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    Duna: Timothée Chalamet e Josh Brolin aparecem em nova foto da sci-fi

    12 de maio de 2020 /

    A Legendary divulgou uma novo foto do remake de “Duna”, que mostra o protagonista os personagens de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) no deserto. Além desses atores, o elenco grandioso também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação deve ser dividida em duas partes e virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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  • Série

    Control Z: Série teen mexicana da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, o pôster nacional e um longo trailer legendado de “Control Z”, série mexicana passada numa escola de elite. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, se não for ela própria a responsável pela campanha de difamação. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.

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  • Série

    Sangue e Água: Série teen africana da Netflix ganha trailer legendado

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer legendado de “Sangue e Água” (Blood & Water), sua segunda série sul-africana. Bem diferente do thriller de ação “Queen Sono”, a nova atração mergulha no universo dos adolescentes privilegiados. A trama acompanha uma adolescente que precisa se adaptar à transferência para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar, em segredo, um sequestro que afetou sua família. “De onde você é?”, pergunta uma colega logo no começo do trailer. “Não do mesmo lugar que as pessoas daqui”, responde ela. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), a série tem estreia marcada para 20 de maio na plataforma de streaming.

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  • Série

    Expresso do Amanhã: Série baseada em filme de Bong Joon-ho chega ao Brasil pela Netflix

    11 de maio de 2020 /

    A Netflix anunciou que disponibilizará a série “Snowpiercer” no Brasil. A atração será chamada de “Expresso do Amanhã”, mantendo a tradução do filme de 2013 em que se baseia, e estreará em 25 de maio na plataforma de streaming, oito dias após o lançamento nos EUA. A trama se passa num mundo pós-apocalíptico, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. Originalmente concebida para o canal pago TNT, a série foi criada há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da emissora sobre os rumos da atração, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia, já que o capítulo precisou ser inteiramente refilmado com outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. Apesar das dificuldades de bastidores, o resultado agradou tanto que “Snowpiercer” foi renovada para sua 2ª temporada um ano antes de exibir seu primeiro episódio. Essa demora, ironicamente, favoreceu a série, já que o diretor do filme “Expresso do Amanhã”, em que a série se baseia, ganhou enorme projeção no começo do ano. Trata-se de ninguém que o sul-coreano Bong Joon-ho, grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. A premissa da série é a mesma do filme, que, por sua vez, baseava-se numa graphic novel francesa – de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. O grande elenco é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). Vale observar que a Netflix fez o anúncio do lançamento da série com um pôster que, além da oposição dos protagonistas, mostra o Cristo Redentor carioca ao fundo. Confira abaixo. Expresso do Amanhã mostra a história de um mundo pós-apocalíptico, sete anos depois de ter ficado completamente congelado! Minha nova série distópica chega dia 25 de maio. pic.twitter.com/B2cljRGuhP — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 11, 2020

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  • Série

    American Horror Story vai ganhar série derivada

    11 de maio de 2020 /

    “American Horror Story” vai ganhar um spin-off após 10 anos de sucesso no canal pago FX. O produtor Ryan Murphy anunciou a produção de “American Horror Stories”, uma variação que se diferencia pelo título no plural. O derivado também será uma série de terror em formato de antologia, mas, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias de horror diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. Em um post no Instagram, Murphy mostrou a reação do elenco da série original à notícia e explicou a premissa. Veja abaixo. Apesar da imagem da videoconferência coletiva, o encontro não foi aberto ao público como outras lives do aplicativo Zoom. Tratou-se de uma reunião privada, para que Murphy compartilhasse com o elenco os planos para a 10ª temporada de “American Horror Story”, como a data prevista para o começo das gravações e “outros detalhes que não posso revelar”, ele escreveu. Os atores que participaram da reunião foram Jessica Lange, Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson, Denis O’Hare, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, Anjelica Ross, Leslie Grossman, Finn Wittrock, Taissa Farmiga, Billie Lourd, Dylan McDermott, Adina Porter e Cody Fern. Adiada pela pandemia de coronavírus, a 10ª temporada de “American Horror Story” também contará com Macaulay Culkin (o eterno Kevin, de “Esqueceram de Mim”). Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram “American Horror Story” cast zoom call…where we reminisced about the good times…the spin off we're doing called "American Horror Stories" (one hour contained episodes)…when we will start filming the next season of the mothership…and other stuff I cannot print. It was so much fun and I'm glad we caught up. I miss everyone! Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 11 de Mai, 2020 às 6:53 PDT

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  • Filme

    Tell Me a Story é cancelada após 2ª temporada

    11 de maio de 2020 /

    A plataforma CBS All Access cancelou a série “Tell Me a Story”, que transformava contos de fadas em tramas de suspense, após sua 2ª temporada. Produzida por Kevin Williamson, o criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico” (Scream), a série era uma adaptação da espanhola “Cuéntame un Cuento” e combinava três fábulas diferentes por temporada (“Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” no primeiro ano) para criar tramas de ganância, vingança e assassinato. “O brilhante Kevin Williamson deu vida aos nossos contos de fadas favoritos em um formato de antologia que distorceu e subverteu as histórias que todos conhecemos, transformando-as em thrillers modernos. Foi um privilégio trabalhar com um grupo de mentes criativas e de elite como Kevin, Aaron Kaplan e a equipe da Kapital Entertainment, bem como o incrível elenco de ‘Tell Me a Story’, que fez um trabalho fenomenal personificando e reinventando os personagens amados desses seis contos de fadas”, disse Julie McNamara, vice-presidente e chefe de programação da CBS All Access, em comunicado. O elenco grandioso da produção incluiu Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”), o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) e, na 2ª temporada, Carrie-Anne Moss (a Trinity de “Matrix”). O último episódio foi exibido em fevereiro passado. Como cada temporada contou uma história completa, a série foi rapidamente adquirida pela rede The CW para ser exibida na TV aberta americana, junto com outras atrações – como “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano da plataforma DC Universe – , visando cobrir buracos da programação, ocasionados pela crise sanitária do novo coronavírus.

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  • Etc

    Rodrigo Santoro homenageia cinema brasileiro e artistas mortos em tempos de coronavírus

    11 de maio de 2020 /

    O ator Rodrigo Santoro publicou no Instagram um homenagem para o cinema brasileiro e os artistas mortos durante a pandemia do novo coronavírus. Em um vídeo chamado “O Povo Brasileiro”, Santoro aborda a situação da pandemia atual com uma narração que entrelaça títulos de filmes nacionais para incentivar a arte e a esperança. “Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar”, escreveu o ator ao lado do vídeo. Ao final, imagens dos artistas brasileiros recentemente falecidos, como Moraes Moreira, Ciro Pessoa e Rubens Fonseca, são lembradas e enaltecidas. A publicação contrasta como o silêncio da secretária de Cultura Regina Duarte sobre as mortes dos artistas. Em entrevista à CNN Brasil, ela disse que não era “obituário” para justificar sua falta de manifestação pública. Falta humanidade ao governo que ignora mortes e usa o lema nazista do Holocausto (“o trabalho liberta”) para promover ações que podem deflagrar genocídio de brasileiros em tempos de coronavírus. Ver essa foto no Instagram Esses filmes representam parte da identidade brasileira. Não caberiam todos aqui. Foram feitos por nós para que o mundo pudesse testemunhar. Artistas, técnicos, produtores, músicos que cuidam das trilhas, enfim, tantos brasileiros contribuindo para escrever a nossa história ao longo do tempo. E isso ninguém vai poder apagar. São a nossa herança, assim como "a esperança equilibrista" de Aldir, o "ficou tudo lindo de manhã cedinho" de Moraes, as palavras precisas e potentes de Rubem, o sorriso terno de Daisy, as aventuras intrépidas do Tio Maneco (Flávio querido), o som de Ciro, as obras de arte “só para baixinhos” de Azulay… e os que ainda seguem fazendo o que é belo e potente no nosso país🌻 #PatrimônioBrasileiro Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 9 de Mai, 2020 às 9:28 PDT

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  • Música

    Shows clássicos: Documentários raros de T-Rex, Sabbath, Kinks, Stones, Kiss, Queen, etc

    11 de maio de 2020 /

    Pipoca Moderna retoma o festival de documentários musicais históricos – iniciado na semana passada com uma retrospectiva dos anos 1960 – para apresentar a primeira parte da curadoria dedicada à década de 1970. A riqueza de material descoberto nas cavernas do Google rendeu tantas raridades, que a seleção de vídeos da década que começou hippie e terminou punk precisou ser divida em três partes. Nesta primeira leva, estão os artistas mais, digamos, rock’n’roll, abrangendo do garage rock do MC5 ao glam rock de Marc Bolan & T-Rex. Os 26 shows abaixo representam o apogeu da era dos álbuns duplos do rock. A lista traz alguns registros que marcaram época, como a turnê do disco “Exile on Main Street”, dos Rolling Stones, com Mick Taylor na guitarra solo, a apresentação nova-iorquina do Led Zeppelin que rendeu o álbum duplo “The Song Remains the Same”, a íntegra do show da banda The Who fatiado no documentário “The Kids Are Alright”, a pauleira do Deep Purple eternizada no clássico “Made in Japan”, a performance da banda Wings, de Paul McCartney, que virou o documentário “Rockshow”, a excursão “Alive II” do Kiss, a última turnê de Bon Scott no AC/DC, transformada no filme “Let There Be Rock”, o show do disco de John Lennon “Live in New York”, o “Live at Budokon” do Cheap Trick, o show do “A Night at the Opera”, do Queen, etc. Mais que um festival online, a seleção é praticamente um curso intensivo da história do rock. Confira. #FiqueEmCasa. #StayHome. MC5 | 1972 Led Zeppelin | 1973 Deep Purple | 1972 Nazareth | 1977 Black Sabbath | 1970 Alice Cooper | 1973 The Rolling Stones | 1972 Aerosmith | 1976 AC/DC | 1977 Creedence Clearwater Revival | 1970 Lynrd Skynyrd | 1974 The Band | 1976 Neil Young | 1971 Joni Mitchell | 1970 Peter Frampton | 1977 John Lennon | 1972 Paul McCartney and Wings | 1976 The Who | 1977 The Faces | 1970 The Kinks | 1973 Marc Bolan & T-Rex | 1972 Suzi Quatro | 1977 Heart | 1978 Cheap Trick | 1978 Kiss | 1977 Queen | 1977

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  • Filme

    Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês

    10 de maio de 2020 /

    A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.

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  • Filme

    Cate Blanchett negocia estrelar adaptação do game Borderlands

    10 de maio de 2020 /

    A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) está negociando estrelar a adaptação do game “Borderlands”. Embora a Lionsgate, responsável pela produção, não tenha confirmado, várias fontes da imprensa americana indicam que ela deve interpretar a protagonista Lilith. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, como a manipulação do tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para caçar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. O detalhe é que a adaptação para os cinemas foi anunciada antes desse lançamento, em 2015, com o mesmo produtor envolvido no atual projeto: Avi Arad, dos filmes do “Homem-Aranha”. Na época, a direção estava a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). Não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia, devido à pandemia do novo coronavírus.

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  • Filme

    Shirley: Elisabeth Moss vive escritora da Maldição da Residência Hill em trailer de suspense premiado

    10 de maio de 2020 /

    Premiado no Festival de Sundance, o suspense “Shirley”, estrelado por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”), teve o primeiro trailer e pôster divulgados pelo estúdio indie Neon. No filme, Moss interpreta uma escritora perturbada de livros de terror, que encontra inspiração para sua próxima obra quando ela e seu marido convidam um jovem casal a se tornarem seus hóspedes. A história é supostamente baseada num caso real envolvendo a escritora Shirley Jackson, autora de “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House), best-seller de 1959 que inspirou a série da Netflix batizada no Brasil de “A Maldição da Residência Hill” (como se Hill fosse nome próprio). O marido é interpretado por Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) e o casal formado por Odessa Young (“País da Violência/Assassination Nation”) e Logan Lerman (“Hunters”). Com direção de Josephine Decker (“A Madeline de Madeline”) e produção do cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”), “Shirley” será lançado digitalmente em 5 de junho nos EUA e ainda não tem previsão para o Brasil.

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  • Série

    Produções de Avatar 2 e série do Senhor dos Anéis já podem ser retomadas na Nova Zelândia

    9 de maio de 2020 /

    Exemplo de contenção à pandemia do novo coronavírus, a Nova Zelândia fechou tudo e, após a população ficar trancada em casa por dois meses, a curva de contaminação entrou em queda vertiginosa, permitindo um relaxamento gradual da quarentena nesta semana. Entre as atividades que tiveram permissão para serem retomadas está a produção de filmes e séries, entre eles as continuações de “Avatar”, da Disney, e a atração baseada em “O Senhor dos Anéis”, da Amazon. Os estúdios interessados em retomar os trabalhos precisarão seguir uma série de normas estipuladas pela Comissão de Filmes da Nova Zelândia e aprovadas pelo governo. Annabelle Sheehan, presidente da Comissão, informou que diversos sindicatos ligados à indústria cinematográfica da Nova Zelândia trabalham em conjunto para o estabelecimento dos procedimentos que permitirão “filmagens seguras”. As filmagens das sequências de “Avatar”, de James Cameron, estavam avançadas quando foram suspensas em meados de março. O diretor estava filmando simultaneamente “Avatar 2” e “Avatar 3”, visando lançar o primeiro em dezembro de 2021 e o próximo no final de 2023. Já a série ainda sem título de “O Senhor dos Anéis”, rodada nos mesmos cenários do filme, mal tinha começado a ser gravada, após longo período de pré-produção. Por isso, ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Stargirl: Novo trailer apresenta os vilões da Sociedade da Injustiça

    9 de maio de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia revela a morte dos heróis da Sociedade da Justiça da América nas mãos de seus inimigos, a Sociedade da Injustiça, e a determinação da jovem heroína em enfrentar todos os vilões. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão da série. Já nos quadrinhos, a história é bem mais complicada. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.

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