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  • Série

    Criadora de “Mulher-Hulk” diz que Marvel vetou Homem-Aranha na série

    12 de agosto de 2022 /

    A Marvel vetou a participação do Homem-Aranha de Tom Holland em “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, mas compensou os roteiristas com a permissão para se divertirem com o Demolidor de Charlie Cox. Os detalhes de bastidores foram trazidos à tona pela criadora e showrunner da série Jessica Gao (“Rick and Morty”), em entrevista ao site The Direct. Graças à abordagem da série como uma comédia de tribunal, vários personagens da Marvel foram considerados para participações especiais, em casos defendidos por Jennifer Walters (Tatiana Maslany, de “Orphan Black”), advogada em ascensão que acaba se tornando a super-heroína Mulher-Hulk e, com isso, atraindo clientes superpoderosos. “O herói do MCU que mais queríamos usar, e que decepcionou muitos dos roteiristas quando não nos deixaram, era o Homem-Aranha. Todo mundo envolvido no universo do Homem-Aranha ficou fora do nosso alcance. Tínhamos muitos fãs do personagem na nossa sala de roteiristas”, comentou Gao. “Quisemos usar muitos personagens dos quadrinhos, pensamos em muitos motivos engraçados pelos quais eles poderiam precisar da ajuda legal da Mulher-Hulk… Mas muitos deles estavam fora dos limites, seja por motivos de direitos autorais ou porque, como a Marvel sempre nos dizia, eles ‘tinham outros planos’ para eles”, continuou a roteirista. Gao ainda comentou que a equipe de “Mulher-Hulk” tentou pressionar a equipe do estúdio para saber quais seriam esses “planos”, mas sem sucesso: “Tentamos muito cutucar e descobrir informações privilegiadas, mas é claro que eles não nos contaram nada”. Sem o Homem-Aranha, os roteiristas apostaram no Demolidor, que sempre foi retratado de forma série e dramática, com a missão de mudar essa imagem. “O divertido de trazer o Demolidor para o nosso universo é que as pessoas já viram este personagem em uma versão muito trágica e sombria… Foi divertido – e nós fizemos isso com todos os personagens do MCU que participam da série – tirá-lo desse ambiente no qual vocês o conhecem, mais dramático e orientado para a ação, e trazê-lo para brincar em um tom diferente. Assim, pudemos explorar e trazer um lado mais leve do Demolidor”, explicou Gao. A showrunner ainda aproveitou para elogiar o ator Charlie Cox, que após suas três temporadas na Netflix e uma pequena participação em “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, volta oficialmente uniformizado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Charlie está pronto para fazer qualquer coisa. É um ator maravilhoso, e um ser humano maravilhoso”, ela concluiu. A estreia vai acontecer em 18 de agosto.

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  • Filme

    “Kung Fu Panda” vai ganhar quarto filme

    12 de agosto de 2022 /

    A franquia de animação “Kung Fu Panda” vai ganhar um novo filme. O estúdio Universal encomendou uma nova produção do personagem e já marcou a data de estreia para 8 de março de 2024. “Kung Fu Panda 4” vai continuar a acompanhar as aventuras do panda Po pela China antiga. O ator Jack Black, que dublou o personagem nos filmes anteriores, deve retornar para a sequência. Até o momento nenhum diretor foi escalado para comandar o novo filme. A franquia “Kung Fu Panda” rendeu quase US$ 2 bilhões nas bilherias mundiais. Além dos filmes, o personagem já ganhou algumas séries de TV. A mais recente foi “Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão”, desenvolvida pela Netflix, que contou com a volta de Jack Black ao papel principal.

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  • Série

    Novo vídeo apresenta série da Mulher-Hulk como “Law & Order” da Marvel

    12 de agosto de 2022 /

    A Marvel divulgou um novo e divertido vídeo de “Mulher-Hulk”, que apresenta a série como uma versão de “Law & Order” da Marvel. A prévia chega a parodiar a abertura clássica da atração procedimental. Compare abaixo. A brincadeira é acompanhada por cenas e depoimentos do elenco que reforçam a abordagem da produção como uma série de tribunal. Não é por acaso que o título integral do programa é “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”. Os episódios vão trazer Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que acaba se tornando a super-heroína chamada de Mulher-Hulk e, com isso, atraindo clientes superpoderosos. Por conta disso, a produção contará com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como o próprio Hulk (Mark Ruffalo), que é seu primo nos quadrinhos, o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. A estreia vai acontecer em 18 de agosto.

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  • Etc

    Ministério Público aciona MUBI por classificação indicativa em seus filmes

    12 de agosto de 2022 /

    O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública na Justiça para que a plataforma de streaming MUBI, uma das favoritas dos cinéfilos, divulgue a classificação indicativa de sua programação. Trata-se de uma obrigação prevista na legislação brasileira para que pais e responsáveis controlem o conteúdo assistido por crianças. No documento enviado à 8ª Vara de Justiça federal, o MPF alega que o direito de crianças e adolescentes tem sido “sistematicamente desrespeitado” pela MUBI, ao oferecer obras aos seus assinantes sem que haja a possibilidade de controle parental por meio das classificações indicativas. Além disso, a ação exige o acesso integral do aplicativo para o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a quem cabe fiscalizar a política de classificação indicativa nacional. Segundo o documento, o Ministério da Justiça tentou oficiar a MUBI para que fossem ajustadas as inadequações em fevereiro deste ano, mas não obteve resposta. Foi então que representou ao MPF pedindo providências para que a empresa cumpra a legislação brasileira. A busca de contato apontou que a empresa não possui escritório, nem representação no país. Caso não se adeque às leis brasileiras, a plataforma internacional poderá ter suas atividades suspensas no país. Vale apontar que o MUBI tem sim um sistema de classificação indicativa que descreve, título a título, se o conteúdo pode ser visto pelo público em Geral, se é para o público Adulto ou se merece Atenção dos pais para determinar se pode ser assistido por adolescentes. A diferença está apenas na falta de adoção do critério específico estabelecido pelo Ministério da Justiça, que tem a mesma função, mas estabelece várias faixas etárias.

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  • Música

    Jamie Campbell Bower lança clipe e xinga Bolsonaro

    12 de agosto de 2022 /

    O ator Jamie Campbell Bower, o Vecna de “Stranger Things”, lançou um novo clipe de sua carreira musical, em que incorpora os olhares aterradores do monstro como um pastor num púlpito religioso, tentando passar o medo do diabo a seus seguidores. A música é um folk acústico energético chamado “I Am”, ao estilo dos últimos discos de Johnny Cash. Ao comentar sua inspiração para o site Vulture, ele acabou mencionando Jair Bolsonaro. Descrevendo a música como a representação de seu lado sombrio, principalmente depois de interpretar Vecna, ele disse: “Eu sinto que, muitas vezes, quando as pessoas ouvem a palavra escuridão, elas têm muito medo dela. Eles consideram isso um mal, mas eu não. Eu acho que [a escuridão] é uma parte necessária a todos nós, que habita dentro de cada pessoa”. Neste contexto, salientou que não estava “falando da p**** do Bolsonaro, que é um completo babaca”. Jamie Campbell Bower esteve no Brasil no mês passado, para divulgar a série da Netflix, ocasião em que teve maior contato com o lado sombrio do país.

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  • Filme

    Atriz de “Supernatural” vai estrelar versão feminina de “Frankenstein”

    12 de agosto de 2022 /

    A jovem atriz Kathryn Newton, conhecida pelo seu trabalho nas séries “Supernatural”, “The Society”, “Big Little Lies” e na comédia de terror “Freaky: No Corpo de um Assassino”, vai estrelar uma versão feminina do clássico “Frankenstein”. Intitulado “Lisa Frankenstein”, o filme se passa na década de 1980 e acompanha uma estudante colegial que consegue criar o homem dos seus sonhos ao reanimar o cadáver de um jovem da era vitoriana. O elenco ainda conta com Cole Sprouse (“Riverdale”), Carla Gugino (“Jogo Perigoso”) e Joe Chrest (Stranger Things). O roteiro foi escrito por Diablo Cody, vencedora do Oscar por “Juno” (2007) e que, mais recentemente, escreveu o elogiado “Tully” (2018). A direção está á cargo de Zelda Williams (“Kappa Kappa Die”). “Lisa Frankenstein” ainda não tem previsão de estreia. Kathryn Newton será vista em breve como a filha poderosa do Homem-Formiga no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, que chega aos cinemas em fevereiro.

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    Michelle Bolsonaro faz selfie com esposa de Guilherme de Pádua

    12 de agosto de 2022 /

    Uma foto de Michelle Bolsonaro com Juliana Lacerda, atual esposa de Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, começou a circular nas redes sociais nesta sexta (12/8). A apuração de sua origem indica que não se trata de montagem. Segundo a colunista Fábia Oliveira, Michelle e Jair Bolsonaro teriam participado de um almoço com Guilherme de Pádua e sua esposa no domingo passado (7/8) em Belo Horizonte, entre outros convidados. Já a coluna rival de Leo Dias aponta que o presidente não estava no local e não há testemunhos da presença do assassino, mas Michelle fez sim fotos com vários convidados – teria posado para uma centena de cliques. Guilherme de Pádua é bolsonarista convicto e pastor na Igreja Batista Lagoinha, na capital mineira. Foi nessa Igreja que Michelle fez um discurso de tom religioso, no dia do almoço, afirmando que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Nesta ocasião, o assassino estava presente, fazendo questão de assistir ao casal Bolsonaro. A roupa utilizada pela primeira-dama no evento, por sinal, é similar à da foto com Juliana Lacerda. Depois do jantar religioso do fim de semana, Michelle postou nas redes sociais um vídeo com imagens editadas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva num encontro com lideranças de religiões de matriz africana, sugerindo, de forma preconceituosa, que elas eram demoníacas. “Lula entregou sua alma para vencer essa eleição. Não lutamos contra a carne nem o sangue, mas contra os principados e potestades das trevas”, escreveu. Nesta semana, Michelle ainda curtiu um post de Gloria Perez, mãe da vítima de Guilherme de Pádua, pouco após rezar na Igreja do condenado. Publicado na quinta (11/8), dia do aniversário de Daniella, o post de Gloria menciona o documentário “Pacto Brutal”, da HBO Max, que trouxe o caso de volta à tona, jogando luz sobre a atual situação de Guilherme de Pádua. “Esse ano, o documentário ‘Pacto Brutal’ devolveu sua identidade, tirou você do terreno da ficção e resgatou a pessoa real, a pessoa doce, afetuosa, em seu mundo de delicadeza estraçalhado pela ambição e a inveja de um casal de psicopatas”, escreveu a autora. Michelle reagiu com um coração e um emoji de rosto chorando.

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    Escritor Salman Rushdie sofre atentado em Nova York

    12 de agosto de 2022 /

    O escritor anglo-indiano Salman Rushdie, de 75 anos, foi esfaqueado no palco de um evento no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Ainda não está claro se a ação teria relação com a fatwa (um edito religioso) decretada contra ele em 1989, quando o aiatolá Khomeini, então líder do Irã, o sentenciou à morte por um romance acusado de ridicularizar o Alcorão e Maomé, “Os Versos Satânicos”. Com a fatwa, seria obrigação dos muçulmanos matá-lo ao vê-lo em público. Nesta sexta-feira (12/8), um homem branco, de cabelo raspado e usando roupas camufladas por baixo de um casaco preto, invadiu o palco do anfiteatro do centro educacional Chautauqua Institution, onde Rushdie era entrevistado, e começou a agredi-lo. O escritor caiu no chão e o homem foi contido. A endocrinologista Rita Landman, que estava na plateia, subiu rapidamente ao palco para prestar os primeiros socorros. Ela disse ao New York Times que Rushdie tinha várias facadas, incluindo uma no lado direito do pescoço, e que havia uma poça de sangue sob seu corpo. Ele foi conduzido às pressas para um hospital e não há informações sobre seu estado de saúde atual. O livro “Os Versos Satânicos” de Rushdie é proibido no Irã desde 1988. Muitos muçulmanos consideram a história uma blasfêmia. Após a fatwa de Khomeini, uma recompensa de mais de US$ 3 milhões também foi oferecida para quem tirasse a vida do escritor. Por conta disso, Rushdie passou cerca de dez anos sob proteção policial e vivendo na clandestinidade. Ele mora nos EUA desde 2000 e, com o tempo, passou a relaxar seu temor de morte, chegando a participar de filmes, séries e até de clipes – como “The Ground Beneath Her Feet”, da banda U2. Rushdie apareceu como ele mesmo na popular comédia “O Diário de Bridget Jones” (2001) e na sátira musical “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), interpretou um médico em “Quando Me Apaixono” (2007) e narrou a adaptação de seu livro “Os Filhos da Meia-Noite”, sobre a partição da Índia e o Paquistão, lançada nos cinemas em 2012 com direção de Deepa Mehta. Mais recentemente, ele foi tema e convidado da série “Curb Your Enthusiasm”, que ao longo de sua 9ª temporada, exibida em 2017, satirizou a fatwa contra o escritor.

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    “Love, Death & Robots” é renovada para a 4ª temporada

    12 de agosto de 2022 /

    A premiada série animada “Love, Death & Robots” foi renovada para a sua 4ª temporada. O anúncio foi feito pela Netflix nas redes sociais. Produzida no formato de antologia, a série é composta por episódios independentes entre si. Além de serem dirigidos por diferentes cineastas, os episódios exploram diferentes gêneros (comédia, horror, ficção científica, fantasia, etc.) e contam com estilos distintos de animação, desenvolvidos por diversos estúdios de animação ao redor do mundo. “Love, Death & Robots” tem produção dos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”) e, devido à cenas de violência e sexo, não é indicada para crianças. Desde que foi lançada, a série vem acumulando troféus. Ela já venceu um total de 11 Emmys, sendo que o mais recente foi conquistado neste ano, entregue ao cineasta Alberto Mielgo de forma antecipada à cerimônia oficial, pelo seu trabalho no episódio “Jibaro”. O volume 4 de Love, Death + Robots está confirmado! pic.twitter.com/0tU54m0C4o — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 12, 2022

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    As 10 melhores séries novas pra maratonar no fim de semana

    12 de agosto de 2022 /

    A programação de séries dá um pau na seleção de filmes digitais desta semana, com opções bastante variadas – de drama arrepiante baseado em fatos reais à fantasia sobrenatural, com direito a investigações policiais e boas comédias. Confira as 10 melhores estreias para maratonar.       | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+   Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada.   | EU NUNCA… 3 | NETFLIX   A série é inspirada na juventude da comediante Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e traz a adolescente Devi (interpretada por Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural resultante entre o convívio simultâneo com sua família indiana tradicional e seus jovens amigos americanos. A 3ª temporada destaca um novo status social de Devi, após assumir o namoro com Paxton (Darren Barnet), tornando-se popular, invejada e até odiada. Mas ela também acaba influenciada pela opinião de pessoas negativas que não sabem o que ele viu nela, o que coloca o relacionamento em risco. De todo modo, logo surgem novas tentações em sua vida. Já renovada para mais um ano de produção, “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada, com previsão de lançamento para 2023.   | EM NOME DO CÉU | STAR+   A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema.   | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+   Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”).   | LOCKE & KEY 3 | NETFLIX   Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. A 3ª e última temporada destaca a ameaça deste novo vilão (Kevin Durand, de “The Strain”), mas também inclui a volta de Dodge, após ter sido aparentemente derrotada no segundo ano, e a descoberta de uma nova chave mágica capaz de abrir portas para outras épocas. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série é estrelada por Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge.   | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO   A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência.   | NÃO FOI MINHA CULPA | STAR+   A série brasileira é uma antologia que retrata a violência doméstica e o feminicídio. Escrita por Juliana Rosenthal (“O Amor no Divã”) e Michelle Ferreira (“Amor sem Medida”), os episódios contam histórias supostamente inspiradas em acontecimentos reais, girando em torno de príncipes encantados que se revelam ogros do mal. O elenco destaca Fernanda Nobre (“Deus Salve o Rei”), Malu Mader (“Turma da Mônica – Lições”), Dalton Vigh (“A Divisão”), Armando Babaioff (“Bom Sucesso”), Aline Dias (“Salve-se Quem Puder”), Karol Lanes (“Minha Mãe é uma Peça”), Ana Paula Secco (“Tropa de Elite”), Gabrielle Joie (“Toda Forma de Amor”), Virgínia Rosa (“Éramos Seis”), Luana Xavier (“A Vida Invisível”), Sandra Corveloni (“O Outro Lado do Paraíso”), Suzy Lopes (“Fim de Festa”), Simone Iliescu (“Leste Oeste”), Cyria Coentro (“Velho Chico”) e Elisa Lucinda (“Manhãs de Setembro”). A relação de coadjuvantes também é grande, com Vinícius de Oliveira (“Segunda Chamada”), Dandara Mariano (“A Força do Querer”), Jennifer Nascimento (“Malhação: Sonhos”), Marat Descartes (“Colônia”) e as irmãs Bianca Comparato (“3%”) e Lorena Comparato (“Impuros”), entre outros. Isto porque são 10 episódios com histórias diferentes. A produção faz parte de um projeto latino da Star+, que também produziu séries sobre a mesma temática na Colômbia e no México. Por isso, o nome completo da série nacional é “Não Foi Minha Culpa: Brasil” – para se diferenciar de “Não Foi Minha Culpa: Colômbia” e “Não Foi Minha Culpa: México” (já disponível na Star+).   | INDUSTRY 2 | HBO MAX   A série sobre o mercado financeiro segue um grupo de jovens que conseguem empregos cobiçados em um importante banco internacional. Criada pelos novatos novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), a produção conta com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o piloto da atração. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita a carreira no setor financeiro é forma de ser julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados – e não pela cor. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).   | LAW & ORDER: CRIME ORGANIZADO | GLOBOPLAY   A nova série derivada da longeva franquia do produtor Dick Wolf resgata o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, 10 anos depois de sua despedida de “Law & Order: SVU”. A 1ª temporada se concentra na disputa entre Stabler e o mafioso vivido por Dylan McDermott (“American Horror Story”), que o desafia a encontrar provas de seu envolvimento em atividades ilegais. E foi um grande sucesso nos EUA, especialmente por a trama avançar sem estender seus mistérios, revelando rapidamente quem foi o responsável pela morte de Kathy Stabler (Isabel Gillies), a mulher do protagonista, crime que o motivou a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. “Law & Order: Crime Organizado” já exibiu sua 2ª temporada nos EUA e se encontra renovada para seu terceiro ano de produção.   | EU SOU GROOT | DISNEY+   A série sobre o personagem de “Guardiões da Galáxias” é formada por cinco curtas-metragens de cinco minutos cada, estrelados pelo herói em sua fase de Baby Groot. Começa com ele aprendendo a andar e segue por diferentes aventuras, com direito a batalha de dança, novos personagens e um momento doce compartilhado com outro colega dos Guardiões. Assim como nos filmes, a voz de Groot é providenciada por Vin Diesel, sob muito tratamento computadorizado, e o cineasta James Gunn assina a produção. Groot também será visto neste ano num especial de Natal dos Guardiões da Galáxia programado para dezembro na Disney+, antes de aparecer em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, com lançamento marcado para abril de 2023.

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    As 10 melhores estreias da programação de filmes digitais

    12 de agosto de 2022 /

    A programação de estreias digitais pende para o suspense e a ação neste fim de semana, mas não faltam opções premiadas para cinéfilos. Confira a lista dos 10 principais lançamentos nas plataformas de streaming e de locação online (VOD).       | ATÉ A MORTE – SOBREVIVER É A MELHOR VINGANÇA | *VOD   O suspense muito acima da média de Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) começa com a personagem da atriz acordando algemada ao cadáver do marido, enquanto dois assassinos viajam ao local onde ela se encontra para matá-la. A premissa impactante é apenas o ponto de partida de uma vingança doentia, que conduz a muitas reviravoltas e momentos de tensão. Sem exageros, o filme do diretor estreante Scott Dale é o melhor da atriz em uma década, desde que ela coadjuvou a comédia “Bem-vindo aos 40” em 2012. A produção é de David Leslie Johnson-McGoldrick, roteirista da franquia “Invocação do Mal”, e o elenco também inclui Eoin Macken (“Game of Thrones”), Aml Ameen (“Sense8”), Callan Mulvey (“300: A Ascensão do Império”) e Jack Roth (“Bohemian Rhapsody”).   | DUPLA JORNADA | NETFLIX   Especializando-se em thrillers caros e genéricos, a Netflix traz Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro”) numa produção que aspira a ser ao mesmo tempo uma comédia infantil e um filme de ação visceral, ficando pelo meio do caminho. Foxx é um limpador de piscinas de Los Angeles que tem uma semana para conseguir US$ 10 mil e impedir a ex-mulher de se mudar para a Flórida com sua filha, e o único jeito de conseguir esse dinheiro é voltando para o sindicato. O sindicato dos matadores de vampiros, seu verdadeiro trabalho, que o expulsou por múltiplas violações. Para ser reintegrado, ele aceita ser monitorado por um burocrata (Dave Franco, de “Um Truque de Mestre”), que tem a missão secreta de garantir seu fracasso. O filme marca a estreia na direção de J.J. Perry, conhecido por seu trabalho como coordenador de dublês em franquias como “Velozes & Furiosos” e “John Wick”, e tem produção de Chad Stahelski, outro ex-dublê que hoje é mais conhecido como diretor da saga de “John Wick”. E as sequências intensas de lutas com dublês são o ponto alto da produção. Por outro lado, a história é fraquíssima e seus furos beiram o ridículo, com regras vampíricas que começam claras, mas deixam de valer de repente e sem maiores explicações. O roteiro é do estreante Tyler Tice e de Shay Hatten, também da franquia “John Wick” e do filme de zumbis “Army of the Dead”. O elenco ainda inclui Meagan Good (“Monster Hunter”), Karla Souza (“How to Get Away with Murder”), Natasha Liu Bordizzo (“The Society”), Steve Howey (“Shameless”), Scott Adkins (“Hércules”) e Tetiana Gaidar (“Resident Evil: A Série”).   | GEORGETOWN | AMAZON PRIME VIDEO   Vencedor de dois Oscars de Melhor Ator Coadjuvante (por “Bastardos Inglórios” e “Django Livre”), Christoph Waltz estreia como diretor de cinema nesse drama criminal, em que vive um alpinista social ambicioso. Na trama, ele seduz uma viúva 30 anos mais velha, vivida pela veterana atriz britânica Vanessa Redgrave (“Foxcatcher”), com quem se casa e passa a dominar as conversas dos círculos sociais de Washington ao dar grandes festas. Porém, após um jantar glamouroso, ela é encontrada morta e o marido se torna o principal suspeito do crime, principalmente após investigações paralelas da filha da vítima, uma juíza federal interpretada por Annette Bening (“Capitã Marvel”). O roteiro foi escrito pelo premiado dramaturgo David Auburn (“A Prova”) e tem como inspiração fatos reais, ocorridos na capital americana em 2011.   | CÓDIGO IMPERADOR | NETFLIX   O suspense espanhol traz Luis Tosar (“Cela 211”) como um agente de inteligência especializado em fazer problemas desaparecerem, mas também em criá-los, que se vê num dilema moral ao receber a missão de incriminar um político, montando um falso flagrante envolvendo uma garota de programa. O tema sombrio cria uma trama ágil e tensa, escrita por Jorge Guerricaechevarría (parceiro de vários cults de Álex de La Iglesia, incluindo “800 Balas” e “As Bruxas de Zugarramurdi”) e dirigida por Jorge Coira (“18 Comidas”).   | PERIGO IMINENTE | *VOD   O filme de Kriv Stenders, diretor do premiado “Cão Vermelho” (2011), recria uma das batalhas mais árduas da Guerra do Vietnã travada sem americanos, quando, em 1966, 100 soldados inexperientes da Austrália e da Nova Zelândia precisam lutar por sua vidas contra um exército de mais de 3 mil vietcongs, usando uma estratégia baseada apenas na amizade e na confiança. O elenco destaca Travis Fimmel (o Ragnar de “Vikings”), mas a produção chama mais atenção por seu apuro técnico, que lhe rendeu nove troféus da crítica e dos sindicatos do cinema australiano.   | @ARTHUR.RAMBO – ÓDIO NAS REDES | *VOD   O novo drama do cineasta francês Laurent Cantet, vencedor da Palma de Ouro por “Entre os Muros da Escola”, aborda a cultura do cancelamento. A produção traz o ator Rabah Nait Oufella (revelado por Cantet em seu filme premiado de 2008) como Karim D., um escritor jovem que é o frisson do momento. Até vir à tona que ele também já foi Arthur Rambo, pseudônimo que usava na adolescência para trollar as redes sociais, espalhando mensagens de ódio que agora voltam para assombrá-lo. A premissa é absolutamente atual e comandada por um diretor acostumado com temas provocativos. Mas assim como a polarização das redes sociais, o resultado divide opiniões.       | HOLY EMY | MUBI   A premiada estreia da diretora grega Araceli Lemos combina misticismo e terror cronenberguiano para contar a história de uma garota “santa”. Quando sua mãe é obrigada a voltar para as Filipinas, as irmãs Emy e Teresa levam uma vida tranquila na unida comunidade filipina católica no porto de Atenas. Porém, quando Teresa engravida, Emy se sente cada vez mais atraída por forças misteriosas que vivem dentro dela. Com sua vocação biológica para a transformação, o corpo feminino é retratado como um local de beleza e monstruosidade. A obra venceu nove prêmios internacionais, inclusive o troféu de Melhor Direção da Academia Grega de Cinema e o de Melhor Filme de Estreia no Festival de Locarno. | O TRUQUE DA GALINHA | VOD*   A comédia fantasiosa do egípcio Omar El Zohairy venceu 22 prêmios internacionais, inclusive o troféu da Semana da Crítica no Festival de Cannes retrasado. O título se refere a um truque de mágica que dá errado na festa de aniversário de uma criança e transforma o autoritário pai da família numa galinha. A partir daí, a mãe precisa assumir o papel de chefe da família e arrumar emprego para sustentar a casa e os filhos, enquanto faz de tudo para trazer seu marido de volta, antes que vire almoço.   | MENTES EXTRAORDINÁRIAS | VOD*   A comédia dramática francesa escrita, dirigida e estrelada por Bernard Campan (“Les Trois Frères”) mostra como um encontro fortuito com um rapaz com deficiência física e intelectual muda a vida de um agente funerário. Após quase atropelar o deficiente rejeitado, o personagem de Campan tenta ajudá-lo. Mas logo cria um vínculo e acaba levando-o numa viagem rumo a um funeral, dando início a uma amizade inesperada.   | THE HUMANS | MUBI   Estrelado por Steven Yeun (“Minari”) e Beanie Feldstein (“Fora de Série”), “The Humans” gira em torno de um casal que acaba de se mudar para um duplex em Chinatown e, antes de ter a chance de se estabelecer, recebe visitas da família disfuncional para celebrar o Dia de Ação de Graças. A encenação em poucos cenários, o elenco reduzido e a narrativa repleta de diálogos entregam a origem teatral da história. A versão original venceu o Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Peça de 2016, e a adaptação é do próprio autor, Stephen Karam, que assina roteiro e direção. O elenco inclui June Squibb (“Nebraska”), Jayne Houdyshell (“Adoráveis Mulheres”), Amy Schumer (“Descompensada”) e Richard Jenkins (“A Forma da Água”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Festival de Gramado começa celebração de 50 anos

    12 de agosto de 2022 /

    O Festival de Gramado, um dos eventos de cinema mais tradicionais do país, começa nessa sexta-feira (12/8) sua 50ª edição, que exibirá, de forma simbólica, 50 filmes entre longas e curtas. Depois de dois anos sem eventos presenciais, o cinquentenário coincide com o retorno ao formato tradicional, que permitirá o festejado desfile de astros e estrelas no tapete vermelho. Na disputa do Kikito de Melhor Longa-Metragem nacional estão títulos de diretores consagrados, que farão sua première nacional na serra gaúcha. Entre eles, destaca-se o novo filme de Cristiano Burlan (diretor de “Antes do Fim”), “A Mãe”, sobre uma mãe solo (Marcélia Cartaxo) que vive na periferia de São Paulo, volta para casa à noite e não encontra seu filho adolescente. Ela inicia uma busca pelo seu filho, ameaçando assim a tranquilidade dos traficantes locais. A seleção também traz “A Porta ao Lado”, novo trabalho de Julia Rezende (de “Depois a Louca Sou Eu”). O filme narra a história de um casal que começa a questionar o próprio relacionamento depois que conhecem vizinhos que vivem um relacionamento aberto. O cineasta Gabriel Martins (“O Nó do Diabo”) apresenta, com seu filme “Marte Um”, a história de uma família que mora na periferia e tenta viver seus sonhos num país que acaba de eleger como presidente um homem que representa o contrário de tudo que eles são. Outro filme que se relaciona com a realidade política atual é “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte (“Alemão”). A trama acompanha a filha ilegítima de um coronel que comete suicídio. Enquanto conhece mais sobre o homem que não a reconheceu como filha, ela descobre que ele foi um torturador durante a ditadura militar no Brasil. “O Pastor e o Guerrilheiro” pode garantir o segundo prêmio para Belmonte, que já foi premiado em Gramado pelo curta “Tepê” (2000). Do extremo do país, vem o filme acreano “Noites Alienígenas”, do diretor Sérgio de Carvalho (“Empate”). Obra de realismo mágico, o filme aborda o impacto da chegada das facções criminosas do sudeste do Brasil na Amazônia. O novo trabalho de Gregório Graziosi (“Obra”), intitulado “Tinnitus”, narra a história de uma atleta de Saltos Ornamentais que sofre uma crise de tinnitus (zumbido no ouvido) e cai do trampolim. Afastada do esporte, ela troca os saltos por uma pacata vida num aquário, onde trabalha fantasiada de sereia. O único novato da lista é o carioca Angelo Defanti, que escreveu a minissérie de true crime “O Caso Evandro” e agora estreia na direção de ficção com “O Clube dos Anjos”, combinação de culinária e suspense baseada no best-seller dos anos 1990 de Luis Fernando Verissimo. Entre os longas-metragens internacionais, destacam-se “El Camino de Sol”, dirigido por Claudia Sainte-Luce (“La caja vacía”), sobre uma mãe que inicia uma busca frenética para recuperar seu filho sequestrado, “O Último Animal”, co-produção brasileira e portuguesa dirigida por Leonel Vieira, cujo primeiro filme, “A Sombra dos Abutres” (1998), foi premiado em Gramado, e “Cuando Oscurece”, filme argentino/uruguaio dirigido por Néstor Mazzini (“Deixe a Noite Pagar por Isso”), sobre uma menina que pensa estar de férias com o pai, mas na verdade foi sequestrada por ele. Cum uma mostra separada de documentários, Gramado ainda vai exibir “Ademã – A Vida e as Notas de Ibrahim Sued”, novo trabalho do documentarista Paulo Henrique Fontenelle, diretor dos elogiados “Loki: Arnaldo Baptista” (2008), “Dossiê Jango” (2013) e “Cássia Eller” (2014). Fontenelle assina a direção desse novo filme ao lado de Isabel Sued Perrin. Além das sessões de cinema, estão marcadas homenagens ao diretor Joel Zito Araújo, vencedor do Festival de Gramado de 2004 com “Filhas do Vento”, que receberá o Troféu Eduardo Abelin, e à atriz gaúcha Araci Esteves, vencedora do Festival de Brasília de 1997 por “Anahy de las Misiones”, agraciada com o Troféu Cidade de Gramado. O Festival de Gramado vai até 20 de agosto, quando serão conhecidos os trabalhos premiados. Confira abaixo a lista completa dos filmes selecionados. Longas-metragens brasileiros “A Mãe”, de Cristiano Burlan “A Porta ao Lado”, de Julia Rezende “Marte Um”, de Gabriel Martins “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho “O Clube dos Anjos”, de Angelo Defanti “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Eduardo Belmonte “Tinnitus”, de Gregório Graziosi Longas-metragens estrangeiros “9” (Uruguai/Argentina), de Martín Barrenechea e Nicolás Branca “Cuando Oscurece” (Argentina/Uruguai), de Néstor Mazzini “El Camino de Sol” (México), de Claudia Sainte-Luce “Inmersión” (Chile), de Nicolas Postiglione “La Boda de Rosa” (Espanha/França), de Iciar Bollain “La Pampa” (Peru/Chile/Espanha), de Dorian Fernández Moris “O Último Animal” (Portugal/Brasil), de Leonel Vieira Longas-metragens gaúchos “Casa Vazia”, de Giovani Borba “Campo Grande é o Céu”, de Bruna Giuliatti, Jhonatan Gomes e Sérgio Guidoux “Despedida”, de Luciana Mazeto e Vinícius Lope “Don Never Raised – Cachorro Inédito”, de Bruno de Oliveira “5 Casas”, de Bruno Gularte Barreto Documentários “Um Lugar para Chamar de Meu”, de Kelly Cristina Spinelli “Ademã – A Vida e as Notas de Ibrahim Sued”, de Isabel Sued Perrin e Paulo Henrique Fontenelle “Elton Medeiros – O Sol Nascerá”, de Pedro Murad “Eu Nativo”, de Ulisses Rocha “O Destino Está na Origem”, de Pedro de Castro Guimarães Curtas-metragens brasileiros “Benzedeira”, de Pedro Olaia e San Marcelo “Deus Não Deixa”, de Marçal Vianna “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli “Imã de Geladeira”, de Carolen Meneses e Sidjonathas Araújo “Mas Eu Não Sou Alguém”, de Gabriel Duarte e Daniel Eduardo “O Elemento Tinta”, de Luiz Maudonnet e Iuri Salles “O Fim da Imagem”, de Gil Baroni “O Pato”, de Antônio Galdino “Serrão”, de Marcelo Lin “Socorro”, de Susanna Lira “Último Domingo”, de Joana Claude e Renan Barbosa Brandão “Um Tempo pra Mim”, de Paola Mallmann “Solitude”, de Tami Martins e Aron Miranda “Tekoha”, de Carlos Adriano Curtas-metragens gaúchos “A Diferença entre Mongóis e Mongoloide”, de Jonatas Rubert “Apenas para Registro”, de Valentina Ritter Hickmann “Drapo A”, de Alix Georges e Henrique Lahude “Fagulha”, de Jéssica Menzel e Jp Siliprandi “Johann e os Imãs de Geladeira”, de Giordano Gio “O Abraço”, de Gabriel Motta “Madrugada”, de Leonardo da Rosa e Gianluca Cozza “Mby’a Nhendu”, de Gerson Karaí Gomes “Mora”, de Sissi Betina Venturin “Nação Preta do Sul – O curta”, de Nando Ramoz e Gabriela Barenho “Nós que Fazemos Girar”, de Lucas Furtado “Olho por Mim”, de Marcos Contreras “Perfection”, de Guilherme G. Pacheco “Possa Poder”, de Victor Di Marco e Márcio Picoli “Sinal de Alerta Lory F”, de Fredericco Restori “Sintomático”, de Marina Pessato “Tudo Parece em Constante Movimento”, de Cristine de Bem e Canto

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    Anne Heche tem morte cerebral declarada

    12 de agosto de 2022 /

    A família e os amigos de Anne Heche esperavam um milagre após o terrível acidente de carro da atriz na sexta-feira passada (5/8). Ele não veio, e agora seus parentes mais próximos estão tomando a difícil decisão de desligar seu suporte de vida. Ela teve morte cerebral declarada. A atriz está sendo mantida com respiração artificial até que seja determinado se algum órgão não danificado no acidente e no incêndio subsequente pode ser doado. “Queremos agradecer a todos por seus desejos gentis e orações pela recuperação de Anne, e agradecer à equipe dedicada e às enfermeiras maravilhosas que cuidaram de Anne no Grossman Burn Center no hospital West Hills”, disse um representante da família de Heche em comunicado. “Infelizmente, devido ao seu acidente, Anne Heche sofreu uma grave lesão cerebral anóxica e permanece em coma, em estado crítico. Não se espera que ela sobreviva”. “Há muito tempo é sua escolha doar seus órgãos e ela está sendo mantida em suporte de vida para determinar se algum deles é viável”, continua o texto. “Anne tinha um coração enorme e tocou a todos que conheceu com seu espírito generoso. Mais do que seu talento extraordinário, ela viu espalhar bondade e alegria como o trabalho de sua vida – especialmente movendo a agulha para a aceitação de quem você ama. Ela será lembrada por sua honestidade corajosa e fará muita falta por sua luz.” Heche foi hospitalizada após o carro que ela dirigia bater em uma casa e pegar fogo na área de Mar Vista, em Los Angeles. Cerca de 60 bombeiros combateram o incêndio causado pela colisão. A atriz sofreu queimaduras graves e entrou em coma, sem nunca se recuperar. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar a coleta de sangue após evidências sugerirem que Heche poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados no sangue da atriz. Segundo o site TMZ, a suspeita surgiu após testemunhas descreverem que a atriz fez manobras irregulares e imprudentes na rua. Um vídeo também a flagrou quase atropelando uma pedestre. Além disso, antes de seu acidente mais grave, ela bateu num carro estacionado na garagem de um complexo de apartamentos. Ao ser socorrida por moradores, deu marcha à ré e acelerou para fugir do local, vindo em seguida a bater com o veículo de frente numa casa, numa colisão que se provou fatal. Ela havia recentemente encerrado as filmagens do telefilme “Girl In Room 13”, do canal pago Lifetime, que explora o submundo sombrio da indústria de tráfico humano. Amy Winter, vice-presidente executiva e chefe de programação da Lifetime Networks, disse que o filme será exibido em setembro, conforme planejado. “Este projeto é importante para Anne, assim como para cada um de nós”, disse Winter. A atriz de 53 anos tinha uma longa carreira em filmes e séries, iniciada nos anos 1980 na novela “Outro Mundo”. Após sua participação na novela, ela teve uma trajetória impressionante em Hollywood nos anos 1990, participando de vários filmes de grande orçamento. Só no ano de 1997, esteve nas telas em obras como “Volcano: A Fúria”, “Donnie Brasco”, “Mera Coincidência” e “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. No ano seguinte, ainda estrelou o remake de “Psicose”, no papel eternizado por Janet Leigh, e “Seis Dias, Sete Noites”, no qual foi par romântico de Harrison Ford. Este filme deveria consagrá-la como estrela de primeira grandeza. Só que, durante a produção, ela assumiu seu namoro com a comediante Ellen DeGeneres. Se hoje é absolutamente natural ver estrelas lésbicas em grandes filmes de Hollywood, há 25 anos a saída do armário praticamente decretou o fim da carreira cinematográfica de Heche. E isto se deu da forma mais preconceituosa possível, com direito a questionamentos da imprensa sobre a química improvável da atriz com Harrison Ford durante seu filme. O relacionamento com Ellen terminou em 2000 e, um dia depois rompimento, Heche foi encontrada desorientada no deserto, nos arredores da cidade de Fresno, na Califórnia, dizendo se chamar Celestia (Celeste é seu nome do meio) e estar procurando por sua espaçonave. O surto colou na atriz a fama de desequilibrada e poderia ter sido o fim de carreira de uma mulher mais frágil. Mas ela usou a má fama para lançar uma biografia em 2001, que batizou de “Call Me Crazy” (Pode me chamar de louca, em tradução literal). No livro, ela também relata sua infância pobre e as mortes do pai, que era gay enrustido, pela AIDS, e do irmão num acidente de carro, que pode ter sido suicídio. Logo em seguida, ela se revelou bissexual, ao se casar com um assistente de câmera, com quem teve um filho, e, mais tarde, com James Tupper, seu par romântico na série “Men in Trees”, com quem teve outro filho. A série de 2006, por sinal, fez bastante sucesso, apesar de durar apenas duas temporadas, antecipando um modelo de trama reprisado até hoje, veja-se “Virgin River” na Netflix. Com “Men in Trees”, ela deu a volta por cima, reinventando-se como estrela de TV. Depois, também fez “Hung”, “Dig”, “Quantico”, “Aftermath”, “The Brave” e “Chicago PD”, entre muitas outras atrações, e acabou retornando para o cinema, ainda que em papéis coadjuvantes – participou de comédias como “Um Negócio Nada Seguro” (2011), “Meus Dias Incríveis” (2012) e “A Última Palavra” (2017), onde atuou com a veterana Shirley MacLaine. Ele deixa cinco filmes inéditos, em fase de pós-produção, e um último papel numa série, “The Idol”, criada por The Weeknd, que será lançada em breve na HBO.

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