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    “Barry” pode acabar na 4ª temporada

    13 de setembro de 2022 /

    Durante o tapete vermelho do Emmy Awards 2022, o ator Henry Winkler, indicado a melhor coadjuvante por “Barry”, revelou que a próxima temporada da série da HBO deverá ser a última. Enquanto conversava com a imprensa, Winkler foi questionado sobre quantas temporadas ele achava que a serie teria. “Quatro”, ele respondeu. “Porque Bill [Hader] e [o co-criador] Alec [Berg] não querem tentar alongar a trama… Eles não querem forçar”, explicou. A série de comédia segue um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. A 3ª temporada se encerrou em junho, mas ainda não há previsão para a estreia dos próximos episódios – que seriam os últimos, segundo Winkler.

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    Cobra Kai: Bruna Marquezine estrela comercial da série do “namorado”

    13 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um vídeo promocional da 5ª temporada de “Cobra Kai” estrelado por Bruna Marquezine (“Maldivas”). O vídeo mostra a brasileira num dojo, treinando karatê. Entre as lições, estão alguns movimentos típicos da série e da franquia “Karatê Kid”, como pegar uma mosca usando o hashi. A presença de Marquezine no vídeo também aproveita a inevitável repercussão nos sites de fofocas, que há algum tempo vem apontando seu namoro com o ator Xolo Maridueña, intérprete de Miguel Diaz na série. Os dois trabalharam juntos no vindouro filme de super-herói “Besouro Azul” e desde então tem compartilhado muitos momentos juntos – ele até veio ao Brasil. Lançada na sexta passada (9/9), a 5ª temporada de “Cobra Kai” mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para fazer seu estilo impiedoso de artes marciais se tornar dominante. A trama ainda traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. Enquanto isso, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme. Desde seu lançamento, a 5ª temporada de “Cobra Kai” já foi vista por mais de 100 milhões de espectadores, estreando em 1º lugar no Top 10 semanal da Netflix.

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    “The Crown” entra no Top 10 da Netflix após morte da rainha Elizabeth II

    13 de setembro de 2022 /

    A 1ª temporada da “The Crown”, lançada em 2016, entrou no Top 10 semanal da Netflix nesta terça (13/9), refletindo uma renovação no interesse após a morte da Rainha Elizabeth II. A atração ficou em 7º lugar entre as séries faladas em inglês da plataforma, acumulando mais de 17,5 milhões de horas assistidas. Essa é a primeira vez que a temporada de estreia de “The Crown” vai parar no Top 10 da Netflix, visto que a Netflix não fazia esse tipo de contagem quando a série foi lançada. Vale lembrar que a contagem semanal da Netflix começou no dia 5 e foi até o dia 11 de setembro. Porém, a morte da rainha aconteceu no dia 8, o que indica que boa parte dessas horas assistidas aconteceram num intervalo de quatro dias. Criada por Peter Morgan (roteirista de “A Rainha”), “The Crown” começou mostrando a juventude da rainha Elizabeth II (interpretada por Claire Foy). A temporada inaugural acompanhou a vida da rainha desde o seu casamento em 1947 a 1955, incluindo a morte do rei George VI, fato que promoveu a ascensão de Elizabeth ao trono e, eventualmente, levou à renúncia de Winston Churchill como primeiro-ministro. O elenco da temporada ainda conta com Matt Smith (“Doctor Who”), Vanessa Kirby (“Pedaços De Uma Mulher”), Jared Harris (“Mad Men”) e John Lithgow (“Dexter”). Depois disso, a série passou por dois reboots, com mudanças completas do elenco. A 5ª temporada estava agendada para estrear em novembro, mas deve atrasar, pois a produção de seus episódios foi suspensa em respeito à rainha. Embora os números de “The Crown” sejam ótimos, eles estão longe da 5ª temporada de “Cobra Kai”, que teve mais de 103 milhões de horas assistidas em apenas três dias e ficou em 1º lugar. Já a série de suspense “O Diabo em Ohio” garantiu o 2º lugar, com 70 milhões de horas assistidas, mais do que o dobro da 3ª colocada, a série “Imperfeitos”, que acumulou 24 milhões de horas. Em 4º lugar, ficou o reality show “Dated and Related” com 19,8 milhões de horas assistidas, seguido de perto por “Sandman”, que acumulou 19,5 milhões de horas. A 6ª colocação foi para “Partner Track”, com 18 milhões de horas assistidas. Fechando o Top 10, ainda aparecem a 4ª temporada de “Stranger Things” e as primeiras temporadas de “Echoes” e “Manifest” Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Cobra Kai 5” 2. “O Diabo em Ohio” 3. “The Imperfects” 4. “Dated and Related” 5. “Sandman” 6. “Partner Track” 7. “The Crown 1” 8. “Stranger Things 4” 9. “Echoes” 10. “Manifest 1”

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    Thati Lopes vira “Esposa de Aluguel” de Caio Castro. Veja o trailer

    13 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Esposa de Aluguel”, nova comédia brasileira que lembra uma velha Sessão da Tarde. O filme traz Caio Castro (“Novo Mundo”) como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes, de “Diários de Intercâmbio”) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). A estreia está marcada para 11 de outubro.

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    “A Escola do Bem e do Mal” ganha trailer cheio de efeitos e magia

    13 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “A Escola do Bem e do Mal”, que combina trama de fábulas encantadas e efeitos visuais modernos. Baseado no best-seller infantil de Soman Chainani, o filme acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de fábulas encantadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca sua amizade à prova. O elenco destaca Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”) como professoras dessa espécie de Hogwarts de contos de fada, respectivamente na Escola do Bem e na Escola do Mal. Já as protagonistas adolescentes são vividas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”) e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”), como Sophie e Agatha. A adaptação foi escrita por David Magee, que roteirizou “As Aventura de Pi” (2016) e a vindoura versão live-action de “A Pequena Sereia”, na Disney, e a direção é de Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”). A estreia vai acontecer em 19 de outubro.

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    Terror “X – A Marca da Morte” vai virar trilogia

    13 de setembro de 2022 /

    O terror indie “X – A Marca da Morte”, dirigido por Ti West (“O Último Sacramento”), vai ganhar uma nova continuação e virar trilogia. O anúncio foi feito pelo estúdio A24, que vai produzir o novo filme, e veio acompanhado de um teaser (confira abaixo). A prévia foi exibida durante o Festival de Toronto após os créditos da première de “Pearl”, o segundo longa. Intitulado “MaXXXine”, o terceiro longa será uma continuação direta de “X – A Marca da Morte” – “Pearl” era um prólogo, passado na juventude da psicopata do primeiro filme. Ao contrário de “Pearl”, que foi filmado junto com “X”, o novo filme ainda não foi rodado, mas as filmagens devem começar logo, visto que o teaser anuncia um lançamento “em breve”. Detalhes sobre a trama também foram divulgados, mas o vídeo sugere que veremos a “final girl” Maxine (novamente interpretada por Mia Goth) aproveitando o sucesso do grandioso mercado de home vídeo, que explodiu na década de 1980. No longa original, ela é introduzida como atriz de filmes adultos do final dos anos 1970, durante uma produção realizada numa fazenda – que vira cenário de um massacre sanguinário. “MaXXXine” ainda não tem previsão de estreia.

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    Astro de “Bosch” será Lex Luthor na série “Titãs”

    13 de setembro de 2022 /

    O ator Titus Welliver (“Bosch”) vai interpretar o vilão Lex Luthor na 4ª temporada da série “Titãs”. As gravações já começaram, com direito à divulgação da primeira foto de Welliver caracterizado como uma versão barbuda do personagem – que ele definiu como “a maior mente criminosa de todos os tempos” em seu Instagram. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o showrunner da atração, Greg Walker, contou que não foi difícil convencer o ator a interpretar esse papel. “Quando liguei para convidá-lo, mal consegui falar”, revelou Walker. “Estávamos conversando ao telefone e ele estava andando pela sua biblioteca, me contando sobre todas as edições de ‘Titãs’ de Marv Wolfman e George Perez que ele tinha. Ele é um grande fã. Ele assistiu a todos os episódios da série, e poderia me contar sobre certas histórias, certas cenas. Foi a ligação mais inesperada que eu já tive.” Walker também explicou um pouco sobre a sua visão para Lex Luthor, que ele enxerga como alguém que “tem uma abordagem muito sensível e ponderada do mal e do poder.” “Você sabe o que ele fez e o que ele é capaz de fazer, exceto que, como muitas dessas pessoas, ele é bem-apessoado. Ele não tem um gato no colo. Sim. Ele é curioso, o que eu acho muito interessante sobre seu personagem. Ele quer saber sobre as pessoas e o que as faz funcionar, e como elas são diferentes dele. Ele vê o mundo através das lentes, tanto de seu próprio poder quanto de sua própria inadequação e tenta compensar ambos.” Na série, Luthor vai representar uma ameaça em particular para o Superboy/Conner (interpretado por Joshua Orpin), que foi criado a partir de uma combinação do DNA do Superman com o de Luthor. Nesta temporada, o herói vai precisar avaliar o que isso significa. “Estamos realmente indo mais fundo em todos esses personagens e sacudindo-os”, disse Walker. “O que agita Conner é uma história de identidade. Ele explorou seu eu Superman, mas ele realmente não explorou seu eu Lex. O que significa quando você faz isso? O que acontece quando você dá a Lex as chaves do carro? Ele começa a dirigir na contramão em alta velocidade na hora do rush?” Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série voltará a reunir os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter) e Superboy (Joshua Orpin), que nos novos episódios precisarão enfrentar alguns vilões clássicos dos quadrinhos da DC Comics. Além de Luthor, outro vilão de destaque será Sebastian Blood, o Irmão Sangue, líder carismático de uma seita que deu muito trabalho para os “Novos Titãs” nos anos 1980. O personagem será vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”. Outra novidade no elenco é Franka Potente (“Identidade Bourne”), escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue. Por fim, Lisa Ambalavanar (“The A List”) será Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A adaptação do arco do Irmão Sangue mostra que “Titãs” vai retomar a inspiração original dos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez, que ancoraram a 1ª temporada da série. A história do vilão, porém, tem muitas reviravoltas que precisarão ser condensadas na série – ou expandidas para uma possível 5ª temporada. A 4ª temporada chega em novembro nos EUA, no serviço de streaming HBO Max. Já no Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix, que ainda não marcou a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Titus Welliver Official (@tituswelliverofficial)

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    Michelle Yeoh é Deusa da Compaixão em vídeo da série “American Born Chinese”

    13 de setembro de 2022 /

    O serviço de streaming Disney+ divulgou um vídeo promocional da sua nova série, “American Born Chinese”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). O vídeo mistura cenas de bastidores com depoimentos das pessoas envolvidas e apresenta o visual da atração, que deve combinar ação, mitologia e humor. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “Good Egg”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan (também de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” ainda não tem previsão de estreia.

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    Hollywood vira “Babilônia” em trailer de cair o queixo com Brad Pitt e Margot Robbie

    13 de setembro de 2022 /

    A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de cair o queixo de “Babilônia”, que volta a reunir os astros Brad Pitt e Margot Robbie, após “Era uma Vez em… Hollywood”, numa nova história da velha Hollywood. Só que a produção é ainda mais aloprada que a obra anterior, com excessos impressionantes de sexo, drogas e… jazz! O clima é “F*, yeah!”, como diz Brad Pitt para uma Robbie alucinada, após ela perguntar: “Quem quer me ver lutar contra com uma cobra?”. E exalta uma época em que os astros de cinema não tinham limites. Sabe as lendas das festas com groupies do Led Zeppelin e Mötley Crüe? Contos da Carochinha perto do que viveram os primeiros astros de Hollywood. A maioria dos personagens do filme é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado, enquanto Pitt é outra estrela do cinema mudo, baseado no ator real John Gilbert, que tem dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. A trama toma liberdades para acompanhar a ascensão e queda de seus personagens, fictícios e históricos, durante a era do jazz do final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por todo o tipo de decadência e excessos. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme tem roteiro e direção de Damien Chazelle, diretor dos premiados “Whiplash” e “La La Land”, e o lançamento nos EUA está marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.

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    Godard recorreu a suicídio assistido na Suíça

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard recorreu ao suicídio assistido na Suíça, onde nasceu e vivia desde os anos 1970, para dar fim à sua vida nesta terça (13/9). Mas “ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. A informação foi revelada pelo jornal francês Libération, que citou fontes próximas ao diretor. Godard faleceu em sua casa em Rolle, às margens do lago Léman, na região de língua francesa da Suíça. “Essa foi a sua decisão, e era importante para ele que ela fosse conhecida”, afirmou a fonte do Libération. A Suíça é um dos poucos países que permite a prática do suicídio assistido. Ela consiste em causar morte por vontade própria, geralmente por meio da ingestão de medicamentos letais, com acompanhamento médico. Autor de dezenas de filmes ao longo de quase sete décadas de carreira, Godard era um diretores mais influentes do cinema francês e mundial. E mesmo avesso a entrevistas, chegou a revelar publicamente qual era a sua opção para encerrar a vida. “Não estou ansioso de prosseguir a qualquer preço. Se estiver doente demais, não tenho vontade alguma de ficar sendo arrastado em um carrinho de mão”, disse ele em uma entrevista em 2014. Recentemente, o ator Alain Delon, contemporâneo de Godard e que trabalhou com o cineasta no filme “Nouvelle Vague”, de 1990, afirmou que também pretendia usar o recurso do suicídio assistido. Alain sofreu um duplo AVC em 2019 e vem se recuperando aos poucos desde então. Embora seu estado de saúde seja considerado bom, recentemente, ele pediu para seu filho, Anthony, 57 anos, organizar todo o processo e acompanhá-lo em seus últimos momentos. O suicídio assistido é permitido na Suíça desde 1942 com uma grande exceção: que os motivos não sejam egoístas. No Brasil e na maioria dos demais países, o ato é considerado crime. Mas a repercussão da morte de Godard pode mudar isso na França. O presidente francês Emmanuel Macron anunciou nesta terça-feira, que fará uma consulta popular sobre o “fim da vida”, considerando uma possível legalização do suicídio assistido no país. Macron, que se declara “pessoalmente” favorável à medida, quer iniciar a discussão para ter uma lei pronta no fim de 2023. Mas ele reconheceu nesta terça que “este é tudo menos um assunto fácil e simples”.

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    Bairro paulista de Alphaville foi inspirado por filme de Godard

    13 de setembro de 2022 /

    Jean-Luc Godard, que morreu nesta terça-feira (13/9), aos 91 anos, influenciou inúmeros diretores com suas obras revolucionárias, mas também empreendedores do mercado imobiliário de luxo no Brasil. O bairro nobre de Alphaville – quase uma cidade – em Santana do Paranaíba, no estado de São Paulo, foi batizado com o nome de um famoso filme do cineasta francês. Moradia de famosos como Luan Santana, Wanessa Camargo, Fábio Júnior, Rodrigo Faro, Deolane Bezerra, Celso Portiolli e muitos outros, Alphaville foi concebido em 1973 pelos engenheiros Renato Albuquerque e Yojiro Takaoka com inspiração no filme “Alphaville”, dirigido por Jean-Luc Godard em 1965. A sugestão do nome foi de José Almeida Pinto, sócio de um dos arquitetos que trabalharam no projeto urbanístico do local. Ironicamente, o filme de Godard é uma distopia sobre uma cidade futurista, chamada de Alphaville, que usa sua arquitetura modernista – ênfase em escadarias de concreto e prédios quadrados – e organização informatizada (pelo computador Alpha 60) para que seus habitantes não tenham sentimentos. Mas um detetive (vivido por Eddie Constantine) tenta forçar o cientista criador do computador a destruir a máquina, buscando ajuda da filha dele (Anna Karina). É fácil entender a inspiração. Embora a arquitetura não seja o que mais chama atenção no longa-metragem, o título também aludia a uma “cidade do futuro” – uma denominação que estava na moda por conta da ainda recente fundação de Brasília. Mesmo assim, também é possível interpretar a Alphaville paulista como um lugar de pessoas sem sentimentos, em que os habitantes viveriam alheios ao resto do mundo, fechados em condomínios luxuosos, sem a necessidade de se socializar ou se importar com os de fora. Em 2022, 50 anos depois de sua criação, Alphaville foi considerado o maior reduto de condomínios do Brasil, com uma região dividida entre 13 residenciais e subdistrito empresarial. E com um detalhe: o preço médio de uma casa na região é de R$ 5 milhões. Veja abaixo o trailer de “Alphaville”.

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    Filme de Godard foi última vítima da censura nos cinemas do Brasil

    13 de setembro de 2022 /

    O Brasil já tinha encerrado a ditadura militar quando “Eu Vos Saúdo, Maria” se tornou o último filme censurado nos cinemas do país. Premiado no Festival de Berlim, o longa-metragem de Jean-Luc Godard, falecido nesta terça (13/9), teve sua exibição proibida pelo então presidente José Sarney. A censura foi resultado de pressão da Igreja católica, “para assegurar o direito de respeito à fé da maioria da população brasileira”. No filme, Godard contava a história de uma mulher chamada Maria, estudante que trabalhava num posto de gasolina e namorava um taxista chamado José. Mas um estranho chamado Tio Gabriel revela que ela ficará grávida, mesmo sendo virgem. Além da trama, as cenas de sexo de Maria também revoltaram católicos na época, que viram a intenção de Godard de subverter a história da Virgem Maria. Lançado em 1985 na França, o filme chegaria ao Brasil no ano seguinte. Mas Sarney proibiu seu lançamento, justificando a censura dizendo que ela tinha “base na Constituição”. Como a imposição de censura ocorreu antes da promulgação de Constituição de 1988, Sarney usou a legislação da ditadura para proibir o filme. O presidente afirmou ainda que levou em consideração as orientações do Papa João Paulo II e da CNBB, que já tinham condenado o filme por afrontar “temas fundamentais da fé cristã, deturpando e vilipendiando a figura sagrada da Virgem Maria”. Bispos e cardeais proeminentes, como dom Ivo Lorscheiter e dom Eugênio Salles, aplaudiram. Roberto Carlos fez questão de cumprimentar Sarney, dizendo que o filme não era “obra de arte ou expressão cultural”. Mas até o próprio ministro da Justiça, Fernando Lyra, e o diretor do ainda existente departamento de Censura, Coriolano de Loiola de Cabral Fagundes, foram contra a proibição. Na ocasião, a cineasta Tizuka Yamazaki disse ao jornal O Globo achar “um absurdo que a Censura, declarada extinta pelo ministro da Justiça, tenha se manifestado mais uma vez contra uma obra que não tem apelo popular” e seria, segundo ela, “assistida por meia dúzia de intelectuais”. De fato, quando finalmente foi liberado, dois anos depois, o filme atraiu cerca de 100 pessoas em sua estreia, em quatro cinemas do Rio. Veja abaixo o trailer de “Eu Vos Saúdo, Maria”.

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    Jean-Luc Godard, ícone da nouvelle vague, morre aos 91 anos

    13 de setembro de 2022 /

    O cineasta Jean-Luc Godard, maior nome da nouvelle vague e lenda do cinema francês, morreu nessa terça (13/9) aos 91 anos por suicídio assistido. Dono de uma carreira longeva e repleta de experimentações, Godard dirigiu mais de 130 obras, incluindo longas-metragens, curtas, séries de TV e documentários. Seus títulos mais conhecidos são também aqueles que ajudaram a revolucionar o cinema francês, como “Acossado” (1960), “Viver a Vida” (1962) e “O Demônio das Onze Horas” (1965). Nascido em Paris em 1930, Godard era filho de pais protestantes que viviam entre a França e a Suíça. Após terminar o ensino médio, ele se matriculou na universidade Sorbonne, em Paris, mas logo abandonou as aulas para frequentar os cinemas e cineclubes – onde encontrou outros colegas cinéfilos, como François Truffaut e Jacques Rivette. Os três, junto com Claude Chabrol e Maurice Scherer (mais conhecido como Eric Rohmer) começaram a escrever críticas e, em 1952, Godard publicou os seus primeiros artigos na revista Cahiers du Cinéma, fundada no ano anterior. Godard acabou expulso da revista depois de roubar o dinheiro do caixa e fugir para a Suíça, onde com a verba dirigiu o curta-documentário “Operação Beton” (1955). O roubo, de todo modo, não foi um caso isolado. Godard era conhecido por ser cleptomaníaco. Ele voltou para Paris em 1956, depois de trabalhar na TV suíça e passar um tempo em um hospital psiquiátrico. Ele começou a trabalhar como publicitário, escrevendo materiais promocionais para o estúdio 20th Century Fox, e conseguiu até voltar a escrever para a Cahiers du Cinéma. Neste período, dirigiu três curtas: “Charlotte e Seu Namorado” (1958), “Todos os rapazes se chamam Patrick” (1959) e “Uma História d’Água” (1961), co-dirigido com Truffaut. Com esta experiência, ele decidiu dirigir seu primeiro longa-metragem, que se tornou responsável por catapultar a sua carreira e por chamar atenção para um novo estilo de filmar, que foi batizado como “nouvelle vague” – ou, a nova onda do cinema francês. “Acossado” (1960) contava a história de um ladrão de carros (Jean-Paul Belmondo, que havia trabalhado com Godard no curta “Charlotte e Seu Namorado”) que usa seu charme para seduzir Jean Seberg embora fosse procurado por ter matado um policial. O filme é uma homenagem ao cinema clássico hollywoodiano, ao mesmo tempo que traz personagens sexualmente liberados e propõe a desconstrução da narrativa convencional, colocando câmeras onde escolas de cinema diziam para nunca colocar e fazendo uma edição de cenas que os mestres considerariam errada. Só que essa era a ideia da nova onda. Godard também empregou um estilo de montagem muito mais ágil, fazendo diferentes experimentos com imagens e sons dessincronizados, e chamando a atenção para a artificialidade do cinema – o oposto do que o naturalismo da montagem clássica pretendia. A novidade jogou os manuais de cinema no lixo. Mas foi um sucesso. “Acossado” venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim e deu origem aos filmes totalmente autorais. Depois disso, Godard começou a fazer um filme atrás do outro, sempre empregando doses de experimentalismo visual. Seus melhores trabalhos na década de 1960 foram: “Uma Mulher É Uma Mulher” (1961), “Viver a Vida” (1962), “Alphaville” (1965) e “O Demônio das Onze Horas” (1965), clássicos existencialistas. Mas paralelamente também desenvolveu uma fase maoísta, mais evidente em “A Chinesa” (1967), que se acirrou após os protestos estudantis de maio de 1968 e o viu perder adeptos. Ironicamente, também foi a fase em que filmou o documentário “Sympathy for the Devil” (One + One, 1968) com os Rolling Stones. Muitos destes primeiros filmes foram estrelados pela atriz e modelo dinamarquesa Anna Karina, que se casou com o diretor em 1961. Os dois tiveram um relacionamento tumultuado, que acabou em 1965. Godard chegou a adaptar esse relacionamento para o cinema no filme “O Desprezo” (1963), em que escalou ninguém menos que Brigitte Bardot como a versão ficcional de Karina. Em 1967, Godard se casou com a atriz Anne Wiazemsky, que também começou a atuar nos seus filmes. Este casamento durou até 1979. Na década de 1970, ele se juntou a um grupo de ativistas e cineastas de esquerda para formar o “Grupo Dziga Vertov”, nomeado em homenagem ao famoso cineasta russo. O grupo comandou diversos filmes, como “Tudo Vai Bem” (1972) e “Letter to Jane: An Investigation About a Still” (1972), ambos estrelado por Jane Fonda. Em 1977, Godard voltou para a Suíça e passou a morar com a cineasta Anne-Marie Miéville. Foi o relacionamento mais duradouro da vida do diretor, que persistiu até o final da sua vida. Abrindo uma nova fase, ele dirigiu em 1980 “Salve-se Quem Puder (A Vida)”, uma obra que se propôs a examinar os relacionamentos sexuais acompanhando três protagonistas que interagem entre si. O filme foi exibido no Festival de Cannes e saudado como o grande retorno do cineasta. Foi também um enorme sucesso de bilheteria no país. “Salve-se Quem Puder (A Vida)” deu um novo fôlego para a carreira de Godard, que passou a realizar vários filmes consagrados, como “Paixão” (1982), “Detetive” (1985) e principalmente “Eu Vos Saúdo Maria” (1985), que teve grande repercussão pelo tema: uma estudante universitária, que fica grávida sem ter relações sexuais. Considerado uma blasfêmia, foi proibido em vários países, inclusive no Brasil. A polêmica voltou a sacudir a carreira do infant terrible, que a partir daí radicalizou de vez. Seu filme “Rei Lear” (1987), estrelado por nomes como Woody Allen, Leos Carax, Julie Delpy e Burgess Meredith, dividiu a crítica. O Washington Post afirmou que se tratava de um “total desrespeito de Godard a uma apresentação sustentada e coerente das suas ideias”, enquanto o Los Angeles Times afirmou que se tratava de “obra de um gênio certificado.” Na década de 1990, Godard comandou filmes como “Nouvelle Vague” (1990), estrelado por Alain Delon, “Infelizmente Para Mim” (1993), com Gerard Depardieu, e “Para Sempre Mozart” (1996). Porém, o grande destaque desse período foi a série documental “Histoire(s) du cinéma”, iniciada em 1989 e finalizada em 1999. Com um total de 266 minutos e exibida pela emissora francesa Canal Plus, a série consistiu de entrevistas, cenas de filmes clássicos e imagens de arquivo para narrar um século da História do Cinema. Numa entrevista ao jornal francês Libération, publicada anos após o lançamento, Godard descreveu o projeto como “um pouco como meu álbum de fotos de família – mas também o de muitos outros, de todas as gerações que acreditaram no amanhecer. Só o cinema poderia reunir o ‘eu’ e o ‘nós’”. Com a chegada do novo século, Godard voltou a inovar em obras como “Filme Socialismo” (2010), “3x3D” (2013) e “Adeus à Linguagem” (2014), filmes que, como o último título sugere, rompiam de vez com a linguagem tradicional cinematográfica – algo que Godard já vinha fazendo, pouco a pouco, desde o início da sua carreira. Radicais, mantiveram a divisão crítica entre os que consideraram as obras geniais e os que não viram mais cinema nas realizações do cineasta, apenas instalações de arte. Seus últimos créditos como diretor foram o documentário “Imagem e Palavra”, basicamente uma colagem de imagens de arquivo e gravações aleatórias, e o curta “Spot of the 22nd Ji.hlava IDFF”, ambos de 2018. Nos seus últimos anos, Godard se tornou completamente recluso. Ele se recusava a dar entrevistas, não aceitava prêmios e não viajava para os festivais. Quando lhe foi oferecida a Ordem Nacional do Mérito da França, ele recusou, dizendo: “Não gosto de receber ordens e não tenho méritos”. E quando foi premiado com um Oscar honorário em 2010, ele se recusou a viajar para Los Angeles para aceitá-lo pessoalmente. Anne-Marie Miéville disse na época que Godard “não irá para a América, ele está ficando velho demais para esse tipo de coisa. Você faria todo esse caminho apenas por um pedaço de metal?” Ao longo da carreira, Godard colecionou mais de 50 “pedaços de metal”, incluindo prêmios nos principais festivais de cinema do mundo, como o Urso de Ouro no Festival de Berlim (que ele venceu por “Eu Vos Saúdo Maria”), no Festival de Cannes (por “Imagem e Palavra” e “Adeus à Linguagem”), entre muitos outros. Ao saber da morte do cineasta, o ex-ministro da Cultura da França, Jack Lang, disse à rádio France Info que Godard era “único, absolutamente único… Ele não era apenas cinema, era filosofia, poesia”. O presidente francês Emmanuel Macron também prestou a sua homenagem, chamando-o de “iconoclasta”. “Inventou uma arte decididamente moderna, intensamente livre. Nós perdemos um tesouro nacional, um olhar de gênio”, definiu o governante. Ce fut comme une apparition dans le cinéma français. Puis il en devint un maître. Jean-Luc Godard, le plus iconoclaste des cinéastes de la Nouvelle Vague, avait inventé un art résolument moderne, intensément libre. Nous perdons un trésor national, un regard de génie. pic.twitter.com/bQneeqp8on — Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) September 13, 2022

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