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Divulgação/HBO

Série|12 de fevereiro de 2024

As 10 melhores séries do começo do ano

Lista tem "True Detective", "Mestres do Ar", "Histórico Criminal", "Cristobal Balenciaga", "Zorro" e "Eco" entre os principais lançamentos de janeiro em streaming

Thrillers criminais, dramas de época e aventuras de heróis marcaram a programação do começo do ano em streaming. Os três gêneros praticamente resumem a seleção das melhores séries lançadas em janeiro, que podem ser conferidas abaixo. A lista é uma forma de lembrar aos leitores boas opções de entretenimento em meio à avalanche de conteúdo das plataformas – já que alguns títulos podem passar batidos diante da quantidade de opções. Aproveite para incluir o que ainda não viu na fila do streaming.

 

TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA | HBO MAX

 

A 4ª temporada da renomada série “True Detective”, intitulada “Terra Noturna”, estabeleceu recorde de audiência na franquia. Ambientada na gélida localidade de Ennis, no Alasca, os novos episódios seguem a detetive Liz Danvers, interpretada por Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), e sua parceira, Evangeline Navarro, papel de Kali Reis (“Catch the Fair One”), na investigação do desaparecimento de oito cientistas em um remoto centro de pesquisa. A direção é da mexicana Issa López, conhecida pelo premiado terror “Os Tigres Não Têm Medo” (2017), que usa sua experiência no gênero para combinar o mistério com elementos sobrenaturais.

Junto de cenas fortes, como a descoberta de um bloco gigante de carne formado por cinco corpos congelados, e uma abordagem atmosférica, que explora o ambiente hostil à vida humana, ainda há o retorno do símbolo em espiral que marcou a 1ª temporada. Para quem não lembra, ele foi associado ao Rei Amarelo, uma entidade misteriosa e aparentemente cósmica que inspirou ataques rituais e assassinatos. Embora o autor dos crimes originais tenha sido encontrado na temporada inaugural, os detalhes mais sutis sobre o que é o Rei Amarelo e de onde ele veio permaneceram um mistério, que retorna para assombrar os espectadores.

Para aumentar mais a tensão, a investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca, que deixa o lugar sem luz solar por vários dias. Essa situação ainda é agravada por graves falhas elétricas, que mergulham a região na escuridão.

A química entre Foster e Reis é o ponto alto da produção, com atuações intensas que capturam a essência de suas personagens. Foster, com uma presença marcante, expressa nuances emocionais complexas, enquanto Reis, com seu histórico no boxe, apresenta uma performance visceral e carregada de intensidade. O ótimo elenco da produção também conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”).

Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, são produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios.

 

MESTRES DO AR | APPLE TV+

 

A terceira minissérie épica produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg sobre a 2ª Guerra Mundial forma uma trilogia com “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO. Cada uma dessas atrações acompanha uma Força Armada diferente. Após o Exército e a Marinha, a nova produção foca nos esforços da Aeronáutica no conflito dos anos 1940.

Com cenas impressionantes de combates aéreos e muitas cenas de ação, “Mestres do Ar” destaca as participações dos atores Austin Butler (“Elvis”), Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) e Barry Keoghan (“Saltburn”) como pilotos, além da camaradagem dos combatentes e a participação histórica de aviadores negros no conflito, fato que até o filme “Esquadrão Red Tails” (2012) costumava ser ignorados.

Os episódios acompanham os desafios dos pilotos dos bombardeiros B-17 em missões perigosas sobre a Europa ocupada pelos nazistas entre 1942 e 1945. Conforme a trama avança, os dramas pessoais e os horrores da guerra proporcionam um panorama detalhado dos sacrifícios e da bravura dos jovens aviadores. Enquanto as cenas de combate aéreo são o grande destaque, demonstrando um alto nível de produção e realismo, a produção série equilibra a ação intensa com momentos de emoção e reflexão sobre as experiências vividas pelos personagens.

Os 9 episódios foram inspirados no livro de não ficção de Donald L. Miller, escrito após entrevistas com vários aviadores e pesquisas exaustivas em arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”, e a lista impressionante de diretores dos episódios inclui Cary Joji Fukunaga (“007: Sem Tempo para Morrer”), Dee Rees (“A Última Coisa que Ele Queria”), Timothy Van Patten (“The Pacific”) e o casal Ana Boden e Ryan Fleck (“Capitã Marvel”). Para completar, o elenco grandioso também inclui Anthony Boyle (“Tolkien”), Nate Mann (“Licorice Pizza”), Rafferty Law (filho de Jude Law), Josiah Cross (“King Richard: Criando Campeãs”), Branden Cook (“Me Conte Mentiras”) e Ncuti Gatwa (“Sex Education”).

 

HISTÓRICO CRIMINAL | APPLE TV+

 

A série policial coloca frente a frente Peter Capaldi (“Doctor Who”) e Cush Jumbo (“The Good Wife”), que vivem uma colisão inevitável nos papéis de policiais com posições antagônicas sobre um antigo caso. Na trama, após uma investigação trazer informações que podem inocentar um condenado por assassinato, a jovem detetive June Lenker (Jumbo) confronta o experiente detetive inspetor-chefe Daniel Hegarty (Capaldi), que encerrou o caso rapidamente com uma confissão. Enquanto Lenker busca se provar como uma detetive, Hegarty resolve impedi-la de enxovalhar o seu legado.

Criada por Paul Rutman (indicado ao BAFTA TV por “Five Days”), a produção provoca uma avaliação instigante e desconfortável do racismo atual no Reino Unido, examinando práticas policiais prejudiciais e as mentiras que as pessoas contam a si mesmas para justificar seus preconceitos.

 

CRISTOBAL BALENCIAGA | STAR+

 

A minissérie biográfica sobre a vida do renomado estilista espanhol é um deleite para fãs da história da moda, com desfiles de criações clássicas da alta costura, citações de grandes nomes do universo fashion e a rivalidade entre Balenciaga e Christian Dior.

Criada, escrita, dirigida e produzida pelo trio Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga (todos de “A Trincheira Infinita”), a série acompanha Balenciaga, vivido por Alberto San Juan (“Enquanto Você Dorme”), desde o lançamento de sua primeira coleção de alta costura em Paris em 1937. No entanto, os designs que marcaram tendências na Espanha não se adequam ao sofisticado império da moda de Paris, onde Chanel, Dior e Givenchy ditam as referências da alta costura. Guiado por sua obsessão pelo controle em todos os aspectos de sua vida, Balenciaga não se conforma aos modismos para criar seu estilo próprio, tornando-se um dos estilistas mais importantes de todos os tempos.

O elenco também destaca Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Belén Cuesta (“La Casa de Papel”), Adam Quintero (“Academia de Vampiros”), além de Anouk Grinberg (“A Musa de Bonnard) como Coco Chanel e Patrice Thibaud, repetindo seu papel do filme “Yves Saint Laurent” (2014), como Christian Dior.

 

GRISELDA | NETFLIX

 

Em seu primeiro papel dramático, Sofia Vergara (“Modern Family”) vive Griselda Blanco, poderosa chefona de um cartel de drogas. A personagem é durona, enfrenta ameaças e tiros de rivais, e reage à provocações com muito mais violência, sem receio de sujar as próprias mãos. Melhor de tudo: a história é baseada em fatos reais. Griselda – que também atendia pelos nomes de Viúva Negra, La Madrina e Madrinha da Cocaína – foi uma das maiores traficantes de cocaína dos anos 1980. Mas apesar disso – e de sua proximidade com Pablo Escobar e o cartel de Medellín – , não foi uma personagem de destaque em “Narcos”, série dos mesmos produtores da atual atração – entretanto, sua história já foi contada na tela, no filme “Cocaine Godmother”, de 2017, onde teve interpretação de Catherine Zeta-Jones.

A série foi desenvolvida pelo produtor Eric Newman, showrunner de “Narcos” e “Narcos: Mexico”, e os episódios são escritos e dirigidos pelo colombiano Andrés Baiz, que também trabalhou na franquia “Narcos”. A trama retrata a vida de Griselda após sua fuga de Medellin em 1978 e chegada a Miami, onde se envolve no comércio de cocaína, ao mesmo tempo em que precisa lidar com misoginia, machismo, violência e intimidação. A história vai até 1981, quando encontra uma Griselda transformada em uma versão monstruosa de si mesma, impulsionada pelo poder e ganância.

A opção de condensar três anos tumultuados da vida de Griselda em seis episódios resulta numa narrativa ágil, repleta de ação, moda e música de época, além de atuações convincentes, especialmente de Vergara, revelando novas facetas de seu talento em um papel sério.

 

A HERDEIRA | NETFLIX

 

A primeira série sul-coreana da Netflix em 2024 é um thriller violento que se inicia com uma cena enigmática, onde um homem idoso, sob o efeito do makgeolli (vinho de arroz coreano), depara-se com algo aterrorizante em um campo invernal e morre. Esse mistério é o ponto de partida para uma história repleta de suspense e reviravoltas. Criada pelo cineasta Yeon Sang-ho, conhecido por “Invasão Zumbi”, “Profecia do Inferno” e “Jung_E”, a atração é dirigida por Min Hong-nam, que foi assistente de direção do filme dos zumbis.

A trama se desenrola no campo e acompanha uma professora vivida por Kim Hyun-joo (“Profecia do Inferno”), que descobre ser herdeira do velho morto e conhece no funeral seu meio-irmão perturbador, interpretado por Ryu Kyung-soo (“Jung_E”). Sua herança é um cemitério familiar, cobiçado pelo irmão desagradável, que a emaranhada em uma investigação policial de assassinatos em série.

Embora tenha uma pegada de “True Detective”, a produção percorre temas recorrentes do cinema coreano, evocando “Memórias de um Assassino” (2003) e “O Lamento” (2016) por meio de seu cenário rural opressivo, rituais xamânicos e desconfiança de estrangeiros. Yeon Sang-ho imprime sua marca na série com personagens desesperados e uma sociedade implacável, remetendo também a outras obras suas como a animação “The Fake”.

 
 

GAROTO DEVORA UNIVERSO | NETFLIX

 

A adaptação do best-seller de Trent Dalton é uma saga épica de amadurecimento ambientada nos subúrbios de Brisbane, Austrália, nos anos 1980. Esta história semi-autobiográfica segue Eli Bell (Zac Burgess, de “One Night”), um jovem que enfrenta as duras realidades da vida. Sua família é composta por um pai ausente, um irmão mudo, uma mãe em recuperação de vício e um padrasto traficante de heroína. No elenco, Phoebe Tonkin (“The Originals”) e Simon Baker (“O Mentalista”) interpretam os pais, Travis Fimmel (“Vikings”) é o padrasto e o veterano Bryan Brown (“Bem-Vindos à Austrália”) retrata o criminoso real Slim Halliday. A história explora a jornada de Eli e seu irmão August, criados em meio ao comércio de heroína, conduzindo até a prisão de sua mãe.

A figura de Slim Halliday, um criminoso que atua como uma espécie de mentor para Eli, adiciona outra dimensão à história, misturando elementos da realidade com a mística que circunda sua persona. Este encontro entre o real e o fantasioso é central na forma como a trama trata os aspectos mais sombrios e desafiadores da vida do jovem com um senso de maravilha e otimismo. Há uma tensão constante entre a dura realidade do submundo do crime e a inocência do jovem alimentado por sonhos e aspirações. Além disso, a série utiliza elementos visuais e narrativos para enfatizar seu aspecto lúdico, como sequências em que palavras escritas no ar tomam forma ou em cenas que retratam as visões e sonhos de Eli.

Publicado em 2018, o romance de Dalton tornou-se o livro de estreia mais vendido na Austrália e ganhou quatro prêmios no Australian Book Industry Awards de 2019. Adaptado para o teatro pela Queensland Theatre em 2021, o espetáculo tornou-se o mais vendido na história de mais de 50 anos da companhia. A série desenvolvida por John Collee (roteirista de “Atentado ao Hotel Taj Mahal”) visa continuar a tradição de sucesso com uma recriação fiel do romance de Dalton, oferecendo uma mistura única de realismo mágico e crueza temática – situações dramáticas, mas infundidas com humor, calor e um senso de otimismo esperançoso.

 

ZORRO | PRIME VIDEO

 

A nova série sobre um dos mais famosos heróis da ficção traz Miguel Bernardeau (“Elite”) com a máscara do herói de capa e espada, em cenas de esgrima e muita ação, com direito a algumas referências à Batman (que Zorro inspirou nos quadrinhos). Na trama, Bernardeau interpreta Diego de la Vega, um herdeiro rico de terras que à noite se disfarça para virar o herói mascarado do povo, enfrentando a tirania de um governo corrupto. Na atração, ele contracena com a mexicana Renata Notni, conhecida por outra série da Netflix, “A Vingança das Juanas”, que tem o papel de Lolita Marquez, o amor de sua juventude.

Desenvolvida pelo roteirista espanhol Carlos Portela (de “As Telefonistas”), a produção é uma versão moderna do herói, mas passada no período de sempre, o início dos anos 1800, em Monterey, na Califórnia mexicana. A “modernização” inclui um contexto místico – Zorro agora é um escolhido pelos espíritos ancestrais – que, de forma colateral, coloca a produção no nicho das histórias de “branco salvador”, clichê inexistente no pulp original (era só o “rico salvador”). Além disso, há cenas típicas de telenovela, com direito a beijo roubado seguido de tapão e coadjuvante escalado para servir de alívio cômico. O ritmo veloz, porém, supera muitas séries recentes de aventuras de época.

As gravações aconteceram nas Ilhas Canárias, na Espanha, sob direção de Javier Quintas, que trabalhou em “Sky Rojo” e “La Casa de Papel”, e o elenco ainda inclui Rodolfo Sancho (“Os Herdeiros da Terra”), Luis Tosar (“Até o Céu”), Fele Martínez (“Machos Alfa”) e Elia Galera (“El Cid”).

ECO | DISNEY+

 

A série mais inovadora da Marvel destaca uma personagem indígena, surda e amputada. Longe das convenções tradicionais dos super-heróis, a produção mergulha em territórios inexplorados ao acompanhar Maya Lopez, interpretada por Alaqua Cox, de volta para sua cidade natal em Oklahoma, onde confronta seu passado e planeja vingança contra o vilão Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio. Este retorno força Maya a enfrentar traumas familiares e a reconectar-se com seus avôs. O enredo se desenrola em meio a uma mistura de misticismo indígena e conflitos familiares.

Apesar de ser uma série de ação, “Eco” é mais notável por suas cenas emocionais e representação cultural do que por suas sequências de luta. Entretanto, quando o quebra-quebra começa, rende algumas das sequências mais viscerais da Marvel, com um trabalho excepcional de dublês. O uso da perna protética de Maya nos combates é um exemplo de como a série inova, utilizando elementos característicos da personagem para enriquecer a ação.

“Eco” é significativa no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não apenas pela representação de minorias, mas também por sua abordagem única na narrativa, inaugurando o novo selo Marvel Spotlight. Este selo tem como objetivo trazer histórias mais focadas e autocontidas, diferenciando-se das produções interconectadas e de grande escala típicas do MCU. Com a minissérie, o estúdio demonstra uma abordagem mais íntima e específica, voltando-se para a exploração profunda de um único personagem e sua jornada, ao invés de entrelaçar diversas narrativas e heróis de seu universo compartilhado.

Entretanto, a narrativa é claramente amarrada na continuidade do MCU. Maya Lopez foi apresentada em “Gavião Arqueiro” e a trama é desdobramento do aconteceu naquela série. Além disso, os episódios trazem personagens da série “Demolidor”, como o mencionado Wilson Fisk e o próprio herói-título, novamente interpretado por Charlie Cox. A produção tem até cena pós-créditos, que introduz o enredo da nova série do Demolidor.

A direção é de Sydney Freeland (“Star Trek: Strange New Worlds”) e o elenco também inclui Chaske Spencer (“The English”), Graham Greene (“Espíritos Obscuros”), Tantoo Cardinal (“Assassinos da Lua das Flores”), Devery Jacobs (“Reservation Dogs”) e Zahn McClarnon (“Westworld”).

 

SOLO LEVELING | CRUNCHYROLL

 

Um dos animes mais esperados deste começo de ano, a trama de fantasia é baseada no popular manhwa homônimo do autor Chugong, que é considerada a publicação de quadrinhos do momento na Coreia do Sul. A série se passa em um mundo onde portais misteriosos aparecem repentinamente, abrindo caminho para monstros, que causam destruição massiva. Para combater esta ameaça, surgem os “caçadores”, indivíduos que foram dotados de habilidades especiais classificados em diferentes níveis, desde E (o mais baixo) até S (o mais alto), com base em sua força e habilidades. Como num videogame, o sistema de classificação reflete a capacidade de um caçador de enfrentar e derrotar os monstros que emergem dos portais.

A história começa apresentando um grupo de caçadores de diferentes níveis lutando contra monstros, entre eles Jinwoo Sung, um caçador de rank E, considerado o mais fraco de todos. O clímax do episódio ocorre quando a equipe de Jinwoo encontra uma área secreta em uma masmorra de rank D, que acaba sendo uma armadilha mortal. O segundo episódio é focado inteiramente na luta pela sobrevivência na sala, destacando a tensão e o desespero dos personagens, que enfrentam uma ameaça muito acima de suas capacidades. Jinwoo, apesar de ser o mais fraco, demonstra inteligência e coragem, interpretando pistas de uma tabuleta mágica para sobreviver. A mudança em sua personalidade serve de prenúncio para algo ainda maior, quando ele se torna o primeiro caçador a conseguir evoluir seu ranking.

A adaptação mantém o potencial da história em quadrinhos e deve se tornar um dos destaques da temporada, graças a uma construção cuidadosa do mundo e personagens. A produção é do estúdio A-1 Pictures, conhecido por seu alto padrão de qualidade em séries de sucesso como “Sword Art Online” e “The Seven Deadly Sins”. A direção é de Shunsuke Nakashige (de “Sword Art Online”).

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Marcel Plasse

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna.

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