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  • Filme

    Resgate: Filme de ação estrelado por Chris Hemsworth ganha primeiro trailer legendado

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o novo pôster e o primeiro trailer legendado de “Resgate” (Extraction), filme de ação que volta a juntar o ator Chris Hemsworth (“Thor”) com os diretores de “Vingadores: Ultimato”. “Resgate” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme seria originalmente chamado de “Dhaka”, nome da capital do Bangladesh, e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um traficante, raptado por outro traficante daquela região, missão que se torna uma das mais difíceis de sua vida. Hemsworth já tinha dito que a premissa rende “algumas das mais intensas sequências de ação que já fiz” e a prévia confirma a definição. Filmado na Índia e na Indonésia, o filme foi produzido pelos irmãos Russo, por meio de sua empresa AGBO, e o elenco ainda traz David Harbour (o Xerife Hopper de “Stranger Things”), Derek Luke (“13 Reasons Why”) e Golshifteh Farahani (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia está marcada para 24 de abril em streaming.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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  • Filme

    Festival de Animação de Annecy é cancelado, mas ganhará versão online

    7 de abril de 2020 /

    Os organizadores do Festival de Cinema de Animação de Annecy, na França, anunciaram que a 60ª edição do evento foi cancelada. Ela estava prevista para acontecer entre os dias 15 e 20 de junho deste ano. O evento é conhecido como uma espécie de Cannes da animação e já consagrou várias obras brasileiras, como os longas “Uma História de Amor e Fúria” (2013), de Luiz Bolognesi, e “O Menino e o Mundo” (2014), de Alê Abreu. “É com enorme decepção que nos resignamos a cancelar a edição”, pronunciaram-se os responsáveis pelo festival, em comunicado. “Motivados por nossa paixão e entusiasmo, apesar das restrições de confinamento, esperávamos manter a edição que havíamos preparado para vocês. Porém, a lógica e a situação internacional nos obrigam a agir com lucidez e responsabilidade. Precisamos mostrar respeito e profunda gratidão aos prestadores de serviços de saúde, bem como a todos aqueles que escolhem a solidariedade e o interesse público”. O comunicado prossegue: “O Annecy Festival é uma festa, uma ‘reunião de família’. Não podemos celebrar a animação e o nosso 60º aniversário quando alguns de vocês estão impedidos de participar”. O festival, porém, vai ganhar uma versão online, que, segundo os organizadores, está atualmente sendo elaborada. “Durante várias semanas nossos membros fundadores, parceiros, fornecedores, profissionais e criadores nos enviaram seu apoio total e, por isso, somos imensamente gratos. Esses incentivos nos motivam a oferecer uma versão online do Annecy Festival 2020. Esta versão daria acesso a obras exclusivas e conteúdo original, apesar das circunstâncias atuais. Em breve divulgaremos a programação que está sendo elaborada”. A seleção oficial dos participantes da versão online será anunciada no dia 15 de abril. Já o retorno da versão tradicional, presencial, na cidade alpina de Annecy só vai acontecer no ano que vem, em 14 de junho de 2021. Veja abaixo o cartaz produzido para o evento que foi cancelado.

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  • Série

    All Rise: Série vai retomar produção de episódios sem abandonar quarentena

    7 de abril de 2020 /

    A série “All Rise”, produção da WBTV (Warner Bros. Television) para a rede CBS, vai retomar sua produção durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus. Mas a equipe não vai sair do isolamento. A ideia é adaptar a série para os dias de hoje, com situações da quarentena. O episódio em desenvolvimento abordará como o pandemia e o distanciamento social estão afetando o sistema de justiça criminal. Usando o FaceTime, Zoom, WebEx e outras mídias sociais, os produtores vão trabalhar virtualmente, à distância. As gravações do drama jurídico estrelado por Simone Missick (de “Luke Cage”) serão feitas nas casas dos próprios atores, respeitando as regras de distanciamento social, e a equipe técnica usará efeitos visuais para criar os cenários. “É uma chance única para nossa família ‘All Rise’ se unir – em nossas diferentes casas, até cidades – para contar uma história sobre resiliência, justiça e poder da comunidade”, disse o produtor executivo Greg Spottiswood. Com isso, “All Rise” será a primeira série a ter um episódio produzido em meio à suspensão de todas as gravações de filmes e séries, medida tomada como prevenção contra o covid-19. O episódio de quarentena vai ao ar no dia 4 de maio.

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  • Série

    Personagem de Frozen, Olaf ganha série animada. Veja o primeiro episódio

    7 de abril de 2020 /

    O boneco de neve Olaf, personagem da franquia “Frozen”, ganhou uma série animada, intitulada “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal). O título da atração reflete esses tempos de coronavírus. A série foi criada e produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Os episódios são curtos e mostram Olaf interagindo com outros pequenos bonecos de neve. O primeiro pode ser visto abaixo e novos capítulos serão disponibilizados diariamente no YouTube e no Twitter da Walt Disney Studios. Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia da Disney, que recentemente foi disponibilizado em VOD no Brasil.

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  • Etc

    Love 101: Série turca adolescente ganha trailer legendado da Netflix

    7 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Love 101” (Ask 101), sua nova série adolescente que tem um diferencial. É uma produção turca. A prévia, que pode ser conferida abaixo, mostra alunos problemáticos e sem controle de uma escola do Ensino Médio. Os atores são claramente mais velhos que a idade dos personagens, mas o clima evoca um dos grandes sucessos internacionais da plataforma: a série espanhola “Elite” A trama se passa nos anos 1990 na Turquia, e acompanha um grupo de alunos que se une com o objetivo de fazer com que sua professora favorita se apaixone e decida não se mudar de cidade. Caso ela se mude, o diretor tem planos de expulsá-los da escola. A 1ª temporada terá oito episódios e estreia na Netflix em 24 de abril.

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  • Série

    Vídeos de The Walking Dead revelam a volta de Maggie

    7 de abril de 2020 /

    A produtora Skybound divulgou o trailer e uma cena completa de “A Certain Doom”, o último episódio da 10ª e atual temporada de “The Walking Dead”. As prévias mostram o confronto final contra os Sussurradores e a volta de Maggie (Lauren Cohan). A última aparição de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da 9ª temporada, mas seu destino só foi revelado em diálogos dos personagens remanescentes. Ela teria abandonado Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. A decisão foi financeira. Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”. Entretanto, a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier”, abrindo a possibilidade de reintegração da atriz em “The Walking Dead”. Ela fará parte do elenco fixo da 11ª temporada, que não tem previsão de estreia. A exibição de “A Certain Doom” tampouco está agendada. Com a suspensão dos trabalhos como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o episódio ficou sem pós-produção. Assim que receber autorização, a equipe voltará para finalizar o capítulo. A expectativa é para o fim do ano. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e marcou a despedida de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva.

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  • Filme

    Viúva Negra, Shang-Chi e Doutor Estranho 2 vão estrear uma semana antes no Brasil

    6 de abril de 2020 /

    Três dias depois de anunciar as novas datas de estreias e seus filmes nos EUA, a Disney oficializou a situação de seus próximos lançamentos no Brasil. A previsão de estreia reflete o otimismo pouco realista do calendário americano, com a primeira estreia marcada para junho. Pelo cronograma, o filme que abre a volta da Disney ao cinema é a animação “Soul”. Trata-se de uma produção que nunca alterou sua data. O desenho produzido pela Pixar está desde sempre marcado para 25 de junho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Em seguida, a Disney pretende lançar “Mulan”. O filme, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho de 2020, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Já “Viúva Negra” será lançada em 29 de outubro. Mais plausível, esta data coloca o filme em cartaz no Brasil uma semana antes dos EUA, onde a estreia está marcada para 6 de novembro. Anteriormente, o filme chegaria aos cinemas no fim de abril. Ela não será o único filme da Marvel que chegará antes ao Brasil. “Eternos” (11/2/21), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (29/4/21) e “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (28/10/21) também estrearão no Brasil com antecedência. No caso do primeiro, de apenas um dia, mas a diferença chega a uma semana para os demais. A lista também confirma que “Os Novos Mutantes” voltou para o limbo, ficando sem previsão. Triste sina do derivado dos X-Men, que deveria ter estreado em abril do ano passado, caso a Disney não tivesse comprado a Fox. Claro que se os cinemas continuarem fechados, estas datas não significarão nada. Confira abaixo o calendário dos próximos lançamento da Disney no Brasil. “Soul”: 25/6 “Mulan”: 23/7 “Empty Man”: 6/8 “The One and Only Ivan”: 13/8 “The Beatles: Get Back”: 3/9 “King’s Man: A Origem”: 17/9 “Morte No Nilo”: 8/10 “The French Dispatch”: 15/10 “Everybody’s Talking About Jamie”: 22/10 “Viúva Negra”: 29/10 “Deep Water”: 19/11 “Free Guy – Assumindo O Controle”: 10/12 “West Side Story”: 17/12 “Raya and the Last Dragon”: 7/1/21 “Eternos”: 11/2/21 “Ron’s Gone Wrong”: 25/2/21 “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”: 29/4/21 “Cruella”: 3/6/21 “Jungle Cruise”: 29/7/21 “Hamilton”: 14/10/21 “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”: 28/10/21 “Avatar 2”: 16/12/21

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  • Filme,  Música

    Novo clipe da trilha de Trolls 2 junta Justin Timberlake e Anna Kendrick

    6 de abril de 2020 /

    Justin Timberlake lançou em sua página no YouTube um novo clipe baseado na trilha da animação “Trolls 2”, disponibilizada nesta semana em serviços de VOD do exterior. A música “Don’t Slack” é uma parceria entre Timberlake e o cantor Anderson Paak, e o clipe traz os dois tentando contagiar com sua alegria a atriz Anna Kendrick, que aparece desanimada em trajes de quarentena (pijamas). Os personagens principais da franquia “Trolls” são dublados por Timberlake e Kendrick. “Don’t Slack” é a segunda música da trilha sonora de “Trolls 2” a ganhar clipe. A primeira foi “The Other Side”, uma parceria de Timberlake com SZA. A animação tinha estreia marcada para 9 de abril no Brasil, mas com os cinemas fechados a Universal decidiu lançar o filme em streaming nos EUA e Europa. Não há previsão para que o mesmo aconteça no Brasil, onde o estúdio planeja retomar o lançamento cinematográfico de “Trolls 2” em outubro.

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  • Etc

    Roseanne Barr “descobre” que coronavírus é plano para eliminar sua geração

    6 de abril de 2020 /

    A comediante Roseanne Barr, atualmente mais conhecida por propagar teorias de conspiração da extrema direita na internet, descobriu qual é o objetivo da pandemia de coronavírus que vem matando milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo Roseanne, a doença faz parte de um plano para matar as pessoas mais velhas, eliminando a geração conhecida como “baby boomer”. Ela compartilhou sua descoberta numa live do também comediante Norm Macdonald. “Você sabe o que é, Norm? Acho que eles estão apenas tentando se livrar de toda a minha geração”, disse Roseanne. “As garotas boomers que, você sabe, são viúvas hoje. Elas herdaram o dinheiro, então eles foram onde quer que o dinheiro estivesse e descobriram uma maneira de obtê-lo das pessoas”, completou Barr, sem deixar claro quem seriam “eles” ou como o dinheiro será obtido com a morte das viúvas. Barr também contou que está usando o tempo livre na quarentena para trabalhar em um processo contra Hollywood. Ela não superou o fato de ter sido demitida de sua própria série, “Roseanne”, pela presidente da rede ABC após disparar um tuíte racista contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Na época, a comediante também foi dispensada por sua agência, a ICM Partners. A ABC chegou a resgatar a série, rebatizando-a de “The Conners”, sem participação de Roseanne. “Agora tenho tempo para pesquisar e propor a ação perfeita”, contou Barr. Veja a conversa entre Roseanne e Macdonald no vídeo abaixo.

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  • Filme

    Jay Benedict (1951 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    O ator Jay Benedict morreu no sábado (4/4) aos 68 anos, vítima de covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria do ator. “É com muita dor que anunciamos a morte do nosso cliente Jay Benedict, que perdeu a batalha contra o covid-19 nesta tarde. Nossos pensamentos estão com sua família”, disse a TCG Artist Management em um comunicado. Nascido na Califórnia (EUA), Benedict teve uma longa carreira, com participações em várias séries, inclusive produções britânicas. Ele também apareceu em grandes sucessos do cinema, como “Vítor ou Vitória?” (1982), “Aliens, o Resgate” (1986), “A Casa da Rússia” (1990), “A Colônia” (1997), “Vatel, um Banquete para o Rei” (2000) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), entre outros, sempre em papéis pequenos. Seus últimos filmes foram duas produções francesas de 2017: a comédia “Madame” e a sci-fi “Depois do Apocalipse”. Benedict era casado com Phoebe Scholfield, que trabalhava com casting de dubladores e também era atriz – estrelou a série britânica “‘Allo ‘Allo!” (1982–1992).

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  • Etc,  Série

    James Drury (1934 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    O ator James Drury, que por nove temporadas protagonizou a famosa série de western “O Homem de Virgínia” (The Virginian), morreu nesta segunda (6/4) aos 85 anos. A assistente do ator, Karen Lindsey, confirmou a notícia no Facebook e citou que a more ocorreu por causas naturais. Uma das séries mais populares da era de ouro do western televisivo, “O Homem de Virgínia” acompanhava os empregados do rancho Shiloh Ranch, gerenciado pelo personagem de Drury. Ele era conhecido como o homem de Virgínia, em alusão ao estado americano em que nasceu, e nunca teve seu verdadeiro nome revelado na atração, exibida entre 1962 e 1971 na TV americana. O protagonista e o seu braço direito, Trampas (Doug McClure), foram os únicos que ficaram na série por toda a duração, visto que o proprietário do rancho mudou várias vezes com o passar dos anos. Entre as diferentes temporadas, o elenco também destacou Lee J. Cobb, Clu Gulager e John McIntire. Antes de conseguir o papel que marcaria sua carreira, Drury atuou num dos maiores clássicos da ficção científica “Planeta Proibido” (1956), além de ter estrelado westerns cinematográficos, como os igualmente célebres “A Última Carroça” (1956), dirigido por Delmer Daves, e “Pistoleiro do Entardecer” (1962), do mestre Sam Peckinpah. Ele também contracenou com Elvis Presley no western “Ama-Me com Ternura” (1956) e estrelou a versão da Disney de “Pollyanna” (1960). Ao contrário do colega Doug McClure, que protagonizou vários filmes de sucesso, a carreira de Drury não prosperou após “O Homem de Virgínia”, resumindo-se a participações especiais em séries, como “Têmpera de Aço”, “Chuck Norris: Homem da Lei” e “As Aventuras de Brisco County Jr.”, e pequenas aparições em filmes derivados de séries do Velho Oeste, como “Maverick” (1994, com Mel Gibson) e a própria adaptação de “O Homem de Vírginia” (2000), estrelada por Bill Pullman no canal pago TNT. Seu último papel foi no telefilme “Billy and the Bandit”, atualmente em pós-produção.

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    George Ogilvie (1931 – 2020)

    6 de abril de 2020 /

    O diretor australiano George Ogilvie, que codirigiu “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” (1985), morreu no domingo (5/4) aos 89 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Vindo do teatro, Ogilvie inciou sua carreira como ator, e depois de alguns papéis na TV australiana nos anos 1950, virou diretor. Ele conheceu George Miller durante a produção da minissérie “The Dismissal” (1983), que teve episódios dirigidos pelos dois. Quando decidiu continuar a sua franquia “Mad Max”, Miller chamou seu colega para codirigir o terceiro longa. “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” foi a estreia de Ogilvie no cinema. A produção de 1985 trouxe a popstar Tina Turner para atuar ao lado de Mel Gibson, na última vez em que o ator viveu Mad Max. A música-tema do filme, “We Don’t Need Another Hero”, tornou-se um dos maiores sucessos da cantora e foi indicada ao Globo de Ouro e ao Grammy. Em 1990, Ogilvie dirigiu a estreia do ator Russell Crowe no cinema, o drama romântico “The Crossing”. Os dois mantiveram a amizade, e 24 anos depois Crowe chamou Ogilvie para fazer uma aparição como ator em sua estreia na direção, “Promessas de Guerra”. No longa de 2014, o cineasta australiano aparece interpretando um afiador de facas cego. No Twitter, Crowe homenageou o amigo e mentor como “um talentoso professor na arte, no teatro e na vida”. “Foi um profundo privilégio conhecer George. Ainda sinto o impacto, todos os dias da minha vida, do que ele me ensinou. Ah, precioso Sr. Ogilvie, este é um momento triste de verdade”, escreveu o ator.

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