Alface se incomoda por ser chamado de machista no “BBB 23”
Em uma conversa com Ricardo Alface no “BBB 23”, Amanda afirma que ele foi machista por não citá-la ao comentar com Tadeu Schmidt a última Prova do Líder, que foi vencida em dupla pelo brother e MC Guimê. “Algumas atitudes ficam implícitas e vão se expondo aos poucos. Inclusive, achei uma atitude machista na hora que você falou pro Tadeu que não ia deixar a liderança pro Sapato. Invalidou toda a minha presença na prova”, reclamou a sister. E Ricardo logo se defendeu: “Quando falei do Sapato, eu tava falando do momento do Sapato. A gente falou que ele tava ‘na maldade’ escondendo as peças, porque o assunto era ele”. O biomédico se mostrou incomodado com as afirmações de Amanda e disparou: “Isso não tem nada de machista, desculpa. Não vem levantar essa bola”. E Amanda continuou afirmando que o assunto, na verdade, era para quem eles iriam deixar a liderança da semana. E complementou: “Eu só estou falando de como eu me senti. Pareceu que eu não participei da prova! Se a gente ganhasse a prova, a liderança iria ficar para mim. Eu me senti anulada”. Ainda incomodado com as afirmações da médica, Ricardo optou por encerrar logo o assunto: “Me desculpa, Amandinha. Não era isso. Só não fala que eu fui machista”.
BBB 23: Alface e Fred são os mais castigados no Jogo da Discórdia
O tradicional Jogo da Discórdia do “BBB 23” desta segunda-feira (13/3) garantiu uma série de desentendimentos entre os brothers, com a dinâmica do alvo e o clássico balde, que jogou gosma colorida em vários participantes. Os confinados se dividiram em dois grupos: azul e amarelo. A formação seguiu a dinâmica de alianças da casa. O grupo amarelo foi formado por Aline, Amanda, Bruna, Cara de Sapato, Guimê, Fred e Larissa. Já o grupo azul tinha Cezar Black, Domitila, Gabriel Santana, Marvvila, Ricardo e Sarah. Eles tiveram que decidir quem do grupo oposto seria o general. Fred foi apontado com o general do grupo azul. Já o grupo amarelo teve Cezar Black como seu principal representante. Cada grupo ganhou 8 pergaminhos com adjetivos negativos e devia escolher um integrante do grupo oposto que se encaixava melhor na característica escolhida. Fred e Ricardo foram os mais escolhidos como alvo. Fred foi acusado quatro vezes e Ricardo três. Vários participantes não foram escolhidos e não participaram da dinâmica. Entre os brothers ausentes, Amanda, Aline, Marvvila e Sarah foram alguns nomes que não tomaram um banho de balde e ficaram limpos durante toda a dinâmica. O público em geral os considera as plantas da casa. Fred e Domitila trocaram acusações e trouxeram a tona alguns acontecimentos do Quarto Branco. Ao apontar que Domitila é arrogante, Fred disse que ela “usou uma mentira e tentou usar o meu coração”, e lembrou a atitude machista da sister de dizer que queria Larissa fora para ela consultar suas DMs no Instagram – reduzindo a professora de educação física a um objeto. “Você falou como se fosse o Brasil”, rebateu Domitila. Ela defendeu que Fred é manipulador e tentou fazer com que ela abrisse mão da vitória no quarto. Mas não falou da acusação sobre Larissa. A própria Larissa questionou, citando que ela se diz defensora de mulheres, mas Domitila desconversou e fugiu do assunto. Ricardo foi alvo de seus antigos aliados do Quarto Deserto. Ele foi apontado como traidor e acusado por Fred de “extrair o pior das pessoas” e sair do grupo de pessoas que sempre o defendeu. O biomédico rebateu, afirmando que Fred tinha um “terceiro grupo” com Sarah, Marvvila e Gabriel, sem que os aliados soubesse. “Seja homem, assuma os seus defeitos”, disparou. Ricardo bateu boca com Larissa e chamou a sister de “mimada”. O biomédico afirmou que a professora de educação física é arrogante por não saber ouvir a opinião dos outros. “Na semana que ganhei o Anjo, ela tentou me manipular falando que tinha que dar o Anjo pro Fred, porque ele me defenderia até o fim. Quando dei o Anjo pra Tina, três dias depois ela veio falar do que eu tinha feito, e que eu jamais seria prioridade dela, de Bruna e Fred. Virou as costas, nada muito diferente do que fez com Fred na frente de todo mundo”. E complementou: “Em outro dia, a Bruna teve um acidente que pegou no rosto da Amanda. Cheguei pra ela e falei ‘vai lá que a Bruna tá chorando’, ela bate na mesa e diz ‘se a Bruna sair por sua causa, você vai se ver comigo’. Você acha que é intocável, e não é. Não gosta de ser contrariada. Quando digo que é mimada, é mimada!”. Larissa se defendeu ao dizer que o rapaz incomoda todos da casa e não sabe com quem jogar. “Primeiro, Alface é uma pessoa que brigou com a casa inteira e ninguém te aguenta mais. Quando falei da Tina, eu falei porque, desde o começo, no mínimo umas 5 pessoas tu tinha como prioridade. No dia que cheguei em você, você disse quer nós 4 éramos sua prioridade. Você tá perdido e não é leal com quem está contigo desde o começo”. E questionou a acusação de mimada, falando que é quem sustenta sua família e tem uma história de vida de lutas e tão digna quanto a dele. Bruna Griphao também se estressou com Alface e disparou ofensas contra o biomédico: “Você é falso e está onde te convém!”. O clima esquentou e os dois trocaram várias acusações aos berros. No meio da discussão, a atriz soltou vários palavrões, que fizeram Tadeu Schmidt lembrar que estavam “ao vivo para todo o Brasil”. Perto do final, Ricardo chamou uma pessoa que costumava considerá-lo amigo, Cara de Sapato, e, quando Bruna o questionou, soltou uma frase que bombou na internet: “Não vai ter conforto pra ninguém! E eu tenho argumentos!”. Por mais que esteja enfrentando um alto índice de rejeição dentro da casa, Ricardo Alface foi apontando pelos internautas como o “craque do jogo”. E muitos defenderam o seu distanciamento do Grupo Deserto. “Ele saiu do grupo porque chamavam ele de traidor, falso, insuportável e ele não era prioridade de ninguém ali. Estamos com você, Ricardo Alface!”, defendeu um internauta. Veja a reação na internet. E outro complementou: “Ricardo aAlface é engraçado, contraditório, verdadeiro, joga os negócios na cara, cria o caos, faz a gente desgostar e gostar dele no mesmo dia. O maluco é a alma do BBB”. O CRAQUE DO JOGO TEM NOME RICARDO ALFACE, UMA LENDA #BBB23 pic.twitter.com/aqJB8zwDjK — Dan 🥬 #ForaLarissa (@oxentedan_) March 14, 2023 "Mudou de quarto do nada…" Sim, "do nada" após ser chamado de traidor, falso, insuportável e não ser prioridade de ninguém ali. Estamos com você, Ricardo Alface.#BBB23 pic.twitter.com/wiXvkxXmRC — harley (@harleyfontes_) March 13, 2023 a larissa chamando o alface de insurportável namorando o fred e sendo amiga da bruna. A piada mds.#BBB23 pic.twitter.com/b2ehkWZQLX — LUKINHAS – fan account (@luucat_) March 14, 2023 Ricardo alface é engraçado, contraditório, verdadeiro, as vezes uma falsidadezinha, joga os negócios na cara, cria o caos, faz a gente desgostar e gostar dele no mesmo dia.. O maluco é a alma do BBB raiz como que pode kkkkkkk #ForaLarissa #BBB23 tchau larissa/ truce / votando pic.twitter.com/5td4GnEjhu — Advogado do Alface 🌵🔑 🥬 (@AlbericoRangel) March 13, 2023 Gabriel Santana é manipulador mesmo. Manipulou a audiência todinha depois de tirar a camisa! #BBB23 pic.twitter.com/QjTA2Ldm3L — Mari Tegon⚡️ (@maritegon) March 14, 2023 affffffff larissa e bruna vieram direto de MENINAS MALVADAS — Clarice Falcão 🕳 (@euclarice) March 14, 2023 a bruna raspando o balde pra tirar todo líquido e jogar no alface KKKKKKKKKKKKKKKKKK a maior pic.twitter.com/ghpJRX5EiF — barbie (@barbiecomentaa) March 14, 2023 Domitila hablando com argumentos plausíveis os motivos que ela acha o Fred D manipulador. #BBB23 pic.twitter.com/4Qxo9DGAwq — Domitila Barros 🦁 (@domitila_barros) March 14, 2023 Silêncio Brasil , o Ricardo Alface está Hablando ! 🔇 "Não vai ter conforto pra ninguém , e eu tenho argumentos " #BBB23 pic.twitter.com/hO0v3gsBIU — Will Comenta (@Will_Comenta) March 14, 2023
Trailer de “A Pequena Sereia” recria desenho clássico com atores reais
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer completo de “A Pequena Sereia”, versão live-action da animação dos anos 1990. A prévia resume toda a premissa, ao mostrar a protagonista salvando o Príncipe Eric durante uma tempestade, sua curiosidade sobre os humanos e a aparição da vilã Úrsula, que promete ajudar Ariel a ir para a superfície – e ela logo aparece na praia, com pernas de verdade. Trata-se, claro, da história conhecida do desenho clássico de 1989, que é recriada até na parte musical – com destaque para a versão de “Part of Your World”, entoada com todo o talento vocal de Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete da personagem-título. O elenco também inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) como Ursula, Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC) como Eric, Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como o Rei Tritão, além de Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Noma Dumezweni (“Bem-Vindos à Vizinhança”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Transmissão do Oscar tem maior audiência dos últimos anos
A inclusão de blockbusters e filmes de streaming entre os indicados da premiação, ajudou a transmissão do Oscar 2023 a ter uma das maiores audiências dos últimos anos nos EUA. O programa foi visto por 18,7 milhões de telespectadores na rede americana ABC, um aumento de 12% em comparação à edição de 2022, quando aconteceu o infame tapa de Will Smith. A recuperação é ainda maior quando comparada à edição de 2021, quando a transmissão teve o pior público de sua história, com apenas 10,4 milhões. O Oscar 2023 também conquistou bons números nas redes sociais, atingindo cerca de 27,4 milhões de interações ao todo, com dados de plataformas como Twitter, Facebook, Instagram e YouTube. Foi um aumento de 5% em comparação com a edição passada, o que não deixa de ser significativo considerando que o atrito entre Will Smith e Chris Rock se tornou um dos maiores assuntos do ano. Apesar dessa retomada de público, o evento ainda está longe de repetir seus dias de glória. Para efeito de comparação, o Oscar de maior audiência da história foi ao ar em 1998, quando “Titanic” levou a estatueta de Melhor Filme – e mais 10 troféus – diante de 57 milhões de telespectadores.
“The Last of Us” bate recorde de audiência e supera “A Casa do Dragão”
O último episódio da 1ª temporada de “The Last of Us” bateu o recorde de audiência da série, visto por 8,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas da HBO nos Estados Unidos. Com isso, o crescimento do público ao longo da temporada foi de 74,5% maiores, desde os 4,7 milhões que assistiram à estreia da série em janeiro até a exibição da season finale no domingo (12/3). A emissora também contabilizou toda a audiência da atração desde seu lançamento – incluindo reprises e exibição estendida em streaming – para revelar que “The Last of Us” teve uma média de 30,4 milhões de telespectadores desde sua estreia, superando os 29 milhões de “A Casa do Dragão”. Em toda a história da HBO, a audiência cumulativa da série pós-apocalíptica só perde para a temporada final de “Game of Thrones”, que teve uma média superior a 44 milhões de espectadores em 2019. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).
Selton Melo e Matheus Nachtergaele confirmam “O Auto da Compadecida 2”
Selton Melo e Matheus Nachtergaele confirmaram o retorno da parceria na sequência de “O Auto da Compadecida”. O anúncio foi feito pelos atores nas redes sociais. “João Grilo & Chicó, vinte e cinco anos depois, juntos mais uma vez”, escreveram no Instagram, junto da divulgação do projeto. Uma das séries mais populares da TV brasileira, “O Auto da Compadecida” vai ganhar primeiro uma produção de cinema, mas também deve se transformar em uma série da Globo. As filmagens estão previstas para julho. Mas tudo ainda está muito incerto por conta das agendas dos atores, principalmente de Selton Mello. A produção, direção e roteiro são assinados por Guel Arraes (“Lisbela e o Prisioneiro”) que também assinou a primeira versão há 25 anos atrás. A movimentação sobre a continuação da trama vem desde 2020. Porém, as conversas com o elenco só se intensificaram em 2022. Além de Selton Mello como Chicó e Matheus Nachtergaele (“Amarelo Manga”) como João Grilo, participaram do longa Marco Nanini (“O Bem Amado”), Denise Fraga (“De Onde Eu Te Vejo”), Diogo Vilela (“O Coronel e o Lobisomem”), Lima Duarte (“2 Filhos de Francisco”), Fernanda Montenegro (“A Vida Invisível”), Luis Melo (“Encarnação do Demônio”) e Virginia Cavendish (“Califórnia”), entre outros. Filmada em Cabaceiras, no sertão da Paraíba, “O Auto da Compadecida” conta a história de João Grilo, um nordestino que dribla com sagacidade as dificuldades para garantir o pão de cada dia. A versão das telas é uma adaptação do espetáculo teatral homônimo escrito em 1955, encenado pela primeira vez um ano depois. Em 1999, a Globo negociou com Ariano Suassuna a adaptação para o formato de minissérie. No ano seguinte, editada em filme, a produção chegou às telonas repetindo o sucesso da televisão. Com 100 minutos a menos que o tempo total da minissérie, o longa-metragem também teve uma trajetória bem-sucedida. Enquanto a versão da TV foi campeã de audiência, à frente até da então novela das oito “Suave Veneno” (1999), o filme foi o título brasileiro mais visto em 2000, levando 2,1 milhões de pessoas aos cinemas. A história também figura entre as mais reprisadas pela Globo. A primeira apresentação do filme foi no Festival Nacional, em 2002. Nos anos seguintes, tornou-se clássico da Sessão da Tarde, com reapresentações constantes. A minissérie também passou no Viva, em 2012, e voltou à grade da Globo em comemoração a seus 20 anos, em janeiro de 2020, com imagem remasterizada. Além disso, encontra-se disponível na Globoplay. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello)
“Three Pines” é cancelada após apenas uma temporada
A Amazon Prime Video cancelou “Three Pines”, série criminal estrelada por Alfred Molina (“Homem-Aranha Sem Volta para Casa”), após apenas uma temporada. A notícia foi confirmada pela showrunner Emilia di Giorlamo, a escritora de material de origem Louise Penny e a estrela Elle-Máijá Tailfeathers no Instagram. Tailfeathers descreveu a notícia como “difícil de processar” e disse que, como atriz indígena, ela “nunca pensou que teria a oportunidade de ser a protagonista de um programa como este”. O programa foi elogiado por seu retrato diferenciado dos povos e questões indígenas. “Estou chocada e chateada. Como qualquer programa, [‘Three Pines’] teve dores de crescimento, mas só ficaria cada vez melhor”, acrescentou A série trazia Alfred Molinacomo o inspetor-chefe Armand Gamache, um detetive da polícia canadense que vai investigar uma morte bizarra numa cidade rural idílica e tediosa, mas ao chegar lá se depara com uma epidemia de falecimentos com as mais diversas causas. Perplexo com a quantidade de mortes súbitas, beirando o sobrenatural, o detetive logo se depara com segredos há muito enterrados, mas para solucionar o caso precisa enfrentar alguns de seus próprios fantasmas. A produção canadense-britânica era baseada numa franquia literária da escritora Louise Penny e foi desenvolvida pela produtora-roteirista Emilia di Girolamo (“The Tunnel”), com realização da Left Bank Pictures, empresa por trás da premiada série “The Crown”. No Brasil, a série foi disponibilizada pela HBO Max. Veja abaixo o trailer da atração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elle-Máijá Tailfeathers (@ellemaijatailfeathers)
Mira Sorvino critica Oscar por esquecer seu pai em homenagens póstumas
A atriz Mira Sorvino, vencedora do Oscar por “Poderosa Afrodite” criticou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por ignorar seu pai, o também ator Paul Sorvino (“Godfather of Harlem”), no segmento “In Memoriam” do Oscar 2023, que visava homenagear os artistas que morreram no último ano. “Eu, pelo menos, estou lembrando do meu pai nesta noite de Oscar”, escreveu ela numa publicação no seu Twitter. “É incrivelmente desconcertante que meu amado pai e muitos outros atores incríveis e brilhantes que já se foram tenham sido deixados de fora. O Oscar esqueceu de Paul Sorvino, mas o resto de nós nunca esquecerá!”, completou. Paul Sorvino morreu de causas naturais em julho passado, aos 85 anos. Além dele, também ficaram de fora da homenagem as atrizes Anne Heche (“Jogando com Prazer”) e Charlbi Dean, entre outros. No caso de Dean, sua ausência foi ainda mais marcante, visto que ela estrelou “Triângulo da Tristeza”, que estava concorrendo ao Oscar de Melhor Filme. Mas a omissão de Paul Sorvino foi igualmente marcante, porque a Academia lembrou de homenagear o ator Ray Liotta com uma cena de “Os Bons Companheiros”, ignorando que o filme também tinha em seu elenco o pai de Mira Sorvino. Ao final do “In Memoriam” foi apresentando um QR code que levava os espectadores ao site do Oscar, onde foi disponibilizada uma lista mais extensa do que aquela apresentada na cerimônia. Paul Sorvino, Anne Heche e Charlbi Dean foram todos incluídos na lista do site. Mas, segundo a família do ator, isso não foi suficiente. “Paul não foi a única alma merecedora deixada de fora, e um QR code não é aceitável”, disse a viúva de Paul Sorvino, Dee Dee, em comunicado à imprensa. “A Academia precisa pedir desculpas, admitir o erro e fazer melhor. Paul Sorvino merece melhor, a audiência merece melhor. A Academia está tão cínica que esquece as pessoas que são amadas, e que deram seus corações para esta indústria?” “Vergonha para a Academia se isso não for corrigido”, continuou Dee Dee. “Erros são cometidos, este foi um grande erro. Por favor, façam algo para consertar.” Diante das críticas em relação às ausências no “In Memoriam”, a organização do Oscar emitiu um comunicado dizendo que: “a Academia recebe centenas de solicitações para incluir entes queridos e colegas da indústria no segmento ‘In Memoriam’ do Oscar. Um comitê executivo representando todas as áreas considera a lista e faz seleções para a transmissão com base no tempo limitado disponível. Todas as inscrições estão incluídas na A.frame [revista digital da Academia] e permanecerão no site ao longo do ano.” Como se vê, a Academia acha que não deve desculpas. It is baffling beyond belief that my beloved father and many other amazing brilliant departed actors were left out. The Oscars forgot about Paul Sorvino, but the rest of us never will!! https://t.co/dbgcfb1qy3 via @forthewin — Mira Sorvino (@MiraSorvino) March 13, 2023 I for one am remembering Dad on this Oscars night… https://t.co/h7rZ0994HN — Mira Sorvino (@MiraSorvino) March 13, 2023
Estreia de “Pânico VI” lidera bilheterias do Brasil
“Pânico VI” liderou as bilheterias do Brasil em seu fim de semana de estreia, levando cerca de 390 mil pessoas aos cinemas para um faturamento de R$ 8,45 milhões. A nova continuação de terror também ficou em 1º lugar nos EUA, onde teve a maior estreia de toda a franquia iniciada nos anos 1990. Em 2º lugar, ficou “Creed III”, protagonizado e dirigido por Michael B. Jordan, que rendeu R$ 4,06 milhões. Líder até a semana passada, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu para o 3º lugar com R$ 3,14 milhões. Outro estreante, “65 – Ameaça Pré-Histórica” fez R$ 2,46 milhões em 4º lugar. E, para completar o Top 5, “A Baleia” foi o drama indicado – e premiado – no Oscar 2023 mais prestigiado pelo público no fim de semana da premiação, com US$ 1,62 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil. 1 | PÂNICO VI | 2 | CREED III | 3 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA | 4 | 65 – AMEAÇA PRÉ-HISTÓRICA | 5 | A BALEIA |
Oscar Isaac negocia estrelar série do diretor de “Nada de Novo no Front”
O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) está em negociações para estrelar “Helltown”, série dirigida por Edward Berger, responsável por “Nada de Novo no Front”, vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme Estrangeiro. Caso as negociações se concretizem, Isaac vai interpretar o aclamado escritor Kurt Vonnegut, autor de livros cultuados como “Matadouro 5”, “Café da Manhã dos Campeões” e “Cama de Gato”. A série vai se passar em 1969, quando Vonnegut era um escritor que passava por dificuldades que precisava trabalhar como vendedor de carros para poder sustentar a esposa e os cinco filhos. Porém, quando duas mulheres desaparecem e são mais tarde descobertas assassinadas, Kurt fica obcecado por aquele crime e se envolve na caça ao serial killer, ao mesmo tempo que forma um vínculo com o principal suspeito. “Helltown” será baseada no livro homônimo de Casey Sherman. O produtor e roteirista Mohamad El Masri (“Ruptura”) vai atuar como showrunner da atração, que também tem entre seus produtores o astro Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a série ainda não tem previsão de estreia. Oscar Isaac será visto a seguir no filme “Metal Gear Solid”, adaptação de uma famosa franquia de games, ainda sem data de lançamento.
Slash, do Guns N’ Roses, cria produtora de filmes de terror
O guitarrista Slash, da banda Guns N’ Roses, lançou uma produtora de terror. Intitulada BerserkerGang, a produtora foi criada com o objetivo de atender a um desejo criativo do músico. “Eu sempre fui um grande fã de terror, especialmente voltando aos dias em que os filmes de terror realmente te assustavam”, disse Slash em comunicado. “Quero entrar no coração do negócio de produção para tentar fazer filmes que eu gostaria de ver”. A BerserkerGang foi criada por Slash (cujo verdadeiro nome é Saul Hudson) em parceria com Michael Paszt (“V/H/S/94”), James Fler (“Sorry About the Demon”), Andrew T. Hunt (“The Infernal Machine”), Rodrigo Gudiño (“The Last Will and Testament of Rosalind Leigh”) e Pasha Patriki (“Brooklyn 45”). Slash, Fler e Hunt trabalharam juntos recentemente no filme “The Breach” (2022). Essa parceria levou à formação da BerserkerGang como veículo para a equipe continuar sua colaboração. “O objetivo da BerserkerGang será a qualidade em vez da quantidade”, disse Hunt ao site Variety. “Escolheremos seletivamente projetos que coletivamente acreditamos representar melhor a marca”. “Nosso objetivo é desenvolver projetos com cineastas e roteiristas que sejam tão apaixonados por filmes de gênero quanto nós”, completou Paszt. E Gudiño afirmou que: “o slogan da empresa é ‘Filmes forjados na fúria’, se isso é alguma indicação de onde planejamos nos aventurar”. Por enquanto, nenhum filme foi anunciado pela produtora.
Elenco de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” volta a se juntar em teaser de série
A plataforma de streaming Disney+ divulgou um easer da série “American Born Chinese”. Sem entrar em detalhes sobre trama, a prévia serve para destacar uma nova reunião de Michelle Yeoh, Ke Huy Quan e Stephanie Hsu, que trabalham juntos no filme vencedor do Oscar “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “A Jogada de Chang”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” estreia em 24 de maio na Disney+.
Produtor mineiro ganha Oscar com o filme “Nada de Novo Front”
Teve brasileiro premiado no Oscar 2023. O produtor mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos, recebeu a estatueta na categoria de melhor filme internacional por seu trabalho no drama de guerra “Nada de Novo no Front”. Há cerca de 20 anos, o produtor de cinema belo-horizontino se mudou da capital mineira para Los Angeles, onde reside atualmente, mas nunca deixou de amar o Brasil e a sua cidade natal. “Sou amante do samba, fascinado pela história de Minas, pela gastronomia”, disse ele em entrevista recente ao jornal O Tempo. Em duas décadas nos Estados Unidos, Dreifuss se estabeleceu na indústria cinematográfica e assinou a produção de alguns projetos famosos como “No”, de Pablo Larraín, primeiro longa chileno indicado ao Oscar de melhor filme internacional, em 2013, com Gael García Bernal (“Tempo”), e “Sérgio”, estrelado por Wagner Moura (“Agente Oculto”) e Ana de Armas (“Blondie”), biografia do saudoso diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Com surpreendentes 9 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme, “Nada de Novo no Front” conta a história do jovem soldado alemão Paul (Felix Kammerer), que se alista para lutar na 1ª Guerra Mundial. O roteiro é baseado no romance homônimo do escritor Erich Maria Remarque, lançado em janeiro de 1929. O longa foi um dos maiores vencedores da noite, conquistando quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Fotografia, Direção de Arte (Design de Produção) e Trilha Sonora. Daniel Dreifuss recebeu o roteiro de “Nada de Novo no Front” há mais ou menos 10 anos. Originalmente, o filme seria todo falado em inglês e tinha uma pegada mais comercial, com muitas cenas de ação e explosões. A trama focava mais no último dia do conflito, horas antes do armistício do dia 11 de novembro de 1918, às 11h. Depois que o texto passou por outros diretores e produtores, Dreifuss decidiu retomar o projeto com mudanças importantes. “Lutei pela autenticidade que sempre norteou minha carreira. Eu pensei: ‘por que alemães estariam falando em inglês entre si?’. Fui para a Alemanha em 2019 com a ideia de voltar ao texto original e tentar levantar a produção em alemão”, explicou para o jornal mineiro. “Nada de Novo no Front”, cuja direção é assinada por Edward Berger (“Jack”), foi rodado em 2021 e há poucos meses chegou ao streaming como grande aposta da Netflix para a temporada de premiações. Até conseguir financiamento para o filme, Daniel Dreifuss ouviu muitas recusas nos Estados Unidos. Contudo, voltar ao texto original e buscar parceiros na Alemanha tem uma explicação muito particular. “A família do meu pai é toda da Alemanha, da fronteira com a França. Meu avô Max nasceu em 1899, se alistou em 1917 e foi lutar pela Alemanha na 1ª Guerra. Ferido nas costas e no pulmão, foi mandado de volta para a casa. O primo dele é uma das pessoas das quais o filme fala. Ele morreu a 40 horas do fim da guerra. O meu avô, 20 anos depois, foi mandado para uma campo de concentração por ser judeu-alemão”, relatou o produtor. “Quando eu recebi o roteiro, eu sabia que aquelas pessoas existiam na minha vida, existiam em mim. Eu queria honrá-las depois de tantos ‘nãos’ seguidos, de tanta carga negativa. Eu pensava nessas pessoas e continuava no empenho de contar essa história”, ele completa. O seu avô sobreviveu ao terror do nazismo e fugiu para o Uruguai, onde nasceria o pai do produtor, o cientista político e historiador René Dreifuss. Daniel nasceu em Glasgow, em 1978, quando o seu pai fazia doutorado na Escócia. Um ano e meio depois, ele chegou a Belo Horizonte. O produtor fala com saudade de BH. Foi na capital mineira que ele se apaixonou por cinema em sessões no Cine Pathé, no Cine Acaiaca, no Belas Artes e em outros cinemas de rua da cidade, levado por sua mãe, Aurea, ainda quando era criança. Essas memórias acompanham Dreifuss até os dias de hoje, e assim sempre será. Há tantos anos fora do Brasil, o produtor não quer que seus laços com o país se enfraqueçam com o tempo. Amizades, família, culinária, música e visitas pontuais ao país ajudam a manter forte essa relação. Já com o mercado cinematográfico brasileiro, Daniel Dreifuss espera criar uma relação que gere futuros trabalhos: “Gostaria que o Brasil se lembrasse mais que eu sou brasileiro, adoraria levantar projetos no Brasil. Nosso país tem muitos talentos no cinema, diretores interessantíssimos, tem a turma de Recife, dos meus conterrâneos do ‘Marte Um’, da Filmes de Plástico. Espero que eu tenha o privilégio de acabar me conectando mais com a indústria brasileira. Eu vou onde as histórias estão, e elas não têm fronteiras”. “Nada de Novo no Front” tornou-se o filme alemão mais premiado da história do Oscar. E além das quatro estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o longa também foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes e Ciências Cinematográficas e Televisivas, vencendo sete BAFTA Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Após o sucesso estrondoso da obra, Daniel relata que atualmente está cheio de novos projetos e trabalha no desenvolvimento de duas minisséries e um filme. E o produtor revela que adoraria ver todas essas obras serem gravadas no Brasil: “Não quero me distanciar do meu país. O Brasil é emocionante”.












