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    Selena Gomez contemplou suicídio durante turnê de 2016

    4 de novembro de 2022 /

    A cantora Selena Gomez chegou a contemplar suicídio durante sua turnê de 2016. A revelação veio à tona no documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” (Selena Gomez: My Mind & Me), que estreou nessa sexta (4/11) no serviço de streaming Apple TV+. “A certa altura, ela disse: ‘Não quero estar viva agora. Não quero viver'”, revelou a ex-assistente de Gomez, Theresa Marie Mingus, durante uma entrevista do filme. “E eu fiquei tipo, ‘Espere, o quê?'” O documentário abre com imagens da turnê de “Revival”, ocorrida em 2016, em que a cantora sofreu uma crise de saúde mental, que a levou a cancelar os shows previstos após 55 apresentações. “Foi um daqueles momentos em que você olha nos olhos dela e não há nada lá”, continuou Mingus. “Era apenas breu. E é tão assustador. Você fica tipo, ‘OK, f*da-se. Isso precisa acabar. Precisamos ir para casa.'” A amiga íntima de Gomez, Raquelle Stevens, também se abriu sobre a confusão e a dor daquela época. “Tivemos que ter uma conversa muito séria com ela, tipo, ‘O que está acontecendo?’ A resposta dela também foi tipo, ‘Eu não sei. Não posso explicar. Eu gostaria que você pudesse sentir como é estar na minha cabeça'”, disse Stevens. “Eu só me lembro de ser muito caótico e ela estava ouvindo todas essas vozes”, continuou Stevens. “Elas ficaram cada vez mais altas e mais altas e mais altas. Isso desencadeou algum tipo de surto psicótico.” Em 2017, Gomez passou por um transplante de rim que salvou sua vida (ela sofria de lúpus). Um ano depois, ela sofreu mais complicações de saúde que exacerbaram seu estado mental já em declínio. Ela acabou levada para um hospital psiquiátrico. “Se alguém visse o que eu vi, no estado em que ela estava no hospital psiquiátrico, eles não a reconheceriam”, contou Stevens. A mãe de Selena Gomez, Mandy Teefy, acrescentou que a família só foi descobrir o “colapso mental” dela depois que o site TMZ reportou o ocorrido. “Eu estava com medo de que ela morresse”, disse Teefy. “É um milagre ela ter saído disso. Mas sempre há o medo de que isso aconteça novamente e isso nos machucou muito.” Em uma narração, Gomez refletiu sobre sua experiência no hospital, onde foi diagnosticada com transtorno bipolar. “Vou ser honesta, não queria ir para um hospital psiquiátrico”, disse ela. “Mas eu não queria mais ficar presa em mim mesma, na minha mente. Eu pensei que minha vida tinha acabado. Eu estava tipo, ‘Esta é quem eu vou ser para sempre.'” Em outro ponto do documentário, Gomez é mostrada numa viagem voluntária ao Quênia em 2019. Lá, ela se abriu com um estudante de enfermagem, dizendo que tinha pensamentos de automutilação. Recentemente, Gomez contou à revista Rolling Stone que “nunca realmente tentou suicídio, mas passou alguns anos pensando nisso”, conforme registrou o editor Alex Morris. “Achei que o mundo seria melhor se eu não estivesse lá”, completou ela. “Lembro a mim mesma que não estaria aqui se não fosse pelo surto psicótico, se não fosse pelo meu lúpus, se não fosse pelo meu diagnóstico”, acrescentou ela mais tarde na entrevista. “Acho que provavelmente seria outra entidade irritante que só ia querer usar roupas bonitas o tempo todo. Fico deprimida pensando em quem eu seria.” Seu sofrimento fez desenvolver forte empatia na cantora, que passou a se dedicar a causas sociais. Ela também se tornou produtora, iniciando esse trabalho com a adaptação de uma obra sobre suicídio, “13 Reasons Why”, série lançada em 2017 na Netflix. O documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” foi dirigido por Alek Keshishian, que já dirigiu Selena Gomez no clipe “Hands to Myself” (2015), além de ter feito o célebre documentário “Na Cama com Madonna” (1991). Assista abaixo ao trailer do documentário. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

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  • Filme

    James Gunn tornará filmes da DC “mais unificados”, diz CEO da Warner Bros. Discovery

    4 de novembro de 2022 /

    O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, não poupou elogios ao cineasta James Gunn e ao produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”), contratados para comandar a divisão encarregada das adaptações dos quadrinhos da DC Comics na Warner Bros. Segundo ele, agora os filmes da DC terão uma coesão maior e serão mais unificados. “Passei muito tempo nos últimos meses com James e Peter”, disse Zaslav na última quinta (4/11) durante uma videochamada com investidores sobre o desempenho trimestral da WBD. “Eles têm uma visão e um projeto poderosos que conduzirão uma abordagem criativa mais unificada, que nos permitirá perceber o valor total de uma das marcas mais icônicas do mundo”. A dupla ficou responsável pela supervisão de todas as produções da DC de cinema, TV e animação. Eles substituem Walter Hamada, que deixou o cargo de chefe da DC Films há uma semana. Durante a ligação, Zaslav divulgou vários projetos da DC em andamento, incluindo a sequência de “Batman” (2022), estrelada por Robert Pattinson, e “Joker: Folie à Deux”, continuação de “Coringa” (2019), que ele disse que começa a ser rodado no próximo mês. Essa nova era na DC tem início meses depois que Zaslav tomou a controversa decisão de engavetar o filme da “Batgirl” para receber um abatimento em impostos. Por um tempo, houve a expectativa de que o filme do “Besouro Azul”, originalmente concebido para a HBO Max e depois programado para sair nos cinemas, também fosse limado. Mas esse não é o caso. Zaslav fez questão de falar sobre a produção, apontando que o cineasta Angel Manuel Soto (“Twelve”) dirigiu o primeiro filme da DC centrado em um herói latino. Vale apontar ainda que “Besouro Azul” é um dos muitos filmes da DC que já estavam sendo produzidos por Peter Safran. Zaslav também observou que Gunn é o único cineasta a dirigir filmes de sucesso tanto para a Marvel quanto para a DC (e, considerando a péssima experiência de Joss Whedon em “Liga da Justiça”, ele não está errado). Segundo o executivo, Gunn se tornou um diretor de primeira linha com os filmes “Guardiões da Galáxia” da Marvel e mantém um relacionamento próximo com o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, que Gunn disse ter sido a primeira pessoa a quem ele contou depois de conseguir o trabalho. O próprio Feige observou que ele seria o “primeiro da fila” para ver nos cinemas os projetos de Gunn na DC. A DC acaba de lançar “Adão Negro”, que arrecadou US$ 254,7 milhões globalmente. As próximas adaptações de quadrinhos programadas incluem “Shazam! Fúria dos Deuses” (que estreia em 17 de março de 2023), “The Flash” (23 de junho de 2023), “Besouro Azul” (18 de agosto de 2023), “Aquaman e o Reino Perdido” (25 de dezembro de 2023) e “Joker: Folie à Deux” (4 de outubro de 2024). Além disso, Gunn ainda tem projetos em andamento na Marvel, incluindo um especial de Natal dos “Guardiões da Galáxia”, que estreia em 25 de novembro na Disney+, e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, previsto para maio de 2023. Apesar desses compromissos, Zaslav garantiu que ele e Safran já “estão trabalhando duro agora”, para dar início a uma nova fase no DCU (nova denominação do Universo da DC nas telas).

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  • Etc

    Andrew Prine, cowboy e alienígena das telas, morre aos 86 anos

    4 de novembro de 2022 /

    O ator Andrew Prine, astro de westerns clássicos como “O Preço de um Covarde” (1968) e “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), e também lembrado como líder alienígena de “V: A Batalha Final” (1984), morreu na última segunda (31/10), aos 86 anos. Ele estava de férias em Paris com sua esposa, a atriz e produtora Heather Lowe, quando faleceu de causas naturais. Além dos seus papéis em westerns, Prine também era lembrado por sua participação no drama “O Milagre de Anne Sullivan” (1962), dirigido por Arthur Penn, e como um dos policiais responsáveis por caçar o serial killer do terror cultuado “Assassino Invisível” (1976). Andrew Prine nasceu em 14 de fevereiro de 1936, em Jennings, no estado americano da Flórida. Ele se formou na Miami Jackson High School e frequentou a Universidade de Miami com uma bolsa de teatro, mas desistiu e foi para Nova York para atuar. Ele começou a sua carreira na década de 1950, participando de filmes como “Terrível como o Inferno” (1955) e “Kiss Her Goodbye” (1959), e episódios de séries de TV, como “Deadline” (1959) e “Playhouse 90” (1960). Em 1958, ele teve uma grande oportunidade na Broadway ao assumir o papel de Anthony Perkins – que precisou se afastar – na peça vencedora do Prêmio Pulitzer “Look Homeward, Angel”, escrita por Thomas Wolfe e dirigido por George Roy Hill. “Acho que uma das razões pelas quais consegui é porque eu era muito magro”, disse ele numa entrevista antiga. O papel chamou a atenção e Prine foi convidado para estrelar uma série de western. “Então eu disse: ‘Vou sair e fazer isso e depois eu volto para a Broadway’”, lembrou ele num episódio da série “A Word on Westerns”. “Então eu descobri quanto dinheiro eles me dariam apenas para sentar em um cavalo, e eu disse: ‘Tchau, Broadway.’” Seu primeiro papel recorrente numa série de TV foi em “Wide Country” (entre 1962 e 1963). Interpretando o irmão mais novo de Earl Holliman, ele participou de um total de 28 episódios e começou a se tornar um rosto conhecido. Nessa mesma época, Prine participou de alguns episódios da série “Gunsmoke” dirigidos por Andrew V. McLaglen. Os dois voltariam a trabalhar juntos em filmes como “A Brigada do Diabo” (1968), “O Preço de um Covarde” (1968) e “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), no qual Prime contracenou com o astro John Wayne. Ele também participou de séries famosas como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “O Fugitivo”, “Bonanza” e “Daniel Boone”. Prine manteve a agenda lotada durante os anos 1970. Ele participou de filmes como “O Pequeno Índio” (1973), “Os Ventos do Outono” (1976) e “Assassino Invisível” (1976), além de ter feito diversas aparições na TV, em séries como “Barnaby Jones”, “A Mulher Biônica”, “Hawaii Five-O”, “CHiPs”, entre muitas outras. “Consegui assumir tantos papéis no período da década de 1970 porque nunca encontrei um papel no cinema que não gostasse”, disse ele em 2013. “Sou um ator que trabalha, não espero um ano para fazer um filme.” Para promover o filme “The Centerfold Girls” (1974), em que ele interpretou um serial killer, Prine posou nu para a revista feminina “Viva”. Outros papéis de destaque nessa época foram nos filmes “Nightmare Circus” (1973), “Grizzly, a Fera Assassina” (1976) e “The Evil” (1978). Mas ele continuou filmando, ainda que com menos intensidade, nas décadas seguintes. Fez alguns títulos conhecidos como “Brincando com Fogo” (1984), “Mandroid, O Exterminador” (1986) e “Anjos Assassinos” (1993), além de ter estrelado a minissérie “V: A Batalha Final” como líder da invasão da Terra, e participado de “Weird Science”, “A Sete Palmos” e do famoso episódio duplo de “CSI” dirigido por Quentin Tarantino em 2005. Com um currículo enorme, Andrew Prine somou mais de 180 créditos como ator. Seus últimos trabalhos foram no terror “As Senhoras de Salem” (2012), de Rob Zombie, e o drama indie “Beyond the Farthest Star” (2015). Prine foi casado com a atriz Sharon Farrell (“Namorada de Aluguel”) de 1962 a 1963 e com a atriz Brenda Scott (“The Road West”) três vezes – de 1965 a 1966, 1968 a 1969 e 1973 a 1978 – antes de se casar com Heather Lowe (“A Batalha do Planeta dos Macacos”) em 1986. Ele também se envolveu romanticamente com a atriz Karyn Kupcinet (“A Loja dos Horrores”), que foi assassinada em 1963 em um infame homicídio não resolvido em Hollywood. Em 2001, Andrew Prine recebeu o Prêmio Bota de Ouro como reconhecimento pelo seu trabalho em westerns.

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  • Filme

    Shailene Woodley vai estrelar filme do diretor de “Relatos Selvagens”

    3 de novembro de 2022 /

    A atriz Shailene Woodley (“Big Little Lies”) vai estrelar o thriller “Misanthrope”, que será o primeiro filme em inglês do diretor argentino Damián Szifron (“Relatos Selvagens”). Escrito pelo próprio Szifron, em parceria com Jonathan Wakeham, o filme vai acompanhar uma jovem policial (Woodley) recrutada por um agente do FBI para ajudá-lo a traçar o perfil e capturar um assassino. Além de estrelar, Woodley também vai produzir o filme. O elenco ainda conta com Ben Mendelsohn (“The Outsider”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Rosemary Dunsmore (“Orphan Black”) e Michael Cram (“The Birch”). “’Misanthrope’ é um filme que revitaliza o amor pelo cinema independente, desde a direção até a cinematografia. O desempenho de cada ator é cativante e fundamental para a história que está sendo contada”, disse Peter Jarowey, da Vertical Entertainment, produtora responsável pelo filme, em comunicado. O filme ainda não tem previsão de estreia. Shailene Woodley está envolvida também em “Ferrari”, cinebiografia de Enzo Ferrari dirigida por Michael Mann (“Inimigos Públicos”), e “Dumb Money”, filme sobre a manipulação das ações da GameStop, que causou um estrago em Wall Street. Os longas não têm previsão de estreia.

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  • Etc

    Johnny Depp vai participar de desfile da marca de lingerie de Rihanna

    3 de novembro de 2022 /

    O ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) vai participar do “Savage X Fenty Volume 4”, uma mistura de desfile e apresentação musical promovida pela marca de lingerie criada pela cantora Rihanna. O evento será exibido no serviço de streaming Amazon Prime Video no dia 9 de novembro. Segundo informações obtidas pelo site IndieWire, Depp será apresentado num momento dedicado às “estrelas” do programa, numa aparição semelhante àquela feita por Cindy Crawford em 2021. Uma fonte do site TMZ informou que Depp já gravou a sua partipação, que marcará a primeira vez que um homem figura entre as “estrelas” da Savage X Fenty. Além de Depp, também vão participar do evento as modelos Cara Delevingne e Irina Shayk, o ator Winston Duke (“Pantera Negra”) e as atrizes Sheryl Lee Ralph (“Abbott Elementary”), Marsai Martin (“Black-ish”), Taraji P. Henson (“Empire”), entre outros. A cantora brasileira Anitta será um dos destaques musiciais do evento, ao lado de Burna Boy. Anteriormente, Depp fez um retorno aos eventos televisionados ao aparecer virtualmente como o MTV Moon Person (o astronauta do troféu) do VMA de 2022. Pouco a pouco, o ator está recuperando sua carreira após o fim do julgamento por difamação da sua ex-mulher Amber Heard (“Aquaman”). Ele também viverá o rei Luís XV no filme “Jeanne du Barry”, da diretora francesa Maïwenn. Além disso, vai dirigir a cinebiografia “Modigliani”, baseada em uma peça de Dennis McIntyre, com produção do ator Al Pacino (“O Irlandês”). Rihanna, por sua vez, recentemente gravou música para a trilha sonora “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Ela também vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro.

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    Netflix estreia modelo de assinatura com anúncios

    3 de novembro de 2022 /

    A Netflix iniciou nessa quinta (3/11) o seu prometido modelo de assinatura mais barata, com adição de anúncios. O plano já está disponível aqui no Brasil, assim como nos EUA, Reino Unido, Austrália, Japão, França, Alemanha, Itália e Coreia do Sul – além do Canadá e do México, onde fizeram parte do programa piloto. O preço varia de país para país. Nos EUA, o custo é de US$ 6,99 por mês. No Brasil, o valor é de R$ 18,90 por mês e dá direito ao usuário conferir a programação do serviço de streaming com qualidade máxima de 720p/HD e com uma média de 4 a 5 minutos de anúncios exibidos por hora. O plano básico tem qualidade menor de imagem, permite acesso em apenas uma tela e não traz a opção de fazer download do conteúdo. Além disso, possui limitação de conteúdo – algumas séries como “Arrested Development” e “House of Cards” não estão incluídas neste pacote. O diretor de operações da Netflix, Greg Peters, que foi responsável pela criação do plano básico com anúncios, explicou que, desde que foi anunciada a mudança, a Netflix iniciou um longo processo de obtenção de direitos e revisão de contratos para permitir que o conteúdo fosse acompanhado por anúncios. Ainda assim, cerca de 5% a 10% da programação total da Netflix não estará disponível no plano, algo que o executivo chamou de “uma pequena minoria de visualizações”. Segundo Peters, essa diferença se deve a alguns acordos antigos, que não permitem interrupções durante a exibição do conteúdo. Ele fez questão de frisar que não se trata de problema de distribuição com algum estúdio em específico. “É principalmente sobre o tipo do acordo e trabalharemos para reduzir esse número ao longo do tempo.” No plano básico, a maioria dos conteúdos será interrompida pela exibição de anúncios. A exceção serão os lançamentos de grandes filmes, como o aguardado “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. Em casos como este, serão exibidos anúncios apenas antes do início do filme. “Vamos tentar preservar esse tipo de modelo cinematográfico lá”, explicou Peters, que também apontou que esse modelo é similar àquele adotado por alguns serviços rivais. Por outro lado, filmes que estão no catálogo da Netflix há mais tempo terão uma combinação mais “tradicional” de anúncios, tanto antes do início quanto no meio, embora com intervalos “menos frequentes”, disse ele. Jeremi Gorman, chefe de publicidade da Netflix, disse no mês passado que o estoque de anúncios estava quase esgotado, com várias centenas de contratos já fechados com anunciantes. Analistas de Wall Street previram que a publicidade poderia gerar vários bilhões de dólares por ano em receita nos próximos anos para o streaming. Além disso, Peters define a novidade como “um modelo pró-consumidor” que trará “muito mais membros” para o serviço – embora não faça nenhuma projeção apontando quantos novos usuários seriam atraídos pela assinatura mais barata. Ele também sustenta que a assinatura mais barata não vai canibalizar o negócio de assinaturas mais caras, preservando os outros planos por causa dos recursos e funcionalidades a mais que eles oferecem. O plano básico sem anúncios tem a mesma qualidade mediana de imagem do plano com anúncios, mas oferece o catálogo completo, downloads e exibições sem interrupções comerciais por R$ 25,90. No plano padrão, que custa R$39,90, os assinantes obtêm resolução de 1080p, além de acesso a todos títulos, capacidade de download e disponibilidade de assistir ao conteúdo em telas simultâneas. A Netflix ainda apresenta um plano premium, que custa R$55,90 e o único que oferece resolução em 4k, além de permitir acesso simultâneo a um número maior número de telas. Vale lembrar que, inicialmente, os anúncios estavam reservados a serviços gratuitos como Pluto e Tubi, onde a publicidade era sua única fonte de receita. Mas os serviços pagos agora vão buscar esses anunciantes, ao mesmo tempo em que tentarão preservar os clientes que foram inicialmente atraídos para seu ambiente original desprovido de comerciais. Outros serviços de streaming já lançaram ou preparam seus próprios planos com anúncios, como HBO Max, Peacock, Paramount+ e Disney+.

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  • Série

    Ator de “Divergente” vai estrelar série baseada em “Magnatas do Crime”

    3 de novembro de 2022 /

    O ator Theo James, conhecido pelo seu trabalho na franquia “Divergente” e na série “A Mulher do Viajante no Tempo”, vai estrelar a série “The Gentlemen”, baseada no filme “Magnatas do Crime” (2019), de Guy Ritchie. A trama continua a história do filme e vai acompanhar Eddie Halstead (personagem de James), um soldado honesto que recebeu uma enorme propriedade de herança do seu pai. O problema é que a propriedade está localizada no local onde antes operava o império de maconha do lendário Mickey Pearson (personagem de Matthew McConaughey no longa). Agora, o protagonista precisará decidir se ele tem coragem para assumir o controle do submundo de Londres e liderar toda a operação. Desenvolvida para a Netflix, a série baseada em “Magnatas do Crime” foi escrita pelo próprio Guy Ritchie, em parceria com Matthew Read (produtor de “Peaky Blinders”). O cineasta britânico também ficou responsável por dirigir os dois primeiros episódios. Elogiado pela crítica internacional (75% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Magnatas do Crime” marcou a volta do diretor do blockbuster “Aladdin” (2019) às tramas de gângsteres do começo de sua carreira. O filme girava em torno da sucessão de um chefão americano do crime (McConaughey) que construiu um império de drogas no Reino Unido. Quando rumores começam a circular sobre sua aposentadoria, todos os outros criminosos de Londres criam seus próprios esquemas para tomar o lugar dele. A série “The Gentlemen” ainda não tem previsão de estreia. Veja abaixo o trailer legendado de “Magnatas do Crime”.

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  • Série

    Filme clássico “O Dia do Chacal” vai virar série

    3 de novembro de 2022 /

    O filme clássico “O Dia do Chacal” (The Day of the Jackal, 1973), baseado no livro de Frederick Forsyth, vai virar uma série de TV. A atração está sendo desenvolvida para o serviço de streaming Peacock em parceria com o canal pago britânico Sky. Dirigido por Fred Zinnemann, o filme original contava a história de assassino profissional apelidado de “Chacal” (e interpretado por Edward Fox) que é contratado por uma organização dissidente para matar Charles de Gaulle, o presidente da França. O filme chegou a ganhar uma continuação chamada “O Chacal” (1997), estrelada por Bruce Willis, Richard Gere e Sidney Poitier. A nova atração é descrita como uma “releitura contemporânea do amado e respeitado romance e filme”. A proposta é que a série se aprofunde mais na figura do “anti-herói”, colocando-o numa trama intrincada que acontece em meio a uma paisagem geopolítica turbulenta. A série de “O Dia do Chacal” foi criada por Ronan Bennett (“Top Boy”), que também vai atuar como showrunner da atração. A direção dos episódios ficará por conta de Brian Kirk (“Crime sem Saída”). “É uma perspectiva emocionante trabalhar com Ronan Bennett e Brian Kirk neste thriller de gato e rato contemporâneo inspirado no respeitado romance de Frederick Forsyth e no muito admirado e lembrado filme de Fred Zinnemann”, disse Gareth Neame, produtor executivo da Carnival Films, que vai desenvolver a série. “Vamos manter o cenário pan-europeu e jogar com os pontos fortes da estrutura episódica neste thriller internacional inteligente e veloz, com a história de um assassino e a corrida para detê-lo ainda no centro da ação.” Ainda não há previsão de estreia. “O Dia do Chacal” se junta à crescente lista de filmes que vão ser transformados em série. A lista ainda conta com as produções baseadas em “Sexta-Feira 13” (1980), “Scanners: Sua Mente Pode Destruir” (1981), “Kickboxer: O Desafio do Dragão” (1989), “Medo” (1996), “Ou Tudo ou Nada” (1997), “Não me Abandone Jamais” (2010), “Festa da Salsicha” (2016), “Os Parças” (2017), “Magnatas do Crime” (2019) e “O Chef” (2021). Assista abaixo ao trailer de “O Dia do Chacal”.

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    Kevin Spacey será homenageado pelo Museu Nacional do Cinema da Itália

    3 de novembro de 2022 /

    Envolvido em diversas denúncias de abuso sexual, o ator Kevin Spacey (“House of Cards”) será homenageado pelo Museu Nacional do Cinema da Itália, localizado na cidade de Turim. Além da homenagem, o museu ainda vai promover a exibição de filmes estrelados por Spacey e uma masterclass ministrada por ele. O evento vai acontecer no dia 16 de janeiro de 2023 e contará com a presença do diretor do museu, Domenico De Gaetano. Na ocasião, Spacey será convidado a apresentar um dos seus filmes, que será exibido no Cinema Massimo. Ao final do evento, Spacey receberá o prêmio Stella della Mole, um gongo que serve de homenagem pelo conjunto da sua obra. “Estamos honrados que um convidado tão prestigioso como Kevin Spacey tenha escolhido Turim e um local institucional como o nosso museu para este retorno tão esperado e bem-vindo”, disse Enzo Ghigo, presidente do Museu Nacional de Cinema. “É um privilégio receber a Masterclass de um dos maiores atores de cinema e teatro dos nossos tempos.” A escolha do museu de homenagear a carreira de Spacey é, no mínimo, curiosa. Embora recentemente ele tenha sido inocentado da acusação de agressão sexual feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”), o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o filme não perder sua data de estreia. Spacey já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, Spacey conseguiu voltar a atuar, justamente em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”, que foi levado ao Marché du Film, o mercado de negócios do Festival de Cannes, para conseguir distribuidores internacionais. Mas neste ano voltou a sofrer denúncias de abuso sexual na justiça britânica. Ele se declarou inocente em julho, na audiência preliminar do julgamento, que vai acontecer só em 2024. O ator tem dois Oscars no currículo, por “Os Suspeitos” (1995) e “Beleza Americana” (1999).

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  • Filme

    Spielberg diz que pais o “incomodavam” para que fizesse filme sobre eles

    3 de novembro de 2022 /

    O cineasta Steven Spielberg (“Amor, Sublime Amor”) revelou numa entrevista ao site The Hollywood Reporter que os seus pais ficavam lhe incomodando para que fizesse um filme sobre eles. Segundo o diretor, foi essa “incomodação” que gerou o recente “Fabelmans”, filme que venceu o Festival de Toronto e tem grandes chances no Oscar do ano que vem. “Eles estavam realmente me incomodando, dizendo ‘quando você vai contar essa história sobre nossa família, Steve?’ E isso era algo que eles estavam muito entusiasmados”, contou Spielberg. Infelizmente, eles não verão o resultado, visto que sua mãe, Leah, morreu em 2017 aos 97 anos e seu pai Arnold morreu em 2020 aos 103. Além dos pedidos dos pais, outra motivo que impulsionou Spielberg em direção a “Fabelmans” foi a vontade de fazer algo diferente. “Comecei a pensar seriamente, se eu tivesse que fazer um filme que ainda não fiz, algo que eu realmente quero fazer em um nível atômico muito pessoal, o que seria isso? E havia apenas uma história que eu realmente queria contar.” “Minha vida com minha mãe e meu pai me ensinou uma lição, que espero que este filme transmita isso de uma forma pequena”, disse ele. “Que é: quando um jovem de uma família começa a ver seus pais como seres humanos? No meu caso, por causa do que aconteceu entre os 7 e 18 anos, comecei a apreciar minha mãe e meu pai não como pais, mas como pessoas reais.” Spielberg também define o filme como “a primeira história de amadurecimento que eu já contei”. Mas existem alguns elementos em “Fabelmans” que são comuns à carreira do diretor, como as temáticas da religião, holocausto e antissemitismo. “Fabelmans” retrata o bullying e o preconceito religioso sofrido pelo protagonista, da mesma maneira como Spielberg sofreu na sua infância. “Meus pais sempre falaram sobre o Holocausto, e não estou comparando o Holocausto ao bullying antissemita, mas [o Holocausto] era uma abstração para mim”, disse Spielberg. “Quando passei por aquele semestre de bullying antissemita, de repente essas histórias encontraram um significado pessoal para mim. E isso moldou muitas das histórias que eu contaria no futuro.” O ator Seth Rogen (“Casal Improvável”), que faz parte do elenco do filme, disse que Spielberg muitas vezes se emocionava no set durante a produção. “Foi uma experiência muito emocionante. Ele estava chorando muito no set”, contou Rogen. “É muito diretamente baseado em sua vida e praticamente tudo o que acontece no filme é algo que aconteceu com ele. Enquanto estávamos filmando, eu questionava ‘Isso aconteceu na vida real?’, e a resposta foi ‘sim’, 100% das vezes.” “Fabelmans” é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua própria vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. Spielberg co-escreveu o roteiro com Tony Kushner, com quem já trabalhou em “Munique”, “Lincoln” e no remake de “Amor, Sublime Amor”. O elenco destaca Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Paul Dano (“Batman”) como os pais, Gabriel LaBelle (“Predador”) como a versão adolescente do protagonista, Rogen como seu tio favorito e mais Chloe East (“Generation”), Julia Butters (“Bela, Recatada e do Lar”), Jeannie Berlin (“Café Society”), Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”), Nicolas Cantu (“The Walking Dead: World Beyond”), o veterano Judd Hirsch (“Numb3rs”) e até o diretor David Lynch, conhecido por filmes como “Veludo Azul” e “Cidade dos Sonhos”. Aplaudidíssimo e com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes após a première no Festival de Toronto, o filme só vai estrear no Brasil em 9 de fevereiro, três meses após o lançamento comercial nos EUA. Assista abaixo ao trailer do filme.

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  • Filme

    Polícia italiana apreende drogas nos bastidores de “O Protetor 3”

    2 de novembro de 2022 /

    A produção do filme “O Protetor 3” (The Equalizer 3) virou caso de polícia. Na última terça (1/11), a polícia italiana invadiu um hotel usado ​​pelos funcionários de uma empresa do serviço de alimentação da produção do filme e prendeu dois funcionários, depois de apreender mais de 100 gramas de cocaína. Segundo o jornal italiano Il Giornale, os policiais fizeram essa ação depois que chefe do serviço de alimentação do filme morreu repentinamente de um ataque cardíaco na noite de segunda (31/10). Vários pequenos pacotes de cocaína foram posteriormente encontrados nas roupas do homem, levantando suspeitas de que poderia haver mais drogas nas dependências da produção. Os dois funcionários foram colocados em prisão domiciliar no hotel, localizado na comuna italiana de Maiori, sob acusação de tráfico de drogas. Um terceiro funcionário da empresa foi encontrado com uma pequena quantidade de cocaína e teve sua carteira de motorista confiscada. Além do hotel, a polícia vasculhou uma área do pequeno porto de Maiori onde a produção do filme montou acampamento. “O Protetor 3” é uma parceria entre a Sony Pictures e a produtora italiana Eagle Pictures, e está atualmente em sua quarta semana de filmagens na área da costa amalfitana. O filme vai voltar a juntar Dakota Fanning com Denzel Washington, 18 anos depois da primeira parceria da dupla, em “Chamas da Vingança” (2004). Naquela época, Fanning tinha apenas 10 anos de idade e era uma criança que precisava ser protegida pelo guarda-costas vivido pelo ator. Já na franquia “O Produtor” – inspirada por uma série de TV dos anos 1980, “The Equalizer” – , Washington interpreta o ex-agente da CIA Robert McCall, que se torna uma espécie de vigilante após a aposentadoria, sempre buscando fazer justiça para os fracos e oprimidos da sociedade. Além da dupla, a produção destaca em seu elenco a atriz italiana Gaia Scodellaro (“Você, Eu e o Apocalipse”). “O Protetor 3” ainda não tem sinopse conhecida, mas contará novamente com roteiro de Richard Wenk e direção de Antoine Fuqua, dupla responsável pelos dois longas anteriores, lançados em 2014 e 2018. A previsão de estreia é para setembro de 2023.

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  • Filme

    Anthony Hopkins vai viver Sigmund Freud no cinema

    2 de novembro de 2022 /

    O ator Anthony Hopkins (“Meu Pai”) vai viver Sigmund Freud no filme “Freud’s Last Session”, que vai mostrar uma conversa entre o pai da psicanálise e o escritor C.S. Lewis, criador de “As Crônicas de Nárnia”. A trama vai se passar na véspera da 2ª Guerra Mundial e mostrar Freud (Hopkins) no final da sua vida. Certo dia, ele convida Lewis para um debate sobre a existência de Deus, e os dois se empolgam na defesa de seus pontos de vista. O filme também promete explorar a relação de Freud com a sua filha lésbica Anna, assim como o romance não-convencional de Lewis com a mãe do seu melhor amigo. O elenco ainda destaca Matthew Goode (“The Offer”) no papel do escritor. “Freud’s Last Session” é baseado em uma peça homônima escrita por Mark St. Germain (roteirista de “Duma”). O próprio St. Germain ficou encarregado de escrever o roteiro do filme, que será dirigido por Matt Brown (“O Homem que viu o Infinito”). Ainda não há previsão de estreia. Anthony Hopkins será visto em breve nos dramas “Armageddon Time”, dirigido por James Gray (“Ad Astra”), que chega aos cinemas brasileiros em 10 de novembro, e “The Son”, sua nova parceria com o cineasta Florian Zeller (“Meu Pai”), ainda sem data de estreia no Brasil.

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  • Série

    Ator de “Euphoria” vai estrelar série passada na 2ª Guerra Mundial

    2 de novembro de 2022 /

    O ator Jacob Elordi (o Nate de “Euphoria”) vai estrelar uma série baseada no livro “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” (The Narrow Road to the Deep North), escrito por Richard Flanagan. O livro conta a história de Dorrigo Evans (papel de Elordi), um cirurgião do exército que se torna o líder relutante de um grupo de prisioneiros em um campo tailandês-birmanês durante a 2ª Guerra Mundial. Em meio àquela realidade sombria, Evans recorre à memória do seu breve caso de amor com Amy, a jovem esposa de seu tio, como forma de tentar aguentar a pressão daquele campo e a constante ameaça de morte. “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” venceu o Prêmio Booker de 2014 e foi aclamado pela maneira como aborda os temas da guerra, do casamento e do amor. A série foi criada por Shaun Grant e será dirigida por Justin Kurzel. A dupla já trabalhou junta em “Os Crimes de Snowtown” (2011), “A Verdadeira História De Ned Kelly” (2019) e “Nitram” (2021). A produção está a cargo de Jo Porter (“Picnic at Hanging Rock”) e do próprio Flanagan. “O personagem de Dorrigo Evans requer um ator de várias camadas, que possa trazer força, sensibilidade e carisma ao papel – qualidades que Jacob tem em abundância”, disse Jo Porter. “Juntamente com as potências criativas de Justin Kurzel e Shaun Grant, não poderia haver uma equipe mais empolgante para dar vida a este importante romance.” A série de “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” ainda não tem previsão de estreia. Jacob Elordi será visto a seguir nos filmes “Saltburn”, dirigido por Emerald Fennell (“Bela Vingança”), e “Priscilla”, cinebiografia da esposa de Elvis Presley dirigida por Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”), ambos sem previsão de estreia.

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