PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    “Entrevista com o Vampiro” é renovada antes da estreia

    28 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano AMC anunciou a renovação de sua nova série “Interview with the Vampire” antes mesmo da estreia da 1ª temporada. A novidade foi revelada no Twitter oficial da produção. Veja abaixo. “Interview with the Vampire” é baseada no livro “Entrevista com o Vampiro”, que abre as “Crônicas Vampirescas” da escritora Anne Rice. A obra já foi levada ao cinema em 1994 com Tom Cruise e Brad Pitt nos papéis principais. Mas a série registra uma mudança radical de época e raça de um dos protagonistas. O vampiro Louis, interpretado por Brad Pitt no cinema, é agora vivido por Jacob Anderson (conhecido por viver o guerreiro Verme Cinzento em “Game of Thrones”), enquanto Sam Reid (“The Hunting”) dá vida a Lestat, o personagem de Tom Cruise no longa de 1994. No livro, assim como no filme, a trama era encenada em Nova Orleans durante o século 18. Já na adaptação da série, a narrativa de Louis acontece no começo do século 20, durante a era do jazz. Por coincidência, também é a mesma época em que se passa a nova versão de “Perry Mason” da HBO, desenvolvida pelo mesmo criador, Rolin Jones. Além de escrever, Jones divide o comando da produção com Mark Johnson, que trabalhou em “Breaking Bad” e no derivado “Better Call Saul”, e Christopher Rice, filho da escritora Anne Rice, falecida em dezembro passado. Anne Rice anunciou o projeto pela primeira vez em novembro de 2016, após recuperar os direitos de adaptação de seus livros de vampiros, demonstrando interesse numa série com seu famoso personagem Lestat. Mas o conglomerado AMC, que fez uma fortuna explorando os zumbis de “The Walking Dead”, só entrou no negócio dos vampiros no ano passado. Em compensação, adquiriu os direitos de 18 livros da escritora – incluindo sua saga de bruxaria, “Bruxas de Mayfair”. “Interview with the Vampire” vai estrear no domingo (2/10) nos EUA e será seguida em 2023 pelo lançamento de uma série com as bruxas. Break out the Sazerac, #InterviewWithTheVampire has been renewed for a season two! pic.twitter.com/0l9D9EbZ8I — Interview with the Vampire (@Immortal_AMC) September 28, 2022

    Leia mais
  • Série

    Netflix revela elenco de spin-off de “La Casa de Papel”

    28 de setembro de 2022 /

    A Netflix revelou nas redes sociais as primeiras fotos do elenco de “Berlín”, spin-off da série “La Casa de Papel” que será focada no personagem interpretado pelo ator Pedro Alonso. Além de Pedro Alonso, que interpreta o ladrão de joias hedonista Andrés de Fonollosa, também conhecido como Berlim, o elenco inclui Michelle Jenner (“Isabel”) como Keila, especialista em eletrônica, Tristán Ulloa (“Fariña”) ​​como o confidente de Berlim e professor filantrópico Damián, Begoña Vargas (“Bem-vindos ao Éden”) como a instável Cameron, Julio Peña Fernández (“Através da Minha Janela”) como o dedicado Roi e o estreante Joel Sánchez como Bruce, um homem de ação implacável. A trama é um prólogo centrado numa gangue anterior de Andrés de Fonollosa, antes dele se tornar Berlim. A produção foi desenvolvida pelo criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista-produtora da série original. As gravações vão começar em 3 de outubro em Paris, na França, mas ainda não há previsão para a estreia. O primeiro golpe do Berlin: roubar meu coração com esse elenco. A minha série spin-off de La Casa de Papel está acontecendo. pic.twitter.com/2H7LRPCYc5 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 28, 2022

    Leia mais
  • Série

    Kevin Costner e Morgan Freeman se juntam em série sobre a Guerra Civil dos EUA

    28 de setembro de 2022 /

    Os atores Kevin Costner (“Yellowstone”) e Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”) vão produzir uma minissérie sobre as mulheres que ajudaram o general Ulysses S. Grant a vencer a Guerra Civil dos EUA. Intitulada “The Gray House”, a série foi criada por Leslie Greif (“Chuck Norris: O Homem da Lei”), Darrell Fetty (produtor de “Hatfields & McCoys”) e John Sayles (“Lone Star – A Estrela Solitária”) e vai contar a história de uma socialite, uma ex-escrava afro-americana e uma cortesã que se tornaram espiãs para o Norte e operaram bem debaixo do nariz do Alto Comando Confederado. “’The Gray House’ é uma história verdadeira e [ainda] não contada sobre três heroínas abolicionistas da Guerra Civil incrivelmente corajosas, que por acaso eram mulheres”, disse Costner, em comunicado. “Tendo uma paixão pela história, é sempre pessoalmente gratificante compartilhar histórias ricas e cheias de camadas sobre os heróis desconhecidos dos EUA. Estou muito feliz por unir forças com meus amigos Leslie Greif e Morgan Freeman com quem tive grande sucesso para produzir esta importante e épica saga.” Vale lembrar que Costner e Freeman estrelaram juntos “Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões”, que fez realmente grande sucesso em 1991. A minissérie terá seis episódios, dirigidos pelo veterano cineasta Roland Joffe (“A Missão”) e será distribuída pela Paramount Global – o que indica um lançamento no Brasil pela Paramount+. As gravações devem começar no primeiro semestre de 2023. Atualmente, Costner está envolvido no seu próprio projeto sobre a Guerra Civil. Ele está trabalhando no filme épico “Horizon”, que ele próprio dirige e estrela – e que ainda não tem previsão de estreia. Morgan Freeman, por sua vez, tem diversos projetos encaminhados, entre eles o drama “A Good Person”, escrito e dirigido por Zach Braff (“Despedida em Grande Estilo”), que chega aos cinemas americanos em 24 de março de 2023.

    Leia mais
  • Série

    João Guilherme se emocionou com papel que lembra sua vida em série da Globoplay

    28 de setembro de 2022 /

    A arte imitou a vida para o ator João Guilherme, que na nova série da Globoplay, “Musa Música”, interpreta o filho de um músico famoso e ausente em sua criação. João Guilherme é filho do cantor Leonardo e cresceu distante do pai. “Meu pai não foi presente desde bebê. Nunca tive meu pai para ficar vendo antes dos 6 anos em Goiânia”, disse ele ao podcast “PodDelas”. “[Quando] fui começar a trocar umas ideias com ele eu tinha uns 7 anos”, continuou. “Ele mora em Goiânia, é em outro estado (João é de São Paulo). Minha mãe, até eu ter 6 anos, não queria que eu ficasse viajando”. Na série, o personagem de João Guilherme e seu irmão na trama, interpretado por Nicolas Prattes, cresceram longe do pai, o músico Mario (Luiz Nicolau). Na trama, Mario se separa da mulher (Leticia Isnard) quando as crianças são pequenas. Anos depois, ele volta tentando resgatar a relação com os filhos e, no decorrer da história, a família acaba se acertando. Segundo a coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, a gravação da cena de reaproximação entre pai e filhos emocionou bastante João Guilherme, justamente por conta dessa semelhança com sua própria vida. Criada por Rosane Svartman (da novela “Bom Sucesso” e do filme “Pluft”), “Musa Música” vai acompanhar a musa grega Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), ajudando jovens na missão de mudar suas vidas. O elenco também inclui Cecília Chancez, Cris Vianna e Stella Freitas. A produção juvenil é dirigida por Marcus Figueiredo (também de “Bom Sucesso”) e terá duas versões: uma para a plataforma Globoplay e outra para o canal pago infantil Gloob. A estreia é esperada para 2023.

    Leia mais
  • Série

    Bruno Gagliasso compartilha imagens de nova série da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    “Santo” mal estreou e Bruno Gagliasso já está no elenco de outra atração da Netflix. Nesta quarta (28/9), ele compartilhou duas imagens dos bastidores de “Candelária”, que terá quatro episódios e retrata a Chacina da Candelária, no Rio de Janeiro. As imagens incluem o roteiro do segundo episódio e um registro de mãos unidas, com colares de miçangas usadas por devotos do candomblé. “Eu seguro minha mão na sua para que juntos possamos fazer aquilo que eu não posso fazer sozinho. Orgulho de fazer parte desse projeto”, escreveu Gagliasso ao lado das imagens, adicionando o nome da produção. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. A produção tem como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que também divide a direção dos episódios com Marcia Faria (“Me Chama de Bruna”), e vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Lomenha é uma das mãos retratadas na imagem divulgada por Gagliasso. As outras são da atriz e dançarina Valeria Monã e do ator Patrick Congo. O elenco da série ainda inclui o veterano Antônio Pitanga, o cantor Péricles, Leandro Firmino, Maria Bopp e Stepan Nercessian. “Candelária” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)

    Leia mais
  • Etc

    Justiça conclui que Suzy Camacho não falsificou atestados médicos do marido

    28 de setembro de 2022 /

    O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concluiu que Suzy Camacho não falsificou os atestados médicos apresentados para comprovar a capacidade mental de seu então marido, Farid Curi, que morreu na semana passada. Proferida na terça (27/9), a sentença inocenta a atriz da denúncia apresentada pelo Ministério Público, que a acusou de enganar médicos para conseguir atestados e liberar um saque de R$ 10 milhões da conta de Farid. Os filhos do empresário alegavam que Farid não tinha condições mentais para decidir sobre o próprio dinheiro. Para a Justiça, no entanto, não há provas de que os atestados sejam falsos, ou de que Suzy tenha cometido um crime. De acordo com documentos revelados pelo Estadão, a juíza Luciana Piovesan ressalta em sua decisão que os próprios médicos, em depoimento à polícia, disseram que os documentos atestavam o estado de saúde real do empresário na época. “As declarações médicas, portanto, não são falsas, donde [se torna] inviável se cogitar de falsidade ideológica”, diz a decisão. A defesa de Suzy afirmou que foi o próprio empresário quem consultou os médicos e obteve os atestados, e que a atriz não fez parte desse processo. Por isso, a juíza ainda afirmou que seria “inviável” impor a Suzy “o constrangimento de responder a esta ação penal”. Suzy Camacho e Farid Curi se casaram em 2013 em regime de separação obrigatória de bens. Mas, em documento enviado à polícia, os quatro filhos de Curi disseram que a atriz, aproveitando-se da saúde frágil do empresário, estaria desviando bens e recursos enquanto o marido estava em coma. Citaram o saque de R$ 10 milhões e que o filho de Suzy “apareceu com um veículo Lamborghini cujo valor remonta a dois milhões de reais”. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

    Leia mais
  • Etc

    Canal americano e plataforma de streaming Epix vira MGM+

    28 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano e serviço de streaming Epix vai se chamar MGM+. Anunciada nesta quarta (28/9), a mudança serve como forma de alinhar a marca à seu dono, MGM, depois que o estúdio comprou o Epix em 2017 pelo valor de US$ 1 bilhão, e segue a tendência – vislumbrada neste mesmo dia com a transformação da Starzplay em Lionsgate+ – de plataformas com nomes de estúdios seguidos pelo sinal de “plus”. Apesar da mudança, o streaming da nova MGM+ vai continuar a operar nos EUA por meio do serviço Prime Video (uma vez que a MGM foi comprada pela Amazon no ano passado). A Amazon já oferece a assinatura da MGM dentro de seu pacote de “canais” de streaming no Brasil. Esse canal deve passar a adotar a nova nomenclatura, MGM+, e incluir algumas novidades da programação do Epix. A mudança de nome passará a valer a partir de 15 de janeiro, mesmo dia da estreia da 3ª temporada da série “Godfather of Harlem”, produção original do Epix/MGM+. Outras séries exclusivas do serviço incluem “Billy the Kid”, “From”, “Rogue Heroes” e “Belgravia”. “A MGM é uma das marcas mais icônicas e amadas da era de ouro do entretenimento”, disse Michael Wright, chefe da MGM+. “Esta nova marca é uma promessa para os espectadores novos e existentes de que a MGM+ será o lugar para encontrar a televisão que reflete e celebra o legado da icônica marca MGM. Uma programação cinematográfica com narrativa sofisticada que diverte, encanta, surpreende e transporta. A MGM é a televisão para os amantes do cinema.” A mudança será acompanhada por novas produções do serviço, como a série “Hotel Cocaine”, criada por Chris Brancato (“Godfather of Harlem”), um thriller policial ambientado no início dos anos 1980, que deve estrear em 2023. Outra novidade foi o anúncio da 2ª temporada de “Belgravia”. Intitulada “Belgravia: The Next Chapter”, a temporada vai se passar em 1865, 25 anos após os eventos mostrados anteriormente, e vai acompanhar a história de Frederick Trenchard e seu novo interesse amoroso, Clara Dunn. Entre as produções de não-ficção, serão realizados um documentário sobre os assassinatos da casa mal-assombrada de Amityville, que inspiraram uma famosa franquia de terror, e outro sobre a cena musical psicodélica de São Francisco entre 1965 e 1975 – este último terá produção da Amblin, de Steven Spielberg. Além disso, a MGM+ contará com o catálogo da MGM, incluindo as franquias “James Bond” e “Rocky”, além de filmes elogiados como “O Silêncio dos Inocentes” (1991), “Casa Gucci” (2021) e “Licorice Pizza” (2021), entre muitos outros. Nos EUA, o canal Epix também opera uma rede de canais alternativos e streamings, que serão todos renomeados para refletir o foco na MGM. O Epix 2 se tornará MGM+ Hits, o Epix Hits se tornará MGM+ Marquee, e o Epix Drive-In vai se chamar MGM+ Drive-In.

    Leia mais
  • Filme

    Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.

    Leia mais
  • Etc

    Plataforma de streaming Starzplay vira Lionsgate+

    28 de setembro de 2022 /

    O estúdio Lionsgate, dono do canal pago Starz e da plataforma Starzplay, anunciou nesta quarta (28/9) que seu serviço de streaming mudou de nome. A Starzplay passa a partir de agora a se chamar Lionsgate+, refletindo a tendência de Hollywood de batizar seus streamings com o nome do estúdio seguido pelo símbolo de “plus”. É o que acontece, por exemplo, com a Disney+. A ironia é que a Lionsgate chegou a travar uma briga jurídica com a Disney no Brasil para impedir que a empresa batizasse seu segundo serviço de Star+, alegando semelhança de nomes. Chegou a vencer na Justiça, travando a campanha de lançamento da Star+, o que forçou a Disney a fechar um acordo extrajudicial em agosto do ano passado, no valor de R$ 50 milhões, para estrear a plataforma no país. Agora, R$ 50 milhões mais rica, a Starzplay simplesmente decidiu mudar de nome. A iniciativa, porém, é mundial. Além do Brasil, a plataforma vai virar Lionsgate+ em 34 países da América Latina, Europa e Ásia. “Operar internacionalmente sob o Lionsgate+ traz uma identidade distinta e diferenciada em um mercado internacional cada vez mais concorrido e se baseia no valor da marca no nome Lionsgate, que nossa extensa pesquisa provou ser forte em todo o mundo. Mesmo com a separação da Starz e do negócio de estúdios da Lionsgate, a marca Lionsgate continuará sendo valiosa para o sucesso contínuo de nossa plataforma internacional”, disse Jeffrey Hirsch, presidente e CEO da Starz, em comunicado à imprensa. A menção à separação da Starz se deve à intenção da Lionsgate de vender o canal pago americano e até o próprio estúdio, mas separadamente. Por isso, o ato de rebatizar a plataforma sugere que o estúdio pretende manter o streaming, caso venda o canal. Por outro lado, isto também dificulta a venda do Starz e deixa indefinido, para possíveis interessados na aquisição, se a plataforma está atrelada ao estúdio ou ao canal, porque nos EUA a Starzplay não mudou de nome. O agora Lionsgate+ internacional tem diversas séries originais exclusivas, como a franquia “Power”, “The Great”, “The Girl From Plainville”, “Gangs of London” e “The Serpent Queen”, entre muitas outras. A assinatura do streaming custa R$ 14,90 por mês no Brasil e também pode ser adquirida em combos de TV por assinatura ou de outras plataformas de streaming, como o Prime Video, Globoplay e Star+. Confira abaixo o vídeo que anuncia a mudança de nome.

    Leia mais
  • Etc

    Venetia Stevenson, pin-up de Hollywood, morre aos 84 anos

    28 de setembro de 2022 /

    A atriz e modelo Venetia Stevenson, considerada a “garota mais fotogênica do mundo”, morreu na última segunda (26/9), depois de uma longa batalha contra o Mal de Parkinson. Ela tinha 84 anos. Conhecida por sua beleza, ela teve uma breve carreira como atriz, tendo participado de filmes como “Aqui Só Cabem os Bravos” (1958), “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959) e “Matar por Dever” (1960), além de diversas séries, antes de abandonar as telas em 1961. Joanna Venetia Invicta Stevenson nasceu em Londres, em 10 de março de 1938. Seus pais eram o famoso cineasta Robert Stevenson (“Mary Poppins”) e a atriz Anna Lee (“Como Era Verde o Meu Vale”). Pouco depois do seu nascimento, os pais de Stevenson se mudaram para Hollywood e a levaram junto. Quando tinha 14 anos, ela foi vista em uma praia em Malibu pelo fotógrafo Peter Gowland, conhecido por suas fotos de pin-ups, que acabou colocando-a em muitas capas de revistas, lançando-a como modelo. “Comecei a ser reconhecida depois que minhas fotos começaram a sair nas revistas”, disse ela em uma entrevista de 2016. “Foi um sentimento estranho. Alguém correria até você e diria: ‘Posso pegar seu autógrafo?’ Eu dizia: ‘Por que você quer meu autógrafo? Eu não fiz nada.’” Sua estreia como atriz aconteceu em 1954, quando participou de um episódio da série “Cavalcade of America”. Nos anos seguintes, também apareceu nas séries “Playhouse 90” (1957), onde contracenou com o jovem Paul Newman, além de “Cheyenne” (1957), “Colt .45” (1958) e “77 Sunset Strip” (1958). Nessa mesma época, a revista Popular Photography a elegeu “a garota mais fotogênica do mundo”, num concurso feito com mais de 4 mil modelos. Além de capas de revista, seu rosto também foi estampado em latas de cerveja. Sua fama foi reconhecida numa cena do filme “De Volta para o Futuro 2” (1989), quando Marty McFly (Michael J. Fox) volta aos anos 1950 e vê sua imagem estampada na revista Oh LàLà. Tanta popularidade lhe abriu muitas portas na carreira, levando-a à sua estreia no cinema em 1958 com o western “Aqui Só Cabem os Bravos”, dirigido pelo veterano William A. Wellman (“Asas”) e estrelado por James Garner (“Meus Queridos Presidentes”). Ela também teve papeis de destaque nos filmes “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959), como uma das filhas do cientista interpretado por Alan Napier (o Alfred da série clássica “Batman e Robin”), no terror “Horror Hotel” (1960), com Christopher Lee (“O Senhor dos Aneis”), e em “Matar por Dever” (1960), um dos melhores westerns estrelados por Audie Murphy. Seu último filme foi a comédia “The Sergeant Was a Lady” (1961), em que viveu a sargento do título. Mas continuou ligada a Hollywood, selecionando roteiros para a produtora do ator Burt Reynolds, além de ter sido executiva na produtora Cinema Group. Ela foi casada por alguns meses de 1957 com o ator galã Russ Tamblyn, e chegou a se envolver com o cantor Elvis Presley e com Audie Murphy (durante as filmagens “Matar por Dever”), além de ter sido fotografada em noitadas com o galã Tab Hunter (“Montanhas em Fogo”) e Anthony Perkins (“Psicose”). Mas revelou que saía com os últimos para esconder o relacionamento gay dos dois. Curiosamente, ela também foi sogra do cantor Axl Rose, líder da banda Guns N’ Roses, por cerca de um ano quando sua filha, Erin Everly, casou-se com ele – Erin foi a inspiração para a famosíssima canção “Sweet Child o’ Mine”.

    Leia mais
  • Etc

    Atriz de “Chicago Med” revela luta contra o câncer

    28 de setembro de 2022 /

    A atriz Marlyne Barrett, que interpreta a enfermeira Maggie Lockwood na série “Chicago Med”, revelou que está enfrentando um câncer de ovário e útero. Em entrevista à revista People, ela contou que foi diagnosticada em julho e está levando “um dia de cada vez”. Atualmente, ela se prepara para passar pela terceira rodada de quimioterapia. Segundo a atriz, ela só descobriu a doença porque passou por uma correção de hérnia em abril e não se sentiu bem depois disso. Ao voltar ao médico, ela foi informada que tinha um tumor do tamanho de uma bola de futebol no útero e no ovário esquerdo. “Eu tinha esse acúmulo de líquido [no abdômen] que não conseguia me livrar”, disse ela. “Parecia que estava grávida de nove meses. E também tive falta de ar, mas nenhuma dor, o que foi interessante.” Barrett disse que o diagnóstico foi um “choque para minha feminilidade” e que sua família não tinha histórico de câncer de ovário ou uterino. “Não acreditei, mas quando me mostraram a tomografia, eu disse: ‘Ah, é verdade'”, revelou ela. “As primeiras perguntas foram: ‘Vou viver?’ Eu caí nos braços do meu marido. Ainda me tira o fôlego quando penso nisso.” A família de Barrett tem oferecido apoio durante esse processo. Quando precisou raspar o cabelo para a quimioterapia, ela fez questão que os filhos vissem. “Meu cabelo sempre foi uma essência de beleza”, disse Barrett. “Mas eu peguei minha própria navalha e raspei minha cabeça. Eu fiz isso na frente dos meus bebês para que eles vissem que ainda era a mamãe. Chorei, chorei, chorei. Mas foi uma bela experiência fazer isso na frente deles.” Barrett compartilhou uma foto da sua cabeça raspada no Instagram. Curiosamente, sua personagem em “Chicago Med” também enfrentou um câncer – de mama – na trama. E Barrett conta que recebeu muitas mensagens positivas dos fãs que acompanharam sua jornada na ficção e agora a acompanham na vida real. “Eu tenho uma onda de emoção que vem”, contou a atriz. “Você não pode se agarrar tangivelmente ao medo. Mas estou me apegando à fé.” Apesar da doença, Barrett continua trabalhando na série médica, ainda que com uma rotina um pouco diferente. Ela começa uma hora mais cedo, dorme um pouco durante os intervalos e ocasionalmente fica em casa. “Chicago Med” é exibida no Brasil pelo canal Universal e está disponível nos serviços de streaming Globoplay e Prime Video. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marlyne Barrett (@barrettmarlyne)

    Leia mais
  • Série

    Tim Maia narra sua própria história em série da Globoplay

    28 de setembro de 2022 /

    O serviço de streaming Globoplay lança nessa quarta (28/9) a série documental “Vale Tudo com Tim Maia”, no dia em que o cantor completaria 80 anos. Morto em 1998, aos 55 anos, Tim Maia é reconhecido até hoje como um dos maiores cantores do Brasil, e a série documental visa celebrar sua vida e carreira por meio de uma abordagem diferente. A história de Tim Maia já foi narrada em diferentes mídias, como no filme de ficção “Tim Maia” (2014), dirigido por Mauro Lima, e no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta. Em ambos os casos, porém, foi contada por outras pessoas. Na série da Globoplay, é ele quem conta a sua história. Dirigida pelo próprio Nelson Motta em parceria com o documentarista Renato Terra (“Narciso em Férias”), “Vale Tudo com Tim Maia” mostra a história do cantor por meio de seus próprios depoimentos, complementando sua trajetória por meio de imagens de arquivo, entrevistas e shows. A escolha por esse ponto de vista único, do próprio cantor, tem um motivo muito claro. “Ninguém conta melhor a sua história do que ele, com a sua linguagem, comédia e barbaridades”, explicou Motta à imprensa. “E Tim era um comediante nato, nós reforçamos isso nele como narrador.” “A série é um mergulho na originalidade e genialidade musical do Tim. Não há análises ou especialistas. O jeito que ele conta as histórias é de chorar de rir. A série é uma espécie de stand up comedy dançante. É aumentar o som e se preparar para rir, se emocionar e dançar”, completa Terra. Para compor o material da série, os realizadores contaram com o auxílio de Carmelo Maia, filho de Tim, que disponibilizou todo o seu acervo de fitas VHS e rolos de filme super-8, que mostram o cantor na sua intimidade. O resultado foram quase 30 minutos de cenas exclusivas, nunca vistas pelo público. O acesso a essas imagens, porém, não foi fácil. Carmelo Maia precisou vencer uma briga judicial com o irmão de criação, Leo Maia. Além destes registros de bastidores, a série também é composta por arquivos da TV Globo e de outras emissoras e rádios. “Vale Tudo com Tim Maia” contém três episódios. O primeiro narra a infância do cantor na Tijuca, a sua ida aos Estados Unidos e o começo do sucesso com os primeiros álbuns. O segundo episódio mostra o seu sucesso e as participações em programas de TV. Por fim, o terceiro episódio é dedicado aos seus momentos íntimos. Além disso, a série é embalada pelos maiores hits do cantor.

    Leia mais
  • Série

    Netflix desiste de produzir série baseada nos quadrinhos de “Grendel”

    28 de setembro de 2022 /

    A Netflix desistiu de produzir a série baseada em “Grendel”, quadrinhos cultuados da editora Dark Horse Comics. O projeto fazia parte de um contrato fechado há três anos com a editora, após o lançamento bem-sucedido da adaptação de “The Umbrella Academy”. A decisão foi tomada com a produção em andamento. “Grendel” chegou a gravar a maior parte de seus oito episódios iniciais sob comando de Andrew Dabb, que desenvolveu a recentemente cancelada “Resident Evil: A Série”. Mas não foi concluída. Com a decisão, os produtores vão levar o projeto para outros interessados. “Grendel” seria estrelada por Abubakr Ali (“Katy Keene”), o primeiro ator árabe muçulmano a interpretar um protagonista de uma série baseada em quadrinhos. O elenco também contava com Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”) como a paixão do protagonista, Jocasta Rose, e Julian Black Antelope (“Tribal”) como o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais. Além deles, a menina Emma Ho (“Code 8: Renegados”) tem papel importante para o desfecho da trama, como a órfã Stacy Palumbo. Criado por Matt Wagner em 1982, o título reúne várias histórias sobre diferentes personagens que vivem Grendel, mas todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror sobre o diabo. Além de “The Umbrella Academy”, a Netflix tem apenas outra adaptação da Dark Horse em seu catálogo: uma série animada baseada em “Usagi Yojimbo”, o coelho samurai de Stan Sakai. Veja abaixo capas de diferentes fases da publicação de “Grendel”, inclusive da minissérie em que o vilão enfrenta Batman.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie