Série produzida por Judd Apatow ganha teaser, foto e data de estreia no Netflix
O serviço de streaming Netflix divulgou a primeira foto e um teaser para anunciar o lançamento de uma nova série de comédia produzida por Judd Apatow, o cineasta de “Ligeiramente Grávidos” (2007) e “Bem-Vindo aos 40” (2012), além de produtor da série “Girls”. Intitulada “Love”, a nova série foi criada por Apatow, o ator Paul Rust (série “Super Fun Night”) e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”) e gira em torno de um casal formado por Rust e Gillian Jacobs (série “Community”). Ele é um bom moço e ela uma garota selvagem, mas acabam se envolvendo e precisam lidar com suas diferenças e com outras coisas que prefeririam evitar. A série terá 10 episódios de meia hora e será disponibilizada pelo Netflix em 19 de fevereiro.
O Regresso: Vídeo de bastidores revela condições extremas das filmagens
A 20th Century Fox divulgou um novo vídeo de bastidores do western “O Regresso” (The Revenant), que traz depoimentos do cineasta Alejandro González Iñárritu, do astro Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e de diversos integrantes do elenco. Além de cenas inéditas, o vídeo revela como Iñarritu levou os atores a experimentar as condições adversas de seus personagens, filmando em meio à neve, em locações extremas. Na trama, DiCaprio vive um caçador de peles do Velho Oeste, que, após ficar ferido pelo ataque de um urso, é traído por um companheiro (Tom Hardy, de “Mad Max: Estrada da Fúria”) e abandonado para morrer. A covardia inclui ainda o assassinato do filho do protagonista. Só que, mesmo enterrado vivo, ele sobrevive, motivado pela raiva e o desejo de vingança, e passa a caçar o traidor. Escrito e dirigido por Iñárritu, o filme também inclui no elenco Domhnall Gleeson (“Questão de Tempo”), Will Poulter (“Família do Bagulho”), Lukas Haas (“Transcendence”) e Paul Anderson (“Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”). O filme já está em cartaz em circuito limitado nos EUA, mas chega apenas em 4 de fevereiro no Brasil.
Netflix lançará o documentário Je Suis Charlie no aniversário do ataque terrorista à Charlie Hebdo
O serviço de streaming Netflix vai lançar o documentário “Je Suis Charlie”, sobre o ataque à redação do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, que culminou na morte de 12 pessoas, para seus assinantes de todo o mundo a partir desta quinta-feira (7/1), quando se completa um ano do atentado. Dirigido por Daniel e Emmanuel Leconte, pai e filho, o filme foi exibido pela primeira vez no Festival de Toronto, em setembro, e conta com entrevistas de arquivo feitas com os cartunistas Cabu, responsável pela caricatura do profeta Maomé que foi usada como justificativa dos terroristas pelo ataque em Paris, e Charb, editor-chefe do “Charlie Hebdo”. Ambos foram assassinados no ataque de 2015. Entre as participações, também ganha destaque a da cartunista Corinne Rey, a Coco, que relembra como foi forçada a abrir as portas do “Charlie Hebdo” sob a mira de uma arma, e a do presidente da França François Hollande. O documentário tem ainda imagens de manifestações de apoio às vítimas pelo mundo, relatos de sobreviventes e comentários que contextualizam a importância do jornal. Veja abaixo o trailer exibido para a première no Festival de Toronto.
Cinco filmes faturaram mais de US$ 1 bilhão em ano de arrecadação recorde nas bilheterias de todo o mundo
Nunca se venceu tanto ingressos de cinema quanto em 2015. A indústria cinematográfica faturou um recorde histórico de arrecadação no ano passado, acumulando US$ 38 bilhões com bilheterias em todo o mundo. Essa soma foi acompanhada pelo recorde de faturamento nos EUA, onde os lançamentos de cinema geraram US$ 11 bilhões, e na China, cuja bilheteria rendeu US$ 6,77 bilhões, segundo dados do Rentrak. Cinco filmes tiveram faturamento maior que US$ 1 bilhão, ajudando a puxar o faturamento para cima. Entre eles, “Star Wars: O Despertar da Força”, que ainda não estreou na China. A chegada da sci-fi da Disney ao mercado chinês só vai acontecer no próximo sábado, dia 9 de janeiro. Confira abaixo quais foram os campeões mundiais de bilheteria do ano que passou. Top 10: As maiores bilheterias de cinema do mundo em 2015 [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 1. Jurassic World: O Mundos dos Dinossauros US$ 1,67 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 2. Velozes e Furiosos 7 US$ 1,515 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 3. Star Wars: O Despertar da Força US$ 1,510 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 4. Vingadores: Era de Ultron US$ 1,4 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 5. Minions US$ 1,16 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 6. 007 Contra Spectre US$ 864,8 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 7. Divertida Mente US$ 856,1 bilhão [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 8. Missão Impossível: Nação Fantasma US$ 682,3 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 9. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final US$ 635,9 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 10. Perdido em Marte US$ 596,3 milhões [/symple_column]
Michael B. Jordan, Kristen Stewart e o drama Spotlight são os Melhores de 2015 para a crítica americana
A Sociedade Nacional de Críticos de Cinema dos EUA (National Society of Film Critics), associação que reúne os principais críticos da imprensa americana, elegeu “Spotlight: Segredos Revelados” como o Melhor Filme de 2015. Um dos filmes que vem se destacando na temporada de premiações, vencedor do Gotham Awards, o longa escrito e dirigido por Tom McCarthy também foi considerado o Melhor Roteiro do ano, ao levar para as telas a investigação jornalística do escândalo de pedofilia da Igreja Católica. O prêmio de Melhor Direção ficou com Todd Haynes pelo drama lésbico “Carol”, que também recebeu o troféu de Melhor Fotografia. Nas categorias de interpretação, Michael B. Jordan foi eleito o Melhor Ator por seu papel em “Creed: Nascido Para Lutar”, Charlotte Rampling foi considerada a Melhor atriz por “45 Anos”, Mark Rylance o Melhor Coadjuvante por “Ponte dos Espiões! e Kristen Stewart a Melhor Coadjuvante por “Acima das Nuvens” (mesma distinção que recebeu do César, considerado o “Oscar francês”). [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir a lista completa dos premiados” state=”closed”] Premiados pela National Society of Film Critics Melhor Filme Spotlight Melhor Diretor Todd Haynes (Carol) Melhor Ator Michael B. Jordan, (Creed) Melhor Atriz Charlotte Rampling (45 Anos) Melhor Ator Coadjuvante Mark Rylance (Ponte de Espiões) Melhor Atriz Coadjuvante Kristen Stewart (Acima das Nuvens) Melhor Roteiro Josh Singer e Tom McCarthy (Spotlight) Melhor Fotografia Ed Lachman (Carol) Melhor Filme Estrangeiro Timbuktu Melhor Documentário Amy [/symple_toggle]
Vilmos Zsigmond (1930 – 2016)
Morreu o diretor de fotografia Vilmos Zsigmond, vencedor do Oscar por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1978) e eleito um dos 10 cinematógrafos mais influentes de Hollywood, em pesquisa recente do sindicato da categoria. Ele faleceu no domingo (3/1) aos 85 anos, de causa não revelada. Vilmos nasceu em Szeged, na Hungria, em 16 de junho de 1930, filho de um jogador de futebol, e estudou cinema em Budapeste durante o período de turbulência política do país. Ao lado do colega de aula László Kovács, ele registou os eventos da revolução húngara de 1956, primeira rebelião realizada contra a União Soviética, que foi duramente reprimida. Como resultado, os dois precisaram fugir para a Áustria, de onde embarcaram para os EUA, dispostos a fazer história em Hollywood. Esta aventura, por sinal, foi narrada num documentário, “No Subtitles Necessary: Laszlo & Vilmos”, produzido pelo canal educativo americano PBS em 2009. Ele se naturalizou americano em 1962 e adotou o pseudônimo de William Zsigmond, passando a trabalhar como assistente de câmera e iluminação em diversas produções “psicotrônicas” (além do trash). Seus primeiros créditos incluem o filme de rock “Wild Guitar” (1962) e o terror “The Incredibly Strange Creatures Who Stopped Living and Became Mixed-Up Zombies!!?” (1964), ambos dirigidos por Ray Dennis Steckler, um dos piores cineastas que já existiram. O filme dos zumbis, por sinal, tornou-se cultuadíssimo pela precariedade, consagrando-se como um clássico do cinema trash. “William” foi promovido a cinematógrafo no terror “Tara Diabólica” (1963) e continuou acumulando filmes de classe Z em sua filmografia, como “Passagem para o Futuro” (1964), “Psycho a Go-Go” (1965), “Mondo Mod” (1967), “Sádicos de Satã” (1969) e “O Horror do Monstro Sangrento” (1970), nos quais trabalhou com alguns dos diretores mais lamentáveis do cinema americano. A experiência em filmes de baixo orçamento o levou ao cinema independente, que começava a experimentar surto de criatividade no final dos anos 1960. Para trabalhar nos dramas “The Picasso Summer” (1969), “Céu Vermelho ao Amanhecer” (1971) e no western “Pistoleiro Sem Destino” (1971), dirigido e estrelado por Peter Fonda, ele voltou ao nome de batismo, e começou a ser reconhecido pela qualidade de sua fotografia. Os bons resultados o aproximaram de Robert Altman, que o contratou para fotografar a comédia western “Onde os Homens São Homens”. Vilmos se consagrou ao decidir filmar do filme com iluminação natural, explorando o ar livre e os lampiões da época. As críticas positivas animaram Altman a continuar a parceria no drama “Imagens” (1972) e no noir “Um Perigoso Adeus” (1973), que evidenciaram um cinematógrafo bem diferente daquele “William” que fazia horrores baratos, mostrando um mestre da fotografia, com grande apuro estético. Mas a reviravolta definitiva se deu com uma produção não tão distante de seu filão tradicional. Vilmos registrou seu primeiro clássico entre corredeiras e montanhas, filmando ao ar livre as imagens de tensão de “Amargo Pesadelo” (1972). O filme de John Boorman marcou época pelas cenas chocantes e clima de terror rural, a ponto de inaugurar um subgênero de horror, povoado por caipiras maníacos – a semente que germinaria “O Massacre da Serra Elétrica”, dois anos depois. Os diretores da “Nova Hollywood” se encantaram com o filme, recrutando Vilmos para voos mais ousados, entre eles o jovem Steven Spielberg, para quem o húngaro filmou “Louca Escapada” (1974) e “Contatos Imediados do Terceiro Grau” (1977), Jerry Schatzberg, com quem rodou “O Espantalho” (1973) e “Doce Vingança” (1976), Brian De Palma, seu parceiro em “Trágica Obsessão” (1976), no cultuado “Um Tiro na Noite” (1981), “A Fogueira das Vaidades” (1990) e em “Dália Negra” (2006), Michael Cimino, com quem realizou o clássico “O Franco Atirador” (1978) e “O Portal do Paraíso” (1980), e Mark Rydell, com “Licença Para Amar Até a Meia-Noite” (1973), “A Rosa” (1979), “O Rio do Desespero” (1984) e “Intersection” (1994). A vitória no Oscar por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” legitimou sua trajetória, após tantos filmes B de efeitos trágicos, com uma fotografia realista de alienígenas e naves espaciais, que não só deram credibilidade ao filme, mas também ao próprio Spielberg, que a partir daí se firmou como um dos principais cineastas do gênero sci-fi. Vilmos voltou a ser indicado ao Oscar pelas imagens impactantes de “O Franco Atirador”, que também fez muitos chamarem Michael Cimino de gênio, antes dele se tornar esquecido por filmes sem o mesmo cinematógrafo. A Academia também o indicou por “O Rio do Desespero”, mas só voltou a referenciar seu trabalho 20 anos depois, pela recriação noir de “Dália Negra”, no qual retomou a antiga parceria com Brian De Palma. Com “Fronteira da Violência (1982), de Tony Richardson, e “As Bruxas de Eastwick” (1987), de George Miller, ele firmou uma duradoura amizade com o ator Jack Nicholson, que o levou a fotografar “A Chave do Enigma” (1990), continuação de “Chinatown” (1974) que o próprio astro dirigiu. Os dois ainda voltaram a trabalhar juntos em “Acerto Final” (1995), sob direção de Sean Penn. Mas o principal parceiro do final de sua filmografia foi outro integrante da “New Hollywood” com quem demorou a se encontrar: Woody Allen. Para o cineasta nova-iorquino, o húngaro filmou “Melinda e Melinda” (2004), “O Sonho de Cassandra” (2007) e “Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos” (2010). Ao longo da carreira, Vilmos só dirigiu um filme, “The Long Shadow” (1992), drama estrelado por Liv Ullmann e Michael York, mas apareceu diante das câmeras em dois longas que fotografou: como figurante no western “Maverick” (1994) e na cinebiografia “Louis” (2010) – neste, inclusive, em papel autorreferente, como “cineasta húngaro”. E embora tenha produzido pouco para a televisão, venceu um Emmy de Melhor Fotografia pelo telefilme “Stalin” (1992) e ainda foi indicado a outro pela minissérie “As Brumas de Avalon” (2001). Seus últimos trabalhos, por sinal, foram como diretor de fotografia da série “Projeto Mindy”, gravando 24 episódios, entre 2012 e 2014.
Star Wars: O Despertar da Força supera US$ 1,5 bilhão de bilheteria mundial e novos recordes
O fenômeno “Star Wars: O Despertar da Força” ultrapassou a marca de US$ 1,5 bilhão de arrecadação mundial neste fim de semana, 19 dias após seu lançamento. Em tempo recorde, o filme se tornou a 6ª maior bilheteria de todos os tempos, superando “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 1,4 bilhão). Entre segunda e terça, também deve deixar para trás “Velozes & Furiosos 7” (US$ 1,515 bilhão) e “Os Vingadores” (US$ 1,519 bilhão) para assumir o 4º lugar no ranking histórico. E tudo isto antes de estrear na China… O público americano é o principal responsável pelo desempenho recordista da produção. A cada dia, o longa bate uma nova marca histórica nos EUA. A mais recente foi atingida com os US$ 88,3 milhões somados nos últimos três dias, que tornaram “Star Wars: O Despertar da Força” o filme de maior bilheteria já registrada em seu terceiro fim de semana em cartaz. Só com a bilheteria das salas IMAX, o filme já atingiu US$ 152 milhões, outro recorde comemorado neste domingo (3/1): o maior faturamento do formato em todos os tempos, acima do antigo campeão “Avatar” (US$ 150 milhões). Na sexta, o filme tirou outro recorde de “Avatar”, tornando-se a maior bilheteria de Ano Novo do cinema americano – US$ 34,5 milhões contra os US$ 25,3 milhões registrados em 1 de janeiro de 2010. Na ocasião, também superou “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” para assumir a liderança do ranking como a maior bilheteria de 2015 nos EUA. E outro recorde está para cair. A arrecadação doméstica chegou a US$ 740,3 milhões. Até então, apenas um filme tinha conseguido superar os US$ 700 milhões nos EUA. A diferença é que “Avatar” (US$ 760,5 milhões) levou 72 dias para atingir esta meta. Com “apenas” US$ 20 milhões de vantagem, a liderança do filme de James Cameron deve ser superada até o próximo fim de semana. Sem nenhum grande lançamento nos últimos dias, apenas outro filme conseguiu se destacar no Top 10 do fim de semana dos EUA. Lançado em 25 de dezembro em 100 salas, “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, ampliou seu circuito para 2,4 mil telas e pulou para o 3º lugar do ranking. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 88,3 milhões Total EUA: US$ 740,2 milhões Total Mundo: US$ 1,51 bilhão 2. Pai Em Dose Dupla Fim de semana: US$ 29 milhões Total EUA: US$ 93,6 milhões Total Mundo: US$ 115,5 milhões 3. Os Oito Odiados Fim de semana: US$ 16,2 milhões Total EUA: US$ 29,5 milhões Total Mundo: US$ 29,5 milhões 4. Irmãs Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 61,7 milhões Total Mundo: US$ 66,1 milhões 5. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 11,8 milhões Total EUA: US$ 67,3 milhões Total Mundo: US$ 91,6 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. Joy – O Nome do Sucesso Fim de semana: US$ 10,4 milhões Total EUA: US$ 38,7 milhões Total Mundo: US$ 51,7 milhões 7. A Grande Aposta Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 32,9 milhões Total Mundo: US$ 37,3 milhões 8. Um Homem Entre Gigantes Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 25,3 milhões Total Mundo: US$ 26,7 milhões 9. Caçadores de Emoção – Além do Limite Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 22,4 milhões Total Mundo: US$ 80,2 milhões 10. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 274,2 milhões Total Mundo: US$ 635,9 milhões [/symple_column] [/symple_toggle]
As 10 maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2015 foram comédias
De acordo com dados compilados pela Rentrak Brasil, o cinema brasileiro se resumiu à comédias em 2015. Pelo menos, do ponto de vista do público, que lotou os lançamentos do gênero. De forma impressionante, todo o Top 10 das maiores bilheterias do ano foi tomado por comédias. O fenômeno é reflexo do “gosto” do circuito, que abriu suas portas para os humorísticos da Globo Filmes. A maioria das comédias listadas tiveram lançamentos em mais de 500 salas de cinema. A mais modesta, “S.O.S. Mulheres ao Mar 2”, abriu em 430 telas, enquanto a mais ambiciosa, “Até que a Sorte nos Separe 3”, saiu derrubando recordes com estreia em 810 salas. Conforme esperado, o filme estrelado por Leandro Hassum precisou só de uma semana para entrar no Top 10 anual. Entre as comédias mais cotadas, quatro são continuações, demonstrando a vocação para blockbuster tropical que o mercado lhes delegou. Quatro também são derivadas de séries ou programas humorísticos, ressaltando a tendência televisiva deste tipo de cinema. Para completar, muitas foram criadas “em série” pela mesma equipe, o que explica porque resultam parecidas, como produtos de uma linha de montagem industrial. Operário padrão, o diretor Roberto Santucci assina três filmes no Top 10 – um fenômeno! – , seguido pela cineasta Chris D’Amato, com dois títulos. É isto mesmo: duas pessoas dirigiram a metade do Top 10 de 2015. O lado B desta concentração é um grande vazio na produção nacional de outros gêneros. Mas isso não é culpa dos cineastas, que rodaram vários filmes, inclusive premiados no exterior. A culpa é, sim, do mercado exibidor, que não programa lançamentos sem rostos sorridentes de atores da TV Globo. Os números não deixam dúvidas. O drama mais bem qualificado no ranking foi “Que Horas Ela Volta?”, produção premiada nos festivais de Sundance e Berlim, e candidato frustrado a uma vaga no Oscar, que teve cobertura intensa na mídia, inclusive com matérias no “Fantástico”. Mesmo assim, foi lançado em ridículas 91 salas. Com o buxixo na imprensa, manteve-se em cartaz por mais tempo que a maioria dos dramas nacionais – cujo destino em 2015 foi entrar e sair dos cinemas em poucos dias – , o que resultou em 496 mil espectadores e a 11ª maior bilheteria nacional do ano. O maior filme de ação, por sua vez, foi “Operações Especiais”, assistido por 358 mil espectadores em 14º lugar no ranking geral. Já o primeiro suspense da relação é “O Vendedor de Passados”, visto por 82 mil pessoas em 20º lugar. Mas a maior curiosidade está na inclusão de dois documentários entre os 20 filmes mais vistos do ano: “O Sal da Terra” (17º lugar) e “Chico – Artista Brasileiro” (19º lugar). É significativo que ambos tenham ficado vários dias em cartaz em salas dedicadas. Ou seja, o público aparece quando encontra os filmes em cartaz. O resto do Top 20 é só comédia. O que não é razão para rir. [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 1. Loucas pra Casar Lançamento em 560 salas 3,7 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 2. Vai que Cola Lançamento em 612 salas 3,2 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 3. Meu Passado Me Condena 2 Lançamento em 602 salas 2,6 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 4. Carrossel Lançamento em 510 salas 2,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 5. S.O.S. Mulheres ao Mar 2 Lançamento em 430 salas 1,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 6. Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel Lançamento em 550 salas 1,3 milhão espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 7. Linda de Morrer Lançamento em 522 salas 948 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 8. Qualquer Gato Vira-Lata 2 Lançamento em 513 salas 804 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 9. Bem Casados Lançamento em 450 salas 514 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”] 10. Até que a Sorte nos Separe 3 Lançamento em 810 salas 500 mil espectadores [/symple_column]
Coldplay lança o clipe caleidoscópico de Birds
“Feliz ano novo a todos. Este é o vídeo de ‘Birds’”, assim o Coldplay apresentou seu novo clipe no Twitter no último sábado (2/1). Dirigido por James Marcus Haney, o vídeo foi gravado num cartão postal da Califórnia, a “Salvation Mountain”, uma montanha coberta por pinturas de temática cristã, criada pelo artista local Leonard Knight (1931–2014) em meio ao deserto do Colorado. Não é a primeira vez que uma banda britânica usa o local como locação de vídeo. O clipe de “Somebody to Die For”, da banda Hurts, foi filmado lá em 2013. No cinema, a “Salvation Mountain” pôde ser vista ainda em “Na Natureza Selvagem” (2007). Uma foto da montanha também foi incluída na edição gráfica do disco “A Head Full of Dreams”, do Coldplay, de onde saiu a faixa “Birds”. Por sinal, a estética do clipe, que lembra os filtros do Instagram, reflete a arte caleidoscópica e colorida da capa do álbum. Já a música sugere novos rumos para a banda, combinando ecos de U2 e The Smiths. “Birds” é o segundo clipe do novo álbum do Coldplay, após a macaquice dançante de “Adventure of a Lifetime”. Vale a pena destacar ainda a carreira do diretor James Marcus Haney, que é uma figuraça do circuito dos festivais de rock. Ele entrou no mundo da música pela porta da contravenção, falsificando pulseiras de identificação de grandes eventos, fingindo ser um fotógrafo credenciado para circular nos principais festivais dos EUA de graça. E de tanto ver shows, começou a ser conhecido pelos artistas, o que lhe rendeu um convite da banda Mumford and Sons para acompanhá-los numa turnê e tirar a foto que acabou virando a capa de seu disco “Babel” (2012). Acabou virando fotógrafo de verdade, além de cineasta. Ele filmou suas aventuras no mundo do rock no documentário “No Cameras Allowed” (2014), que obteve reconhecimento em outros tipos de festivais.
War and Peace: Veja Lily James e Paul Dano em comerciais e quase 100 fotos da minissérie
A rede britânica BBC e o canal pago americano Lifetime divulgam dois comerciais e quase 100 fotos do elenco da minissérie “War and Peace”, adaptação do clássico literário “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi, estrelada por Lily James (“Cinderela”) e Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Além do elenco cinematográfico, a prévia destaca a escala épica da produção, com cenas de batalhas grandiosas. Publicado originalmente em 1869, o romance de Tolstoi é considerado uma das obras mais influentes da literatura. A trama explora a invasão francesa da Rússia e o impacto da era napoleônica na sociedade czarista, contada pelo ponto de vista de cinco famílias aristocráticas russas. Dano será o protagonista Pierre Bezukhov e James viverá sua paixão, Natasha Rostova. O elenco ainda contará com a presença de James Norton (“Northmen – A Saga Viking”), Gillian Anderson (série “Hannibal”), Jim Broadbent (franquia “Harry Potter”), Aneurin Barnard (“O Aventureiro: A Maldição da Caixa de Midas”), Rory Keenan (“O Guarda”), Callum Turner (“Victor Frankenstein”), Tuppence Middleton (“O Destino de Júpiter”) e Mathieu Kassovitz (“A Vida de Outra Mulher”). A minissérie foi escrita por Andrew Davies (série “House of Cards”) e a direção é de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). O projeto grandioso é uma co-produção entre os canais Lifetime, A&E, History, BBC e a produtora The Weinstein Company e estreia dia 18 de janeiro, no Reino Unido e nos EUA.
Star Wars: O Despertar da Força lidera ranking das bilheterias de 2015 nos EUA
Os cinemas americanos não podem reclamar de 2015. Foi um ano de muitos recordes para Hollywood, que levaram a uma soma de US$ 11,1 bilhões de bilheteria doméstica. Trata-se da maior arrecadação da indústria cinematográfica americana em todos os tempos, superando a marca anterior de US$ 10,9 bilhões, registrada em 2013. Os dados são do site especializado Rentrak. O sucesso de “Star Wars – O Despertar da Força” foi um fator decisivo para a quebra do recorde. Com pouco mais de duas semanas em cartaz, o filme dirigido por J.J Abrams arrecadou US$ 686,4 milhões só nos EUA – já passou do US$ 1,39 bilhão no mundo inteiro. Confirmando o sucesso de franquias “retrôs” (para usar um termo de George Lucas), o 2º lugar ficou com “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, que faturou US$ 652 milhões nos EUA. O pódio foi completado por “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 459 milhões). E os três filmes ainda entraram no Top 10 das maiores bilheterias de todos os tempos na América do Norte. Com três filmes tão bem-sucedidos, não é à toa que o ano tenha rendido tanto faturamento. Tudo somado, nunca se pagou tanto para ver cinema nos EUA como em 2015. O melhor é que, entre continuações, derivados e reimaginações, também houve espaço para boas ideias originais como “Divertida Mente”, que brilhou no Top 5 como a animação mais bem-sucedida de 2015. Confira abaixo a lista dos filmes de maior arrecadação do ano no mercado americano. [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] TOP 10: As maiores bilheterias de 2015 nos EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força US$ 686,4 milhões 2. Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros US$ 652 milhões 3. Vingadores: A Era de Ultron US$ 459 milhões 4. Divertida Mente US$ 356,4 milhões 5. Velozes & Furiosos 7 US$ 353 milhões 6. Minions US$ 336 milhões 7. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final US$ 271,3 milhão 8. Perdido em Marte US$ 225,5 milhões 9. Cinderela US$ 201,1 milhões 10. 007 Contra Spectre US$ 197,3 milhões [/symple_column]
Star Wars bate recorde de ano novo, supera Jurassic World e vira maior bilheteria de 2015 nos EUA
“Star Wars: O Despertar da Força” bateu novos recordes, acumulando a maior bilheteria já registrada num feriado de Ano Novo nos EUA. Foram US$ 34,5 milhões arrecadados apenas na sexta (1/1), o que elevou o faturamento do longa para US$ 686,4 milhões no mercado doméstico. O valor já superou a bilheteria de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 652,2 milhões), o que torna “Star Wars: O Despertar da Força” a maior bilheteria de cinema na América do Norte em 2015. Mais que isso, os números da sci-fi dirigida por J.J. Abrams também deixaram para trás o montante doméstico de “Titanic” (US$ 658,6 milhões), restando apenas “Avatar” (US$ 760,5 milhões) a sua frente, na lista das maiores bilheterias de todos os tempos nos EUA. No acumulado mundial, “Star Wars: O Despertar da Força” atingiu US$ 1,39 bilhão e ocupa o 7º lugar entre as maiores arrecadações planetárias da História, com uma diferença de apenas US$ 100 mil para o 6º lugar, “Vingadores: Era de Ultron”. A estreia na China, último território em que ainda permanece inédito, está marcada para o próximo sábado, dia 9 de janeiro.
The Night Manager: Minissérie estrelada por Tom Hiddleston ganha fotos e primeiro comercial
O canal britânico BBC One divulgou quatro fotos e o primeiro comercial de “The Night Manager”, minissérie de espionagem estrelada por Tom Hiddleston (“Thor”). A prévia destaca o clima sensual, as locações e o grandioso elenco da produção. A minissérie adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) em seis episódios, com roteiros de David Farr (“Hanna”). E seu elenco ainda destaca Hugh Laurie (“Tomorrowland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Tobias Menzies (série “Game of Thrones”), David Harewood (série “Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). Na trama, Hiddleston vive Jonathan Pine, um ex-soldado britânico que agora trabalha em um hotel. Um dia, ele conhece Sophie (Atika), uma mulher francesa de origem árabe, que lhe fornece documentos que incriminam Richard Onslow Roper (Laurie), um empresário britânico que fez fortuna no mercado negro vendendo armas. Mas ao decidir informar as autoridades britânicas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência, que resulta em mortes e o arrasta para as sombras da espionagem. A minissérie deve começar a ser exibida em abril no Reino Unido.












