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    Vivienne Westwood, estilista do punk e da new wave, morre aos 81 anos

    29 de dezembro de 2022 /

    A estilista e figurinista britânica Vivienne Westwood, responsável por trazer o estilo punk para a moda, morreu nessa quinta-feira (29/12), aos 81 anos. O anúncio da sua morte foi divulgado em suas redes sociais. “Vivienne Westwood morreu hoje, pacificamente e cercada por sua família, em Clapham, no sul de Londres”, diz a postagem no seu Twitter. “O mundo precisa de pessoas como Vivienne para fazer uma mudança para o melhor.” Vivienne Isabel Swire (seu nome de batismo) nasceu em 8 de abril de 1941 em Derbyshire, na Inglaterra. Quando tinha 17 anos, mudou-se para Londres, onde conheceu o primeiro marido, divorciou-se e fez sociedade com Malcolm McLaren, com quem também se casou. Inspirados pelo rock dos anos 1950, Vivienne e Malcolm fundaram sua primeira loja, a “Let it Rock”. O negócio não decolou e, após nova inspiração na cena de S&M (sadomosoquista), a butique foi rebatizada “SEX” e passou a vender roupas fetichista. Com o tempo, ela começou a criar roupas que exprimissem revolta dos jovens marginalizados das periferias de Londres. Para fazer propaganda do negócio, ela transformou alguns desses jovens em modelos ambulantes, atraindo para sua loja vários adolescentes em busca de roupas grátis, entre eles os futuros integrantes da banda Sex Pistols. Ex-empresário da banda americana New York Dolls, Malcolm McLaren conseguiu convencer os jovens a virarem roqueiros, enquanto Vivianne assumiu a criação do visual da nova banda. As roupas retalhadas, os cintos com rebites, as botas, os jeans puídos, os cabelos espetados e o uso de alfinete de segurança por toda a parte logo saíram das roupas dos Pistols para o mundo fashion, inspirando o visual do movimento punk. Com o impacto, membros de outras bandas foram atrás de Vivienne para que ela também os tornassem estilosos. Outros nem precisaram. Chrissie Hynde, dos Pretenders, era sua funcionária na loja. Em seu livro de memórias, Viv Albertine, líder das Slits, escreveu que “Vivienne e Malcolm usam roupas para chocar, irritar e provocar uma reação, mas também para inspirar mudanças. Pulôveres de mohair, tricotados em agulhas grandes, tão soltos que dá para ver até o fim, camisetas recortadas e escritas à mão, costuras e etiquetas do lado de fora, mostrando a construção da peça; essas atitudes se refletem na música que fazemos. Tudo bem não ser perfeito, mostrar o funcionamento de sua vida e sua mente em suas músicas e roupas”. Com o fim dos anos 1980, a estilista se divorciou de McLaren e se reinventou. Em 1981, lançou sua primeira coleção de alta costura, “Pirates”, apresentando looks com cortes inspirados nas cortes dos séculos XVII e XVIII. O visual que romantizava o período histórico também influenciou o rock, lançando o movimento new romantic, momento da new wave em que artistas passaram a se fantasiar/montar com roupas de época, como Adam and the Ants (banda agenciada por Malcolm McLaren), com detalhes como babados como Duran Duran, e adotaram vestidos e maquiagem feminina como Boy George (seu modelo) do Culture Club. Ele seguiu causando. Em 1987 abordou erotismo masculino numa nova coleção. Em 1994, fez um desfile com modelos de bundas expostas. O estilo de flanelas escocesas que adotou em suas peças dos anos 1990 também virou febre. E ela continuou a provocar, eventualmente lançando camisetas com frases de protesto, como “Não sou terrorista, por favor, não me prenda”, em 2005. Centro da moda inglesa por pelo menos três décadas, Vivienne acabou homenageada pela Rainha Elizabeth II com o título de Lady – ironicamente, foi ela quem criou a icônica imagem antimonarquista da capa do single “God Save the Queen”, dos Pistols. Seu impacto também chegou a Hollywood. Ela desenvolveu os figurinos dos filmes “Despedida em Las Vegas” (1995), “Matadores de Aluguel” (2005) e “Boy George – A Vida é Meu Palco” (2010), biografia do cantor do Culture Club, além de ter feito parceria com Madonna no clipe de “Rain” (1993). Sempre atraindo músicos famosos, nos últimos anos ainda colocou vestidos no corpo do cantor Harry Styles. Recentemente, sua história foi contada em vários documentários – o melhor deles é “Westwood – Punk, Ícone, Ativista” (2018), dirigido por Lorna Tucker (“Amá”) – e abordada na série de ficção “Pistol”, disponível na Star+, focada em sua fase punk. Assista abaixo os trailers do documentário e da série.

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    Globo interrompe programação para homenagear Pelé

    29 de dezembro de 2022 /

    A Globo interrompeu exibição do filme “Jumper”, na Sessão da Tarde desta quinta-feira (29/12), para o anúncio da morte de Pelé, feito pela jornalista Renata Vasconcellos. E não retomou mais sua programação habitual. Em seguida, a emissora exibiu um especial narrado por Galvão Bueno contando a trajetória do Rei do Futebol, morto nesta data aos 82 anos, após uma batalha contra o câncer. “O roteiro de vida que Pelé escreveu com os pés por todos os campos do planeta não tem ponto final, é uma história que vai continuar sendo contada de geração a geração, de gol a gol… um personagem que nasceu para se tornar imortal”, disse Galvão no documentário. Após o especial, a Globo seguiu exibindo matérias sobre a trajetória do atleta e a repercussão de sua morte, adotando o selo “Rei Eterno” no canto superior direito da sua tela.  As homenagens vão seguir nos próximos dias. O filme da sessão “Temperatura Máxima”, no próximo domingo (1/1) será a cinebiografia “Pelé: O Nascimento de uma Lenda”, uma produção americana dirigida por Jeff e Michael Zimbalist (“Nossa Chape”) que destaca o início da carreira do Rei, desde a infância, na cidade mineira de Três Corações, até conduzir o Brasil na campanha do título da Copa do Mundo de 1958, com apenas 17 anos. No mesmo dia, logo após o “Fantástico”, será exibido “Pelé Eterno” (2004), documentário de Aníbal Massaini Neto que resgata a história do atleta por meio de imagens de arquivo e depoimentos de amigos, familiares e ex-colegas de campo.

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    Kanye West teria desaparecido para não pagar dívida

    29 de dezembro de 2022 /

    O rapper Kanye West – também conhecido como Ye – teria desaparecido para não pagar uma dívida de seu antigo empresário, Thomas St. John. Segundo o jornal The Sun, o ex-empresário está solicitando uma prorrogação no processo aberto contra Ye, para que os oficiais de justiça consigam encontrá-lo. Thomas St. John está processando o rapper em US$ 4,5 milhões, referentes a taxas não pagas no período em que atuou como empresário do artista. Porém, desde que o processo foi aberto, os oficiais de justiça não conseguiram entregar a intimação a West. “De modo geral, tivemos dificuldade em confirmar o melhor endereço atual de Kanye West”, disse um oficial, observando que “tentamos encontrá-lo pelo correio” em “três endereços diferentes”. Além disso, um pacote entregue em um endereço teria sido devolvido ao remetente. Conforme indicado no processo, a equipe de St. John “ainda não fez tentativas de entregar-lhe pessoalmente” por ser “incapaz de verificar seu endereço residencial atual”. De acordo com o TMZ, Ye tem vivido uma “vida nômade há meses, viajando aqui e ali e não tendo realmente uma base”, embora tenha sido visto em Los Angeles este mês. O processo também diz que St. John não conseguiu entrar em contato com os advogados de Ye porque ele aparentemente não tem um advogado no momento, conforme apontou o Sun. Em outubro, surgiram relatos de que o rapper estaria trabalhando com Camille Vasquez, a advogada que representou Johnny Depp em seu processo contra Amber Heard. Mas sua relação de trabalho supostamente terminou dias depois, quando ele se recusou a se retratar após comentários antissemitas.

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    Causa da morte de ator mirim da Amazon é revelada

    29 de dezembro de 2022 /

    A causa da morte de Tyler Sanders, encontrado morto na sua casa no dia 16 de junho, aos 18 anos de idade, foi revelada. De acordo com o Instituto Médico Legal de Los Angeles, o jovem ator de “Uma Pitada de Magia: Cidade Misteriosa” morreu pelos efeitos da droga fentanil. O fentanil é um remédio opióide de efeito analgésico, usado para aliviar a dores crônicas ou súbitas, além de servir como complemento de uma anestesia geral ou local. Anteriormente, chegou a ser levantada a suspeita de que a causa da morte teria sido overdose. O site TMZ apurou com fontes da investigação que um canudo de plástico e pó branco estavam no local onde ele foi encontrado morto. Por conta da conclusão de morte acidental, o caso de Sanders foi dado como encerrado. Tyler Sanders era considerado um talentoso ator mirim, que atuava desde os dez anos de idade, e no ano passado foi indicado ao Daytime Emmy, premiação voltada às atrações diurnas e infantis dos EUA, como Melhor Ator pelo papel de Leo na série da Amazon Prime Video. Ele viveu o personagem pela primeira vez em 2019, num episódio da série original “Uma Pitada de Magia”, da Amazon. A aparição serviu para lançar um spin-off centrado nos meio-irmãos Leo (Sanders) e Zoe (Jolie Hoang-Rappaport) e seu vizinho Ish (Jenna Qureshi) em 2020. Na trama de “Cidade Misteriosa”, o personagem de Sanders torna-se o novo protetor de um livro de receitas mágicas. Antes disso, ele participou de episódios de “Fear the Walking Dead” (em 2017) e do drama policial “The Rookie” (em 2018). Sua última aparição na TV foi num episódio de “911: Lone Star”, exibido nos Estados Unidos em abril. O ator deixou pronta sua atuação no suspense “The Price We Pay”, que será lançado no início do ano que vem.

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    Acabou o namoro? Tati e Thomaz trocam unfollow após fim de “A Fazenda”

    29 de dezembro de 2022 /

    Acabou o OnlyFans? A funkeira Tati Zaqui e o ator Thomaz Costa trocaram unfollow no Instagram, o que levou os seguidores a interpretar a iniciativa como término de namoro. O casal completou três meses recentemente. Embora os dois ainda mantenham todas as imagens românticas compartilhadas nas redes sociais, rumores indicam que a própria funkeira teria confirmado o fim da relação através de mensagens a algumas fãs no Instagram. “Oi, meninas! Passando para avisar que sim, chegou ao fim. Todas essas provocações e pessoas torcendo contra deu efeito. Conseguiram causar um grande inferno em nossas vidas por coisas sem nexo”, teria dito Tati pelo Direct, num print que foi replicado em páginas de fofoca. “Sempre vi vocês indo contra e defendendo a gente desses ataques, mas ninguém é de ferro! Obrigada pelo carinho que tiveram com a gente, mas hoje colocamos um fim. Fiquem com Deus e obrigado por tudo”, concluiu a suposta mensagem. Com o vazamento do print, os internautas passaram a teorizar que os ex-peões teriam tomado essa atitude devido ao cancelamento da atual edição do “Power Couple Brasil”. Eles estavam cotados a participar como casal. “Sem ‘Power Couple’, sem namoro e a culpa ainda é do povo”, esbravejou um perfil. “Ele só quis arrumar uma namorada no programa por jogo”, acrescentou outro. A dupla se conheceu durante o confinamento em “A Fazenda 14”, mas foi rapidamente separada pelas eliminações do programa. Para marcar o namoro, eles oficializaram a relação na última festa do programa, aproveitando as câmeras da Record TV, após terem curtido uma viagem romântica ao Caribe. Thomaz, que retomou sua conta no OnlyFans, prometeu mostrar momentos quentes com Tati na rede social sem censura. Tati Zaqui ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto até o momento. No entanto, a cantora desativou seu perfil no Twitter. Já Thomaz desmentiu a Hugo Gloss que os dois tenham terminado. “Esses rumores não procedem”, declarou. Chega ao fim o namoro Tati Zaqui e Thomaz Costa. A cantora confirmou para fãs e eles já não se seguem mais. pic.twitter.com/OxpSdTItsA — Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) December 29, 2022

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    A Fazenda: Record procura nova sede após tumulto das irmãs Bezerra

    29 de dezembro de 2022 /

    A Record TV está em busca de uma nova sede para “A Fazenda 15” após a família de Deolane Bezerra revelar o endereço do set e colocar a segurança do programa em risco. As últimas seis edições do reality aconteceram no sítio Toca do Tuim, localizado em Itapecerica da Serra. Segundo o colunista Gabriel Perline, a mudança de local vinha sendo discutida internamente desde o ano passado devido as invasões cometidas pelos apoiadores dos participantes do reality rural e do “Power Couple Brasil”. No ano passado, por exemplo, o ator Thomaz Costa e um grupo de amigos foram aos arredores do sítio para soltar fogos de artificio. A ideia era fazer barulho o suficiente para atrair a atenção ao MC Gui, que estava confinado em “A Fazenda” . Mas o maior problema aconteceu na 14ª edição do reality rural, quando as irmãs de Deolane Bezerra divulgaram o endereço do local nas redes sociais para chamar o público a ir protestar contra o favoritismo da atriz Bárbara Borges, que venceu o programa. As irmãs Bezerra causaram um tremendo alvoroço na porta do programa, dizendo que a mãe delas estava na UTI para exigir a saída urgente da advogada do programa, num dos maiores vexames da TV em 2022. Como o endereço da sede do programa se tornou de conhecimento público, a presença de fãs nos arredores se tornou uma “pedra no sapato” da Record, que tenta blindar ao máximo seus participantes de informações externas. Com a decisão de abandonar o sítio atual, a emissora espera encontrar uma nova instalação que, além de atender aos requisitos de segurança, possa comportar e manter a qualidade de seus reality shows. Essa será a terceira mudança de sede de “A Fazenda”. Antes de ir para Itapecerica da Serra em 2017, o cenário do programa ficava no sítio Toca dos Leões, localizado na cidade de Itu.

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    Gkay enfrenta prejuízo milionário após crise com Fábio Porchat

    29 de dezembro de 2022 /

    A humorista Gkay pode estar enfrentando um prejuízo milionário após travar um intenso embate com o humorista Fábio Porchat. Segundo o jornalista Matheus Baldi, a influencer tem visto suas ações publicitárias sendo canceladas desde o começo da semana. O ex-apresentador do “Fofocalizando” revelou que duas campanhas de Gkay, que já estavam prestes a ser divulgadas, acabaram sendo adiadas, e outras marcas teriam decidido postergar as negociações para 2023. De acordo com uma fonte de Baldi, o prejuízo da influenciadora digital estaria ultrapassando o montante dos R$ 500 mil. Mas “ela tem recebido apoio de amigos e familiares” para superar esta “fase sobrecarregada”. “Há quem acredite que o caos dos últimos dias seria uma espécie de ‘conspiração’ orquestrada contra Gkay diante do seu momento frágil [psicologicamente]”, disse o jornalista. No olho do furacão, Géssica Kayane também foi detonada nas redes sociais pelo professor de dança Rodrigo Thomaz, que a treinou para o quadro “Dança dos Famosos” e a chamou na terça (27/12) de “pior ser humano”. E para completar seu inferno astral, ainda viu serem resgatados tuítes antigos com referências nazistas, gordofóbicas e racistas. Tudo isso aconteceu porque Gkay tentou se vitimizar, dizendo que a piada de Porchat durante o prêmio Melhores do Ano da Globo acabou com seu Natal. O humorista brincou que Jô Soares preferiu morrer a ter que encarar uma entrevista com Gkay. A reação foi um tiro pela culatra, porque pessoas que trabalharam com ela começaram a trazer detalhes de bastidores e a se posicionarem contra seu comportamento. Até seu antigo personal trainer, Márcio Victor, soltou o verbo: “Saiba ter educação”. “Se você, por acaso, trata mal um funcionário do Faustão – que trabalha com ele há 10, 15, 20 anos – e ele passa depois, vê aquele funcionário triste e pergunta o que aconteceu. [Como resultado,] Faustão vai ficar com muita raiva de você”, disse ele numa série de vídeos. “Não adianta tratar só o Faustão bem. Você tem que tratar todo mundo bem na sua vida. […] Porque essa historinha de bater em quem é pequeno por não ter como revidar, um dia isso vai chegar num grande e esse grande vai se magoar com você. Ele é maior do que você, e ele pode jogar umas verdades na sua cara e te prejudicar, só porque você foi mal educado”, enfatizou. É basicamente o que está acontecendo com Gkay. Como lembrou Porchat, após ela se vitimizar: “Tem um monte de notícias dizendo que ela maltrata pessoas, que trata mal funcionários, produção. Relatos de colegas de atores, comediantes dizendo que ela é insuportável, que não tem como trabalhar com ela”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matheus Baldi (@matheusbaldi)

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    Natuza Nery cai na risada e debocha de Sérgio Moro na GloboNews

    29 de dezembro de 2022 /

    A comentarista política Natuza Nery não conteve os risos ao noticiar uma matéria do GloboNews, que envolve o ex-juiz Sérgio Moro e o presidente eleito Luis Inácio Lula da Silva. Enquanto comentava sobre os partidos políticos que farão a base de apoio do próximo governo, Natuza debochou do senador eleito pelo estado do Paraná. “O Sérgio Moro é do [partido] União Brasil e o União Brasil será base do governo do Lula”, lembrou a comentarista. “Logo, o Sérgio Moro será base do governo Lula”, disse entre risos. A reação espontânea de Natuza Nery foi aprovada por parte dos telespectadores, que argumentam que a própria história brasileira é irônica. “Nem ‘House of Cards’ teria feito um roteiro político tão criativo quanto esse”, disse um usuário. “Difícil não rir com essa observação”, acrescentou outro comentário. Claro que nem todos gostaram do comentário. Bolsonaristas ficaram realmente incomodados com a constatação. “Esse é o jornalismo imparcial da GloboNews, quando convém dão até risadinha”, esbravejou um internauta, que diz que a emissora está “quebrada”. Como era de se imaginar, o ex-juiz não pretende continuar com o União Brasil após apoio ao governo Lula e já está em busca de outro partido político para se filiar. Será o terceiro em sua curta carreira política, iniciada na última eleição. A União Brasil vai assumir três ministérios do governo Lula. Daniela de Souza Carneiro (“Daniela do Waguinho”) será Ministra do Turismo e Juscelino Filho o Ministro das Comunicações, enquanto Waldez Goés, que é do PDT, foi indicado pelo União Brasil para a pasta de Integração Nacional. 🤣🤣 e o Sérgio Moro… pic.twitter.com/sFxiBwJW5J — GugaNoblat (@GugaNoblat) December 29, 2022

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    Pelé, maior jogador da História do futebol, morre aos 82 anos

    29 de dezembro de 2022 /

    Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, o maior jogador da história do futebol mundial, morreu nessa quinta-feira (29/12) aos 82 anos. Ele estava internado desde 29 de novembro devido à falência múltipla de seus órgãos, em consequência de um câncer. O craque lutava contra um câncer de intestino desde 31 de agosto de 2021, quando teve diagnosticado um tumor no cólon (intestino grosso) durante exames de rotina, que deveriam ter sido feitos em 2020, mas foram adiados por conta da pandemia da covid-19. Quatro dias depois, passou por cirurgia no Hospital Albert Einstein para retirar o tumor e, durante a internação, foi levado algumas vezes para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Mas depois de iniciar as sessões de quimioterapia, seu corpo deixou de responder ao tratamento e o tumor se espalhou. Durante a Copa do Mundo do Qatar, os jogadores da Seleção Brasileira e a FIFA fizeram diversas homenagens à lenda do futebol, que depois divulgou um vídeo de agradecimento nas suas redes sociais. Porém, no vídeo era possível notar que seu estado de saúde já estava bastante debilitado. O hospital confirmou a morte por meio de comunicado: “o Hospital Israelita Albert Einstein confirma com pesar o falecimento de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, no dia de hoje, 29 de dezembro de 2022, às 15h27, em decorrência da falência de múltiplos órgãos, resultado da progressão do câncer de cólon associado à sua condição clínica prévia. O Hospital Israelita Albert Einstein se solidariza com a família e todos que sofrem com a perda do nosso querido Rei do Futebol.” Edson Arantes do Nascimento nasceu em 23 de outubro de 1940, na cidade de Três Corações, em Minas Gerais, e cresceu em Bauru, no estado de São Paulo. Vindo de uma família pobre, o jovem Edson (que ganhou o apelido de Pelé por causa da maneira como pronunciava o nome de seu jogador favorito, Bilé, do Vasco da Gama de São Lourenço) aprendeu a jogar futebol com seu pai (o ex-jogador José Ramos do Nascimento, o Dondinho). Como a família não tinha dinheiro para comprar uma bola, o futuro craque enchia uma meia com papel de jornal para dar seus primeiros passos no esporte. Ele jogou em várias equipes amadoras de futebol de campo e salão, em Bauru e, ao completar 15 anos, foi levado para fazer um teste no Santos. Aprovado, foi contratado em junho de 1956 e logo começou a defender a equipe, virando jogador profissional ainda na adolescência. Do Santos, ele conseguiu uma vaga na Seleção Brasileira (em 1957), para participar da Copa Roca. No ano seguinte, Pelé disputou a sua primeira Copa do Mundo, na Suécia, de onde o Brasil saiu vitorioso disputando a final contra a dona da casa e com dois gols de Pelé, incluindo aquele que é considerado um dos mais bonitos da História das Copas. Com apenas 17 anos de idade, Pelé se tornou o jogador mais jovem a vencer uma Copa do Mundo. Ele continuaria a jogar pela seleção nos anos seguintes e viria a conquistar mais duas Copa do Mundo (em 1962 e 1970). Embora tenha se machucado durante as copas de 1962 e 1966, acabou liderando o time do Tri, que é considerada a melhor seleção de futebol de todos os tempos. Pelé também acumulou títulos em campeonatos regionais, nacionais e internacionais. Ele foi bicampeão da Taça Libertadores da América (em 1962 e 1963), bicampeão Mundial de Interclubes (1962 e 1963), campeão da Taça de Prata (1968), cinco vezes campeão da Taça Brasil (1961, 62, 63, 64 e 65) e quatro vezes campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Rio-São Paulo (1959, 1963, 1964 e 1966), além de ter vencido mais de 20 torneios no exterior. Ao longo da sua carreira, Pelé marcou um total de 1282 gols, em 1366 partidas oficiais. O famoso milésimo gol foi marcado no Maracanã, em 19 de novembro de 1969, numa cobrança de um pênalti na partida entre Santos e Vasco. O sucesso dentro dos campos acabou lhe rendendo convites para aparecer na frente das câmeras, primeiro em produções nacionais e depois em filmes hollywoodianos. Seu primeiro trabalho marcante na tela foi num episódio de 1966 de “Família Trapo”, série criada e estrelada por Jô Soares (e um elenco fabuloso encabeçado por Ronald Golias), seguida pelo telefilme “Os Estranhos” (1969), dirigido por Gonzaga Blota (da novela “O Salvador da Pátria”). Dois anos depois, Pelé participou da comédia “O Barão Otelo no Barato dos Bilhões”, estrelada por Grande Otelo (“Macunaíma”). Porém, seu estreia como protagonista só aconteceu em 1972, quando estrelou o filme “A Marcha”, dirigido por Oswaldo Sampaio (“O Preço da Vitória”), sobre a luta pela abolição da escravatura. Ele ainda atuou em “Os Trombadinhas” (1980), dirigido por Anselmo Duarte (“O Pagador de Promessas”), em que soltou sua frase cinematográfica mais famosa. Ao surgir em cena para apartar uma briga de rua, ele surpreende um personagem que lhe pergunta: “Você é o Pelé?”. “Não, eu sou o Jô Soares”, responde o atleta. O filme também marcou sua volta ao Brasil após dois anos jogando nos EUA, quando se tornou o primeiro jogador brasileiro a fechar um megacontrato internacional. Pelé encantou os americanos no time Cosmos, de Nova York, entre 1975 e 1977, quando viveu sua fase mais bem-sucedida comercialmente. Durante sua passagem pela equipe, os jogos quebraram diversos recordes de público, e ele virou garoto propaganda de marcas importantes. De quebra, atenção da indústria do entretenimento, aparecendo até em quadrinhos da DC Comics. Mas a estreia em Hollywood só veio depois da aposentadoria nos campos. Aconteceu em “Fuga Para a Vitória” (1981), dirigido por John Huston (“O Tesouro de Sierra Madre”) e estrelado por Sylvester Stallone (“Samaritano”) e Michael Caine (“Interestelar”). O filme conta a história de um grupo de prisioneiros aliados de guerra que se unem para uma partida de futebol contra a seleção de nazistas da prisão, enquanto planejam a sua fuga. No filme, Pelé faz gols em Stallone durante o treinamento, em que conclui que o americano era tão ruim com a bola no pé que só servia para ser goleiro. Um de seus chutes a gol acabou quebrando um dos dedos do intérprete de “Rocky, Um Lutador”. Pelé continuou sua carreira de ator em várias produções dos anos 1980, entre títulos nacionais – como “Pedro Mico” (1985) e “Solidão, Uma Linda História de Amor” (1989) – e internacionais – como “A Vitória do Mais Fraco” (1985) e “Hotshot” (1986). Porém, seu maior destaque nessa época foi no filme “Os Trapalhões e o Rei do Futebol” (1986), estrelado pela trupe dos trapalhões no auge do seu sucesso. O filme acompanha os amigos Cardeal (Renato Aragão), Elvis (Dedé Santana), Fumê (Mussum) e Tremoço (Zacarias), que trabalham como faxineiros e roupeiros no time Independência Futebol Clube. Após disputas de poder entre os cartolas Velhaccio (José Lewgoy) e Barros Barreto (Mílton Moraes), o técnico da equipe acaba sendo demitido. E, para surpresa de todos, o escolhido para assumir o time é Cardeal. Num toque de metalinguagem nada sutil, Pelé interpreta um personagem chamado Nascimento. Nos anos 1990, Pelé virou comentarista da rede Globo, narrando e vibrando com o Tetra da Copa de 1994, junto com Galvão Bueno nos Estados Unidos. Nesta época encarou ainda outra mudança de carreira, ao ser nomeado o primeiro Ministro dos Esportes do Brasil em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. No cargo, ele foi responsável pela lei que acabou com os passes de jogadores no futebol brasileiro. A iniciativa acabou batizada de Lei Pelé. Após sua passagem por Brasília, encerrada em 1999, ele ainda voltou às telas com participações na comédia britânica “Mike Bassett: O Treinador Inglês” (2001) e na novela brasileira “O Clone” (2001), além de ganhar uma cinebiografia, intitulada “Pelé: O Nascimento de uma Lenda” (2016), uma produção americana dirigida por Jeff e Michael Zimbalist (“Nossa Chape”) – em que também figurou. Pelé ainda protagonizou dois documentários sobre a sua vida. O primeiro, intitulado “Pelé Eterno”, foi lançado em 2004. E o segundo, chamado apenas “Pelé”, é de 2021 e está disponível na Netflix.

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    Ruggero Deodato, diretor do polêmico “Holocausto Canibal”, morre aos 83 anos

    29 de dezembro de 2022 /

    O cineasta italiano Ruggero Deodato, responsável pelo clássico do terror “Holocausto Canibal” (1980), morreu nessa quinta-feira (29/12) em Roma, aos 83 anos. A notícia foi publicada no Facebook por Sergio Martino (“Torso”), outro cineasta que marcou época no cinema extremo italiano. Deodato é lembrado até hoje como o grande pioneiro do subgênero do terror de “found footage”, e se envolveu em diversas polêmicas na época do lançamento de “Holocausto Canibal” devido ao realismo das imagens mostradas. Nascido em 7 de maio de 1939, ele iniciou sua carreira no audiovisual trabalhando como assistente de direção de cineastas como Roberto Rossellini (em “Alma Negra”) e Sergio Corbucci (no famoso “Django”). Seu primeiro trabalho na direção foi em “Ursus, Prisioneiro de Satanás” (1964), baseado no mito do herói Hércules. Porém, sua participação não foi creditada nesse filme, e a direção foi assinada apenas por Antonio Margheriti (“Um Tira Virtual”), de quem foi assistente naquele ano em “Dança Macabra”. Seu primeiro crédito como diretor só veio quatro anos depois, mas em abundância. Ele lançou nada menos que quatro filmes em 1968: “Fenomenal and the Treasure of Tutankamen”, “Gungala, the Black Panther Girl”, “Man Only Cries for Love” e “Holidays on the Costa Smeralda”. Nesse início de carreira, Ruggero Deodato trabalhou em gêneros como comédia e musical. Embora alguns dos seus filmes trouxessem um toque de exploitation, não se comparam aos extremos dos projetos que o tornaram famoso. Sua estreia no terror aconteceu em 1977, quando lançou “O Último Mundo dos Canibais”, sobre um garimpeiro de petróleo que é capturado por uma tribo canibal violenta e primitiva da floresta tropical das Filipinas. Foi o prenúncio do que viria a seguir. Logo depois de dirigir o thriller “O Caso Concorde” (1979), sobre um repórter que tenta impedir um acidente aéreo, o cineasta voltou ao tema do cinema canibal, fazendo o filme mais famoso dessa vertente em todos os tempos. Para dar realismo a “Holocausto Canibal”, Deodato contou a história por meio de um artifício que seria muito imitado décadas depois. A narrativa se materializava na tela por meio de um filme perdido, encontrado por um professor universitário após seus responsáveis, uma equipe de documentaristas, ter sido supostamente devorada por uma tribo de canibais. O artifício foi tão convincente que muitos acreditaram que as imagens do falso documentário eram reais. Isto gerou um frenesi na época, amplificando o impacto das imagens violentas registradas, especialmente de mortes agonizantes de animais, ao ponto de Deodato quase ser preso por exibir suposto canibalismo autêntico e mortes reais como entretenimento. O elenco precisou vir a público para provar que estava vivo e que tudo não passava de ficção. Ou melhor, quase tudo. Porque as mortes dos animais foram reais. A ideia era misturar cenas falsas de mortes (das pessoas) com cenas verdadeiras (de animais) para fazer tudo parecer verdadeiro. A estratégia ajudou a tornar o filme convincente, mas os maus-tratos contra os animais fez o filme ser banido em cerca de 50 países. E a polêmica o acompanhou pelo resto da vida. Quando participou do MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, em 2016, Deodato foi atacado verbalmente por membros do público por conta da crueldade contra animais mostrada no seu filme. Essa mistura de realidade e ficção, que vem à luz por meio de uma “filmagem encontrada”, fez de “Holocausto Canibal” o pioneiro do subgênero found footage. As características que ficaram conhecidas com esse tipo de filme tiveram início ali, como o aparente amadorismo das imagens, a apresentação como relato autêntico e documental, e o fato de os registros terem sido encontrados após a morte de quem filmou. Tudo isso, 19 anos antes de “A Bruxa de Blair”, que repetiu exatamente a mesma fórmula. Depois do sucesso de “Holocausto Canibal”, Deodato dedicou boa parte da sua carreira ao gênero de terror. Somente na década de 1980, explorando situações extremas como torturas e matanças em “A Casa no Fundo do Parque” (1980), “Inferno ao Vivo” (1984), “Contagem de Cadáveres” (1986), “A Face” (1987) e “Grite por Socorro” (1988). Ele diminuiu o ritmo a partir da década seguinte, fazendo mais trabalhos na TV e dirigindo pouquíssimos filmes, como os terrores “As Três Faces do Mal” (1993) e “Ballad in Blood” (2016). Mas também estreou como ator, sendo homenageado por Eli Roth com uma participação especial como canibal italiano em “O Albergue 2” (2007). Seu último crédito como diretor foi comandando um segmento da antologia de terror “Deathcember” (2019).

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    Paulo Vieira vira alvo de ataques racistas após piadas políticas

    29 de dezembro de 2022 /

    O humorista Paulo Vieira virou alvo de ataques de ódio após ter feito piadas políticas no prêmio Melhores do Ano da Globo. Na noite de quarta-feira (28/12), o ator expôs algumas das mensagens de cunho racista que tem recebido. “Vagabundo, filho da put*, macaco”, teria dito um perfil de notícias policiais, que se autodenomina como um “jornalismo pautado com ética e sabedoria”. “Bicha preta, você tinha que morrer igual a Marielle”, declarou outro. “São centenas de comentários assim, fora as ligações pra mim, pra minha equipe, minha família”, desabafou Vieira na publicação. “E eu tô bem, tá? Sei que isso é só reação ao poder incontestável do humor. Tô forte e cada vez mais certo do meu papel.” Paulo Vieira cutucou bolsonaristas com piadas sobre Luciano Hang, vulgo “Véio da Havan”, e o movimento antidemocrático, o que bastou para trazer à tona todo o racismo e preconceito dos extremistas. Colegas e seguidores prestaram solidariedade ao humorista. “Larga os advogados em cima desses racistas covardes!!!”, pontuou o ator e diretor Caíto Mainier (“Choque de Cultura”). O comediante Fábio Porchat, que também polemizou com piada no Melhores do Ano (sobre Gkay), foi outro a se manifestar. “Minha gente, um monte de racista escroto resolveu atacar o Paulo Vieira de forma orquestrada. Vamos encher a timeline dele de coisa boa pra esses imbecis serem soterrados? Quem começa?”, sugeriu. Embora esteja “recebendo ameaças de morte o tempo todo”, o comediante explicou à coluna de Monica Bergamo, no jornal Folha de S. Paulo, que não deixará de comparecer a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Eu estarei dia 1º em Brasília, ao lado dos meus amigos Janja e Lula, com muita alegria e coragem. Ninguém vai roubar a nossa alegria”, reforçou Paulo Vieira. e eu tô bem, tá? sei que isso é só reação ao poder incontestável do humor tô forte e cada vez mais certo do meu papel 🫶🏾 — PAULO VIEIRA (@PauloVieiraReal) December 29, 2022

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    Luciana Gimenez diz ter sofrido 100 assédios: “Coisas graves”

    29 de dezembro de 2022 /

    A apresentadora Luciana Gimenez participou de uma entrevista nostálgica no programa “A Tarde é Sua”, na quarta-feira (28/12). Na conversa conduzida por Sonia Abrão, a modelo segurou o choro sobre os momentos mais difíceis que enfrentou na infância e na carreira como modelo. “Eu trabalhava muito com o corpo, então, eu acho que nessa frente foi muito difícil”, lembrou Luciana, que era obrigada a viver situações constrangedoras no ambiente de trabalho. “Eu sofria assédio e eu nem sabia o que era assédio. Hoje a gente sabe o que é”, analisou a modelo. “[Foram] 100 vezes, não é uma vez. Se eu falar aqui dá vontade de chorar. 100 vezes, de coisas horríveis e eu não falava. Eu não contava com a minha mãe, porque se eu contasse, ela não ia deixar eu ficar”, disse, sem especificar se na agência de modelos ou no estúdio da RedeTV!. A apresentadora do “SuperPop” acrescentou que os assédios mais graves teriam sido traumáticos e, portanto, ela não entraria em detalhes aprofundados no bate-papo com Sonia Abrão. “Eu sofri assédio grave… Eu não vou falar agora, mas foram coisas graves”, afirmou Luciana, que, na sequência, acabou tornando público um caso vivido na pré-adolescência. “Estava em uma festinha de criança, minha amiga estava fazendo aniversário. Eu fui e deixei meu casaco em um quartinho. Quando eu fui buscar, o pai da menina me agarrou. Eu tinha 12, 13 anos”, lembrou uma das ocasiões. Posteriormente, ela explicou que tentou justificar os assédios que havia sofrido, mas entendeu que ela era a vítima das situações. “Aconteceu tantas vezes, porque eu era muito alta, talvez mais encorpada. Estou eu aqui me justificando, aconteceu porque o cara era um tarado! Eu era uma criança de 12 anos. Mas eu sofri muito, dos fotógrafos falarem: ‘Fica comigo que você vai ser capa de revista’ ou ‘Se você não sair para jantar comigo, não vai rolar isso’. E não rolava.”

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    Reynaldo Gianecchini lembra bullying na infância: “Viadinho”

    29 de dezembro de 2022 /

    O ator Reynaldo Gianecchini (“Laços de Família”) revelou que sofreu bullying na infância e ataques preconceituosos por ser “mais sensível” que as outras crianças. Durante homenagem recebida no “Arquivo Pessoal” do programa “Faustão na Band”, na noite de quarta-feira (28/12), ele compartilhou detalhes da infância, lembrando que, por ter sido criado rodeado de mulheres em seu ambiente familiar, se tornou uma criança calma e afetuosa. No entanto, esse comportamento pacifico teria lhe rendido ataques de coleguinhas por supostamente ser visto como homossexual. “Não é fácil! Eu lembro que eu achava que ser muito educadinho como eu era [na infância], as pessoas não iam gostar de mim na escola! Eu sofria bullying”, começou o relato. “Eu me achava assim, parecia que eu era ‘viadinho’ e, hoje em dia, eu olho e acho muito legal uma criança educada!”. “E como era difícil, olha que louco! A gente não gostava de ser educado, né? Como a gente sofre por ser sensível em uma sociedade em que o homem não pode expressar a sensibilidade”, declarou o ator de 50 anos, que hoje é pansexual declarado. Gianecchini afirmou que seus sobrinhos também foram criados sob cuidados femininos. “Eu acho a coisa mais linda do mundo”, garantiu o interprete de Régis Mantovani em “A Dona do Pedaço”. “Prestem atenção [nas crianças], porque é tão difícil essa cobrança de ter que ser o ‘macho’”, pediu Reynaldo Gianecchini aos pais e responsáveis. “Eu, graças a Deus, vim de uma família que não me pressionava para isso.” pic.twitter.com/ae3Ri3jD6w — Video EM OFF (@VideoEMOFF) December 29, 2022

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