Astro de The Americans enfrenta nazistas em trailer de filme de guerra francês
A produtora indie Cohen Media Group divulgou o pôster e o trailer americano de “Come What May” (En Mai, Fais ce qu’il te Plaît), novo drama de guerra do cineasta francês Christian Carion, responsável pelo belo “Feliz Natal”, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2006. A prévia se passa em maio de 1940, durante a ofensiva nazista na França, na 2ª Guerra Mundial. A fuga do inimigo separa um pai e um filho, mas também possibilita o encontro de aliados. August Diehl (“Bastardos Inglórios”) interpreta o pai desesperado, que atravessa os campos franceses, tomados por nazistas, com a ajuda de um soldado britânico desgarrado, vivido por Matthew Rhys (série “The Americans”). O elenco também inclui Alice Isaaz (“Doce Veneno”), Mathilde Seigner (“A Guerra dos Botões”), Thomas Schmauser (“Feliz Natal”) e Olivier Gourmet (“Madame Bovary”). Já exibido na França, o filme estreia em 9 de setembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Buddymoon: Trailer mostra astro de Grimm em lua de mel com seu melhor amigo
A Orion Pictures divulgou o hilário trailer de “Buddymoon”, comédia indie escrita e estrelada por David Giuntoli, o astro da série “Grimm”. Ele surge na prévia tão deprimido pelo cancelamento de seu casamento, que seu melhor amigo, vivido por Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), decide levantar sua moral convencendo-o a levar adiante seus planos de lua de mel. Só que, em vez de viajar com a noiva, os dois vão juntos compartilhar os planos românticos de um camping entre trilhas das montanhas do Oregon, onde são confundidos o tempo inteiro com um casal gay. Claro que Flula aproveita cada instante da viagem para zoar David – detalhe: os personagens têm os mesmos nomes dos atores. Um atrativo a mais para os fãs de “Grimm” é que, lá pelas tantas, a dupla encontra duas mulheres na floresta. Uma delas é ninguém menos que Claire Coffee, intérprete de Adalind na série. A propósito, “Grimm” é filmado nessas mesmas locações. “Buddymoon” foi escrito por Giuntoli e Borg, e marca a estreia no cinema de Alex Simmons, diretor da premiada série de documentários “Borderland”, da rede de notícias Al Jazeera, além de clipes de artistas como Sigur Rós, Common, Death Cab For Cutie, Mos Def e The Decemberists. Lançado na internet e em circuito limitado em Nova York, o filme conquistou a crítica, com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não tem previsão de estreia no Brasil.
Rogue One: Vídeo de bastidores do novo Star Wars mostra cenas inéditas e muita ação
A Disney divulgou um novo pôster e um vídeo de bastidores de “Rogue One – Uma História Star Wars”. A prévia é repleta de cenas inéditas, acompanhando o elenco e o diretor Gareth Edwards (“Godzilla”) em meio a explosões, tiroteios, lutas, correrias e muita ação. O ritmo é frenético, permeado por batalhas que representam a luta contra a tirania do Império. Não por acaso, o clima de clima de conflito também é representado no pôster, que traz ao fundo a terrível Estrela da Morte. Com roteiro original de Chris Weitz (“Cinderela”), o filme será o primeiro spin-off da franquia “Star Wars”, produzido fora de sincronia com a saga central. A trama gira em torno da missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos de construção da Estrela da Morte. No filme clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), estes planos acabam nas mãos da Princesa Leia, que os transfere para o robô R2-D2, enquanto é caçada por Darth Vader. O elenco inclui Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), além da voz de James Earl Jones, que desde “Guerra nas Estrelas” dubla o vilão Darth Vader. “Rogue One: Uma História Star Wars” estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Operation Chromite: Trailer de filme sul-coreano traz Liam Neeson como o General MacArthur
A Taewon Entertainment divulgou os pôsteres e o trailer de “Operation Chromite”, filme de guerra sul-coreano que traz Liam Neeson como o General Douglas MacArthur, comandante das tropas americanas no Pacífico, durante a 2ª Guerra Mundial. A trama se passa cinco anos após o conflito contra o Japão, mostrando sua luta contra um novo inimigo. Contrariando estrategistas mais conservadores, ele arriscou tudo numa invasão anfíbia que mudou os rumos da Guerra da Coreia, libertando Seul do exército norte-coreano em 1950, naquela que foi a maior vitória de sua carreira militar. Além do papel decisivo de MacArthur no comando da invasão americana, a trama destaca os heróis sul-coreanos, que possibilitaram o sucesso da operação com um minucioso trabalho de inteligência, sacrificando a própria segurança pela defesa de seu país, que tinha sido invadido pelas forças norte-coreanas apoiadas por China e União Soviética. “Operation Chromite” é o segundo filme do diretor John H. Lee sobre a Guerra da Coreia, após ter mostrado o engajamento dos estudantes no conflito, em “71: Into the Fire” (2010). O elenco também inclui Lee Jung-jae (“A Empregada”), Jin Se-yeon (“The Language of Love”) e Jung Joon-ho (“Love, In Between”). A estreia acontece em 27 de julho na Coreia do Sul e em 12 de agosto nos EUA.
Vizinhos Nada Secretos: Gal Gadot e Jon Hamm são espiões em trailer de comédia
A Fox divulgou os trailers legendado e dublado da comédia de ação “Vizinhos Nada Secretos” (Keeping Up with the Joneses). A prévia sugere uma combinação de “Sr. e Sra. Smith” (2007) e “Amor por Contrato” (2009), e gira em torno da inveja de um casal suburbano, vivido por Zach Galifianakis (“Birdman”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”), de seus novos vizinhos perfeitos, Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) e Jon Hamm (série “Mad Men”). De tanto xeretarem, os dois descobrem que o casal que mudou para o lado é na verdade uma dupla perigosa de espiões. A comédia foi escrita por Michael LeSieur (“Dois é Bom, Três é Demais”) e dirigida por Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”), e tem estreia marcada para 10 de novembro no Brasil, três semanas depois do lançamento nos EUA.
Stranger Things: Veja os primeiros oito minutos da nova série sci-fi da Netflix
O serviço de streaming Netflix divulgou os oito primeiros minutos de “Stranger Things”, sua nova série sci-fi, que é passada nos anos 1980. A prévia introduz o mistério da trama no clima das produções de cinema da época, em especial os filmes produzidos por Steven Spielberg, de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977) a “E.T. – O Extraterrestre” (1982), sem esquecer “Os Goonies” (1985) – ao estilo do que J.J. Abrams realizou no filme “Super 8” (2011). As citações ao período também passam pelo elenco, liderado por Winona Ryder (estrela de clássicos como “Os Fantasmas se Divertem” e “Edward Mãos de Tesoura”) e Matthew Modine (de “Asas da Liberdade” e “Nascido para Matar”). A trama acontece na pacata cidade de Hawkins, Indiana, onde um garotinho desaparece misteriosamente, sem deixar rastro algum. Sua mãe (Ryder) busca ajuda das autoridades para encontrá-lo, mas, à medida que as investigações se aprofundam, eles descobrem uma série de mistérios que envolvem experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais e uma garotinha muito estranha. No elenco também estão David Harbour (“Aliança do Crime”), Charlie Heaton (“As You Are”), Natalia Dyer (“Hannah Montana: O Filme”), Millie Bobby Brown (série “Intruders”), Cara Buono (“Cidades de Papel”), Ross Partridge (“Olhos da Justiça”) e Rob Morgan (série “Demolidor”). “Stranger Things” foi criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer (série “Wayward Pines”) e tem produção do cineasta Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que ainda assina a direção de dois episódios. A série estreia na Netflix nesta quinta (15/7).
Star Trek: Alienígena vivida por Sofia Boutella é destaque em novo pôster e quatro vídeos
A Paramount Pictures divulgou um novo pôster e quatro vídeos de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a nova aliada da tripulação da Enterprise, a alienígena Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”). O material inclui um featurette legendado dos bastidores das filmagens, com depoimentos da atriz, do roteirista Simon Pegg (que também interpreta Scotty na trama) e do diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), uma cena em que ela encontra Scotty e dois comerciais centrados em sua determinação e capacidade de luta. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e, por causa das Olimpíadas, apenas em 1 de setembro no Brasil.
Game of Thrones deve ganhar spin-off após sua conclusão
Líder de indicações ao prêmio Emmy 2016, a série “Game of Thrones” é o carro-chefe da programação do canal pago HBO. Por isso, o anúncio de seu final iminente, após mais duas temporadas, tem preocupado os fãs e os executivos da TV, e a questão de retomar o universo fantasioso da série numa atração derivada começa a ganhar força. Tanto que, pela primeira vez, os produtores D. B. Weiss e David Benioff admitiram a possibilidade. Em uma entrevista para o podcast “UFC Unfiltered”, eles disseram que já pensaram nisso, mas ainda não sentaram para discutir detalhes, porque estão concentrados em terminar “Game of Thrones”. “Uma das coisas legais sobre o que o George (R. R. Martin) fez é que ele não construiu apenas uma história. Ele criou todo um mundo. São tantos personagens, e uma história tão rica em detalhes, que dá para trabalhar com isso de muitas formas diferentes”, admitiram. “A gente ainda não teve tempo para pensar sobre os detalhes, porque estamos muito concentrados em simplesmente fazer o programa. É um trabalho que ocupa as 24 horas do dia. Quando começamos a pensar (sobre outra série), percebemos que temos que pensar em outras coisas mais urgentes”. O próprio Martin, autor dos livros em que a série se baseia, sugeriu há três meses uma adaptação de seu próprio spin-off literário, os três volumes das aventuras de Dunk e Egg (iniciadas no livro “O Cavaleiro dos Sete Reinos”), que contam parte da infância do rei Aegon, bisavô de Daenerys, antes que ele se tornasse herdeiro do trono. Na época, Michael Lombardo, presidente de programação da HBO, jogou a responsabilidade para os produtores. Falando para a revista Variety, ele disse que não conseguia imaginar outra série passada no universo de “Game of Thrones” sem o envolvimento da dupla. Pelo menos, Weiss e Benioff já estão pensando no assunto.
Game of Thrones lidera as indicações ao Emmy 2016
A Academia da Televisão dos EUA anunciou os indicados ao prêmio Emmy 2016. E após muitos anos de distanciamento do público e até mesmo da crítica, a lista anuncia uma mudança de padrão entre os eleitores do troféu mais cobiçado da televisão americana, incluindo produções de gênero e algumas séries bastante ousadas para o gosto médio. O fenômeno “Game of Thrones” é a série com mais indicações (23 no total), seguida pelas antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” (22 indicações) e “Fargo” (18 indicações), que disputam outra categoria como séries limitadas (minisséries, na prática). Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” (17) e “Silicon Valley” (11). Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal conquistou, ao todo, 94 indicações, muito a frente dos demais. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX (56), quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix (54), que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também tem seu espaço na disputa. A cerimônia que anunciará os vencedores acontecerá no dia 18 de setembro, com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”). Confira as principais indicações abaixo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor atriz convidada em série dramática Margo Martindale – The Americans Carrie Preston – The Good Wife Laurie Metcalf – Horace And Pete Ellen Burstyn – House of Cards Molly Parker – House of Cards Allison Janney – Masters of Sex Melhor ator convidado em série dramática Max von Sydow – Game of Thrones Michael J. Fox – The Good Wife Reg E. Cathey – House of Cards Mahershala Ali – House of Cards Paul Sparks – House of Cards Hank Azaria – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor atriz convidada em série cômica Laurie Metcalf – The Big Bang Theory Christine Baranski – The Big Bang Theory Tina Fey e Amy Poehler – Saturday Night Live Melissa McCarthy – Saturday Night Live Amy Schumer – Saturday Night Live Melora Hardin – Transparent Melhor ator convidado em série cômica Bob Newhart – The Big Bang Theory Tracy Morgan – Saturday Night Live Larry David – Saturday Night Live Bradley Whitford – Transparent Martin Mull – Veep Peter MacNicol – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor minissérie American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor filme feito para TV All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor série animada Archer Bob’s Burgers Phineas e Ferb Os Simpsons South Park Melhor dublagem Seth MacFarlane – Uma Família da Pesada Trey Parker – South Park Matt Stone – South Park Keegan-Michael Key – SuperMansion Chris Pine – SuperMansion Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race
Estreias: Carrossel 2 e Caça-Fantasmas disputam as bilheterias do fim de semana
Duas franquias voltadas ao público mais jovem vão disputar as bilheterias do fim de semana. Tanto o nacional “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” quanto o americano “Caça-Fantasmas” foram lançados em mais de 800 salas, com o brasileiro levando uma pequena vantagem de 50 telas. A continuação do sucesso “Carrossel – O Filme” (2015) apela às crianças com uma história que mistura comédia, aventura e espírito de competição. Para salvar a amiguinha do título, raptada por vilões, os estudantes do Carrossel terão que participar de uma gincana que lembra quadros de reality show e programas de auditório – o que é bem a cara da rede SBT, responsável pela novela que originou a franquia. Já “Caça-Fantasmas” perdeu o gênero do título original de 1984, mas não escapou da “discussão de gênero”. Em busca de hits, após colecionar fracassos consecutivos, a Sony resolveu relançar sua velha marca com nova roupagem, mudando o sexo de seus protagonistas. O instinto do público foi torcer o nariz para o caça-níquel, fazendo o primeiro trailer da produção virar o mais odiado da história do YouTube. Mas marketing de multinacional é coisa séria, a ponto de trabalhar para confundir a percepção do “‘Caça-Fantasmas’ com mulheres” com um projeto feminista. Não é nada disso, assim como o remake de “Morte no Funeral” (2010) com atores negros não foi um marco da luta pela igualdade racial. Até as sufragistas seriam capazes de dizer que “Os Caça-Fantasmas” é bem melhor que o similar de gênero. Mesmo com dois lançamentos ocupando 60% de todas as salas disponíveis no país, o descartável “A Última Premonição” chega em quase 100 salas. Dirigido por Greg Greutert (“Jogos Mortais – O Final”), traz Isla Fisher (“Truque de Mestre”) sofrendo um mix de clichês de horror, como uma grávida que tem visões trágicas numa casa assombrada por fatos terríveis do passado. Nem a participação de Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) impediu o filme de ser lançado direto na internet nos EUA. Completam a programação dois filmes franceses em distribuição limitada. A comédia de humor negro “La Vanité”, estrelada pela espanhola Carmen Maura (“Volver”), acompanha um homem doente que decide morrer de forma memorável, mas nada acontece como ele planeja. Por fim, o drama “Agnus Dei”, de Anne Fontaine (“Coco Antes de Channel”), traz Lou de Laâge (a revelação de “Respire”) como uma médica da Cruz Vermelha que se depara com a história chocante do estupro seguido por gravidez de inúmeras freiras de um convento polonês, cometido impunemente por soldados soviéticos durante a 2ª Guerra Mundial. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, é disparado o melhor filme da semana, além da história que realmente deveria interessar quem busca uma opção feminista. Mas só está disponível em 28 salas.
Hector Babenco (1946 – 2016)
Morreu o cineasta Hector Babenco, autor de clássicos do cinema brasileiro como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985) e “Carandiru” (2003). Ele faleceu na noite de quarta-feira (13/7), aos 70 anos de idade, no Hospital Sírio Libanês em São Paulo. Babenco havia sido internado na última terça-feira para um cirurgia simples, para tratar uma sinusite, da qual estava se recuperando quando teve uma parada cardiorrespiratória. Considerado um dos diretores de cinema mais importantes do Brasil, ele dirigiu dez longas-metragens e foi indicado ao Oscar de Melhor Direção por “O Beijo da Mulher-Aranha” (1986). Nascido em Mar del Plata, na Argentina, em 1946, Babenco mudou-se para o Brasil aos 17 anos com a família, indo morar numa pensão em São Paulo. Um ano depois, pegou um navio em Santos e foi viver na Europa, onde passou cinco anos dormindo na rua e trabalhando como figurante em filmes italianos e espanhóis. “Quando voltei para São Paulo, me empenhei seriamente e em fazer cinema, mas continuei sobrevivendo meio à margem, vendendo enciclopédias e túmulos e sendo fotógrafo de restaurantes, com uma máquina polaróide”, disse o diretor, em entrevista em 1985. “Com isso, aprendi que os marginais — esse clichê tão grande — vivem mais intensamente, nas fronteiras da morte.” Não por acaso, seu primeiro longa de ficção girou em torno da boemia paulistana, “O Rei da Noite”, lançado em 1975, dois anos após estrear nos cinemas com o documentário “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), sobre Emerson Fittipaldi, primeiro ídolo brasileiro da Fórmula 1. Em plena ditadura, ele foi crítico da política oficial da Embrafilme, e financiou de forma privada seus primeiros longas. Mas não ficou apenas nisso. Em 1977, seu filme “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” desafiou a Censura ao denunciar a atuação brutal do Esquadrão da Morte, dando ao ator Reginaldo Faria um dos principais papéis de sua carreira. A produção teve 6 milhões de espectadores no país, um sucesso retumbante e até hoje uma das dez maiores bilheterias do cinema nacional. Além disso, agradou em cheio à crítica, conquistando o prêmio de Melhor Filme da Mostra de São Paulo. Orgulhoso, na época desse lançamento decidiu que faria não só cinema brasileiro, mas seria brasileiro, naturalizando-se aos 31 anos. “Lúcio Flávio” já seria um marco na carreira de qualquer cineasta. Mas o trabalho mais importante do diretor ainda estava por vir. Atento aos problemas sociais, Babenco ousou escalar um adolescente inexperiente, vindo da periferia, para expressar a situação dos menores abandonados, que alimentavam a crescente criminalidade do país, em “Pixote” (1980). Com cenas impactantes, e sem aliviar a barra na relação entre o menor, vivido por Fernando Ramos da Silva, e a prostituta interpretada por Marília Pêra, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado pelos críticos de Nova York, chamando atenção mundial para o cineasta. O sucesso lhe rendeu uma carreira internacional, iniciada com “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), que também apresentou Sonia Braga a Hollywood. Filmado no Brasil e combinando atores brasileiros com dois astros hollywoodianos, Raúl Julia e William Hurt, o longa adaptou a obra homônima do escritor argentino Manuel Puig para os porões da ditadura militar brasileira, onde um preso político faz amizade com um travesti sonhador, que cultua um filme romântico nazista – de onde vem a Mulher-Aranha, vivida de forma onírica por Braga. O papel de homossexual rendeu a Hurt os principais prêmios de sua carreira, como o troféu do Festival de Cannes e o Oscar de Melhor Ator. O longa também foi indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado, consagrando Babenco como o primeiro cineasta brasileiro a disputar o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A repercussão consolidou a carreira estrangeira de Babenco, que filmou a seguir um filme 100% americano, “Ironweed” (1987), adaptação de romance americano estrelado por Jack Nicholson e Meryl Streep. Ambos os atores foram indicados ao Oscar, mas o lançamento não teve o impacto das produções anteriores do cineasta. Paralelamente, um fato trágico voltou a chamar atenção para seu melhor filme: o assassinato de Fernando Ramos da Silva pela polícia, aos 19 anos de idade. O menino, que tinha conseguido fama mundial como protagonista de “Pixote”, tinha tentado seguir a carreira de ator na Globo, após o sucesso do filme, mas, semi-analfabeto, não conseguia memorizar os roteiros e não emplacou no elenco de novelas. Acabou retornando para as favelas de Diadema, onde teve o destino de tantos outros jovens envolvidos no tráfico. Abalado, Babenco voltou ao Brasil e aos temas nacionais, filmando a seguir o épico “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), sobre a situação de abandono dos índios no país. Caríssima, a produção contou com financiamento e elenco internacional (Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah, Tom Waits, Kathy Bates e Aidan Quinn) para denunciar uma situação de genocídio no Brasil, com índios exterminados por doenças e pela ganância de fazendeiros. Sombrio demais para o gosto popular, o filme virou referência para outros cineastas. James Cameron disse que suas imagens poderosas da Amazônia serviram de inspiração para o seu “Avatar” (2009). Assistente de direção em “Brincando dos Campos do Senhor”, Vicente Amorim, que tinha 23 anos na época, definiu a experiência com “intensa”, ao relembrar o trabalho com Hector Babenco para o jornal O Globo. “É um filme que valeu por dez, foi muito trabalhoso, muito desgastante. Foi um desafio logístico comparável a ‘Fitzcarraldo’ (de Werner Herzog). Hoje, os filmes são rodados em quatro ou cinco semanas. Aquele foi feito em 36 semanas! Estávamos no meio da selva, e dormíamos num navio. A equipe tinha quase 200 pessoas e uns cem índios, que faziam figuração.” O fracasso nas bilheterias acabou abalando o cineasta, que se distanciou das telas por sete anos, retornando com uma obra mais intimista, o semibiográfico “Coração Iluminado” (1998), que refletia sua juventude em Buenos Aires, num reencontro com suas raízes. Ele retomou os temas sociais em outro filme forte, “Carandiru” (2003), passado no interior da maior prisão do Brasil, cenário de rebeliões e massacres reais, reencenados na produção. Baseado no livro “Estação Carandiru”, do médico Drauzio Varella, o longa se provou um retrato contundente da situação precária dos presídios nacionais e foi premiado em diversos festivais ao redor do mundo. Seu filme seguinte, “O Passado” (2007), foi estrelado por Gael Garcia Bernal (“Diários de Motocicleta”) e novamente falado em espanhol. “Sou um exilado no Brasil e um exilado na Argentina. Não consigo me fazer sentindo parte de nenhuma das culturas. E as duas coisas convivem em mim de forma poderosa”, resumiu o diretor, em entrevista de 2015. Na virada para o século 21, Babenco tratou de um linfoma e, em seu último filme, “Meu Amigo Hindu” (2015), decidiu contar a história de um diretor e sua luta contra o câncer. Mas o drama também tinha inspiração romântica, já que incluía no elenco sua mulher Barbara Paz, atriz que conheceu justamente no período retratado. Já o alter ego de Babenco foi vivido pelo americano Willem Dafoe. Na trama, que acabou sendo sua obra definitiva, o personagem do diretor, quando confrontado pela Morte (encarnada por Selton Mello), expressava apenas um desejo: realizar mais um filme. “Esse é o filme que a morte me deixou fazer”, disse o cineasta, no ano passado. Refletindo a passagem do grande mestre, o cineasta Walter Salles resumiu o sentimento de grande perda do cinema nacional: “Babenco foi um dos maiores diretores da história do cinema brasileiro. Construiu uma obra única, aguda e original, que desvenda a dimensão da tragédia brasileira, mas também expõe nosso drama existencial, humano. ‘Pixote’ é um filme extraordinário, um soco no estomago, assim como ‘Lucio Fávio, o Passageiro da Agonia’. O mestre se vai, mas sua filmografia ampla e insubstituível sobreviverá ao tempo, como um dos mais potentes reflexos dos anos em que vivemos.
Roadies: Eddie Vedder fará participação na série do diretor Cameron Crowe
O cantor Eddie Vedder, da banda Pearl Jam, fará uma participação na série “Roadies”, criada pelo cineasta Cameron Crowe (“Quase Famosos”). Crowe tem ótima relação com o músico, após ter dirigido o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011). Além disso, o empresário da banda, Kelly Curtis, serve como produtor de “Roadies”. Segundo a revista Entertainment Weekly, Vedder vai participar do episódio final da 1ª temporada, que irá ao ar em 28 de agosto nos EUA. Além dele, também estão previstas aparições de outros músicos na season finale, como Jackson Browne, Robyn Hitchcock, Jim James (da banda My Morning Jacket), Nicole Atkins, Gary Clark Jr, Jess Wolfe e Holly Laessig (ambos da banda Lucious). Infelizmente, porém, a iniciativa pode ter vindo tarde. Além de críticas negativas (só 33% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série tem uma audiência abismal, vista por pouco mais de 300 mil pessoas por episódio, muito pouco até para o canal pago Showtime. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, num diálogo da própria atração, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o elenco inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”).
Jogos Mortais vai ganhar nova sequência, sete anos após “o final”
A franquia “Jogos Mortais” vai ressuscitar nos cinemas. “Saw: Legacy”, o oitavo longa da série, será dirigido pelos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado”. A informação é do site Bloody-Disgusting. O filme deve chegar aos cinemas em 2017, sete anos após “Saw 3D” ganhar o título “Jogos Mortais: O Final” (2010) no Brasil. Logicamente, não foi o final. O roteiro da continuação foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a história está sendo mantida em sigilo O primeiro “Jogos Mortais” é de 2004 e se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. As filmagens do oitavo longa começam no dia 12 de setembro, em Toronto.












