James Cameron cortou 10 minutos de tiros em “Avatar 2” para não glamorizar armas
O cineasta James Cameron cortou cerca de 10 minutos de cenas de tiroteios do filme “Avatar: O Caminho da Água” por não querer glamorizar o uso de armas em cenas de ação, devido ao aumento de violência armada nos Estados Unidos. “Na verdade, cortei cerca de 10 minutos do filme de cenas ação com armas de fogo”, disse Cameron à revista Esquire Middle East. “Eu queria me livrar de um pouco da feiúra, encontrar um equilíbrio entre a luz e a escuridão.” O diretor disse ainda que “você tem que ter conflito, é claro. Violência e ação são a mesma coisa, dependendo de como você olha para isso. Esse é o dilema de todo cineasta de ação, e sou conhecido como um cineasta de ação”. “Eu olho para trás para alguns filmes que fiz e não sei se gostaria de fazer esses filmes agora”, contou o diretor. “Não sei se gostaria de fetichizar a arma, como fiz em alguns filmes de ‘O Exterminador do Futuro’ há mais de 30 anos, em nosso mundo atual.” “O que está acontecendo com as armas em nossa sociedade revira meu estômago”, disse Cameron. “Fico feliz por morar na Nova Zelândia, onde eles baniram todos os rifles de assalto duas semanas depois daquele horrível tiroteio na mesquita alguns anos atrás”, acrescentou ele. Recentemente, o diretor falou sobre um possível retorno à franquia “O Exterminador do Futuro” e já deixou claro que, caso isso aconteça, sua abordagem seria diferente. “Se eu fizesse outro filme do ‘Exterminador do Futuro’ e talvez tentasse lançar aquela franquia novamente, o que está em discussão, mas nada foi decidido, eu faria muito mais sobre o lado da IA [Inteligência Artificial] do que dos robôs malvados enlouquecidos”, disse ele ao podcast “Smartless”. “Avatar: O Caminho da Água” está em cartaz nos cinemas e já rendeu mais de US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais. A continuação acompanha a família dos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, que são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. O elenco também inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – como Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). Assista abaixo ao trailer de “Avatar: O Caminho da Água”.
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Diretor não gostou do título “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”
O cineasta Rian Johnson não aprovou o título do seu novo filme, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” (Glass Onion: A Knives Out Mystery), continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), lançado na semana passada na Netflix. Em entrevista à revista The Atlantic, o diretor lamentou que o título fizesse referência ao filme anterior. A ideia de Johnson era separar “Glass Onion” de “Entre Facas e Segredos” (ou “Knives Out”, em inglês). Sua inspiração foram os livros de Agatha Christie, que traziam os mesmos personagens, mas em aventuras separadas, como “Assassinato no Expresso Oriente” e “Morte Sobre o Nilo”, ambos estrelados pelo personagem Hercule Poirot. “Eu tentei muito torná-los [os filmes] autossuficientes. Honestamente, estou chateado por termos ‘A Knives Out Mystery’ no título”, disse Johnson. “Queria que se chamasse apenas ‘Glass Onion’”. O descontentamento de Johnson não leva em consideração a péssima tradução nacional que o filme ganhou. Imagine se soubesse a bagunça que ficou no Brasil, onde o primeiro filme se chamou “Entre Facas e Segredos”, como tradução para “Knives Out”, mas o título nacional da sequência adotou um portinglês safado, “Um Mistério Knives Out”, jurando que fazia sentido. Johnson ainda acrescentou: “Eu entendo e quero que todos que gostaram do primeiro filme saibam que este é o próximo da franquia, mas também, todo o apelo para mim é que seja como um novo romance na prateleira. Só que há uma gravidade de mil sóis em relação à narrativa serializada.” Na trama de “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 93% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
Wolverine e Deadpool se odeiam no novo filme, diz Hugh Jackman
O ator Hugh Jackman (“Logan”) revelou alguns detalhes sobre a sua participação no filme “Deadpool 3”, no qual ele vai voltar a encarnar o herói “Wolverine”. Segundo o ator, ainda que o filme vá reunir os dois heróis, a relação deles não será das melhores. Em entrevista ao podcast da revista Empire, Jackman foi questionado sobre como ele caracterizaria a relação de Wolverine e Deadpool (interpretado por Ryan Reynolds) no longa, e disse que eles “se odeiam”. “Como posso categorizá-la? Nota dez sendo muito próximos, e zero sendo a realidade, somos zero, somos opostos, nos odiamos”, explicou ele. Jackman ainda entrou comentou a visão do seu personagem sobre Deadpool. “Só estou falando da minha perspectiva, [Logan] está frustrado com ele, quer estar a um milhão de quilômetros de distância dele ou quer dar um soco na cabeça dele. Infelizmente, ele não pode estar a um milhão de quilômetros de distância dele neste filme, então provavelmente vou dar muitos socos na cabeça dele.” Recentemente, ele explicou que apesar Wolverine estar de volta e integrado ao MCU, “Deadpool 3” não mexeria com a linha temporal de “Logan” (2017). “É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo da Marvel, capaz de se mover nas linhas temporais. Agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não preciso mexer com a linha do tempo de ‘Logan’, o que era importante para mim”, disse Jackman numa entrevista anterior. “E acho que provavelmente era importante para os fãs também”. Vale lembrar que Wolverine e Deadpool já dividiram a tela antes em “X-Men Origens: Wolverine” (2009), porém essa é uma linha temporal que todos os filmes posteriores ignoraram. “Deadpool 3” chegará aos cinemas em novembro de 2024.
Paulo Vieira rebate bolsonaristas após ameaça de morte
O humorista Paulo Vieira rebateu, na manhã desta terça (27/12), os ataques bolsonaristas que vem recebendo como resultado das piadas políticas feitas durante a premiação “Melhores do Ano” da Globo. “É claro que a extrema direita fascista não aceita piadas, eles não aceitam nem o resultado das eleições”, declarou o comediante sem mais delongas. As brincadeiras do comediante, que tiraram risadas de boa parte do público e dos telespectadores da premiação da Globo, foram encaradas como provocação pelos eleitores ferrenhos de Bolsonaro, que se sentiram ofendidos com piadas sobre o empresário Luciano Hang e os atos golpistas. Sobre Hang, Vieira comentou: “Chorei quando o Velho do Rio morreu. Fiquei revoltado. Que Deus é esse que leva o Velho do Rio e deixa o ‘Veio’ da Havan’?”. E o deboche dos “patriotas” antidemocráticos veio num declaração de protesto que faria se perdesse o prêmio de Humor da Globo. “Se eu não ganhar hoje eu vou pedir voto impresso, vou ir pra porta de quartel, eu vou queimar carrinho pedindo a volta do Faustão”. Assim que a exibição do programa terminou, ele virou alvo de uma série de críticas negativas e até ameaças de morte. “Esse cara é uma verdadeira latrina e que será dada descarga quando eu puder colocar os olhos nele em Florianópolis”, escreveu um homem nas redes sociais. Em contrapartida, os seguidores do humorista saíram em sua defesa e apontaram que ameaçar a integridade física de alguém é crime no Brasil. Vieira, por sua vez, pediu apenas para que os seguidores se empenhassem em denunciar o perfil do responsável pela ameaça, pois assim a rede social poderia analisar o caso. Mas não ficou nisso. Bolsonaristas decidiram “copiar” o Sleeping Giants Brasil e passaram a marcar o perfil da rede da Pizza Hut, numa tentativa de boicote da marca, que tem o humorista como embaixador. “Eu e minha família não compramos em lugares que têm como garoto propaganda aquele que, além de desejar a morte do ‘véio da Havan’, fala contra os patriotas. Não compro mais na Pizza Hut”, esbravejou uma internauta. “Vamos mostrar à Pizza Hut o que acontece com quem patrocina humoristas que debocham dos ‘pequenos grupos de radicais antidemocráticos’ que estão nos quartéis? Vamos subir ‘pizza vermelha não’”, acrescentou outro. Enquanto fazem isso, os bolsonaristas também divulgou os vídeos com as piadas de Vieira, aumentando seu alcance e tornando o humorista ainda mais popular. é claro que a extrema direita fascista não aceita piadas, eles não aceitam nem o resultado das eleições — PAULO VIEIRA (@PauloVieiraReal) December 27, 2022 o que eu acho? EU ACHO ENGRAÇADO https://t.co/94wEsaLwa9 — PAULO VIEIRA (@PauloVieiraReal) December 27, 2022
Nasce Aurora, filha de Pedro Scooby e Cintia Dicker
Aurora, a primeira filha do surfista Pedro Scooby com a modelo Cintia Dicker, nasceu na madrugada desta terça-feira (27/12). A bebê nasceu na Maternidade Perinatal do Rio de Janeiro. Scooby anunciou a chegada da bebê com uma publicação ao lado da amada na sala de parto. “Aurora já está entre nós! Obrigado todas as mensagens de carinho e amor!”, escreveu na postagem. A modelo, por sua vez, elogiou o marido pelos comentários. “Que sorte da Aurora [de] ter esse paizão! Te amo cada dia mais”, disse. Na tarde de segunda-feira (26/12), o ex-“BBB” havia compartilhado alguns vídeos em que Cintia aparecia dirigindo à caminho da maternidade. Nas imagens, eles apareciam sem cinto de segurança. “Ó como é que ela vai para a maternidade. Dirigindo, papai! Bora! E aí, tranquila, amor? Isso prova que as mulheres são muito mais fortes e evoluídas que nós homens, né? Porque se eu e, pelo menos, a maioria dos homens que conheço estivéssemos grávidos, pô, ia de resgate para a maternidade”, declarou o surfista A cena em questão acabou gerando um desconforto em seus seguidores, que diziam que Scooby estaria sendo irresponsável e que deveria estar no volante. Obviamente, o público também apontou que ambos deveriam estar protegidos com o uso do cinto. Pedro Scooby também é pai de três crianças com a atriz Luana Piovani: Dom, Bem e Liz. E por falar na artista, ela parabenizou Cintia num vídeo publicado nos Stories do Instagram. Entre outros nomes que celebraram a chegada da pequena Aurora estão os cantores Filipe Ret e Ivete Sangalo, além do apresentador Tadeu Schmidt e a skatista Leticia Bufoni. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Scooby (@pedroscooby)
Stephen Greif, ator de “The Crown”, morre aos 78 anos
O ator britânico Stephen Greif, conhecido por fazer participações em séries como “Blake’s 7” e “The Crown”, morreu aos 78 anos. Sua morte foi anunciada por seus representantes por meio de uma publicação nas redes sociais, mas a causa da morte não foi revelada. Dono de uma carreira longeva que se estendeu por mais de 50 anos, Stephen Greif trabalhou sem parar em filmes, séries e teatro. Ao todo, ele tem mais de 130 créditos como ator. Nascido em 26 de agosto de 1944, em Hertfordshire, na Inglaterra, Greif se formou com honras na Academia Real de Artes Dramáticas. Ele também foi membro da Royal Shakespeare Company e foi indicado ao prêmio Laurence Olivier e London Critics Circle por seu trabalho no National Theatre por muitos anos. Suas primeiras aparições na TV foram justamente em filmagens das peças de teatro que ele estrelava, como “The Tragedy of King Richard II” (1970) e “Edward II” (1970). Logo, porém, ele já conseguiu seu primeiro papel em um filme, “Nicholas e Alexandra” (1971), além de sempre fazer participações em séries de TV. Um dos seus primeiros papéis de destaque na TV foi na série sci-fi “Blake’s 7”, na qual interpretou o vilão comandante Travis. Ele também apareceu em 12 episódios de “Citizen Smith”, além de diversas participações esporádicas em outras séries, como “Casal 20” (em 1983), “Zorro” (1990) e “EastEnders” (1996) Os créditos de Greif também incluem muitas outras séries e, mais recentemente, ele apareceu em “O Alienista”, e na 4ª temporada de “The Crown”, na qual interpretou o presidente do parlamento, Sir Bernard Weatherill. No cinema, seus créditos incluem os filmes “Spartan” (2004), “Casanova” (2005), “A Outra Face da Raiva” (2005), “Trair é uma Arte” (2009) e “A Dama Dourada” (2015). Os últimos trabalhos de Greif como ator foram no filme “D Is for Detroit” (2022) e no game “Total War: Warhammer III” (2022), no qual ele dublou um dos personagens.
Kim Kardashian diz que esconde dos filhos as polêmicas de Kanye West
A influenciadora Kim Kardashian foi às lagrimas ao revelar como tem sido a criação de seus quatro filhos enquanto o rapper Kanye West, que é o pai das crianças, se mete em cada vez mais polêmicas, uma pior que a outra – inclusive acusação de neonazismo. O assunto surgiu no podcast “Angie Martinez IRL”, que foi ao ar na segunda-feira (26/12). “Eu definitivamente o protegi e ainda vou protegê-lo aos olhos dos meus filhos, para os meus filhos”, disse Kim sobre a tentativa de blindar as crianças em relação ao cantor. “Então, na minha casa, os meus filhos não sabem de nada do que acontece no mundo externo.” A apresentadora do podcast, no entanto, quis entender como a blindagem de North, Sain, Chicago e Psalm West estaria sendo possível num mundo com acesso à Internet. A modelo revelou quais são os “truques” da família. “Na escola, alguns dos meus melhores amigos são os professores. Então, eu sei o que acontece nos intervalos [das aulas], na hora do lanche, sobre o que tem sido falado. Nenhum dos alunos disse nada aos meus filhos”, garantiu Kim. Na residência da família Kardashian Jenner não tem sido diferente, a empresária explicou que está sempre atenta a tudo o que poderia violar a proteção de seus filhos. “Eu protejo as coisas em casa o máximo que eu consigo. A TV, o conteúdo que aparece”, assumiu. Esse controle em tempo integral também envolve os sentimentos da artista, que enfrentou uma série de crises públicas e perseguições de Kanye West devido ao seu namoro com Pete Davidson, nos últimos tempos. “Na minha casa, eu posso estar passando por algo, mas se eles querem ouvir alguma musica do pai, não importa o que eu esteja passando e o que esteja acontecendo no mundo, eu tenho que ter aquele sorriso no meu rosto, soltar as músicas dele, cantar junto com meus filhos e agir como se nada estivesse errado. Assim que eu os deixo na escola, eu posso cair no choro ou responder de volta ou fazer o que tenho que fazer”, explicou. Momentos depois, Kim Kardashian não conteve as lágrimas ao explicar que queria proporcionar uma boa infância as crianças. “Eu tive o melhor pai. Eu não queria me emocionar, parece que faz só um dia para mim, é difícil”, afirmou a influencer. “[As] merd*s, como guarda compartilhada, são realmente difíceis, você sabe.” Em seguida, a apresentadora concordou que não se trata de um caso em que o ex-parceiro é o “mais quieto ou mais fácil de todos” para se dividir a guarda de quatro filhos. “É, mas eu tive o melhor pai, tive as melhores memórias e a melhor experiência de todas, e isso é tudo o que eu quero para meus filhos”, ressaltou Kim. “Enquanto eles puderem ter isso, é o que eu gostaria para eles, sabe?” “Então, se eles não sabem das coisas que estão sendo ditas ou que está acontecendo no mundo, por que eu traria essa energia para eles? Isso são merd*s realmente pesadas de gente grande, e que eles ainda não estão prontos para lidar. Quando estiverem, nós teremos essas conversas. Um dia, meus filhos vão me agradecer por não sentar aqui e criticar o pai deles”, garantiu a modelo.
Família de Whitney Houston tentou vetar romance lésbico retratado em cinebiografia
A diretora do filme “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston”, Kasi Lemmons, revelou que a família da aclamada cantora tentou vetar a retratação de um romance lésbico vivido pela artista. Numa entrevista ao The Hollywood Reporter, a cineasta contou que Whitney teve um relacionamento de ao menos um ano com a diretora de criação Robyn Crawford durante a adolescência. Mas a família não queria que isso fosse retratado no filme, relutando contra a exibição da cena de um beijo entre as atrizes Naomi Ackie (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Nafessa Williams (“Raio Negro”), que vivem Whitney e Robyn respectivamente. “Nós conversamos com todos em torno de Whitney, e [seu pai] John Hostoun estava muito focado na imagem [da artista]. Nós ouvimos de muitas fontes que ele ficou extremamente infeliz quando as notícias começaram a se espalhar e que ele havia ameaçado Robyn”, contou a diretora. “Ele queria que Whitney fosse a Barbie.” Muito além do desejo da diretora da obra, o respeito à orientação sexual de Whitney também estava nos planos do produtor musical Clive Davis, que ajudou na produção do filme. “É um beijo doce, como um primeiro beijo, bem romântico e eu lutei para que essa cena fosse gravada”, afirmou Kami, que conseguiu convencer os familiares da cantora posteriormente. Whitney Houston morreu em 11 de fevereiro de 2012, após se afogar acidentalmente numa banheira. Na ocasião, a cantora teria uso drogas de forma excessiva. Durante a carreira, a cantora garantiu a estrela da fama com vários sucessos, como a faixa-título do filme, “I Wanna Dance With Somebody” (1987), além de “Greatest Love of All” (1986) e “I Will Always Love You” (1992), que estourou ao ser incluída na ser trilha sonora do filme “O Guarda-Costas” (1992). O legado da artista permanece vivo após mais de 200 milhões de álbuns e singles vendidos, seis Grammys e 22 prêmios no American Music Awards. Já em cartaz nos EUA, “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston” chega aos cinemas brasileiros em 12 de janeiro.
Sandra Annenberg faz discurso emocionado sobre demissão do marido Ernesto Paglia
A jornalista Sandra Annenberg se pronunciou, na segunda-feira (16/12), sobre a demissão de seu marido, o repórter especial Ernesto Paglia. O comunicador era contratado fixo da rede Globo há quase 44 anos. Numa postagem no Instagram, a apresentadora resgatou fotos antigas de Paglia e contou que eles se conheceram no início de sua trajetória profissional. “Há 30 anos fui convidada pra ser apresentadora do ‘Fantástico’, ainda fazia faculdade e o diretor do programa falou: ‘Você precisa aprender a fazer reportagem, vai acompanhar o melhor repórter da TV brasileira’”, começou. “Assim o fiz. Segui a missão à risca e assim o faço até hoje. Sou completamente apaixonada pelo trabalho do Ernesto. O jeito com que trata a equipe, a maneira com que se relaciona com os entrevistados, o namoro que tem com a câmera… E o texto… único! Ouso dizer que ninguém escreve pra televisão como ele.” A jornalista ainda comentou que o marido tem “sacadas geniais” para compor as reportagens e uma capacidade ímpar de “transformar qualquer tema, do mais complexo ao mais simples, em algo gostoso de ver”. Sandra ainda declarou que o marido é generoso e que adora partilhar com a família e amigos todo o conhecimento adquirido com as reportagens. “Quando volta de uma viagem, as aventuras recheiam a mesa”, afirmou. Antes de finalizar o discurso emocionante, a jornalista fez questão de mencionar o orgulho e admiração que sente de Paglia. Ela também o parabenizou pela longa trajetória na rede Globo. “Meu amor, tive o prazer, o privilégio e a honra de dividir 32 dos seus 43 anos e 7 meses na ‘outra’ casa. Tenho um orgulho de ser sua mulher que não cabe em mim!”, afirmou. “E a admiração é do tamanho do amor que sinto por você! Parabéns pela sua trajetória.” “Você é o maior contador de histórias que conheço. E agora a sua história entra pra história de todos nós. Mas a nossa história continua, ainda há muitas pra escrever e sempre juntos! Sou a sua maior fã! Te amo! Sua, sempre!”, concluiu. O contrato de Ernesto Paglia com a Globo se encerra no sábado (31/12) e não será renovado. Ele planeja seguir trabalhando em outras plataformas – mencionou podcast. O desligamento do repórter especial, como corte de custos, também acende um sinal de alerta à Sandra Annenberg, que está na rede Globo desde 1991 e parece desanimada com o atual cargo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sandra Annenberg (@sandra.annenberg.real)
Geraldo Luís assume ódio pelo próprio pai após abandono
O apresentador Geraldo Luís, do “Balanço Geral”, desabafou sobre sua relação com o pai após abandono familiar que sofreu aos três anos de idade. O assunto surgiu durante o programa “A Tarde É Sua”, da RedeTV!. Na entrevista comandada por Sonia Abrão, o jornalista desabafou que, ao longo dos anos, não conseguia entender o espírito natalino por conta do abandono de seu pai, que também se chama Geraldo. O apresentador também acrescentou que passou a entender a ocasião apenas após o nascimento do filho João Pedro Sacramento. “Comecei a gostar e a entender o Natal depois que o meu filho nasceu, porque cheguei a odiar meu pai durante trinta e poucos anos”, desabafou. “Eu persegui meu pai, na época como repórter policial, pelo ódio. Porque ele nos deixou em uma data que não era [para ser deixada]. Tanta data para esse filho da put* ter nos deixado e ele vai fazer isso logo no dia 24 de dezembro!” Posteriormente, Geraldo Luís foi questionado se encontrou com o pai em outras ocasiões, e ele garantiu que o encontro de fato aconteceu. Embora o ódio tenha sido constante, o jornalista relatou que a relação foi boa nas outras experiências. “Entendi que ninguém é obrigado a amar ninguém. Não sou obrigado a amar você, você não é obrigada a me amar, só que tem hora que não dá. Então, ele tinha que ir, só que isso me perseguiu durante muito tempo. Muito, muito, Sonia. E eu cresci com essa revolta”, explicou. “Mas quando a vida começa e você se torna pai, você vê que o grande livramento para você ser feliz é você perdoar e entender que não somos obrigados a muita coisa mesmo quando a gente provoca dor nas pessoas, as deixando ou não caminhando com elas.” Adiante, o jornalista contou ao colunista Vladimir Alves que superou as desavenças com Geraldo após se tornar repórter policial da “Rádio Educadora”, de Limeira. “A minha mãe chegou e falou assim: ‘o Geraldão está passando fome e você ajuda tanta gente no rádio, eu já era o Geraldo Luís do Rádio, por que você não consegue ser o Geraldo Luís do Rádio para ele?’ Ela me deu o endereço e eu fui e levei três cestas básicas”, acrescentou o apresentador. “Foi aí que eu descobri que não poderia estar com ele. Fui com a caminhonete, desci e questionei onde morava o senhor Geraldo. Quando desci, comecei a ouvir um barulho de panela batendo. Isso me chamou atenção. Quando desço, encontrei uma casa pior do que aquela que eu e minha mãe morávamos, e uma placa ‘conserta-se panelas’”, lembrou sobre a visita. “Quando eu olho, o Geraldão estava sem camisa, com três crianças, um monte de panela ao lado dele, e ele consertando-as. Veio na minha mente esse entendimento de vida: ‘Se ele tivesse ficado, eu estaria aqui vendendo panela e não seria o Geraldo do Rádio’”, finalizou o papo. No ano passado, o jornalista havia sido entrevistado por Reinaldo Gottino, onde declarou que não queria falar sobre o assunto, mas acabou contando mais a história. “[Ele] foi um filho da put*”, começou. “Alguém que deixa… eu vou falar agora. Você não é obrigado a amar a sua mulher para o resto da vida. O meu casamento durou 14 anos e eu nunca traí durante 14 anos, mas chegou uma hora em que eu falei: ‘Não te amo mais, não te quero, não tem mais tesão, acabou’. Tem gente que continua e faz casamento de fachada”, comentou. “E eu nunca consegui chamar o meu pai de pai. Eu senti ódio desse cara por muito tempo. Odiei o Geraldo, odiei de ódio. Alguém que deixa um garoto de dois anos de idade com uma mulher, falando que vai comprar cigarro e nunca mais volta, olha… podia ter falado ‘não te amo mais’ e acabou”, acrescentou Geraldo Luís, indignado. Na sequência, o apresentador contou que seu pai apenas tomou a decisão de ir embora e se mudar para a casa de uma mulher, que era sua amante. “Meu pai frequentava puteiro… Ele se amigou com essa mulher e foi lá”, disse. “Eu sou filho único, foi só eu e a minha mãe Olga, aquela mulher guerreira. Faxineira. A minha mãe queria me dar algo digno. Ela foi o meu grande pai”, pontuou o jornalista. Na mesma entrevista a Gottino, Geraldo Luís acrescentou a sorte de ter “outros” pais em sua vida.
Fábio Porchat detona Gkay: “Motivo de chacota”
O humorista Fábio Porchat reacendeu a polêmica vivida com a influenciadora Gkay no último final de semana. Em vídeo, ele declarou que não havia se desculpado com a comediante, ao contrário do que havia sido revelado pela comediante ao colunista Leo Dias. A polêmica começou no prêmio “Melhores do Ano” após o humorista ironizar que Jô Soares preferiu morrer ao ter que encarar uma entrevista com Gkay. Num vídeo de seis minutos, que foi compartilhado pelo Instagram e conta com registro de entrevistas ao Ronnie Von, Porchat disse que a influencer teria estragado o próprio Natal com os projetos feitos durante o ano. “Ela falou que o Natal dela foi estragado por conta dessa piada… Eu acho que o Natal dela foi estragado por conta do ano dela!”, começou. “A Gkay fez uma entrevista estranhíssima na Tatá Werneck! Muito ruim mesmo, e isso virou motivo de chacota, todo mundo caçoou dela. A Gkay fez um filme que foi um fracasso de público, um fracasso de crítica na Netflix. Eu não estou aqui dando a minha opinião, não, porque eu não vi, estou dizendo o que falaram.” Na sequência, o humorista apontou que Géssica Kayane havia sido “muito criticada como atriz e isso deve ter abalado ela”. Ele também se defendeu da crítica da influenciadora sobre a suposta brincadeira. “Tem um monte de notícias dizendo que ela maltrata pessoas, que trata mal funcionários, produção. Relatos de colegas de atores, comediantes dizendo que ela é insuportável, que não tem como trabalhar com ela. Tudo isso fez o Natal dela miserável. A minha piada dizendo ‘ai, que difícil entrevistar a Gkay’, desculpa! Não tem nada de humilhante!” Porchat acrescentou que não havia se desculpado com Gkay por mensagem, mas que havia a procurado para explicar a situação para lá de constrangedora. “’Não se pede desculpas por uma bobagem dessas!’ Eu não pedi desculpas! Eu só falei: ‘Poxa, entendo que você deve estar mal, que essa piada te bateu ruim, não era para bater ruim em você. Mas é assim, quando a gente está em evidência, a gente brinca, sacaneia com os outros e eu estava te sacaneando”, afirmou. Por fim, Porchat disse que retomou o assunto, porque a narrativa estaria sendo favorável a Gkay e ele saiu como o vilão da história. “O que aconteceu foi um fim de ano muito ruim e ela resolveu estourar nesse momento”, declarou. Confira o vídeo de Fábio Porchat na íntegra. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat)
“Avatar 2” liderou bilheterias de Natal no Brasil
Sucesso mundial, “Avatar: O Caminho da Água” liderou as bilheterias do Brasil durante o fim de semana do Natal. O filme de James Cameron levou 657,4 mil pessoas aos cinemas brasileiros e faturou R$ 15,48 milhões entre quinta e domingo (25/12), segundo dados da consultoria ComScore. Os números representam uma queda de 64% em relação à estreia e é efeito colateral de um lançamento exagerado, que colocou o filme em cerca de 70% de todos os cinemas do país na semana passada. Quem queria ver correndo, já viu. A Disney, por sinal, dominou a lista dos filmes mais vistos no país. Em sua sétima semana de exibição, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ficou na 2ª posição, assistido por 36 mil pessoas e com faturamento de R$ 732,3 mil em ingressos vendidos. Em 3º, a Disney emplacou a animação “Mundo Estranho”, que foi lançada em streaming nesse fim de semana e mesmo assim foi visto por 20 mil espectadores nos cinemas, faturando R$ 403,6 mil. O estúdio só não dominou completamente o Top 5 porque o relançamento de “Saga Crepúsculo: Amanhecer — Parte 1”, da Paris Filmes, se meteu no 4º lugar, com 8,1 mil pessoas e arrecadação de R$ 111,8 mil. Mas o 5º lugar também foi da Disney: o terrir “O Menu”, com público de 3,2 mil e R$ 78,1 mil em ingressos vendidos. Confira abaixo os trailers das maiores bilheterias da semana no Brasil. 1 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 2 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE | 3 | MUNDO ESTRANHO | 4 | A SAGA CREPÚSCULO – AMANHECER: PARTE 1 | 5 | O MENU |










