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    Fotos do derivado de “Orphan Black” destacam estrela de “Jessica Jones”

    28 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos de “Orphan Black: Echoes”, spin-off da premiada série de clones “Orphan Black”. As fotos destacam a presença de Krysten Ritter (“Jessica Jones”), protagonista da atração. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobria ser clones da mesma pessoa, após serem separadas e criadas em diferentes localidades, em meio a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência. A continuação não traz de volta as “sisters” originais do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a atração contará outra história passada no mesmo universo. Criada por Anna Fishko (roteirista de “Fear the Walking Dead”), “Orphan Black: Echoes” vai seguir um novo grupo de mulheres interpretadas por Ritter, enquanto elas entram na vida umas das outras e embarcam em uma jornada para desvendar o mistério de sua identidade. Além de estrelar, Ritter também produz a série ao lado de Fishko e John Fawcett, co-criador da série original. O elenco ainda conta com Avan Jogia (“Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City”) e Keeley Hawes (“Finding Alice”). “Orphan Black: Echoes” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Astro de “Better Call Saul” é professor frustrado em fotos de sua nova série

    28 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos de “Straight Man”, nova série estrelada por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”). As fotos destacam o descontentamento do personagem de Odenkirk, além de mostrarem a relação dele com a esposa (Mireille Enos, da série “The Killing”) e com a filha (interpretada por Olivia Scott Welch, da trilogia “Rua do Medo”). A produção é uma comédia dramática em que Odenkirk vive William Henry “Hank” Devereaux Jr., o improvável e relutante presidente do departamento de inglês de uma faculdade subfinanciada no interior da Pensilvânia. Seu descontentamento está enraizado em questões não resolvidas com seu pai, com um corpo estudantil medíocre e autoritário, e com o fato de que seu departamento é mais selvagemente dividido do que a ex-Iuguslávia. Sua esposa, Lily Devereaux, é a vice-diretora da escola secundária local na zona rural da Pensilvânia, onde eles moram. À medida que a vida de Hank começa a desmoronar, Lily começa a questionar o caminho em que está e as escolhas que fez. Ela começa a explorar outras oportunidades para si mesma enquanto faz o possível para manter Hank e sua filha adulta no caminho certo. A trama é baseada no romance homônimo de Richard Russo (roteirista dos filmes “A Sangue Frio” e “De Bico Calado”), e é produzida pelos produtores-roteiristas Aaron Zelman (“The Killing”) e Paul Lieberstein (“The Office”). Além disso, os episódios contarão com direção de Peter Farrelly, vencedor do Oscar de Melhor Filme por “Green Book – O Guia” (2018). “Straight Man” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Kevin Costner e Morgan Freeman se juntam em série sobre a Guerra Civil dos EUA

    28 de setembro de 2022 /

    Os atores Kevin Costner (“Yellowstone”) e Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”) vão produzir uma minissérie sobre as mulheres que ajudaram o general Ulysses S. Grant a vencer a Guerra Civil dos EUA. Intitulada “The Gray House”, a série foi criada por Leslie Greif (“Chuck Norris: O Homem da Lei”), Darrell Fetty (produtor de “Hatfields & McCoys”) e John Sayles (“Lone Star – A Estrela Solitária”) e vai contar a história de uma socialite, uma ex-escrava afro-americana e uma cortesã que se tornaram espiãs para o Norte e operaram bem debaixo do nariz do Alto Comando Confederado. “’The Gray House’ é uma história verdadeira e [ainda] não contada sobre três heroínas abolicionistas da Guerra Civil incrivelmente corajosas, que por acaso eram mulheres”, disse Costner, em comunicado. “Tendo uma paixão pela história, é sempre pessoalmente gratificante compartilhar histórias ricas e cheias de camadas sobre os heróis desconhecidos dos EUA. Estou muito feliz por unir forças com meus amigos Leslie Greif e Morgan Freeman com quem tive grande sucesso para produzir esta importante e épica saga.” Vale lembrar que Costner e Freeman estrelaram juntos “Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões”, que fez realmente grande sucesso em 1991. A minissérie terá seis episódios, dirigidos pelo veterano cineasta Roland Joffe (“A Missão”) e será distribuída pela Paramount Global – o que indica um lançamento no Brasil pela Paramount+. As gravações devem começar no primeiro semestre de 2023. Atualmente, Costner está envolvido no seu próprio projeto sobre a Guerra Civil. Ele está trabalhando no filme épico “Horizon”, que ele próprio dirige e estrela – e que ainda não tem previsão de estreia. Morgan Freeman, por sua vez, tem diversos projetos encaminhados, entre eles o drama “A Good Person”, escrito e dirigido por Zach Braff (“Despedida em Grande Estilo”), que chega aos cinemas americanos em 24 de março de 2023.

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    Canal americano e plataforma de streaming Epix vira MGM+

    28 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano e serviço de streaming Epix vai se chamar MGM+. Anunciada nesta quarta (28/9), a mudança serve como forma de alinhar a marca à seu dono, MGM, depois que o estúdio comprou o Epix em 2017 pelo valor de US$ 1 bilhão, e segue a tendência – vislumbrada neste mesmo dia com a transformação da Starzplay em Lionsgate+ – de plataformas com nomes de estúdios seguidos pelo sinal de “plus”. Apesar da mudança, o streaming da nova MGM+ vai continuar a operar nos EUA por meio do serviço Prime Video (uma vez que a MGM foi comprada pela Amazon no ano passado). A Amazon já oferece a assinatura da MGM dentro de seu pacote de “canais” de streaming no Brasil. Esse canal deve passar a adotar a nova nomenclatura, MGM+, e incluir algumas novidades da programação do Epix. A mudança de nome passará a valer a partir de 15 de janeiro, mesmo dia da estreia da 3ª temporada da série “Godfather of Harlem”, produção original do Epix/MGM+. Outras séries exclusivas do serviço incluem “Billy the Kid”, “From”, “Rogue Heroes” e “Belgravia”. “A MGM é uma das marcas mais icônicas e amadas da era de ouro do entretenimento”, disse Michael Wright, chefe da MGM+. “Esta nova marca é uma promessa para os espectadores novos e existentes de que a MGM+ será o lugar para encontrar a televisão que reflete e celebra o legado da icônica marca MGM. Uma programação cinematográfica com narrativa sofisticada que diverte, encanta, surpreende e transporta. A MGM é a televisão para os amantes do cinema.” A mudança será acompanhada por novas produções do serviço, como a série “Hotel Cocaine”, criada por Chris Brancato (“Godfather of Harlem”), um thriller policial ambientado no início dos anos 1980, que deve estrear em 2023. Outra novidade foi o anúncio da 2ª temporada de “Belgravia”. Intitulada “Belgravia: The Next Chapter”, a temporada vai se passar em 1865, 25 anos após os eventos mostrados anteriormente, e vai acompanhar a história de Frederick Trenchard e seu novo interesse amoroso, Clara Dunn. Entre as produções de não-ficção, serão realizados um documentário sobre os assassinatos da casa mal-assombrada de Amityville, que inspiraram uma famosa franquia de terror, e outro sobre a cena musical psicodélica de São Francisco entre 1965 e 1975 – este último terá produção da Amblin, de Steven Spielberg. Além disso, a MGM+ contará com o catálogo da MGM, incluindo as franquias “James Bond” e “Rocky”, além de filmes elogiados como “O Silêncio dos Inocentes” (1991), “Casa Gucci” (2021) e “Licorice Pizza” (2021), entre muitos outros. Nos EUA, o canal Epix também opera uma rede de canais alternativos e streamings, que serão todos renomeados para refletir o foco na MGM. O Epix 2 se tornará MGM+ Hits, o Epix Hits se tornará MGM+ Marquee, e o Epix Drive-In vai se chamar MGM+ Drive-In.

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  • Filme

    Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.

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  • Etc

    Venetia Stevenson, pin-up de Hollywood, morre aos 84 anos

    28 de setembro de 2022 /

    A atriz e modelo Venetia Stevenson, considerada a “garota mais fotogênica do mundo”, morreu na última segunda (26/9), depois de uma longa batalha contra o Mal de Parkinson. Ela tinha 84 anos. Conhecida por sua beleza, ela teve uma breve carreira como atriz, tendo participado de filmes como “Aqui Só Cabem os Bravos” (1958), “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959) e “Matar por Dever” (1960), além de diversas séries, antes de abandonar as telas em 1961. Joanna Venetia Invicta Stevenson nasceu em Londres, em 10 de março de 1938. Seus pais eram o famoso cineasta Robert Stevenson (“Mary Poppins”) e a atriz Anna Lee (“Como Era Verde o Meu Vale”). Pouco depois do seu nascimento, os pais de Stevenson se mudaram para Hollywood e a levaram junto. Quando tinha 14 anos, ela foi vista em uma praia em Malibu pelo fotógrafo Peter Gowland, conhecido por suas fotos de pin-ups, que acabou colocando-a em muitas capas de revistas, lançando-a como modelo. “Comecei a ser reconhecida depois que minhas fotos começaram a sair nas revistas”, disse ela em uma entrevista de 2016. “Foi um sentimento estranho. Alguém correria até você e diria: ‘Posso pegar seu autógrafo?’ Eu dizia: ‘Por que você quer meu autógrafo? Eu não fiz nada.’” Sua estreia como atriz aconteceu em 1954, quando participou de um episódio da série “Cavalcade of America”. Nos anos seguintes, também apareceu nas séries “Playhouse 90” (1957), onde contracenou com o jovem Paul Newman, além de “Cheyenne” (1957), “Colt .45” (1958) e “77 Sunset Strip” (1958). Nessa mesma época, a revista Popular Photography a elegeu “a garota mais fotogênica do mundo”, num concurso feito com mais de 4 mil modelos. Além de capas de revista, seu rosto também foi estampado em latas de cerveja. Sua fama foi reconhecida numa cena do filme “De Volta para o Futuro 2” (1989), quando Marty McFly (Michael J. Fox) volta aos anos 1950 e vê sua imagem estampada na revista Oh LàLà. Tanta popularidade lhe abriu muitas portas na carreira, levando-a à sua estreia no cinema em 1958 com o western “Aqui Só Cabem os Bravos”, dirigido pelo veterano William A. Wellman (“Asas”) e estrelado por James Garner (“Meus Queridos Presidentes”). Ela também teve papeis de destaque nos filmes “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959), como uma das filhas do cientista interpretado por Alan Napier (o Alfred da série clássica “Batman e Robin”), no terror “Horror Hotel” (1960), com Christopher Lee (“O Senhor dos Aneis”), e em “Matar por Dever” (1960), um dos melhores westerns estrelados por Audie Murphy. Seu último filme foi a comédia “The Sergeant Was a Lady” (1961), em que viveu a sargento do título. Mas continuou ligada a Hollywood, selecionando roteiros para a produtora do ator Burt Reynolds, além de ter sido executiva na produtora Cinema Group. Ela foi casada por alguns meses de 1957 com o ator galã Russ Tamblyn, e chegou a se envolver com o cantor Elvis Presley e com Audie Murphy (durante as filmagens “Matar por Dever”), além de ter sido fotografada em noitadas com o galã Tab Hunter (“Montanhas em Fogo”) e Anthony Perkins (“Psicose”). Mas revelou que saía com os últimos para esconder o relacionamento gay dos dois. Curiosamente, ela também foi sogra do cantor Axl Rose, líder da banda Guns N’ Roses, por cerca de um ano quando sua filha, Erin Everly, casou-se com ele – Erin foi a inspiração para a famosíssima canção “Sweet Child o’ Mine”.

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  • Etc

    Atriz de “Chicago Med” revela luta contra o câncer

    28 de setembro de 2022 /

    A atriz Marlyne Barrett, que interpreta a enfermeira Maggie Lockwood na série “Chicago Med”, revelou que está enfrentando um câncer de ovário e útero. Em entrevista à revista People, ela contou que foi diagnosticada em julho e está levando “um dia de cada vez”. Atualmente, ela se prepara para passar pela terceira rodada de quimioterapia. Segundo a atriz, ela só descobriu a doença porque passou por uma correção de hérnia em abril e não se sentiu bem depois disso. Ao voltar ao médico, ela foi informada que tinha um tumor do tamanho de uma bola de futebol no útero e no ovário esquerdo. “Eu tinha esse acúmulo de líquido [no abdômen] que não conseguia me livrar”, disse ela. “Parecia que estava grávida de nove meses. E também tive falta de ar, mas nenhuma dor, o que foi interessante.” Barrett disse que o diagnóstico foi um “choque para minha feminilidade” e que sua família não tinha histórico de câncer de ovário ou uterino. “Não acreditei, mas quando me mostraram a tomografia, eu disse: ‘Ah, é verdade'”, revelou ela. “As primeiras perguntas foram: ‘Vou viver?’ Eu caí nos braços do meu marido. Ainda me tira o fôlego quando penso nisso.” A família de Barrett tem oferecido apoio durante esse processo. Quando precisou raspar o cabelo para a quimioterapia, ela fez questão que os filhos vissem. “Meu cabelo sempre foi uma essência de beleza”, disse Barrett. “Mas eu peguei minha própria navalha e raspei minha cabeça. Eu fiz isso na frente dos meus bebês para que eles vissem que ainda era a mamãe. Chorei, chorei, chorei. Mas foi uma bela experiência fazer isso na frente deles.” Barrett compartilhou uma foto da sua cabeça raspada no Instagram. Curiosamente, sua personagem em “Chicago Med” também enfrentou um câncer – de mama – na trama. E Barrett conta que recebeu muitas mensagens positivas dos fãs que acompanharam sua jornada na ficção e agora a acompanham na vida real. “Eu tenho uma onda de emoção que vem”, contou a atriz. “Você não pode se agarrar tangivelmente ao medo. Mas estou me apegando à fé.” Apesar da doença, Barrett continua trabalhando na série médica, ainda que com uma rotina um pouco diferente. Ela começa uma hora mais cedo, dorme um pouco durante os intervalos e ocasionalmente fica em casa. “Chicago Med” é exibida no Brasil pelo canal Universal e está disponível nos serviços de streaming Globoplay e Prime Video. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marlyne Barrett (@barrettmarlyne)

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  • Série

    Tim Maia narra sua própria história em série da Globoplay

    28 de setembro de 2022 /

    O serviço de streaming Globoplay lança nessa quarta (28/9) a série documental “Vale Tudo com Tim Maia”, no dia em que o cantor completaria 80 anos. Morto em 1998, aos 55 anos, Tim Maia é reconhecido até hoje como um dos maiores cantores do Brasil, e a série documental visa celebrar sua vida e carreira por meio de uma abordagem diferente. A história de Tim Maia já foi narrada em diferentes mídias, como no filme de ficção “Tim Maia” (2014), dirigido por Mauro Lima, e no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta. Em ambos os casos, porém, foi contada por outras pessoas. Na série da Globoplay, é ele quem conta a sua história. Dirigida pelo próprio Nelson Motta em parceria com o documentarista Renato Terra (“Narciso em Férias”), “Vale Tudo com Tim Maia” mostra a história do cantor por meio de seus próprios depoimentos, complementando sua trajetória por meio de imagens de arquivo, entrevistas e shows. A escolha por esse ponto de vista único, do próprio cantor, tem um motivo muito claro. “Ninguém conta melhor a sua história do que ele, com a sua linguagem, comédia e barbaridades”, explicou Motta à imprensa. “E Tim era um comediante nato, nós reforçamos isso nele como narrador.” “A série é um mergulho na originalidade e genialidade musical do Tim. Não há análises ou especialistas. O jeito que ele conta as histórias é de chorar de rir. A série é uma espécie de stand up comedy dançante. É aumentar o som e se preparar para rir, se emocionar e dançar”, completa Terra. Para compor o material da série, os realizadores contaram com o auxílio de Carmelo Maia, filho de Tim, que disponibilizou todo o seu acervo de fitas VHS e rolos de filme super-8, que mostram o cantor na sua intimidade. O resultado foram quase 30 minutos de cenas exclusivas, nunca vistas pelo público. O acesso a essas imagens, porém, não foi fácil. Carmelo Maia precisou vencer uma briga judicial com o irmão de criação, Leo Maia. Além destes registros de bastidores, a série também é composta por arquivos da TV Globo e de outras emissoras e rádios. “Vale Tudo com Tim Maia” contém três episódios. O primeiro narra a infância do cantor na Tijuca, a sua ida aos Estados Unidos e o começo do sucesso com os primeiros álbuns. O segundo episódio mostra o seu sucesso e as participações em programas de TV. Por fim, o terceiro episódio é dedicado aos seus momentos íntimos. Além disso, a série é embalada pelos maiores hits do cantor.

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  • Divulgação/Netflix
    Série

    “Dahmer: Um Canibal Americano” vira um dos maiores sucessos da Netflix

    27 de setembro de 2022 /

    A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), acumulou mais de 196 milhões de horas assistidas em sua primeira semana de exibição. Trata-se de uma das maiores audiências da Netflix desde que o serviço de streaming mudou a contabilização da audiência, em 2021. Para se ter uma ideia, o número de horas só ficou abaixo dos sucessos “Round 6”, “All of Us Are Dead”, da 4ª temporada de “Stranger Things” e da 2ª temporada de “Bridgerton”, todos recordistas de audiência. De todo modo, é difícil comparar esse desempenho com outras séries desenvolvidas por Ryan Murphy para a Netflix, como “The Politician” (lançada em setembro de 2019), “Hollywood” (maio de 2020), “Ratched” (setembro de 2020) e “Halston” (maio de 2021), uma vez que todas estrearam antes da plataforma mudar sua contabilização de dados. Mas é possível que este seja o maior sucesso do produtor no serviço de streaming. Os números de “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornam ainda mais impressionantes quando comparados à série que ficou em segundo lugar, a 2ª temporada da série “Fate: A Saga Winx”, que acumulou “apenas” 60 milhões de horas assistidas, seguida pela 5ª temporada de “Cobra Kai”, com 38 milhões de horas. Ou seja, “Dahmer: Um Canibal Americano” dominou a Netfix. A série mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada média pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 47% de aprovação. Assista abaixo ao trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”.

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  • Série

    Atriz de “Jackie Brown” vai estrelar 2ª temporada de “Eles”

    27 de setembro de 2022 /

    A atriz Pam Grier, ícone do cinema blaxpoitation e protagonista do filme “Jackie Brown” (1997), vai estrelar a 2ª temporada da série “Eles” (Them), desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. Intitulada em inglês “Them: The Scare”, a nova temporada vai contar uma história diferente, com novos personagens. Passada em 1991, a trama vai acompanhar a detetive Dawn Reeve, que precisa investigar um assassinato horrível. Porém, à medida que ela se aproxima da verdade, algo malévolo se apodera dela e da sua família. A detetive será interpretada por Deborah Ayorinde, que também estrelou a 1ª temporada de “Eles”, mas que aqui viverá uma personagem diferente. Grier será Athena, a mãe da protagonista, descrita como uma personagem inteligente e orgulhosa, mas cheia de segredos. O elenco ainda conta com Luke James (“The Chi”) no papel de um ator iniciante e sensitivo, Joshua J. Williams (“Manto e Adaga”) como o filho de Reeve, Jeremy Bobb (“The Outsider”) interpretando um detetive corrupto, e Wayne Knight (“12 Órfãos Poderosos”) como o supervisor da protagonista. Além deles, a série também contará com as participações de Carlito Olivero (“Step Up: High Water”), Charles Brice (“À Tona”) e Iman Shumpert (“The Chi”), “Eles” foi criada por Little Marvin, que também vai escrever a 2ª temporada e atuar como produtor e showrunner da atração. Ainda não há previsão de estreia. Pam Grier tem outros projetos encaminhados, como a sequência de “Cemitério Maldito” e o suspense “Cinnamon”, ambos já filmados, mas ainda sem data de lançamento.

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  • Etc

    Ator de “Stranger Things” diz ter sofrido racismo dos fãs da série

    27 de setembro de 2022 /

    O ator Caleb McLaughlin, que interpreta Lucas Sinclair de “Stranger Things”, revelou que já sofreu muito preconceito e racismo dos fãs da série. A revelação foi feita durante sua participação na convenção Heroes Comic Con, na Bélgica, no último domingo (25/9). “Definitivamente, isso me afetou quando criança”, disse ele. “Na minha primeira Comic-Con, algumas pessoas não ficaram na minha fila [de autógrafos] porque eu era negro. Algumas pessoas me disseram: ‘Oh, eu não queria estar na sua fila porque você foi malvado com Eleven [Millie Bobby Brown]’” McLaughlin afirmou que esse tipo de sentimento do público se mantém até hoje. “Mesmo agora, algumas pessoas não me seguem ou não me apoiam porque sou negro. Às vezes, no exterior, você sente o racismo, você sente o fanatismo. Às vezes é difícil falar e as pessoas entenderem, mas quando eu era mais jovem, isso definitivamente me afetou muito.” O ator estreou na série quando tinha apenas 14 anos e revelou que, naquela época, não conseguia entender esse sentimento do público. “Por que sou o menos favorito? Por que tenho a menor quantidade de seguidores?”, ele se questionava. “Estou na mesma série que todos desde a 1ª temporada.” “Meus pais tiveram que me dizer: ‘É uma triste verdade, mas é porque você é a criança negra na série’. Porque eu nasci com essa linda pele de chocolate, não sou amado”, acrescentou. “Mas é por isso que, com minha plataforma, quero espalhar positividade e amor, porque não retribuo o ódio às pessoas que me odeiam.” McLaughlin, infelizmente, não está sozinho. Nos últimos anos, preconceito e ataques racistas se tornaram cada vez mais comuns. Recentemente, a atriz Halle Bailey (“Grown-ish”) foi alvo de uma onda de ódio por causa da divulgação do trailer de “A Pequena Sereia”, em que ela interpreta a protagonista Ariel. Também houveram diversos outros casos de racismo explicitados nas últimas semanas pelos ditos “fãs” das séries “House of the Dragon”, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” e “Obi-Wan Kenobi”.

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    Netflix fará série sobre um dos mais famosos atores de filmes adultos

    27 de setembro de 2022 /

    A Netflix está desenvolvendo a série “Supersex”, que vai narrar a história de vida de Rocco Siffredi, um dos mais famosos atores de filmes adultos em atividade, que já fez mais de 1500 produções do gênero – a maioria como produtor. Criada por Francesca Manieri (“We Are Who We Are”) a série vai narrar a juventude do italiano bem dotado, sua relação com a família e a sua carreira nos filmes adultos. Embora a indústria do entretenimento adulto seja criticada pela maneira como trata as mulheres, a série deve ter uma abordagem distinta. “‘Supersex’ é a história de um homem que leva sete episódios e 350 minutos para dizer ‘eu te amo’, para aceitar que o demônio em seu corpo é compatível com o amor. Para fazer isso, ele deve expor a única parte dele que nunca vimos: sua alma”, explicou Manieri, em comunicado oficial. A série vai ser estrelada por Alessandro Borghi (“Devils”) no papel de Siffredi, e ainda contará com Jasmine Trinca (“O Franco-Atirador”), Adriano Giannini (“Emma e as Cores da Vida”) e Saul Nanni (“Amor & Gelato”). A direção dos episódios ficará a cargo de Matteo Rovere (“Veloz Como o Vento”), Francesco Carrozzini (“The Hanging Sun”) e Francesca Mazzoleni (“Succede”). “Supersex” deve estrear em 2023, na Netflix. A carreira de Rocco Siffredi já foi retratada antes no documentário “Rocco”, dirigido por Thierry Demaiziere e Alban Teurlai, que teve première no Festival de Veneza de 2016. Além do seu trabalho no cinema adulto, Rocco Siffredi também já participou de dois filmes de ficção: “Romance” (1999) e “Anatomia do Inferno” (2004), ambos de Catherine Breillat.

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  • Filme

    Chefão da Marvel indica volta da Feiticeira Escarlate: “Há muito o que explorar”

    27 de setembro de 2022 /

    O produtor Kevin Feige, verdadeira mente criativa por trás dos filmes e séries da Marvel, indicou que a participação da Feiticeira Escarlate (interpretada por Elizabeth Olsen) no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” não foi a última aparição da personagem. No filme (spoilers!), a Feiticeira Escarlate aparece derrubando um castelo sobre ela enquanto destruía o Darkhold, o livro maligno que a transformou em uma vilã vingativa. A cena sugeria a morte da personagem. Mas Feige tem uma interpretação diferente. “Eu não sei se a vimos sob os escombros”, disse ele em entrevista ao site Variety. “Eu vi uma torre caindo e um pequeno flash vermelho. Não sei o que isso significa.” Questionado sobre a possibilidade de trazer a personagem de volta em projetos futuros (como o vindouro filme dos “X-Men” ou na série “Agatha: Coven of Chaos”, sobre a vilã de “VandaVision”), Feige praticamente confirmou. “Realmente há muito mais para explorar”, disse ele. “Ainda não tocamos em muitas de suas histórias principais dos quadrinhos.” O produtor é um profundo admirador do trabalho de Elizabeth Olsen, introduzida no Universo Marvel no filme “Vingadores: Era de Ultron” (2015), e contou que ela sempre foi a única escolha para o papel. “Eu trabalharia com Lizzie [Elizabeth Olsen] por mais 100 anos se pudéssemos”, continua ele. “Tudo é possível no multiverso! Teremos que ver.” A própria Olsen reconhece essa possibilidade. “Eu não acho que nenhum desses personagens realmente se foi”, disse ela para a publicação. E ainda completou afirmando que queria ver a sua personagem caminhando “em direção a algum tipo de redenção”. Porém, a atriz foi categórica ao dizer que não sabe de nenhum plano para trazer a sua personagem de volta. “Realmente não sei o meu futuro. Não há nada que tenha sido fechado”, completou ela.

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