Mansão vista em “Harry & Meghan” não é residência do casal
A mansão vista na série documental “Harry & Meghan”, que narra as polêmicas envolvendo o duque e a duquesa de Sussex, na verdade não pertence ao casal. Embora algumas cenas da série mostrem os dois andando pela casa, brincando com o filho Archie e escondendo ovos de Páscoa no quintal, eles não moram no local. Segundo apurou o site Dirt, aquela casa, localizada na região de Montecito, na Califórnia, que está à venda há mais de um ano por US$ 33,5 milhões. A propriedade fica em uma área de mais de dois acres e tem seis quartos e oito banheiros, além de cozinha de chef, sala de projeção com lareira, salas de jogos, academia e jardins paisagísticos com vista para o mar. Harry e Meghan moram em uma propriedade na mesma região de Montecito, mas a cerca de cinco quilômetros do local onde gravaram a série. Sua residência real é mais “modesta”, já que está avaliada em US$ 14,6 milhões (um valor bem menor do que aquela em que a série foi rodada), apesar de possuir nove quartos, 16 banheiros, piscina e quadra de tênis. “Harry & Meghan” está em exibição na Netflix, onde se tornou a série documental de maior sucesso da plataforma de streaming. Além disso, o casal, que tem um acordo de produção com a Netflix, já divulgou o trailer da sua próxima atração na plataforma, uma série documental chamada “Live to Lead”, sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. Assista abaixo ao trailer de “Harry & Meghan”.
Brasil ainda pode conseguir uma vaga no Oscar
Embora tenha ficado de fora da corrida por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional, obras brasileiras ainda podem aparecer no Oscar 2023. Entre as listas de pré-selecionados da premiação, divulgada na última quarta-feira (21/12), ainda há chances de indicações nas categorias de Melhor Documentário e Melhor Curta-Metragem. Entre os filmes que ainda estão na disputa pela indicação de Melhor Documentário está “O Território”, uma co-produção entre Brasil, Dinamarca e EUA, desenvolvida para a National Geographic. Dirigido pelo americano Alex Pritz, o filme acompanha jovens líderes indígenas e ativistas ambientais que montam uma equipe de filmagem para expor o desmatamento na sua região na Amazônia. “O Território” tem grandes chances de ficar entre os finalistas, visto que já venceu o Prêmio do Público e um Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance, e está na disputa pelo prêmio de Melhor Documentário do Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA). Já o curta “Sideral” foi dirigido pelo paulista Carlos Segundo e rodado no Rio Grande do Norte. A trama de ficção científica é ambientada no futuro, mostrando o lançamento do primeiro foguete tripulado brasileiro da Base Aérea de Natal. O filme também destaca como este acontecimento afeta a vida de uma família da região. “Sideral” foi exibido no Festival de Cannes de 2021. Confira abaixo os trailers dos dois filmes.
Juiz decide que estúdios podem ser processados por trailers enganosos
O juiz distrital americano Stephen Wilson decidiu nesta semana que os estúdios de cinema podem ser processados sob leis de propaganda enganosa se divulgarem trailers com cenas falsas de seus filmes. O trailer que gerou essa decisão foi do filme “Yesterday” (2019), sobre um sujeito que vive num mundo onde os Beatles não existiram. Dois fãs da atriz Ana de Armas (“Blonde”) processaram o estúdio Universal porque o trailer continha imagens da atriz, que não apareceu no filme. Apesar da participação da estrela cubana ter sido cortada na edição, sua presença no trailer teria sido o que convenceu os dois – que moram em cidades diferentes – a alugarem o filme. Dizendo-se enganados pelo estúdio, ele foram à Justiça. O caso se tornou sério quando o juiz concordou que a reclamação tinha base legal. Agora, o vindouro veredito do julgamento irá afetar diretamente a produção de novos trailers de cinema. A Universal até tentou descartar o processo, argumentando que os trailers dos filmes têm direito à proteção da Primeira Emenda dos EUA (que fala sobre liberdade de expressão) e que um trailer é um “trabalho artístico”, mas o juíz Wilson rejeitou esse argumento, dizendo que um trailer, na verdade, é um comercial, uma vez que tem a finalidade de vender um filme. Com isso, os trailers estão sujeitos à Lei de Propaganda Falsa da Califórnia e à Lei de Concorrência Desleal do estado. “A Universal está certa de que os trailers envolvem alguma criatividade e discrição editorial, mas essa criatividade não supera a natureza comercial de um trailer”, escreveu Wilson. “Basicamente, um trailer é um anúncio criado para vender um filme, fornecendo aos consumidores uma prévia do filme.” Não é incomum que os trailers de filmes incluam cenas que não aparecem no filme finalizado. Um trailer de “Jurassic Park” (outro filme da Universal), por exemplo, foi feito inteiramente com cenas cortadas. Porém, com essa nova decisão, esse cenário poderia gerar um processo judicial. A partir de agora, a forma como os filmes são divulgados deverá ser tratada com mais cuidado. Afinal, muitos estúdios e realizadores buscam despistar o público em seus trailers, chegando a apagar elementos cênicos e até personagens nas prévias. Um exemplo disso aconteceu em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021), em que a participação de Andrew Garfield e Tobey Maguire foi apagada digitalmente em cenas do trailer. Nos filmes da Marvel, a situação é ainda mais drástica, já que seus trailers são manipulados para mostrar cenas que nem foram filmadas, como a inclusão do Hulk em Wakanda no trailer de “Vingadores: Guerra Infinita”. Diretores deste filme, os irmãos Russo confessaram que tomaram essa iniciativa para originar desinformação e enganar o público. O trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) também trazia uma cena em que o Homem-Aranha e o Homem de Ferro eram vistos voando juntos em meio aos prédios do Queens, em Nova York, que não apareceu no filme. Mas talvez o exemplo mais significativo disso seja o primeiro teaser de “Homem-Aranha” (2002), que mostrava um assalto à banco interrompido pela ação do herói, que deixava os ladrões presos numa enorme teia erguida ao redor do World Trade Center. A sequência existiu apenas na divulgação do filme, já que foi retirada de circulação depois dos ataques terroristas às Torres Gêmeas. Outro caso curioso aconteceu em “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017). O ator Kevin Spacey foi retirado do longa, em meio à diversas acusações de abuso sexual, e substituído por Christopher Plummer, que precisou refilmar o papel às pressas nas datas de pós-produção. Só que o primeiro trailer do estúdio ainda destacava a participação de Spacey. Há também os trailers que se apresentam como “variantes” da narrativa oficial. Isso aconteceu recentemente com o terror “Noites Brutais”, quando o 20th Century Studios divulgou um trailer intitulado “Justin Long’s New Movie”. Este trailer era composto por cenas de “Noites Brutais”, mas apresentadas de uma maneira diferente. O tom era mais leve, até divertido. E a prévia ignorava o fato de que Long era um coadjuvante no filme, não o protagonista. Assista abaixo ao trailer de “Yesterday” com Ana de Armas, que abriu o questionamento de toda a produção de trailers de Hollywood.
Christian Bale e Scott Cooper planejam novos filmes após “O Pálido Olho Azul”
O ator Christian Bale estrelou recentemente o thriller “O Pálido Olho Azul”, dirigido por Scott Cooper. O projeto marcou a reunião dos dois, após terem trabalhado juntos em “Tudo por Justiça” (2013) e “Hostis” (2017). E, de acordo com o diretor, essa parceria ainda vai se estender por mais tempo. Em entrevista ao site The Playlist, Cooper falou sobre a sua relação com Bale e sobre os próximos filmes que pretende fazer com o ator. Um desses projetos se chama “Valhalla”, uma trama de mistério que Cooper preferiu não detalhar. Mas ele entregou outro projeto. “Há muito tempo quero reimaginar o filme francês de Laurent Cantet, ‘A Agenda’, de 2001, que é sobre um homem desempregado que vê sua vida afundando cada vez mais em problemas enquanto esconde sua situação de sua família e amigos.” Apesar de o filme ainda estar na fase de planejamento, Cooper disse que “em algum momento, espero, você terá um quarto filme de Christian e eu. Nós dois, certamente, gostamos de histórias que dizem algo profundamente enraizado sobre a vida americana e sua relação com os cantos mais sombrios da psique humana.” A parceria mais recente dos dois, “O Pálido Olho Azul”, é baseado no livro homônimo de Louis Bayard e gira em torno de uma série de assassinatos macabros na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda do jovem cadete, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, vive Poe e o resto do elenco inclui Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). A estreia está marcada para 6 de janeiro na Netflix. Assista abaixo ao trailer do filme.
“A Mulher Rei” é eleito filme do ano por associação de críticos negros dos EUA
A Black Film Critics Circle, uma associação de críticos negros de cinema composta por diversos jornalistas dos EUA, elegeu “A Mulher Rei” o melhor filme do ano. A lista dos vencedores foi divulgada nessa quinta (22/12) pelo presidente da associação, Mike Sargent. Além do prêmio de Melhor Filme, “A Mulher Rei” também saiu vitorioso na categoria de Melhor Direção (para Gina Prince-Bythewood) e Melhor Elenco. E a atriz Viola Davis, protagonista do filme, ainda foi contemplada com um prêmio especial pela carreira. Nas categorias de atuação, Brandan Fraser foi eleito o Melhor Ator por seu papel em “A Baleia” e Danielle Deadwyler venceu o prêmio de Melhor Atriz como a mãe de “Till – A Busca por Justiça”. Já os prêmios de atores coadjuvantes foram para Ke Huy Quan (por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”) e Angela Bassett (“Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”). “2022 foi um ano marcante para filmes estrelados por pessoas de cor. O fato de termos filmes de vários países em vários gêneros com sucesso ampliou uma mudança significativa, que atores como Sidney Poitier iniciaram há muitas décadas”, disse Sargent. “Podemos ter perdido um gigante da indústria cinematográfica neste ano, mas tudo o que ele representou e quebrou de barreiras se concretizou. Nossas histórias são importantes e o mundo está prestando atenção.” Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme “A Mulher Rei” Melhor Direção Gina Prince-Bythewood (“A Mulher Rei”) Melhor Ator Brendan Fraser (“A Baleia”) Melhor Atriz Danielle Deadwyler (“Till – A Busca por Justiça”) Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”) Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett (“Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”) Melhor Roteiro Original “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado (EMPATE) “A Baleia” e “Pinóquio” Melhor Direção de Fotografia “Top Gun: Maverick” Melhor Documentário “Fire of Love” Melhor Animação “Pinóquio” Melhor Filme Estrangeiro “RRR” Melhor Elenco “A Mulher Rei” Pioneirismo Viola Davis Estrela em ascensão Adamma Ebo Menção Especial Nikyatu Jusu Top 10 Filmes de 2022 1. “A Mulher Rei” 2. “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” 3. “Top Gun: Maverick” 4. “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” 5. “RRR” 6. “Não! Não Olhe!” 7. “Avatar: O Caminho da Água” 8. “Entre Mulheres” 9. “Till – A Busca por Justiça” 10. “Batman”
Ataque cardíaco de Antonio Banderas inspirou “Gato de Botas 2”
A continuação “Gato de Botas 2: O Último Pedido” chegará aos cinemas brasileiros no início de 2023, quase 12 anos após o lançamento do primeiro filme. Essa demora se deve a diversos fatores, que incluem mudanças dentro da DreamWorks. Porém, existe também um motivo pessoal: o ataque cardiáco sofrido pelo ator Antonio Banderas, que dá voz ao personagem-título. Falando com o site Yahoo! a respeito do atraso na produção, Banderas disse que “suponho que isso também tenha a ver com um susto que tive em 2017, no qual quase perdi a vida”. O “susto” a que o ator se refere foi o ataque cardiáco que ele sofreu em janeiro daquele ano. Na ocasião, Banderas precisou ser levado às pressas para o hospital e passou por uma cirurgia para implantar três stents em suas artérias coronárias. Desde então, ele chamou o “susto” de “uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida” por mudar sua perspectiva sobre o que é mais importante para ele. E, não por acaso, essa sua nova perspectiva também é visível em “Gato de Botas 2″, já que o filme gira em torno da mortalidade do herói. Na trama, o Gato de Botas é morto em ação e, após sacudir a poeira, descobre que já esgotou oito das suas nove vidas, e só tem uma restante. Isso o envia em uma aventura para encontrar o místico “Último Desejo” na esperança de restaurar suas vidas perdidas. “É muito ousado, na verdade, que um filme para jovens reflita [sobre] essas questões abertamente, de uma forma muito elegante e com muito cuidado também”, disse Banderas. “Acho que é uma proposta bonita porque é bem feita. Fiquei surpreso que estávamos indo por esse caminho. Mas se há [qualquer] personagem que pode fazer isso, é o Gato de Botas.” Mais do que um filme sobre mortalidade, “Gato de Botas 2: O Último Pedido” também se propõe a falar sobre representatividade. “Este foi um filme voltado para o público jovem. E o fato de o herói do filme ter sotaque, e o fato de alguns dos bandidos não terem, ele abre uma porta para a diversidade e para mudar as [mentes] daqueles jovens para pensar de uma maneira diferente”, explicou o ator. “Achar que tudo é possível e não estamos respondendo a [estereótipos]. Você sabe, existem pessoas boas em todas as comunidades e pessoas más em todas as comunidades, e é assim que a vida funciona. Não somos bons ou maus por causa da cor da nossa pele ou do sotaque que temos. E essa foi uma mensagem importante para a comunidade espanhola. Este personagem é adorado em todo o mundo, em muitos países diferentes. Pela comunidade espanhola, ele é venerado”, completou ele. “Gato de Botas 2: O Último Pedido” foi dirigido por Joel Crawford (“Os Croods 2: Uma Nova Era”) e Januel Mercado (“Dear Diary: World’s First Pranks”), e o elenco de dubladores ainda conta com Salma Hayek (“Casa Gucci”), Harvey Guillén (“O Que Fazemos nas Sombras”), Florence Pugh (“Não Se Preocupe, Querida”), John Mulaney (“Tico e Teco: Defensores da Lei”), Wagner Moura (“Narcos”), Ray Winstone (“Viúva Negra”) e Olivia Colman (“A Favorita”). O filme tem estreia marcada para 5 de janeiro no Brasil. Assista abaixo ao trailer.
Charlie Cox diz que nova série do “Demolidor” será sombria, mas menos violenta
O ator Charlie Cox, interprete do herói “Demolidor”, falou sobre as suas expectativas para a série derivada “Daredevil: Born Again”, desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+. Em entrevista ao site britânico NME, ele explicou que a nova atração deve se diferenciar da série anterior, produzida pela Netflix, especialmente no uso de violência. “Minha opinião é que esse personagem funciona melhor quando é voltado para um público um pouco mais maduro”, disse ele . “Meu instinto é que na Disney+ será sombrio, mas provavelmente não será tão sangrento”. Segundo Cox, a ideia é pegar os elementos que funcionaram na série anterior e tentar trabalhar em cima disso. Mas ele ainda se questiona se “podemos atrair um público um pouco mais jovem sem perder o que aprendemos sobre o que funciona?” O ator estrelou a série do “Demolidor” por três temporadas na Netflix, além de ter participado da minissérie “Defensores”. Desde que os direitos do personagem retornaram para a Marvel, ele apareceu no filme “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021) e na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. “Daredevil: Born Again” marcará o seu retorno como protagonista. E as filmagens começam em breve. “Eles me disseram: ‘Vamos filmar em 2023′”, contou Cox. “Eu disse: ‘Ótimo, quando?’ Eles disseram: ‘Durante todo 2023’. Começo a filmar em fevereiro e termino em dezembro.” Esse tempo todo de filmagem se deve ao escopo do projeto, um dos maiores da Disney+, que terá 18 episódios. Porém, detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. “Estou imaginando que haverá um elemento de série processual da velha guarda”, especulou o ator. “Não necessariamente o caso da semana, mas algo para nos aprofundamos no Matt Murdock advogado, e vermos como é a vida dele. Se isso for feito corretamente e ele realmente sujar as mãos com esse mundo… Acho que há algo bastante interessante nisso.” Vale lembrar que o título, “Daredevil: Born Again”, é o mesmo nome de um arco famoso dos quadrinhos, escrito por Frank Miller e lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Nesse arco, a personagem Karen Page está viciada em drogas e, quando se vê sem dinheiro para sustentar o vício, vende a identidade do Demolidor a um traficante que, por sua vez, a revela a Wilson Fisk/O Rei do Crime. A partir disso, a vida de Murdock começa a ser destruída. Ainda não se sabe se a minissérie da Disney+ vai adaptar essa história na íntegra, ou se vai usar apenas elementos dela para dar um final digno à história do herói. Afinal, a Netflix cancelou a série do “Demolidor” em 2018, deixando a atração com diversas pontas soltas e sem um final adequado. “Daredevil: Born Again” ainda não tem previsão de estreia.
Joaquin Phoenix fez diretor mudar tudo no filme “Napoleão”
O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) foi responsável por causar diversas mudanças no roteiro do filme “Napoleão” (Napoleon), cinebiografia de Napoleão Bonaparte, que ele filmou recentemente. A revelação foi feita pelo diretor Ridley Scott (“Casa Gucci”), em entrevista à revista Empire. “Joaquin está o mais longe possível do convencional”, disse Scott. “Não deliberadamente, mas por intuição. Isso é o que o faz funcionar. Se algo o incomodar, ele vai fazer com que você saiba. Ele tornou [‘Napoleão’] especial ao questionar constantemente.” “Com Joaquin, temos que reescrever o maldito filme porque ele pode se sentir desconfortável. E isso meio que aconteceu com ‘Napoleão’”, continuou o diretor. “Tivemos que nos desfazer do filme original para ajudá-lo a se concentrar em quem era Bonaparte. Eu tinha que respeitar isso, porque o que estava sendo dito era incrivelmente construtivo. Isso fez tudo crescer e ficar melhor.” O roteiro de “Napoleão” foi escrito por David Scarpa, que também escreveu o roteiro de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), dirigido por Scott. O projeto marcou o reencontro de Scott com Phoenix, após os dois terem trabalhado juntos em “Gladiador” (2000). Produção da Apple, o filme narra a história do imperador francês por meio do seu relacionamento com sua primeira esposa, a imperatriz Joséphine (Vanessa Kirby, de “Pieces of a Woman”), e deve ser lançado em 2023.
James Cameron já filmou cenas de “Avatar 3” e “Avatar 4” para evitar “efeito Stranger Things”
O cineasta James Cameron revelou que já adiantou a filmagem de algumas cenas das vindouras sequências “Avatar 3” e “Avatar 4” para evitar que os membros mais jovens do elenco envelhecessem. A revelação foi feita pelo próprio diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly, na qual ele usou a série “Stranger Things” como um exemplo do que não deve ser feito. O filme mais recente da franquia, “Avatar: O Caminho da Água”, apresenta dois personagens jovens: Tuk (Trinity Jo-Li Bliss, que tinha 7 anos quando foi escalado e agora tem 13) e Spider (Jack Champion, que tinha 12 quando foi escalado, mas agora tem 18). Segundo Cameron, o ator Jack Champion estava “crescendo como uma erva daninha”, e por isso ele precisou filmar suas cenas antes. O diretor justificou a sua escolha dizendo que, “caso contrário, você tem – e eu amo ‘Stranger Things’ – o ‘efeito Stranger Things’, em que eles ainda deveriam estar no ensino médio [mas] parecem ter 27 anos”, disse Cameron. “Sabe, eu amo essa série. Tudo bem, vamos suspender a descrença. Nós gostamos dos personagens. Mas você sabe.” O produtor Jon Landau também revelou no mesmo artigo que os próximos filmes contarão com novos biomas. “Cada filme apresentará ao público novos clãs, novas culturas em Pandora”, disse ele. “Uma vez que introduzimos um personagem, eles continuam fazendo parte da evolução contínua. Nós apenas adicionamos a ele. Portanto, você pode esperar ver o Metkayina que conheceu neste filme nos filmes subsequentes. Existem outros clãs que apresentaremos no filme 3 que você verá no filme 4 e assim por diante.” “Avatar: O Caminho da Água” está em cartaz nos cinemas e já rendeu mais de meio bilhão de dólares nas bilheterias mundiais. A continuação acompanha a família dos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, que são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. O elenco também inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – como Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). “Avatar 3” tem estreia prevista para 2024 e “Avatar 4” para 2026. Assista abaixo ao trailer de “Avatar: O Caminho da Água”, que está atualmente em cartaz nos cinemas.
Diane McBain, que filmou com Elvis e Batman, morre aos 81 anos
A atriz Diane McBain, conhecida pelas suas participações na série “Surfside 6” e no filme “Minhas Três Noivas” (1966), morreu nessa quarta (21/12), aos 81 anos, após uma batalha contra um câncer de fígado. McBain também estrelou quatro episódios da série do “Batman”, primeiro como uma ajudante do Chapeleiro Louco (David Wayne) e depois como proprietária da empresa de selos Pinky Pinkston, num episódio que também contou com a participação dos heróis Besouro Verde (Van Williams) e Kato (Bruce Lee). Nascida em 18 de maio de 1941, em Cleveland, McBain mudou-se com sua família para Glendale em 1944. Ela foi modelo de comerciais de TV e anúncios de revistas quando adolescente e, enquanto aparecia em uma peça na Glendale High School, foi descoberta por um caçador de talentos e assinou um contrato de sete anos com a Warner no dia do seu aniversário de 18 anos. “Quando eu estava prestes a me formar no ensino médio, eles me ofereceram o papel da neta de Richard Burton em ‘O Gigante do Gelo’ (1960)”, disse ela certa vez. “E acredite ou não, eu nem sabia quem era Richard Burton!… Ele era um ator inglês e eu era uma adolescente.” Antes do filme com Burton, porém, McBain fez sua estreia na TV em 1959, em dois episódios da série “Maverick” e na série “77 Sunset Strip”, seu primeiro papel recorrente. Logo veio sua participação em “O Gigante do Gelo”, seguida por aparições em várias séries, como “The Alaskans”, “Sugarfoot”, “Lawman” e “Bourbon Street Beat”, todas em 1960. Também foi nessa época que McBain começou a trabalhar na série “Surfside 6”, naquele que se tornaria o seu papel mais memorável. Ela interpretou Daphne, a dona de um iate que ficava ao lado da casa flutuante que servia de base para os detetives particulares interpretados por Van Williams, Troy Donahue e Lee Patterson. Ao todo, McBain apareceu em 45 episódios da série. Seus trabalhos seguintes foram nos filmes “No Vale das Grandes Batalhas” (1961), estrelado por Claudette Colbert, “Com Pecado no Sangue” (1961), dirigido por Gordon Douglas, “O Caçador de Petróleo” (1962), com Philip Carey, e “Almas nas Trevas” (1963), estrelado por Joan Crawford. Ela também voltou a se reunir com Donahue em “Um Clarim ao Longe” (1964), último filme dirigido por Raoul Walsh. McBain deixou a Warner após recusar um pequeno papel no filme “Médica, Bonita e Solteira” (1964). “Eu estava fazendo protagonistas e pensei que não era uma boa ideia”, disse ela. Isso lhe possibilitou conseguir destaque no filme da MGM “Minhas Três Noivas”, em que deu bons beijos no cantor Elvis Presley. Ela apareceu em outros filmes típicos dos anos 1960 como “A Pista do Trovão” (1967), “The Mini-Skirt Mob” (1968), “Five the Hard Way” (1969) e “I Sailed to Tahiti with an All Girl Crew” (1969), em que viveu motoqueiras, velejadora e participou de corridas de carros, antes de partir para séries como “Mod Squad”, “Terra de Gigantes”, “James West”, “O Agente da UNCLE”, “Havaí Cinco-0”, “As Panteras”, “Dallas” e “A Supermáquina”, entre outras. Recentemente, ela tinha voltado ao cinema em participações nos longas “O Clube dos Corações Partidos” (2000) e “Besotted” (2001). No livro “Fantasy Femmes of Sixties Cinema” (2001), McBain disse que se arrependeu de ter sido rotulada como uma garota má, especialmente seus papéis de motoqueira selvagem no final dos anos 1960. “Eu queria interpretar a ingênua”, disse ela. “Eu nunca consegui entender por que todo mundo queria interpretar a vadia. Porque quando você entra na sociedade, as pessoas te veem como te veem na tela. É terrível ser considerado uma pessoa horrível e complicada quando você não é!” Além da carreira no cinema e na TV, McBain também entreteve as tropas americanas no exterior nos anos 1960 e auxiliou sobreviventes de estupro, após ela própria ter sido vítima em 1982. McBain publicou sua autobiografia, “Famous Enough, a Hollywood Memoir”, co-escrita por Michael Gregg Michaud, em 2014, depois escreveu dois romances, “The Laughing Bear” (2020) e “The Color of Hope” (2021). “Ela viveu uma vida plena e experimentou todas as oportunidades que se apresentaram. Ela era muito gentil, atenciosa, leal e generosa, e tinha um senso de humor perverso”, escreveu Michaud, nas suas redes sociais. “Apesar de suas notáveis realizações profissionais, ela era a estrela de cinema menos afetada que já conheci.”
Causa da morte repentina da estrela de “Triângulo da Tristeza” é revelada
Um porta-voz do Instituo Médico Legal de Nova York revelou à revista People a causa da morte da atriz e modelo Charlbi Dean. A estrela do filme vencedor do Festival de Cannes, “Triângulo da Tristeza”, faleceu repentinamente em 29 de agosto, aos 32 anos. Segundo a informação divulgada, Dean morreu de sepse bacteriana após ser exposta à bactéria Capnocytophaga. A sepse ocorre quando substâncias químicas são liberadas na corrente sanguínea para combater uma infecção e desencadeiam uma inflamação em todo o corpo. Ela tinha predisposição à doença porque precisou remover um baço após um acidente de carro ocorrido na Cidade do Cabo, na África do Sul, em 2009. A sua trágica morte aconteceu quando ela estava prestes a alavancar sua carreira de atriz, após ter interpretado a modelo Yaya em “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund, que também foi eleito Melhor Filme Europeu do ano pela Academia Europeia de Cinema. A atriz também era conhecida por ter vivido uma vilã na série de super-heróis “Raio Negro” (Black Lightning) “A morte repentina de Charlbi é um choque e uma tragédia”, escreveu Östlund no Instagram logo após sua morte. “É uma honra ter conhecido e trabalhado com ela. Charlbi tinha um cuidado e uma sensibilidade que animavam seus colegas e toda a equipe de filmagem. O pensamento de que ela não estará ao nosso lado no futuro me deixa muito triste. Neste momento difícil, meus pensamentos vão para seus entes queridos, sua família e seu noivo Luke”. Assista abaixo ao trailer “Triângulo da Tristeza”.
“Psicose” é eleito melhor filme de todos os tempos pela Variety
A revista americana Variety publicou nesta quarta (21/12) a sua primeira lista com os 100 melhores filmes de todos os tempos. A veterana revista especializada, que recentemente completou 117 anos, é pioneira na cobertura de cinema, tendo sido a primeira publicação a contabilizar bilheterias de filmes, além de ter criado palavras novas, como “showbiz”, que hoje fazem parte do vocabulário do entretenimento. Mas mesmo com sua longa tradição no gênero, nunca tinha feito uma lista de melhores filmes de todos os tempos. A relação foi compilada a partir de escolhas individuais de 30 críticos, redatores e editores da publicação e seu site. E o resultado colocou o filme “Psicose” (1960) em 1º lugar. O longa-metragem de Hitchcock é seguido pelo clássico “O Mágico de Oz” (1939) na 2ª posição, e por “O Poderoso Chefão” (1972), em 3º lugar. Velho campeão dessas listas, “Cidadão Kane” (1941) apareceu em 4º, acompanhado por um filme bem mais moderno, “Pulp Fiction – Tempos de Violência” (1994). A compilação marca um contraste bem grande com a recente lista da revista britânica Sight & Sound, do British Film Institute, que conta com a participação de alguns dos críticos e estudiosos de cinema mais importantes do mundo. Como diferença mais notável, “Jeanne Dielman” (1975), da belga Chantal Akerman, 1º colocado na Sight & Sound, ficou na 78ª posição na lista da Variety. Por ser uma revista americana, a Variety também selecionou uma grande maioria de produções de Hollywood, tanto clássicas (como “Cantando na Chuva” e “Casablanca”) quanto contemporâneas (como “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e “Toy Story”). Além de liderar a lista com “Psicose”, Alfred Hitchock ainda emplacou mais dois filmes entre os favoritos da Variety: “Um Corpo que Cai” (1958) e “Interlúdio” (1946) – mas não “Janela Indiscreta” (1954)! Não foi o único. Billy Wilder e Francis Ford Coppola mereceram o mesmo destaque. A filmografia clássica de Wilder contou com o noir “Pacto de Sangue” (1944) e as comédias “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) e “Se Meu Apartamento Falasse” (1960). Essa seleção também chamou atenção por uma ausência gritante: “Crepúsculo dos Deuses” (1950). Já Coppola compareceu com seus filmes dos anos 1970: “O Poderoso Chefão” (1972), “O Poderoso Chefão II” (1974) e “Apocalypse Now” (1979). Entre os filmes internacionais, somente uma produção brasileira foi mencionada: “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), de Hector Babenco, em 80º lugar. Mas estão lá os suspeitos de sempre: Kurosawa (“Os 7 Samurais”), Fellini (“8½”), Truffaut (“Os Incompreendidos”), Buñuel (“A Bela da Tarde”), Dreyer (“O Martírio de Joana D’Arc”), Godard (“Acossado”), Murnau (“Aurora”), Renoir (“A Regra do Jogo”), De Sica (“Ladrão de Bicicletas”), Antonioni (“A Aventura”), Bresson (“Um Condenado à Morte Escapou”), Polanski (“O Bebê de Rosemary” e “Chinatown”) e Almodóvar (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”), ao lado de mestres da velha (Ford, Capra, Curtis, Chaplin, Peckinpah) e da nova Hollywood (Scorsese, Tarantino, Spielberg, Lynch, Coen). O título mais antigo é “Intolerância” (1916), filme mudo de D.W. Griffith, e o mais novo é “Parasita” (2019), do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor do Oscar de 2020. Confira abaixo a lista completa. 1. “Psicose” (1960) 2. “O Mágico de Oz” (1939) 3. “O Poderoso Chefão” (1972) 4. “Cidadão Kane” (1941) 5. “Pulp Fiction – Tempos de Violência” (1994) 6. “Os Sete Samurais” (1954) 7. “2001 – Uma Odisseia no Espaço” (1968) 8. “A Felicidade Não Se Compra” (1946) 9. “A Malvada” (1950) 10. “O Resgate do Soldado Ryan” (1998) 11. “Cantando na Chuva” (1952) 12. “Os Bons Companheiros” (1990) 13. “A Regra do Jogo” (1939) 14. “Faça a Coisa Certa” (1989) 15. “Aurora” (1927) 16. “Casablanca” (1942) 17. “Nashville” (1975) 18. “Persona” (1966) 19. “O Poderoso Chefão 2” (1974) 20. “Veludo Azul” (1986) 21. “…E o Vento Levou” (1939) 22. “Chinatown” (1974) 23. “Se Meu Apartamento Falasse” (1960) 24. “Era uma Vez em Tóquio” (1953) 25. “Levada da Breca” (1938) 26. “Os Incompreendidos” (1959) 27. “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Bala” (1967) 28. “Luzes da Cidade” (1931) 29. “Pacto de Sangue” (1944) 30. “Guerra nas Estrelas: O Império Contra-Ataca” (1980) 31. “Rede de Intrigas” (1976) 32. “Um Corpo que Cai” (1958) 33. “8½” (1963) 34. “No Tempo das Diligências” (1939) 35. “O Silêncio dos Inocentes” (1991) 36. “Sindicato de Ladrões” (1954) 37. “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) 38. “Lawrence da Arábia” (1962) 39. “Quanto Mais Quente Melhor” (1959) 40. “Fargo” (1996) 41. “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969) 42. “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016) 43. “Shoah” (1985) 44. “A Aventura” (1960) 45. “Titanic” (1997) 46. “Interlúdio” (1946) 47. “Caminhos Perigosos” (1973) 48. “O Piano” (1993) 49. “O Massacre da Serra Elétrica” (1974) 50. “Acossado” (1960) 51. “Apocalypse Now” (1979) 52. “A General” (1926) 53. “Amor à Flor da Pele” (2000) 54. “Mad Max 2 – A Caçada Continua” (1981) 55. “Pather Panchali” (1955) 56. “O Bebê de Rosemary” (1968) 57. “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005) 58. “E.T. O Extraterrestre” (1982) 59. “Os Renegados” (1985) 60. “Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (2001) 61. “A Paixão de Joana d’Arc” (1928) 62. “Jovens, Loucos e Rebeldes” (1993) 63. “Bambi” (1942) 64. “Carrie, a Estranha” (1976) 65. “Um Condenado à Morte Escapou” (1956) 66. “Paris Is Burning” (1990) 67. “Ladrões de Bicicleta” (1948) 68. “King Kong” (1933) 69. “Bom Trabalho” (1999) 70. “12 Anos de Escravidão” (2013) 71. “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997) 72. “Ondas do Destino” (1996) 73. “Intolerância” (1916) 74. “Meu Amigo Totoro” (1988) 75. “Boogie Nights – Prazer Sem Limites” (1997) 76. “A Árvore da Vida” (2011) 77. “007 Contra Goldfinger” (1964) 78. “Jeanne Dielman” (1975) 79. “Esperando o Sr. Guffman” (1996) 80. “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980) 81. “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) 82. “Parasita” (2019) 83. “Kramer vs. Kramer” (1979) 84. “O Labirinto do Fauno” (2006) 85. “Assassinos por Natureza” (1994) 86. “Close-Up” (1990) 87. “A Noviça Rebelde” (1965) 88. “Malcolm X” (1992) 89. “A Bela da Tarde” (1967) 90. “O Iluminado” (1980) 91. “Cenas de Um Casamento” (1974) 92. “Pink Flamingos” (1972) 93. “O Samurai” (1967) 94. “Missão Madrinha de Casamento” (2011) 95. “Toy Story” (1995) 96. “Os Reis do Iê, Iê, Iê” (1964) 97. “Alien – O 8.º Passageiro” (1979) 98. “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988) 99. “12 Homens e uma Sentença” (1957) 100. “A Primeira Noite de um Homem” (1967)
Taylor Swift, Lady Gaga, The Weeknd e Rihanna disputam Oscar de Melhor Canção
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nessa quarta-feira (21/12) a lista com as canções pré-selecionadas para concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Canção Original no Oscar 2023. A lista contém músicas de artistas como Taylor Swift, Lady Gaga, Rhianna, Selena Gomez e The Weeknd, entre outros. Swift está concorrendo pela canção “Carolina”, composta para o filme “Um Lugar Bem Longe Daqui”; Lady Gaga (que já ganhou um Oscar por “Nasce Uma Estrela”) tenta uma vaga com “Hold My Hand”, de “Top Gun: Maverick”; Rhianna foi selecionada por “Lift Me Up”, do filme “Pantera Negra: Wakanda pra Sempre”; The Weeknd emplacou “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)”, do filme “Avatar: O Caminho da Água”; e Selena Gomez disputa com “My Mind & Me”, música-título de seu documentário “Selena Gomez: Eu e a Minha Mente”. A canção com mais chances de aparecer entre as cinco indicadas finais é “Carolina”, porque também foi nomeada para disputar os prêmios Critics Choice, Globo de Ouro e Hollywood Music in Media Awards. Mas Taylor Swift ficou de fora de outra seleção do Oscar. A cantora havia submetido o premiado clipe “All Too Well: The Short Film”, estrelado por Sadie Sink (“Stranger Things”) e Dylan O’Brien (“Amor e Monstros”), na categoria de Melhor Curta-Metragem, mas a produção acabou não sendo selecionada entre os finalistas desse prêmio – também revelados nesta quarta. Outros filmes que também tiveram suas músicas pré-selecionadas foram “Amsterdam”, “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, “RRR”, “Ruído Branco”, “Till – A Busca por Justiça”, entre outros. Mas a lista também foi marcada por uma grande ausência: vencedores do Oscar no ano passado (pelo tema de “007: Sem Tempo para Morrer”), os irmãos Billie Eilish e Finneas não emplacaram a canção “Nobody Like U”, do filme “Red: Crescer é uma Fera”, na seleção da Academia. O anúncio das cinco canções finalistas será feito no dia 24 de janeiro (quando serão divulgados todos os filmes indicados). Já a premiação do Oscar, apresentada por Jimmy Kimmel, acontecerá no dia 12 de março em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa. “Time”, de “Amsterdam” “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)”, de “Avatar: O Caminho da Água” “Lift Me Up”, de “Pantera Negra: Wakanda pra Sempre” “This Is A Life”, de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” “Ciao Papa”, de “Guillermo del Toro’s Pinocchio” “Til You’re Home”, de “Um Homem Chamado Otto” “Naatu Naatu”, de “RRR” “My Mind & Me”, de “Selena Gomez: Eu e a Minha Mente” “Good Afternoon”, de “Spirited” “Applause”, de “Tell It like a Woman” “Stand Up”, de “Till – A Busca por Justiça” “Hold My Hand”, de “Top Gun: Maverick” “Dust & Ash”, de “The Voice of Dust and Ash” “Carolina”, “Um Lugar Bem Longe Daqui” “New Body Rhumba”, de “Ruído Branco”











