Diretora esclarece rumores sobre cancelamento de “Mulher-Maravilha 3”
A cineasta Patty Jenkins, diretora dos filmes da Mulher-Maravilha, resolveu abordar a notícia do cancelamento do terceiro filme em postagens no Twitter. Segundo Jenkins, seu objetivo ao tornar sua posição conhecida era impedir que “as imprecisões continuassem” e, em vez disso, apresentar os fatos. A diretora falou que umas das “imprecisões” que se espalharam logo que a notícia do cancelamento saiu foi a de que foi ela quem abandonou o projeto. “Isto simplesmente não é verdade. Eu nunca me afastei”, esclareceu ela. “Eu estava aberta a considerar qualquer coisa que me pedissem.” “[Mas] Meu entendimento foi que não havia nada que eu pudesse fazer para avançar qualquer coisa neste momento”, acrescentou. “A DC está obviamente enterrada nas mudanças que estão tendo que fazer, então entendo que essas [tomadas de] decisões são difíceis agora.” Ela continuou: “Não quero que uma bela jornada com a Mulher-Maravilha chegue a [o fim n] uma nota negativa. Eu amei e fiquei muito honrada por ser a pessoa que fez esses dois últimos filmes da Mulher-Maravilha. Ela é uma personagem incrível. Viver dentro e em torno dos seus valores me tornou uma pessoa melhor a cada dia. Desejo a ela e a seu legado um futuro incrível pela frente, com ou sem mim.” Jenkins também aproveitou para elogiar a atriz Lynda Carter, a Mulher-Maravilha original que apareceu brevemente em “Mulher-Maravilha 1984″, a quem ela chamou de “lenda absoluta”, e a atriz Gal Gadot, que ela considera “o maior presente que recebi em toda essa jornada. Uma amiga querida, uma inspiração e uma irmã”. “Não há palavras que eu possa usar para transmitir o quão mágica ela é”, continuou a cineasta. “Ela é a personificação ambulante da Mulher-Maravilha na vida real e uma pessoa melhor do que o mundo possa imaginar. Nunca, nos milhões de momentos que passei com ela, vi nada menos. Ela é um presente para este mundo e, mais ainda, para mim.” A cineasta também abordou outro projeto seu, o filme “Star Wars: Rogue Squadron”, que presumivelmente estava morto após a Lucasfilm tirá-lo de seus cronogramas de produção. Contrariando expectativas, Jenkins disse que o filme ainda está em desenvolvimento e que ela está trabalhando nele, embora não esteja claro se o projeto vai sair do papel ou não. O cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”), que assumiu o comando do recém-formado DC Studios ao lado do produtor Peter Safran – e que foi injustamente apontado como responsável pelo cancelamento de “Mulher-Maravilha 3” – respondeu ao tuíte de Jenkins dizendo que “posso atestar que todas as interações de Peter e minhas com você foram agradáveis e profissionais”. A declaração do diretor encerra o boato de que Jenkins teria abandonado uma reunião de forma abrupta com um pedido demissão após ver seu projeto recusado para “Mulher-Maravilha 3”. A propósito, quem disse não para o filme foram os presidentes da Warner Bros. Pictures, Michael De Luca e Pamela Abdy, antes de Gunn e Safran assumirem seus cargos. Os novos chefes do DC Studios só se reuniram com Jenkis após esta decisão, momento em que teriam pedido uma nova ideia para o filme. I can attest that all of Peter and my interactions with you were only pleasant and professional. — James Gunn (@JamesGunn) December 14, 2022
Pamela Anderson reage à série “Pam & Tommy” com documentário na Netflix
A Netflix oficializou a produção de um documentário sobre a vida da atriz Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”). Intitulado “Pamela Anderson – Uma História de Amor” (Pamela, A Love Story) e dirigido por Ryan White (“Good Night Oppy”), o filme deve abordar a vida pessoal, a carreira e os relacionamentos de Anderson, incluindo o vivido com o músico Tommy Lee. “Temos todo esse arquivo de Tommy e Pamela se apaixonando, e acho que nosso filme realmente os humanizará”, disse White, em entrevista à revista Vanity Fair. “Acho que eles costumam ser vistos como grandiosos… talvez até personagens cartunescos. Quando você assiste a essa filmagem deles se encontrando, é realmente lindo.” O romance de Anderson e Lee foi abordado de maneira ficcional na série “Pam & Tommy”, que narra a divulgação da infame sex tape dos dois. Durante a entrevista à Vanity Fair, Anderson falou sobre a série, que foi lançada enquanto ela estava filmando o documentário. “Ninguém sabia a verdade”, disse ela. “Nem mesmo eu não sei 100% do que aconteceu, mas acho que o mais importante é compartilhar meus sentimentos humanos e o quanto isso doeu e como isso inegavelmente definiu meu futuro – em minha carreira e meus relacionamentos”. Além de dar uma versão diferente daquela vista na série para o casamento de Anderson com Lee – e a eventual divulgação da sex tape dos dois – , o documentário abordará outros relacionamentos da atriz, como com o cantor Kid Rock. “Sou uma romântica e romance é uma tragédia”, disse Anderson. “Eu acredito em contos de fadas.” O documentário também vai oferecer um olhar íntimo sobre sua relação com os dois filhos, Brandon e Dylan, que a convenceram a “contar sua história em seus próprios termos”. A produção ainda vai cobrir as oito semanas em que Anderson estrelou a peça “Chicago”, na Broadway, um papel que ela recusou 10 anos antes para cuidar de seus filhos. Segundo White, foi essa experiência que abriu seus olhos para o talento e resiliência dela. “Você não pode descartar Pamela. Ela foi descontada a vida toda e se ergueu”, afirmou White. “O filme se chama ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, e tem muitas histórias de amor dentro dele. Em última análise, acho que o final do filme é sobre ela colocar mais desse amor em si mesma.” “Eu estava muito hesitante, mas, olhando para trás, me sinto fortalecida”, disse ela sobre sua decisão de fazer o documentário. “E espero que [minha história] inspire as pessoas a se divertirem e não se preocuparem tanto.” “Pamela Anderson – Uma História de Amor” estreia em 31 de janeiro na Netflix. Além do documentário, Pamela Anderson também vai lançar um livro de memórias, intitulado “Love, Pamela”.
Estrela de “The White Lotus” tentou mudar final da temporada para ter vingança
Exibido no domingo (11/12), o final da 2ª temporada de “The White Lotus” quebrou recordes de audiência e surpreendeu o público com o destino da personagem Tanya McQuoid, interpretada por Jennifer Coolidge. O grande spoiler é que foi ela quem morreu na conclusão. Na trama do episódio, Tanya descobre que as pessoas com quem ela estava se divertindo na verdade planejavam assassiná-la a mando de seu marido. Ela até consegue escapar dos seus inimigos, apenas para ter um desfecho trágico e atrapalhado, ao errar um pulo do iate em que estava para um lancha que a levaria à praia. Em entrevista ao site Vulture, Coolidge disse que tentou convencer o criador da série, Mike White, a deixar Tanya viva na série, mas não conseguiu fazê-lo mudar de ideia. Ela contou que recebeu a notícia sobre o fim de sua personagem pouco depois de ser contratada para a 2ª temporada. Quem lhe contou isso foi o próprio Mike White. “Ele me ligou um dia e disse: ‘Bem, acho que tenho que lhe contar isso agora para que você possa se preparar’. E eu disse: ‘O quê?’ E ele disse: ‘Você morre, Jennifer. Você vai morrer em ‘The White Lotus 2’.” “Tentei dissuadi-lo, mas Mike é muito forte. Ele disse que eu teria um final trágico e manteve a sua ideia”, acrescentou. A atriz revelou que sua ideia para a personagem era se vingar do plano do marido. “Seria ótimo se eu saísse da água e estivesse viva no final, mas Mike gosta de se manter na realidade. Tanya estava meio que condenada. Acho que ela tinha que ir.” “O que foi interessante quando eu estava discutindo com Mike – bem, não discutindo, mas falando sobre como ela perdeu a vida – é que ele estava dizendo que a culpa seria dela e de mais ninguém. Um momento desajeitado”, contou a atriz. “Ouvi Mike dizendo a alguém que é isso acontece com Tanya porque ‘é isso que acontece com Jennifer’. ‘Ela se tranca no banheiro’ ou algo assim. ‘Ela pode fazer as coisas grandes, mas não as pequenas. Alguma coisinha estranha pode bagunçá-la’. Isto é algo, infelizmente, que acontece mesmo, de forma inconsciente, comigo.” Apesar de Coolidge saber do destino da sua personagem, o resto do elenco não sabia até receberem o roteiro do episódio, porque uma das maiores preocupações era o vazamento de informações. “Tinha tanta gente naquele barco, maquiagem e cabelo, e claro que todo mundo é muito discreto”, explicou ela. “Mas estou surpresa que ninguém vazou! Achei que talvez alguém fosse contar para a esposa ou algo assim. Mas todo mundo ficou de boca fechada sobre isso. Isso realmente me surpreendeu”. “Eu era uma das poucas pessoas que conhecia o final. Eu sabia de tudo”, continuou. “E, no entanto, achei que foi realmente cheio de suspense! Achei que era um bom sinal. Eu disse a Mike: ‘Não é estranho que eu esteja assistindo como se não tivesse ideia?’ Ele é muito bom em criar tensão.” “The White Lotus” já foi renovada para a 3ª temporada, mas ainda não tem previsão de estreia. E ao comentar os planos para os próximos episódios, Mike White deu a entender que a investigação da morte de Tanya deve ser explorada nos próximos episódios. As duas primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming HBO Max.
John Cena e Jason Momoa vão estrelar comédia de ação
Os atores John Cena (“Pacificador”) e Jason Momoa (“Aquaman”) vão estrelar a comédia de ação “Killer Vacation”, desenvolvida pelo estúdio Warner Bros. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas é possível supor, pelo título, que o filme vá mostrar uma viagem que dá muito errado. Fontes próximas ao projeto o definiram como uma aventura cômica no estilo do clássico “True Lies” (1994), que também foi estrelada por um ator fortão: Arnold Schwarzenegger. O roteiro foi escrito por Brian Gunn e Mark Gunn (“Brightburn: Filho das Trevas”), respectivamente o irmão e o primo do cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”). O filme contará com a produção de Peter Safran, que assumiu com Peter Grunn o comando do recém-formado DC Studios. Vale apontar que, embora só confirmado agora, o projeto de “Killer Vacation” é anterior à ascensão de Safran dentro da Warner/DC. O filme ainda não tem previsão de estreia. John Cena e Jason Momoa serão vistos juntos pela primeira vez em “Fast X”, final da franquia “Velozes & Furiosos” que estreia em maio de 2023. Fontes apontam que os dois gostaram tanto de trabalhar juntos que resolveram repetir a dose. Além disso, John Cena está envolvido em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem data de lançamento. Jason Momoa também está trabalhando em vários filmes, com destaque para “Aquaman e o Reino Perdido”, que chegará aos cinemas no Natal do ano que vem.
Filme do diretor de “Midsommar” com Joaquin Phoenix ganha pôster
O estúdio indie A24 divulgou o primeiro pôster do novo filme do cineasta Ari Aster (diretor dos terrores “Hereditário” e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”). Conforme revelado na imagem, o filme, antes chamado de “Disappointment Blvd.”, agora se chama “Beau Is Afraid”. O cartaz mostra um sujeito que parece ser uma versão rejuvenescida do ator Joaquin Phoenix (“Coringa”), que será o protagonista do filme. O personagem veste um pijama com o nome Beau, o que sugere que ele é quem “está com medo”, conforme indicado pelo título. O elenco também conta com Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Amy Ryan (“Medo da Verdade”), Nathan Lane (“Only Murders in the Building”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”) e Kylie Rogers (“Yellowstone”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas em uma entrevista para o site IndieWire, o diretor revelou que seu novo filme é uma comédia de pesadelo com quatro horas de duração! Também adiantou que o filme será um “retrato íntimo de um dos empresários mais bem-sucedidos de todos os tempos” e que sua história se passará ao longo de várias décadas – e isso explicaria o fato de a arte mostrar uma versão mais jovem do protagonista. Porém, a definição do título abre as portas para algumas teorias. Afinal, em 2011, Aster dirigiu uma comédia de terror chamada “Beau”. O filme conta a história de um homem que passa por uma sinistra e assombrosa cadeia de eventos quando perde suas chaves a caminho de visitar sua mãe. Não ficou claro se o longa-metragem “Beau Is Afraid” teria alguma relação com o curta “Beau”. “Beau Is Afraidd” estreia em 2023.
“Wandinha” ultrapassa 1 bilhão de horas assistidas na Netflix
A série “Wandinha” continua dominando a audiência da Netflix. Durante a sua terceira semana de exibição, a atração acumulou mais 269 milhões de horas assistidas e, com isso, ultrapassou a marca total de 1 bilhão de horas. “Wandinha” é apenas a terceira série da Netflix a conseguir esse feito nos seus primeiros 28 dias de exibição. As duas outras séries que romperam a barreira do 1 bilhão em um mês foram os sucessos “Round 6” e a 4ª temporada de “Stranger Things”. Recentemente a série “Dahmer: Um Canibal Americano” também completou 1 bilhão de horas assistidas, mas apenas após o período de 28 dias, que é o tempo de contagem usado pela Netflix. Por sinal, “Wandinha” também tomou o lugar de “Dahmer” como a 2ª série em inglês mais vista da Netflix. Ainda que seus números sejam surpreendentes, a audiência dessa semana foi significativamente menor do que a da primeira semana (341 milhões de horas assistidas) e, principalmente, da segunda semana (411 milhões de horas). Com isso, a série pode ter dificuldades para tomar o lugar de “Stranger Things” (que totalizou 1,35 bilhão de horas no primeiro mês) no topo da lista das séries em inglês mais vistas da Netflix. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Harry & Meghan”, que também quebrou recordes ao se tornar a série documental mais vista na sua semana de estreia, com 81 milhões de horas assistidas. Ela foi seguida pela 2ª temporada de “Amigas para Sempre”, que acumulou 50 milhões de horas. O Top 5 das séries em inglês se completa com “1899” (com 27 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Amigas para Sempre” (20 milhões de horas). Entre as séries internacionais, ou seja, aquelas não faladas em inglês, o destaque ficou com o drama colombiano “Canto para Não Chorar: Arelys Henao”, que acumulou 26 milhões de horas assistidas. Confira abaixo o Top 10 semanal das séries faladas em inglês na Netflix. 1. “Wandinha” 2. “Harry & Meghan” 3. “Amigas para Sempre 2” 4. “1899” 5. “Amigas para Sempre 1” 6. “Brincando com Fogo 4” 7. “The Crown 5” 8. “Snack vs. Chef” 9. “Disque Amiga para Matar 3” 10. “Manifest 4”
Filha de Steven Spielberg vai estrear como cineasta
Destry Allyn Spielberg, filha do veterano cineasta Steven Spielberg (“Os Fabelmans”), está seguindo o caminho do pai. Ela foi contratada para dirigir seu primeiro longa-metragem. Intitulado “Four Assassins (And A Funeral)”, o filme foi escrito por Ryan Hooper e figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, mas o filme é descrito como uma mistura entre de “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), “Entre Facas e Segredos” (2019) e “Succession”. O título original também sugere uma conexão com a comédia clássica “Quatro Casamentos e Um Funeral” (1994), mas isso ainda não foi confirmado. Apesar da estreia em longa-metragem, Destry Allyn Spielberg já comandou os curtas “Rosie” (2019) e “Let Me Go the Right Way” (2022). O segundo venceu o City of Angels Women’s Film Festival neste ano. “Assistimos ao curta de Destry e ficamos impressionados – e depois de conhecê-la e ouvir que ela queria fazer filmes de ação, procuramos encontrar algo”, disse Erica Lee, da produtora Thunder Road, em comunicado. “’Four Assassins’ é o veículo perfeito para ela, e estamos empolgados com o que sua voz única trará para o projeto”. A jovem Spielberg, de 26 anos, disse no comunicado que está “emocionada e honrada por ter o privilégio de trabalhar com a Thunder Road para contar esta história sobre família, engano e assassinato”. “Four Assassins (And A Funeral)” começa a ser rodado no ano que vem, mas ainda não tem previsão de estreia. Além da sua carreira como diretora do curtas, Destry Allyn Spielberg também fez alguns trabalhos como atriz. Seu maior destaque foi no filme “Licorice Pizza” (2021).
Spirit Awards anuncia indicados das categorias televisivas
O Film Independent Spirit Awards, conhecido como o Oscar do cinema independente, anunciou as indicações de suas categorias televisivas nesta terça-feira (13/12). E as séries “Abbott Elementary”, “O Urso”, “Ruptura” e “Estação Onze” foram as campeãs, com três indicações cada. Vale destacar, porém, que dentre as quatro séries mais indicadas, apenas “Abbott Elementary” não figura na categoria principal de Melhor Série Nova – uma vez que a atração já está na sua 2ª temporada. Em seu lugar, entraram “The Porter” e “Pachinko”. Esta última já garantiu a primeira premiação do evento. Produção da Apple TV+, “Pachinko” vai receber o prêmio de Melhor Elenco, previamente definido pelos membros da associação Film Independent. A organização dos Spirit Awards também aboliu a divisão por gênero nas categorias de atuação, adotando, em vez disso, categorias únicas com mais indicados. Os vencedores receberão seus troféus em 6 de março, numa cerimônia na praia de Santa Mônica, na Califórnia, três semanas antes do Oscar. O evento também premiará os melhores trabalhos de cinema independente do ano. Anunciadas em novembro, as categorias cinematográficas destacaram a sci-fi “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, que obteve oito indicações. Confira abaixo a lista dos indicados televisivos dos Spirit Awards 2023. Melhor Série Nova “O Urso” “Pachinko” “The Porter” “Ruptura” “Estação Onze” Melhor Série Nova Documental “Infância Roubada” “Memórias de Um Assassinato” “Pepsi, Cadê Meu Avião?” “O Ensaio” “We Need to Talk About Cosby” Melhor Atuação em Série Aml Ameen, “The Porter” Mohammed Amer, “Mo” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Bridget Everett, “Alguém em Algum Lugar” KaMillion, “Maldito Rap” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Himesh Patel, “Estação Onze” Sue Ann Pien, “As We See It” Adam Scott, “Ruptura” Ben Whishaw, “This is Going to Hurt” Melhor Atuação Coadjuvante em Serie Danielle Deadwyler, “Estação Onze” Ayo Edebiri, “O Urso” Jeff Hiller, “Alguém em Algum Lugar” Gbemisola Ikumelo, “Uma Equipe Muito Especial” Janelle James, “Abbott Elementary” Ebon Moss-Bachrach, “O Urso” Frankie Quiñones, “Este Tonto” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Molly Shannon, “I Love That For You” Tramell Tillman, “Ruptura” Melhor Elenco de Serie “Pachinko”
Stuart Margolin, ator de “Arquivo Confidencial”, morre aos 82 anos
O ator Stuart Margolin, conhecido pelo seu papel de Evelyn “Angel” Martin na série clássica “Arquivo Confidencial”, morreu na segunda (12/12) aos 82 anos. A notícia da sua morte foi divulgada por seu enteado, o ator Max Martini (“Bosch: Legacy”), numa publicação no Instagram, mas a causa da morte não foi divulgada. Além do papel na série clássica, Stuart Margolin teve uma carreira longeva que durou mais de 60 anos e superou os 120 créditos como ator, incluindo participações em filmes como “Os Guerreiros Pilantras” (1970) e “Desejo de Matar” (1974), e em séries conceituadas como “Terra de Gigantes”, “M*A*S*H*”, “Magnum”, “30 Rock” e “Arquivo X”. Nascido em 31 de janeiro de 1940, em Davenport, no estado americano de Iowa, Margolin começou sua carreira no início dos anos 1960 fazendo participações especiais em séries populares como “O Fugitivo” e “The Alfred Hitchcock Hour”. Ao longo da década, ele continuou a aparecer na TV em produções duradouras, incluindo “Têmpera de Aço” (Ironside), “O Homem de Virgínia”, “Os Monkees”, “A Feiticeira” e “The F.B.I.”. Ao mesmo tempo em que viu a carreira decolar no cinema, em filmes como “Por um Corpo de Mulher” (1968), “Os Guerreiros Pilantras” (1970) e “Acorrentadas ao Passado” (1972), ganhou seus primeiros papeis recorrentes, aparecendo em 29 episódios da série “O Jogo Perigoso do Amor” (exibidos entre 1969 e 1973) e em 24 episódios de “Nichols” (1971-1972). 1974 foi o ano da virada, quando participou do clássico “Desejo de Matar”, estrelado por Charles Bronson, e estreou na série “Arquivo Confidencial”, seu trabalho mais conhecido. A série trazia James Garner como o investigador particular Jim Rockford, que a cada episódio resolvia um caso diferente na cidade de Los Angeles. Margolin interpretava Evelyn “Angel” Martin, que Rockford conheceu quanto passou um tempo na prisão. O personagem era um vigarista pouco confiável e patologicamente mentiroso, cujos esquemas constantemente colocam o detetive em apuros, mas mesmo assim os dois continuavam amigos. Margolin venceu dois Emmys seguidos, em 1979 e 1980, por conta do seu trabalho na 5ª e 6ª temporadas da atração. Ele apareceu em mais de 30 de episódios, incluindo o primeiro e o último da série, exibido em 1980, além de ter participado de todos os oitos telefilmes derivados da série nos anos 1990. Para completar, ainda dirigiu dois episódios da produção. Curiosamente, “Arquivo Confidencial” não foi a primeira e nem a última parceria de Margolin com James Garner. Os dois já haviam trabalhado juntos na série de western “Nichols” (1971–1972) e voltaram a se encontrar novamente em “Bret Maverick” (1981-1982), continuação do western clássico “Maverick” (1957–1962). Nas décadas seguintes, o ator fez participações em diversas séries como “O Toque de um Anjo” (1997-2000), Beggars and Choosers” (1999-2000) e “Tom Stone”, na qual apareceu em 26 episódios, exibidos entre 2002 e 2004, além do revival de “Arquivo X” (em 2018). Ele também participou dos filmes “O Vigarista do Ano” (2006) e “A Negociação” (2012), ambos estrelados por Richard Gere, e continuava em atividade, tendo escrito e estrelado “What the Night Can Do”, que foi dirigido por seu filho Christopher Martini em 2020, e participado do curta “Home” neste ano, com direção do neto Sean Carlo Martini. Em sua postagem anunciando a morte de Margolin, Max Martini (o pai de Sean Carlo) o definiu como “um padrasto profundamente talentoso que sempre esteve presente com amor e apoio para sua família”. Confira a postagem abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Max Martini (@maxmartinila)
Documentário da Amazônia disputa prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) divulgou a sua lista dos filmes indicados para o prêmio de Melhor Documentário. A lista contém algumas produções que ja vinham chamando atenção, além de guardar algumas surpresas. Ao todo, sete filmes foram indicados, incluindo “Nothing Compares” sobre a cantora irlandesa Sinéad O’Connor, primeiro longa-metragem da documentarista Kathryn Ferguson, e a co-produção brasileira “The Territory”, dirigido por Alex Pritz (“My Dear Kyrgyzstan”), sobre uma tribo amazônica. “The Territory” é coproduzido pela National Geographic, o diretor Darren Aronofsky (“Noé”) e cineastas indígenas brasileiros, e acompanha a luta do povo Uru-Eu-Wau-Wau contra agricultores e mineradores que invadiram sua área protegida na floresta tropical. A obra foi duplamente premiada no Festival de Sundance deste ano, com o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri na competição internacional do evento. A lista também destaca “All That Breathes”, documentário de Shaunak Sen (“Cities of Sleep”) sobre dois irmãos em Delhi, na Índia, que dedicaram suas vidas a reabilitar aves de rapina que foram vítimas dos céus poluídos da cidade. O filme já venceu o prêmio de Melhor Longa-Metragem no IDA Documentary Awards. Outro indicado forte é o novo filme do veterano Matthew Heineman (“A Primeira Onda”), “Afeganistão: A Retirada”, que lança um olhar visceral sobre os últimos meses da guerra dos EUA no Afeganistão e o que aconteceu com o Exército Nacional Afegão após a retirada dos EUA. As nomeações se completam com “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft”, da diretora Sara Dosa (“The Seer and the Unseen”), sobre um casal francês cuja dedicação ao estudo dos vulcões lhes custou a vida; “O Último Navio Negreiro”, de Margaret Brown (“The Great Invisible”), filme muito falado a respeito dos descendentes de africanos escravizados que chegaram ao Alabama em 1860; e “Navalny”, dirigido por Daniel Roher (“Once Were Brothers: Robbie Robertson and The Band”), sobre o líder da oposição russa, Alexei Navalny, que quase foi morto em uma tentativa de envenenamento do Kremlin. A maior surpresa nessa lista foi a ausência de “All the Beauty and the Bloodshed”, documentário de Laura Poitras (“Cidadãoquatro”) sobre o artista Nan Goldin. O filme é um forte candidato ao Oscar e vem figurando em diversas listas de Melhores Ano. A inclusão do filme de Sinéad O’Connor também causou estranheza pela ausência notável de “Moonage Daydream”, filme de Brett Morgen sobre David Bowie, que é o documentário de maior bilheteria do ano e uma das produções mais elogiadas do gênero dos docs musicais em todos os tempos. Vale lembrar que os vencedores do PGA Awards normalmente se refletem no Oscar, como aconteceu com o vencedor mais recente, “Summer Of Soul (… Ou, Quando a Revolução Não Pode Ser Televisionada” (2021).
Angelo Badalamenti, compositor de “Twin Peaks”, morre aos 85 anos
O compositor Angelo Badalamenti, que fez parcerias marcantes com o cineasta David Lynch em obras como “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks” (1990-91) e “Cidade dos Sonhos” (2001), morreu no último domingo (11/12) em sua casa em Nova Jersey, EUA, de causas naturais aos 85 anos. Compositor de formação clássica, Badalamenti também colaborou com diversos cantores em praticamente todos os gêneros musicais ao longo da sua carreira. Algumas das suas principais parcerias foram com Julee Cruise, Nina Simone, David Bowie, Paul McCartney, Liza Minnelli, Anthrax, Tim Booth e LL Cool J. Nascido em 22 de março de 1937 no Brooklyn, em Nova York, Badalamenti estudou música na Eastman School of Music e na Manhattan School of Music, onde fez mestrado, antes de iniciar sua carreira profissional como professor de música, pianista e compositor. Seus primeiros trabalhos no cinema foram as trilhas de “A Guerra de um Homem” (1973) e “Law and Disorder” (1974). A colaboração com Lynch começou em 1986, quando o diretor o contratou como treinador vocal da estrela do “Veludo Azul”, Isabella Rossellini, que deveria cantar no filme. A parceria funcionou e Badalamenti acabou fazendo a trilha sonora do longa e escreveu a música “Mysteries of Love” com o diretor. Isso abriu muitas portas na sua carreira, levando Badalamenti a compor temas para obras tão distintas quanto “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Férias Frustradas de Natal” (1989), “Nu em Nova York” (1993), “Secretária” (2002) e “Cabana do Inferno” (2002) Ele também compôs a música de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Mesmo com a carreira prolífica, Badalamenti nunca abandonou a parceria com Lynch. Eles trabalharam juntos em “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999), “Cidade dos Sonhos” (2001) e até no curta “Rabbits” (2002). Mas o marco dessa colaboração aconteceu na série “Twin Peaks” (1990-1991), que rendeu um Grammy ao compositor, além de sucesso nas paradas musicais com o hit “Falling”, cantado por Julee Cruise em cena da atração televisiva. “Eu sento com Angelo e converso com ele sobre uma cena e ele começa a tocar essas palavras no piano”, Lynch disse ao The New York Times em 2005, explicando a parceria criativa dos dois. “Às vezes, até nos reuníamos e inventávamos coisas no piano, e antes que você percebesse, isso nos levava à ideia de uma cena ou um personagem.” “Quando começamos a trabalhar juntos, tivemos uma espécie de afinidade instantânea – eu não sabendo nada sobre música, mas muito interessado em clima e efeitos sonoros”, contou o diretor. “Percebi muitas coisas sobre efeitos sonoros e música trabalhando com Angelo, como eles são próximos um do outro.” Badalamenti acrescentou que “os visuais de David são muito influenciados pela música. O andamento da música o ajuda a definir o andamento dos atores e seus diálogos e como eles se movem. Ele se sentava ao meu lado em um teclado, descrevendo o que estava pensando enquanto eu improvisava a partitura. Quase todo ‘Twin Peaks’ foi escrito sem que eu visse um único frame, pelo menos no episódio piloto.” O compositor esteve envolvido tanto na série original, quanto nos seus derivados: o filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e o revival “Twin Peaks: O Retorno” (2017). Ele também firmou relações fortes com outros diretores consagrados, em especial Paul Schrader, com quem trabalhou em quatro filmes (em “Uma Estranha Passagem em Veneza”, “Marcas da Vingança”, “Auto Focus” e “Domínio”), além de Jean-Pierre Jeunet (“Ladrão de Sonhos” e “Eterno Amor”), Jane Campion (“Fogo Sagrado!”), Danny Boyle (“A Praia”) e o brasileiro Walter Salles (“Água Negra”). Em uma entrevista de 2018, Badalamenti explicou como criou o célebre “tema de Laura Palmer” para “Twin Peaks”. “David veio ao meu pequeno escritório em frente ao Carnegie Hall e disse: ‘Tive uma ideia para uma série. Ele se sentou ao meu lado no teclado [do piano] e disse: ‘Eu não gravei nada, mas é como se você estivesse em uma floresta escura com uma coruja ao fundo e uma nuvem sobre a lua e os sicômoros soprando muito suavemente.” “Comecei a pressionar as teclas para o acorde de abertura de ‘Twin Peaks Love Theme’, porque era o som daquela escuridão. Ele disse: ‘Uma linda garota problemática está saindo da floresta, caminhando em direção à câmera…’ Toquei os sons que ele inspirou. ‘E ela se aproxima e chega ao clímax e…’ Continuei com a música enquanto ele continuava a história. ‘E a partir disso, nós a deixamos voltar para a floresta escura.’ “As notas simplesmente saíram. David ficou atordoado, assim como eu. Os cabelos de seus braços estavam arrepiados e ele tinha lágrimas nos olhos: ‘Eu vejo ‘Twin Peaks’. Eu consegui.’ Eu disse: ‘Vou para casa trabalhar nisso.’ ‘Trabalhar nisso?! Não mude uma nota’. E é claro que nunca mudei.” Confira abaixo o tema de Laura Palmer, a música de abertura de “Twin Peaks” e a gravação com vocais de Julee Cruise, cantora que morreu em junho passado. Para completar, o último vídeo traz o arranjo de Badalamenti para a versão de “Blue Velvet” cantada por Isabella Rossellini no filme “Veludo Azul”.
Fernando Meirelles produz documentário ambiental com Seu Jorge e o rapper RZA
O cineasta Fernando Meirelles (“Dois Papas”) vai produzir “Blue Carbon”, um documentário ambiental e musical que contará com canções de Seu Jorge (“Marighella”). “Blue Carbon” (ou Carbono Azul) é o termo dado a três ecossistemas costeiros – prados de ervas marinhas, manguezais e pântanos de maré – que margeiam a maioria dos continentes. Alguns desses ecossistemas podem sequestrar da atmosfera até quatro vezes mais carbono por hectare do que as florestas tropicais. O documentário será narrado pela DJ e bióloga marinha Jayda G enquanto ela mostra como estamos perdendo esses ecossistemas desconhecidos em um ritmo alarmante. Além disso, ela também vai explicar como podemos mitigar os efeitos das mudanças climáticas e proteger os frágeis ecossistemas de mais destruição. “O Carbono Azul é tão importante, mas as pessoas sabem tão pouco sobre ele – quero que seja tão conhecido quanto a floresta amazônica”, disse Jayda G, em comunicado. “Tem tanto potencial para nos ajudar a combater as mudanças climáticas, desde que ouçamos e aprendamos com as histórias de pessoas que trabalham para proteger o Carbono Azul. Isso me deixou esperançosa acerca do nosso futuro e me ajudou a me sentir mais conectada com a mãe natureza. Espero que, quando as pessoas assistirem a este filme, elas sintam o mesmo”. O projeto abrangerá as costas do Senegal, Vietnã, França, EUA (Flórida), Brasil e Colômbia. Porém, a abordagem do documentário será um pouco diferente. “Blue Carbon” vai combinar música e ciência, além de dança, cultura e arte, para falar sobre os problemas ambientais da atualidade. Além das canções de Seu Jorge, o documentário também será embalado por músicas do ator e rapper RZA (“Anônimo”), do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. “O ar que respiramos e a água que bebemos são as duas coisas mais importantes para nossa sobrevivência. No entanto, continuamos consistentemente a abusar deles com produtos frívolos”, disse RZA. “Estou me juntando à equipe de criadores de ‘Blue Carbon’ para ajudar a trazer a conscientização necessária para essas questões. Espero que o filme nos inspire a fazer melhor.” O documentário será dirigido por Nicholas Brown (“Serengeti Rules”), que explicou que a opção de misturar documentário e música tem como objetivo “trazer uma nova esperança para novos públicos”. “Crucialmente, o filme levanta as vozes das pessoas – assim como dos ecossistemas – que estão na linha de frente da crise do clima e da biodiversidade. É hora de ouvir o que eles dizem”, afirmou ele. Com conclusão prevista para 2023, “Blue Carbon” ainda não tem lançamento marcado. Fernando Meirelles atualmente está envolvido na série “Sugar”, desenvolvida para a plataforma de streaming Apple TV+, e numa série derivada de “Cidade de Deus”, ambientada 20 anos depois do filme original. Esses projetos também não têm previsão de estreia. Seu Jorge, por sua vez, estará no filme “Cidade Asteróide”, novo trabalho do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), que chega aos cinemas americanos em 13 de junho.
Bryce Dallas Howard vai estrelar série de “A Montanha Enfeitiçada”
A atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World: Domínio”) vai estrelar a série “Witch Mountain”, baseada no filme clássico da Disney “A Montanha Enfeitiçada” (Escape to Witch Mountain, 1975). O filme original acompanhava duas crianças órfãs que têm poderes extraordinários e são perseguidas por um milionário. Ao longo do caminho, elas descobrem que são alienígenas que precisam retornar para o seu planeta natal. “A Montanha Enfeitiçada” teve várias continuações e até um remake estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson (“Adão Negro”), lançado em 2009. A série “Witch Mountain” foi criada por Travis Fickett e Terry Matalas (ambos de “12 Macacos”) e é descrita como uma “reinvenção moderna” da história clássica. A trama vai acompanhar dois adolescentes, Tia (Isabel Gravitt, de “Bem-Vindos à Vizinhança”) e Ben (Levi Miller, de “Perigo Próximo”), que desenvolvem habilidades estranhas e descobrem que o subúrbio onde eles moram pode não ser tão idílico quanto parece. Howard vai interpretar Audrey, a mãe de Tia. O elenco ainda conta com Bianca “B” Norwood (“We Crashed”) no papel de Corey, confidente de Ben, e Jackson Kelly (“V/H/S/99”) como Peter, melhor amigo de Tia. “Witch Mountain” está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+ e, por enquanto, ainda está na fase de aprovação de piloto. Por conta disso, não há previsão de estreia. Bryce Dallas Howard será vista a seguir no thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), que será estrelado por Henry Cavill (“The Witcher”). O filme ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer do filme original “A Montanha Enfeitiçada”.












