a Princesa Leia (a falecida Carrie Fisher). Por sinal, o contexto consagra a jovem como grande protagonista do final – ela é a primeira, a última e a que mais aparece em cenas. Outros detalhes incluem as voltas de Lando Calrissian (Billy Dee Williams) e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), as primeiras aparições do personagem rebelde de Dominic Monaghan (o Charlie de “Lost”) e do pequeno Babu Frik, engenheiro alienígena de droids, que surge mexendo em C-3PO, e uma sugestão de que Rey e Kylo Ren (Adam Driver) podem se tornar aliados – após, claro, lutarem entre si. O filme encerra não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia, e justamente por isso o mistério em torno da trama é maior do que nunca. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Bloodshot: Vin Diesel vira super-herói no primeiro trailer legendado da adaptação dos quadrinhos

    21 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer legendado de “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). A prévia é repleta de efeitos e ação, numa trama que costura referências de clássicos do gênero, como “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Soldado Universal” (1992). As referências à era de ouro da sci-fi de brutamontes não é casual. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, mas com trama bem diferente da mostrada no trailer. Os quadrinhos originalmente acompanhavam o assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acabava traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar, com suas memórias apagadas e diversos nanocomputadores implantados em seu corpo. O detalhe é que, ao longo da história, ao relembrar seu passado, ele começa a perceber que na verdade era outra pessoa, um soldado de elite chamado Raymond Garrison… A trama se complica, mas o roteiro do filme simplifica, ao mostrar Diesel apenas como Garrison no longa. A fabricação de falsas memórias e a regeneração por nanites mantêm-se como destaques da prévia. Além de Diesel, o elenco inclui Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). O roteiro foi escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e a direção está a cargo de Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    The Crown: Trailer legendado da 3ª temporada mostra monarquia britânica nos anos 1970

    21 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo legendado da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia situa exatamente quando a trama se passa, ao mencionar a comemoração do Jubileu da Rainha Elizabeth II, que aconteceu em 1977. A data também é conhecida pela forma como foi comemorada pela banda Sex Pistols – tocando “God Save the Queen” num barco diante do Parlamento, o que resultou em caos e na prisão de todos os envolvidos. Mas a música sonora usada no vídeo é de outra época, um cover de “The Times They Are a-Changin'”, hit de Bob Dylan de 1963. Será que a série vai ignorar o impacto cultural do punk rock? O trailer registra os distúrbios políticos da época, a greve dos mineiros e os vários protestos gerados pela crise econômica dos anos 1960 na Inglaterra. Mas dá mais importância aos bastidores da monarquia, destacando o sentimento de insignificância do Príncipe Charles, ofuscado por sua mãe e tia na corte real. Outro detalhe interessante é a forma como Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel da Rainha, mantendo muitos dos trejeitos e da dicção de sua antecessora, a atriz Claire Foy, que estrelou as duas primeiras temporadas da série. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. A mudança se deu por conta da passagem de tempo – cada temporada registra uma década na monarquia britânica. A série, que começou nos anos 1950, chega nos próximos episódios à década de 1970. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, o primeiro amor do Príncipe. Por sinal, a intérprete da Princesa Diana também já se encontra definida, mas a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”) deve ser introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. O mesmo deve acontecer com a Margaret Thatcher de Gillian Anderson (“Arquivo X”), que assumiu o poder em 1979. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal registra pior estreia da Disney no ano

    21 de outubro de 2019 /

    “Malévola: Dona do Mal” estreou em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá, mas com uma maldição. A continuação do sucesso de 2014 teve o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney no mercado doméstico. A superprodução orçada em US$ 185M (milhões) fez apenas US$ 36,9M em seu lançamento, muito abaixo das previsões do mercado. O valor é praticamente metade do que faturou o primeiro filme há três anos (US$ 69M), e bem abaixo do maior fracasso do estúdio no ano, “Dumbo”, que abriu com US$ 45,9M no final de março. Dos 11 remakes live-action que a Disney já produziu desde “Alice no País das Maravilhas” (2010), a sequência de “Malévola” se posiciona em 10º lugar em arrecadação, ficando à frente apenas de “Meu Amigo, O Dragão” (US$21,5M em 2016) O filme de Angelina Jolie também foi destruído pela crítica, com apenas 40% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. O desastre só não é irremediável porque o mercado internacional correspondeu, com uma arrecadação de US$ 118M, que trouxe o total mundial para US$ 155M. Mesmo com a decepção financeira, a vilã da Disney conseguiu superar o vilão da DC Comics nas bilheterias da América do Norte. “Coringa” caiu para 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Fez mais 29,2M nos últimos três dias para atingir US$ 247,2M domesticamente. No mundo todo, a arrecadação já está em US$ 738,5M. “Coringa” é atualmente o 4º filme de maior bilheteria da DC no exterior e o maior em 17 mercados, incluindo Itália, Espanha, Rússia, Argentina e México. A outra continuação estreante da semana, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”, ficou em 3º lugar, com US$ 26,8M. Mas, paradoxalmente, esse valor fez a produção ser considerada um sucesso. O motivo é simples: o segundo “Zumbilândia” custou “apenas” US$ 42M e deve se pagar facilmente com a bilheteria doméstica, ao fim de sua passagem pelos cinemas. Assim, os números faturados no exterior vão entrar como lucro. Por sinal, a estreia no Brasil é nesta quinta (24/10). “Zumbilândia: Atire Duas Vezes” se saiu bem até na comparação com seu antecessor, que abriu com US$ 24,7M em 2009. E recebeu aprovação de 66% das críticas aferidas no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 36,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 155M 2. Coringa Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA e Canadá: US$ 247,2M Total Mundo: US$ 738,5M 3. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 26,8M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 32,1M 4. Família Addams Fim de semana: US$ 16,3M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 57M 5. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 118,5M   6. Abominável Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 53,9M Total Mundo: US$ 114,7M 7. Downton Abbey Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 164,3M 8. Judy Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 9. As Golpistas Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 101,8M Total Mundo: US$ 125,4M 10. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 209,6M Total Mundo: US$ US$ 450,3M

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    O Relatório: Adam Driver denuncia política de tortura dos Estados Unidos em trailer dramático

    19 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e os trailers de “O Relatório” (The Report), filme estrelado por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), que conta a história real do esquema de encobrimento de torturas da CIA na época pós 11 de setembro. Na trama, um funcionário idealista (Driver) é encarregado por sua chefe, a senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, de “Capitã Marvel”), para liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, criado após o 11 de setembro. A busca incessante de Jones pela verdade o leva à descobertas explosivas que revelam como a principal agência de inteligência do país chegou a extremos para destruir evidências, subverter a lei e esconder seu segredo brutal do público americano. O elenco grandioso conta ainda com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Sarah Goldberg (“Barry”), Michael C. Hall (“A Noite do Jogo”), Douglas Hodge (“Coringa”), Ted Levine (“The Alienist”), Jennifer Morrison (“Once Upon a Time”), Tim Blake Nelson (“Invasão ao Serviçao Secreto”), Linda Powell (“Chicago Fire”), Matthew Rhys (“The Americans”), John Rothman (“One Mississippi”), Ben McKenzie (“Gotham”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Maura Tierney (“The Affair”). O filme tem roteiro e direção de Scott Z. Burns, um dos roteiristas favoritos do cineasta Steven Soderbergh, que, por sinal, assina a produção de “O Relatório”. Os dois trabalharam juntos em “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011), “Terapia de Risco” (2013) e no recentíssimo “A Lavanderia”, lançado na sexta-feira (18/10) pela Netflix. “O Relatório” já foi exibido nos festivais de Sundance, Telluride, Toronto, Londres e teve sua première nacional neste sábado (19/10) na Mostra de São Paulo. As premières foram aprovadas pela crítica internacional com notas de 86% (geral) a 91% (só os tops) no site agregador Rotten Tomatoes. A produção terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de novembro e duas semanas depois, a partir de 29 de novembro, estará disponível em todo o mundo pelo Amazon Prime Video, serviço de streaming da Amazon.

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    Nicole Kidman e Alexander Skarsgård serão vikings no novo filme do diretor de A Bruxa

    19 de outubro de 2019 /

    Nicole Kidman e Alexander Skarsgård, premiados com o Emmy por viverem um casal conturbado em “Big Little Lies”, vão voltar a contracenar, desta vez como mãe e filho no cinema. Eles vão estrelar “The Northman”, terceiro longa de Robert Eggers, diretor de “A Bruxa” (2015) e “O Farol” (2019). “The Northman” é descrito como uma saga de vingança viking, que se passa na Islândia na virada do século 10. Skarsgard interpretará um príncipe viking e Kidman será sua mãe. Além deles, Anya Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa” e irmão de Alexander) e Willem Dafoe (“Aquaman”) também estão em negociações para participar do filme. O roteiro do longa é do próprio Eggers, escrito em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, que chegou a cantar com Björk numa música da banda Sugarcubes (com o pseudônimo de Johnny Triumph) nos anos 1980. A produção ainda não tem data de estreia. Já o novo filme de Eggers, “O Farol”, estreou na sexta (18/10) nos Estados Unidos em circuito limitado.

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    Spin-off de Arrow ganha primeira imagem conceitual

    19 de outubro de 2019 /

    O showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, divulgou a primeira imagem conceitual do spin-off de “Arrow”. Disponibilizada em seu Twitter, a ilustração é uma capa fictícia de quadrinhos da DC Comics sobre “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários). A arte reúne as personagens Mia Smoak (Katherine McNamara na série), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), também conhecidas como a Canário Negro da Terra 2 (aka Sereia Negra) e a terceira Canário Negro da Terra 1. Na legenda, Guggenheim acrescentou: “A última temporada de ‘Arrow’ está sendo lançada, então parece apropriado compartilhar essa amostra do seu futuro”. A imagem sugere que o spin-off foi aprovado e dá algumas dicas sobre a trama, ao mostrar Mia com a roupa do Arqueiro Verde e não como Blackstar, interagindo com as versões “jovens” de Laurel e Dinah e não com suas contrapartes maduras do futuro. Fotos dos bastidores de “Crise nas Infinitas Terras”, crossover que vai encerrar a série “Arrow” e preparar terreno para a nova atração, já tinham revelado Mia entre personagens do “presente” do Arrowverse. Para quem não sabe, a filha do Arqueiro Verde apareceu até agora apenas em flashforwards do futuro distante – mais exatamente, de 2040. Após os eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, “Arrow” terá mais dois episódios para encaminhar seu final e possível spin-off. A arte abaixo foi feita pelos artistas Emanuela Lupacchino, Brett Breeding e Dave McCaig. #Arrow's final season bows today, so it feels appropriate to share this glimpse of its future. Many thanks to @DCComics @manulupac @DaveMcCaig & Brett Breeding for this stunning art. #TheFutureIsFemale@Kat_McNamara @MzKatieCassidy @JulianaHarkavy @SchwartzApprovd @ojbalderrama pic.twitter.com/i6H0WEZAEn — Marc Guggenheim (@mguggenheim) October 15, 2019

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    Nós Somos a Onda: Série baseada no cultuado filme alemão A Onda ganha fotos e trailer legendado

    19 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer legendado de “Nós Somos a Onda” (We Are the Wave), nova série alemã baseada no cultuado filme “A Onda” (2008) A história original do filme, por sua vez, era inspirada na Terceira Onda, um experimento social de verdade, criado por um professor de história dos Estados Unidos e realizado com alunos do segundo ano do ensino médio, no ano de 1967 na Califórnia, com o objetivo de demonstrar que sociedades democráticas não eram imunes ao fascismo. A série vai variar drasticamente a premissa, mostrando uma versão de esquerda da história. Desta vez, não há professor, mas um novo aluno reunindo estudantes marginalizados em atos de protesto e empoderamento. Mas a motivação positiva de um futuro melhor e luta contra o sistema logo assume novos contornos, conforme o grupo aumenta e a situação rapidamente foge ao controle. O diretor Dennis Gansel e o roteirista Peter Thorwarth, responsáveis pelo filme de 2008, são produtores da atração, que foi criada por Jan Berger (“O Médico”), e o elenco destaca Ludwig Simon (“Beat”), Luise Befort (“Jesus Cries”) e Michelle Barthel (“Tempel”). Com seis episódios, a série estreia em 1º de novembro em streaming.

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    Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960

    19 de outubro de 2019 /

    O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.

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    Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder

    19 de outubro de 2019 /

    O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).

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    Quentin Tarantino rejeita censura da China a Era Uma Vez em Hollywood

    19 de outubro de 2019 /

    O novo filme de Quentin Tarantino, “Era Uma Vez… Em Hollywood”, não será exibido na China. O governo chinês exigiu que algumas cenas fossem alteradas e o diretor se recusou a ceder à pressão, preferindo simplesmente deixar os burocratas do país proibirem sua exibição. Ele se tornou um dos raros cineastas a se impor contra o dinheiro brandido pelos chineses, que tem feito Hollywood se sujeitar à censura local. A censura chinesa teria sido consequência de um apelo de Shannon Lee, filha do lendário ator Bruce Lee, que criticou a maneira como seu pai foi retratado no filme. Ela chegou a polemizar com Tarantino a esse respeito e, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, solicitou à Administração Nacional de Cinema da China que obrigasse o diretor a mudar a forma como Bruce Lee aparece em cena. Em 2013, quando Tarantino ainda trabalhava com o estúdio de Harvey Weinstein, “Django Livre” foi reeditado por conta de seu conteúdo violento e sexual para o mercado chinês. Mas esta versão fracassou, o que fortalece a posição de resistência do cineasta às mudanças pedidas. A Sony aceitou a decisão do diretor, preferindo manter uma boa relação com Tarantino à incerteza de uma boa bilheteria no país. Recentemente, a série animada “South Park” satirizou a política de censura na China e a boa vontade de diversas celebridades e artistas para fazer concessões, permitindo cortes em suas obras para lucrar no país. Logicamente, não só esse episódio teve a exibição proibida na China como toda a série se tornou indisponível no país, de um dia para o outro.

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