Moonwalkers: Rupert Grint vai à lua em trailer de comédia
A Mars Films divulgou o novo trailer de “Moonwalkers”, comédia estrelada por Rupert Grint (franquia “Harry Potter”), que tem como premissa uma famosa teoria de conspiração. Na prévia, Ron Perlman (“Círculo de Fogo”) é incumbido pela NASA de contratar Stanley Kubrick em 1969, para realizar um filme sobre a suposta chegada do homem à lua. Mas em vez do cineasta, quem ele encontra na Inglaterra é Grint, que decide lhe aplicar um golpe, convencendo Robert Sheehan (série “Misfits”) a se fingir de Kubrick. Pressionados pelo governo americano, os três acabam metidos na produção de um filme psicodélico, comandado por um cineasta pirado de vanguarda. Escrito pelo inglês Dean Craig (“Morte no Funeral”), o filme marca a estreia no cinema do diretor de publicidade Antoine Bardou-Jacquet, que chamou atenção mundial com uma campanha da Peugeot envolvendo os carros do desenho “Corrida Maluca”. A estreia está marcada para 15 de janeiro nos EUA e 3 de março na França, mas não há previsão de lançamento no Brasil.
The Cold Front: Atriz da sci-fi Hardcore estrela trailer de suspense russo
A Hype Films divulgou os trailers de “The Cold Front” (Kholodnyy Front), suspense russo estrelado por Darya Charusha, a Dominatrix da sci-fi “Hardcore”, premiada no recente Festival de Toronto. Belíssima, ela aparece nas prévias em clima idílico, prestes a romper com o namorado Aleksandr Molochnikov (“Another Year”) numa praia do litoral norte da França, quando carcassa de uma criatura não identificada aparece à beira-mar. No mesmo dia, uma garota russa (Svetlana Ustinova, de “Astra, I Heart You”) cruza o caminho do casal, sem ter onde dormir, e com uma nova convidada na casa litorânea, o clima ameno logo se torna sangrento. Multitalentosa, Darya Charusha também produziu e compôs a trilha sonora do filme, além de ser coautora do roteiro com o diretor estreante Roman Volobuev, ex-editor da versão russa da revista de cinema Empire. O lançamento acontece na quinta, dia 7 de janeiro, na Rússia.
The Mermaid: Stephen Chow filma sereias em trailer de comédia absurda chinesa
Surgiu o primeiro teaser de “The Mermaid”, nova comédia de Stephen Chow, autor dos cultuados “Kung-Fu Futebol Clube” (2001) e “Kung-Fusão” (2004). A prévia reforça o senso de humor absurdo do cineasta de Hong Kong, a partir da queixa, numa delegacia, de um homem que jura ter sido raptado por uma sereia, e culminando em grandiosos efeitos visuais, como é típico de seus filmes. A propósito, a intérprete da sereia envolta pelos efeitos foi escolhida num reality show televisivo, entre várias candidatas. “The Mermaid” tem estreia marcada para 8 de fevereiro na China.
Les Innocentes: Trailer leva atriz de Respire a descobrir escândalo sexual num convento
A Mars Films divulgou o pôster e o trailer de “Les Innocentes”, novo drama da cineasta luxemburguesa Anne Fontaine, diretora de “Coco Antes de Chanel” (2009) e “Gemma Bovery” (2014). Estrelado pela francesa Lou de Laâge, revelação de “Respire” (2014), e a polonesa Agata Kulesza, estrela de “Ida”, o filme se passa na Polônia em 1945 e acompanha uma jovem médica da Cruz Vermelha (de Laâge), que trabalha num hospital para sobreviventes franceses da guerra. Ao receber a visita de uma freira suplicante, a médica decide contrariar suas instruções e segui-la até o convento, onde descobre, para seu horror, várias freiras em estado avançado de gravidez. Ao tratá-las, entra em contato com um mundo enclausurado, que esconde um crime gravíssimo dos olhos do público: o estupro coletivo praticado por soldados soviéticos. Kulesza vive a madre superiora, que tem seus motivos para manter o escândalo abafado. A première mundial vai acontecer em 26 de janeiro, dentro da programação do Festival de Sundance, e a estreia comercial está marcada para 10 de fevereiro na França.
Girls Lost: Garotas viram rapazes em trailer de fantasia sombria sueca
A produtora Götafilm divulgou o pôster e o trailer de “Girls Lost” (Pojkarna), fantasia sobrenatural sueca, que acompanha um ritual de amadurecimento diferente. Na trama, três garotas descobrem uma planta mágica que, ao ser consumida, as transforma em rapazes, levando-as a explorar sua sexualidade de forma inesperada. O clima da prévia é sombrio, praticamente de terror. Adaptação do romance homônimo de Jessica Schiefuer, “Girls Lost” é o terceiro longa da diretora Alexandra-Therese Keining (“With Every Heartbeat”) e foi exibido na Mostra de São Paulo e no Festival de Toronto de 2015. A estreia está marcada para 19 de fevereiro na Suécia.
Cinquenta Tons de Preto: Marlon Wayans parodia Christian Grey em novo trailer de comédia
A Open Road Films divulgou um novo trailer de “Cinquenta Tons de Preto”, paródia do romance erótico “Cinquenta Tons de Cinza”, escrita e estrelada por Marlon Wayans (“Inatividade Paranormal”). A prévia tem clima de réveillon e apresenta as resoluções de ano novo do milionário Christian Black (Wayans) e da jovem Ana (Kali Hawk, da série “Black Jesus”). A prévia mostra Wayans à vontade em seu característico humor apelativo, aproveitando ao máximo o contexto sexual da trama, mas algumas das piadas surpreendem pela graça espontânea. A direção é de Michael Tiddes, que trabalhou com o ator na franquia “Inatividade Paranormal”, e o elenco ainda inclui Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Fred Willard (série “Modern Family”), Jane Seymour (série “Franklin & Bash”), Andrew Bachelor (também de “Black Jesus”) e Kate Miner (série “Necessary Roughness”). A estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA, mas não está mais confirmada a previsão anterior, de lançamento em fevereiro, no Brasil.
Wayne Rogers (1933 – 2015)
Morreu o ator Wayne Rogers, que ficou famoso como um dos protagonistas originais da série clássica “M*A*S*H”. Ele interpretou o médico Capitão John McIntyre, também conhecido como Trapper John – ou Caçador, na tradução brasileira – , ao longo de 73 episódios da série clássica de comédia. Rogers faleceu no dia 31 de dezembro, aos 82 anos de idade, vítima de complicações causadas pela pneumonia. William Wayne McMillan Rogers III nasceu em 7 de abril de 1933, em Birmingham, Alabama. Formou-se em História e serviu na Marinha antes de iniciar sua carreira de ator, em Nova York, onde chegou a dividir o apartamento com outro astro iniciante, Peter Falk (o eterno “Columbo”). Após atuar em diversas montagens teatrais, ele se lançou na televisão em dezenas de participações em séries dos anos 1960, como “Procurado Vivo ou Morto”, “Johnny Ringo”, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Paladino da Justiça”, “Gunsmoke”, “Os Invasores”, “O Fugitivo”, “Combate!”, “Big Valley” e “Lancer”, entre outras. Também fez figurações em alguns filmes famosos, como o western “Assim Morrem os Bravos” (1965), escrito e dirigido por Sam Peckinpah, e o drama de prisioneiros “Rebeldia Indomável” (1967), dirigido por Stuart Rosenberg e estrelado por Paul Newman. Rosenberg, inclusive, voltou a escalá-lo mais duas vezes, nos dramas “A Sala de Espelhos” (1970) e “Meu Nome É Jim Kane” (1972), que igualmente repetiam o protagonismo de Newman. A grande reviravolta em sua carreira ocorreu em 1972, quando ele foi escolhido para interpretar o Dr. John McIntyre na versão televisiva do filme “M*A*S*H” (1970), de Robert Altman, assumindo o papel que foi de Elliott Gould no cinema. A série estendeu por anos a premissa crítica do longa, por sua vez baseado nas experiências reais de um médico na Guerra da Coreia. A trama acompanhava uma unidade médica do exército americano no front da guerra coreana. Os episódios lidavam com o estresse de ter que conviver cotidianamente com a morte de soldados, ao mesmo tempo em que extrapolavam a tensão com piadas, jogos de poder, bullying, camaradagem, corrupção, romance, bebedeiras, crises existenciais e surtos de loucura. Caso raro entre as produções televisivas, “M*A*S*H” conseguiu superar, com folga, o original cinematográfico, mantendo no ar por 11 anos uma crítica qualificada contra a guerra, e isto em pleno período da Guerra do Vietnã. Apesar de passada na Coreia, as referências ao outro conflito asiático eram mais que evidentes na adaptação do roteirista e produtor Larry Gelbart, que também marcou época pela capacidade de injetar humanismo em seus personagens. A atração só saiu do ar em 1983, e ainda assim muito antes de entrar em decadência, com um episódio final que quebrou recordes, ao ser visto por 125 milhões de telespectadores, a maior audiência de uma série em todos os tempos. Rogers interpretou o Caçador apenas nas três primeiras temporadas de “M*A*S*H”, entre 1972 e 1975. Ele antecipou sua saída da produção ao questionar seu contrato, que estabelecia que ele dividiria o protagonismo com Alan Alda. No entanto, Alda, que vivia o Dr. Benjamin Pierce, mais conhecido como Falcão, experimentou um surto inesperado de popularidade, que fez com que se tornasse a figura dominante da série. Considerando-se menosprezado, tendo cada vez menos espaço nos episódios, Rogers decidiu não renovar seu contrato. Reza a lenda que os produtores só ficaram sabendo de sua decisão quando ele não apareceu para filmar o início da 4ª temporada. Com isso, não foi possível registrar a despedida do Caçador que, na história, é simplesmente dispensado do serviço e retorna para casa, nos EUA. Após “M*A*S*H”, Rogers estrelou a série policial “City of Angels”, produzida em 1976, que tinha tom noir, acompanhando as investigações de um detetive particular na Los Angeles da década de 1930. Mas foi um fracasso de audiência, que durou apenas 13 episódios. Em 1979, a rede CBS encomendou o primeiro spin-off de “M*A*S*H”, que recebeu o título de “Trapper John M.D.” (no Brasil, a série se chamou “Hospital”), focada justamente na vida do Caçador, vários anos depois da Guerra da Coreia, como cirurgião-chefe de um hospital em São Francisco. Rogers foi convidado a voltar a interpretar o personagem, mas recusou a oferta. Assim, a série acabou estrelada por Pernell Roberts (série “Bonanza”), ao longo de sete temporadas e 150 episódios. Em vez de voltar à pele do Caçador, Rogers preferiu interpretar outro médico na TV, estrelando três temporadas da série “House Calls”, entre 1979 e 1982. Sem lamentar ter sido substituído como Trapper John, ele comemorou sua primeira e única indicação ao Globo de Ouro por “House Calls”. E, ironicamente, também teve a sua própria experiência como substituto num papel famoso da TV, ao viver o Major Nelson, celebrizado por Larry Hagman, no telefilme “Jeannie É um Gênio: Quinze Anos Depois” (1985), reunião do elenco da série clássica dos anos 1960. No mesmo ano, estrelou seu maior sucesso como protagonista de cinema, “A Banda do Paraíso” (1985), como um dos seis integrantes de uma banda amadora, contratada para duas semanas de show no interior, que sonha com a possibilidade de sucesso, apenas para retornar à sua vida real. Ele ainda apareceu no thriller “A Hora de Matar” (1987), com Kiefer Sutherland (série “24 Horas”) e no drama “Fantasmas do Passado” (1996), sobre a luta pelos direitos civis nos EUA, além de obter destaque em cinco episódios da série “Assassinato por Escrito”, entre 1993 e 1995, mas foi se afastando progressivamente da carreira de ator na década de 2000, quando passou a investir no ramo imobiliário e no mercado de ações. Em 2005, dois anos após seu último trabalho, a comédia “Nobody Knows Anything!” (2003), Wayne Rogers foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.
Taylor Swift enfrenta a natureza no primeiro clipe de 2016
A cantora Taylor Swift lançou o primeiro videoclipe de 2016 – o sexto de seu álbum “1989”. Que, por sinal, já é também o primeiro grande sucesso do ano. Disponibilizado nas primeiras horas de sexta (1/1), o vídeo de “Out of the Woods” foi visto por mais de 2 milhões de pessoas em menos de 24 horas. Com uma fotografia esmaecida e belíssima, e com direito a muitos efeitos visuais, o clipe, gravado em uma locação na Nova Zelândia, mostra a cantora enfrentando toda a força da natureza, em meio à neve, fogo, água, lama, galhos de árvores, sendo perseguida por lobos ferozes na floresta, caindo num abismo até o fundo do mar, mas sempre levantando, até encontrar a si mesma no último minuto. A direção é de Joseph Kahn, responsável pelos igualmente fantásticos clipes anteriores da cantora, “Blank Space”, “Bad Blood” e “Wildest Dreams”.
Os Oito Odiados chega aos cinemas brasileiros
O primeiro dia de 2016 já traz novidades nos cinemas brasileiros. Com o vazamento na internet de “Os Oito Odiados”, a Diamond Films antecipou o lançamento do novo filme de Quentin Tarantino no Brasil, que chega em 200 cinemas nesta sexta (1/1), o dobro do circuito de sua estreia limitada nos EUA. Curiosamente, a Diamond está chamando este adiantamento de “pré-estreia”, mantendo a data original, de 7 de janeiro, para uma ampliação no circuito. Nomenclatura à parte, o filme já pode ser visto em 7% de todas as salas do país e não decepciona os fãs do diretor, mantendo seu estilo de humor negro, diálogos irônicos e violência exacerbada. A programação da semana também inclui dois lançamentos invisíveis. Dirigido por Peter Greenway (“Afogando em Números”), “Que Viva Eisenstein! – 10 Dias que Abalaram o México” acompanha os bastidores do longa inacabado que Sergei Eisenstein foi filmar no México em 1931 e tem lançamento em cinco salas – quatro no Rio e uma em Recife. Já o drama francês “A Marcha”, que une jovens numa reação histórica à intolerância e a violência racial na França dos anos 1980, serve de belo contraste aos tempos atuais, mas apenas em um único cinema de São Paulo. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir os trailers de todos as estreias da semana” state=”closed”] “Pré-Estreia” em circuito amplo Estreias em circuito limitado [/symple_toggle]
George Lucas pede desculpas à Disney por comentários ofensivos
Os comentários de George Lucas, que taxou “Star Wars: O Despertar da Força” de filme “retrô” e comparou a Disney a “escravagistas brancos” repercutiram tanto que o cineasta decidiu emitir um comunicado se retratando. As declarações foram feitas durante uma entrevista à revista The Hollywood Reporter, e foram consideradas ofensivas. “Eu me expressei mal e usei uma analogia inapropriada, e por isso peço desculpas”, disse George Lucas em seu comunicado, emitido nesta quinta (31/12). “Tenho trabalhado com a Disney por 40 anos e a escolhi como zeladora de ‘Star Wars’ devido a meu grande respeito pela companhia e pela liderança de Bob Iger.” Ele também afirmou que a Disney “está fazendo um trabalho incrível de cuidar e expandir a franquia”. O que fica dessa confusão é que Lucas está se mordendo de inveja pelo sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”. Em duas semanas, o filme faturou mais que todos os filmes anteriores da franquia, inclusive os quatro que ele próprio dirigiu.
Primeiras fotos de suspense mostram Emily Blunt como A Garota no Trem
A revista Entertainment Weekly divulgou as duas primeiras fotos do suspense “A Garota no Trem”, que adapta o best-seller homônimo de Paula Hawkins. As imagens acima mostram Emily Blunt (“Sicario”) literalmente como a personagem do título, a bordo de um trem e na plataforma de desembarque. A trama acompanha Rachel (Blunt), uma mulher alcoólatra, deprimida e divorciada que tem como única distração usar sua viagem de trem diária para fantasiar histórias sobre as vidas dos outros passageiros. Sua atenção acaba se focando num casal em especial, para quem ela constrói uma narrativa de vida perfeita. Até que um dia ela testemunha algo chocante e se envolve numa história de mistério e suspense. O elenco também inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Haley Bennett (“O Protetor”), Edgar Ramirez (“Livrai-nos do Mal”), Justin Theroux (série “The Leftovers”), Allison Janney (série “Mom”) e Lisa Kudrow (série “The Comeback”) A adaptação foi escrita por Erin Cressida Wilson (“Homens, Mulheres e Filhos”) e dirigida por Tate Taylor (“História Cruzadas”), e a estreia acontece em 27 de outubro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
The Walking Dead: Zumbis atacam no primeiro comercial da volta da série em 2016
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro comercial do retorno de “The Walking Dead” em 2016. A prévia parte das cenas que encerraram a midseason em novembro, mostrando Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira) e outros sobreviventes ao ar livre, em meio a um ataque generalizado de zumbis. As cenas de tensão ainda revelam a ajuda de Glenn (Steven Yeun) e os gritos de desespero de Maggie (Lauren Cohan). Paralelamente, o trio formado por Daryl (Norman Reedus), Abraham (Michael Cudlitz) e Sasha (Sonequa Martin-Green) se deparam com a gangue do vilão Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan (“Watchmen”) nos próximos capítulos. Apesar de considerado anticlimático, o final da primeira metade da 6ª temporada registrou média de 14 milhões de telespectadores, a segunda maior da série em 2015, só ficando atrás da estreia da temporada, em 11 de outubro, que foi vista por 14,63 milhões. Com exibição praticamente simultânea no Brasil, “The Walking Dead” também se consolidou como a série mais assistida da TV paga brasileira em 2015, atraindo uma média de 4,5 milhões de telespectadores por episódio. A segunda metade da 6ª temporada vai começar a ser exibida a partir de 14 de fevereiro.
Candidato a Imperador da Galáxia, Donald Trump critica Obama por ser fã de Star Wars
O candidato a Imperador da Galáxia, Donald Trump, comprou briga com a Resistência. Em um vídeo de 15 segundos, postado no Instagram, o milionário que quer ser Presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano criticou o Presidente Barack Obama por ser fã de “Star Wars”, insinuando que ele devia se preocupar com as guerras reais. “Precisamos de um presidente real. Nós estamos em uma guerra séria”, diz o vídeo, acompanhado por imagens de notícias sobre o Estado Islâmico e os ataques terroristas ocorridos em Paris e na cidade de San Bernardino. “Nosso presidente está ocupado com outra guerra”, conclui a propaganda, antes de mostrar Obama dizendo: “Ok, pessoal. Preciso ir ver “Star Wars”. A frase de Obama foi dita no dia 18 de dezembro, durante coletiva de imprensa na Casa Branca. O que Trump não contou é que a sessão que o Presidente veria foi realizada para famílias de militares que morreram em guerras de verdade, como no Iraque e no Afeganistão, e não numa guerra de retórica. A cada declaração e comercial, Trump, por outro lado, parece cada vez mais louco para invadir um novo país, iniciar mais uma guerra, apertar o botão que dispara bombas atômicas, deportar todos os imigrantes, prender qualquer muçulmano e fazer o diabo, oscilando entre iniciar o apocalipse ou se divertir apenas implantando uma distopia verídica. We need a real President! Um vídeo publicado por Donald J. Trump (@realdonaldtrump) em Dez 29, 2015 às 11:10 PST












