Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.
Revelação de Projeto Flórida é repórter mirim no trailer da série Home Before Dark
A Apple divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Home Before Dark”, série inspirada na história real de Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. A personagem é vivida por Brooklynn Prince, a jovem revelação de “Projeto Flórida” (2017). Na trama, a família de Hilde se muda de Nova York para uma pequena cidade à beira de um lago, e, quando chega lá, descobre um mistério que todos na cidade evitam comentar: o desparecimento do menino que era o melhor amigo de seu pai na infância. Querendo ser jornalismo como seu pai, ela resolve investigar o caso por conta própria. Na vida real, Hilde conseguiu novas pistas e trouxe à tona os implicados no assassinato, denunciando-os num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação da repórter-mirim chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e também destaca em seu elenco Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) como o pai da protagonista, além de Abby Miller (“The Sinner”), Joelle Carter (“Justified”) e Louis Herthum (“Westworld”). Com 10 episódios, a série estreia em 3 de abril na plataforma Apple TV+ e já está renovada para sua 2ª temporada.
Chuck Norris fará participação especial no final de Hawaii Five-0
O veterano ator Chuck Norris vai fazer uma participação especial no final da série “Hawaii Five-0”. Na season finale de duas horas de duração, ele vai interpretar um sargento aposentado, chamado Lee Phillips, que ajudará o personagem Lincoln Cole (interpretado por Lance Gross, ex-“MacGyver”) a se esconder das autoridades e proteger seu anonimato. Phillips treinou Lincoln, um sargento condecorado da Marinha dos EUA que trabalha na segurança antiterrorismo da frota. Chuck Norris não aparecia na TV há cinco anos, desde que fez uma pequena participação como ele mesmo na série “Os Goldbergs”, em 2015. Seu último personagem diferente dele próprio tinha sido no filme “Os Mercenários”, O final também trará de volta o vilão do primeiro episódio da série, Victor Hesse, interpretado por James Marsters (o eterno Spike de “Buffy: A Caça-Vampiros”, que recentemente estrelou “Fugitivos”/”Runaways”), além do principal inimigo dos Five-0, Wo Fat, vivido por Mark Dacascos (de “O Pacto dos Lobos” e “Wu Assassins”). O último capítulo da série será exibido em 3 de abril nos EUA. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Diretores do documentário Free Solo filmarão drama sobre os meninos da caverna da Tailândia
O casal de cineastas Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi, vencedores do Oscar de Melhor Documentário por “Free Solo” (2018), vão comandar seu primeiro filme de ficção. Eles foram contratados pela Universal para comandar a dramatização da história real de resgate dos meninos da caverna submersa da Tailândia, que causou comoção mundial há dois anos. A história do time de futebol de meninos, que passou 17 dias preso numa caverna submersa, teve uma repercussão mundial similar ao desastre dos mineiros do Chile, que ficaram soterrados durante 69 dias. Este desastre também virou filme, “Os 33”, estrelado por Antonio Banderas e Rodrigo Santoro em 2015. Os direitos de adaptação do drama tailandês chegou a ser disputado por seis produtoras diferentes. Mas este é o principal projeto internacional, que se diferencia dos demais por ter diretores de descendência asiática – embora nascidos nos EUA, Chin e Vasarhelyi têm famílias chinesas. O roteiro está a cargo de Wes Tooke, que escreveu “Midway – Batalha em Alto-Mar” (2019). Vale lembrar que Jon M. Chu também pretendia filmar essa história, mas o sucesso de seu filme mais recente, “Podres de Ricos” (2018), acabou se sobrepondo. Ele agora está envolvido com duas continuações daquele filme, além de trabalhar na pós-produção do musical “Em um Bairro de Nova York”, que estreia em junho.
Flack é cancelada na véspera da estreia da 2ª temporada, junto com mais duas séries em produção avançada
O canal pago americano Pop TV cancelou inesperadamente três das suas cinco séries. Duas delas tinham sido renovadas para 2ª temporada e a terceira, que estava em produção, ainda não havia estreado. Os títulos cancelados foram “Flack”, “Florida Girls” e “Best Intentions”. A decisão foi tomada após a ViacomCBS assumir completamente o controle do canal, que era uma joint venture com o estúdio Lionsgate. Todas as séries canceladas eram feitas por produtoras de fora do conglomerado da rede CBS, incluindo a própria Lionsgate, e seus destinos refletem a linha adotada por Bob Bakish, CEO da ViacomCBS, que em fevereiro determinou priorizar franquias e conteúdo produzido pelo próprio conglomerado. “Nossa estratégia não é gastar mais, mas valorizar nosso conteúdo por toda a nossa vasta base de comunicação”, ele discursou em fevereiro passado. O cancelamento mais chocante foi o de “Flack”. A produção da comédia estrelada por Anna Paquin (de “True Blood”), no papel de uma profissional de relações públicas especializada em resolver escândalos de celebridades, recebe a notícia de que deixaria de ser exibida a uma semana da estreia de sua 2ª temporada, prevista para 13 de março. Renovada para a 2ª temporada, “Florida Girls”, sobre quatro amigas numa cidade litorânea arruinada e cheia de alcoólatras, encontrava-se em fase avançada de gravação dos novos episódios. Já “Best Intentions” estava iniciando seus trabalhos, após ter sido encomendada pelo canal. Os estúdios responsáveis pelas três séries vão agora buscar canais alternativos para exibir o trabalho feito. A 2ª temporada de “Flack” tem garantia de exibição no Reino Unido, já que está toda gravada e é uma coprodução do canal pago britânico UKTV. Mas as demais não tem destino garantido. Para completar, outra série do Pop, “Schitt’s Creek”, vai se encerrar em 7 de abril, ao final de sua 6ª temporada. Com isso, a última série remanescente do canal passa a ser, ironicamente, “One Day at a Time”, que foi resgatada do cancelamento na Netflix. A 4ª temporada e primeira produzida para a TV tem estreia marcada para 24 de março. O desmonte do Pop remete ao que aconteceu recentemente com outro canal do conglomerado ViacomCBS, o TVLand, que atualmente também só tem uma série original no ar, “Younger”. Além dos cancelamentos, a equipe do Pop também encolheu com várias demissões.
Telecine Cult tem a melhor programação comemorativa do Dia Internacional da Mulher
Vários canais televisivos anunciaram programação especial para marcar o Dia (e até Mês) Internacional das Mulheres, que é comemorado neste domingo (8/3). O Canal Brasil, por exemplo, vai de “Irmã Dulce” a “Bruna Surfistinha” em sua seleção eclética de retratos femininos, e ainda programou para este mês sua “mostra” feminina chamada “Cine-Delas”, que exibe filmes dirigido por mulheres duas vezes por semana. Mas a lista que realmente merece destaque é a do Telecine Cult. Enquanto os demais canais – inclusive do pacote Telecine – selecionaram opções genéricas, o Telecine Cult tomou a grande iniciativa de atender a reivindicação feminina mais importante no mercado audiovisual, priorizando filmes dirigidos por mulheres. A diferença para o “Cine-Delas” é será uma maratona com 16 títulos e mais de 30 horas consecutivas de filmes de cineastas femininas – praticamente o dobro da iniciativa espaçada do Canal Brasil. A maratona Telecine Cult têm um início literalmente bombástico às 22h de sábado com “Filhas do Sol” (2018), da francesa Eva Husson (atualmente à frente da série “Hanna”) sobre um batalhão composto apenas por mulheres curdas na guerra contra extremistas islâmicos, que lhes renegam direitos. E se encerra na madrugada de segunda, à 1h30 com “Rafiki” (2018), da queniana Wanuri Kahiu, que se tornou o primeiro filme a abordar o lesbianismo na sociedade machista do Quênia. Os títulos destacam ainda o brasileiro “Que Horas Ela Volta?” (2015), drama da brasileira Anna Muylaert, que aborda luta de classes e ascensão social sob a ótica da maternidade, e foi premiado no Festival de Sundance por conta das interpretações de Regina Casé e Camila Márdila, além do francês “Tomboy” (2011), segundo longa de Céline Sciamma (do recente “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que desde a época já discutia a identidade de gênero sob o ponto de vista feminino. Ainda há animação, western, documentário, thriller criminal e dramas familiar, religioso e adolescente, representando produções de Hollywood, Bollywood e dos cinemas europeu, latino e asiático. A disputa das cineastas por mais espaço é uma das mais reivindicações atuais mais importantes na indústria cultural, e é bom lembrar disso num dia em que se celebra não como as mulheres são bonitas, fortes, diversas, interessantes, mas sua luta por direitos e oportunidades iguais. Confira a programação completa abaixo. 7/3 22h – “Filhas do Sol” (Suiça), de Eva Husson 8/3 00h – “Matar Jesus” (Colômbia), de Laura Mora Ortega 1h50 – “Minha Filha” (Itália), de Laura Bispuri 3h40 – “Entre Laços” (Japão), de Naoko Ogigami 6h – “Meu Anjo” (França), de Vanessa Filho 8h05 – “Noviciado” (EUA), de Maggie Betts 10h15 – “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert 12h20 – “Bao” (EUA), de Domee Shi 12h40 – “A Costureira De Sonhos” (Índia), de Rohena Gera 14h30 – “Deixe a Luz do Sol Entrar” (França), de Claire Denis 16h20 – “Varda por Àgnes” (França), de Àgnes Varda 18h30 – “Lady Bird – Hora de Voar” (EUA), de Greta Gerwig 20h15 – “O Estranho que Nós Amamos” (EUA), de Sofia Coppola 22h – “Papicha” (Qatar), de Mounia Meddour 9/3 00h – “Tomboy” (França), de Céline Sciamma 1h30h – “Rafiki” (Quênia), de Wanuri Kahiu
Após investigação, Globo diz que Marcius Melhem é inocente de acusação de assédio
Após investigação de denúncia, o comitê de ética e compliance do Grupo Globo absolveu Marcius Melhem de acusações de assédio moral apresentadas pela atriz Dani Calabresa. O processo, iniciado em janeiro, levou dezenas de funcionários e ex-funcionários a testemunharem sobre o caso. Eles também assinaram um abaixo-assinado em defesa de Melhem, descrevendo a acusação como uma “maldade” contra o ex-diretor do Departamento de Humor da emissora. Ex-diretor, porque assim que sua inocência foi constatada, Melhem pediu uma licença de quatro meses para cuidar de um problema de saúde de sua filha de 10 anos. Ele vai viajar com a família para os Estados Unidos, onde a menina deverá passar por uma cirurgia, segundo o próprio humorista informou em comunicado. A Globo informou que, durante seu afastamento, o roteirista Silvio de Abreu, responsável pela teledramaturgia da emissora, também acumulará a supervisão dos programas de humor. Mas, segundo apurou o colunista Mauricio Stycer, do UOL, Melhem teria dito a colegas que não pretende reassumir o cargo executivo ao retornar. Apesar de bastante polêmica, a briga entre Melhem e Calabresa segue envolvida em mistério. Quem revelou a confusão foi outro colunista do UOL, Leo Dias, que em dezembro passado criou sua própria confusão ao envolver no caso pessoas que prontamente disseram não ter problema algum com Melhem. O especialista em fofocas publicou que, além de Calabresa, as atrizes Renata Castro Barbosa e Maria Clara Gueiros também haviam denunciado Melhem. As duas negaram a mentira no mesmo dia. Leo Dias também informou que Marcelo Adnet testemunhou a favor das atrizes, o que ele contestou no dia seguinte. Restou, portanto, apenas Dani Calabresa, que jamais negou a história. Em sua apuração, Styler descobriu que o desentendimento correu no processo de criação do programa “Fora de Hora”, no primeiro semestre de 2019. A atriz queria que, em vez de um projeto novo, a emissora reeditasse o programa “Furo”, que ela apresentou em parceria com Bento Ribeiro na MTV, entre 2009 e 2012. Melhem jamais teria considerado a opção de reviver o “Furo” na Globo, mas Calabresa foi escalada para ser a apresentadora do “Fora de Hora”, ao lado de Paulo Vieira. A atriz acabou deixando o projeto, provavelmente durante uma briga. Em seu texto, Stycer acrescenta a palavra “plágio” às acusações de assédio movidas pela comediante, trazendo à tona uma possível disputa pela autoria do projeto.
Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band
A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.
Natalie Dormer é o diabo no trailer de Penny Dreadful: City of Angels
O canal pago americano Showtime divulgou um trailer completo da série derivada de “Penny Dreadful”, que destaca a reconstituição de época e uma combinação entre crítica social, clima noir e atmosfera sobrenatural, além de trazer Natalie Dormer (“Game of Thrones”) como o diabo. Intitulada “Penny Dreadful: City of Angels”, a série vai mostrar novos personagens e se passar nos anos 1930, explorando terrores reais, como o fascismo e o racismo, ao lado de aparições do além. Na trama, um detetive (Daniel Zovato, de “O Homem nas Trevas”) investiga um assassinato macabro e acaba descobrindo um submundo das trevas na cidade de Los Angeles. O elenco inclui ainda Lorenza Izzo (“Bata antes de Entrar”), Rory Kinnear (“Penny Dreadful”), Jessica Garza (“The Purge”), Nathan Lane (“Os Produtores”), Ethan Peck (“Star Trek: Discovery”), Adam Rodriguez (“Criminal Minds”), Piper Perabo (“Covert Affairs”) e a veterana Adriana Barraza (“Dora e a Cidade Perdida”). Desenvolvido por John Logan, roteirista da franquia “007” que também criou “Penny Dreadful”, “Penny Dreadful: City of Angels” tem estreia marcada para 26 de abril nos EUA.
Adiamento de 007: Sem Tempo Para Morrer pode gerar despesa extra de até US$ 50 milhões
O adiamento do lançamento de “007: Sem Tempo Para Morrer” em seis meses, transferido de abril para novembro, custará ao estúdio MGM entre US$ 30 e 50 milhões. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os valores correspondem a gastos de publicidade já dispendidos para anunciar a estreia em abril, incluindo um comercial milionário no Super Bowl, e os custos adicionais que serão necessários para divulgar a nova data. A produtora Eon Productions acertou o adiamento com a MGM nos EUA e a Universal no mercado internacional após fãs lançarem campanha pedindo a mudança, devido ao perigo de contágio pelo coronavírus nas salas fechadas de cinema. O 25º filme da franquia do agente secreto James Bond é o primeiro grande blockbuster afetado pelo vírus que já se espalhou por todo o mundo – apesar da OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considerar o contágio uma pandemia. O adiamento também foi motivado por problemas de outro tipo de saúde: a financeira. Hollywood já começa a perceber uma queda grande nas bilheterias de locais com maior taxa de incidência da covid-19, o coronavírus, como China, Itália, França, Suíça, Japão, Hong Kong e Coreia do Sul. Estes lugares contribuíram com cerca de 38% da bilheteria total do último filme da franquia, lançado em 2015. Por isso, apesar da despesa extra, não adiar o lançamento poderia causar prejuízo maior. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), “007: Sem Tempo Para Morrer” marcará a despedida de Daniel Craig como o agente secreto 007 e também traz em seu elenco Lea Seydoux, Ben Whishaw, Naomie Harris, Ralph Fiennes e Christoph Waltz, todos vistos em “007 Contra Spectre”, além de Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que estreiam na franquia. A data do lançamento no Brasil foi remanejada para 19 de novembro, uma semana antes dos EUA.
Diretor de Parasita elogia Bacurau e pede que governo brasileiro apoie mais o cinema nacional
O sul-coreano Bong Joon-ho, diretor de “Parasita”, filme vencedor do Oscar 2020, assistiu nesta sexta (6/3) em Londres a uma exibição de “Bacurau”, dos brasileiros Kleber Mendonça e Juliano Dornelles, e ao final falou sobre o que achou do longa para a BBC News. “É muito bonito. Tem uma energia única, traz uma força enigmática e primitiva”, diz, acrescentando que gostou muito do filme e da experiência proporcionada por “Bacurau”. Bong Joon-ho, que contou com apoio do governo sul-coreano para realizar “Parasita” e todos os seus filmes, também comentou o ataque que o governo brasileiro vem fazendo ao cinema nacional. “Eu espero que o governo brasileiro apoie mais a indústria de cinema brasileira e seus incríveis cineastas, como Kleber Mendonça e Juliano Dornelles. A indústria cinematográfica é arriscada e precisa de segurança e estabilidade”, comentou. O diretor sul-coreano também viu paralelos temáticos entre “Parasita” e “Bacurau”. “São pessoas e lugares diferentes, mas há uma conexão, da luta dos oprimidos”, comparou. Mas observou uma grande diferença entre os dois filmes. “Infelizmente, as pessoas das classes baixas em ‘Parasita’ nunca ficam tão bravos quanto as de ‘Bacurau’, nunca pegam em armas! Eles só querem um pouco de dinheiro. Isso é tão triste!”, comentou Bong, rindo, para o colega Kleber Mendonça Filho. Tanto “Parasita” quanto “Bacurau” foram exibidos no Festival de Cannes do ano passado. Na ocasião, Bong Joon-ho não conseguiu assistir ao longa brasileiro. “Parasita” acabou vencendo a Palma de Ouro e “Bacurau” ficou com o equivalente ao terceiro lugar na premiação, vencendo o Prêmio do Júri. Os diretores ainda se encontraram no Festival de Sidney. E pelo jeito ficaram amigos. Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles registraram o novo encontro em suas redes sociais, brincando que Bong finalmente viu o filme brasileiro. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Bong Joon Ho finalmente conseguiu assistir BACURAU. Achou o filme muito massa. ⚡️⚡️⚡️ Uma publicação compartilhada por Juliano Dornelles (@jdornelles) em 6 de Mar, 2020 às 6:19 PST Ver essa foto no Instagram Eu com diretor Bong. Uma noite memorável em Londres depois da sessão especial no @britishfilminstitute de #bacurau. Bong, grande pessoa e artista. ❤️🍷 Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 6 de Mar, 2020 às 5:51 PST Ver essa foto no Instagram Com Emilie, Juliano e Bong. 🍷❤️ #Bacurau #bfisouthbank Uma publicação compartilhada por Kleber Mendonça Filho (@kleber_mendonca_filho) em 6 de Mar, 2020 às 6:20 PST
Jornalismo da Globo vai produzir minisséries documentais para a Globoplay
A Globo definiu uma estratégia inovadora para aproveitar sua forte equipe de jornalismo em seus planos de sinergia – o projeto “Uma Só Globo” – , visando produção de conteúdo para streaming. A minissérie “Marielle – O Documentário”, que será lançada na próxima quinta (12/3) – não confundir com a série de ficção de José Padilha, prevista para 2021 – , inaugura um nova linha de produções de jornalismo para a Globoplay. “Decidimos que o jornalismo da Globo vai produzir documentários para a Globoplay”, disse Erick Brêtas, diretor do serviço de streaming, durante entrevista coletiva desta sexta (6/3), em que anunciou as duas produções focadas no assassinato da vereadora Marielle Franco. Um dia após o primeiro episódio da atração documental ser exibida na rede Globo, a série completa será disponibilizada na Globoplay. Outras atrações jornalísticas deverão se seguir a esse primeiro projeto. Mas a decisão de começar com um famoso caso criminal demonstra a vontade da Globo de avançar num território em que a Netflix vinha reinando sozinha: as series de “true crime”. A plataforma americana chegou até a produzir uma minissérie sobre um caso brasileiro – “Bandidos na TV” – , feita por produtores estrangeiros. A emissora costumava dedicar-se ao jornalismo investigativo de fôlego no programa “Globo Repórter”, antes dessa atividade ser substituída por pautas de turismo e culinária. “Marielle – O Documentário” é dirigido por Caio Cavechini, que trabalhou em outro programa de jornalismo semanal da emissora, “Profissão Repórter”. Veja abaixo um teaser da primeira minissérie documental do Globoplay.
Ellen Pompeo defende despedida polêmica de Alex Karev: “Melhor história possível”
Os fãs odiaram a despedida do personagem Alex Karev (Justin Chambers) de “Grey’s Anatomy”, mas a atriz Ellen Pompeo, que interpreta a protagonista Meridith Grey, discordou, em um post do Instagram, onde não só elogiou o desfecho da trajetória do médico na série, como a chamou de “a melhor história possível”. O episódio “Leave a Light On” (“Deixe uma Luz Acesa”, em tradução literal), exibido na noite de quinta (5/3) nos EUA foi considerado “desrespeitoso” para o personagem e “sem sentido” pelos fãs, em vários posts de protesto nas redes sociais, que originaram a hashtag #JusticeForKarev. O ator Justin Chambers não participou de sua gravação. Ele decidiu não renovar seu contrato para continuar na série e sua última aparição foi ao ar em novembro passado, quando Karev optou por voltar para casa para cuidar de sua mãe, após ter ajudado a salvar a carreira de Meredith Grey. Desde então, o destino do personagem estava em suspenso. A solução encontrada pela showrunner Krista Vernoff foi exatamente a mesma que já tinha justificado a saída de outras duas personagens queridas da longeva série, April (Sarah Drew) e Arizona (Jessica Capshaw): o reencontro com um antigo amor. No episódio, Karev envia uma carta e um pedido divórcio para sua mulher, Jo (Camila Luddington), dizendo que não voltaria a Seattle porque decidiu ficar com Izzie Stevens (Katherine Heigl), sua ex-mulher, com quem descobriu ter filhos gêmeos. A personagem de Izzie não aparece em Grey’s Anatomy há dez anos. Seu reencontro com Karev, inclusive, aconteceu “fora das câmeras”, mencionado apenas na correspondência do personagem. Tudo muito improvisado, repentino e vindo de lugar algum. Mas Ellen Pompeo achou o máximo. Ao lado de um vídeo que reúne alguns momentos de Karev, ela fez vários agradecimentos aos profissionais envolvidos nas 16 temporadas da série e engatou elogios ao episódio polêmico. “Obrigada ao nosso tesouro nacional Debbie Allen (intérprete de Catherine Avery e também diretora da séria) e aos escritores por dar a Alex Karev a melhor despedida. Obrigado a Shonda Rhimes (criadora) por criar o personagem mais incrível. Para mim, Karev volta ao início. Foi a melhor história possível. É uma homenagem àqueles incríveis primeiros anos e ao elenco incrível que criou uma base tão forte que permite à série ainda continuar. Então, não vamos ficar tristes”, disse. Ela também ecoou textos de auto-ajuda ao afirmar que a vida é feita de momentos difíceis, mas costuma dizer a seus filhos que “isso nos mostra do que somos feitos, o quanto somos fortes e que podemos enfrentá-los. Sem os momentos ruins, não haveria comemorações por essa experiência incrível que chamamos de vida”. Os fãs voltaram a protestar, desta vez no Instagram da atriz. “Melhor despedida?”, reclamou um. “Falta de criatividade e desrespeito com o personagem, isso sim”, retrucou outro. Mas muitos publicaram apenas coraçãozinhos. “Leave a Light On” deve ir ao ar apenas em abril no Brasil, pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Hi here I go again … Thank YOU! You are truly the best most passionate most loyal fans anyone could ever ask for. Because of you we got to make great tv… because of you we got to make television history! I say often life is hard and thank God it is because like I tell my kids… it shows us what we are made …of how strong we really are and let’s face it… without the lows there would be no dancing it out or celebrating this incredible experience we call life. Thanks to our national treasure @therealdebbieallen and the writers for giving Alex Karev the best send off. Thanks to @shondarhimes for creating the most amazing character. For me personally for Karev to go back to the beginning…. was the best possible storyline. It pays homage to those incredible first years and the incredible cast …that created a foundation so strong that the show is still standing. So let’s not be sad. As our fearless leader DA always says let’s PULL UP and celebrate the actors the writers and the fantastic crew who make this show come to life every week. No matter what the challenge or how tired we all are in the end… you keep us going…..That is worth dancing it out over! So much love and gratitude to you all. Xo E Uma publicação compartilhada por Ellen Pompeo (@ellenpompeo) em 6 de Mar, 2020 às 8:28 PST












