Star Wars vai ganhar especial de Natal da Lego na Disney+
A Disney anunciou a produção de um novo especial de fim de ano de “Star Wars”, que desta vez será uma animação com bonecos da Lego. O lançamento, que teve sua primeira foto revelada (acima), estreará em novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), o serviço de streaming da empresa. O especial contará com Rey e outros personagens da trilogia mais recente de “Star Wars”, e terá como tema o Dia da Vida, um feriado importante na galáxia muito, muito distante. O Dia da Vida foi introduzido no primeiro especial de Natal de “Star Wars”, cujo viés cômico causou estranheza e foi repudiado pelos fãs da época – em 1978, um ano após o lançamento do filme originalmente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. No novo especial, a heroína Rey será “lançada em uma aventura através de momentos adorados da histórica cinemática de ‘Star Wars’ ao longo de várias épocas”, segundo o comunicado da Disney. A trama vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, quando Rey deixa seus amigos para se preparar para o Dia da Vida. Ao viajar com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força, ela chega num misterioso templo Jedi e acaba lançada no passado, onde entra em contato com Luke Skywalker, Darth Vader, Yoda, Obi-Wan Kenobi e outros heróis e vilões icônicos de todos nove filmes da saga Skywalker. Claramente inspirada na premissa do “Fantasma do Natal Passado” criada por Charles Dickens em seu clássico “Um Conto de Natal”, a animação tem como maior atrativo o encontro de Rey com a versão jovem de Luke Skywalker. Todos os atores dos filmes, como Daisey Ridley (Rey) e Mark Hamill (Luke), vão dublar seus personagens. A atração vai estrear no dia 17 de novembro no Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que também tem previsão para chegar ao Brasil em novembro.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil
A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.
O Diabo de Cada Dia: Suspense com Tom Holland e Robert Pattinson ganha trailer tenso
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer original de “O Diabo de Cada Dia” (The Devil All the Time, no original), novo filme que vai juntar Tom Holland (o Homem-Aranha) e Robert Pattinson (o Batman). Os dois já trabalharam juntos em “Z: A Cidade Perdida” (2016). A prévia é extremamente tensa e envolve vários personagens, numa trama repleta de pecado, mortes e vingança. O elenco estelar da produção também destaca Sebastian Stan (o Soldado Invernal), Mia Wasikowska (a Alice no País das Maravilhas), Bill Skarsgard (o Pennywise), Jason Clarke (o John Connor de “Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (a Amma de “Objetos Cortantes”) e Riley Keough (a Capable de “Mad Max: Estrada da Fúria”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (o Mysterio). Já a direção está a cargo do semi-brasileiro Antonio Campos. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. “O Diabo de Cada Dia” é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, que foi lançado no Brasil pela DarkSide Books com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Holland vive o personagem central, Arvin Russell, descrito como um garoto problemático que deve lidar com as demais pessoas sinistras da região para tentar salvar quem ele mais ama. Pattinson vive o segundo personagem mais importante, um pastor com crise de fé, chamado Preston Teagardin. Os dois vão entrar em rota de colisão. A estreia está marcada para 16 de setembro em streaming.
Katy Perry faz primeiro grande lançamento exclusivo de clipe no Facebook
Duas semanas após o anúncio de que o Facebook vai disputar o mercado de clipes com o YouTube, a cantora Katy Perry fez o primeiro grande lançamento exclusivo do novo canal musical da rede social. Trata-se de uma novo vídeo de “Smile”. No clipe, a cantora joga um videogame com um avatar inspirado nela mesma, mas vestida de palhaço, vencendo com amor e sorrisos as diversas etapas de um jogo de temática circense. Do ponto de vista artístico, o vídeo segue a tendência das produções cheias de elementos coloridos que caracteriza a carreira da cantora, incluindo animação computadorizada digna de cinema nas cenas do game. Mas o vídeo não veio acompanhado de créditos para identificar a equipe responsável. Do ponto de vista comercial, o lançamento revela a limitação da ambição do Facebook. Quem quiser incluir o código do clipe em seu site, vai encontrar um recado na tela: “Este vídeo não pode ser incorporado porque pode apresentar conteúdo de outra pessoa”. Isto concentra as exibições num único local: o próprio Facebook. E mantém o YouTube na vantagem, porque a incorporação do código do portal do Google não só é “amigável” para o usuário como permite uma multiplicação de fontes que faz disparar as visualizações dos vídeos. A conclusão é que, no Facebook, além do público se sentir limitado, a proibição de incorporação vai render menor contagem de views. Para assistir ao vídeo na página do Facebook de Katy Perry, clique na imagem abaixo.
Versão feminina de American Pie ganha trailer
Além dos quatro filmes oficiais, “American Pie” também é uma franquia de DVDs, que rendeu mais quatro títulos. E o trailer de um novo exemplar do gênero revela que ainda se fabrica esses disquinhos. A Universal divulgou o trailer de “American Pie Presents: Girls’ Rules”, que será lançado em DVD e VOD (locação digital), mas curiosamente não em Blu-ray, que é mais caro de produzir. É a velha história de sempre, só que desta vez destacando atrizes com mais de 20 anos em papéis de adolescentes. A trama gira em torno de quatro amigas com problemas na vida amorosa, que fazem um pacto para resolver a situação. O elenco conta com Madison Pettis (que era criança há 13 anos, em “Treinando o Papai”), Piper Curda (que era adolescente há 6 anos na série da Disney “Não Fui Eu”), Natasha Behnam (“One-Night”) e Lizze Broadway (“Here and Now”), além do boy toy “adolescente” Darren Barnet (“Eu Nunca…”), que vai completar 30 anos! Dirigido por Mike Elliott (“Escorpião Rei 4”), o filme tem lançamento marcado para 8 de outubro nos EUA.
Maisa e Manu Gavassi lideram indicações aos Meus Prêmios Nick
O canal pago Nickelodeon divulgou a lista dos indicados aos Meus Prêmios Nick (MPN), versão brasileira do Kid’s Choice Awards (KCA). A seleção foi realizada pelo público e contou com mais de 75 milhões de votos, resultando em destaque para a atriz Maisa Silva e a cantora Manu Gavassi, que esteve recentemente no Big Brother Brasil. As duas concorrem em seis categorias. Maisa foi indicada nas categorias Vencedores Épicos do KCA, Slime Épico, Artista de TV Favorita, Instagram do Ano, Programa de TV Favorito e Tiktoker do Ano. Já Manu Gavassi disputa Artista Musical Favorito, Conteúdo Digital do Ano, Hit Nacional Favorito, Inspiração do Ano, Instagram do Ano e Style do Ano. Entre as 24 categorias, três são novidades desse ano, mas tem viés de retrospectiva: Agradecimento Épico (reconhecimento pela carreira), Vencedores Épicos do KCA (embora o prêmio brasileiro seja MPN desde 1999) e Slime Épico (banho de gosma verde). Como fica claro pela relação de categorias, a premiação do MPN é completamente independente do KCA. As votações para os melhores do ano já estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial, Instagram e Twitter da Nickelodeon, usando as hashtags indicadas ao lado de cada candidato. Os vencedores serão conhecidos no dia 23 de setembro em uma cerimônia que, pela primeira vez, será transmitida simultaneamente na TV e nas redes sociais do canal. A premiação vai acontecer em estúdio, seguindo todos os padrões de segurança e higienização estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e sem presença de público e convidados. Veja abaixo a lista completa dos indicados ao MPN 2020. Aposta Trendy By Nick Esdras Saturnino #EsdrasSaturnino Lisandra Barcelos #LisandraBarcelos Lorena Queiroz #LorenaQueiroz Taby #Taby Artista de TV Feminina Larissa Manoela #LarissaManoela Maisa #Maisa Marina Ruy Barbosa #MarinaRuyBarbosa Sophia Valverde #SophiaValverde Artista de TV Masculino Caio Castro #CaioCastro Felipe Simas #FelipeSimas João Guilherme #JoaoGuilherme Lucas Burgatti #LucasBurgatti Artista Internacional Favorito Billie Eilish #BillieEilish BTS #BTS Camila Cabello #CamilaCabello Now United #NowUnited Artista Musical Favorito Anitta #Anitta Manu Gavassi #ManuGavassi Melim #Melim Pabllo Vittar #PablloVittar Canal de Youtube do Ano Camila Loures #CamilaLoures Enaldinho #Enaldinho Loud #Loud Rezendeevil #Rezendeevil Conteúdo Digital do Ano Any Gabrielly Convida (Any Gabrielly) #AnyGabriellyConvida Bolívia Talk Show (Desimpedidos) #BoliviaTalkShow Garota Errada (Manu Gavassi) #GarotaErrada Websérie Por trás da Música (BFF Girls) #PorTrasdaMusica Desenho Animado Favorito Bob Esponja #BobEsponja O Incrível Mundo de Gumball #OIncrivelMundoDeGumball Os Jovens Titãs #JovensTitas The Loud House #TheLoudHouse Fandom do Ano Avocados (Billie Eilish) #Avocados Blink (BLACKPINK) #Blink BTS Army (BTS) #Army Uniters (Now United) #Uniters Filme do Ano Ela Disse, Ele Disse #ElaDisseEleDisse Frozen 2 #Frozen2 Jumanji: Próxima Fase #JumanjiProximaFase Modo Avião #ModoAviao Gamer do Ano Cherryrar #Cherryrar Flakes Power #FlakesPower Ingredy Barbi Games #IngredyBarbiGames TazerCraft #TazerCraft Hit Internacional Favorito Billie Eilish – Everything I Wanted #EverythingIWanted Blackpink – How You Like That #HowYouLikeThat Dua Lipa – Break My Heart #BreakMyHeart Now United – Come Together #ComeTogether Hit Nacional Favorito BFF Girls – Fica #Fica Camila Loures e MC WM – Bambolê #Bambole Giulia Be – Menina Solta #MeninaSolta Manu Gavassi – Áudio De Desculpas #AudioDeDesculpas Inspiração do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyInspiracao Bruna Marquezine #BrunaMarquezineInspiracao Larissa Manoela #LarissaManoelaInspiracao Manu Gavassi #ManuGavassiInspiracao Instagram do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyIG Larissa Manoela #LarissaManoelaIG Maisa #MaisaIG Manu Gavassi #ManuGavassiIG Live do Ano Alok #AlokEmCasa Larissa Manoela #MinhaEscolha Marília Mendonça #LiveLocalMariliaMendonca Melim #LiveMelimEuFeatVoce Programa da Nick Favorito Bob Esponja #BobEsponjaNick Henry Danger #HenryDangerNick Sam & Cat #SamECatNick The Thundermans #TheThundermansNick Programa de TV Favorito As Aventuras De Poliana #AsAventurasDePoliana Bia #Bia Henry Danger #HenryDanger Programa da Maisa #ProgramaDaMaisa Ship do Ano Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso #GioeBruno João Guilherme e Jade Picon #JoaoEJade Ludmilla e Brunna Gonçalves #LudEBru Tatá Werneck e Rafael Vitti #TataeRafa Style do Ano João Guilherme #JoaoGuilhermeStyle JP Mota #JPMotaStyle Luh Setra #LuhSetraStyle Manu Gavassi #ManuGavassiStyle TikToker do Ano Any Gabrielly #AnyGabriellyTikTok Camilla de Lucas #CamilladeLucasTikTok Doarda #DoardaTikTok Maisa #MaisaTikTok Agradecimento Épico Renato Aragão (2019) #RenatoAragao Xuxa Meneghel (2016) #Xuxa Luan Santana (2016) #LuanSantana Turma da Mônica (2019) #TurmadaMonica Vencedores Épicos do KCA Bibi Tatto (2020) #BibiKCA Maisa (2019) #MaisaKCA BFF Girls (2018) #BFFGirlsKCA Now United (2020) #NowUnitedKCA Slime Épico Alok (2017) #AlokSlime Eduardo Sterblitch (2014) #EduSterblitchSlime Manual do Mundo (2016) #ManualdoMundoSlime Maisa e Mateus e Kauã (2018) #MaisaMateusKauaSlime
Congresso derruba veto de Bolsonaro e restabelece Lei de Incentivo ao Audiovisual
Em sessão remota do Congresso Nacional, deputados e senadores derrubaram nesta quarta-feira (12/8) o veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei que prorroga os benefícios fiscais previstos na Lei do Audiovisual e a vigência do Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica (Recine). Bolsonaro tinha vetado integralmente o projeto em dezembro, após aprovação na Câmera e no Senado. A Lei do Audiovisual é uma forma de apoio indireta a projetos do setor, que dá descontos fiscais a patrocinadores. A norma entrou em vigor em 1993 e permite a dedução, no Imposto de Renda, das quantias investidas. Ela tinha perdido sua validade em 2019 e Bolsonaro se recusou a renová-la, vetando o projeto integralmente. Já o Recine é um regime tributário especial, que permite estimular a ampliação de investimentos privados em salas de cinema. A lei, agora promulgada, destina incentivos fiscais aos proprietários de salas de cinema pelo país e também à produção cinematográfica e televisiva brasileira. Pelo programa, é possível a suspensão da cobrança do PIS, Cofins, Imposto de Importação e IPI na importação de equipamentos usados na construção e modernização de cinemas. Por conta do veto original de Bolsonaro à renovação das duas leis, a Ancine, que não libera o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) desde 2018, tinha tomado a iniciativa de propor empréstimos a juros para exibidores pagarem dívidas geradas pelo fechamento das salas durante a pandemia. A promulgação da PL 5.815/2019, projeto de autoria do deputado Marcelo Callero (ex-Ministro da Cultura do governo Temer), agora garantirá verbas incentivadas ao circuito cinematográfico. Será um grande alívio em meio ao sufoco causado pela guerra cultural travada pelo desgoverno, que além de tentar impedir o setor de receber os incentivos da lei, proibiu apoio da Petrobras aos festivais do país, eliminou verbas de apoio da chancelaria à divulgação do cinema nacional no exterior, desmontou várias vezes a estrutura das secretarias da Cultura e do Audiovisual e criou dificuldades burocráticas para a liberação do FSA, verba de fomento da produção audiovisual, arrecadada via taxação do setor, cujo destino desde a posse de Bolsonaro é uma incógnita.
Quase uma Rockstar: Drama adolescente com estrela de Moana ganha trailer legendado
A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o primeiro trailer de “Quase uma Rockstar”, novo drama adolescente de streaming. Mas atenção: o título é cilada. A prévia revela que não há nada remotamente parecido com rock ou comportamento de rockstar na produção. No máximo, a protagonista aparece cantando uma balada triste. O vídeo privilegia mesmo é o drama edificante e a mensagem de solidariedade da história. Trata-se de uma adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Matthew Quick, autor de “O Lado Bom da Vida” (livro adaptado para o cinema em 2012 com performance vencedora de Oscar de Jennifer Lawrence). Mas o filme ganhou um título mais apropriado em inglês: “All Together Now”, convocação para uma cantoria coletiva, que na trama se refere tanto a um espetáculo musical de Ensino Médio quanto ao esforço de uma comunidade para ajudar a personagem principal. Vivida por Auli’i Cravalho (atriz revelada ao vencer concurso para dar voz à Moana no desenho da Disney), Amber Appleton é uma otimista incorrigível, embora sua vida seja mais complicada do que aparenta. A jovem é uma estudante que tenta conciliar o trabalho, a vida, os sonhos e alguns difíceis segredos sempre com um sorriso no rosto, na esperança de conseguir estudar numa faculdade prestigiosa de música. Quando novos obstáculos aparecem, Amber descobre que pode contar com a família que ela escolheu (os amigos) para superar os desafios. O longa tem direção de Brett Haley (“Por Lugares Incríveis” e “Corações Batendo Alto”) e o elenco conta com Justina Machado (“Once Upon a Time”), Judy Reyes (“Claws”), Fred Armisen (“Los Espookys”), C.S. Lee (“Dexter”), Rhenzy Feliz (“Fugitivos da Marvel”), Taylor Richardson (“Slender Man: Pesadelo Sem Rosto”) e a veteraníssima comediante Carol Burnett (“The Carol Burnett Show”). A estreia está marcada para 28 de agosto.
Criadores de Avatar: A Lenda de Aang abandonam projeto live-action da Netflix
A versão live-action de “Avatar: A Lenda de Aang”, anunciada pela Netflix em 2018, perdeu o apoio dos criadores do desenho animado original. Em carta aberta para os fãs, o cocriador Michael Dante DiMartino afirmou que a saída dele e do colega Bryan Konietzko da produção se deu por conflitos criativos com a equipe burocrática envolvida na adaptação de streaming. “Quando Bryan e eu assinamos contrato para fazer o projeto, em 2018, éramos produtores executivos e showrunners. Em um comunicado conjunto, a Netflix disse que estava comprometida a honrar a nossa visão para este remake da nossa história e a apoiar a nossa criatividade. Nós dois expressamos como estávamos animados com essa oportunidade de estar no comando. Infelizmente, as coisas não aconteceram como gostaríamos”, escreveu DiMartino em texto publicado em seu site oficial. Ele acrescentou que estava acostumado com imprevistos e mudanças de plano em meio a produções, e que costuma ser maleável. “No entanto, todo mundo tem um limite, e precisamos saber quando seguir em frente”, apontou. “E quem sabe? A adaptação live-action de ‘Avatar’ na Netflix pode ter o potencial de ser boa. Pode ser que muitos de vocês gostem dessa série. Mas o que eu posso dizer com certeza é que, não importa qual versão acabe indo parar nas telas, não vai ser a versão que eu Bryan tínhamos visualizado”, completou. A nova série é uma parceria da Netflix com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e será a segunda tentativa de transformar “Avatar: A Lenda de Aang” numa produção live-action. Em 2010, M. Night Shyamalan dirigiu “O Último Mestre do Ar”, que foi destruído pela crítica e não empolgou o público, encerrando os planos da Paramount para lançar uma franquia cinematográfica. Já a série original fez enorme sucesso, além de ter vencido um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. Inspirada por animes japoneses, a trama de “Avatar: A Lenda de Aang” gira em torno das aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Após o fim da série, a saga continuou numa atração derivada, “A Lenda de Korra”, também criada por DiMartino e Konietzko, que teve quatro temporadas exibidas entre 2012 e 2014.
Novo trailer de Mulan confirma lançamento em streaming
A Disney divulgou um novo trailer americano da versão live-action de “Mulan”, que confirma o lançamento na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada em setembro, chegando na Disney+ (Disney Plus) nos países que já operam o serviço. Já os territórios em que a plataforma ainda não está disponível exibirão o filme nos cinemas. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus. Caso isso não aconteça a tempo, o filme pode ser lançado em VOD para evitar uma reprise do fenômeno de “Black Is King”, filme exclusivo da Disney+ (Disney Plus), que mesmo sendo inédito no país, foi bastante “visto” por brasileiros. A verdade é que mesmo assinantes da Disney+ (Disney Plus) terão que pagar uma grana extra, além de sua assinatura mensal, se quiserem assistir “Mulan”. Durante sua conferência sobre o balanço trimestral da empresa para acionistas, o CEO da Disney, Bob Chepak, revelou que o filme inaugurará uma seção de “premières” (leia-se VOD) dentro da Disney+ (Disney Plus). O novo trailer denomina a seção de “Premier Access”. Chepak disse que a iniciativa foi uma forma de valorizar o filme ao tentar novas vias de distribuição durante a pandemia. “Nos EUA, Canadá, Nova Zelândia e outros países, ofereceremos o épico Mulan em um acesso de première no Disney+ (Disney Plus), a partir de 4 de setembro, ao preço de US$ 29,99 nos EUA”. Esta decisão favorece o lançamento em VOD em mercados que não tem Disney+ (Disney Plus) nem tampouco aval para reabrir os cinemas. E representa uma grande derrota para as salas exibidoras, que precisam de títulos inéditos e de apelo comercial para atrair o público de volta aos cinemas. Mas a Disney já adiou o filme duas vezes e os cinemas das principais redes dos EUA ainda não reabriram, nem tem expectativa de receber autorização para retomar seus funcionamentos. Diante disso, a Disney fixou 4 de setembro como data definitiva, onde for possível lançar. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), “Mulan” destaca em seu elenco a jovem Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive uma bruxa capaz de virar águia.
Sumner Redstone (1923 – 2020)
O magnata Sumner Redstone, dono da Paramount e um dos homens mais poderosos da indústria do entretenimento, morreu na tarde de terça (12/8) aos 97 anos, de causas naturais. Sua filha Shari Redstone, atual administradora da ViacomCBS, confirmou a notícia à imprensa. “O meu pai teve uma vida extraordinária, que não só deu forma ao entretenimento como o conhecemos hoje, mas também criou um legado familiar incrível. Durante tudo o que passamos, nunca deixamos para trás o amor que existia entre nós. Ele era um pai, avô e bisavô maravilhoso. Tenho orgulho de ser filha dele, e sentirei sua falta”, disse, em comunicado. Redstone começou sua relação com a indústria do entretenimento no pequeno cine drive-in de seu pai. Quando ele tinha 18 anos em 1941, trabalhou no bar do Sunrise Drive-In Theatre, o primeiro drive-in de Nova York, que seu pai, um atacadista de bebidas e dono de uma casa noturna, construiu em 1938. Ele deixou aquele emprego (e a Universidade de Harvard) durante a 2ª Guerra Mundial, quando serviu numa unidade de inteligência do Exército dos EUA, que decifrou os códigos militares japoneses. Após a guerra, ele se formou em Direito na Harvard, assumiu empregos públicos no Departamento de Justiça, exerceu a advocacia (o mafioso Bugsy Siegel tentou contratá-lo, mas Redstone recusou) e em 1954 voltou suas atenções ao cinema que aprendeu a amar na adolescência. Mas seu olhar já era de empreendedor. Enquanto a maioria das redes exibidoras alugava espaços em shopping centers, sua empresa, a National Amusements, comprava terrenos e construía multiplexes. No começo dos anos 1980, ele já tinha 250 salas e uma participação de 5% nas ações da 20th Century Fox. Redstone tinha decidido investir na companhia em 1977, após assistir “Guerra nas Estrelas” (Star Wars). As continuações daquele filme valorizaram suas ações a ponto dele possuir dinheiro suficiente para comprar uma participação na Columbia Pictures (que vendeu para a Coca-Cola com um lucro de US$ 48 milhões) e o colocou no caminho para seu primeiro megadeal: a compra da Viacom por US$ 3,2 bilhões em 1987. Ao assumir o controle da Viacom, o empresário se tornou responsável por alavancar marcas importantes do entretenimento, como os canais pagos MTV, Showtime e Nickelodeon. Mas o negócio que realmente o colocou no centro das atenções foi a aquisição da Paramount em 1993. Redstone turbinou a Viacom com a compra da Paramount, mas não parou nisso. No final da década, deu início a planos ainda mais ambiciosos, acrescentando ao grupo os canais atualmente chamados de Paramount Newtork, CMT (a MTV country), BET (a MTV negra) e Comedy Central, mas principalmente realizando uma fusão com a rede CBS, que originou o conglomerado batizado de ViacomCBS. Em meio a brigas de bastidores envolvendo o ex-poderoso da CBS Les Moonves – anos depois demitido por assédio sexual – e executivos da Viacom, a fusão foi provisoriamente revertida em 2006. Na época, a separação das duas empresas foi vista como sinal de que tinha chegado a hora da aposentadoria de Redstone. Mas ele permaneceu na companhia até 2016, com 93 anos e bastante doente, garantindo nesse meio tempo sua sucessão pela filha. Com Shari Redstone à sua frente, a Viacom aproveitou o escândalo envolvendo Moonves, apontou o que estava acontecendo no mercado, com a aquisição da Fox pela Disney, e pressionou pelo retorno do pacto original com a CBS. A nova fusão se deu em 2019 com foco na reestruturação do conglomerado, para melhor explorar franquias de sua livraria de títulos e reforçar a iniciativa de streaming da CBS, a plataforma CBS All Access, que deve se tornar internacional em 2021. Segundo estimativa da Forbes, Sumner Redstone acumulava fortuna de US$ 4,8 bilhões em 2018, antes da nova fusão – mesmo aposentado, ele continuava acionista da empresa. A fortuna agora irá para um fundo familiar que inclui Shari e outros membros do clã Redstone. Para felicidade da família, Sumner tinha recém-vencido uma longa batalha judicial contra um ex-protegido profissional, Philippe Dauman, que exigia controle de parte dos bens dele, e de ex-namoradas, como Manuela Herzer e Sydney Holland, que disputavam bens e revelaram detalhes escandalosos do dia a dia na casa dos Redstone. Segundo Herzer, Sumner exigia “uma dieta diária de carne vermelha e sexo” até pelo menos 2015, mesmo estando confinado a sua cama, sendo alimentado por um tubo e incapaz de falar.
Alicia Keys vai produzir comédia romântica para a Netflix
A cantora Alicia Keys vai produzir uma nova comédia romântica para a Netflix. Multitalentosa, a artista já produziu três longas e uma série (“Hustle”). Sua produção mais recente foi justamente uma parceria com a Netflix, “Dançarina Imperfeita” (Work It), lançado na sexta passada (7/8). Sua nova produção pretende ajudar as pessoas a refletirem sobre amor conjugal e amor familiar. A história foi escrita pelo trio Stella Meghie (“A Fotografia”), Dana Schmalenberg (“Single Laides”) e Rheeqrheeq Chainey (“O Clube das Babás”), a direção está a cargo de Steven Tsuchida (que dirigiu episódios de “Cara Gente Branca” e “On My Block”, duas séries também da Netflix) e o elenco destaca Christina Milian (“Amor em Obras”, “Soundtrack”) e Jay Pharoah (“Saturday Night Live”) como protagonistas. Além desse filme, Alicia Keys também está desenvolvendo uma série de temática musical para o canal pago Showtime. Ainda não há previsão para a estreia de nenhum dos dois projetos.
Trini López (1937 – 2020)
O cantor, guitarrista e ator Trini López, que integrou o elenco do clássico de guerra “Os Doze Condenados” (1967), morreu nesta terça (11/8) em Palm Springs, na Califórnia, de complicações da covid-19, aos 83 anos. Trinidad López III nasceu no Texas, representando a primeira geração americana de uma família mexicana. Aos 15 anos já era roqueiro e, em 1958, seu grupo The Big Beats assinou com a Columbia Records. A banda gravou com o produtor de Buddy Holly, Norman Petty, mas Trini logo se lançou em carreira solo. O sucesso veio durante uma apresentação na boate PJ’s de Los Angeles, onde Frank Sinatra viu seu show e o contratou para sua gravadora, Reprise Records, em 1963. No mesmo ano, ele estourou com uma versão ao vivo de “If I Had a Hammer”, clássico folk de Peter Seeger, que se destacou pela energia do acompanhamento do público, marcando o ritmo com palmas. A música virou febre e liderou as paradas de sucesso em vários países. E vieram muitos outros hits, como “La Bamba” (gravada anos antes por Ritchie Valens) e “Lemon Tree”. Foi tanto sucesso que ele teve até cover brasileiro, Prini Lorez (na verdade, o cantor baiano José Gagliardi Jr.) durante a Jovem Guarda. Trini também era um guitarrista virtuoso e sua popularidade levou a fábrica de instrumentos Gibson a pedir que projetasse uma linha de guitarras. A Trini Lopez Standard e a Lopez Deluxe foram produzidas de 1964 a 1971 e hoje valem fortunas entre os colecionadores. Ele estreou no cinema em 1965, ao aparecer como si mesmo na comédia “Vamos Casar Outra Vez” (1965), estrelada por seu chefe, Frank Sinatra. Bisou a experiência um ano depois, no drama criminal “O Ópio também é Uma Flor” (1966). Mas a estreia como ator de verdade só veio em “Os Doze Condenados” (1967), quando viveu Pedro Jiminez – também conhecido como prisioneiro Número 10. O grande filme de ação de Robert Aldrich foi o primeiro “Esquadrão Suicida” do cinema. A trama girava em torno de um grupo de 12 soldados condenados pelos mais diversos crimes, que ganhariam a chance de limpar a ficha e recuperar a liberdade se aceitassem participar de um missão possivelmente suicida: passarem-se por alemães para adentrar as linhas inimigas e invadir uma festa repleta de oficiais nazistas de alta patente para exterminá-los num único golpe. Lee Marvin vivia o oficial encarregado de selecionar a equipe, que incluía Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Clint Walker, Telly Savalas e Donald Sutherland. Trini foi o primeiro a morrer desse grupo, logo no começo, durante a descida de paraquedas na França ocupada. Com participação ainda de Ernest Borgnine e George Kennedy, “Os Doze Condenados” foi um sucesso imenso, ganhou sequências e inspirou dezenas de cópias, impactando a cultura pop a ponto de sua premissa virar um certa publicação de quadrinhos da DC Comics. Depois disso, ele voltou a viver um soldado no telefilme de guerra “The Reluctant Heroes” (1971) e teve seu grande destaque como protagonista em “Antonio” (1973), que ele próprio produziu. Mas o drama latino não fez o sucesso que Trini estava acostumado e encerrou sua curta carreira cinematográfica. O cantor ainda apareceu em dois episódios da série “Adam-12” e num capítulo de “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries”, que marcou sua despedida da atuação em 1977. Recentemente, ele virou tema de um documentário, intitulado “My Name Is Lopez”, que inclui entrevistas com celebridades como o ator Jim Brown, a cantora Dionne Warwick e o guitarrista do ZZ Top Billy Gibbons. Atualmente em pós-produção, o filme ainda não tem previsão de estreia. Relembre abaixo o grande sucesso musical de Trini Lopez.











