“The Righteous Gemstones” é renovada para 4ª temporada
A família Gemstone continuará no púlpito para mais uma temporada. A HBO anunciou a renovação de “The Righteous Gemstones” para seu quarto ano de produção, poucos dias antes da exibição do final da 3ª temporada no domingo (30/7). A produção dos próximos episódios só começará após a resolução das greves de roteriristas e atores. Criada e estrelada por Danny McBride, “The Righteous Gemstones” segue a história de uma família de televangelistas mundialmente famosa, com três gerações e uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. Na 3ª temporada, os filhos Gemstone (interpretados por McBride, Edi Patterson e Adam Devine) finalmente conseguem o que desejam: assumir o controle da igreja de seu pai (interpretado por John Goodman). No entanto, eles logo descobrem que liderar é muito mais difícil do que imaginavam e que seu estilo de vida extravagante tem um preço alto. O sucesso da série Em declarações sobre a renovação da série, Amy Gravitt, Vice-Presidente Executiva de Programação da HBO e Chefe de Séries de Comédia da HBO e Max, expressou seu entusiasmo com a continuação da jornada da família Gemstone. “Prepare-se para mais da hilária montanha-russa de adrenalina que é ‘The Righteous Gemstones’. À medida que esta temporada verdadeiramente bíblica chega ao fim na noite de domingo, estou encantada em anunciar que estamos renovando-a para uma 4ª temporada”, disse a executiva em comunicado. A renovação da série vem em um momento de sucesso para a produção. A 3ª temporada tem registrado nos EUA uma média de 4,9 milhões de espectadores por episódio desde sua estreia em 18 de junho, em todas as plataformas, e deve se encerrar como a mais assistida da série até o momento. Além disso, está atraindo mais espectadores do que as séries anteriores de McBride na HBO, “Eastbound and Down” e “Vice Principals”, que tiveram médias de 4,2 milhões e 4,8 milhões de espectadores, respectivamente. Veja abaixo o trailer da 3ª temporada.
Trailer introduz nova série animada de “Castlevania”
A Netflix revelou o trailer de “Castlevania: Noturno”, série animada derivada de “Castlevania”, que vai acompanhar o personagem Richter Belmont, protagonista dos jogos “Symphony of Night” e “Blood of Rondo”. Richter é descendente de Trevor Belmont e Sypha Belnades, protagonistas da série original, e será acompanhado na nova aventura por Maria Renard, originalmente uma caçadora de vampiros que é apresentada nos jogos com apenas 12 anos – e eventualmente desenvolve um domínio poderoso sobre feitiços, espíritos animais e bestas celestiais. Os dois fazem parte do jogo “Castlevania: The Dracula X Chronicles” (remake de “Rondo of Blood”). “Castlevania: Noturno” também avança no tempo, deixando de lado a história medieval de Drácula para apresentar uma trama passada em 1792, durante a Revolução Francesa, o que permite aproveitar o pano de fundo histórico para desenvolver novas intrigas e vilões. Nova equipe Fundamental na História da programação original da Netflix, “Castlevania” foi lançada em julho de 2017 como a primeira série de estilo anime criada especificamente para o serviço de streaming. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir em novas atrações no formato. Desta vez, contudo, a produção não conta com roteiros de Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), showrunner original de “Castlevania”. Depois de terminar a 4ª temporada, ele foi afastado da produção em meio a alegações de má conduta sexual. Sem mais envolvimento com a franquia, Ellis não fez parte do desenvolvimento do spin-off. Em seu lugar, a atração é comandada por Clive Bradley, principal escritor da série islandesa “Trapped”. A nova série animada do universo de “Castlevania” estreia em 28 de setembro.
Édgar Vivar, o Sr. Barriga, grava série da Globo
Édgar Vivar, conhecido por interpretar Sr. Barriga e Nhonho em “Chaves”, desembarcou no Brasil para realizar seu primeiro trabalho recorrente numa emissora nacional. O ator mexicano vai participar da série “No Corre”, novo humorístico que irá ao ar no Multishow e na Globo. Vivar será interprete de Manolo, um estrangeiro que frequenta a vila onde moram os personagens de “No Corre”. O ator deve citar alguns bordões da produção latina, como o famoso “Cale-se, cale-se, cale-se” de Quico (Carlos Villagrán). Ele postou fotos dos bastidores, em que aparece numa reunião com o elenco formado por Gaby Amarantos (“Saia Justa”), Marco Luque (“Custe o que Custar”), Érico Brás (“Se Joga”), Luciana Paes (“Desnude”), Thardelly Lima (“Bacurau”), Bruna Braga (“Drag Race Brasil”), entre outros. O mexicano ainda pouso ao lado de Francisco Cuoco (“Cobras & Lagartos”), que já foi citado numa dublagem de “Chaves”. Os atores não irão contracenar na série da Globo, mas tiraram um tempo para um encontro nos estúdios da produtora Formata, em São Paulo. A menção de Cuoco aconteceu na dublagem brasileira do episódio “Um Astro Cai na Vila”, onde a Dona Florinda (Florinda Meza) ironiza Dona Clotilde (Angelines Fernández): “Eu fui beijada pelo Chico Cuoco”. A fotografia dos atores tira onda com a cena: “Sr. Barriga checando se o Francisco Cuoco beijou mesmo a Dona Florinda”. O artista também revelou uma ida no restaurante Coco Bambu, em São Paulo, “aproveitando o momento”. Édgar Vivar já é de casa Esta não é a primeira participação de Édgar Vivar em produções brasileiras. O ator mexicano já marcou presença no “Vai que Cola”, comerciais de TV e também fez aparições em eventos como a CCXP. Vale destacar que ele anunciou a aposentadoria do Sr. Barriga nos últimos tempos, mas não perde a chance de abrir exceção para a alegria de seus fãs brasileiros. “No Corre” tem estreia prevista para novembro no Multishow e em fevereiro de 2024 na Globo. SEU BARRIGA!!!! VCS NÃO TEM NOÇÃO DISSO? EU VOU GRAVAR COM SEU BARRIGA, KRAI!!! 🥹❤️ pic.twitter.com/uSXXhWkIrI — thardellylima 🎥🎭 (@thardellylima) July 27, 2023 E esse encontro? Edgar Vivar @varedg, o Senhor Barriga, e Francisco Cuoco! 📸 adriano4ff (ig) pic.twitter.com/LWRuboWRGo — Fórum Chaves (@ForumChaves) July 26, 2023 Aprovechando el monento #BRASIL pic.twitter.com/l7KULQ0lPH — Edgar Vivar (@varedg) July 26, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Edgar Vivar (@varedg)
Netflix divulga série de comédia com Leandro Hassum
A Netflix revelou o pôster e detalhes de “B.O.”, sua nova série de comédia protagonizada por Leandro Hassum (“Vizinhos”). A atração se passa em uma delegacia de polícia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde um novo e atrapalhado chefe acaba de chegar. A série promete mostrar o dia a dia inusitado dessa delegacia. Espécie de “Tijuca Nine-Nine”, a atração traz Hassum como o delegado Suzano, um personagem medroso, mas empático, gentil e cuidadoso, que é um grande fã de Sandy & Junior e vai parar na delegacia da capital após capturar por acidente um criminoso procurado. Apesar das dúvidas iniciais de seus colegas, sempre prontos para a ação, os métodos nada convencionais de Suzano, aliados ao seu bom coração, podem ser justamente a arma secreta que a equipe precisa para neutralizar o crime. Elenco e equipe Além de Hassum, a série conta com Luciana Paes (“3%”), Jefferson Schroeder (“Crô em Família”), Babu Carreira (“O Dono do Lar”) e Digão Ribeiro (“Dom”), entre outros integrantes do elenco. A redação final é de Carol Garcia (“Bom Dia, Verônica”) e a direção está a cargo de Pedro Amorim (“Derrapada”), com Hassum e Carol Minêm (“O Rei da TV”) também na direção de alguns episódios. A estreia está marcada para o dia 6 de setembro na Netflix.
Gil do Vigor pretende ser presidente do Brasil: “Sou a cara do nosso país”
Gil do Vigor declarou na quarta-feira (26/7) seu desejo de ser presidente do Brasil. No podcast Podpah, o economista disse ter planos para tentar realizar seu sonho futuramente, quando ele conseguir ingressar na política brasileira. “Quero muito isso. Acredito no seguinte: Sou a cara do nosso país e tenho uma missão aqui nessa Terra. Sei que não sou o mais inteligente, mas sou muito esforçado. Isso eu sei”, destacou o ex-BBB. O ex-brother pontuou que saberia como lidar com a população brasileira de maneira digna, embora não tenha uma personalidade típica para campanha política. “Eu sei que não sou o mais eloquente, mas sei que as pessoas conseguem me entender. Então, acredito que eu vim de onde a maioria do nosso povo está”, ele admitiu. “Nós somos todos iguais e eu vivi aquele ônibus lotado, aquele grito: ‘Vai descer, motorista!’. Eu vivi aquela conversa dentro do ônibus, aquelas amizades que a gente faz de sentar no chão, de chorar com medo de perder o emprego e por causa do salário.” Gilberto também ressaltou que poderá contribuir com as necessidades do Brasil, agora que finalizou seus estudos de economia na Universidade de Davis, nos Estados Unidos. “Sei que o nosso líder dita o tom do nosso país. Acredito que através do meu conhecido, após a finalização do meu PhD, vou ter um preparo acadêmico para poder ajudar de maneira mais efetiva o nosso país”, seguiu ele. “Quero ver como seria. Acho que nosso país precisa de um líder que consiga trazer diversidade e representatividade”, refletiu o economista, que ainda tem planos de “subir [a rampa] de terno rosa”. O PhD de Gil do Vigor Gil do Vigor também revelou que conseguiu sua aprovação na prova de PhD em economia, na Universidade de Davis (EUA), após ter sido alvo de injustiça da instituição. Nos últimos dias, o ex-brother relatou ter vivido um drama que prejudicou o resultado de seus estudos. Ao receber o resultado de algumas provas com nota baixa, ele notou que faltavam oito páginas decisivas no documento. “Eu estava até preparado para refazer a prova. Mas, no fim de semana, eles me mandaram as outras duas provas que fiz. E aí eu vi que, […] se você conseguir duas aprovações de PhD, você pode dispensar uma das disciplinas. Aí, no final de tudo isso, eu consegui dois PhD Pass e eu apliquei o meu rendimento acadêmico para dispensar a Microeconomia. Agora eu sou oficialmente um PhD”, afirmou à Ana Maria Braga. Apesar da aprovação, Gilberto afirmou que pretende se aprofundar no ocorrido por se tratar de “uma falha do sistema”. Ele destacou que tem apoio da própria Universidade e dos alunos de Economia.
“The Morning Show” ganha teaser da 3ª temporada
A Apple TV+ divulgou o pôster e o teaser da 3ª temporada de “The Morning Show”. Estrelado e produzido por Jennifer Aniston (“Friends”, “Esposa de Mentirinha”) e Reese Witherspoon (“Big Little Lies”, “Legalmente Loira”), o drama acompanha os bastidores intensos de um telejornal. Além de destacar as protagonistas, o vídeo mostra alguns dos novos membros do elenco da atração, como Jon Hamm (“Mad Men”, “Top Gun: Maverick”) e Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), além do retorno de Julianna Margulies (“The Good Wife”). Na trama, Aniston e Witherspoon interpretam as apresentadoras do programa, enquanto lidam com disputas tensas de poder no jornalismo. A história ainda explora questões como assédio sexual, desigualdade de gênero, ética jornalística e as consequências do uso da tecnologia na mídia. Novos episódios A sinopse do novo ano conta que o futuro da UBA, emissora do jornal da série, é questionado e as lealdades são levadas ao limite quando um titã da tecnologia (personagem de Hamm) se interessa pelo canal. Alianças inesperadas se formam, verdades privadas são transformadas em armas e todos são forçados a confrontar seus valores centrais tanto dentro quanto fora da redação. Vale mencionar que a 3ª temporada ficou marcada por uma troca de showrunner, com a produtora executiva Charlotte Stoudt (criadora de “Ninguém Pode Saber”) substituindo Kerry Ehhrin (criadora de “Bates Motel”), que comandou a série desde a 1ª temporada. Apesar disso, Ehhrin continua atuando na produção como consultora do enredo. Embora os 10 novos episódios só cheguem em setembro, a Apple TV+ já renovou a atração para uma 4ª temporada. A 3ª temporada de “The Morning Show” estreia no dia 13 de setembro na Apple TV+, com a disponibilização dos dois episódios iniciais. O restante dos capítulos serão liberados semanalmente.
Sinéad O’Connor foi encontrada morta após se declarar “morta-viva” no Twitter
A polícia do Reino Unido declarou que a cantora Sinéad O’Connor foi encontrada morta em sua residência na quarta-feira (26/7), mas sem sinais que evidenciassem a causa do falecimento. Para determinar a causa mortis, ela está passando por uma autópsia nesta quinta-feira (27/10). Uma publicação da artista, entretanto, intriga a polícia. Dias antes de morrer, Sinéad fez um desabafo no Twitter/X, definindo-se como uma “criatura morta-viva” por conta da tragédia de Shane O’Connor, seu filho de 17 anos que cometeu suicídio no ano passado. Morta-viva “Tenho vivido como uma criatura noturna morta-viva desde então. Ele era o amor da minha vida, a lâmpada da minha alma. Éramos uma alma em duas metades. Ele foi a única pessoa que me amou incondicionalmente. Estou perdida sem ele”, escreveu no último dia 17 de julho. A cantora também havia feito outra postagem no mês passado, onde citava uma oração havaiana sobre impactos emocionais. “Isto é dedicado a muitos a quem trouxe sofrimento em minha vida e também, com amor, para qualquer um que em suas vidas trouxe sofrimento sobre mim”, dizia a mensagem. Morte trágica do filho Sinéad O’Connor, que ganhou fama internacional em 1990 com a gravação do hit “Nothing Compares 2 U”, chegou a ser internada numa clínica no ano passado, pela dificuldade de superar o trauma de perder seu filho Shane O’Connor, que foi encontrado morto na cidade de Wicklow, na Irlanda. O adolescente de 17 anos travava uma luta intensa contra a depressão e pensamentos suicidas. 😭😭😭😭😭😭😭😭😭😭#lostmy17yrOldSonToSuicidein2022. Been living as undead night creature since. . He was the love of my life, the lamp of my soul. We were one soul in two halves. He was the only person who ever loved me unconditionally. I am lost in the bardo without him pic.twitter.com/aC8BOmLQ9N — Sinead Marie-Bernarde Aoibheann O’Connor (@786OmShahid) July 17, 2023
Fabiana Karla confunde data na divulgação de “Rensga Hits!”: “É o TDAH”
Fabiana Karla (“Lucicreide Vai pra Marte”) participou do “Encontro” nesta quinta-feira (27/7) para divulgar a estreia na TV aberta de “Rensga Hits!”, série disponibilizada no Globoplay no ano passado. No entanto, a atriz se confundiu e acabou falando a data errada da trama que será exibida na TV Globo. A artista estava no sofá do programa matinal quando a produção tocou “Desatola Bandida”, de Raíssa Medeiros (a personagem de Alice Wegmann na trama). “Isso aí, pra quem conhece, faz parte do ‘Rensga Hits!’, que a gente está voltando com tudo agora”, disse empolgada. “A Helena Maravilha que morava em mim, que estava adormecidinha, já está saindo novamente. E eu tô muito feliz, a gente já está na preparação para a segunda temporada. Mas a gente tem uma surpresa para quem curtiu.” “Para quem estava pedindo muito, a gente atendeu e vai rolar uma TV aberta, vai ter a temporada na Globo mesmo. A partir do dia 31…”, continuou Fabiana antes de ser interrompida por Patrícia Poeta: “21 de agosto!”. Fabiana tentou levar seu deslize na esportiva, embora tenha parecido constrangida com o corte da apresentação. “Eita, passei informação errada, que legal! É isso, é 21 de agosto… É o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade), gente!”, ela justificou. Na sequência, a artista retomou seus elogios à serie do Globoplay. “A gente está muito feliz de dividir isso tudo, foi muito legal. A trilha é maravilhosa, é uma cama pra gente deitar. E a gente traz esse universo do feminejo, de mulheres fortes, como a Helena Maravilha, a Deborah [Secco – “Salve-se Quem Puder”] fazendo a Marlene”, disse enquanto menciona outros nomes do elenco. “Tem tanta mulher pra botar esse feminejo na praça, e a gente fica muito feliz de trazer esse Goiás, um lugar que é tão forte, tão potente, tão importante, com tanta gente legal. A gente quer contar essa história pro Brasil inteiro, regado de música, de energia e se preparando para fazer a 2ª temporada.” Detalhes de Rensga Hits! A trama acompanha Raíssa (Wegmann), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande para se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações num restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato), iniciando uma rivalidade entre as duas. O elenco também conta com Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (“Orgulho e Paixão”), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”), Mouhamed Harfouch (“Amor de Mãe”) e ainda marca o retorno de Lúcia Veríssimo (Amor à Vida”). “Rensga Hits!” já confirmou sua 3ª temporada.
Banda Cine anuncia volta com shows em São Paulo e no Rio
A banda Cine, conhecida por marcar a geração “emocore” brasileira, está prestes a retornar aos palcos com shows no festival Replay. Em nota, o grupo expôs a necessidade de “fechar com chave de ouro” sua trajetória. “Desde que paramos, temos o sentimento de que faltava uma conclusão pra nossa caminhada. Durante esse tempo, falamos algumas vezes sobre fazermos nosso último show, mas nunca foi pra frente. Acreditamos que encontramos o momento e lugar certos no festival Replay, pois assim como o Cine, é uma grande mistura de estilos musicais, mas que no final fazem muito sentido estarem juntos ali. Esperamos fazer o melhor show da carreira do Cine e estamos muito ansiosos pra encontrar nossos fãs.” O retorno do Cine acontecerá em 28 de novembro no Rio de Janeiro e em 4 de novembro na edição de São Paulo. O festival também terá apresentações com outros ícones do milênio como Br’OZ, KLB, Furacão 2000, CPM 22, Supla, Wanessa Camargo, Detonautas e Sean Kingston. A venda dos ingressos começa no dia 30 de julho, ainda sem preços divulgados. Banda Cine Cine iniciou suas apresentações em meados de 2007 com músicas do gênero emo pop. Sua formação é composta por DH Silveira, Pedro Caropreso, Danilo Valbusa, Bruno Prado e David Casali. Já seu fotografo oficial era Rogerio Soeiro Sousa, que conquistou até um fã-clube próprio. Dentre seus hits, a banda ficou marcada pelos sucessos do álbum “Flashback!”, lançado em 2009, como “Garota Radical”, “As Cores” e “A Usurpadora”. A banda emo estava separada desde 2016, quando anunciaram uma pausa por tempo indeterminado para seguir caminhos individuais. Na época, o vocalista DH entrou no reality “A Fazenda” com o intuito de alavancar o grupo, porém sua vitória “não surtiu o efeito esperado”. “Temos todos quase 30 anos, temos famílias, contas, a coisa toda que vocês também têm. Existem momentos na vida de artistas onde precisa existir uma consciência do mundo real”, escreveram na época. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rogerio Soeiro Sousa (@rogeriosoeiro)
Fãs de Thiaguinho pedem indenização por danos materiais e morais
Os fãs do cantor Thiaguinho entraram na Justiça para pedir uma indenização de mais de R$ 30 mil por danos materiais e morais, que teriam sido causados durante o evento “Tardezinha” em abril deste ano, realizado no Parque Olímpico, Rio de Janeiro. Segundo a colunista Fabiola Reipert, o público alegou ter vivido uma má experiência por conta da falta de organização, estrutura do show, além das filas longas por problemas com rede das máquinas de cartão e bebidas quentes servidas em sacos plásticos com gelo. Na época do evento, diversos admiradores detonaram o evento do pagodeiro nas redes sociais, e o perfil da festa chegou a trancar os comentários devido as críticas. Apesar do ocorrido, Thiaguinho seguiu com a turnê “Tardezinha” em diferentes cidades do Brasil. Os fãs do pagodeiro esperam a devolução dos valores gastos durante a apresentação do músico no Rio de Janeiro e, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o valor da causa é de R$ 33.476,36. Tardezinha Após mais de três anos de pausa, a turnê de sucesso de Thiaguinho retornou para uma nova temporada de shows em maio deste ano. Ao todo, estão previstos 26 shows do “Tardezinha” espalhados por 25 cidades brasileiras, como Salvador (BA), Teresina (PI), Maceió (AL), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Belém (PA). A primeira apresentação do evento foi o polêmico show no Parque Olímpico (RJ), no começo de abril deste ano.
MC Marcinho tem estado de saúde atualizado por ex-mulher: “Olhinhos abertos”
MC Cacau, a ex-mulher de MC Marcinho, atualizou o estado de saúde do funkeiro, que está internado há quase um mês à espera de um transplante de coração. Segundo ela, o cantor permanece estável, mas voltou a respirar com ajuda de aparelhos. Em conversa com a revista Quem, a cantora disse que a equipe médica limitou as visitas para evitar infecções. “Ele está sendo resguardado para não correr risco de pegar alguma infecção, está se curando porque a qualquer momento pode chegar um coração e ele não pode estar mal, tem que estar bem para poder receber o órgão. Não é bom ter visita para não levar resfriado, nada para ele”, explicou. “Estamos muito confiantes na recuperação dele. Estive com o irmão dele ontem, conversamos e ele me contou que o Márcio está com os olhinhos abertos, não está falando ainda, mas escuta e entende as coisas. Só em saber disso, fico muito feliz, me emociono à beça”, admitiu Cacau. Cacau acrescentou que ainda não foi vê-lo, embora tenha doado sangue recentemente ao ex-marido: “Assim que pudermos, que ele estiver no quarto, iremos. O médico liberou a irmã e o irmão, e com visitas de longe. Os dois estão lá para receber notícias, mas, mesmo assim, também não podem ficar muito perto dele.” “Os médicos estão tendo todo cuidado na recuperação dele. Porque ele ainda está fraquinho. Mas só de estar com o olho aberto já nos deixa confiantes. Os fãs estão confiantes, a oração deu certo, e nós continuamos orando. Ele é muito amado, não só pelos filhos, pelos amigos e pela família, mas pelos fãs”, completou MC Cacau. Saúde de MC Marcinho MC Marcinho, também conhecido como o “Príncipe do Funk”, está internado há quase um mês no Hospital Copa d’Or, no Rio de Janeiro. O músico precisou ser intubado após sofrer uma parada cardíaca no último dia 10 de julho. Em março deste ano, o ícone do funk melody recebeu o diagnóstico de que precisava trocar seu marca-passo após realizar uma série de shows no Carnaval. O funkeiro reclamava por não conseguir andar direito. “O paciente Márcio André Nepomuceno Garcia segue estável, ainda necessitando de cuidados intensivos e respira com ajuda de aparelhos (ventilação mecânica)”, diz uma nota emitida pelo Hospital Copa D’Or na quarta-feira (26/7).
Lembre a carreira de Sinéad O’Connor em 15 vídeos
A voz de Sinéad O’Connor, que se calou nesta quarta-feira (26/7) aos 56 anos, sempre foi poderosa, ecoando uma presença de palco inconfundível. Sua abordagem sem barreiras, misturando gêneros e estilos, ajudou a criar um som que era inegavelmente seu. Do pós-punk ao funk, do folk ao pop, sua versatilidade é evidente ao longo da carreira, assim como seu talento. Sua evolução musical começou com o álbum “The Lion and the Cobra” em 1987, mas foi com o seu segundo disco, “I Do Not Want What I Haven’t Got”, de 1990, que ela alcançou o estrelato global. A canção “Nothing Compares 2 U”, escrita por Prince, se tornou um hit internacional e o vídeo da música, que apresenta um close emocional da artista, é considerado um dos mais icônicos da história da música pop. Se gravou Prince em 1990, também gravou Nirvana quatro anos depois, mostrando a amplitude de suas influências. Nascida e criada na Irlanda, Sinéad se destacou não apenas por sua voz única, mas também por sua personalidade forte e suas opiniões francas. Sua decisão de raspar a cabeça no início de sua carreira foi um ato de desafio contra as expectativas tradicionais de gênero e beleza, que a tornou uma figura inspiradora para muitos. Não por acaso, ela foi uma defensora incansável dos direitos humanos e usou sua plataforma para falar sobre questões como abuso infantil e injustiça social. Para celebrar a obra da artista, selecionamos 15 clipes marcantes que destacam a variedade sonora de sua carreira musical. Confira. Ou assista os clipes na versão Playlist:
“Mansão Mal-Assombrada” é principal estreia de cinema da semana
O circuito de estreias de cinema ficou pequeno, depois de uma série de lançamentos consecutivos de blockbusters, e nesta semana nenhum filme chega em mais de 500 salas. O maior lançamento, “Mansão Mal-Assombrada”, da Disney, tem distribuição em 472 salas, enquanto “O Convento” ocupa 280. Trata-se de um forte encolhimento em relação às semanas passadas, quando os principais títulos abriram em mais de mil telas. A decisão deve impactar as bilheterias dos estreantes, dificultando o sucesso da comédia sobrenatural da Disney num cenário monopolizado por “Barbie” e outros sucessos. Ao todo, oito títulos entram em cartaz nesta quinta (27/7), mas a maioria com exibições limitadas. Confira a lista completa. MANSÃO MAL-ASSOMBRADA A adaptação cinematográfica da famosa atração dos parques da Disney dividiu a crítica dos EUA entre os que gostaram de sua proposta de terror infantil e os que lamentaram a falta de graça das piadas. A trama gira em torno de um astrofísico interpretado por LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), que está de luto pela perda de sua amada esposa. Ele desenvolveu uma “câmera quântica” capaz de fotografar fantasmas, mas quando o Padre interpretado por Owen Wilson (“Loki”) o encontra, está afundado em tristeza. Ele é trazido de volta à vida pela oferta do padre: uma quantia substancial de dinheiro em troca de sua ajuda para investigar as visitas espectrais noturnas em uma casa a cerca de uma hora de Nova Orleans. A casa recentemente passou para a posse de uma mãe solteira (Rosario Dawson, de “Luke Cage”) e seu jovem filho, que estão presos com o lugar. Reunindo ainda uma médium excêntrica (Tiffany Haddish, de “Sócias em Guerra”) e um professor universitário ainda mais excêntrico (Danny DeVito, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), os protagonistas se juntam para identificar a origem da infestação de fantasmas e, ao explorar o local, descobrem a bola de cristal de Madame Leota (Jamie Lee Curtis, de “Halloween”), que os alerta sobre uma aparição misteriosa conhecida apenas como o “Fantasma da Caixa de Chapéu” – um papel creditado a Jared Leto (“Morbius”), embora o personagem seja totalmente criado por CGI. Apesar de ser uma comédia infantil, “A Mansão Mal-Assombrada” não foge da escuridão inerente a uma história sobre uma casa com espíritos de centenas de pessoas mortas. Há uma quantidade considerável de discussão sobre perda e tristeza, e Stanfield entrega um monólogo sobre sua falecida esposa que é surpreendentemente triste para o que é essencialmente um filme para assustar crianças. Vale lembrar que “Mansão Assombrada” já foi transformada numa comédia com Eddie Murphy, que foi um fracasso de bilheterias em 2003. Mas o estúdio foi destemido e decidiu filmar um roteiro de Kate Dipold, responsável por “Caça-Fantasmas” – também conhecido como “a versão feminina” de “Os Caça-Fantasmas” – , que foi outra atração do gênero terrir infantil a dar prejuízo. A direção é de Justin Simien (“Cara Gente Branca”). BLUE JEAN Este elogiadíssimo drama britânico retrata a vida de uma professora lésbica chamada Jean (interpretada por Rosy McEwen, de “O Alienista”) na Inglaterra dos anos 1980, durante o auge do conservadorismo do governo Thatcher. A trama é ambientada em Newcastle, no nordeste industrial da Inglaterra, onde Jean vive uma vida dupla, escondendo sua sexualidade de seus colegas de trabalho e de sua família por medo das consequências. No entanto, ela tem uma família escolhida, composta por outras mulheres queer, incluindo sua namorada, que é abertamente gay e destemida em relação à sua sexualidade. Quando uma nova estudante entra na aula de educação física de Jean e aparece no bar lésbico que ela frequenta com suas amigas, a protagonista se vê forçada a confrontar sua vida dupla e enfrentar a possibilidade de ser exposta em uma sociedade cada vez mais homofóbica. Importante situar que a trama se passa na época da Cláusula 28 (Clause 28), designação legislativa para leis que proibiam a “promoção da homossexualidade” na Grã-Bretanha. Introduzida por Margaret Thatcher, vigorou de 1988 a 2000 na Escócia e até 2003 na Inglaterra e no País de Gales. Com seu impacto devastador, a Seção 28 causou o fechamento de muitas organizações LGBT+ e limitou a expressão da homossexualidade na educação e em outros espaços públicos, contribuindo para a falta de visibilidade e representatividade, e a perseguição e discriminação contínua contra indivíduos LGBTQIAPN+ no Reino Unido. Longa de estreia da diretora Georgia Oakley, “Blue Jean” venceu quatro prêmios no British Independent Film Awards (BIFA) e tem 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Considerado um filme importantíssimo, serve de lembrete do que aconteceu quando conservadores assumiram o poder – e que vem se repetindo com novas legislações e ameaças anti-LGBTQIA+ atuais. MISSÃO DE SOBREVIVÊNCIA O novo thriller de ação de Gerard Butler traz o ator como um agente do MI6, emprestado para a CIA, que se disfarça de técnico de telecomunicações para identificar e destruir instalações subterrâneas de armas nucleares no Irã. Com o casamento em frangalhos, ele reluta em aceitar mais uma missão: atravessar a fronteira para o Afeganistão e viajar por um território hostil ocupado pelo Talibã para destruir uma usina nuclear. No entanto, as coisas rapidamente saem do controle quando ele entra no país e descobre que não tem tanto apoio quanto pensava. Com o reforço apenas de Mo, um intérprete e seu guia na região, ele corre inúmeros perigos para escapar dos Talibãs. Terceiro filme de Butler dirigido por Ric Roman Waugh (após “Invasão ao Serviço Secreto” e “Destruição Final: O Último Refúgio”), o longa tem roteiro de Mitchell LaFortune, um ex-agente de operações especiais, e chega a lembrar “O Pacto”, recente lançamento de Guy Ritchie. A comparação não é positiva para “Missão de Sobrevivência”, que pende mais para os thrillers geopolíticos inspirados por Tom Clancy, feitos a rodo nos anos 1990. O CONVENTO Ambientado em um convento isolado nas Highlands da Escócia, o terror traz Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) como Grace, uma oftalmologista que chega ao local para investigar a morte violenta de seu irmão Michael, que era um padre. A história oficial é que Michael assassinou outro padre na capela e depois tirou a própria vida ao se jogar de um penhasco, mas Grace, uma cética humanista, não confia em nada relacionado à religião e está mais do que disposta a atribuir o crime às freiras. O filme também explora o passado extremamente conturbado de Grace, que é tão insano que parece pertencer a um filme separado, a história sangrenta do convento e visões da protagonista, que remetem à época medieval. Com direção de Christopher Smith, “O Convento” é uma tentativa artística de contar uma reformulação feminista do terror de possessão. À medida que as pistas da história começam a se desdobrar, no entanto, muitas perguntas permanecem sem resposta, e as explicações vagamente assustadoras tentam deixar claro que isso é o que menos importa. A crítica considerou o roteiro falho e deu apenas 42% de aprovação ao longa no Rotten Tomatoes. ALMA VIVA Filmado na região de Trás-os-Montes, em Portugal, o drama vencedor do troféu Sophia (o Oscar português) é narrado pelo ponto de vista de Salomé (Lua Michel), uma menina pré-adolescente que se encontra dividida entre dois mundos: a cultura folclórica repleta de magia da casa de sua amada avó e o materialismo desprovido de sentimentos que levou muitos dessa região pobre de Portugal a emigrar para a França, onde a própria Salomé cresceu. O detalhe é que a obra, primeiro longa-metragem da diretora franco-portuguesa Cristèle Alves Meira, gradualmente se transforma em uma espécie de história de fantasmas, centrada em uma possessão espiritual. A narrativa começa com Salomé retornando ao seu vilarejo familiar nas montanhas portuguesas para passar as férias de verão. Ela tem uma relação muito próxima e especial com sua avó, uma mulher cínica, de caráter forte, mas nobre, que tem certos conhecimentos e práticas que fazem com que alguns na região, incluindo sua própria família, a considerem uma bruxa. Quando a matriarca da família morre repentinamente, os membros da família entram em colapso e aos poucos começam a surgir ressentimentos guardados há muito tempo. Em meio a essa comoção, Salomé começa a acreditar que está possuída pelo espírito da avó. “Alma Viva” não explora o aspecto sobrenatural para das sustos ou gerar tensão de filme de terror, mas como parte de uma parábola. Esta possessão espiritual é retratada como uma forma de Salomé manter a ligação com a avó e, ao mesmo tempo, como um reflexo da luta da menina para reconciliar a cultura folclórica de sua família com o mundo moderno em que vive. A jornada de Salomé, desde hospedar o espírito da avó até rejeitá-lo gentilmente, representa tanto o bom quanto o mau da fascinação por superstições e a cultura popular. CAPITU E O CAPÍTULO O novo filme Júlio Bressane é uma incursão no universo de Machado de Assis, mas o escritor é apenas o ponto de partida, não necessariamente a finalidade. A narrativa integra música, poesia, pintura e “até” cinema em seu itinerário experimental, que explora a paixão e a estrutura capitular nos romances de Machado de Assis, particularmente de “Dom Casmurro”, que possui 148 capítulos. Bressane pressupõe que a estrutura fragmentada dos romances do escritor, com capítulos curtos, poderia ser uma manifestação involuntária do quadro de epilepsia que ele sofria. Para explorar essa hipótese, ele utiliza tableaux vivants – cenas estáticas que reproduzem momentos dramáticos importantes do romance – com as participações de atores famosos dando vida a personagens célebres, como Mariana Ximenes (“O Grande Circo Místico”) como Capitu, Enrique Diaz (“Mar do Sertão”) como Casmurro, Vladimir Brichta (“Bingo: O Rei das Manhãs”) como Bentinho e Djin Sganzerla (“Meu Nome é Dindi”) como Sancha. Optando pelo caminho experimental, as cenas representadas não contam toda a história do livro, apenas alguns momentos marcante, como exemplos para o questionamento do diretor sobre o livro de Machado de Assis. Embora seja uma obra que exige do espectador um conhecimento prévio de “Dom Casmurro”, “Capitu e o Capítulo” também oferece uma nova perspectiva sobre o clássico machadiano. ONDE FICA ESTA RUA? OU SEM ANTES NEM DEPOIS O documentário sobre o clássico do cinema português “Os Verdes Anos”, de Paulo Rocha, revisita as locações emblemáticas e os temas do filme de 1963, inspirado na Nouvelle Vague francesa, que capturou as ansiedades da época, como o amor inquieto entre os jovens protagonistas e a dificuldade de se integrar em um mundo urbano alienante. A filmagem se desenrola a partir da vista da rua do apartamento de um dos diretores, João Pedro Rodrigues, que foi herdado de seus avós e dá diretamente para um dos cenários do filme original. Rodrigues e o codiretor João Rui Guerra da Mata (ambos de “A Última Vez que Vi Macau”) emergem dessa famosa janela para observar a protagonista do filme de Rocha, Isabel Ruth, que agora tem 80 anos, enquanto ela percorre as mesmas ruas que percorreu 60 anos antes. Feito durante a pandemia, o longa também apresenta uma Lisboa quase vazia de habitantes, dando aos jovens protagonistas de Rocha a condição de fantasmas da memória.












