Remake de “Colheita Maldita” ganha primeiro trailer
A distribuidora RLJE Films divulgou o primeiro trailer e pôster de “Children of the Corn”, remake de “Colheita Maldita” (1984). A prévia mostra um grupo de crianças, lideradas por Eden Edwards (Kate Moyer, de “Station Eleven”), que caçam e matam todos os adultos de uma cidadezinha do interior do estado de Nebraska. O filme é baseado em um conto famoso de Stephen King, que inexplicavelmente deu origem a uma longeva franquia de 10 filmes, misturando produções feitas para o cinema e outras lançadas diretamente no mercado de home video. O remake troca o sexo da criança maldita e acompanha uma menina possuída por um espírito no milharal, que recruta outras crianças em sua cidade para matar todos os adultos e qualquer outra pessoa que se oponha a seu domínio. Porém, ela acaba se deparando com uma pessoa capaz de confrontá-la e que se torna a única esperança de sobrevivência da cidade. “Children of the Corn” foi escrito e dirigido por Kurt Wimmer (“Ultravioleta”) e o elenco ainda conta com Elena Kampouris (“O Legado de Júpiter”), Callan Mulvey (“Firebite”) e Bruce Spence (“A Maldição da Casa Winchester”). O filme chega aos cinemas americanos em 3 de março e seu lançamento em VOD está marcado para 21 de março. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.
Paula afirma que quer ter algo com Ricardo Alface após o “BBB 23”: “Ele é quente”
Pouco depois de sair da casa do “BBB 23”, Paula cedeu uma entrevista ao Gshow e fez uma declaração que pegou o público de surpresa. A sister revelou que se sente atraída por Ricardo Alface e que está disposta a esperar a saída do biomédico para ver se rola algo entre eles. Paula entrou no reality enrolada em um caso antigo, mas agora decidiu que não quer mais reatar com seu ex. Seus olhos estão voltados para Ricardo: “Ele é quente, tem borogodó. E eu espero por ele. Estou tranquila, então é o tempo que eu tenho pra me preparar pra ele até ele sair, que eu espero que demore muito ainda”, afirmou Paula. Ricardo e Paula viveram um clima de romance nos últimos dias da sister no programa. Os dois compartilharam a mesma cama, trocaram selinhos e até tiveram papos quentes. O biomédico, inclusive, já havia revelado para os brothers que estava apaixonado por Paula. Em uma conversa com Guimê, Ricardo confessou que esperava Paula para fazerem o café juntos. Depois da declaração para o amigo, o brother disse que irá sentir muita falta da companheira e caiu no choro. Detentora do recorde de rejeição da temporada, Paula deixou o “BBB 23” com 72,5% dos votos. A alta rejeição pode ser sido causada pelos fãs de Juliette, que não gostaram de algumas declarações da sister. Além das altas expectativas amorosas com Ricardo, Paula também relatou que quer aproveitar a vida de ex-BBB, usufruindo o melhor que a vida de uma celebridade instantânea pode oferecer.
“Como Treinar o Seu Dragão” vai virar filme com atores reais
A Universal Pictures está desenvolvendo uma versão live-action de “Como Treinar o Seu Dragão”, sucesso animado de 2010 da DreamWorks Animation que virou uma franquia em expansão, repleta de continuações e séries derivadas. O cineasta Dean DeBlois, responsável pelo filme filme original – e três vezes indicado ao Oscar – , vai escrever, dirigir e produzir a versão com atores reais – e dragões criados por computação gráfica. Antes de criar “Como Treinar o Seu Dragão” com Chris Sanders, DeBlois também criou outra franquia adorada com o parceiro, “Lilo & Stitch” (2002), na Disney. A história original de “Como Treinar o Seu Dragão” seguia um jovem viking infeliz, Soluço (dublado por Jay Baruchel), que aspirava caçar dragões, mas se torna o amigo improvável de um pequeno dragão, Banguela, e descobre que pode haver mais nas criaturas do que ele supunha. Só nos três filmes produzidos, a franquia animada acumulou mais de US$ 1,6 bilhão em bilheterias. O estúdio já marcou a data de lançamento do filme nos cinemas dos EUA: 14 de março de 2025.
Cezar Black volta a chorar no “BBB 23” com o emocional abalado
A choradeira está liberada nesta quarta (15/2) no “BBB 23″. Além de Fred Nicácio, Cezar Black também foi chorar num ombro inimigo. Ele demonstrou que não está aguentando a pressão do confinamento para a rival Bruna Griphao. “Você é rodeada de pessoas e eu não sou”, começou a desabafar o enfermeiro baiano, que disse se sentir muito sozinho dentro da casa – e até chorou abraçado a uma estatueta de cachorro no jardim da casa. “Eu não tenho ninguém, eu sempre me sinto aqui fora de contexto total, cara, sabe?”, revelou, explicando que não consegue ter nenhuma conversa sobre seus problemas com os aliados. “Nunca tive ninguém pra se aproximar de mim e falar: ‘Pô, Blackão, e aí, vamos ficar junto, não sei o que’, não, nunca, aí eu fiquei perdido”, continuou. “Aí eu fui tentar com o pessoal do outro grupo, ninguém me quis, ninguém quis me conhecer. A única pessoa que mesmo brigando comigo virou pra mim pela primeira vez e perguntou: ‘Cara, Black, me conta sua vida, me conta de você’, foi a Tina, a pessoa que mais tive treta no começo, a única pessoa”, disse. “Eu não vi isso acontecendo, pra mim você estava muito próximo das pessoas ao seu redor, eu não vi que você estava nessa, entendeu? E até você falando agora, pra mim era uma coisa e eu estou vendo que é outra”, respondeu Bruna, que abraçou Cezar diante das lágrimas do rival. Não é a primeira vez que ele chora pelo mesmo motivo, demonstrando estar com o emocional abalado. Mais cedo, Fred Nicácio também chorou diante de Aline Wirley, reclamando que se sentia excluído e julgado o tempo todo, ponderando ainda que não valia a pena seguir no jogo desse modo. Cezar Black chora ao desabafar com Bruna por estar se sentindo só #BBB23 pic.twitter.com/r7g7L8o3rG — Central Reality #BBB23 (@centralreality) February 15, 2023
Neta de Elvis é roqueira no trailer da série “Daisy Jones & The Six”
A plataforma Prime Video, da Amazon, divulgou o trailer completo de “Daisy Jones & The Six”, série que traz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), neta de Elvis Presley, como cantora de rock. A prévia destaca a gravação do “hit” da banda fictícia, tocado durante sua duração, e o relacionamento turbulento da cantora com o compositor, guitarrista e outra voz da banda, vivido por Sam Claflin (“Enola Holmes”). Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama foca os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. Mas a história é contada pela protagonista após a separação dos artistas. Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Lá, ela se junta com um compositor em ascensão e ambos encontram sucesso na parceria relutante, mas conforme o relacionamento começa a evoluir, as pressões da banda ameaçam implodir suas vidas pessoais. “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). A estreia está marcada para 3 de março em streaming.
Love aparece viva no trailer dos próximos capítulos de “Você”
A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da 4ª temporada de “Você” (You), que numa reviravolta completa coloca o psicopata Joe (Penn Badgley) como alvo de outro serial killer (Ed Speleers, de “Outlander”). Enquanto tenta levar uma vida normal, ele é acuado pelo novo assassino, que diz pretender ser seu amigo. Mas a a grande surpresa fica para a cena final da prévia, que traz de volta Love (Victoria Pedretti), o grande amor da vida de Joe, viva apesar de tudo o que aconteceu na temporada anterior. Para quem não lembra, Joe não apenas a envenenou, como queimou a casa com a ex-esposa dentro. O mistério – ou alucinação – será solucionado com a estreia dos novos episódios, marcada para 9 de março de 2023.
Fred Nicácio se vitimiza em crise de choro no “BBB 23”
Fred Nicácio teve uma crise de choro na tarde desta quarta (15/2) no “BBB 23”. O médico se vitimizou ao revelar que havia pedido ajuda para tomar banho com medo de ser perseguido por alguns colegas de confinamento. “Estou me sentindo acuado”, lamentou ele. Num desabafo com Aline Wirley, ele revelou ter a sensação de estar sendo julgado o tempo todo por seu comportamento no reality. Há alguns dias, ele vem sendo acusado de ser manipulador por integrantes rivais e também por pessoas de seu próprio grupo. “Qualquer coisa que eu faça eu estou planejando. Pelo amor de Deus, quem é essa pessoa, esse ser humano que criaram para mim? Eu não sei viver sob essa pressão de não poder fazer nada porque você é mal interpretado por um pré-julgamento”, avaliou ele. Na sequência, ele começou a chorar desesperadamente e disse que tem medo de se locomover pela casa. “Não estou aguentando, estou me sentindo acuado, com medo. Com medo de tomar banho sozinho, eu pedi para Domitila [Barros] ir tomar banho comigo. Falei: ‘Domitila, preciso tomar banho, você pode ficar de olho em mim enquanto tomo banho?’. Era só um corredor…”. “Eu não quero passar por isso mais, eu não quero ficar assim. Está desesperador. Eu olho para as pessoas, e as pessoas olhando para mim de uma maneira como se eu fosse um monstro, como se eu tivesse feito uma coisa muito terrível”, continuou Nicácio. Ele ponderou até se não era melhor desistir do programa. “Não sei se perdeu o sentido, se tá valendo a pena. Minha vida tava tão ótima lá fora, tava cheio de amigos, com a carreira estável. Dois milhões de reais não valem esse sofrimento que eu tô tendo aqui”, completou. Ao aconselhar o médico, Aline apontou que o “lugar de rejeição” estava sendo criado por ele próprio. “Tá tudo dentro de você, Fred, você sabe disso. Você tá confuso agora, mas se tem uma pessoa que sabe o que veio fazer aqui, é você”. Nicácio disse que a cantora tinha razão, e que ele precisava se refazer e reconstruir. Fred Nicácio cai no choro durante desabafo com a Aline. “Eu sempre sou mal interpretado.”#bbb233 #BBB pic.twitter.com/wyM2z9STDE — Sóbabado (@Sobabadobr) February 15, 2023
Esposa de Sikêra Jr revela estado de saúde do apresentador
A esposa de Sikêra Jr revelou detalhes sobre o estado de saúde do apresentador do “Alerta Nacional”, que está internado num hospital de Manaus desde o final de semana. Em um vídeo exibido no próprio programa da RedeTV!, Laura Peixoto contou que Sikêra Jr foi diagnosticado com otite bacteriana severa e os médicos decidiram sedá-lo para um tratamento mais efetivo. “Decidi abrir esse vídeo para tentar passar para vocês o que está acontecendo. A gente viajou e, quando a gente voltou, por causa da descida do avião, ele ficou com essa dor de ouvido. Passou um tempo e ele achou que iria melhorar e não melhorou”, disse ela. Ela deu mais explicações sobre o diagnóstico. “Sikêra está com otite severa bacteriana. Como ele não é fácil e ele não é uma pessoa quieta, acharam por bem sedá-lo para que as medicações façam mais efeito, tenham efeito mais rápido e ele não queira fugir do hospital. Preciso pedir para vocês não acreditarem nas maldades e coisas erradas que estão falando”, disse ela, referindo-se à notícia de que ele estaria entubado, divulgada pelo site local Imediato Online. “Continuem em oração”, completou. Desde segunda-feira (13/2), o “Alerta Nacional” está sendo apresentado por Luiz Rodrigues. Ao explicar o motivo da substituição, Rodrigues disse que foi para Sikêra Jr. “cuidar de sua saúde”. Sikêra Jr. e sua equipe fazem a cobertura dos principais fatos do dia. #AlertaNacional https://t.co/Xy30GmYQ1T — RedeTV! (@RedeTV) February 15, 2023
Raquel Welch, sex symbol de Hollywood, morre aos 82 anos
Raquel Welch, um dos maiores símbolos sexuais de Hollywood, que marcou época em filmes como “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966) e “Viagem Fantástica” (1966), morreu nesta quarta-feira (15/2) aos 82 anos. Estrela que se manteve em cartaz por cinco décadas, Rachel Welch nasceu Jo Raquel Tejada (seu nome de batismo) em 5 de setembro de 1940, em Chicago. Quando tinha dois anos, ela se mudou com a família para San Diego, onde passou boa parte da juventude. Enquanto ainda estava na escola, venceu diversos concursos de beleza e chegou a ganhar uma bolsa de estudos para a Universidade Estadual de San Diego, onde estudou teatro por um tempo. Ela ganhou o sobrenome do seu primeiro marido, James Welch, com quem teve dois filhos. Em 1963, já divorciada, Raquel se mudou para Los Angeles, onde começou a trabalhar como atriz. Em seu começo de carreira, fez pequenas aparições em filmes e séries (como “O Homem de Virgínia” e “A Feiticeira”), mas logo ganhou um papel de destaque em “Viagem Fantástica”, uma aventura sci-fi sobre a a tripulação de um submarino especial, que é reduzido a um tamanho microscópico para entrar na corrente sanguínea de um paciente importante e salvar sua vida, realizando uma cirurgia delicada dentro de seu corpo. Usando um traje emborrachado de mergulhador branco e justo, ela hipnotizou o público e ajudou a transformar o longa num grande sucesso, que marcou época. Em seguida, Raquel apareceu num traje ainda mais chamativo, ao entrar na fantasia pré-histórica “Mil Séculos Antes de Cristo” (1966). Apesar de só dizer uma fala de roteiro, o filme foi responsável por transformá-la em uma estrela. Toda a divulgação da obra foi focada em Welch e no biquíni “pré-histórico” que ela usava. A atriz não estava preparada para toda essa atenção. “De uma vez só, tudo na minha vida mudou e tudo sobre o meu verdadeiro ‘eu’ foi varrido”, escreveu ela, anos depois, sobre a fama repentina. “Ela veio à consciência pública como uma presença física, sem voz… Parecia que eu tinha tropeçado em uma armadilha”. Nos anos seguintes, Welch estrelou filmes internacionais, como a comédia “As Rainhas” (1966) e a francesa “O Amor Através dos Séculos” (1967). Nos EUA, ela apareceu em “A Mulher de Pedra” (1968), ao lado de Frank Sinatra, “O Preço de um Covarde” (1968), com James Stewart, e “100 Rifles” (1969), em que formou um casal interracial com o ator Jim Brown. No filme “O Diabo É Meu Sócio” (1967), de Stanley Donen, ela foi vista seduzindo um jovem que vendeu a sua alma para o Diabo. “Eu não tinha muitas falas”, lembrou ela numa entrevista para o site The Hollywood Reporter em 2019. “Tudo o que fiz foi passear em um biquíni de renda vermelha e dizer: ‘Pãezinhos com manteiga quente?’ Eu fiz isso com um sotaque sulista porque imaginei que Lust [luxúria] vinha de um lugar quente”. Pouco tempo depois, ela estrelou aquele que se tornou o seu papel mais arriscado: “Homem e Mulher Até Certo Ponto” (1970). O filme é uma adaptação do romance escandaloso de Gore Vidal sobre um cinéfilo gay que finge sua própria morte, passa por uma operação de mudança de sexo e depois afirma ser sua própria viúva. A atriz interpretou o papel principal. Apesar de a produção ter sido um desastre, com diversos atrasos do diretor Michael Sarne e conflitos internos, Welch sempre se orgulhou da sua personagem no filme. “Myra Breckinridge é a antítese do símbolo sexual”, disse ela à GQ em 2012. “Ela é revolucionária. Ela é uma guerreira.” Mas “Homem e Mulher Até Certo Ponto” também acabou se tornando cultuado por seu apelo sexual, com Rachel Welch em cenas lésbicas e se portando como uma dominatrix em situações de dominação picantes. Várias imagens da produção viraram pôsteres, enquanto a fama do filme entre pervertidos e cinéfilos continuou aumentando ao longo das décadas. Entretanto, foi um fracasso de crítica e bilheteria na época de seu lançamento. Depois de chocar puritanos com a obra, ela optou por projetos mais comerciais na década de 1970, estrelando filmes como “Brutal Beleza” (1972), sobre uma patinadora que tenta equilibrar sua vida pessoal e seus sonhos de estrelato, “Os Três Mosqueteiros” (1973), adaptação da obra de Alexandre Dumas, “O Fim de Sheila” (1973), thriller de mistério no estilo de Agatha Christie, “Festa Selvagem” (1975), comédia sobre a chegada do cinema falado, e “Emergência Maluca” (1976), co-estrelado por Bill Cosby e Harvey Keitel. Em 1982, Welch entrou com um processo contra o estúdio MGM, após ser despedida do filme “Esquecendo o Passado” (1982) sob a justificativa de que ela estava se atrasando para as filmagens. Ela acabou vencendo o processo de US$ 10 milhões em indenização, mas seu nome ficou manchado em Hollywood, na época extremamente machista e incapaz de perdoar a ousadia de uma mulher de enfrentar um estúdio. Por conta disso, seus papéis minguaram. Ela passou anos sem aparecer no cinema, fazendo apenas telefilmes, e quando voltou seus trabalhos se resumiram a pequenas participações em filmes como “Escândalo na Cidade” (1988), “Sombra na Noite” (1993) e “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994). Depois disso, ela ainda apareceu nas séries “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1995), “Seinfeld” (1997) e “Spin City” (1997 e 2000). Até ser resgatada em 2001 na comédias “Legalmente Loira” e “Sabores da Vida”. Seus últimos filmes foram as comédias “Forget About It” (2006), com Burt Reynolds, e o sucesso “Como se Tornar um Conquistador” (2017), com Eugenio Derbez – inspiração da série “Acapulco”.
Sikêra Jr. estaria hospitalizado em estado grave
O apresentador Sikêra Jr. teria sido internado no Hospital Santa Júlia, em Manaus (AM) no último final de semana. De acordo com o site local Imediato Online, o estado do apresentador da RedeTV! é grave. Ele estaria intubado desde a última segunda-feira (13/2), com suspeita de meningite bacteriana. A notícia não foi confirmada pela assessoria do apresentar, que também não a negou: “No momento não há nada a ser dito”. Entretanto, coincide com sua ausência no “Alerta Nacional”, que desde segunda-feira está sendo apresentado por Luiz Rodrigues. O motivo da substituição, segundo Rodrigues, foi para Sikêra Jr. “cuidar de sua saúde”. “Nós fomos convocados para estarmos aqui à frente do Alerta Nacional. Nosso querido Sikêra Jr. tirou alguns dias para cuidar da saúde, está fazendo alguns exames, mas calma que logo, logo o nosso coroa tá de volta”, disse o jornalista.
Djalma Limongi Batista, diretor de “Asa Branca”, morre aos 75 anos
O cineasta brasileiro Djalma Limongi Batista, diretor de filmes como “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1981) e “Bocage: O Triunfo do Amor” (1998), morreu nessa quarta-feira (15/2), em São Paulo, aos 75 anos. Nascido em 9 de outubro de 1947, na cidade de Manaus, Djalma Limongi Batista sempre foi um apaixonado por cinema e começou a fazer seus curtas quando ainda era jovem, usando uma câmera de 8 mm. Seu primeiro trabalho amador foi o curta “As Letras 1” em 1960. Ele teve a oportunidade de estudar cinema em 1964, quando sua família se mudou para Brasília. Frequentando a UnB (Universidade de Brasília), Batista teve aulas com grandes nomes da teoria e da realização cinematográfica brasileira, como Paulo Emílio Salles Gomes, Nelson Pereira dos Santos e Jean-Claude Bernardet. Em 1968, ele continuou a sua educação cinematográfica, desta vez em São Paulo, onde se matriculou na Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo). Em pouco tempo, a teoria deu lugar à prática, pois no mesmo ano ele lançou o curta “Um Clássico, Dois em Casa, Nenhum Jogo Fora”, sobre dois jovens homossexuais em São Paulo. A obra é apontada como primeiro filme LGBTQIAP+ do Brasil e venceu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Edição no Festival de Curtas do Jornal do Brasil. Ele ainda fez o curta de ficção “O Mito da Competição do Sul” (1969), o curta documental “Porta do Céu” (1973) e o experimental “Hang-Five” (1975) antes de se arriscar no comando de um longa-metragem. A estreia em longas aconteceu em “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1981), uma comédia sobre um modesto, mas talentoso jogador de futebol de um time pequeno que se muda para São Paulo e consegue chegar ao estrelato. O filme foi estrelado por Edson Celulari, em seu primeiro papel no cinema, e foi premiado nos festivais de Brasília e Gramado. Seu longa seguinte foi “Brasa Adormecida” (1986), que narrava a história de um triângulo amoroso formado por dois primos, Ticão (novamente Edson Celulari) e Toni (Paulo César Grande), e uma prima, Bebel (Maitê Proença). A relação deles se complica quando ela finalmente escolhe um dos dois parentes para se casar. O último trabalho de Batista como diretor foi “Bocage: O Triunfo do Amor” (1998), cinebiografia do poeta português do século 18 Manuel Maria du Bocage, interpretado por Victor Wagner. O filme também foi premiado no Festival de Gramado. Batista ainda trabalhou como fotógrafo e diretor teatral, tendo, inclusive, comandado uma peça sobre “Calígula”. E foi, durante muito tempo, professor de cinema, lecionando disciplinas de direção de atores e realização cinematográfica na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Ao saber da morte do diretor, Edson Celulari prestou uma homenagem no seu Instagram. Ele postou uma séries de fotos de “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro”, descrevendo-o como seu primeiro trabalho profissional, junto com uma pequena biografia do diretor. O papel rendeu a ele a estatueta de melhor ator no Festival de Brasília, além dos prêmios de melhor direção para Limongi Batista. “Hoje Djalma nos deixou para, no céu, fazer muitos outros filmes, com o seu olhar cheio de irreverência. Obrigado pela sua arte meu amigo e que Deus te receba com todas as honras”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Edson Celulari (@edsoncelulari)
Trailer de série sci-fi com Kit Harington mostra impacto do aquecimento global
A plataforma de streaming Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Além do Limite” (Extrapolations), série sci-fi sobre aquecimento global que conta com um elenco estelar. A prévia apresenta um mundo onde as doenças foram erradicadas, o homem já pousou em Marte e a tecnologia avançou muito. Mas nada disso importa, porque as mudanças climáticas tornaram a Terra um local terrível de se viver. A série foi criada, dirigida e produzida por Scott Z. Burns, roteirista do filme “Contágio” (2011), que “previu” a pandemia do coronavírus. Agora, ele pretende prever como as pessoas vão encarar as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Na trama, as consequências caóticas da crise climática influenciam oito histórias de vida em todo o mundo, que ampliam as diferentes escolhas que os indivíduos enfrentam diante do desastre iminente. O grandioso elenco conta com Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Marion Cotillard (“A Origem”), David Schwimmer (“Friends”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Yara Shahidi (“Grown-ish”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Tobey Maguire (“O Grande Gatsby”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Matthew Rhys (“The Americans”), Heather Graham (“Amor Garantido”), Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Tahar Rahim (“The Looming Tower”), Judd Hirsch (“Os Fabelmans”), Cherry Jones (“A Vila”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), Diane Lane (“O Homem de Aço”), Keri Russell (“Espíritos Obscuros”), Gemma Chan (“Eternos”), Murray Bartlett (“The White Lotus”) e o cantor Ben Harper. “Além do Limite” estreia em 17 de março na Apple TV+.
Lucas Guimarães expõe esquema “nojento” de namoro fake com ex de Jojo Todynho
O influenciador Lucas Guimarães esclareceu o esquema “nojento” que recebeu para forjar um relacionamento entre ele e Lucas Souza, o ex-marido de Jojo Todynho. A notícia surgiu na terça-feira (14/2), quando a colunista Fábia Oliveira soltou um áudio em que Lucas Souza disse: “[Ele] queria me oferecer dinheiro para eu ficar com o Lucas Guimarães. Porque o Lucas, enfim, eu não vou citar negócio porque eu não quero prejudicar ninguém. Eu não posso te contar essas histórias, mas enfim, isso aí é tudo mentira. Eu não posso contar porque eu vou estar expondo pessoas”, disse o ex de Jojo. Os detalhes foram revelados nesta quarta-feira (15/2) numa conversa entre Lucas Guimarães com a coluna de Leo Dias. Segundo o relato, a proposta financeira teria acontecido quando Guimarães estava separado de Carlinhos Maia. Na ocasião, o influenciador e o militar teriam sido procurados por um rapaz identificado como Igor, que é o dono da empresa Magic, para tentar alavancar os negócios. Guimarães diz que a proposta de um namoro fake teria surgido numa tentativa de engajamento de uma casa de apostas no Rio de Janeiro. “Ele [o Igor] procurou o Lucas Souza para ser um dos contratados dele, mas queria que ele se relacionasse com alguém com engajamento para poder render o link que o site disponibilizaria”, começou. “Aí ele [o Igor] sugeriu o meu nome e, em caso de que eu desse alguma abertura, eles jogariam os prints das conversas na internet e em seguida o Lucas [ex da Jojo] jogaria o link dessa casa de apostas nas redes sociais, se aproveitando do engajamento”, detalhou Guimarães. O influenciador acrescentou que o dono da casa de aposta estava disposto a pagar R$ 200 mil para Souza, podendo obter ainda mais lucros reinvestindo o montante. “Ele [Souza] obviamente não topou [a oferta], até porque fui um dos únicos a mandar mensagem após a separação para ele. Ele teve respeito por mim, mas talvez se fosse uma outra pessoa, poderia cair nessa armadilha”, disse o influenciador, que ressaltou também não ter interesse no esquema. Apesar de contar que conversaram durante a separação de Lucas Souza, Guimarães deixou claro que teve poucos diálogos com o militar. “Foram umas duas vezes na minha vida e eram sempre conversas de respeito. Ele nunca deu em cima de mim, isso é fato, e eu muito menos. Ele não é meu amigo, a Jojo também não é minha amiga, são apenas pessoas que conheci no meio, acabei seguindo ele porque nós nos conhecemos no Rock in Rio”, esclareceu. Por fim, Lucas Guimarães ressaltou que não gostou de ter sido envolvido na polêmica, que começou devido ao divórcio do casal. “Não gosto do meu nome envolvido em polêmica, porque imagem é uma coisa que batalhamos a vida inteira para construir e que, qualquer coisa, precisamos [ter que] reconstruir tudo de novo”, pontuou.












