Natália Deodato estreia como atriz em série que marca despedida de Léa Garcia
Em sua estreia como atriz, a ex-BBB Natália Deodato é um dos destaques da série “Vizinhos”, que estreia nesta sexta (25/8) no Canal Brasil. Natália interpretará uma ex-BBB popular que se muda para o condomínio onde se passa a história. Mas sua fama passa a incomodar os moradores, que não estão acostumados com as movimentações de fãs e fotógrafos na portaria do prédio. Intitulado “A Obra”, o episódio será o sexto da produção e mostrará a famosa, que recentemente esteve no reality “A Grande Conquista”, na Record TV, tendo sua vida devastada por conta de uma invasão. Marcado para ir ao ar no dia 8 de setembro, este episódio também contará com a participação especial da atriz Léa Garcia, que faleceu aos 90 anos em 15 de agosto, dia em que seria homenageada no Festival de Gramado. A participação de Léa Garcia Em entrevista à Caras Brasil, a produtora Luciana Pires, da Cine Group, revelou que Léa Garcia ficou feliz com sua participação. “Léa foi convidada para três personagens distintos, e ela foi simplesmente sensacional. Com talento inigualável, a artista desempenhou sua missão maravilhosamente”, contou. Luciana também compartilhou uma lembrança carinhosa da atriz, dizendo: “Ficamos encantados no final, quando ela terminou de gravar a última cena, que era a de uma traficante. Eu fui agradecer, e ela me respondeu com carinho ao dizer: ‘Minha filha, eu me diverti muito, obrigada’. A atriz veio para abrilhantar ‘Vizinhos’, e oferece neste trabalho diversão. Ela levou sua arte a um número imenso de pessoas e é uma honra tê-la na série ‘Vizinhos'”. Entre os papéis que ela interpreta estão uma avó com demência e uma chefe do tráfico de drogas. Sobre a série “Vizinhos” Produzida pela Cine Group e dirigida artisticamente pelo cineasta José Eduardo Belmonte (“Alemão 2”), “Vizinhos” vai ao ar pelo Canal Brasil nesta sexta-feira, às 22h30. Com dez episódios de 30 minutos cada, a série traz histórias divertidas, intrigantes e, muitas vezes, constrangedoras, todas independentes entre si. Com um elenco diversificado e tramas que abordam o dia a dia de um condomínio, a produção é inspirada no filme “O Homem ao Lado” (2009), dos cineastas argentinos Gastón Duprat e Mariano Cohn. A adaptação foi feita por Deborah Paura (“Pode Entrar”) e Otávio Chamorro (“Rensga Hits!”), com redação final de Veronica Debom (“Diário de um Confinado”). No elenco, estão nomes como Natália Lage, Otávio Müller, Léa Garcia, Cacá Ottoni, Perla da Silva Carvalho, Márcio Vito, Clarisse Miranda, Diego Francisco, Isa Black Woman, Jefferson Brasil, Júlio Adrião, Jorge Hissa e Josie Antello, revezando-se em diferentes papéis. O episódio de estreia, “Sombra Boa”, é protagonizado por Natália Lage e gira em torno da vizinha que faz uma obra que acaba com o sol da piscina do condomínio.
The Morning Show: Hackers atacam TV no trailer da 3ª temporada
A Apple TV+ divulgou um novo pôster e o trailer completo da 3ª temporada de “The Morning Show”. Estrelado e produzido por Jennifer Aniston (“Friends”, “Esposa de Mentirinha”) e Reese Witherspoon (“Big Little Lies”, “Legalmente Loira”), o drama acompanha os bastidores intensos de um telejornal. Além de destacar as protagonistas, o vídeo revela um ataque hacker na estação televisiva, que tira o telejornal do ar e expõe informações comprometedoras. A crise faz com que um novo investidor, vivido por Jon Hamm (“Mad Men”, “Top Gun: Maverick”), surja como salvação… por um preço que nem todos parecem dispostos a pagar. Alianças inesperadas se formam, verdades privadas são transformadas em armas e todos são forçados a confrontar seus valores centrais, tanto dentro quanto fora da redação. Novos episódios Embora os 10 novos episódios só cheguem em setembro, a Apple TV+ já renovou a atração para uma 4ª temporada. A 3ª temporada de “The Morning Show” estreia no dia 13 de setembro na Apple TV+, com a disponibilização dos dois episódios iniciais. O restante dos capítulos serão liberados semanalmente.
Liniker desabafa após não ser convidada para premiação que venceu
Liniker revelou nesta quinta-feira (24/8) que não foi convidada para a cerimônia do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro. A atriz que protagonizou a série “Manhãs de Setembro” lamentou não poder celebrar a vitória da obra junto com a equipe e elenco. No Instagram, a artista compartilhou fotos da produção em que esteve envolvida e desabafou sobre o esquecimento da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, apesar de estrelar a série que “mudou a história do audiovisual brasileiro da última década”. “Ontem, eu não fui convidada para poder celebrar ao lado da equipe e elenco o prêmio que ganhamos, a noite de vitória ao lado de tantos outros artistas e colaboradores do audiovisual brasileiro e mundial. Ontem, fomos esquecidas mais uma vez, na hora de estourar a champanhe quando chegamos no esperado ‘rolo 100’ de uma produção”, ela escreveu. “Ontem, o cinema brasileiro esqueceu mais uma vez, as outras pessoas que colaboram para a criação de um projeto de nível mundial e que mudou sim, a história do audiovisual brasileiro da última década. Não só pelo meu trabalho, mas pela força e talento único de cada pessoa que se dedicou para que a série nascesse.” Liniker refletiu sobre a dificuldade em fazer arte no Brasil por questões políticas e falta de incentivo para os projetos. A artista ainda se questiona sobre quem será lembrado pelas vitórias na premiação. “A arte de fazer arte no Brasil, é um grande desafio, tanto pelas construções artísticas para se desenvolver um trabalho, pela política que muitas vezes invisibiliza os meios possíveis para a concretização e incentivo à esses projetos, as relações que são múltiplas dentro ‘do meio’ e por aí segue o roteiro que a gente já conhece”, opinou. Motivo de revolta! A série “Manhãs de Setembro” narra a saga de uma mulher trans que descobre ter tido um filho. A obra venceu a premiação nacional como Melhor Série Brasileira de Ficção. “A beleza dessa série não é só pela história e condução dos personagens, mas porque pela primeira vez num Brasil que mata, invisibiliza, apaga a memória de pessoas LGBTQIAPN+, pretas e indígenas, uma profissional, atriz, artista, que estudou para poder exercer esse ofício, e travesti preta, pode contar a história de uma outra travesti, ao lado de outras travestis e pessoas Trans, de outras pessoas pretas e de aliades, que acreditaram em cada vírgula dessa história e transformaram o grande ‘Manhãs de Setembro’ no sucesso que é”, ela seguiu. “O reconhecimento pelo trabalho, é muito importante, ainda mais como diz uma grande amiga ‘a nível de Brasil’, por todo o apagamento histórico que temos e vemos ao longa da história e trajetória artística de muitos e muites artistas por anos.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LINIKER (@linikeroficial)
Multishow investiga denúncias de assédio moral e perseguição no “Vai Que Cola”
O canal pago Multishow informou nesta quinta-feira (24/8) que vai investigar os possíveis casos de assédio moral e perseguição nos bastidores de “Vai Que Cola”, após a equipe dos roteiristas apresentar uma carta aberta para denunciar os casos de violência psicológica por parte do elenco. Em nota oficial, a assessoria afirmou que vai avaliar a situação, junto com a rede Globo e a produtora Fábrica, antes de tomar medidas corretivas. O canal também deve implementar ajustes necessários no humorístico. “O Multishow está acompanhando atentamente o caso de roteiristas do ‘Vai Que Cola’ que vieram a público relatar problemas de relacionamento com colegas de equipe e com o elenco do programa. Desde que tomaram conhecimento da situação, a produtora Fábrica, responsável pela produção, e as equipes da Globo responsáveis pelo conteúdo deram início a um processo de escuta com as lideranças criativas do programa, com o elenco e com os profissionais que relataram supostas situações de abuso”, declarou. “O Código de Ética da Globo estabelece que situações de discriminação e assédio não são toleradas. Quando denúncias desta natureza chegam ao conhecimento do canal, elas são devidamente apuradas e, conforme o caso, são feitos ajustes de processos e outras medidas corretivas.” Polêmica nos bastidores A equipe de roteirista de “Vai Que Cola” emitiu uma carta aberta na segunda-feira (21/8) contra os atores. A crise nos bastidores se instaurou após a demissão do roteirista André Gabeh devido a algumas atitudes do elenco. Os colegas do escritor ficaram revoltados com o desligamento e passaram a identificar uma vulnerabilidade com o emprego no humorístico. Eles enviaram uma carta aberta em que expõem que parte do elenco não estaria satisfeita por ter o texto escrito por um ex-BBB, como foi o caso de Gabeh, apesar de seu trabalho ser elogiado por todos os colegas e a direção. O texto também trouxe indicações de assédio moral e ambiente tóxico na relação de trabalho entre atores e roteiristas. Após a exposição, a Associação Brasileira de Autores Roteiristas (ABRA) também emitiu uma nota contra a “cultura de medo e opressão” em ambientes do mercado audiovisual. E um ex-roteirista do programa, Daniel Porto, que pediu demissão no ano passado, compartilhou sua experiência traumática no “Vai que Cola”, reforçando a acusação de assédio moral por parte do elenco.
Anitta é vítima de sequestro e se casa no clipe de “Used to Be”
Anitta completou nesta quinta-feira (24/8) a trilogia audiovisual de “Funk Generation: A Favela Love Story” com o clipe romântico de “Used to Be”. No vídeo, a cantora retrata uma história de amor repleta de ação, com direito a um sequestro em meio a um casamento religioso. O clipe de “Used to Be” foi gravado sob direção criativa de Anitta na comunidade da Vila Cascatinha, na zona oeste do Rio de Janeiro. A história dá continuidade ao clima de romance periférico visto nos vídeos de “Funk Rave” e “Casi Casi”. “Adoro esse clipe. É fofo, engraçado e divertido, além de mostrar um lado mais apaixonado meu“, disse a cantora. “Gosto muito da forma com que o vídeo conclui super bem a trilogia, mas também funciona por si só. Está lindo!” A Favela Love Story Para além do lado romântico, Anitta se desdobra no clipe para fugir dos admiradores enciumados com sua vida afetiva e até de sequestradores para consumar seu casamento com o boy que a faz feliz. A faixa tem produção musical assinada pelo DJ Gabriel do Borel, responsável pelas três músicas do bundle, em parceria com Márcio Arantes. A canção ainda conta com o sueco ILYA, conhecido por sucessos como “Problem”, de Ariana Grande, e “Unholy”, de Sam Smith ft Kim Petras.
Golpistas do Pix invadem perfil de Silvana Taques no Instagram
Silvana Taques teve seu perfil no Instagram invadido por golpistas na manhã desta quinta-feira (24/8). A conta hackeada publicou uma foto da empresária e do marido, Gilberto Elias, com a promessa de um retorno financeiro. “Quer saber como ganhar esse investimento em menos de 10 minutos? Me chamem no direct com a seguinte frase: ‘QUERO INVESTIR'”, dizia o anuncio dos golpistas. A postagem ficou cerca de uma hora no ar com os comentários trancados para evitar denuncias. A conta da mãe de Larissa Manoela ainda teve três publicações feitas pelos golpistas. A primeira postagem mostrava a suposta tela de bloqueio do celular de Silvana. “Bom dia, venho indicar para vocês um investimento 100% seguro, no qual me responsabilizo totalmente, segue informações nos próximos stories. Para mais informações me chamem no direct, não vou responder outros assuntos além do investimento”, eles escreveram. Os invasores também compartilharam uma tabela de investimentos com altos rendimentos de aplicação, onde os supostos valores giram em torno de R$ 500 e vão até R$ 5 mil. Silvana Taques tornou o perfil privado assim que conseguiu recuperar o controle de sua conta pessoal. Sobre o golpe A prática de golpe financeiro se tornou comum nas redes sociais e vários perfis foram vítimas das falsas promessas de investimento com altos lucros. Por exemplo, a vítima faria um pix de R$ 4 mil e receberia R$ 10 mil de volta. Ao fazer a transferência, a vítima não recebe o valor estimado e corre risco de não conseguir reaver o dinheiro, já que os bancos não devolvem valores transferidos por Pix. Vale reforçar que, por padrão, as instituições também não se responsabilizam por transferências feitas por engano. O perfil de Silvana Taques, mãe de Larissa Manoela, está divulgando investimento com retorno “garantido” e convocando seguidores para conversar pelo direct. pic.twitter.com/hzOkzU0Zwa — Alexandro Magnos (@allemagnos) August 24, 2023
Britney Spears paga aluguel de novo apartamento para ex-marido
A cantora Britney Spears estaria pagando as despesas do novo apartamento de Sam Asghari, apesar do modelo iraniano ter pedido o divórcio e ter saído da mansão em Thousand Oaks, na Califórnia. As informações foram reveladas pelo TMZ nesta quinta-feira (24/8). Fontes afirmam que Sam decidiu se mudar para um dos prédios mais sofisticados de Los Angeles. No entanto, o valor mensal de US$ 10 mil (cerca de R$ 48,5 mil) estaria saindo do orçamento de Britney. O custo equivale a um apartamento padrão em um arranha céu na região, mas o modelo conseguiu fechar um acordo para um imóvel melhor. Divórcio Assim que o divórcio foi solicitado por Sam Asghari, os advogados de Britney Spears a aconselharam a pagar pelas despesas do ex-marido na saída de casa. A dupla ainda fechou um acordo recente sobre a guarda dos cães. Vale lembrar que a defesa do modelo tenta contestar o acordo pré-nupcial feito antes do casamento, o que faria Britney despender dinheiro na separação. Fontes indicam que o valor final será de várias centenas de milhares de dólares.
Larissa Santos expõe insegurança após críticas por erros de português no BBB 23
Larissa Santos passou a ter dificuldades para se comunicar após ser atacada por seus erros de português no “BBB 23”. No podcast “PodDelas”, a professora contou que desenvolveu insegurança devido ao uso de expressões regionais. As correções indesejadas que foram disparadas dentro e fora do confinamento se tornaram chocantes para a ex-sister. “Isso me gerou muita insegurança, sabe? Ninguém nunca me corrigiu em nada, de palavras”, explicou. “Eu lembro que eu ficava me questionando [no reality]: ‘Por que as pessoas estão me corrigindo?’. […] Na minha cidade, tem muita gente que fala assim, não só essa palavra [truce/trouxe], como muitas outras erradas. E o povo tem a mania de corrigir”. Larissa acrescentou que o problema não eram as correções em si, mas a forma das quais elas aconteciam. “Tem pessoas que falam de forma pejorativa, sabe? E isso começou a me gerar muita insegurança. Porque eu saí [do ‘BBB’] e, até então, era tudo brincadeira, ‘truce fatos’ e tudo mais. Só que eu tive que lidar com a internet e começou a me gerar inseguranças. Agora, tudo que eu escrevo, mesmo que seja óbvio, eu mostro pra minha assessora”, ela pontuou. Fã ou hater? Os ataques contra Larissa Santos também ultrapassaram todas as marcas já vistas em edições anteriores. A ex-sister destacou que precisou se adaptar às mudanças por conta da repercussão fora do programa. “Quando eu saí, eu lia os comentários e falei: ‘Não posso fazer isso’. Porque vai ter aquela parcela que gosta de você, mas tem aquela que vai arrumar alguma coisa [pra falar]. […] Reality é uma explosão, você não vê o número [de seguidores] crescendo. Você tem noção, mas não tem noção”, apontou. Apesar dos haters e dos inúmeros professores de gramática, Larissa se mostra emocionada com o carinho de seus fãs. “Lá dentro você não tem noção que vai ter gente que não dorme a noite pra votar! Os fãs de reality são muito [calorosos]. O mais legal é que eles [fãs] gostam de você pelo que você é porque eles te viram sem filtro, sem nada”, completou a ex-sister.
Friends: Roteirista revela clima “ruim e agressivo” nos bastidores da série
A ex-roteirista Patty Lin revelou que o clima nos bastidores de “Friends” estava longe de ser um sonho. Em sua biografia, ela detalha que deixou o trabalho em Hollywood por conta de desgastes e traumas causados na 7ª temporada da série. “A novidade de ver grandes estrelas de perto perdeu a graça rápido, assim como meu entusiasmo para o café da manhã” escreveu Patty num trecho do livro “End Credits: How I Broke Up with Hollywood, The Last Time I Quit”, que foi publicado pela revista Time. “Os atores pareciam infelizes por estarem acorrentados a uma série velha e cansada, quando eles poderiam estar expandindo os seus trabalhos, e eu senti que eles estavam sempre tentando entender como cada roteiro específico iria servir para o benefício deles.” Patty acrescentou que muitas piadas foram descartadas do projeto devido as reclamações dos membros do elenco, que dispavaram suas opiniões sobre o roteiro. “Quando eles traziam problemas, eles não ofereciam sugestões realistas”, ela pontuou. “Vendo a si mesmos como guardiões de seus personagens, eles costumavam argumentar que eles nunca diriam isto ou aquilo. Isso, ocasionalmente, ajudava, mas no geral essas conversas eram ruins e agressivas, e faltava toda a leveza que se espera de uma sitcom.” Jornada de trabalho exaustiva Patty Lin contou sobre o lado oculto dos bastidores, como as “panelinhas” entre a equipe, a falta de diversidade e as suas longas cargas de trabalho, cerca de 12 horas por dia. A ex-roteirista ainda revelou ter tido síndrome do impostor por ser a única pessoa de origem asiática na equipe. Ela chegou a questionar se sua contratação teria sido apenas para “preencher cota”. “Eles me lembravam das crianças ricas da minha escola, que compravam na Abercrombie & Fitch (marca americana popular nos anos 1990) e digiram conversíveis”, ela afirmou. Além de “Friends”, ela também escreveu para séries como “Freaks and Geeks”, “Desperate Housewives” e “Breaking Bad”.
“Gran Turismo” e novo terror de “Drácula” estreiam nos cinemas
A programação de cinema desta semana destaca a adaptação do game “Gran Turismo” e uma nova versão de “Drácula”, centrada num capítulo específico da obra de Bram Stoker. A lista também inclui dois thrillers estrelados pelos veteranos Liam Neeson e Morgan Freeman, além do primeiro longa documental de Kleber Mendonça Filho, o premiado diretor de “Bacurau”. Confira abaixo mais detalhes dos filmes que estreiam na quinta-feira (24/8). GRAN TURISMO – DE JOGADOR A CORREDOR Baseado no famoso jogo de corrida do PlayStation, o filme narra a história real de Jann Mardenborough, um campeão de “Gran Turismo”, que entra em uma competição patrocinada pela Nissan para encontrar jogadores capazes de se tornarem pilotos reais. A trama se destaca por conseguir criar uma narrativa a partir de um jogo que originalmente não possui uma história definida. Embora siga uma fórmula esportiva familiar, com o treinador durão, o rival carismático, sucessos, fracassos e a inevitável volta por cima no terceiro ato, a transição de Jann de um jogador virtual para um piloto real é habilmente retratada, com destaque para elementos visuais que mesclam o mundo dos jogos com a realidade. Por conta dos clichês, porém, a obra teve apenas 58% de aprovação da crítica americana, na média apurada pelo Rotten Tomatoes. O papel principal é vivido por Archie Madekwe (“See”), enquanto o elenco também destaca Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) como seu pai, David Harbour (“Stranger Things”) como seu treinador e Orlando Bloom (“Carnival Row”) na pele de um executivo do marketing que vê potencial comercial no novo piloto. Já a direção é do sul-africano Neill Blomkamp, que até então só tinha dirigido filmes de ficção científica, como “Distrito 9” e “Elysium”. DRÁCULA – A ÚLTIMA VIAGEM DO DEMÉTER Dramatização estendida de um breve capítulo do clássico literário “Drácula”, de Bram Stoker, o filme se passa em 1897, a bordo de um navio russo chamado Demeter, que carrega caixões sinistros em sua viagem da Romênia para a Inglaterra. A jornada é marcada por uma série de mortes e horrores indescritíveis, culminando na chegada do navio vazio ao seu destino. A narrativa, extraída dos detalhes do diário do capitão, descreve como o Conde Drácula sai de seu caixão à noite e causa estragos, atacando primeiro os animais a bordo e depois a tripulação. A história também inclui uma mulher chamada Anna, não incluída no capítulo original, uma noiva do vampiro que também sai de seu caixão, mas para tentar ajudar a tripulação. Dirigido pelo norueguês André Øvredal, que ficou conhecido por terrores indies como “O Caçador de Troll” e “A Autópsia”, o filme apresenta uma cinematografia que contribui para a atmosfera sombria da história. A representação de Drácula, interpretada por Javier Botet, é inspirada no visual de “Nosferatu”, e os efeitos especiais são usados para realçar os momentos de terror. Com um clima retrô, a produção lembra tanto os longas da antiga produtora britânica de terror Hammer quando a claustrofobia de “Alien”, em que um monstro começa a matar, um por um, toda a tripulação isolada na vastidão do espaço/mar. O elenco inclui Corey Hawkins (“Tempestade”) como o principal protagonista, Aisling Franciosi (“Imperdoável”) como Anna e Liam Cunningham (“Game of Thrones”) como o capitão da nau dos condenados. A CHAMADA O novo thriller de ação estrelado por Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”) é um remake do espanhol “El Desconocido” (2015), que também já rendeu uma versão sul-coreana, “Ligação Explosiva” (2021) – exibida em novembro do ano passado no Brasil. A trama começa em uma manhã aparentemente normal, mas que rapidamente se transforma em um pesadelo. O protagonista conduz seus dois filhos em seu carro quando recebe uma ligação misteriosa informando que há uma bomba no veículo, que será detonada caso tente parar. Após ser convencido da seriedade da ameaça, o pai faz tudo que pode pela sobrevivência de sua família, enquanto o interlocutor não identificado o força a cometer crimes. O enredo também lembra o clássico “Velocidade Máxima”, ao desencadear uma perseguição em alta velocidade pela cidade. Dirigido por Nimród Antal (“Predadores”), o elenco ainda conta com Matthew Modine (“Stranger Things”), Noma Dumezweni (“Bem-Vindos à Vizinhança”), Jack Champion (“Pânico 6”), Lilly Aspell (“Mulher-Maravilha 1984”) e Embeth Davidtz (“Influencer de Mentira”). MUTI – CRIME E PODER O suspense trash destaca Morgan Freeman (“Truque de Mestre”) no papel de um especialista em um caso de serial killer. A trama segue uma série de assassinatos que vão de Roma ao Mississippi, ligados a um aspecto obscuro de um ritual sul-africano chamada “Muti”, que envolve o uso de partes de um corpo numa feitiçaria. O personagem de Freeman é um professor de estudos africanos, que é trazido à investigação para ajudar a decifrar as evidências bizarras, reconhecendo a presença de “muti”. O vilão, um africano com cicatrizes chamado Randoku (interpretado pelo ex-jogador de futebol americano Vernon Davis), é apoiado por um rico empresário, enquanto um dos policiais (Cole Hauser, de “Yellowstone”) tenta resolver o caso motivado pela morte de sua filha. A direção é de George Gallo, especialista em thrillers de baixo orçamento, que já tinha trabalhado com Freeman em “A Rosa Venenosa” (2019) e possui a inabalável reputação de raramente fazer filmes bons. Nem a presença de seis roteiristas e 18 produtores diferentes conseguiu impedir seu novo longa de ser considerado lixão, com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes. SEM DEIXAR RASTROS O drama polonês é baseado num caso real e notório de assassinato, que aconteceu em 1983. A trama começa com o estudante Grzegorz Przemyk (Mateusz Górski) e seu amigo Jurek (Tomasz Ziętek) celebrando o fim do ensino médio em Varsóvia, quando são abordados pela milícia e levados à delegacia, onde Grzegorz é brutalmente espancado. A história segue a luta de Jurek, a única testemunha do crime, e da mãe de Grzegorz, a poeta e ativista Barbara Sadowska (Sandra Korzeniak), para levar os culpados à justiça, enfrentando a corrupção e a intimidação do governo comunista. Dirigido por Jan P. Matuszyński (“Deep Love”), o longa é meticuloso em detalhes, capturando a atmosfera dos anos 1980 e a tensão política da época. A narrativa traça cuidadosamente as manobras políticas, acordos, acobertamentos e coerção que definiram a tentativa do estado de se esquivar da responsabilidade pelo assassinato. Mas o ritmo lento e a duração de 160 minutos podem se tornar uma experiência desafiadora para o espectador. O ACIDENTE O primeiro longa do diretor gaúcho Bruno Carboni foi premiado por seu roteiro no Festival Internacional de Pequim, na China. A trama segue Joana (Carol Martins), uma ciclista que sofre um atropelamento inusitado após confrontar uma motorista que a fechou no trânsito. Carregada no capô do carro por alguns metros, Joana sai aparentemente ilesa, mas o vídeo do incidente viraliza, e ela se vê obrigada a lidar com as consequências que se desenrolam a partir disso. A narrativa é bem amarrada, com cada ação reverberando em uma consequência direta, e o atropelamento e suas reverberações ocasionam voltas e revoltas abruptas na vida de Joana. Carboni já havia demonstrado seu talento no curta-metragem “O Teto Sobre Nós”, que competiu no prestigiado Festival de Locarno, na Suíça, e faturou o troféu de Melhor Direção no 43º Festival de Gramado. Graças a este trabalho, ele foi selecionado para participar do Berlinale Talents em 2016 e da Locarno Filmmakers Academy em 2015, programas que reúnem jovens talentos promissores do cinema mundial. Para completar, desenvolveu o roteiro de “O Acidente” no laboratório do Torino Film Lab em 2018, na Itália. Sua habilidade para ir direto ao ponto, sem perder a profundidade e a complexidade, é evidente no longa, que consegue transformar um incidente aparentemente banal em uma reflexão profunda sobre temas sociais e humanos, como homofobia, misoginia e classicismo, além de oferecer um estudo delicado de personagens. RETRATOS FANTASMAS O novo filme de Kleber Mendonça Filho, o premiado cineasta de “O Som ao Redor”, “Aquarius” e “Bacurau”, é seu primeiro longa documental. A obra também é uma ode à sua cidade natal, Recife, e à sua paixão pelo cinema. Dividido em três capítulos, a obra explora as memórias do diretor, principalmente sua cinefilia. Mendonça Filho mistura vídeos caseiros antigos com suas próprias filmagens, e se aventura para explorar os cinemas de rua de sua infância, que alimentaram sua obsessão, mas que em sua maioria fecharam, vítimas da decadência urbana e da concorrência dos multiplexes suburbanos. Ele também explora o futuro alternativo dessas salas, visitando aquelas que foram transformadas em igrejas evangélicas, refletindo as tendências religiosas no Brasil moderno. “Retratos Fantasmas” é uma rica crônica da cinefilia, entrelaçada à jornada pessoal do cineasta. O documentário estreou fora de competição no Festival de Cannes e atraiu a atenção de distribuidores internacionais simpáticos à sua visão nostálgica pela exibição tradicional em cinemas. VIDAS DESCARTÁVEIS Premiado no Festival Cine-PE, o documentário de Alberto Graça (“Beatriz”) e Alexandre Valenti (“Amazônia – Heranças de uma Utopia”) aborda a escravidão moderna em áreas rurais e a exploração de mão de obra imigrante na indústria têxtil de São Paulo. A obra expõe as condições precárias de trabalho no Brasil, resultantes das dinâmicas migratórias movidas por falsas promessas de melhoria de vida. Entre os casos apresentados, estão os de imigrantes latinos que confeccionam roupas para marcas famosas e o caso da Fazenda Brasil Verde, no Pará. A narrativa é construída através de depoimentos de trabalhadores humildes, muitos deles analfabetos, que relatam suas experiências traumáticas, e monta um mosaico abrangente sobre o assunto, ampliando progressivamente a discussão e o choque. Trata-se de cinema enquanto canal de denúncia.
Filha do cantor do U2 tenta aprender violão no trailer de musical da Apple TV+
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Flora e Filho – Música em Família”, novo drama musical do diretor John Carney, um dos maiores especialistas no gênero, responsável por “Apenas uma Vez” (2007), “Mesmo se Nada Der Certo” (2013) e “Sing Street” (2016). Desta vez, ele escalou ninguém menos que Eve Hewson (“Robin Hood: A Origem”), a filha do cantor Bono, do U2, como protagonista. Hewson vive a Flora do título, uma mãe solteira batalhadora da Irlanda, que tem problemas para se conectar com o filho rebelde adolescente (o estreante Orén Kinlan) e lidar com o ex-companheiro (Jack Reynor de “Periféricos”). Ao encontrar um velho violão, ela tenta formar uma conexão com o menino através da música, mas é desprezada. Como ele não se interessa pelo instrumento, ela mesma resolve ter aulas de violão por zoom com um músico decadente de Los Angeles, vivido por Joseph Gordon-Levitt (“Power”). E pouco a pouco a música começa a mudar a via de todos os envolvidos. Como é típico de John Carney, o filme é uma ode ao poder transformador da música, com toques de humor e sensibilidade. A combinação encantou o público do Festival de Sundance deste ano, onde o longa fez sua première sob aplausos calorosos e elogios rasgados da crítica, atingindo 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme terá um lançamento limitado nos cinemas dos EUA a partir de 22 de setembro, antes de ser lançado globalmente pela Apple TV+ em 29 de setembro.
Daisy Ridley tem um segredo perigoso no trailer de novo suspense
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Marsh King’s Daughter”, suspense estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como uma mulher que mantém um segredo terrível sobre seu passado. Helena, a protagonista, tem uma vida aparentemente comum, morando numa cabana com a filha pequena e o namorado. Entretanto, sem que ninguém saiba, ela esconde uma origem sombria e perigosa: seu pai é o infame Rei do Pântano, um assassino que sequestrou sua mãe e as manteve cativas por anos no mato, onde Helena nasceu. Quando ele foge da prisão, Helena sabe que será caçada e, para proteger sua família, precisará usar tudo o que aprendeu com o assassino e encontrar forças para enfrentar o homem que a ensinou sobre sobrevivência no mato. O filme é uma adaptação do romance psicológico de mesmo nome de Karen Dionne, com roteiro de Mark L. Smith (“O Regresso”) e direção de Neil Burger (“Divergente”), e o elenco ainda destaca Ben Mendelsohn (“Invasão Secreta”) como o pai foragido e Garrett Hedlund (“Na Estrada”) como o namorado de Ridley. A estreia vai acontecer em 6 de outubro nos EUA, mas, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
“Marte Um” vence o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
O filme “Marte Um” foi o maior vencedor da 22ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em cerimônia realizada na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (23/8). A obra do diretor Gabriel Martins conquistou um total de oito estatuetas, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro, Ator e Ator Coadjuvante. A premiação não chegou a surpreender, uma vez que a tradição do GPCB é premiar o filme escolhido para representar o Brasil no Oscar. Acontece que tanto a escolha do Oscar quanto o GPCB são organizados pela mesma entidade, a Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais. Neste ano, “Marte Um” foi selecionado pela comissão da ABCAA para disputar uma vaga no evento da Academia dos EUA, mas não conseguiu passar pela peneira dos candidatos. O longa acompanha uma família de periferia que tenta viver seus sonhos. Enquanto a mãe comemora mais trabalhos de faxina, o filho mais novo revela seu desejo de deixar de jogar futebol para virar astrofísico e ir à Marte Diretor e atores Além de conquistar o troféu de Melhor Filme, a consagração de “Marte Um” se estendeu por várias categorias. Só Gabriel Martins levou três troféus, por Filme, Roteiro e Direção. Seus atores ainda se emocionaram no palco, ao receberem seus troféus. Cícero Lucas, jovem de 17 anos premiado com o troféu de Melhor Coadjuvante, recebeu muitos aplausos ao dedicar o prêmio aos pais e ao samba, revelando que foi descoberto por Gabriel em uma roda de samba. Carlos Francisco, intérprete de seu pai no filme, ficou com a estatueta de Melhor Ator. Atrizes O sucesso de “Marte Um” representou frustração para “Medida Provisória”, recordista em indicações com 15 estatuetas. A sci-fi distópica de Lázaro Ramos saiu da cerimônia com apenas um troféu para Adriana Esteves como Melhor Atriz Coadjuvante. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Dira Paes, por seu desempenho no papel título do filme-denúncia “Pureza”. Outros prêmios O drama de época “A Viagem de Pedro”, de Laís Bondanzky, foi um dos mais premiados em categorias técnicas, com três estatuetas: Melhor Figurino, Maquiagem e Direção de Arte. E “Eduardo e Mônica”, de René Sampaio, conquistou o primeiro troféu da noite para Melhor Trilha Sonora. Política cultural Entre homenagens a artistas falecidos, a noite também foi marcada por discursos políticos, com pedidos de ações em defesa das “cotas de tela” e a regulação do streaming, medidas importantes para a continuidade da produção do cinema brasileiro, cuja necessidade urgente não parece sensibilizar a classe política. Vencedores A premiação também inclui séries e filmes de nicho. “Bem-Vinda a Quixeramobim” foi eleito a Melhor Comédia, “Pluft, o Fantasminha” o Melhor Longa-Metragem Infantil, e “Manhã de Setembro” a Melhor Série de Ficção. Confira a seguir a lista com todos os indicados e os respectivos vencedores de cada categoria da premiação. Melhor Longa-Metragem de Ficção “Marte Um” (vencedor) “A Viagem de Pedro” “Eduardo e Mônica” “Medida Provisória” “Paloma” Melhor Longa-Metragem Documentário “Kobra Auto Retrato” (vencedor) “A Jangada de Welles” “Amigo Secreto” “Clarice Lispector – A Descoberta do Mundo” “O Presidente Improvável” Melhor Longa-Metragem Comédia (Voto Popular) “Bem-Vinda a Quixeramobim” (vencedor) “Jesus Kid” “O Clube dos Anjos” “Papai É Pop” “Vale Night” Melhor Longa-Metragem Infantil “Pluft, o Fantasminha” (vencedor) “Alice dos Anjos” “Alice no Mundo da Internet” “DPA 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo” “Pequenos Guerreiros” Melhor Longa-Metragem Animação “Tarsilinha” (vencedor) “Além da Lenda – O Filme” “Meu Amigãozão – O Filme” “Meu Tio José” “Tromba Trem – O Filme” Melhor Direção Gabriel Martins, por “Marte Um” (vencedor) Laís Bondanzky, por “A Viagem de Pedro” Marcelo Gomes, por “Paloma” René Sampaio, por “Eduardo e Mônica” Rosane Svartman, por “Pluft, o Fantasminha” Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Carolina Markowicz, por “Carvão” (vencedora) Angelo Defanti, por “O Clube dos Anjos” Bruno Torres, por “A Espera de Liz” Caio Blat, por “O Debate” Lázaro Ramos, por “Medida Provisória” Melhor Atriz Dira Paes, por “Pureza” (vencedora) Alice Braga, por “Eduardo e Mônica” Andréa Beltrão, por “Ela e Eu” Kika Sena, por “Paloma” Marcélia Cartaxo, por “A Mãe” Melhor Ator Carlos Francisco, por “Marte Um” (vencedor) Alfred Enoch, por “Medida Provisória” Antonio Pitanga, por “Casa de Antiguidades” Cauã Reymond, por “A Viagem de Pedro” Gabriel Leone, por “Eduardo e Mônica” Melhor Atriz Coadjuvante Adriana Esteves, por “Medida Provisória” (vencedora) Camila Márdila, por “Carvão” Camilla Damião, por “Marte Um” Drica Moraes, por “As Verdades” Helena Ignez, por “A Mãe” Melhor Ator Coadjuvante Cícero Lucas, por “Marte Um” (vencedor) André Abujamra, por “O Clube dos Anjos” Augusto Madeira, por “O Clube dos Anjos” Emicida, por “Medida Provisória” Flávio Bauraqui, por “Medida Provisória” Melhor Direção de Fotografia Leonardo Feliciano, por “Marte Um” (vencedor) Adrian Teijido, por “Medida Provisória” Felipe Reinheimer, por “Pureza” Gustavo Hadba, por “Eduardo e Mônica” Pedro J. Marquez, por “A Viagem de Pedro” Pepe Mendes, por “Carvão” Melhor Roteiro Original Gabriel Martins, por “Marte Um” (vencedor) Bruno Torres e Simone Iliescu, por “A Espera de Liz” Carolina Markowicz, por “Carvão” Laís Bodanzky, por “A Viagem de Pedro” Marcelo Gomes, Armando Praça e Gustavo Campos, por “Paloma” Melhor Roteiro Adaptado Angelo Defanti, por “O Clube dos Anjos” (vencedor) Aly Muritiba, por “Jesus Kid” Jorge Furtado e Guel Arraes, por “O Debate” Lusa Silvestre, Lázaro Ramos, Elisio Lopes Jr. e Aldri Anunciação, por “Medida Provisória” Matheus Souza, Claudia Souto, Jessica Candal e Michele Frantz, por “Eduardo e Mônica” Melhor Direção de Arte Adrian Cooper, por “A Viagem de Pedro” (vencedor) Fernanda Carlucci, por “O Clube dos Anjos” Filipe Cunha, por “Marte Um” Joana Mureb, por “Eduardo e Mônica” Renata Pinheiro, por “Carvão” Melhor Montagem Ficção Aline Werlang, por “Pureza” (vencedora) Diogo R. Pimentão, por “Eduardo e Mônica” Flavio Zettel, por “Carvão” Karen Akerman, por “A Mãe” Lucas Gonzaga, por “Marte Um” Melhor Montagem Documentário Caio Cavechini, por “O Presidente Improvável” (vencedor) Bruna Finelli, por “Kobra Auto Retrato” Guilherme Fiúza, por “Clarice Lispector – A Descoberta do Mundo” Marcelo Campaña, por “A Jangada de Welles” Rafael Figueiredo, por “Amigo Secreto” Melhor Som Pedro Lima, por “Marte Um” (vencedor) Alessandro Laroca, por “Carvão” Beto Ferraz e Gustavo Loureiro, por “O Debate” Cristiano Maciel, por “A Mãe” Simone Petrillo, por “A Viagem de Pedro” Melhores Efeitos Visuais Sandro di Segni, por “Pluft, o Fantasminha” (vencedor) Eduardo Schaal, Guilherme Ramalho e Hugo Gurgel, por “A Viagem de Pedro” Gabriel Martins, por “Marte Um” Leonardo Sindlinger, Michel Takahashi e Karlos Shirmer, por “Jesus Kid” Marcelo Siqueira, por “A Espera de Liz” Paulo Barcellos, por “Medida Provisória” Melhor Trilha Sonora Plínio Profeta, por “A Viagem de Pedro” (vencedor) Caetano Veloso, por “Marte Um” João de Barro e Josué de Castro, por “O Debate” João Donato e Arismar do Espírito Santo, por “Eduardo e Mônica” Max Viana, por “Ela e Eu” Melhor Canção “Marte Um”, por “Marte Um” (vencedora) “Eu Sei Que Vou Te Amar”, por “Eduardo e Mônica” “Mente Sem Medo”, por “Carvão” “Só Pra Você”, por “A Viagem de Pedro” “Vento de Lá”, por “A Viagem de Pedro” Melhor Longa Ibero Americano “Argentina, 1985” (Argentina), de Santiago Mitre (vencedor) “1976” (Argentina/Chile), de Manuela Martelli “As Bestas” (Espanha), de Rodrigo Sorogoyen “La Jauría” (Colômbia), de Andrés Ramírez Pulido “Restos do Vento” (Portugal), de Tiago Guedes Melhor Longa Internacional “Elvis” (Estados Unidos), de Baz Luhrmann (vencedor) “1982” (Líbano), de Oualid Mouaness “A Mulher Rei” (Estados Unidos), de Gina Prince-Bythewood “Avatar: o Caminho da Água” (Estados Unidos), de James Cameron “Boa Sorte, Leo Grande” (Reino Unido), de Sophie Hyde “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” (Estados Unidos), de Ryan Coogler “Top Gun: Maverick” (Estados Unidos), de Joseph Kosinski Melhor Série Ficção “Manhãs de Setembro” – 2ª Temporada (Amazon Prime Video) (vencedora) “Bom Dia, Verônica” – 2ª Temporada (Netflix) “Rota 66: A Polícia que Mata” – 1ª Temporada (Globoplay) “Sob Pressão” – 5ª Temporada (Globoplay) “Turma da Mônica: A Série” – 1ª Temporada (Globoplay) Melhor Série Documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” – 1ª Temporada (HBO Max) (vencedora) “Em Casa com os Gil” – 1ª Temporada (Amazon Prime Video) “Lei da Silva: A História do Jogo do Bicho” – 1ª Temporada (Canal Brasil) “O Caso Celso Daniel” – 1ª Temporada (Globoplay) “PCC: Poder Secreto” – 1ª Temporada (HBO Max) Melhor Série Animação “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” – 1ª Temporada (Giga Gloob) (vencedora) “Cordélicos” – 1ª Temporada (TV O Povo) “O Show da Luna!” – 7ª Temporada (Discovery Kids) “Passagens da Independência” – 1ª Temporada (Canal Futura/Globoplay) Melhor Curta Ficção “Big Bang”, de Carlos Segundo (vencedor) “Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo”, de Guilherme Xavier Ribeiro “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Infantaria”, de Laís Santos Araújo “Sobre Amizades e Bicicletas”, de Júlia Vital “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Brandão Melhor Curta Documental “Território Pequi”, de Takumã Kuikuro (vencedor) “A Última Praga de Mojica”, de Cédric Fanit, Eugenio Puppo, Matheus Sundfeld e Pedro Junqueira “Carta para Glauber”, de Gregory Baltz “Peixes Não se Afogam”, de Anna Azevedo “Trópico de Capicórnio”, de Juliana Antunes Melhor Curta Animação “A Menina Atrás do Espelho”, de Iuri Moreno (vencedor) “Em Busca da Terra-Música Prometida”, de Gabriel Bitar “Meu Nome É Maalum”, de Luisa Copetti “Nonna”, de Maria Augusta V. Nunes “O Senhor do Trem”, de Aída Queiroz e Cesar Coelho












