Lázaro Ramos anuncia final das filmagens de “Ó Paí, Ó 2”
O astro Lázaro Ramos publicou um vídeo no Instagram para comemorar o final das filmagens de “Ó Paí, Ó 2”, sequência do filme de 2007, de Monique Gardenberg. O vídeo mostra bastidores da produção e seu elenco, que também conta com Érico Brás, Dira Paes e outros. Ramos dá vida mais uma vez ao cantor Roque, morador do Pelourinho que vai à luta para defender sua comunidade e a cultura baiana, enquanto Brás interpreta Reginaldo, um taxista que sempre dá um jeitinho de se enfiar nos planos do amigo. Já Dira Paes viveu Psilene no longa-metragem de 2007. Considerado um sucesso de cinema, o filme deu origem a uma série, que foi ao ar na rede Globo em duas temporadas, entre 2008 e 2009. A direção da continuação é de Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)
Continuação de “Evil Dead” revela sua primeira imagem
O ator Bruce Campbell, astro e produtor da franquia “Evil Dead”, divulgou a primeira foto do novo filme da saga de terror, conhecida no Brasil como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”. Para marcar este dia de Halloween (31/10), ele publicou em seu Twitter uma imagem demoníaca da atriz Alyssa Sutherland (“Vikings”) em meio a muito sangue, informando ainda que o filme chega aos cinemas dos EUA em 21 de abril de 2023. Rodado na Nova Zelândia, “Evil Dead Rise” será o segundo longa do diretor irlandês Lee Cronin, selecionado pessoalmente por Sam Raimi, produtor e criador da franquia, após sua estreia com o terror “The Hole in the Ground” – premiado em 2019 no Fant, festival de cinema fantástico de Bilbao, na Espanha, e com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Assim como o reboot “A Morte do Demônio” (Evil Dead), de 2013, a produção não contará com o personagem Ash, vivido por Bruce Campbell. O ator tinha resgatado o personagem da trilogia original, iniciada nos anos 1980, na série “Ash vs. Evil Dead”, mas o cancelamento daquela atração aposentou sua serra elétrica. Campbell, porém, é um dos produtores da nova continuação. A trama de “Evil Dead Rise” vai girar em torno de duas irmãs distantes, vividas por Alyssa Sutherland e Lily Sullivan (“Mental”), que decidem reatar após longo afastamento, apenas para ter sua reunião atrapalhada pelo ataque de demônios que as obrigam a lutar pela sobrevivência. Produzido para a plataforma HBO Max, o filme ainda vai inovar em relação à premissa original. Em vez de se passar numa cabana no meio da floresta, desta vez as possessões demoníacas acontecerão numa cidade grande. O lançamento no Brasil está marcado para 20 de abril. Trick or treat, Deadites. Here is the first peek at Evil Dead Rise – in theaters April 21. #EvilDeadRise pic.twitter.com/COq0Uml7uk — Bruce Campbell (@GroovyBruce) October 31, 2022
“Adão Negro” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana
Em meio às eleições, o público nos cinemas brasileiros caiu pela metade em comparação à semana anterior. Ao todo, foram vendidos 769 mil ingressos para uma arrecadação de R$ 15,91 milhões. “Adão Negro” liderou a bilheteria pela segunda semana consecutiva, com R$ 11,34 milhões arrecadados e visto por 571 mil espectadores entre quinta-feira e domingo (30/10), de acordo com dados da consultoria Comscore. O 2º lugar foi uma surpresa: ficou com a transmissão ao vivo do show do Coldplay em Buenos Aires. A banda, que adiou recentemente sua turnê no Brasil, levou mais de 31 mil pessoas aos cinemas, gerando R$ 1,33 milhão de bilheteria. A estreia do terror “Convite Maldito” completou o pódio com pouco mais de R$ 1 milhão, assistido por 54 mil pessoas. 1. “Adão Negro” 2. “Coldplay Live Broadcast from Buenos Aires” 3. “Convite Maldito” 4. “Sorria” 5. “As Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda” 6. “A Mulher Rei” 7. “Halloween Ends” 8. “Amsterdam” 9. “Super Quem?” 10. “Bem-vinda a Quixeramobim”
Mais jornalistas da Jovem Pan são demitidos em “limpa”
A Jovem Pan demitiu diversos jornalistas nesta segunda-feira (31/10), um dia após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Rumores vazados da redação sugerem uma mudança editorial no jornalismo do grupo. Após a Jovem Pan News tornar-se porta-voz da extrema direita no Brasil, o grupo responsável pela emissora estaria recalculando sua rota com a derrota de Jair Bolsonaro. Assim, os nomes do comentarista Guilherme Fiuza, da apresentadora Carla Cecato e do repórter Maicon Mendes, que participou da cobertura das eleições de 2022, juntaram-se aos ilustres dispensados do começo do dia, Augusto Nunes e Caio Coppola. Mas a lista também incluiu Guga Noblat, um dos mais ponderados – e “esquerdista” perdido no elenco da emissora. Noblat deu sua própria versão para sua demissão, sugerindo retaliação da emissora: “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura. Estava desde a semana passada afastado e agora é definitivo”, disse nas redes sociais. O jornalista não se juntou aos funcionários da Jovem Pan News que acusaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de realizar censura na programação da emissora por exigir que eles parassem de atacar o então candidato Lula com fake news e dessem o mesmo tratamento dispensado ao incumbente, sempre muito elogiado. A legislação eleitoral exige tratamento isonômico entre candidatos em veículos jornalísticos e Noblat deu razão à lei. Ele ainda retuitou um post de Bob Fernandes que disse: “Os que alardeavam terem sido ‘censurados’, censuram Guga, suspenso da Pan desde quarta-feira. E hoje, segunda-feira, ele foi demitido”. Carla Cecato estava afastada da Jovem Pan desde o início de outubro, quando decidiu se licenciar para participar da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, e não vai voltar ao grupo. Durante esse período, ela teve sua credibilidade jornalística questionada por virar uma disseminadora de notícias falsas em seu Instagram. Por conta disso, teve posts bloqueados e recebeu um aviso de que seu perfil não era confiável para informações jornalísticas devido a quantidade de vídeos manipulados. Ela apostava em outra carreira, tentando uma vaga como deputada federal, mas não se elegeu. Já Guilherme Fiuza era o mais extremista do grupo dispensado. Seu último tuite antes da demissão insinuava que as eleições foram fraudadas. “Os caminhoneiros não estão parados contra o resultado da eleição. Estão parados porque, como a totalidade da população que vive do seu trabalho, pediram eleições limpas e não foram atendidos. Eleição limpa tem que poder ser auditada e não precisa de censura”, ele escreveu pouco antes de ser sacado. Este post era frontalmente contrário a um editorial publicado pelo grupo na noite de domingo (30/10), para reforçar a lisura das eleições e a defesa da democracia, e indicar que a Jovem Pan “não irá se omitir” caso ocorresse algum golpe. “Com a proclamação do presidente que conduzirá o país pelos próximos quatro anos, renovamos nosso compromisso com o Brasil, com a democracia, com a nossa Constituição cidadã e com os Poderes e Instituições que sustentam a nossa República”, disse o trecho principal do editorial. “Os candidatos que disputaram as eleições deste ano devem ter esse compromisso claro e serem os primeiros — tenham vencido ou não — a manifestar a defesa e a confiança na decisão soberana do povo”. Fiuza e Augusto Nunes também já estavam afastados da emissora, por se recusarem a deixar de chamar Lula de “ex-presidiário”, “condenado” ou “descondenado”, entre outras denominações pejorativas, em descumprimento à orientação do TSE. Junto com eles, também foram afastados pelo mesmo motivo Ana Paula Henkel e Zoe Martínez. Ao voltar ao “Morning Show” nesta segunda (31/10), Zoe chorou com o resultado das eleições. De todos os afastados, Augusto Nunes foi o único que foi saudado com um comunicado padrão, incluindo a desculpa da saída “em comum acordo”, mas com alerta de “cláusula de confidencialidade”. “Em comum acordo, O Grupo Jovem Pan e o jornalista Augusto Nunes entenderam por bem pôr fim à parceria de trabalho que estava vigente há mais de cinco anos, através da empresa do Augusto, Lauda Comunicação Ltda, sem qualquer animosidade ou juízo de valor”, diz o texto. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade. O Grupo Jovem Pan agradece o jornalista Augusto Nunes e deseja sucesso nas novas fronteiras que ele haverá de desbravar.” Nunes, que chegou a agredir fisicamente outro jornalista, convidado do programa “Pânico” da Jovem Pan, é alvo de alguns processos por calúnia e difamação na Justiça. Não está claro se as demissões acabaram ou se outros nomes da Jovem Pan ainda vão se juntar à lista de futuros YouTubers independentes. Por via das dúvidas, Zoe Martínez lançou seu próprio site nesta segunda para divulgar seus vídeos.
Nova sci-fi de ação estrelada por Milla Jovovich ganha primeira foto
A Captone Pictures divulgou a primeira foto da nova ficção científica de ação estrelada por Milla Jovovich (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”). A foto mostra Jovovich empunhando uma arma e usando uma máscara para conseguir respirar. Intitulado “Breathe”, o filme vai acompanhar uma mãe chamada Maya (Jovovich) e sua filha, forçadas a viver no subsolo depois que a Terra se tornou inabitável devido à falta de oxigênio. Elas só conseguem fazer pequenas viagens à superfície usando um traje de oxigênio construído pelo marido de Maya, Darius, que supostamente está morto. Porém, em certo momento um casal misterioso chega ao local alegando que conhece Darius e sabe o que aconteceu com ele. O elenco ainda conta com Jennifer Hudson (“Cats”), Sam Worthington (“Avatar”), Quvenzhané Wallis (“Swagger”) e Common (“Hell on Wheels”). O roteiro foi escrito por Doug Simon (“A Casa dos Mortos”) e figurou na Blacklist, a lista informal dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A direção está a cargo de Stefon Bristol (“A Gente Se Vê Ontem”) e ainda não há previsão de estreia.
Franquia de terror “Sexta-Feira 13” vai virar série
A franquia de terror “Sexta-Feira 13″ vai ganhar um prólogo no formato de série. A atração vai se chamar “Crystal Lake” e será desenvolvida para o serviço de streaming Peacock. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a série, descrita como um “prólogo expandido” dos filmes, será escrita por Bryan Fuller (“Hannibal”), que também vai produzir e atuar como showrunner da atração, e produzida pelo estúdio indie A24. “Descobri ‘Sexta-Feira 13’ nas páginas da revista Famous Monsters quando eu tinha 10 anos e tenho pensado nessa história desde então”, disse Fuller, em comunicado. “Quando se trata de horror, a A24 eleva o nível e empurra os limites e estou ansioso para explorar o território do acampamento do Lago Cristal sob a sua marca.” O roteirista Victor Miller, responsável pelo roteiro do primeiro filme da franquia, também tem seu nome ligado à produção da série. E sua participação é uma pista sobre a história. Em 2018, Miller recuperou os direitos de seu roteiro, mas ele não inclui o monstro da franquia. A versão adulta de Jason Voorhees, que usa máscara de hóquei e facão afiado, só começou a estripar quem acampa no Lago Cristal no segundo filme. No filme original de 1980, Jason era uma criança vítima de bullying no acampamento, que tem seu destino lembrado em flashback. O assassino da trama, conforme lembrou uma pegadinha clássica da abertura de “Pânico” (1996), era sua mãe, que buscava vingança contra os membros do acampamento. “Crystal Lake” recebeu a encomenda de uma temporada completa, mas ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer do primeiro “Sexta-Feira 13”.
Gizelly Bicalho vai à delegacia por xenofobia e ameaças de bolsonaristas
A ex-BBB e advogada criminalista Gizelly Bicalho fez um queixa por crime de xenofobia, ofensas e ameaças que sofreu de eleitores bolsonaristas no condomínio onde mora em Vitória, no Espírito Santo. Com postagens de fotos em frente à delegacia de polícia, ela contou que foi xingada de “Paraíba” após comemorar a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva no prédio em que mora. “Minha segunda-feira começou na delegacia, mas não foi atuando como advogada. Fui vítima de violência! Ontem, sofri violência no meu condomínio, um casal de senhores me agrediram verbalmente. O motivo? Ser mulher, ser de origem pobre e ser da roça”, ela contou nos stories do Instagram. Gizelly explicou que, enquanto comemorava a eleição de Lula, passou a ser bombardeada de xingamentos. “Um casal de idosos veio na minha direção, o senhor visivelmente ia me bater, me chamou de burra e a senhora me chamou de Paraíba e disse que não tinha lugar para morar”, afirmou. Ainda segundo ela, as agressões só pararam com a chegada de seu namorado, já que o agressor só desistiu de persegui-la quando ele apareceu. A ex-sister revelou que não fez a denúncia somente por ela, mas por todas as mulheres do Brasil. Ela ressaltou que tem orgulho das suas origens, de ter participado do reality show da Globo e dos pais, que mesmo sem estudo lhe deram tudo e lhe permitiram chegar onde chegou. Ela afirmou que espera o posicionamento do condomínio e que solicitou as imagens das câmeras para incluir na ocorrência registrada na delegacia. Para completar, declarou que essa não foi a primeira agressão que sofreu no lugar em que mora. “Essa é a segunda, e a 1ª foi quando saí com uma roupa ousada para ir para o Vital em setembro. Pegaram prints da minha roupa e jogaram no grupo das mulheres do prédio. Me chamaram de put*, vagabunda, prostituta e que os maridos não podiam me ver daquela forma. Deixei passar porque eram mulheres que falaram atrocidades com outra mulher, sendo machistas. Só que agora foi pior”, revelou.
Taylor Swift faz História ao ocupar todo o Top 10 da Billboard
A cantora Taylor Swift fez história ao se tornar a primeira artista a ocupar sozinha os 10 primeiros lugares da parada de sucessos Hot 100 da Billboard na mesma semana. O feito histórico é resultado do sucesso do álbum “Midnights”, lançado no dia 21 de outubro. A canção “Anti-Hero” ficou em 1º lugar, com quase 60 milhões de streams, 32 milhões de execuções na rádio e 13500 vendas de seu single. O sucesso de “Anti-Hero” também se deve ao fato de a canção ter sido a primeira a ganhar um clipe, o que estimulou a sua divulgação. O clipe de “Anti-Hero” já conta com mais de 42 milhões de visualizações no YouTube. A segunda colocada é a faixa de abertura do álbum, “Lavender Haze”, que teve um alto número de streams (41,4 milhões), mas um número mais baixo de execuções na rádio (2,4 milhões). Embora todas as canções tenham ultrapassado a marca de 400 mil execuções na rádio, apenas as duas primeiras tiveram mais de um milhão. As demais canções que compõem o Top 10 são: “Maroon” (37,6 milhões), “Snow on the Beach” (37,2 milhões), “Midnight Rain” (36,9 milhões), “Bejeweled” (35,5 milhões), “Question…?” (31 milhões), “You’re on Your Own, Kid” (34 milhões), “Karma” (33 milhões) e “Vigilante Shit” (32,2 milhões). Com isso, Swift quebrou o recorde antes estabelecido por Drake, que havia conseguido colocar nove das músicas que compunham o seu álbum “Certified Lover Boy” (2021) no Top 10 da Billbord. No ano passado, Swift também tinha conseguido o 1º lugar do Top 100 em novembro, quando lançou “All Too Well (10-Minute Version)”. O álbum “Midnights” está disponível em todas as plataformas de áudio.
Ator de “Aquaman” será novo herói da Marvel
O ator Yahya Abdul-Mateen II está trocando as adaptações de quadrinhos da DC Comics pelo papel de herói da Marvel. Intérprete do Doutor Manhattan na série “Watchmen” e do vilão Arraia Negra em “Aquaman” e sua vindoura continuação, ele vai viver Wonder Man – conhecido como Magnum na exótica tradução nacional – na primeira série do personagem. O herói não é dos mais famosos, mas possui uma trajetória bastante interessante. Criado em 1964 por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck, Simon Williams (a identidade de Magnum) surgiu como capanga do Barão Zemo. Ele era filho e herdeiro do industrial Sanford Williams e se sentia prejudicado nos negócios diante da competição com as Indústrias Stark, de Tony Stark. Usando experiências com armamento iônico de suas fábricas, conseguiu ganhar superforça e virou brevemente um supervilão, mas foi reconfigurado nos anos 1970 como herói (e um dos Vingadores), até passar a usar seus poderes para trabalhar como dublê e astro de filmes de ação de Hollywood. Enquanto estava nos Vingadores, o personagem também desenvolveu fortes laços com Visão e Wanda, a Feiticeira Escarlate. Histórias chegaram a sugerir que Magnum e Visão era praticamente irmãos. Ele ainda desenvolveu sentimentos por Wanda, depois que o Visão foi desmantelado. Ainda não está claro qual fase do personagem a série da Disney+ vai abordar, mas uma alteração já está evidente: Simon Williams é branco nos quadrinhos. Por sinal, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” chegou a filmar – e posteriormente descartar – uma cena passada num cinema que incluía pôsteres de filmes de Simon Williams, ilustrados pelo rosto do ator Nathan Fillion (“Castle”, “The Rookie”). Fillion acabou encarnando o personagem apenas como dublador, na série animada “M.O.D.O.K” – que não faz parte oficialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Produzida por Destin Daniel Cretton (diretor de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), “Wonder Man” (título original) também contará com participação de Ben Kingsley no papel de Trevor Slattery, personagem introduzido em “Homem de Ferro 3” (2013) e visto pela última vez no filme de Shang-Chi. A série ainda não tem previsão de estreia.
Cássia Kis rebate Globo por falas homofóbicas: “Problema meu”
A atriz Cassia Kis decidiu se manifestar sobre as acusações de homofobia que vem recebendo por falas preconceituosas numa live com Leda Nagle. A intérprete de Cidália em “Travessia” escalou a tensão ao rebater a nota de repúdio da Globo sobre o caso. “Problema meu”, disse a atriz. “Não sou homofóbica e não fiz uma declaração homofóbica. Não há mentira no que disse”, afirmou Cassia em mensagem enviada ao programa “Fofocalizando”, do SBT, nesta segunda (31/10). Segundo a jornalista Gaby Cabrini, Cassia não tinha visto a nota de repúdio da Globo sobre o caso ao fazer esta afirmação. Mas ela enviou o posicionamento e, em seguida, a atriz respondeu ao posicionamento da emissora: “Esse é um problema meu e da TV Globo. Na próxima semana, certamente você saberá, e não será por mim”. Cassia Kis causou controvérsia nacional ao dizer que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ainda na conversa, a atriz também destacou que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. As falas repercutiram negativamente nas redes sociais. Em comunicado à imprensa, a Globo afirmou que “tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”. A atriz declarou seu voto em Jair Bolsonaro e teria sido alvo de reclamação de colegas nos bastidores das gravações de “Travessia” por suposta militância extremista fora das gravações.
“A Fazenda” muda de horário após as eleições
O reality show “A Fazenda” mudou seu horário de exibição na Record TV. Com o fim das eleições e do horário eleitoral gratuito, as grades de TV estão retomando os minutos perdidos para a propaganda política e, com isso, programas do horário nobre voltam ser exibidos mais cedo. A partir desta segunda (31/1), “A Fazenda” passa a ir ao ar de segunda à sábado na faixa das 22h30. Aos domingos, o horário continua o mesmo: 23h. O reality show rural está atualmente na metade de sua temporada 14 na Record TV, com direito a muitas polêmicas e cancelamentos no mundo digital.
Evan Peters incorporou Jeffrey Dahmer por quase um ano e preocupou colegas
O ator Evan Peters passou quase um ano se preparando, pesquisando sobre a vida e incorporando o assassino Jeffrey Dahmer na série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”). A revelação foi feita pelo próprio ator, durante um evento da Netflix sobre a série. “Eu realmente fiquei pensando se deveria ou não fazer isso. Eu sabia que seria incrivelmente sombrio e um desafio incrível”, disse Peters sobre os quatro meses de preparação e os seis meses de gravações. O ator também explicou que assistiu à entrevista de Dahmer no programa “Dateline”, em 1994, para “mergulhar na psicologia desse lado extremo do comportamento humano”. O cocriador da série Ryan Murphy observou que Peters usava pesos de chumbo nos seus braços e plataformas nos sapatos para diminuir a fisicalidade de Dahmer. Além disso, também notou que Peters “basicamente permaneceu nesse personagem, por mais difícil que fosse, por meses”. “Ele tem as costas muito retas. Ele não mexe os braços quando anda, então eu coloquei pesos nos braços para ver como é. Eu usava os sapatos do personagem com saltos, jeans, óculos, eu tinha um cigarro na mão o tempo todo”, explicou Evans sobre sua composição. “Eu queria que todas essas coisas, essas coisas externas, fossem uma segunda natureza quando estávamos gravamdp, então assisti a muitas filmagens e também trabalhei com um treinador de dialetos para baixar o tom da minha voz. A maneira como ele falava era muito distinta e ele tinha um dialeto.” O ator também explicou que criou uma gravação de áudio de 45 minutos e que “eu ouvia isso todos os dias, na esperança de aprender seus padrões de fala e, na verdade, na tentativa de tentar entrar em sua mentalidade e entender isso a cada dia que estávamos gravando. Foi uma busca exaustiva, tentando encontrar momentos privados, momentos em que ele não parecia autoconsciente, para que você pudesse ter um vislumbre de como ele se comportava antes dessas entrevistas e de estar na prisão.” Niecy Nash, que viveu Glenda Cleveland, a vizinha de Dahmer, disse que certo dia se aproximou de Peters para lhe cumprimentar, mas ele estava “no seu processo”. “Eu queria respeitar isso e queria mantê-lo lá”, disse ela e, virando-se para Peters, acrescentou ter ficado preocupada com o colega. “Eu rezei muito por você, de verdade, porque isso é pesado. E quando você fica nisso e está preso ao material, como osso à medula, sua alma fica perturbada em algum momento. E eu podia vê-lo ficando cansado. Eu disse apenas: ‘Bem, vou me certificar de mantê-lo em minhas orações, porque isso é demais e ele quer fazer justiça’”, acrescentou. Sucesso imediato após seu lançamento, “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornou a segunda série em inglês mais vista da Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Ator de “Invasão à Casa Branca” vai substituir Alec Baldwin em thriller de espionagem
O ator Aaron Eckhart (“Invasão à Casa Branca”) vai estrelar o thriller de espionagem “Chief of Station”. Ele foi escalado para substituir Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), anteriormente contratado para o filme. Segundo o site Deadline, o motivo da substituição é que Baldwin está envolvido em uma filmagem que vai durar mais tempo que havia sido previsto, gerando um conflito na sua agenda. Na trama, um ex-agente da CIA (Eckhart) precisa voltar ao mundo da espionagem depois que descobre que a morte da sua esposa não foi um acidente. O elenco ainda conta com Olga Kurylenko (“Oblivion”) e Alex Pettyfer (“Magic Mike”). “Chief of Station” foi escrito pelo estreante George Mahaffey e tem direção de Jesse V. Johnson (“O Cobrador de Dívidas”), ex-dublê que se tornou diretor especializado em filmes B de ação. “Estou emocionado por colaborar com Aaron… ele me ganhou em ‘Obrigado por Fumar'”, disse Johnson em comunicado. “Ele é ideal para um papel que testará suas proezas em tantos níveis. Segure firme enquanto ele vai deslumbrar o público, tornando-se um rolo compressor neste thriller de espionagem em camadas e em ritmo acelerado.” O filme ainda não tem previsão de estreia. Aaron Eckhart tem diversos projetos pela frente, entre eles os filmes de ação “Ambush”, estrelado por Jonathan Rhys Meyers (“A Princesa da Yakuza”), e “The Bricklayer”, dirigido por Renny Harlin (“Os Renegados”), ambos sem previsão de estreia.












