Rita Lee revela ataques de pânico e arrependimento por vício em cigarro em última biografia
Falecida no dia 8 de maio, Rita Lee está de volta, ao menos nas livrarias, com o lançamento de “Rita Lee: Outra Biogradia” nesta segunda-feira (22/5). Na obra, a artista aborda seus três últimos anos de vida – período que envolve a pandemia mundial de Covid-19, seu diagnóstico de câncer de pulmão e o tratamento. De forma leve e divertida, Rita contou como foi a sua luta contra a doença. Entre outras revelações, Rita Lee conta que os efeitos colaterais da vacina contra a Covid, que tomou em 2021, a ajudaram a descobrir o câncer. “Foi uma sorte, disseram, eu ter tido reação à vacina, já que, do contrário, não teria ido ao hospital e nem descoberto o câncer rapidamente”, relatou. Ao ir ao hospital para tratar os efeitos, exames identificaram uma “massa” no pulmão, que mais tarde confirmou ser um câncer maligno. Rita também usou a publicação para lamentar seu vício em tabagismo, possivelmente relacionado ao câncer, revelando que chegava a fumar três maços de cigarro por dia. “A noia existencial e as notícias me faziam consumir três maços e meio por dia, daí batia a culpa por não estar me alimentando (…) ‘Amanhã eu como’, mentia pra mim mesma. E nessas virei uma caveira fumante, acendendo um cigarro depois do outro”, escreveu a cantora. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tabagismo está associado a 85% dos casos diagnosticados de câncer no pulmão. Ao longo do tratamento, as sensações desagradáveis da cantora aumentaram cada vez mais. Durante a sua primeira internação, ela teve sua primeira crise de pânico. “Bateu uma crise forte de pânico. Dizem que fiz uma cena digna de ‘One Flew Over The Cuchoo’s Nest’ [Um Estranho no Ninho]. Minha cabeça pirava de cinco em cinco minutos porque era um entra e sai de médicos, enfermeiras, nutricionistas, fisioterapeutas, faxineiras… todos me fazendo perguntas as quais eu respondia, aflita, que só queria voltar para minha casa”, explicou Rita. “Em certo momento, estava com quatro enfermeiras em cima de mim, me segurando na cama para não sair feito louca pelo corredor ou me atirar pela janela. Me senti meio Linda Blair, a menina-atriz possuída de O Exorcista”, descreveu. Para prevenir as crises, seus familiares encontraram um psiquiatra que trocou seus medicamentos por opções que não geravam dependência. “Minha família encontrou um psiquiatra que me pareceu sensível e não invasivo. Falava baixo, era bem jovem e não tinha nada contra a minha espiritualidade. Demorou um pouco pra eu perceber que as crises, a ansiedade e a depressão deram lugar à calmaria”, contou. “E nessas, ao pressentir uma noia invadindo a cabeça que me fazia tremer e hiperventilar, eu conseguia com muito custo lembrar de controlar a respiração e daí não tinha jeito, precisava tomar um benzodiazepínico. Às vezes dava certo, mas o pânico invadia sem aviso, parecendo destruir meus neurônios, já tão assustados pelas idas e vindas do hospital”, continuou. Rita Lee contou ainda que não fazia questão do tratamento. Porém, isso não se devia apenas à sua “relação tranquila” com a morte que, segundo ela, não devia ser vista com “cara de enterro”. Havia também um trauma vivenciado ao ver sua mãe sofrendo com um tratamento contra o câncer. Por isso, ela deixou sua família decidir se faria ou não. Apesar dos desafios, a narrativa de Rita Lee carrega o carisma que a cantora sempre demonstrou durante a vida. Com bom-humor e diversas referências a clássicos da cultura pop, como “O Exorcista” e “Carrie, a Estranha”, a cantora falou sobre tudo o que viveu enquanto passava pelo tratamento. Ao todo, Rita Lee lançou nove livros: três biográficos, cinco infantis e uma coletânea de contos.
Série “The Idol” é aplaudida por 5 minutos no Festival de Cannes
A nova série da HBO “The Idol” foi aplaudida de pé por cinco minutos no Festival de Cannes nesta segunda-feira (22/5). Após a exibição dos primeiros dois episódios, o criador Sam Levinson (“Euphoria”) emocionou-se ao falar com a plateia no Grand Theatre Lumiere. “Estou extremamente orgulhoso desta série e orgulhoso da forma como a produzimos”, afirmou ele, acrescentando: “Sinto como se tivesse encontrado uma família… Eu sei que pode parecer um pouco fanático, mas é exatamente assim que me sinto”. Levinson ainda destacou a performance da atriz Lily-Rose Depp. “Abel e eu, todos os dias agradecemos por você ser Jocelyn, você é destemida”, ele disse. “Obrigado por ousar dessa forma”, completou. Abel Testefaye (o The Weeknd) foi visto enxugando as lágrimas durante os aplausos e o discurso. “The Idol” gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Os episódios exibidos em Cannes serviram para apresentar a personagem, que está insatisfeita com seu álbum de retorno e quer adiar o lançamento. Então ela encontra Tedros (Abel Testefaye), um empresário com um passado obscuro, em sua boate. Ela a convence a fazer um remix sensual de seu álbum naquela noite, no qual é possível ouvir os suspiros de prazer de Jocelyn enquanto ela e Abel se relacionam. No entanto, a gravadora não aprova o novo remix e pede que ela se recomponha, mencionando as grandes perdas financeiras causadas por sua crise e por sua decisão de cancelar a turnê meses atrás. Em seguida, o enredo revela que Tedros é tanto um empresário musical quanto dono de um clube. A melhor amiga de Jocelyn (que também é sua assistente) fica desconfiada e, junto com a equipe e o empresário da artista, ela começa a investigar o passado problemático do homem misterioso. A série é criada por Sam Levinson, Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”) e o músico The Weeknd (“Joias Brutas”), que também estrela ao lado de Lily-Rose Depp (“O Rei”). O elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK A série estreia no streaming no dia 4 de junho. “Lily thank you for taking this leap and being fearless, we love you” – Sam Levinson says | #TheIdol #Cannes2023 pic.twitter.com/LI9SXsFMHd — Deadline Hollywood (@DEADLINE) May 22, 2023
Público de Cannes passa mal com cena de vômito em “Club Zero”
A estreia de “Club Zero”, estrelado por Mia Wasikowska (“A Colina Escarlate”), deixou algumas pessoas enojadas no 76º Festival de Cinema de Cannes. Isso porque, em uma das cenas, uma adolescente vomita seu jantar no prato e em seguida o come, diante de seus pais. A première ocorreu nesta segunda-feira (22/5) e, apesar de revoltar estômagos, o filme foi ovacionado por cinco minutos após a exibição. A audiência não fez questão de disfarçar a surpresa. Segundo relatos da imprensa internacional, enquanto alguns riam de nervoso durante a cena, uma pessoa perguntou, fechando os olhos: “já terminou?”. Antes da apresentação, o longa apresentava um alerta de gatilho para distúrbios alimentares e nos créditos finais constava uma nota informando que nenhum ator perdeu peso para as filmagens. O longa traz Wasikowska como Miss Novak, que “se junta à equipe de um internato internacional para dar aulas de alimentação consciente” e “ensina que comer menos é saudável”, de acordo com a sinopse oficial. Ainda conforme a descrição, os outros professores da escola demoram a perceber o que está acontecendo e, quando os pais começam a notar, o Club Zero já virou realidade. O filme é dirigido por Jessica Hausner, que também assina o roteiro ao lado de Géraldine Bajard (ambas de “Little Joe: A Flor da Felicidade”). O elenco conta ainda com Sam Hoare (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) e Sidse Babett Knudsen (“Westworld”). Em uma nota da diretora incluída no material de imprensa do festival, Hausner escreveu que o filme visa questionar como os pais podem saber o que ocorre nas escolas de seus filhos quando “não têm nem o tempo nem os recursos necessários” para isso. “Vivemos em uma meritocracia que nos faz trabalhar cada vez mais… [o filme] se passa em um internato para enfatizar a dependência dos pais em relação aos professores”, escreveu Hausner. Hausner acrescentou que a ideia de comer muito pouco era predominante entre seus colegas quando ela frequentou uma escola católica exclusivamente feminina na década de 1980. “Naquele tempo, só mastigávamos chicletes sem açúcar e ficávamos enojadas com uma garota que comia um sanduíche de ovo durante o intervalo”, relatou a diretora. “Secretamente, a admirávamos porque ela não se importava com o que pensávamos. Era uma dinâmica interessante”, acrescentou. A crítica considerou o longa extremamente audacioso, para o bem e para o mal. Muitos lamentaram a forma superficial com que o roteiro usa táticas de choque e lida com o tema central. Habitué de Cannes, Hausner já teve obras premiadas no festival: “Inter-View” recebeu o prêmio especial Cinefondation em 1999 e “Little Joe: A Flor da Felicidade” rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Emily Beecham em 2019. “Club Zero” ainda não tem previsão de estreia comercial.
Versão musical de “A Cor Púrpura” ganha trailer emocionante
A Warner Bros. divulgou o trailer da versão musical de “A Cor Púrpura”. A prévia destaca a relação entre as mulheres da trama, elementos visuais ousados e uma música impactante, levando o público à mente da jovem Celie. Em uma das cenas, Shug ensina Celie a passar batom, afirmando: “Nós temos que mostrar que pertencemos”. Quando se vê no espelho, Celie exclama “Oh, doce e amado Deus!”. Ao final do vídeo, Shug narra “Querida Celie, somos mais do que apenas reis e rainhas: somos o centro do universo”. “A Cor Púrpura” é baseado no musical da Broadway de 2005, no livro original de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Steven Spielberg (“A Lista de Schindler”), estrelada por Oprah Winfrey (“Uma Dobra no Tempo”) e Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) em 1985. O enredo conta a história de famílias afro-americanas na Geórgia durante o século 20. A trama retrata o racismo no sul dos EUA, o machismo, o patriarcado, a amizade, o amor e carências educacionais, entre outros temas raciais. Os fatos são expostos em cartas que a protagonista escreve para Deus e para sua irmã, ambas nunca enviadas. O longa dramático original rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme. A nova versão destaca Fantasia Barrino, cantora revelada na 3ª temporada do programa “American Idol” (exibida em 2004) e que interpretou na Broadway o papel principal de Celie, enquanto Halle Bailey (“A Pequena Sereia”) vive a versão jovem de sua irmã Nettie, e Taraji P. Henson (“Estrelas Além do Tempo”) vive Shug, amante de seu marido violento, interpretado por Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”). O elenco ainda conta com Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”), Aunjanue Ellis-Taylor (“King Richard: Criando Campeãs”), Danielle Brooks (“Pacificador”), que recebeu uma indicação ao Tony por sua atuação na montagem da Broadway de 2016, os cantores Jean Baptiste e H.E.R. em suas estreias na atuação, e a cantora Ciara no papel da Nettie adulta. A obra tem direção de Blitz Bazawule (que assinou parte do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé) e roteiro de Marcus Gardley (“The Chi”). Além disso, Steven Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey (que estreou como atriz no longa de 1985) e o músico Quincy Jones, todos parceiros na primeira versão do filme, também retornam na equipe da produção, ao lado de Scott Sanders (“Black Dynamite”). O filme vai estrear no Natal, exatamente no dia 25 de dezembro na América do Norte, mas é esperado apenas um mês depois, em 25 de janeiro, no Brasil.
Foo Fighters revela primeira música inédita com novo baterista
A banda de rock Foo Fighters revelou no domingo (21/05) a música “Nothing At All”. O lançamento ocorreu durante uma live realizada nos estúdios 606 de Dave Grohl em Northridge, Califórnia. A canção fará parte do 11º álbum de estúdio do grupo, intitulado “But Here We Are”, com lançamento previsto para o dia 2 de junho pela Roswell Records e pela Columbia Records. A música segue um tom brincalhão no verso, enquanto Grohl questiona: “Não seria perigoso se nada fosse contido em nós?”. Em seguida, a música se intensifica em um refrão poderoso e acelerado, com tambores vibrantes. “Nothing At All” é a primeira música inédita da banda apresentada após o anúncio de Josh Freese como novo baterista, em substituição ao falecido Taylor Hawkins. Freese foi apresentado no próprio domingo. Seu currículo inclui passagens pelo Nine Inch Nails, Paramore, The Offspring, 3 Doors Down, Mötley Crüe, The Vandals e outros – além de ter tocado no célebre episódio musical de “Buffy: A Caça-Vampiros”. Durante a transmissão ao vivo, os roqueiros ainda tocaram os singles mais recentes, “Rescued” e “Under You” (provavelmente já gravados com Freese), e diversas canções do repertório “clássico”, como “Monkey Wrench” e “All My Life”. Foo Fighters também vai começar uma nova turnê mundial, que vai passar pelo Brasil. Após o cancelamento dos shows do ano passado, devido à morte de Hawkins, a banda vai se apresentar em Curitiba no dia 7 de setembro, no Estádio Couto Pereira, e em São Paulo no dia 9 de setembro, no Autódromo José Carlos Pace – mais conhecido como o Autódromo de Interlagos. simmmm ❤️❤️❤️ pic.twitter.com/B1H4fB9sZh — Foo Fighters Brasil (@FooFighters_BR) May 22, 2023
Vin Diesel confirma que “Velozes e Furiosos” ganhará spin-off feminino
O ator, diretor e produtor Vin Diesel (“Triplo X”) afirmou que está desenvolvendo diversos spin-offs da franquia “Velozes e Furiosos”, incluindo uma versão feminina da franquia. O artista deu a notícia durante um evento beneficente da colega de franquia Charlize Theron, o Africa Outreach Project (CTAOP). “Iniciei o desenvolvimento do spin-off feminino… em 2017, juntamente com outros spin-offs, e quanto mais cedo eu entregar o desfecho, mais cedo poderei lançar todos”, disse o ator. Também presente no evento, atriz Michelle Rodriguez (do vindouro “Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes”) demonstrou incerteza a respeito de seu retorno para os derivados. “Você vai no banco do passageiro. Quando chega a próxima geração, você precisa fazer isso. É a única maneira de permitir que eles definam o futuro”, disse. A novidade pode ter a ver com a volta de Gal Gadot à saga, após sua personagem Gisele ser dada como morta em “Velozes e Furiosos 6”. Ainda não há detalhes sobre o enredo ou sobre o elenco. Porém, esta não é a primeira vez que Diesel demonstra ter vontade de prosseguir com a franquia. Durante a estreia em Roma, o astro sugeriu que o desfecho da saga poderia virar uma trilogia. “É agridoce demais pensar em um encerramento”, disse. Segundo ele, a profundidade dos personagens exigia mais tempo de tela. “Observe a quantidade de personagens e talento excepcional presente no filme. Não havia como eu conseguir realizar isso a menos que todos participassem por cinco segundos. Esses personagens são cativantes e precisamos vê-los em maior quantidade”, argumentou. “Velozes e Furiosos 10” apresenta Jason Momoa (“Acquaman”) como o vilão Dante Reyes, que está em busca de vingança contra a família Veloz devido à morte de seus próprios familiares em “Velozes e Furiosos 5” (2011). O décimo filme da franquia apresenta o retorno de Gal Gadot (“Morte no Nilo”) e Dwayne Johnson (“Adão Negro”). Diesel admite que não foi fácil manter as participações especiais em segredo. “Estou extremamente entusiasmado por tê-los de volta e ainda mais animado para ver as reações dos fãs e como isso traz felicidade às pessoas”, comentou. O lançamento conquistou o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte com US$ 67,5 milhões. Além disso, as vendas internacionais foram de US$ 251,4 milhões, tornando-se o maior lançamento de um filme fora dos EUA em 2023. No Brasil, o longa ocupou metade dos cinemas disponíveis(que são 3,2 mil, conforme a Ancine), superando o recém-lançado “Guardiões da Galáxia vol.3”. Velozes e Furiosos 10 já está em exibição nos cinemas. Os spin-offs ainda não possuem previsão de estreia.
Record TV é condenada por não pagar o Deus de “Os Dez Mandamentos”
A TV Record foi condenada pela Justiça de São Paulo a quitar uma dívida no valor aproximado de R$ 2,5 mil com César Willian, locutor da novela bíblica “Os Dez Mandamentos” (2015). Segundo o colunista Rogério Gentile, a decisão foi tomada em resposta a um processo movido por Willian, que interpretou a voz de Deus na novela sobre a história de Moisés. No processo, Willian, pós-graduando em interpretação bíblica, alegou que a Record deixou de pagar os valores referentes à reexibição da 2ª temporada de “Os Dez Mandamentos”. O locutor afirmou que se sentiu desrespeitado e menosprezado pela emissora, considerando a importância e popularidade da obra. A audiência atingiu, em abril deste ano, 6,8 pontos de média e 8,7 de pico ante 10,1 da Globo, de acordo com dados do Kantar Ibope Media. Ele expressou sua perplexidade diante da atitude da Record, principalmente porque os valores em questão são considerados “insignificantes”. “A Record deve e não pagou”, afirmou Willian. Além da quantia devida, a juíza Maria Schiesari condenou a emissora a pagar uma indenização por danos morais, justificada pela falta de consideração demonstrada e pelo desgaste sofrido por Willian na busca por seus direitos. A Record tem o direito de recorrer da decisão. Em sua defesa apresentada à Justiça, a Record sustentou que não possui nenhuma dívida com o locutor e que todos os pagamentos acordados contratualmente por sua participação em “Os Dez Mandamentos” foram efetuados. A emissora também ressaltou que ocorreu um equívoco no pagamento de R$ 645 ao locutor, valor referente a outra novela, “Topíssima”, na qual ele não teve envolvimento. A Record exigiu a restituição desse montante. A juíza, ao proferir a sentença que condenou a Record, ressaltou que a emissora não conseguiu comprovar o pagamento integral dos valores acordados para a exibição de “Os Dez Mandamentos”, porém determinou a devolução dos R$ 645 pagos indevidamente pela novela “Topíssima”.
Dua Lipa assume namoro com diretor francês no Festival de Cannes
A cantora Dua Lipa assumiu seu namoro com o diretor francês Romain Gavras ao aparecer com ele no 76º Festival de Cannes na sexta-feira (19/5). O casal foi à a estreia do filme francês “Omar La Fraise”. Apesar de aparecer pouco nos holofotes, Gavras tem uma grande carreira no audiovisual, dirigindo clipes como “Bad Girls” e “No Church In The Wild”, de M.I.A e Kanye West, respectivamente. No cinema, ele filmou “O Mundo é Seu” (2018) e “Athena” (2022), este distribuído pela Netflix. O burburinho a respeito do relacionamento ganhou força no começo de 2023, quando o casal foi flagrado em alguns encontros. Após serem flagrados em clima de romance na Semana de Moda de Paris, dessa vez os dois chegaram juntinhos, cheios de sorrisos, e posaram para fotos. A cantora até publicou no Instagram fotos do seu look para o tapete vermelho ao lado de Gavras. Antes do atual namorado, Dua Lipa já tinha se relacionado com Anwar Hadid (“The Real Housewives of Beverly Hills”), que é irmão de Gigi Hadid (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Bela Hadid (“Ramy”). Já Romain Gavras, que é filho do premiadíssimo cineasta Costa-Gavras (“Z”, “Estado de Sítio” e “Desaparecidos”), havia namorado outra cantora pop, Rita Ora. Esta relação, que começou em 2020, teve seu fim anunciado seis meses depois, em março de 2021. Hoje, Rita é casada com o diretor Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DUA LIPA (@dualipa)
Elenco da série dos Mamonas Assassinas inicia turnê de shows em homenagem à banda
O elenco da vindoura série “Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe” começa uma grande turnê neste sábado (20/5) em Salvador, Bahia, com um show em homenagem ao grupo, cujos integrantes morreram em março de 1996 em um acidente aéreo. Além de shows no Brasil, os atores ainda devem se apresentar em Portugal e Estados Unidos. O projeto teve sua pré-estreia no dia 16 de maio, quando o grupo realizou um pocket show no Shopping Center 3, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. O repertório reúne diversas músicas icônicas dos Mamonas, como “Pelados em Santos”, “Robocop Gay” e “Vira-Vira”. O grupo promete luzes, telas de LED, pirotecnia, canhões de mamonas e holograma em homenagem ao vocalista Dinho. Além disso, a apresentação deve trazer de volta o visual único da banda e a clássica Brasília Amarela. A série da Record TV ainda não tem previsão de estreia, mas também virar filme. A biografia não será focada na tragédia, e sim nas aventuras que os músicos viveram antes de formar a banda. O elenco é composto pelos atores Beto Hinoto, Robson Lima (“Via Pública”), Rhener Freitas (“O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”) e Adriano Tunes (“Home Office”). Eles interpretam, respectivamente, Bento, Júlio, Sérgio e Samuel. O elenco se completa com Ruy Brissac (“Self: Canta Comigo”), que interpreta novamente Dinho após viver o papel na peça teatral “Musical Mamonas”, entre 2016 e 2017. Para completar, o CEO da marca Mamonas Assassinas Jorge Santana é primo de Dinho e um dos produtores do projeto. Além disso, o ator Beto é sobrinho de Bento. As gravações ocorreram majoritariamente em Guarulhos (SP), onde a banda se formou. Segundo Ruy, o objetivo dos shows não é imitar os Mamonas, e sim “levar ao público a energia deles”. “É uma honra interpretar Dinho de diferentes formas. Sou muito parecido com ele, na forma de viver, fazer piadas, acreditar no sonho. Eu me identifico muito! Nunca busquei copiá-lo, e, sim, transmitir a energia dele”, disse Brissac, em entrevista ao jornal Extra. Em junho, a turnê percorre os municípios de São Paulo, Santos e Rio de Janeiro, respectivamente nos dias 7, 11 e 21. Ainda não há datas para os shows em Portugal e nos Estados Unidos. Já a série/filme “Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe” só deve ser lançada em 2024.
Tarantino anuncia morte de Rick Dalton, de “Era uma vez em… Hollywood”
O cineasta Quentin Tarantino anunciou, na sexta-feira (19/5), que Rick Dalton, ator fictício interpretado por Leonardo DiCaprio em “Era uma Vez em… Hollywood” (2019), morreu aos 90 anos de idade. O anúncio foi feito pelo Twitter de seu podcast “The Video Archives”, que ele apresenta ao lado de Roger Avary, co-roteirista de “Pulp Fiction” (1994). Em uma thread, o diretor mencionou o falecimento do personagem e anunciou que o episódio da próxima terça-feira (23/5) do podcast será em formato de memorial, relembrando os melhores papéis de Rick. No podcast, Tarantino e Avary falam sobre filmes clássicos em VHS e indicam os seus favoritos. Os episódios costumam ir ao ar de duas em duas semanas, porém, dessa vez, a agenda foi adiantada para que ele pudesse dar a notícia “de última hora”. Na publicação, Quentin revela que Rick morreu pacificamente em sua casa no Havaí, deixando sua esposa italiana Francesca, com quem era casado desde o final dos anos 1960. Porém, a morte de Dalton não é tão inesperada quanto parece. Em 2021, ele revelou ao podcaster Jeff Goldsmith que já tinha uma biografia pronta para o personagem. “Eu escrevi o livro ‘Os Filmes de Rick Dalton'”, ele disse. “Está escrito como se Rick fosse real. Sabe, eles têm ‘Os Filmes de Charles Bronson’ e ‘Os Filmes de Anthony Quinn’, bem, é feito assim, com sinopses e algumas citações críticas da época, e o livro percorre todos os filmes que Rick fez, culminando no fim de sua carreira em 1988, se não me engano, e todos os seus programas de televisão episódicos”, explicou. Naquela entrevista, Tarantino mencionou um filme fictício chamado “The Fireman” (em português, “O Bombeiro”), estrelado por Dalton e pelo dublê Cliff Booth, vivido por Brad Pitt. O longa era ambientado uma década após os eventos de “Era uma Vez em Hollywood”. “O personagem principal esteve na Guerra do Vietnã e tornou-se um policial”, disse Tarantino. “E então ele começa a testemunhar esse grupo inteiro de policiais corruptos que estão matando esses caras, completamente corruptos, e acabam matando seu parceiro, interpretado pelo jovem e talentoso Sam Jackson. Então Rick mira nesses policiais corruptos, se veste de bombeiro munido de sua lança-chamas e carboniza-os completamente.” “Era uma Vez em… Hollywood” é ambientado na cidade de Los Angeles em 1969. Rick Dalton é um ator que, juntamente com seu dublê, batalha para permanecer relevante em Hollywood. Para isso, ele dá um jeito de conhecer pessoas influentes da indústria cinematográfica. Circunstâncias inusitadas fazem com que ele e Clint cruzem com os seguidores do psicopata Charles Manson, mudando o destino da atriz Sharon Tate, que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (“O Bebê de Rosemary”) Em 2020, o longa conquistou dezenas de prêmios no Oscar, Globo de Ouro, Critic’s Choice Award, BAFTA do Cinema e diversos outros. Trata-se do 9º e supostamente penúltimo filme de Tarantino, que anunciou que encerrará sua carreira após o décimo longa – e talvez por isso postergue tanto a produção de um novo filme. We are saddened by the news of the passing of actor Rick Dalton, best known for his roles in the hit TV series Bounty Law and The Fireman trilogy. Rick passed away peacefully in his home in Hawaii and is survived by his wife Francesca. RIP Rick Dalton 1933-2023 pic.twitter.com/j51sNEh7AP — The Video Archives Podcast (@VideoArchives) May 19, 2023
Anitta lança clipe com Hitmaker e muitos influenciadores
A cantora e compositora Anitta divulgou o clipe de “Nu”, que conta com a presença de 16 influenciadores. A obra, bastante aguardada pelos fãs, é uma parceria com a dupla Hitmaker, que é conhecida por produzir músicas como “Combatchy” e “Ai Papai”, também da carioca. No vídeo, a funkeira aparece em uma boate clandestina, com luzes vermelhas e rosa, onde ela interage com os músicos parceiros. Os influenciadores que participaram do trabalho foram Ana Ju, Carolyna, Ceci Roessler, Fefe Schneider, Isa Paoli, Isabela Savaget, Juliano Floss, Lolla, Luiza Parente, Malu Camargo, May, Mayna, Mel Firetti, Paulo Gomiz, Pedro Argueles e Pri Caliari. O clipe conta ainda com uma coreografia oficial que já foi reproduzida mais de 87 mil vezes apenas no Tik Tok. O single havia sido lançado em abril, uma semana antes de “Vai Vendo”, porém a artista decidiu antecipar o lançamento do clipe devido ao aumento dos acessos de “Nu” no Spotify. A faixa está em 91º lugar no Top 100 do streaming musical no Brasil e conquistou 237,9 mil ouvintes em apenas 24 horas. “O clipe de ‘Nu’ tá lindo, todo trabalhado na sensualidade (risos)”, disse Anitta à imprensa. “Foi um dia muito divertido de gravação, com a presença dos meninos da Hitmaker, que eu adoro… Além disso, chamamos um time mara de influenciadores para ajudar a dar vida ao universo dessa música, gente que eu acompanho e fico feliz de ter podido incluir nesse projeto”, completou. O audiovisual foi dirigido por João Papa, que já havia colaborado nos três videoclipes do EP “Solo” (“Não Perco Meu Tempo”, “Veneno” e “Goals”), lançado em 2018 pela carioca. Ele também é responsável pelo clipe de “Vai Vendo”, o lançamento anterior da cantora. “Nu” é o último de dois singles que encerram o contrato de Anitta com a Warner Music, após onze anos de parceria. “Vai Vendo”, que ganhou videoclipe no dia 11 de maio, completa a dupla.
Novo filme de Kleber Mendonça Filho é aplaudido de pé em Cannes
O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) foi aplaudido de pé no 76º Festival de Cannes após a exibição de seu novo filme, o documentário “Retratos Fantasmas”, que foi exibido na sexta-feira (19/5). A première mundial da produção do cineasta pernambucano ocorreu em Sessão Especial da Seleção Oficial, fora do circuito de competição. O documentário é a quarta obra do cineasta a ser exibida em Cannes. “Retratos Fantasmas” mostra a história do centro de Recife desde o século 20 por meio de suas salas de cinema. A inspiração parte das memórias de Kleber, que se mudou na adolescência para o bairro de Setúbal. Dividida em três atos, a obra traz na segunda parte a observação do diretor sobre como os cinemas já fizeram parte da vida das pessoas e da cultura das cidades. Em tom de crônica, a narração de Mendonça Filho tem um aspecto pessoal que aborda a relação dos espectadores com os cinemas. O longa ainda traz uma reflexão sobre como os letreiros dos filmes eram verdadeiros marcos de suas épocas. Durante a sessão francesa, o diretor fez questão de homenagear a secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, que estava presente no evento. “Ela é a responsável pela política audiovisual do Ministério da Cultura. Pensamos que deveríamos dar esta informação por que isso é bom e é normal ter alguém do governo nos apoiando e basicamente dizendo ‘o que vocês estão fazendo é bom’. A gente não teve isso por sete anos. Então, muito obrigado!”, afirmou Mendonça Filho. Thierry Frémaux, diretor geral do Festival, fez um paralelo com Martin Scorsese (“O Irlandês”) e Bertrand Tavernier (“O Palácio Francês”) ao apresentar “Retratos Fantasmas”. “O filme visita a história do Brasil e da cidade de Recife. Como Martin Scorsese filmou Nova York, como Bertrand Tavernier filmou Lyon, em sua forma de introspecção pessoal de juventude, que ultrapassa o pessoal para se tornar universal. É um filme magnífico que eu penso que vai inspirar muitos cineastas”, exaltou. O festival francês teve início na terça-feira (16/5) e vai até o dia 27 de maio. “Retratos Fantasmas” estreia nos cinemas brasileiros no segundo semestre, ainda sem data exata definida.
Mads Mikkelsen vai estrelar sequência de “Polar”
O ator Mads Mikkelsen (do vindouro “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”) irá retornar ao papel de Duncan Vizla no thriller de ação e espionagem “The Black Kaiser”, sequência de “Polar” (2019). O longa original é uma adaptação da graphic novel do artista espanhol Victor Santos, publicada pela editora Dark Horse. A trama acompanha Vizla, o maior assassino do mundo, que resolve se aposentar. Porém, seu ex-empregador contrata jovens assassinos rivais, muito mais ágeis e em forma, para matá-lo – o que leva a confrontos. Além de Mikkelsen, a atriz Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”) também estará de volta em seu papel do primeiro filme, assim como os produtores Jeremy Bolt (“Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City”) e Robert Kilzer (“Resident Evil: A Série”). O roteirista Jayson Rothwell (“Natal Sangrento”) também retornará e desta vez dividirá a função com o próprio Mikkelsen. Já o diretor Jonas Akerlund (“Mayhem – Senhores do Caos”) foi substituído por Derrick Borte (“Fúria Incontrolável”). Ainda não há detalhes sobre o enredo da sequência, mas há a possibilidade de que a história siga os mesmos padrões do primeiro filme. Bolt afirmou à imprensa que está com grandes expectativas. “Estamos muito animados por trabalhar com o brilhante Mads Mikkelsen e o visionário Jonas Akerlund no que será uma jornada explosiva, cheia de ação, engraçada, inesperada e pouco insana e emocional”, comentou. Embora “Polar” tenha sido produzida pela Netflix, “The Black Kaiser” entrará no mercado de Cannes e pode acabar não indo para a plataforma. A produção do filme está sendo disputada por outras companhias. Isso porque a obra ficou mais de duas semanas como o mais popular do iMDB e foi assistido por mais de 130 milhões de assinantes da Netflix. Porém, a adaptação da Netflix foi detonada pela crítica e conquistou apenas 18% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os críticos chegaram a afirmar que “um thriller de ação estrelando Mads Mikkelsen como o assassino mais perigoso do mundo deveria ser incrivelmente interessante, mas ‘Polar’ prova que é possível estragar qualquer coisa se você tentar”. As filmagens estão programadas para ocorrer no outono americano. Ainda não há previsão de estreia.












