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    Oscar 2023: Premiação busca atrair grande público com streaming e blockbusters

    12 de março de 2023 /

    O Oscar passa por um dos momentos mais decisivos de toda a sua história. Em um cenário de pós-pandemia, que prejudicou a maioria dos cinemas ao redor do mundo e fortaleceu a transição dos filmes para o streaming, os eleitores da Academia parecem estar tentando encontrar um equilíbrio entre abraçar as novas plataformas de exibição e premiar os grandes sucessos de bilheteria, que tem sido os grandes pilares de uma indústria que precisa se reerguer. Se as previsões se concretizarem, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” sairá da cerimônia com a cobiçada estatueta de Melhor Filme. E esta parece ser uma das vitórias mais óbvias da noite porque, além de ter acumulado 11 indicações ao Oscar, o longa já venceu prêmios importantíssimos no sindicato dos diretores, produtores, roteiristas, atores e editores. É o grande favorito da noite sem sobra de dúvidas. Qualquer um que derrubá-lo será considerado uma grande zebra. Caso a vitória aconteça, os eleitores do Oscar estarão escolhendo um filme que realmente prosperou em termos de bilheteria. Afinal de contas, a obra conseguiu arrecadar uma inesperada quantia de US$ 100 milhões em todo o mundo e bateu o recorde de faturamento da A24, seu pequeno estúdio independente. Por outro lado, as continuações de “Top Gun” e “Avatar” marcaram o retorno do grande público às salas de cinema. No almoço dos indicados ao Oscar deste ano, no Beverly Hilton Hotel, de Los Angeles, Steven Spielberg rasgou elogios a Tom Cruise e afirmou que o astro “salvou Hollywood”. E este sentimento parece ser compartilhado pela Academia, que colocou o filme na disputa do Oscar de Melhor Filme. E não é pra menos: “Top Gun: Maverick” arrecadou quase US$ 1,5 bilhão em todo o mundo. Os mesmos elogios também poderiam ser ditos sobre “Avatar: O Caminho da Água”, de James Cameron, que, assim como seu antecessor, ultrapassou o patamar global de US$ 2 bilhões e se tornou a 3ª maior bilheteria de todos os tempos no cinema. Apesar de seu relativo sucesso comercial, “Tudo em Todo o Lugar” se inclina para uma nova tendência da Academia, que – nos últimos anos – decidiu premiar um cinema independente que celebra o trabalho de seus autores. Algo que aconteceu com “Nomadland” (2020) e “Moonlight” (2015). Embora os blockbusters possam ganhar um convite para a festa do Oscar, isso dificilmente é traduzido em prêmios. É comum que a Academia ignore os grandes sucessos de bilheteria, principalmente quando se trata de filmes de terror, super-heróis ou ficção científica. Filmes que priorizam o espetáculo em detrimento do enredo e da história costumam serem ofuscados na premiação. Mas a consagração de “O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” (2003) com 11 Oscars prova que a regra não é à prova de exceções. Indicar filmes populares ajuda a trazer o grande público para a cerimônia e, consequentemente, melhora a audiência de sua transmissão televisiva. Com uma receita bruta mundial de US$ 2,3 bilhões, o total da arrecadação de “Avatar” é quatro vezes maior que a de oito candidatos a melhor filme juntos – excluindo “Top Gun”. Hollywood também adotou o streaming como uma opção viável para a premiação e a pandemia ajudou muito a corroer essa antiga resistência da Academia. Tanto que “No Ritmo do Coração”, produção adquirida pela Apple TV+, conseguiram sair com o principal prêmio no ano passado. Mesmo com uma presença reduzida no Oscar deste ano, os serviços de streaming provavelmente não sairão de mãos abanando. Dois filmes da Netflix, o alemão “Nada de Novo no Front” e “Pinóquio de Guillermo del Toro”, são os principais candidatos a Melhor Longa Internacional e Melhor Filme de Animação, respectivamente. Vale notar que a prevalência de blockbusters escapistas tirou da pauta do Oscar as produções politizadas. Até os super-heróis foram lembrados em importantes categorias desse ano (“Batman” e “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”). Mas os filmes de temática racial (“Till – A Busca por Justiça”, “A Mulher Rei”) foram totalmente relevados, assim como questões de abuso sexual na própria Hollywood (“Ela Disse”) e denúncias em geral – com a única exceção da denúncia da guerra em “Nada de Novo no Front”. A grande participação do filme alemão de Edward Berger, com 9 indicações, também reflete a abertura internacional da premiação, que não foi revertida após a vitória de “Parasita” (2019). Este impulso ainda inclui “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund, que disputa três Oscars após vencer o Festival de Cannes. No fundo, o Oscar é reflexo de uma indústria que quer estar em “tudo e todo lugar ao mesmo tempo”, e nada atinge mais pessoas que um grande sucesso de bilheterias.

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    Oscar 2023: Descubra que recordes podem ser quebrados na premiação

    12 de março de 2023 /

    A 95ª edição do Oscar, que acontece neste domingo (12/3), em Los Angeles, pode quebrar vários recordes históricos para atores e estúdios de Hollywood. Há mais de uma dezena de possíveis feitos capazes de marcar a transmissão do evento, desde o ator mais novo até o artista mais velho premiado pela Academia, sem falar na representatividade asiática, conquistas de estúdio e vitórias pessoais. O Oscar de 2023 pode transformar Michelle Yeoh na primeira asiática a conquistar o Oscar de Melhor Atriz. Indicada por seu trabalho em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, a intérprete é nascida na Malásia e também pode se tornar a segunda atriz não-branca a vencer a principal categoria de atuação feminina. A conquista viria 22 anos após Halle Berry vencer o Oscar por “A Última Ceia”, em 2021. Naquela ocasião, ela se tornou a primeira (e única) mulher negra a vencer na categoria. Astro mirim dos anos 1980, Ke Huy Quan pode consagrar seu retorno triunfal aos cinemas, após sumir nos anos 1990, com “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Após varrer a maioria das principais premiações da indústria, sua vitória já é dada como certa na categoria de Melhor Coadjuvante e pode torná-lo o primeiro ator nascido no Vietnã a ganhar um Oscar. Caso ele e Michelle saiam premiados, os dois entrarão para a história do Oscar como os dois únicos atores asiáticos que venceram o Oscar no mesmo ano. Mesmo se Quan não vencer, outo recorde pode ser quebrado na categoria. Judd Hirsch, de 87 anos, está concorrendo por seu papel em “Os Fabelmans” e pode se tornar o vencedor mais velho do Oscar em uma categoria de atuação. A indicação de Hirsch ocorre 42 anos após sua primeira disputa na categoria de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme “Pessoas Comuns” (1980). Sendo assim, Hirsch supera o recorde que anteriormente era de Henry Fonda (“Era Uma Vez no Oeste”), que esperou 41 anos para ser novamente indicada ao Oscar. Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) ainda detém o título de homem mais jovem a vencer o Oscar de Melhor Ator por sua atuação em “O Pianista”. Em 2002, ele tinha 29 anos. Se Paul Mescal, indicado por “Aftersun”, vencer neste domingo, ele estabelecerá um novo recorde com 27 anos de idade. Com sua indicação de Melhor Atriz Coadjuvante por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, Angela Bassett conquistou sua segunda indicação ao Oscar e fez história como a primeira atriz a concorrer por um filme da Marvel. Até então, apenas dois homens, Joaquim Phoenix (“Coringa”) e Heath Ledger (“Batman: O cavaleiro das trevas”), conquistaram o Oscar por filmes de super-heróis, mas ambos do universo da DC. O A24, responsável por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” e “A Baleia”, tem a chance de fazer história como o primeiro estúdio a vencer Melhor Filme, Melhor Diretor e todas as quatro categorias de atuação. Para que isso aconteça, porém, seria necessário haver uma grande reviravolta nas apostas. Enquanto a maioria prevê que o “Tudo em Todo o Lugar” ganhe os principais prêmios da noite e Brendan Fraser vença seu primeiro Oscar por “A Baleia”, a favorita a Atriz Coadjuvante era Angela Bassett. Entretanto, suas chances diminuírem quando Jamie Lee Curtis venceu o SAG por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Se Curtis conseguir o prêmio, o recorde ficará nas mãos da A24. Entre as demais categorias, o prêmio de Melhor Fotografia continua sendo o único nunca conquistado por uma mulher. Mas neste ano, Mandy Walker, que está indicada por “Elvis”, tem tudo para quebrar esse recorde. Ela é apenas a terceira mulher a ser indicada ao Oscar como cinematógrafa. Recentemente, Mandy se tornou a primeira mulher a ganhar o prestigiado prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia (ASC). No entanto, a maioria das previsões apontam uma suposta vitória de Daniel Kwan e Daniel Scheinert por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. Nesse caso, eles se tornariam a terceira dupla a vencer o prêmio. Antes deles, Jerome Robbins e Robert Wise venceram por “Amor, Sublime Amor” (1961) e Joel e Ethan Coen conquistaram a estatueta por “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007). John Williams, que disputa Melhor Trilha Sonora por “Os Fabelmans” aos 90 anos, já é o candidato mais velho de todos os tempos da premiação. Se ele ganhar seu sexto Oscar, estabelecerá novo recorde como o vencedor mais velho de um Oscar, tirando o feito de James Ivory – que tinha 89 anos quando ganhou o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado por “Me Chame pelo Seu Nome” (2018). Parceiro de longa data de John Williams, Steven Spielberg, de 76 anos, também disputa como diretor mais velho a vencer o Oscar. Se for consagrado por “Os Fablemans”, ele superará Clint Eastwood, que tinha 74 quando levou a estatueta por “Menina de ouro” (2004). Indicado nove vezes na categoria, Spielberg já saiu vitorioso em duas ocasiões – por “O Resgate do Soldado Ryan” (1999) e “A Lista de Schindler” (1994) Por fim, a compositora Diane Warren detém um recorde pouco lisonjeiro. Ela disputou Melhor Canção Original 14 vezes e nunca venceu. Nenhuma mulher na história do Oscar recebeu tantas indicações em qualquer categoria sem vencer. Compositora de sucesso, ela é responsável por melodias e canções icônicas, que fizeram sucesso nas vozes de artistas como Céline Dion (“Because You Loved Me”), Lady Gaga (“Til It Happens To You”), Faith Hill (“There You’ll Be”) e Aerosmith (“I Don’t Want to Miss a Thing”), entre outros. Em 2023, ela está indicada pela música “Applause”, do longa “Tell It Like a Woman”, que não é a favorita da competição. Caso volte a perder, Diane deve incrementar seu recorde negativo de maior perdedora da história do Oscar.

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    Saiba porque “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” é o grande favorito do Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    Embora ainda possa ter suas surpresas, o Oscar 2023 parece ter um favorito consolidado: “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Depois de conquistar críticos e espectadores, a improvável comédia de ficção científica dominou a temporada de premiações. Recordista em indicações, concorrendo em 11 categorias do Oscar, o longa conquistou os principais prêmios da crítica da temporada, como o Critics Choice Awards e o Globo de Ouro de Melhor Filme. E também levou para casa os principais prêmios dos sindicatos de Hollywood, incluindo dos atores (SAG), diretores (DGA), roteiristas (WGA) e produtores (PGA), considerados os principais termômetros para o Oscar. Nunca um filme com tamanha unanimidade entre as entidades sindicais do cinema americano perdeu o Oscar. Há um ano, seria impossível imaginar que um filme com mãos de salsichas, pedras pensantes, plug anal e um guaxinim cantor poderia ganhar o prêmio de Melhor Filme, mas prevê-se que o longa fará exatamente isso no Oscar de domingo (12/3). “Tudo em Todo o Lugar” é uma viagem insana pelo multiverso que não se parece em nada com o tipo de filme que geralmente ganha o Oscar principal. A trama acompanha a história de Evelyn Wong (Michelle Yeoh, de “Podres de Ricos”), dona de uma lavanderia falida e imigrante chinesa que se sente insatisfeita com sua vida. Ela luta para se comunicar com seu ex-marido, Waymond (Ke Huy Quan, de “Os Goonies”) e sua filha lésbica Joy (Stephanie Hsu, de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), até que um dia é transportada para outro universo e incumbida de derrotar uma força do mal. Caso saia vitorioso, esse pode ser o quarto ano consecutivo que a categoria de Melhor Filme premia uma obra que “não parece uma vencedora do Oscar de Melhor Filme”, depois de “No Ritmo do Coração” (2021), “Nomadland” (2020) e “Parasita” (2019) saírem vitoriosos na mesma categoria. E isso reforça o quanto a Academia vem mudando nos últimos anos. “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” começou a chamar atenção ao se destacar nas bilheterias norte-americanas. O filme, que custou U$ 25 milhões, rendeu ao todo US$ 108 milhões mundiais (quase tudo nos EUA). O boca-a-boca positivo fez com que o filme começasse a pipocar nas principais premiações da indústria e vencesse o Globo de Ouro de Melhor Comédia no início do ano. Com o passar do tempo, o longa deixou “Os Fabelmans” e “Os Banshees de Inisherin”, inicialmente apontados como favoritos da temporada, comendo poeira nas premiações. “Os Fabelmans”, por sinal, chegou a ser apontado como favorito ao prêmio de Melhor Direção, que iria para Steven Spielberg. Mas a premiação no DGA jogou um balde de água fria nos fãs do renomado diretor. Na véspera da premiação, tudo leva a crer que Daniel Kwan e Daniel Scheinert são os favoritos na categoria pelo trabalho em “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Saindo vitorioso nas premiações dos produtores, diretores, roteiristas e atores, o filme entrou para a história e tornou-se a apenas a quinta produção a ganhar todos os quatro principais prêmios dos sindicatos. O feito só foi atingido anteriormente pelos filmes “Beleza Americana” (1999), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007), “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008) e “Argo” (2012). Todos vencedores do Oscar de Melhor Filme. Por mais que “Tudo em Todo o Lugar” tenha grandes chances de vencer o prêmio principal da noite, alguns precedentes podem surgir no caminho da produção: o filme compete com obras que agradam mais ao gosto “conservador” de alguns votantes. Estatísticas sugerem que alguns membros da Academia, especialmente os mais velhos que ainda compõem grande parte da organização, tendem a achar o filme “louco e confuso” demais. Nesse caso, uma escolha “universalmente aceitável” favoreceria o longa “Top Gun: Maverick”. A produção estrelada por Tom Cruise ganhou o público, a crítica e representa o melhor que o cinema hollywoodiano pode oferecer. Além de ter feito uma bilheteria astronômica, que bateu de frente com os heróis da Marvel. O filme fez tanto sucesso que até Spielberg admitiu que o longa

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    Confira todos os filmes e artistas que concorrem ao Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA entrega neste domingo (12/3) as estatuetas do Oscar 2023 para os melhores artistas e filmes da temporada. O evento, que vai acontecer no Dolby Theatre em Los Angeles, a partir das 21h, pode consagrar a sci-fi indie “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, grande campeã de nomeações, que disputa prêmios em 11 categorias, incluindo Melhor Filme. O filme do estúdio A24 também foi nomeado na categoria de Melhor Direção, Melhor Roteiro (ambos para Daniel Kwan & Daniel Scheinert), Melhor Atriz (para Michelle Yeoh), Melhor Ator Coadjuvante (para Ke Huy Quan, grande favorito da premiação) e duas vezes em Melhor Atriz Coadjuvante (para Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu). A produção alemã “Nada de Novo no Front” e a comédia irlandesa “Os Banshees de Inisherin”, também se destacaram com nove indicações, seguidas pela cinebiografia “Elvis”, com oito, e o drama autobiográfico “Os Fabelmans”, de Steven Spielberg, mencionado em sete categorias. Além destes, a disputa pelo prêmio de Melhor Filme ainda conta com “Avatar: O Caminho da Água”, “Tár”, “Top Gun: Maverick”, “Triângulo da Tristeza” e “Entre Mulheres”. Nas categorias de atuação, Austin Butler (“Elvis”), Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”), Brendan Fraser (“A Baleia”), Paul Mescal (“Aftersun”) e Bill Nighy (“Living”) disputam o prêmio de Melhor Ator. E Cate Blanchett (“Tár”), Ana de Armas (“Blonde”), Andrea Riseborough (“To Leslie”) e Michelle Williams (“Os Fabelmans”) concorrem ao lado de Michelle Yeoh pelo troféu de Melhor Atriz. Confira abaixo a lista completa dos indicados, para acompanhar os premiados e ver quem leva mais troféus no evento, que será transmitido pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max no Brasil. Melhor Filme “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Top Gun: Maverick” “Triângulo da Tristeza” “Entre Mulheres” Melhor Direção Martin McDonagh, por “Os Banshees de Inisherin” Daniel Kwan & Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Steven Spielberg, por “Os Fabelmans” Todd Field, por “Tár” Rubem Östlund, por “Triângulo da Tristeza” Melhor Atriz Cate Blanchett, por “Tár” Ana de Armas, por “Blonde” Andrea Riseborough, por “To Leslie” Michelle Williams, por “Os Fabelmans” Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Austin Butler, por “Elvis” Colin Farrell, por “Os Banshees de Inisherin” Brendan Fraser, por “A Baleia” Paul Mescal, por “Aftersun” Bill Nighy, por “Living” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Hong Chau, por “A Baleia” Kerry Condon, por “Os Banshees of Inisherin” Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Stephanie Hsu, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Brendan Gleeson, por “Os Banshees de Inishering” Brian Tyree Henry, em “Passagem” Judd Hirsch, em “Os Fabelmans” Berry Keoghan, por “Os Banshees de Inisherin” Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado “Nada de Novo no Front” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “Living” “Top Gun: Maverick” “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Triângulo da Tristeza” Melhor Fotografia “Nada de Novo no Front” “Bardo: Falsa Crônica de Algumas Verdades” “Elvis” “Império da Luz” “Tár” Melhor Edição “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Tár” “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Elvis” “Os Fabelmans” Melhor Figurino “Babilônia” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Sra. Harris Vai a Paris” Maquiagem e Penteado “Nada de Novo no Front” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “A Baleia” Efeitos Visuais “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Top Gun: Maverick” Melhor Som “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Elvis” “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora “Nada de Novo no Front” “Babilônia” “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” Canção Original Sofia Carson – “Applause” (de “Tell it Like a Woman”) Lady Gaga – “Hold My Hand” (de “Top Gun: Maverick”) Rihanna – “Lift Me Up” (de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”) M.M. Keeravaani – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Son Lux – “This is a Life” (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) “Argentina, 1985” (Argentina) “Close” (Bélgica) “EO” (Polônia) “The Quiet Girl” (Irlanda) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” “Marcel the Shell with Shoes On” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “A Fera do Mar” “Red – Crescer é uma Fera” Melhor Documentário “All That Breathes” “All The Beauty and the Bloodshed” “Fire of Love” “A House Made of Splinters” “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” “Ivalu” “Le Pupille” “Night Ride” “The Red Suitcase” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The Flying Sailor” “Ice Merchants” “My Year of Dicks” “An Ostrich Told Me the World is Fake and I Think I Believe It” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers” “Haulout” “How do You Measure a Year?” “The Martha Mitchell Effect” “Stranger at the Gate”

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    Saiba onde ver e que horas começa o Oscar 2023

    12 de março de 2023 /

    A 95ª edição do Oscar vai acontecer neste domingo (12/3) em Los Angeles e não será exibida na TV aberta. A Globo, que transmitiu as últimas edições do prêmio, decidiu cancelar seu acordo de exibição e não mostrará o Oscar nem na Globoplay, como fez no ano passado. O público brasileiro só poderá acompanhar a premiação pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max. A cerimônia, que será realizada no Dolby Theatre com apresentação do comediante Jimmy Kimmel, está marcada para as 21 horas, mas a transmissão nacional vai começar antes, desde as 20h, para acompanhar o tapete vermelho – que na verdade será cor de champanhe neste ano. A versão oficial em português do Oscar será apresentada por Ana Furtado, que será acompanhada pelo crítico Michel Arouca e a atriz Camila Morgado. A transmissão vai acontecer direto de Los Angeles, no Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com o por do sol de Hollywood ao fundo. Além disso, Carol Ribeiro e Aline Diniz estarão a postos no Dolby Theatre para cobrir a chegada dos astros e estrelas. Sem direito a exibir a premiação, o canal pago E! também preparou uma programação especial no tapete vermelho do Oscar, que vai começar ainda mais cedo: a partir das 18h, com participação da atriz Laverne Cox (“Orange Is the New Black”). Além de premiar astros de Hollywood, o evento erá apresentações musicais dos indicados ao Oscar de Melhor Canção Original. São eles: Sofia Carson e Diane Warren por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), David Byrne, Stephanie Hsu & Son Lux por “This Is A Life” de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022), Rihanna por “Lift Me Up” de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose por “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. Infelizmene, Lady Gaga, indicada por “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), não irá se apresentar. Ela não teve tempo para ensaiar, devido às filmagens da continuação de “Coringa” (2019).

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    “Pânico VI” tem maior estreia da franquia de terror nos EUA

    12 de março de 2023 /

    O terror “Pânico VI” assustou a concorrência com uma estreia de US$ 44,5 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá. Trata-se da maior abertura de toda a franquia, superando com folga o lançamento anterior, que fez US$ 30 milhões no mercado interno durante o ano passado. A produção da Paramount também impressionou os críticos, atingindo 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, que agrega as principais críticas de filmes escritas em inglês. Com isso, “Creed III” perdeu a luta pelas bilheterias e caiu para o 2º lugar, uma semana após estrear no topo, com US$ 27,2 milhões de arrecadação. Em dez dias em cartaz, o filme de boxe estrelado por Michael B. Jordan atingiu US$ 101,4 milhões na América do Norte e US$ 179,4 milhões em todo o mundo. Já os dinossauros de “65 – Ameaça Pré-Histórica” tiveram uma estreia pouco ameaçadora, faturando US$ 12,3 milhões em 3º lugar. O lançamento da Sony custou US$ 45 milhões, mas foi tratado como lixo pela crítica, com apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. A sci-fi, que acompanha um astronauta vivido por Adam Driver (“Ruído Branco”) caindo na Terra pré-histórica, foi dirigida pelos roteiristas de “Um Lugar Silencioso”, Scott Beck e Bryan Woods. Em 4º lugar, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” continua diminuindo de tamanho, com uma das piores bilheterias do Marvel Studios. Ao somar mais US$ 7 milhões no fim de semana, chegou a US$ 249,6 milhões no mercado doméstico e US$ 447,6 milhões mundiais. O Top 5 se completa com “O Urso do Pó Branco” (Cocaine Bear), que arrecadou US$ 6,2 milhões em seu terceiro fim de semana para uma contagem doméstica de US$ 51,7 milhões e US$ 65,7 milhões globais. Ainda inédita no Brasil, a comédia dirigida por Elizabeth Banks (“As Panteras”) é baseada em uma bizarra história real que aconteceu em 1985, quando o avião de um traficante caiu no meio da floresta e um urso acabou devorando um quantidade enorme de cocaína. No filme, após se fartar com a cocaína que caiu do céu, o urso drogado cruza o caminho da polícia, dos criminosos e de diversos turistas, causando uma chacina sangrenta. Só que tudo isso é contado em tom de piada. A estreia no Brasil vai acontecer em 30 de janeiro. O fim de semana ainda registrou um terceiro lançamento nos EUA, a comédia esportiva “Campeões” (Champions), em que Woody Harrelson (“Triângulo da Tristeza”) vive um técnico de basquete que recebe ordem judicial para comandar um time de jogadores deficientes. Remake do espanhol “Campeones”, de 2018, o filme da Universal foi considerado medíocre pela crítica americana (56% no Rotten Tomatoes) e abriu em 6º lugar com US$ 5,2 milhões. A estreia no Brasil está marcada apenas para 25 de maio. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá.   1 | PÂNICO VI |   2 | CREED III |   3 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA |   4 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA |   5 | O URSO DO PÓ BRANCO |

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    Antônio Pedro, da “Escolinha do Professor Raimundo”, morre aos 82 anos

    12 de março de 2023 /

    O ator Antônio Pedro, conhecido por uma série de personagens humorísticos da Globo, morreu na madrugada deste domingo (12/3) no Rio de Janeiro, aos 82 anos. Ele estava internado desde janeiro com um quadro de insuficiência renal e cardíaca. Antônio Pedro Borges de Oliveira teve uma carreira longa, de mais de meio século, e embora seja mais lembrado por tipos cômicos da TV, participou de dezenas de filmes, peças e produções televisivas. Ele foi um dos atores agredidos por militantes da extrema direita em 1968, durante a montagem de “Roda Vida”, de Chico Buarque, em São Paulo. E o cancelamento da peça, diante do recrudescimento da ditadura militar, foi responsável por levá-lo às telas. Sua carreira televisiva começou em 1969, na novela “Super Plá”, da rede Tupi, e três anos depois o levou à Globo, onde estreou em outra novela, “O Bofé”. Mas depois de “Supermanoela” (1974), sua segunda novela na emissora, Antônio Pedro se jogou no cinema, atuando em vários clássicos como “Os Condenados” (1975), de Zelito Viana, “O Casal” (1975), de Daniel Filho, “Se Segura, Malandro!” (1978), de Hugo Carvana, “A Lira do Delírio” (1978), de Walter Lima Jr., “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade”, e “Bar Esperança” (1983), novamente trabalhando com Hugo Carvana. Neste período, chegou até a estrear na direção com “O Grande Desbum…” (1978), sua única incursão na função, em parceria com Braz Chediak. A volta à Globo se deu pelo humorístico “Chico Anysio Show” em 1982, que inaugurou sua veia humorística na TV. Ele voltou a trabalhar com Chico Anysio em “Estados Anysios de Chico City” e na “Escolinha do Professor Raimundo”, nos anos 1990, vivendo os personagens Bicalho, Nelson Piquete e João Abrealas, e mais recentemente esteve também na versão da “Zorra” de 2015. Durante sua passagem pela emissora, o ator fez participações em muitas novelas, como “Sassaricando” (1987), “Bebê a Bordo” (1988), “Que Rei Sou Eu?” (1989), “Caça Talentos” (1996) e “Explode Coração” (1996), além de minisséries e infantis como “Sítio do Picapau Amarelo” (2002) e “Acampamento de Férias” (2009), com Renato Aragão. Paralelamente, ele ainda foi um dos responsáveis pela explosão do besteirol no teatro brasileiro, com o lançamento de “Cabra Marcado para Correr” em 1985, que ele dirigiu e estrelou, com direito a nudez gratuita do elenco. Entretanto, o cinema continuou representando a maior atividade artística de sua trajetória. Ele firmou uma colaboração bem-sucedida com Bruno Barreto a partir da versão de cinema de “Gabriela” em 1983, que rendeu ainda “Romance da Empregada” (1988) e “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Seguiu firme na parceria com Hugo Carvana, filmando “O Homem Nu” (1997), “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003), “Casa da Mãe Joana” (2008), “Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo” (2011) e “Casa da Mãe Joana 2” (2013). E também trabalhou nos clássicos “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, “O Grande Mentecapto” (1989), de Oswaldo Candeira, e “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), de Paulo Thiago. A partir dos anos 2000, Antônio Pedro passou a ser visto em diversos sucessos de bilheteria, integrando-se ao novo cinema de comédia do Brasil. A lista inclui, entre outros, “O Xangô de Baker Street” (2001), de Miguel Faria Jr., “Divã” (2009), de José Alvarenga Jr., “De Pernas pro Ar” (2010) e “O Candidato Honesto” (2014), de Roberto Santucci, “Meu Passado Me Condena 2: O Filme” (2015), de Julia Rezende, “Ninguém Entra, Ninguém Sai” (2017), de Hsu Chien, e “Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano” (2018), de Vivianne Jundi. Suas última aparições nas telas aconteceram em três minisséries do grupo Globo: “Shippados” (2019), “Bom Sucesso” (2019) e “Filhas de Eva” (2021). Antônio Pedro também teve atuação na política. Filiado ao PDT, foi nomeado em 1986 primeiro Secretário Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, mesmo cargo que ocuparia no município de Volta Redonda três anos depois. Em 1990, foi candidato a deputado estadual pelo partido, mas não conseguiu se eleger. O artista deixa três filhos, incluindo as atrizes Ana Baird e Alice Borges.

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    Especial da Xuxa no “Altas Horas” emociona com shows de Gloria Groove, Lexa e Wanessa Camargo

    12 de março de 2023 /

    O programa “Altas Horas” de sábado (11/3) foi uma grande homenagem aos 60 anos de Xuxa, com direito a uma plateia repleta de famosos que fazem parte da vida da artista ou que foram influenciados por ela. Xuxa deu depoimentos e ouviu declarações de fãs célebres, e ainda recebeu um show especial com Gloria Groove, Lexa e Wanessa Camargo, que cantaram alguns dos maiores hits da carreira da apresentadora. As cantoras confidenciaram que foram muito influenciadas pela Rainha dos Baixinhos. “Falo por todas as drags queens quando digo que, sem a Xuxa, não faríamos metade do que fizemos. Sem contar que não teríamos inúmeras referências de moda, arte, música. Gratidão eterna”, disse Glória. Por sua vez, Wanessa revelou que aprendeu a acreditar em seu potencial e decidiu ser cantora após assistir ao programa da Xuxa. “Você não tem ideia da influência que tem sobre eu ser cantora. Era você que eu ouvia dizendo ‘acredite no seu sonho’. Ela falava aquelas frases no final do programa e, sem saber, foi ela quem me educou, me criou, e fez parte da decisão definitiva de que eu queria ser cantora, depois de ‘Lua de Cristal’”, revelou Wanessa. Lexa foi além, revelando que seu nome é uma homenagem à Xuxa. Ela nasceu Lea Cristina Araújo da Fonseca, mas por conta do amor de sua mãe por Xuxa, a matriarca da família acrescentou a letra X para dizer seu nome, o que virou marca registrada de sua carreira artística. E as apresentações não pararam por aí! Teve Daniel, Tiago Abravanel, Silvero Pereira, Jeniffer Nascimento, Fabiana Karla, Malu Rodrigues, Erika Januza e Junno Andrade cantando clássicos da Xuxa no especial, que deixou a apresentadora muito emocionada, junto risos largos com lágrimas. “Estar hoje aqui, chegar aos 60 anos e dizer ‘caramba, não precisei morrer para receber essa homenagem’ é muito emocionante. É filme saindo, é documentário, é tanta coisa acontecendo que eu olho para cima e digo ‘eu não sei se eu mereço’. Essas histórias que vocês me falaram, e que me envolvem, essas histórias me ajudam a escrever a minha história. Se vocês acham minha história bonita, é porque ela é contada através de vocês”, disse. Veja abaixo uma mostra da parte musical da homenagem. "Marquei um X, um X, um X no seu coração" ❤️ #AltasHoras pic.twitter.com/dAS7jnAeU2 — TV Globo 📺 (@tvglobo) March 12, 2023 "De chocolate o amor é feitoDe chocolateChoco, choco, chocolateBate o meu coração" ❤️❤️❤️ #AltasHoras pic.twitter.com/RvtQ5B9o9J — TV Globo 📺 (@tvglobo) March 12, 2023 Que energia linda! #AltasHoras pic.twitter.com/cYXLuj1snC — TV Globo 📺 (@tvglobo) March 12, 2023 Lua de Cristal é um HINO! #AltasHoras pic.twitter.com/68S2hGjRIK — TV Globo 📺 (@tvglobo) March 12, 2023 o orgulho de toda criança viada #XUXA pic.twitter.com/LqefNlYk4x — Tacito Freitas (@macreulo) March 12, 2023 É tão bom, bom bom, bomXuxa ❤ #AltasHoras Reprodução TV Globo pic.twitter.com/U1Dy8yFA8Y — Vera Regina ❤🖤🙌 (@vera_regina14) March 12, 2023

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  • TV

    Xuxa revela que ganhou as Paquitas após pisar de propósito no pé de uma criança

    12 de março de 2023 /

    A apresentadora Xuxa Meneghel ganhou uma bela homenagem a seus 60 anos no programa “Altas Horas” de sábado (11/3). Mas entre os muitos encontros, declarações de afeto e participações musicais, chamou atenção uma declaração da Rainha dos Baixinhos, que admitiu ter pisado de propósito no pé de uma criança durante seu programa na Globo. Esta história foi contada para explicar porque Xuxa ganhou as Paquitas. Xuxa assumiu que na época ainda não se sentia preparada para comandar um programa cheio de crianças, e muitas vezes sofria nas maõs – e nos pés – dos baixinhos. “Tem uma cena que os fãs não têm, mas que eu tenho gravada ainda na minha cabeça, que eu não tinha paquita na época, e aí as crianças vinham com aquelas botinhas pesadas e duras, que hoje não se usa mais… E aí tinha uma criança que era, nossa, pá virada, e eu com o microfone, aí a criança [pisou] no meu dedo”, iniciou. “E eu: ‘não pisa no meu pé’, e pum, pisei no pé dela também. Eu me lembro que depois que fiz isso, falei: ‘gravaram eu pisando no pé da criança’… Mas é porque ela pisou no meu, e eu ao invés de fazer igual essas tias ‘ah, meu amor, você pisou no pé da titia’, eu respondi: ‘você pisou no meu pé’. E isso era horrível, ou seja, eu não era preparada para isso, eu batia boca com as crianças”, declarou. Andreia Veiga, primeira paquita da Xuxa, acrescentou que ela ficava sozinha, no meio de dezenas de crianças, tendo que entretê-las e comandar o programa. Por isso, surgiu a ideia de a Xuxa ganhar assistentes de palco, as Paquitas, que facilitaram muito a vida da apresentadora.

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  • Reality,  TV

    Saiba quem vem do México para o “BBB 23”

    11 de março de 2023 /

    A influenciadora mexicana Dania Mendez foi confirmada no “BBB 23”. A participante do reality show “La Casa de los Famosos”, irá participar da edição brasileira nos próximos dias, num intercâmbio que levará Key Alves para o programa mexicano. Mas ela ficará pouco na casa mais vigiada do Brasil. Apenas uma semana. Entretanto, terá uma missão a cumprir, que provavelmente colocará alguém no paredão. Dania Mendez era a favorita de Boninho para o intercâmbio e já é conhecida do público brasileiro por sua participação em outro reality, o “Acapulco Shore” da MTV. No programa, a morena não fugiu da briga e uma cena dela jogando uma garrafa de água em uma outra participante viralizou no Twitter. Ela começou a se destacar no TikTok em 2020, e hoje passou de 4 milhões de seguidores na plataforma. No Instagram, são mais 3 milhões de seguidores. Além disso, apareceu no clipe de “Más de la Una”, de Maluma. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por La Casa De Los Famosos 3 (@lacasadelosfamosos.tv) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jose Oliveira (@jbboninho)

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  • Etc

    Campanha Yanomi envia troféus alternativos a indicados do Oscar

    11 de março de 2023 /

    Uma campanha de conscientização sobre o impacto do garimpo ilegal nas terras dos Yanomami enviou uma estatueta da divindade Omama para 20 indicados nas categorias principais do Oscar, que será entregue neste domingo (12/3) em Los Angeles, nos EUA. Chamada de “The Cost Of Gold” (O Preço do Ouro), a campanha tem a intenção de lembrar que o ouro usado nos troféus do Oscar pode ser responsável pelo extermínio dos indígenas no Brasil. A Terra Yanomami vive uma crise humanitária sem precedentes devido ao avanço do garimpo ilegal, principalmente de ouro. A invasão de garimpeiros desmatou e envenenou as águas da região com mercúrio, provocando a morte de crianças, além de ter deixado centenas de indígenas doentes. Eles propõe uma estatueta de outro material, como a que enviaram, esperam conscientizar as estrelas de Hollywood para que elas usem de sua influencia global e ajudem na causa Yanomami e também a denunciar os problemas que a extração de ouro podem causar. Veja abaixo o vídeo da campanha, ´romovida pela agêcia de publicidade DM9 e pela Urihi Associação Yanomami, representada pelo líder Júnior Hekurari Yanomami, um dos principais responsáveis por relatar ao mundo os caos sanitário vivido pelos indígenas dentro do território. Além da estatueta orgânica, a campanha inclui um filme que mostra os malefícios da extração de ouro e informa que para a extração do mineral é usado mercúrio, metal altamente tóxico ao ser humano e ao meio ambiente.

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  • Filme

    Saiba onde ver os filmes indicados ao Oscar 2023

    11 de março de 2023 /

    Já viu todos os filmes que concorrem à 95ª edição do Oscar? Pela primeira vez, todos os lançamentos chegaram ao Brasil com bastante antecedência em relação à cerimônia, que acontece no domingo (12/3) no tradicional Teatro Dolby, em Los Angeles. A maioria dos títulos que disputam as estatuetas estão disponíveis no streaming e vários concorrentes da categoria principal também voltaram a entrar em cartaz nos cinemas, impulsionados pela premiação. Até “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, recordista de indicações do ano, voltou aos cinemas depois de ter sido lançado oficialmente em junho de 2022. No Brasil, a rede UCI ainda promove o “Oscar Day”, que exibe, a preços promocionais, alguns dos filmes que estão na disputa do Oscar. Mas não faltam opções em serviços de assinatura e plataformas de VOD pra quem quiser ter um gostinho do Oscar no conforto de casa. Veja abaixo onde assistir às produções indicadas ao Oscar 2023. | NOS CINEMAS | “Avatar: O Caminho da Água” “TÁR” “Entre Mulheres” “Os Banshees de Inisherin” “Os Fabelmans” “Triângulo da Tristeza” “A Baleia” “Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo” “Top Gun: Maverick” “Elvis” “Babilônia” “Close” “O Gato de Botas 2: O Último Pedido” | NETFLIX | “Nada de Novo no Front” “Blonde” “Pinóquio de Guilherme Del Toro” “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)” “BARDO: Falsa Crônica de Algumas Verdades ” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “A Fera do Mar” “Como Cuidar de Um Bebê Elefante” “O Efeito Martha Mitchell” | HBO MAX | “Elvis” “Batman” “Tudo O Que Respira” “Navalny” | DISNEY+ | “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Red: Crescer é Uma Fera” “Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Krafft” “Le Pupille” | PRIME VÍDEO | “Tudo em Todo o Lugar Ao Mesmo Tempo” “Triângulo da Tristeza” “Argentina, 1985” | PARAMOUNT+ | “Top Gun: Maverick” | MUBI | “Aftersun” | APPLE TV+ | “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “Passagem” | VOD | “Triângulo da Tristeza” “Os Fabelmans” “Top Gun: Maverick” “Tudo em Todo O Lugar ao Mesmo Tempo” “Elvis” “Aftersun” “Sra. Harris Vai a Paris” “Batman” “Gato de Botas 2: O Último Pedido”

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  • Série

    Jesse Spencer vai voltar a “Chicago Fire”

    11 de março de 2023 /

    O ator Jesse Spencer, que saiu de “Chicago Fire” no final de 2021, na 10ª temporada, vai voltar à atração para uma participação especial no 11º ano da série. O motivo é a saída de outro ator do elenco original, Taylor Kinney, intérprete de Kelly Severide, que pediu um período de licença à produção para cuidar de problemas pessoais. De acordo com a revista Variety, Jesse Spencer voltará à pele de Matt Casey no 18º episódio da 11ª temporada, com o objetivo de suprir a ausência de um dos principais protagonistas da atração. Os detalhes sobre a volta do personagem não foram divulgados. Também não está claro se o retorno será apenas uma participação especial, ou se Spencer se torará uma presença recorrente na produção americana. Atualmente, “Chicago Fire” está em hiato. A série será retomada ainda neste mês, com a exibição do 16º episódio em 22 de março. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal e está disponível em streaming na Globoplay.

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