Estrela de novelas bíblicas será mulher preconceituosa em série de streaming
Afastada das telas desde a novela “Amor Sem Igual” (2019), na Record TV, a atriz Day Mesquita estará na série “How To Be a Carioca”, na Star+. Depois de trabalhar em produções bíblicas, como “Os 10 Mandamentos” e “Jeusus”, ela viverá uma mulher conservadora e preconceituosa. Desenvolvida por Carlos Saldanha, criador de “Cidade Invisível” e diretor das animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando”, a série é baseada no livro homônimo da americana Priscilla Goslin. Lançado em 1992, “How To Be a Carioca” descreve, de maneira cômica, hábitos e manias dos cariocas — como aquela balançada vigorosa do cabelo, jogando-o para a frente e para trás, quando as mulheres saem do mar. A produção vai mostrar, em tom de comédia, as experiências dos estrangeiros no Rio. Todos os episódios reúnem atores brasileiros e internacionais. E o elenco nacional conta também com Seu Jorge, Malu Mader, Douglas Silva, Raquel Villar e Débora Nascimento. As gravações já foram finalizadas, mas ainda não há previsão de estreia.
Bárbara Paz revela seu motivo para odiar o Natal
A cantora Bárbara Paz odeia o Natal e tem bom motivo para isso. Neste sábado (24/12), ela compartilhou sua história no Instagram, assumindo: “Não gosto daquelas pessoas que acordam sempre felizes. Aquelas que postam fotos sorrindo. Como se o mundo fosse feliz. Odeio Natal”. O motivo está associado a um trama, que sempre vêm à tona nesta época do ano. “Morri dia 25 de dezembro de 1992, num Chevet branco ao som de ‘Erótica’ de Madonna”, ela contou, lembrando o acidente de carro gravíssimo que sofreu na data, que narrou em seu livro “Lado B”. Ela publicou um trecho do livro sobre o acidente, ao lado de uma imagem da época, citando os 434 pontos que precisou tomar pelos cortes sofridos, além do traumatismo craniano, perda auditiva, inúmeras sequelas e deformação do rosto – “Rasgo de orelha direita até a boca. Pele suspensa por um nervo. Dentes expostos. Do lado esquerdo? Rasgo do olho até a boca”. Jovem, Bárbara já havia perdido os pais e os médicos não sabiam para quem avisar sobre o acidente. “Ela perdeu a mãe, não, não tem pai. Morreu também. Diz que é modelo. Não para de falar. Tagarela. Ela precisa parar para não rasgar mais a pele”, escreveu, reproduzindo as falas dos profissionais de saúde antes de lhe aplicarem morfina. Felizmente, ela superou tudo. Deu a volta pro cima, venceu reality show, virou atriz famosa e, mais recentemente, diretora premiada de cinema. Mas todo Natal é uma lembrança do pior momento de sua vida. O relato ganhou muitos comentários de artistas no Instagram. A atriz Malu Galli resumiu: “Nasceu de novo e nasceu pra fazer e viver tanta coisa linda!”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bárbara Paz (@barbararaquelpaz)
Documentário sobre Maria Bethânia foi o mais assistido em 2022
“Maria — Ninguém Sabe Quem Sou Eu” foi o documentário mais assistido nos cinemas brasileiros em 2022. O filme dirigido por Carlos Jardim reúne depoimento inédito e imagens raras de ensaios e shows da cantora Maria Bethânia. De acordo com dados fornecidos pela Comscore, empresa especializada em análise de bilheterias, “Maria” atraiu 20 mil espectadores às salas, com exibições em 25 cidades. Foi a segunda vez que um documentário sobre Bethânia é o mais visto do ano. “Fevereiros”, de Marcio Debellian, já tinha conseguido essa marca em 2019, mas com menos pagantes – levou 16 mil pessoas aos cinemas. Veja abaixo o trailer de “Maria — Ninguém Sabe Quem Sou Eu”.
Record TV cancela “Power Couple Brasil”
A Record TV decidiu cancelar o “Power Couple Brasil” em 2023. Os barracos da produção deste ano, mais fortes até que os de “A Fazenda 14”, e a pouca visibilidade do programa, devido à baixa audiência, teria afastado possíveis anunciantes publicitários. De acordo com fontes, a Record TV colocou um plano comercial no mercado, mas não conseguiu vencer cotas ou ações comerciais para o programa. Sem patrocínio, a produção se tornou inviável, devido aos custos elevados da produção, cachês e prêmios aos participantes Vale lembrar que a edição de 2023 chegou a ser anunciada em novembro, com apresentação de Adriane Galisteu, e na reta final de “A Fazenda 14”, os peões especularam uma participação do casal Tati Zaqui e Thomaz Costa. O “Power Couple Brasil” também não foi ao ar em 2020. Na ocasião, o motivo alegado foi a pandemia de covid-19.
Estreias: Os filmes mais esperados pra ver em casa no Natal
A programação de filmes em streaming está especialmente feliz no fim de semana do Natal. Em clima de Papai Noel, as plataformas estão disponibilizando blockbusters, como “Top Gun: Maverick”, e filmes esperadíssimos, casos da continuação de “Entre Facas e Segredos” e a nova versão do clássico infantil “Matilda”. Para marcar a data, não falta sequer o especial de Natal do Porta dos Fundos, que já virou tradição como o peru da ceia natalina. Confira abaixo 10 dicas de lançamentos para assistir com a família ou bem longe dela na sua noite feliz. | GLASS ONION: UM MISTÉRIO KNIVES OUT | NETFLIX A continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019) volta a trazer o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) às voltas com um crime sangrento. Desta vez, ele é apenas um dos muitos fãs de mistérios reunidos na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Só que tudo se torna sério quando as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Como um dos convidados do evento, Blanc logo toma a frente da investigação, vendo-se às voltas com um grupo diversificado de suspeitos excêntricos e ricos, que mentem e não têm álibis perfeitos. A lista de investigados inclui Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. A primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas pelo diretor-roteirista Rian Johnson para a Netflix teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto, atingindo 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, figurou no Top 10 dos melhores filmes do ano da National Board of Review (NBR), a mais antiga associação de críticos dos EUA. | TOP GUN: MAVERICK | PARAMOUNT+ A maior bilheteria do ano é também o melhor filme da carreira de Tom Cruise, que chega aos 60 anos no auge de sua trajetória. Aplaudidíssimo no Festival de Cannes, “Top Gun: Maverick” voou alto com 97% de aprovação da crítica contabilizada no Rotten Tomatoes, tornando-se o filme mais bem avaliado da filmografia do ator. E atingiu um feito ainda mais impressionante nas bilheterias, com US$ 1,4 bilhão de arrecadação, recorde da carreira de Tom Cruise e maior faturamento de 2022. O mais interessante é que “Top Gun: Maverick” é um filme-fetiche de Tom Cruise, idolatrando-o sem pudor. Toda a trama gira em torno dele, ao retomar o papel que o projetou no cinema de ação. O longa chega a repetir vários elementos do lançamento original – recriações de cenas e até de música-tema – , mas se prova muito melhor que a velha propaganda de recrutamento militar, lançada em 1986 com trilha pop da MTV. Principalmente porque os tempos mudaram. Pilotos de caça viraram uma espécie em extinção nos conflitos modernos de drones. Não há glamour nos jogos de guerra à distância, e nesse sentido o patriotismo da antiga produção virou um espetáculo anacrônico. Neste contexto, o personagem Maverick retorna mais humilde e tendo uma última chance, após um percurso sem promoções, como instrutor da escola de pilotos em que se graduou. E ele vai precisar lidar com alunos que o acham ultrapassado, entre eles o filho amargurado de Goose (Anthony Edwards), falecido no filme de 1986. O desafio se torna ainda maior quando tem que liderar os pilotos numa situação de batalha real. O filho de Goose é vivido por Miles Teller (“Whiplash”) e os demais intérpretes de pilotos são Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Danny Ramirez (“Falcão e o Soldado Invernal”), Jay Ellis (“Insecure”) e Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”). Além deles, o elenco ainda inclui Jennifer Connelly (“Expresso do Amanhã”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”) e Val Kilmer, que também reprisa seu papel do primeiro “Top Gun” como Iceman. A direção é de Joseph Kosinski, que já tinha dirigido Cruise na sci-fi “Oblivion” (2013) e se consagra de vez no comando das cenas aéreas. Para ver nas maiores Smart TVs e sentir toda a vertigem. | HOMEM-ARANHA: SEM VOLTA PARA CASA (VERSÃO ESTENDIDA) | HBO MAX Esta é a segunda versão do maior blockbuster da era pandêmica, com 11 minutos de cenas a mais, que aumentam as participações dos Homens-Aranhas do multiverso. Lançada em setembro nos cinemas, a edição estendida chegou a liderar as bilheterias, repetindo o sucesso da estreia original, tamanha a adoração dos fãs pela produção. Não por acaso, o longa é um grande “fan service”, com tudo o que os fãs sonharam um dia ver na tela. O filme que conclui a trajetória do Peter Parker vivido por Tom Holland também abre o multiverso e infinitas possibilidades no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com participações especiais – todas que os fãs pediram – e citações envolvendo 20 anos de cronologia do herói, desde o primeiríssimo “Homem-Aranha” de 2002. Nisso, os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers se superaram, conseguindo dar sentido ao excesso e tornando o “fan service” indispensável para a narrativa. Há cenas de muita ação, comédia de rir à toa e tragédia para soluçar de choro. Não é à toa que foi considerado o melhor filme do Homem-Aranha já feito – há quem diga que é o melhor filme do MCU. Com tanto sucesso, nem precisavam anunciar, mas já está oficializado que, apesar de concluir a trilogia dirigida por Jon Watts, este ainda não é o fim da história de Tom Holland e Zendaya na Marvel. | MATILDA: O MUSICAL | NETFLIX O clássico infantil do escritor Roald Dahl, que já tinha virado filme em 1996 – um campeão da “Sessão da Tarde” – ganha sua versão musical. É a mesma história, apenas mais caricatural e coreográfica, inspirada nas montagens teatrais do West End londrino e da Broadway – que conquistaram sete Olivier Awards e cinco Tony Awards. Para quem não lembra, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela diretora cruel da instituição, Sra. Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da reitora. Desta vez, o confronto acontece com muita cantoria e danças, além de exagero teatral. Para se ter ideia, a diretora da escola costumava ser vivida por um homem nos teatros – por isso, Ralph Fiennes (o Voldemort de “Harry Potter”) chegou a ser sondado para o papel. Mas foi Emma Thompson quem acabou ganhando a vaga na produção, numa rara interpretação de vilã após uma carreira repleta de personagens infantis bonzinhos, como Nanny McPhee e a professora Trelawney, da franquia “Harry Potter”. Com a ajuda de efeitos especiais, ela se transforma numa antagonista gigante e brutal. O papel de Matilda ficou com a menina irlandesa Alisha Weir, de 12 anos, que se destacou na série “Darklands” (2019), enquanto Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) foi escalada como a professora boazinha Srta. Honey. Andrea Riseborough (“A Vida Extraordinária de Louis Wain”) e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) também estão no elenco como os pais da menina superpoderosa. A estreia na Netflix vai acontecer no dia de Natal (25/12). | MUNDO ESTRANHO | DISNEY+ A animação é um marco de representatividade na filmografia da Disney, ao destacar como protagonista um adolescente gay de pais birraciais. O filme também possui uma forte mensagem de aceitação de diferenças e ressalta a importância do meio ambiente. E essa combinação de temas, capaz de dar urticária em conservadores, é a maior ousadia já vista numa produção infantil da Disney até hoje. Apesar disso, a história em si não se afasta muito do modelo das aventuras familiares tradicionais do estúdio. A trama acompanha a missão de uma família de exploradores espaciais que, anos depois do sumiço de seu velho patriarca, retorna ao mundo estranho em que ele desapareceu, um lugar desconhecido e traiçoeiro, cheio de criaturas fantásticas e prontas para engolir qualquer um. E para a surpresa de todos, eles encontram o velho aventureiro vivendo naquele lugar inóspito como se fosse um paraíso. Mas a grande descoberta da viagem é perceber que a maior ameaça que podem enfrentar são as diferenças entre eles. O filme tem roteiro de Qui Nguyen e direção de Don Hall, dupla responsável por “Raya e o Último Dragão” (2021), e o elenco de dubladores originais é encabeçado por Jake Gyllenhaal e Dennis Quaid, que voltam a viver pai e filho 18 anos depois de “O Dia Depois do Amanhã”, enquanto Jaboukie Young-White (“Only Murders in the Building”) encarna o filho e neto gay dos dois. Outras vozes famosas da versão legendada são Lucy Liu (“Elementary”), Gabrielle Union (“Doze é Demais”) e Alan Tudyk (“Resident Alien”). | MINÚSCULOS: O FILME | MUBI A impressionante, brilhante e linda animação franco-belga se passa no mundo dos jardins, onde um grupo de formigas pretas e sua amiga joaninha festejam a descoberta de torrões precisos de açúcar. Entretanto, a posse desse tesouro é contestada por formigas vermelhas violentas, tornando a viagem para o formigueiro, com a carga cobiçada, uma aventura repleta de perigos. Premiado com o César (o Oscar francês) de Melhor Animação de 2013, o longa é baseado numa série infantil dos diretores Thomas Szabo e Hélène Giraud, e fez tanto sucesso que deu origem a uma continuação, lançada cinco anos depois. | PORTA DOS FUNDOS: O ESPÍRITO DO NATAL | PARAMOUNT+ O novo especial de fim de ano do Porta dos Fundos troca a tradição das piadas religiosas por clima de terror. O filme acompanha seis amigos que odeiam o Natal e decidem passar o fim de ano juntos numa casa de campo isolada. Só que logo começam a ouvir barulhos sinistros e passam a acreditar que são observados. De repente, a tela é respingada de sangue. Um deles mata acidentalmente um invasor misterioso, vestido de vermelho, na noite do dia 24 de dezembro. A partir daí, uma sucessão de situações estranhas começa a ocorrer, como ataques de renas selvagens e o surgimento de anões/elfos assassinos, fazendo o grupo acreditar que matou Papai Noel. A produção reúne Antonio Tabet, Thati Lopes, Rafael Portugal, Evelyn Castro, Fabio Porchat e Raphael Logam sob o comando do diretor Rodrigo Van Der Put, responsável pelos especiais anteriores. | A QUEDA | VOD* O thriller de sobrevivência acompanha duas jovens presas no alto de uma torre de metal há 600 metros de altura. As duas amigas estão acostumadas a escalar grande alturas juntas e, após vivenciarem um drama numa de suas experiências recentes, planejavam se reconectar com o que mais amam numa escalada simples ao topo de uma torre de TV remota e abandonada, com mais de 600 metros de altura e localizada no meio do deserto. Elas só não contavam em ficar presas e isoladas naquele lugar sem sinal de celular, água ou pessoas por perto. O elenco destaca Grace Caroline Currey (de “Shazam!”) e Virginia Gardner (de “Fugitivos da Marvel”), além de Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”). Já a direção é de Scott Mann (“O Sequestro do Ônibus 657”) e os produtores são os mesmos de “Medo Profundo: O Segundo Ataque”, que também acompanhou garotas em perigo por conta de uma aventura arriscada. Sucesso de crítica, a produção atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. | A CASA SOMBRIA | STAR+ O terror atmosférico traz Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) como uma viúva recente, que começa a desvendar os segredos perturbadores de seu marido recentemente falecido, especialmente os que se referem à arquitetura pouco convencional de sua casa, que parece assombrada. Exibido no Festival de Sundance do ano passado, o filme impressionou a crítica, alcançando 88% de aprovação. A direção é de David Bruckner (“O Ritual”), que comandou o reboot recente de “Hellraiser”. | A ILHA DE BERGMAN | MUBI O primeiro longa em inglês da francesa Mia Hansen-Love, premiada como Melhor Diretora no...
Estreias: As melhores séries novas pra maratonar no Natal
Papai Noel dos streaming preparou um pacotão de Natal com romance, ação, fantasia, suspense e até zumbis. Da primeira série da carreira de Sylvester Stallone às novas aventuras parisienses da filha do cantor Phil Collins, a programação da semana tem opções bem variadas e a maioria com vários episódios disponíveis. Confira abaixo 10 lançamentos para passar o fim de semana natalino testando o wi-fi da família com maratonas de capítulos. | TULSA KING | PARAMOUNT+ A primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira já se tornou uma das mais vistas da Paramount+ nos EUA. Na trama, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. Só que não era isso que os outros mafiosos imaginavam que aconteceria, prevendo uma aposentadoria do velho gângster no local sossegado. A atração foi criada por Taylor Sheridan, mesmo criador de “Yellowstone”, que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”), Dana Delany (“Body of Proof”) e Martin Starr (“Silicon Valley”), entre outros. A estreia no Brasil vai acontecer no Natal (25/12). | JACK RYAN | AMAZON PRIME VIDEO Após uma espera de três anos, a 3ª temporada traz o personagem-título, vivido por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), em ritmo de fuga. Foragido e caçado pela própria CIA, Jack Ryan conta com apenas um punhado de aliados para impedir o plano de ex-soviéticos rebeldes, que pretendem trazer de volta a União Soviética com um ataque nuclear na Europa – uma intenção que o governo dos EUA não tem como investigar nem pode insinuar. O título original da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), e o atual, Vaun Wilmott (criador de “Dominion”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a série já se encontra renovada para a 4ª temporada. | O PACIENTE | STAR+ O suspense traz Steve Carell (“The Office”) como um psicanalista numa situação de pesadelo: atendendo um serial killer, vivido por Domhnall Gleeson (“Ex Machina”). Na trama, o personagem de Carrell é sequestrado e aprisionado por um paciente que, durante a sessão de terapia, revela ter compulsão para matar pessoas. Em busca de ajuda – ou apenas de alguém que escute as barbaridades que tem para contar – , o assassino decide que precisa continuar a terapia, e para isso acorrenta o médico em sua casa, demonstrando interesse em “melhorar”. “O Paciente” foi criada por Joseph Weisberg e Joel Fields, respectivamente criador e showrunner de “The Americans” – o que é uma ótima credencial. | ALICE IN BORDERLAND 2 | NETFLIX Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que acompanha um grupo de jovens enviado a um universo paralelo, exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de uma sucessão de jogos de sobrevivência. A 2ª temporada encontra os principais sobreviventes, Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”), enfrentando novas etapas e competidores no jogo mortal, enquanto tentam saber mais sobre aquele lugar e se existe alguma saída. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência na trama. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. | THE WITCHER: A ORIGEM | NETFLIX A fantasia derivada de “The Witcher” é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos da série original, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”) como a líder guerreira dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). Com apenas quatro episódios, a minissérie foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. A estreia vai acontecer no Natal (25/12) | EMILY IN PARIS 3 | NETFLIX A comédia romântica traz Lily Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras turísticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O 3º ano da produção explora o tema das escolhas e traz a protagonista dividida entre decisões profissionais e amorosas. Agora, ela tem uma decisão crucial a tomar: sobre ficar com Alfie (Lucien Laviscount), um banqueiro que surgiu na 2ª temporada e a tirou do chão, ou Gabriel (Lucas Bravo), o “vizinho gato” que desperta seu interesse desde o começo da série. O detalhe é que todas as outras personagens femininas enfrentam dilemas similares, além de questões relativas à carreira, que tornam a trama repetitiva. Para não dizer que não evolui, Emily mostra, ao menos, um corte de cabelo novo. | O CANGACEIRO DO FUTURO | NETFLIX A série brasileira volta a juntar o cineasta Halder Gomes com o ator Edmilson Filho após os sucessos do filme, da série e da continuação de “Cine Holliúdy”, além de “O Shaolin do Sertão”. Desta vez, Edmilson é Virguley, um cabra frouxo, enrolado e sem moral, que vive em absoluto perrengue em São Paulo e sonha em voltar rico para o Nordeste. Entre seus bicos, aproveita-se da sua semelhança com Lampião para fazer shows em praças públicas na capital paulista. Até que se mete numa confusão e leva um tabefe tão forte que vai parar em 1927, no meio do cangaço, onde é confundido pela população local como o verdadeiro Virgulino Lampião. Tirando vantagem da farsa, Virguley reúne um bando pra lá de inusitado, se apaixona por Mariá (Chandelly Braz, de “Orgulho e Paixão”) e fica poderoso na cidade. Mas como nada na vida desse cabra é fácil, a história ainda lhe reserva muitas reviravoltas, incluindo o surgimento do verdadeiro Rei do Cangaço, que vem tirar satisfações. Criada por Halder Gomes, que também é responsável pela direção geral, a série ainda traz em seu elenco os atores Dudu Azevedo, Frank Menezes, Fábio Lago, Evaldo Macarrão, Haroldo Guimarães, Max Petterson, Valéria Vitoriano, Solange Teixeira e Carri Costa. | WHAT WE DO IN THE SHADOWS 4 | STAR+ Os vampiros favoritos da TV retornam a Nova York, após se separarem no final da temporada passada, para enfrentar novas desventuras e dilemas. Os desafios do quarto ano da produção incluem criar um bebê vampiro e abrir um nightclub vampiro. A série é baseada no premiado filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil) e foi criada pelos diretores do longa original, a dupla Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”). A proposta original era um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. O filme venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, além da mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Em sua adaptação para série, a trama sofreu várias mudanças, incluindo locação e intérpretes. As mudanças se estenderam à própria premissa. Os protagonistas não são mais três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) – agora transformado em bebê – e um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”), e a série já se encontra renovada até a 6ª temporada. | KUNG FU 3 | HBO MAX A série de ação está em sua 3ª temporada com exibição semanal simultânea no Brasil pela HBO Max. Produzida por Greg Berlanti, o criador do Arrowverso, trata-se de um reboot completo da produção clássica de mesmo nome que marcou a década de 1970, em que David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) vivia um jovem mestre do kung fu no Velho Oeste. A nova versão opera uma mudança de sexo e de época, acompanhando uma lutadora contemporânea, e ainda acrescenta elementos místicos à trama. Na premissa desenvolvida por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”), Olivia Liang (intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies”) interpreta Nicky, uma americana de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, tornando-se estudante de kung fu num mosteiro isolado na China. De volta a San Francisco, nos EUA, ela passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger sua família e comunidade, ao mesmo tempo em que se envolve numa conspiração sobrenatural, cujos desdobramentos a levam além deste mundo e à beira do apocalipse. | FEAR THE WALKING DEAD 7 | AMAZON PRIME VIDEO A 7ª temporada apresenta um mundo literalmente pós-apocalíptico, após uma explosão nuclear devastar o Texas e tornar os zumbis radioativos. Diante deste cenário desolador, onde o próprio ar representa a morte, os poucos sobreviventes lutam pelo único local seguro: uma fortaleza dominada pelo inescrupuloso Victor Strand (Colman Domingo), que se divide entre bancar o ditador sanguinário e sentir remorsos por suas próprias atitudes. Do lado de fora, Alicia (Alycia Debnam-Carey) conta as horas para morrer, delirante após ser contaminada por um zumbi, enquanto Morgan (Lennie James) se desespera para juntar todos os remanescentes e escapar daquele inferno. Bastante sombria, a temporada é marcada por traições, despedida de três integrantes importantes do elenco e uma volta inesperada. Madison (Kim Dickens), a mãe de Alicia, que todos acreditavam ter morrido na 4ª temporada, retorna de surpresa para introduzir um novo mistério e vilão, que será o tema do 8º ano da série, atualmente em produção.
4ª e última temporada de “Jack Ryan” já terminou de ser gravada
A 4ª temporada da série de espionagem “Jack Ryan” já terminou de ser gravada. A informação foi divulgada pelo protagonista John Krasinski, em entrevista ao site The Wrap, por ocasião do lançamento do terceiro ano da produção, que chegou nesta semana à plataforma Prime Video, da Amazon. “Já terminamos [a 4ª temporada], na verdade filmamos a três e a quatro consecutivamente”, disse Krasinski. “Então essa era a ideia, sabendo que os fãs esperaram tanto entre a dois e a três, decidimos fazer a três e a quatro consecutivamente, para que eles não tivessem que esperar tanto tempo novamente.” De fato, os fãs tiveram que esperar três anos pela 3ª temporada devido à pandemia. Ainda que a espera seja menor agora, ela terá um sabor agridoce, visto que a 4ª temporada também será a última. “Sendo a última temporada da série, acho que é realmente uma celebração desta equipe, é uma celebração da confiança e como nada pode ser feito se não pudermos confiar um no outro”, disse ele. “Então foi provavelmente o maior feito de todas as temporadas, resultado de como todos nós trabalhamos juntos. Eu estou realmente ansioso [pelo desfecho].” Ainda que não tenha entrado em detalhes a respeito da trama do final, Krasinski falou um pouco sobre o período intenso de gravações e as locações onde a história se passa. “Que desafio incrível foi para todos nós, que durou mais de um ano e meio”, contou. “Tivemos uma pequena pausa no meio disso, mas ficamos essencialmente longe de nossas famílias por mais de um ano e meio. E não apenas de Nova York a Los Angeles, estivemos em Budapeste e na Eslováquia, em Praga e em vários outros lugares. Nas Ilhas Canárias. É uma bênção fazer isso, mas ainda assim é difícil.” O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A 3ª temporada de “Tom Clancy’s Jack Ryan” já está disponível na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Já a 4ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer mais recente da série.
Glass Onion: Diretor confessa ter feito filme na Grécia para aproveitar e tirar férias
O cineasta Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) revelou que escolheu realizar o filme “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” na Grécia porque queria tirar férias lá. A confissão foi feita durante a entrevista coletiva do lançamento do filme, que chegou na Netflix nesta sexta (23/12). “Escrevi o roteiro em 2020, no meio do lockdown. Então, como muita gente, eu estava sentado em casa, meio que desejando estar em uma ilha grega”, contou ele. “Isso pode ter algo a ver com a locação do novo filme”, completou. Continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” foi rodado na ilha de Spetses e na vila de Porto Heli, na Grécia. Além disso, o filme também tem locações em Belgrado, na Sérvia. Além de filmarem na costa da Grécia, a produção também alugou uma mansão que serviu como cenário e moradia para o elenco. “Foi como tirar férias de verão e fazer um filme durante o descanso”, brincou o diretor. Outro motivo para a mudança de cenário é porque Johnson não queria ver o detetive Benoit Blanc (interpretado por Daniel Craig) num local similar ao do primeiro filme. Segundo o diretor, a ideia era explorar o conceito de locações exóticas das obras de Agatha Christie. Enquanto em “Entre Facas e Segredos” (2019), a ação se passava quase toda dentro de uma mansão antiga e sombria, emulando filmes como “Assassinato por Morte” (1976) e “Os Sete Suspeitos” (1985), agora a ação se passa numa região costeira ensolarada. Johnson falou sobre a sua admiração por Christie. “Ela sempre contava uma história distinta em cada livro, com personagens diferentes, um novo local. Ela explorava gêneros distintos, testava reviravoltas que nunca tinham sido feitas antes”, disse ele. “Então, eu não queria fazer apenas uma continuação, a ideia era produzir algo completamente novo.” “E, na literatura de suspense, é claro que existe uma tradição de crimes na Inglaterra ou em mansões confortáveis do nordeste norte-americano, mas também há um viés rico a ser explorado de assassinatos durante viagens. ‘As Férias de Poirot’, ‘Morte no Nilo’, ‘O Fim de Sheila’… Podíamos tirar algo legal desse gênero de mistério nas férias. Então, decidimos mergulhar nisso.” Na trama do filme, um grupo seleto de detetives amadores e profissionais é reunido na ilha de um milionário para resolver um assassinato de brincadeira. Mas então, de forma típica, as luzes se apagam e alguém cai morto de verdade. Convidado para a festa, o detetive Benoit Blanc (personagem de Daniel Craig) se vê às voltas com um grupo diversificado de suspeitos, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”), Madelyn Cline (“Outer Banks”) e Edward Norton (“O Incrível Hulk”), que interpreta o dono da ilha. Primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” teve uma première bastante aplaudida no Festival de Toronto e chegou à Netflix com 94% de aprovação, na média do agregador de críticas Rotten Tomatoes. Confira abaixo o trailer do filme.
Zachary Levi defende mudanças feitas por James Gunn na DC
O ator Zachary Levi (“Shazam!”) defendeu as mudanças e os cancelamentos propostos pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) nos próximos filmes do DCU, Universo Cinematográfico da DC Comics. Em uma live no seu Instagram, o ator pediu aos fãs que confiem na visão dos novos chefes do DC Studios e não acreditem em “conjecturas e boatos”. “Vocês não têm ideia dos raciocínios por trás de qualquer uma das decisões que estão acontecendo. A quantidade de conjecturas, boatos, drama e bobagens que continuam circulando por aí no Instagram e no Twitter é risível. É incrivelmente ridículo”, disse Levi. “Então, eu diria apenas para serem pacientes e darem a eles algum espaço e algum tempo para tentarem fazer algo realmente especial.” Levi disse ainda que a ideia de unificar o Universo Cinematográfico da DC foi algo que Zack Snyder tentou fazer, mas “acabou não se materializando”. Ele acrescentou que Gunn e Safran “não estão apenas tomando decisões porque gostam ou não gostam de alguém. Eles estão tomando decisões com base no que é melhor para a Warner Bros., DC, todo o estúdio e entidade, e estão tentando deixar o máximo de fãs, e a maioria do público, felizes.” “Se você está por aí e realmente gosta do que aconteceu antes, tudo bem. Mas perceba que há muitas pessoas que não gostaram dessas coisas, e devemos sempre tentar atingir o máximo de público possível, fazer o maior número possível de pessoas felizes”, continuou ele. “É para isso que estamos no entretenimento, e é isso que eu acho que Peter e James estão tentando fazer.” O ator reconheceu que a dupla não está numa posição fácil. “Eles receberam todas essas coisas que já estavam em muitos conflitos. Então, pessoal, apenas dêem um tempo para eles. Vão com calma. Respirem. É feriado, pelo amor de Deus. Apenas aproveitem as férias, dêem a eles algum tempo para aproveitarem as férias e vamos ver o que acontece do outro lado disso”, completou. Levi também falou sobre seu próximo filme, “Shazam! Fúria dos Deuses”, dizendo que é “ainda melhor que o primeiro e o primeiro foi muito bom”. Ele também esclareceu que não estava elogiando James Gunn e Peter Safran porque sua vaga na nova DC estava garantida. “Escute, não tenho ideia do que vai acontecer comigo”, disse Levi. “Acho que estou em uma posição muito boa, acho que fizemos um ótimo filme, acho que vai dar certo – razoavelmente bem, espero que sim. Mas, novamente, independentemente disso, se eles decidirem em algum momento que esse é o caminho que devemos seguir – a vida é assim, é assim que funciona.” Entre as mudanças propostas por James Gunn e Peter Safran estão os cancelamentos de grandes projetos da DC, como “Mulher-Maravilha 3”, que seria dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot, e a continuação de “O Homem de Aço” (2013), que seria estrelada por Henry Cavill. Mais recentemente, o ator Dwayne “The Rock” Johnson anunciou que “Adão Negro 2” também não está nos planos imediatos do DC Studios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi)
“Babilônia”, com Brad Pitt e Margot Robbie, é “pior filme de 2022”, segundo crítica dos EUA
Uma das grandes apostas para a temporada de premiações, o filme “Babilônia”, novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), estrelado por Brad Pitt e Margot Robbie (ambos de “Era uma Vez em… Hollywood”), decepcionou a crítica dos EUA. Embora o longa de mais de três horas de duração tenha defensores, os detratores estão chamando muito mais atenção com frases desmoralizantes sobre a produção, que chegou aos cinemas americanos nesta sexta-feira (23/12). O crítico Dan Gentile, do prestigioso site de notícias californiano SFGate, chamou “Babilônia” de “o pior filme de 2022”, apontando que a estética exagerada do filme “poderia ser melhor descrita como um anúncio de perfume”. Gentile brinca ainda que felizmente “é bom não sentir o cheiro [do perfume], porque nos primeiros cinco minutos um elefante defeca direto na câmera”. Essa cena, em específico, foi usada como título da crítica do site Slate, em que Dana Stevens afirma que “Babilônia” é o equivalente fílmico a um elefante defecando. A crítica também destaca o aspecto visual do filme. “Chazelle está sempre encantando o espectador com sua imaginação visual e paixão pela história do cinema, mas essa espectadora poderia ter ficado um pouco menos impressionada”, disse ela, lamentando o exagero de certas cenas. Ela ainda comentou que ficou “esperando o filme se acalmar um pouco para poder observar seus personagens”, mas isso nunca aconteceu. Nem a presença de Brad Pitt e Margot Robbie foi considerada suficiente para impedir que o filme fosse considerado medíocre. Na trama, que aborda a era de Ouro de Hollywood, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da transição do cinema mudo para o falado, enquanto o personagem Pitt é baseado em grandes atores dos anos 1920, como John Gilbert, que teve dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. “Chazelle basicamente orquestrou um desenho animado ruidoso e vulgar de um filme e, embora às vezes seja emocionante testemunhar o puro virtuosismo de sua encenação, as performances não tem foco”, escreveu Peter Debruge, do site Variety. Ele também afirma que “quase todos os personagens principais recebem um monólogo de por que os filmes são importantes. Quase todos são mal escritos.”. A crítica Manohla Dargis, do New York Times, resumiu sua opinião no título de sua resenha: “Encher a cara e cheirar. Isso é Entretenimento?” Angelica Jade Bastién, do site Vulture, criticou até a suposta sensualidade proposta pelo filme, que se perde em meio aos exageros. “‘Babilônia’ é um exemplo impressionante de como a sensualidade não nasce simplesmente de se mostrar pessoas em vários estados de nudez”. Por outro lado, o mesmo exagero é apontado como positivo em outras críticas, como a que Caryn James escreveu para a BBC. “Na melhor das hipóteses, o filme de Chazelle é uma maravilha cinematográfica, prova suficiente de que os filmes são mágicos, pois nos transporta para o mundo belo e terrível que reconhecemos como Hollywood até agora.” Já Justin Chang, do Los Angeles Times, fez uma avaliação ainda mais entusiasmada. Segundo ele, o filme celebra “a glória do cinema na era do cinema mudo: grandes performances gestuais, filmagens ao ar livre luxuosas e uma cacofonia de fundo ininterrupta que as câmeras nunca registrarão.” E Johnny Oleksinski, do New York Post, resume bem as avaliações gerais do filme. “Às vezes é deslumbrante, às vezes é derivativo. Ainda assim, há pessoas piores para se passar três horas junto do que com Brad Pitt e Margot Robbie.” Graças a essa divisão de opiniões, o filme atingiu uma aprovação de 56% da crítica no site Rotten Tomatoes, mas esse número desce para 44% quando considerados apenas os Top Critics, ou seja, aqueles que escrevem para grandes publicações. Além de Pitt e Robbie, o elenco grandioso de “Babilônia” ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme estreou nesta sexta-feira (23/12) nos EUA, mas o lançamento no Brasil ficou apenas para 19 de janeiro. Assista abaixo dois trailers para entender a trepidação da crítica.
Gal Gadot teria voltado à franquia “Velozes & Furiosos”
A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) estaria retornando à “Velozes & Furiosos” no 10º filme da franquia. A informação foi divulgada pelo site The Direct, após as primeiras sessões de testes do filme supostamente revelarem a participação nessa semana. Vale lembrar que a atriz estrelou três filmes da franquia, mas sua personagem, Gisele, morreu em “Velozes & Furiosos 6” (2013) enquanto tentava salvar seu namorado Han (Sung Kang). No entanto, recentemente o próprio Han retornou dos mortos (teria forjado a própria morte), o que abre a possibilidade de Gisele também estar viva. O ator Sung Kang já apoiou publicamente o retorno de Gadot. “Acho que precisamos de Gisele de volta… em todos os sentidos”, disse Kang ao Insider em seu ressurgimento na franquia, no ano passado. “Acho que os fãs querem isso. Precisamos fazer isso acontecer de alguma forma.” Muitos fãs especularam que, caso voltasse, Gadot apareceria apenas em um flashback, já que “Velozes & Furiosos 10” prometeu encerrar a franquia. Mas Vin Diesel também sugeriu que o filme “final” poderia ser dividido em duas partes, e a participação de Gadot pode ter a ver com isso. O perfil do Twitter BigScreenLeaks detalhou como ela aparece no longa. Spoiler ou enrolação, a personagem Gisele apareceria apenas em alguns segundos no final, o que poderia servir de gancho para outro filme, mas a reação do público à forma como ela ressurge não foi positiva e, numa segunda sessão de teste, a aparição já foi cortada. Portanto, a participação da estrela não é garantida, visto que a Universal está testando diferentes versões do longa. Como nenhuma fonte oficial comentou esse retorno, por enquanto a informação deve ser tratada como rumor. Mas um rumor que está movimento as redes sociais. Diversos fãs tuitaram sobre o assunto nesta sexta (23/12), questionando a respeito da veracidade da informação e sobre como a personagem poderia ter sobrevivido. Um usuário do Twitter brincou dizendo que “Velozes & Furiosos” é “uma franquia em que ninguém morre”, nem mesmo o personagem Brian O’Conner, apesar da morte de seu intérprete, Paul Walker, em 2013. Outro disse ainda que “morte não importa quando você tem família”, parafraseando Dominic Toretto, o personagem de Vin Diesel. Teve ainda quem brincou dizendo que “provavelmente Gisele tinha uma irmã gêmea ou algo assim”. A produção de “Velozes e Furiosos 10” começou a ser filmada em 20 de abril com Justin Lin de volta à cadeira de diretor. Mas em menos de uma semana, ele abandonou o trabalho, alegando “diferenças criativas”, e o diretor francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”) acabou assumindo o comando do longa. A continuação também foi reforçada pela contratação de astros como Brie Larson (a “Capitão Marvel”), Daniela Melchior (a Caça-Ratos II de “O Esquadrão Suicida”), Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”), Alan Ritchson (“Reacher”) e Jason Momoa (o “Aquaman”), que se unem ao já grandioso time de protagonistas – Vin Diesel, Tyrese Gibson, Ludacris, Michelle Rodriguez, Nathalie Emmanuel, Sung Kang, Jordana Brewster, Charlize Theron e possivelmente até Jason Statham. A estreia está marcada para 18 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Lucy Alves vai cantar no especial de Roberto Carlos: “Zerei a vida”
A atriz e cantora Lucy Alves vai aparecer em dose dupla na tela da Globo nesta sexta-feira (23/12). Depois de estrelar a novela “Travessia”, no papel de Brisa, ela vai cantar como convidada especial no tradicional show de fim de ano de Roberto Carlos. No programa musical, Lucy vai interpretar “De Volta Pro Aconchego”, sucesso de Dominguinhos eternizado por Elba Ramalho, e um clássico de Roberto, “Como Vai Você”, composição de Antônio Marcos gravada pelo Rei em 1972 – e regravada por Daniela Mercury em 2000. Além de cantar, Lucy também tocará acordeom durante a apresentação. “’Zerei a vida’ foi a primeira coisa que falei! Acho que é um marco por tudo o que ele representa”, disse a estrela, emocionada pela oportunidade de se apresentar ao lado de Roberto. “Estar ao lado de um cara que foi precursor de tantos movimentos musicais, tão importante para a história da música, um artista que inspira por ser compositor, estar na ativa até hoje, embalar nossa vida com tantas canções, com esse romantismo… Ele é demais. Estou muito feliz, agradecida a papai do céu, realmente.” Para quem desconhece a carreira musical de Lucy Alves, ela começou a jornada ainda criança integrando grupos musicais da Paraíba, a sua cidade natal. O reconhecimento nacional veio em meados de 2013, quando conquistou o vice-campeonato da 2ª temporada do “The Voice Brasil”, como cantora e multi-instrumentista. Com quatro álbuns, ela tem inclusive um indicação a um Grammy Latino pelo disco “Lucy Alves & Clã Brasil no Forró do Seu Rosil”, de 2015. Em 2022, porém, seu foco foi a televisão. Além de estrelar “Travessia”, ela apareceu no “The Masked Singer Brasil” e viveu Deusa na série sertaneja “Só Se For Por Amor”, que foi lançada – e já cancelada – pela Netflix. “Acho que estou terminando o ano da melhor maneira possível. Não tenho do que reclamar de 2022”, afirmou a intérprete de Brisa. “Foi um ano muito bom para mim, profissionalmente e pessoalmente, mas fechar participando do especial Roberto Carlos é demais, né gente?” O Especial de Roberto Carlos também receberá em seu palco azul a dupla sertaneja Maiara & Maraísa e o grupo Raça Negra. Mas o momento mais esperado é, sem dúvida, a homenagem preparada para o amigo de fé, irmão camarada e companheiro de tantas jornadas, Erasmo Carlos, maior parceiro musical do cantor, que faleceu em novembro com 81 anos.
Marcius Melhem oferece US$ 1 milhão para ridicularizar acusações de Leo Dias
O ator Marcius Melhem resolveu contra-atacar Leo Dias, após o colunista fazer novas acusações de assédio contra ele. Dizendo que o jornalista divulgou “informações falsas e gravíssimas” em sua coluna, que foram reforçadas em sua participação no programa “Fofocalizando” nessa semana, Melhem decidiu pagar pra ver. Está oferecendo exatamente US$ 1 milhão para a suposta vítima de seu assédio se apresentar. São um milhão de dólares, não reais. Em meio a uma série de artigos contra Melhem, Dias acusou o ex-diretor do Departamento de Humor da Globo de ter assediado uma professora de inglês contratada pela emissora para lhe dar aulas. “[Ela] pediu pra sair porque ele se assanhou pra cima dela. Aí a Globo foi lá e mandou um professor homem, ele fez uma aula e acabou. Não quis mais fazer aulas de inglês! A Globo fez um relatório no setor de ‘compliance’. Comprovou e enviou o relatório para a polícia”, afirmou o colunista no programa do SBT. Pois Melhem declarou pelo Instagram que gostaria de oferecer US$ 1 milhão para à tal professora que teria sido assediada. “Professora, não precisa nem provar que foi assediada. Basta provar que me deu aula de inglês na rede Globo. [Te dou] 1 milhão de dólares na hora”, afirmou. “O colunista Leo Dias divulgou informações falsas e gravíssimas ao afirmar que o humorista Marcius Melhem assediou uma professora de inglês na rede Globo”, disse a assessoria do ex-Globo, por meio de comunicado. Essa afirmação não faz o menor sentido, bastando saber que Marcius nunca fez aulas de inglês na rede Globo ou, desde sua idade adulta, em nenhum outro local. Infelizmente essa afirmação mentirosa se soma a uma série de inverdades publicadas há dois anos sobre Melhem.” Além do deboche de Melhem no Instagram, os advogados do humorista pretendem adotar medidas judiciais para “reestabelecer a verdade”. A postagem rendeu. Os seguidores e apoiadores de Melhem disseram para ele não “cutucar o vespeiro”. “Rapaz não faz isso não, você já teve uma boa noção do que o ser humano é capaz”, disse uma internauta. “Por um milhão de dólares ainda vão achar seu histórico de frequência nas aulas de inglês, francês, mandarim e braille. Faz isso, não”. Por conta da repercussão de várias reportagens recentes, que revelaram detalhes do processo contra o humorista, acusado de assédio sexual contra a humorista Dani Calabresa e outras mulheres, ele voltou a receber apoios. Melhem afirmou que estaria sendo procurado por “muitos colegas arrependidos de terem tomado uma posição” no calor das denúncias iniciais. “Esses mesmos colegas dizem que outros tantos estão com vergonha de me procurar. Não tenham. Todo mundo tem o direito de ter sido enganado”, garantiu Marcius Melhem, que enfatiza ser inocente. Nos comentários à postagem, o ator André Segatti (“Malhação”) saiu em sua defesa. “Que Deus te honre cada vez mais, irmão”, declarou num comentário. “E que a verdade apareça, pois os justos, verdadeiros e puros de coração devem sempre vencer, e que tenham o melhor da vida. Creio em você, meu amigo! Deus é contigo!” Curiosamente, o comentário de Segatti e a publicação original do humorista não parecem ter sido curtidos pelos ditos “perfis verificados”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcius Melhem (@marciusmelhem)












