Extraordinário: Revelação de O Quarto de Jack aparece com rosto deformado na primeira foto de seu novo filme
A Lionsgate divulgou a primeira foto de “Wonder”, que mostra Jacob Tremblay, a jovem revelação de “O Quarto de Jack”, com o rosto completamente deformado, ao lado de Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”). O filme é uma adaptação do best-seller infantil “Extraordinário” de RJ Palacio, e conta a história de Auggie Pullman (papel de Tremblay), um menino que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa por toda a vida, até que, pela primeira vez, é matriculado numa escola regular e passará a conviver com outras crianças da sua idade, a partir da 5ª série. Lançado em 2012, o livro de RJ Palacio vendeu 2 milhões de exemplares e já se desdobrou em duas obras derivadas – “365 Dias Extraordiários” e “Auggie e Eu”. Julia Robert interpreta a mãe e Owen Wilson (“Meia-Noite em Paris”) vive o pai do menino, e o elenco ainda inclui Mandy Patinkin (série “Homeland”), Izabela Vidovic (série “The Fosters”), Ali Liebert (série “Strange Empire”), Millie Davis (série “Orphan Black”) e Bryce Gheisar (série “Walk the Prank”). O roteiro da adaptação foi escrito por Jack Thorne (criador da série “White Panthers”) e Steve Conrad (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), e a direção está a cargo de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”). Ainda em fase de filmagem, a produção tem estreia marcada para 7 de abril nos EUA e 11 de maio no Brasil.
The Flash: Identificado o novo vilão da série
Um mês após o vazamento de uma foto do set da 3ª temporada de “The Flash” mostrar o possível novo vilão da série, a rede CW revelou sua identidade. Ao contrário do especulado, trata-se de Savitar. O personagem original dos quadrinhos, que é um musculoso descamisado, não parece nada com a personagem da série, por isso os leitores dos gibis não conseguiram identificá-lo. Criado em 1995 por Mark Waid e Oscar Jimenez, Savitar era um piloto de jato supersônico de uma nação do Terceiro Mundo, que, ao ser abatido em plena Guerra Fria, descobre que o acidente lhe deu supervelocidade. Ele se torna, então, obcecado pela Força da Aceleração e tenta roubar a velocidade dos demais velocistas do universo DC. Ou seja, Zoom.2. Seu intérprete teria sido identificado por fãs como Todd Lasance, o vampiro Julian de “The Vampire Diaries”. O ator tampouco se parece com o personagem dos quadrinhos. Não só pela falta dos músculos, mas pelos traços étnicos de Savitar, que aparenta ser indiano. Ele adotou o nome de uma divindade hindu como nova identidade. E eis aí mais um instantâneo da falácia da diversidade nas séries, cujos produtores preferem transformar em negros personagens que são brancos nos quadrinhos, mas ignoram as etnias quando querem incluir um novo ator branco no elenco. De todo modo, a introdução de Savitar abre o caminho para a chegada do Flash Negro, já que o destino final do vilão está interligado com a criatura fantasmagórica. Ao contrário dos quadrinhos, onde Barry Allen foi consumido pela Força da Aceleração, quem pode aparecer como Flash Negro é o próprio Zoom, considerando o destino do vilão no final da 2ª temporada. A estreia dos novos capítulos está marcada para 4 de outubro na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Rogue One: Novo trailer legendado registra volta de Darth Vader ao universo de Star Wars
A Disney divulgou o novo trailer legendado do próximo “Star Wars”. Trata-se do primeiro spin-off da franquia, “Rogue One: Uma História de Star Wars”, uma aventura independente da saga central, que introduz diversos personagens novos. A prévia confirma o clima sombrio, salienta a estrutura clássica de missão suicida de filme de guerra e, após introduzir os protagonistas, registra a esperada volta do vilão Darth Vader. A ação se passa entre as duas primeiras trilogias e envolve um ataque das forças rebeldes contra a Estrela da Morte, liderado pela nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). No elenco também estão Diego Luna (“Elysium”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e Alan Tudyk (série “Firefly”). Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.
Lethal Weapon: Série baseada na franquia Máquina Mortífera ganha novos comerciais
A rede americana Fox divulgou dois novos comerciais de “Lethal Weapon”, série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. Uma das prévias é bem dramática, explorando o trauma de um dos protagonistas, enquanto a outra traz entrevistas de bastidores. Apesar da popularidade dos filmes com Mel Gibson e Danny Glover, o novo elenco demonstra boa química, bem selecionado e afinado, o que deve tornar a atração um grande sucesso. Por sinal, os personagens centrais e seu relacionamento volátil são os mesmos dos filmes. Clayne Crawford (série “Rectify”) vive Martin Riggs, que chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a morte da mulher, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”) vive seu parceiro Roger Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Os dois não poderiam ser mais diferentes. E esta é a graça da produção – e também do longa original de 1987, escrito por Shane Black, o diretor de “Homem de Ferro 3”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”, e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A série vai estrear no dia 21 de setembro nos EUA.
Homeland: 6ª temporada vai estrear em janeiro, com a série garantida até 2019
Após adiar a 6ª temporada de “Homeland” para 2017, o canal pago americano Showtime finalmente anunciou a data de estreia dos próximos episódios. A 6ª temporada entrará no ar em 16 de janeiro nos EUA. Segundo revelou anteriormente o produtor Alex Gansa, a trama será ambientada em Nova York e terá como pano de fundo a próxima eleição presidencial. Além disso, Carrie Mathison, a espiã bipolar vivida por Claire Danes, continuará a correr perigo nas 7ª e 8ª temporadas de “Homeland”, previstas para 2018 e 2019. A renovação foi oficialmente anunciada em junho. Na época, o presidente do canal Showtime, Jason Nevins, salientou que a confirmação de duas temporadas com tanta antecedência não significava que a produção irá acabar ao final desse ciclo. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.
Stranger Things: Netflix vai lançar CD com a trilha sonora da série
O serviço de streaming Netflix vai aproveitar o sucesso de “Stranger Things” para lançar a trilha sonora da série. As músicas serão reunidas em dois volumes. O primeiro será liberado nesta sexta-feira (12/8), e contará com 36 faixas em versão digital. Já o CD chegará às lojas apenas no dia 16 de setembro. O Volume 1 contará com as trilha original da atração, criada por Kyle Dixon e Michael Stein, integrantes da banda Survive, enquanto o Volume 2 trará as músicas de cada episódio, que destacam gravações da década de 1980, época em que a trama se passa, como “Should I Stay or Should I Go”, da banda The Clash, “Atmosphere”, do Joy Division, “Nocturnal Me”, do Echo & The Bunnymen, “Sunglasses at Night”, de Corey Hart, e “I Melt With You”, do Modern English. Mas há também canções psicodélicas dos anos 1960 e o contemporâneo Moby. Confira abaixo o link do Spotify para a seleção:
Rita Lee vira alienígena em nova série brasileira
A cantora Rita Lee vai comprovar que é de outro mundo numa nova série da TV brasileira. Ela vai interpretar um alienígena em “Manual para se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis”, produção de André Moraes (“Entrando Numa Roubada”) para o canal pago Warner. Moraes queria que ela interpretasse um papel maior, da avó de um dos protagonistas. Mas Rita preferiu uma participação especial como um dos principais vilões da história: o alien Grão Mestre e Chanceller. A produção, inclusive, já divulgou uma foto do personagem (acima). Na série, três amigos nerds se unem para combater a ameaça de uma aliança entre aliens, ninjas e zumbis para conquistar o planeta Terra e escravizar a raça humana. A produção é estrelada por Michel Joelsas (“Que Horas Ela Volta?”), Daphne Bozaski (série “Experimentos Extraordinários) e Thalles Cabral (novela “Amor à Vida”), que para enfrentar os perigos contam com a ajuda do músico André Abujamra (“Durval Discos”), como o mestre da resistência humana, e do manual que dá título ao programa. Com 13 episódios, a série foi gravada em locações de São Paulo, entre maio e julho deste ano. Rita gravou sua pequena participação no início de julho, no topo do prédio da Câmara Municipal de São Paulo. A estreia vai acontecer ainda este ano, mas ainda não foi marcada pelo canal Warner.
Comédias americanas dominam as estreias da semana
Duas comédias americanas e uma animação mexicana são os lançamentos amplos da semana. As primeiras entregam o que prometem, com bastante previsibilidade, enquanto a última não oferece reembolso. Tanto “Um Espião e Meio” quanto “Perfeita É a Mãe!” seguem fórmulas prontas e evitam grandes surpresas, tendo na desenvoltura de seu elenco o principal atrativo. A primeira coloca os atores Dwayne Johnson (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) numa trama de espionagem atrapalhada, de humor besteirol para crianças, enquanto a segunda reúne Mila Kunis (“O Destino de Júpiter”), Kristen Bell (“A Chefa”) e Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) como mães estressadas, que se cansam de tentar fazer tudo perfeito e passam a relaxar e se divertir, contrariando um grupo de mães exemplares (Christina Applegate, de “Férias Frustradas”, e Jada Pinkett Smith, da série “Gotham”, entre elas). A maior diferença entre o apelo das duas comédias é que o humor feminino, além de adulto e mais engraçado, contém uma mensagem subversiva e permite uma bem-vinda reflexão sobre a maternidade no mundo atual. Todas as atrizes do elenco são mães, mas curiosamente o filme foi escrito e dirigido por dois homens: Jon Lucas e Scott Moore, a dupla que criou a franquia “Se Beber, Não Case!”. Mas “Um Espião e Meio” estará no dobro de salas (360) que “Perfeita É a Mãe! (186). Entre uma e outra fica “Cantando de Galo”, animação de galinheiro mexicano, que chega sem explicação a 243 salas. Afinal, trata-se de sequência de dois outros longas que nem sequer entraram em cartaz no país, e seu uso de computação gráfica dá vergonha de tão “televisivo”, 16 anos depois de “Fuga das Galinhas” (2000) ter encantado com a simplicidade do stop-motion. Se há comédias no shopping centers, o circuito limitado ri melhor. Afinal, a melhor comédia da semana chega em apenas 32 telas. Trata-se de “Amor & Amizade”, adaptação de um romance menos conhecido de Jane Austen, intitulado originalmente “Lady Susan”. A comédia de época tem direção de Whit Stillman (“Os Últimos Embalos da Disco”), que faz poucos filmes e todos cults, e traz Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”) como a Lady Susan, uma viúva que precisa lidar com as fofocas da aristocracia rural britânica, enquanto tenta casar a filha e encontrar um novo marido para si mesma. O site Rotten Tomatoes registra simplesmente 99% de aprovação da crítica. Mas não é para todo público, basta ver o IMDb, o que se reflete também na restrição de telas em seu lançamento. Os lançamentos franceses da semana também se mostram acima da média e, no caso do thriller criminal “A Conexão Francesa”, até capazes de entreter quem busca apenas um passatempo. O título nacional evidencia a reverência ao clássico “Conexão Francesa” (1971). Além da encenação nos anos 1970, o tema se repete, com Jean Dujardin (“O Artista”) no papel de um magistrado que tenta desarticular uma quadrilha de traficantes em Marselha. Bastante estilizada, a produção chega com uma boa distribuição em 61 salas. Melhor roteiro do Festival de Veneza do ano passado, o drama “A Corte” é igualmente sobre a aplicação da lei, acompanhando um rígido e temido juiz do tribunal criminal que vive o impasse de reencontrar uma antiga paixão em um caso que deve julgar. O roteiro e a direção são de Christian Vincent (“Os Sabores do Palácio”) e o destaque do elenco pertence à dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (“Negócio das Arábias”), que venceu o Cesar (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante. O terceiro filme francês é a comédia dramática “A Viagem de Meu Pai”, que vale a pena pela performance do veterano Jean Rochefort (“Uma Passagem para a Vida”). Aos 85 anos, ele vive um velhinho que se encaminha para a senilidade, mas insiste em achar que não há nada errado, convencendo sua filha a levá-lo para uma viagem à Flórida, nos EUA, para visitar sua outra filha – que já morreu há muitos anos. A programação de inéditos se encerra com o inventivo longa “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso, vencedor de três Candangos no Festival de Brasília de 2014, incluindo Melhor Direção. O filme não tem diálogos, apenas coreografias protagonizadas por tratores, navios, caminhões e pessoas sujeitas às forças da “natureza econômica”, como um pescador engolido por empreendimentos portuários e um cortador de cana que se vê transformado em astronauta. O diretor pode ter mirado o capitalismo e o culto ao mercado, numa crítica de esquerda, mas acabou acertando o modelo econômico equivocado que quebrou o país – de um dito governo de esquerda. Feito sob o impacto da propaganda progressista dos governos Lula-Dilma, apresenta uma imagem do Brasil que, nos dois anos em que levou para estrear, deteriorou-se completamente. Ou seja, seu viés distópico provou-se premonitório. O atraso do lançamento acabou por tornar o filme mais relevante. Por fim, 15 salas vão receber a versão restaurada de “Rebecca, A Mulher Inesquecível”, suspense clássico do mestre Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme de 1941.
Margot Robbie vai viver trapezista de circo em drama baseado em história real
Depois de viver a Arlequina, a atriz Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) vai virar trapezista de circo. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai estrelar a adaptação do livro “Queen of the Air”, de Dean N. Jensen, baseado na história real de Lillian Leitzel, uma trapezista que saiu do nada, passou por pequenos circos de interior e veio a se tornar a “Rainha do Ar”, uma das maiores estrelas circenses do início do século 20. Leitzel viveu um grande caso de amor com outro artista muito impetuoso: Alfredo Codona, famoso por realizar um salto mortal triplo conhecido como “cambalhota da morte”. Mas toda sua ousadia acabou de forma trágica. Uma coincidência curiosa é que Codona foi o dublê de Johnny Weissmuller nos primeiros filmes de Tarzan, e Robbie viveu recentemente Jane na nova versão do personagem, no filme “A Lenda de Tarzan”. O estúdio responsável por “Queen of the Air” é a Warner Bros., que assim irá produzir o quarto filme consecutivo da atriz, após “Golpe Duplo”, “A Lenda de Tarzan” e “Esquadrão Suicida”. O roteiro está a cargo da estreante Cat Vasko, mas ainda não há um diretor definido nem previsão de estreia para a adaptação.
Star Trek: Nova série terá elenco liderado por uma mulher
A nova série passada no universo de “Star Trek” não contará com um capitão e terá o elenco liderado por uma mulher. As novidades foram adiantadas pelo produtor Bryan Fuller (série “Hannibal”) durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Em vez de um capitão, o membro de escalão mais alto da tripulação da nave Discovery será um tenente. Segundo o criador da atração, a decisão permitirá à série explorar histórias de um ponto de vista diferente. “Nós estamos indo fundo em algo que para mim sempre foi muito tentador, e contaremos a história através de uma personagem que está em uma viagem que vai ensiná-la a conviver com outras pessoas na galáxia”, ele revelou. “Para ela realmente entender algo que lhe parece alienígena, ela tem que primeiro entender a si mesma.” Fuller também acrescentou que a série contará com cerca de 7 personagens principais. “‘Star Trek’ começou com uma maravilhosa expressão da diversidade em seu elenco: um russo, uma mulher negra, um asiático, um vulcano… Vamos continuar essa tradição”, ele contou, adiantando que o elenco terá um personagem gay e a frota estelar incluirá uma variedade maior de alienígenas que nas séries anteriores. Ele também revelou a época em que a trama se passa: dez anos antes do Capitão Kirk subir à bordo da Enterprise. Na cronologia, isto representa o elo perdido entre “Star Trek: Enterprise” e a série clássica “Jornada nas Estrelas”. Além disso, Fuller adiantou que a missão da Discovery deverá se concentrar num evento já referido na mitologia de “Star Trek”, mas que “nunca foi totalmente explorado”. A atração está sendo desenvolvida por uma equipe que integra três gerações diferentes de trekkers: Alex Kurtzman, roteirista dos filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), Bryan Fuller, que começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, e Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982). O Netflix fará a distribuição mundial da série, que nos EUA servirá para lançar o serviço de streaming da rede CBS, o CBS All Access, com estreia marcada para janeiro de 2017.
Aquaman vai enfrentar o vilão Arraia Negra em seu filme solo
O site The Wrap revelou quem será o vilão do filme solo do Aquaman. Segundo apurou a publicação, o Rei de Atlântida irá combater seu arqui-inimigo Arraia Negra (também chamado de Manta Negra na tradução nacional). Trata-se simplesmente do responsável por decepar a mão direita do herói. A especulação já existia desde uma foto compartilhada por Zack Snyder sobre os bastidores do filme da “Liga da Justiça”. Na imagem, ele aparecia ao lado de Jason Momoa, intérprete de “Aquaman”, mas o que chamava mais atenção era o que está ao fundo: os figurinos dos heróis. Entre os uniformes e um retrato que aparentava ser de Mera (a esposa do Aquaman, vivida por Amber Heard), havia um traje negro, que alimentou especulações sobre a participação do vilão. Arraia Negra foi criado em 1967 pela dupla Bob Haney e Nick Cardy, mas só foi ganhar uma origem em 1993, como uma criança sequestrada, abusada e forçada a trabalhar em um navio. Após pedir ajuda a Aquaman e não ser visto por ele, o jovem matou seus raptores e se libertou, transformando-se anos depois no maior criminoso dos sete mares. Desde então, esta história já ganhou duas revisões completamente diferentes. “Aquaman” será dirigido por James Wan (“Velozes e Furiosos 7”) e tem estreia marcada apenas para julho de 2018.
Esquadrão Suicida: Diretor confirma que filme teve “seis ou sete” montagens diferentes
O diretor David Ayer confirmou, em entrevista à revista Empire, que foram realizadas múltiplas versões de “Esquadrão Suicida”. O filme realmente passou por várias montagens diferentes, desde a primeira apresentação para públicos-teste. “Honestamente, foram feitas seis ou sete versões diferentes do filme”, ele contou, ressaltando que nenhuma delas com censura para maiores. “Você pode fazer um filme ter censura R (para maiores de 17 anos) facilmente. Basta colocar alguns palavrões e alguém fumando um cigarro, mas não acredito que seja isso que os fãs querem ver, quando falam em versão para maiores. Sempre foi PG-13 (maiores de 13). Esta é uma decisão que se toma antes do inicio das filmagens.” Ele detalhou as primeiras versões testadas e reprovadas do filme. “Anteriormente, tínhamos uma versão linear do começo ao fim. Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Depois de Jared Leto dizer que o material cortado daria um filme solo do Coringa, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. Ayer não contou se a questão da censura chegou a ser considerada, tendo em vista que “Esquadrão Suicida” foi filmado após o sucesso de “Deadpool”, lançado com censura R, e após a produção de “Wolverine 3” informar que também visaria um público mais velho. Além disso, a própria Warner lançou uma versão R de “Batman vs. Superman” em Blu-ray, e o resultado agradou muito mais que a edição cinematográfica.
Esquadrão Suicida: Diretor revela que Robin foi assassinado pelo Coringa
O diretor David Ayer acabou com a especulação sobre um detalhe de “Esquadrão Suicida” tão relevante quanto o papel de Jena Malone em “Batman vs. Superman”. Afinal, quem matou Robin? Assim como na saga em quadrinhos “Morte em Família”, o assassino foi mesmo o Coringa. Fãs tinha concluído, por conta própria, que o personagem, que não apareceu em nenhum filme do universo compartilhado da DC, teria sido morto pela Arlequina – graças a um rápido vislumbre na ficha corrida da criminosa, em “Esquadrão Suicida”. Mas não foi nada disso. O diretor chegou até a revelar que, após o assassinato, Batman basicamente arrebentou a cara do Coringa e o jogou no Asilo Arkham. E foi lá que o vilão teria feito a tatuagem de “estragado” (damaged) na testa, como uma forma de dizer que ele “era bonito antes, mas o Batman estragou minha cara”, explicou Ayer, em entrevista para a revista Empire, sobre a história pregressa criada para os personagens. Agora, com as respostas, os fãs podem especular se o Robin morto é Jason Todd, como nos quadrinhos, ou Dick Grayson, o herói original, ou até mesmo algum outro substituto. Nada disso sequer foi escrito no roteiro de “Esquadrão Suicida”, filme que teve “seis ou sete montagens diferentes” e dezenas de cenas cortadas. Atualmente em cartaz nos cinemas, “Esquadrão Suicida” também teve a cara quebrada pela crítica internacional, mas conseguiu estrear no topo das bilheterias, tanto nos EUA quanto no Brasil.












