Após polêmica, Alanis Morissette renega documentário sobre sua vida
Alanis Morissette resolveu se manifestar sobre “Jagged”, documentário sobre sua carreira que tem première nesta terça (14/9) no Festival de Toronto. O filme ganhou destaque na mídia nos últimos dias após a revelação de declarações da cantora para a câmera sobre um estupro coletivo que ela teria sofrido aos 15 anos, quando era uma cantora pop no Canadá. A artista, que se recusou a participar da promoção do filme dirigido por Alison Klayman (“Flower Punk”), explicou nesta terça (14/9) que considera o filme sensacionalista. Ela afirmou, em comunicado, que “Jagged” inclui informações que “simplesmente não são verdadeiras” e acusa a cineasta de ter uma “agenda lasciva”. “Concordei em participar de um documentário sobre a celebração do 25º aniversário de ‘Jagged Little Pill’ e fui entrevistada durante um período muito vulnerável (enquanto estava no meio da minha terceira depressão pós-parto durante a quarentena)”, disse ela em um texto enviado à imprensa. “Fui enganado por uma falsa sensação de segurança e sua agenda lasciva tornou-se evidente assim que vi o primeiro corte do filme. Foi quando eu soube que nossas visões eram de fato dolorosamente divergentes. Esta não foi a história que concordei em contar”, acrescentou. “Agora, fico aqui, sentindo todo o impacto de ter confiado em alguém que não merecia ser confiável”. Ela explicou que decidiu não comparecer a nenhum evento relacionado ao filme por dois motivos. “Um é que estou em turnê agora. O outro é que, não muito diferente de ‘histórias’ e biografias não autorizadas por aí ao longo dos anos, este filme inclui implicações e fatos que simplesmente não são verdadeiros. Embora haja beleza e alguns elementos de precisão nesta/na minha história, com certeza, em última análise não vou apoiar a visão redutora de outra pessoa sobre uma história com muitas nuances para eles entenderem ou contarem. ” Em uma entrevista com o site Deadline na semana passada, Klayman tentou se esquivar da polêmica. “Claro, teria sido ótimo se ela pudesse estar aqui conosco, mas estou muito grato por todo o tempo que ela dedicou a fazer este filme”, disse a diretora. “É uma coisa muito difícil, eu acho, ver um filme feito sobre você”, ela continuou. “Eu acho que ela é incrivelmente corajosa e a reação quando viu foi que realmente – ela podia sentir todo o trabalho, todas as nuances envolvidas nele. E, novamente, ela deu muito de seu tempo e muito de seu esforço para fazer isso e eu acho que o filme realmente fala por si. ” Morissette está fazendo uma turnê de 25º aniversário “Jagged Little Pill”. O disco de 1995, que vendeu mais de 33 milhões de cópias e se tornou o maior sucesso de sua carreira, também rendeu um espetáculo recente na Broadway.
Tracy Morgan será irmão perdido de Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito
Mencionada há mais de 30 anos, a sequência de “Irmãos Gêmeos” (1988) finalmente vai sair do papel. O projeto foi anunciado durante as negociações de mercado do Festival de Toronto. Intitulado “Triplets” (Trigêmeos) em inglês, o filme voltará a trazer Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito como os gêmeos do filme dos anos 1980, que agora descobrirão que tem um terceiro irmão. Embora o projeto tenha começado por sugestão de Eddie Murphy, ele não interpretará o trigêmeo da família por estar cheio de projetos. O papel ficou com Tracy Morgan (“30 Rock”). O filme original de 1988 contava a história de Julius (Arnold Schwarzenegger) e Vincent (Danny DeVito), que descobrem após muitos anos que são gêmeos após terem passado por uma experiência genética. Enquanto o inocente Julius acabou recebendo a parte “boa” da experiência, sobrou ao malandro Vincent tudo o que tinha de ruim. Além da dupla de atores originais, o diretor Ivan Reitman também vai voltar para produzir a sequência, que ainda não tem previsão de estreia. Lembre do trailer do filme de 1988 abaixo.
Teaser revela premissa do novo episódio de “What If…?”
A Marvel divulgou um teaser do 6º episódio de “What If…?”, que explica a premissa da história, mostrando o que aconteceria se Killmonger salvasse Tony Stark de sua tentativa de rapto no primeiro filme do “Homem de Ferro”. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros não ganharam superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retomou seu personagem na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar. What If… Killmonger Rescued Tony Stark? Find out in the sixth episode of Marvel Studio's #WhatIf…?, streaming tomorrow on @DisneyPlus. pic.twitter.com/2Zw09Nux3F — Marvel Entertainment (@Marvel) September 14, 2021
Kit Harington diz que “Eternos” é só começo de sua participação no MCU
O ator Kit Harington (“Game of Thrones”) tem recebido pouco espaço na divulgação de “Eternos”. Mas em entrevista para a revista “Total Film”, ele sugeriu que sua participação no filme é apenas “a ponta do iceberg” de sua imersão no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). No longa dirigido por Chloé Zhao (vencedora do Oscar por “Nomadland”), Harington interpreta Dane Whitman, que os fãs dos quadrinhos da Marvel conhecem como o herói Cavaleiro Negro. O personagem é descendente de um vilão clássico do Homem de Ferro, mas se juntou aos Vingadores após ajudá-los a vencer Kang, o Conquistador, vilão dos próximos filmes do MCU. “Eu tinha lido sobre quem ele poderia ser, ou seria. Então há sim essa possibilidade de uma longa trajetória”, explicou o ator. “Eu acho que ‘Os Eternos’ é apenas a ponta do iceberg para o meu personagem. Mas não sei, sabe? Estou tão no escuro quanto todo mundo. E eu tanto não pensar muito na frente. Até em ‘Game of Thrones’, na 6ª temporada, eu supunha que a 7ª nunca aconteceria”, completou. Apesar da reserva, ele deu detalhes sobre a origem de seu personagem e sua relação com os Eternos. “A história terá um caráter humano. Ele é um personagem que trabalha no Museu de História Natural de Londres. Mas ele não é um Eterno, este é o foco”, explicou. “Eu acho que há algumas coisas que foram faladas na imprensa. Não diria que estejam certos, mas ele tem uma conexão com Sersi, assim como o personagem do Richard [Madden, seu irmão em ‘Game of Thrones’]”. O mais importante para o filme em desenvolvimento é sua relação com Sersi, uma das integrantes mais poderosas dos Eternos, que será vivida por Gemma Chan (a Minn’Erva de “Capitã Marvel”). Os dois formam um par romântico trágico, e Sersi chegou até a integrar os Vingadores por causa desse relacionamento. A estreia de “Eternos” está marcada para 4 de novembro no Brasil.
Stephen King elogia série “Missa da Meia-Noite” da Netflix
Stephen King resolveu propagandear “Missa da Meia-Noite” (Midnight Mass), nova série de terror dirigida por Mike Flanagan para a Netflix. Em seu Twiter, King elogiou a nova produção do cineasta, que anteriormente adaptou dois de seus livros, “Jogo Perigoso” (2017) e “Doutor Sono” (2019), em longa-metragens. “‘Missa da Meia-Noite’, na Netflix: Mike Flanagan criou um denso e lindamente fotografado conto de terror que ascende a um alto tom de horror à altura do sétimo e último episódio. Eu acredito que comece em 10 dias”, escreveu King. Terceira série de terror de Flanagan (após “A Maldição da Residência Hill” e “A Maldição da Mansão Bly”), a atração se passa numa ilha isolada, que vira palco de fenômenos inexplicáveis após a chegada de um jovem e carismático padre. O elenco destaca Hamish Linklater (“Legion”), Zach Gilford (“Friday Night Lights”), Alex Essoe (“A Maldição da Mansão Bly”), Annabeth Gish (“Arquivo X”), Rahul Kohli (“iZombie”), Rahul Abburi (“Good Game”), Crystal Balint (“The 100”), Matt Biedel (“Narcos: Mexico”), Annarah Cymone (“Caged”), Kristin Lehman (“Altered Carbon”), Igby Rigney (“Velozes & Furiosos 9”) e Michael Trucco (“Battlestar Galactica”), além de vários integrantes de “A Maldição da Residência Hill”, como Kate Siegel, Samantha Sloyan, Robert Longstreet e Henry Thomas. A estreia vai acontecer em 24 de setembro. Veja o trailer abaixo. MIDNIGHT MASS, on Netflix: Mike Flanagan has created a dense, beautifully photographed terror tale that climbs to a high pitch of horror by the 7th and last episode. I believe it starts in 10 days. — Stephen King (@StephenKing) September 14, 2021
Norm MacDonald (1959–2021)
O comediante Norm MacDonald, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”, astro de stand-up e participante da trupe de Adam Sandler, morreu nesta terça (14/9) aos 61 anos, após lutar por quase uma década contra um câncer. MacDonald ficou conhecido em sua passagem pelo “Saturday Night Live” por apresentar o segmento de notícias satíricas “Weekend Update”. Seus comentários ácidos marcaram uma virada de tom no programa durante os anos 1990, levando o humorístico criado em 1975 a abraçar a sátira política. Após sua saída da produção, ele estrelou sua própria sitcom, “The Norm Show” (1999-2001), e seu primeiro e único filme como protagonista, “Trabalho Sujo” (1998). Ele também engatou uma série de papéis em filmes produzidos por seu colega do “SNL” Adam Sandler, como “Billy Madison, um Herdeiro Bobalhão” (1995), “Gigolô por Acidente” (1999), “Animal” (2001), “Tá Rindo do Quê?” (2009), “Gente Grande” (2010), “Cada Um Tem a Gêmea que Merece” (2011) e “Os 6 Ridículos” (2015). Outro destaque veio com a voz do cachorro Lucky nos filmes live-action de “Dr. Dolittle”. McDonald permaneceu na franquia iniciada em 1998 mesmo após a saída de Eddie Murphy. Depois de Lucky, a dublagem se tornou outra parte bem-sucedida de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram de voz, nas séries live-action “The Orville” e nas animações “Skylanders Academy” e “Mike Tyson Mysteries”.
Duna: Bastidores destacam relacionamento de Timothée Chalamet e Zendaya
A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores do remake de “Duna”, que destaca o relacionamento do protagonista e a “garota dos seus sonhos”. Na trama, Paul Atreides, o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), sonha com a jovem misteriosa interpretada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que introduz visões de seu futuro como um herói predestinado. O vídeo revela que, fora das telas, os dois atores também se deram bem. “Eu amo Timothée. Ele se tornou um dos meus amigos mais próximos e queridos”, diz Zendaya. Apesar da ênfase neste relacionamento, ela já assumiu publicamente que seu papel no filme é “muito, muito pequeno”. Vale lembrar que o livro de Frank Herbert, em que a trama se baseia, foi dividido em dois filmes e a participação de Chani, o papel da atriz, tem destaque apenas na metade final. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) – entre outros. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). O filme teve première internacional no Festival de Veneza e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro, até aqui sem garantia de produção de sua segunda parte.
Criador dos Sopranos está irritado com lançamento do prólogo na HBO Max
O criador de “Família Soprano” (The Sopranos), David Chase, juntou-se ao grupo crescente de criativos descontentes com a estratégia de lançamentos híbridos da Warner, que já fez o estúdio perder o diretor Christopher Nolan para a Universal Pictures. Em entrevista ao site Deadline, Chase se declarou “extremamente irritado” com o lançamento simultâneo de “The Many Saints of Newark” nos cinemas e na HBO Max. “Francamente, acho que não teria aceitado o trabalho se soubesse que o lançamento [nos cinemas e no streaming] seria no mesmo dia. Acho péssimo”. “The Many Saints of Newark” é um prólogo da série “Família Soprano”, um dos maiores sucessos da HBO, e Chase disse que não queria que as pessoas pensassem que se trata de um produto televisivo. Chase disse ter ficado chateado, porque as pessoas já associam a “Família Soprano” à TV, mas “The Many Saints of Newark” foi concebido como experiência cinematográfica. “As pessoas deveriam ver no cinema. Foi pensado pra ser um filme, e ele é lindo. Nunca pensei que voltaria para a HBO. Nunca”. O filme será lançado em 1 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil, onde os lançamentos da Warner não acontecem simultaneamente em streaming. Além de Chase e Nolan, o diretor Denis Villeneuve também lamentou lançar “Duna” em outubro nos cinemas e na HBO Max. Mas há mais diretores inconformados, como James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) e Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”), que não se manifestaram com a mesma veemência em público. O efeito colateral negativo da estratégia de lançamento da WarnerMedia, que implodiu o relacionamento do estúdio com vários diretores, é apontado como um dos fatores que levaram a AT&T a buscar se livrar da encrenca, negociando a empresa com a Discovery, numa joint venture que criará uma nova companhia com diferentes executivos e já batizada com o nome de Warner Bros. Discovery.
Novo trailer de “What If…?” traz cenas inéditas
O Marvel Studios divulgou um novo vídeo da série “What If…?”. Destacando a versão de T’Challa que virou o Senhor das Estrelas, Capitã Carter e a multiplicação de Doutores Estranhos, a prévia faz uma retrospectiva da primeira metade da temporada inaugural, mas também há vários trechos inéditos dos quatro capítulos finais. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros ganharam superpoderes diferentes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retoma seu personagem, Erik Killmonger, na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar.
Clipe solo de Lisa, do BLACKPINK, quebra recorde do YouTube
A cantora Lisa, integrante do BLACKPINK, quebrou um recorde do YouTube com o lançamento de seu primeiro clipe solo. O vídeo de “Lalisa” foi visto 73,6 milhões de vezes na plataforma em suas primeiras 24 horas, tornando-se o clipe musical de artista solo mais reproduzido em seu primeiro dia na plataforma. O recorde anterior pertencia a Taylor Swift pelo clipe de “ME!”, de 2019, visto 65 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Em “Lalisa”, a cantora tailandesa do grupo de K-Pop BLACKPINK, explora sua habilidade como rapper, além de sua experiência como modelo, ao desfilar com vários figurinos diferentes. Um dos visuais mais marcantes da produção de moda chama especialmente atenção por juntar capas de discos de rock – Iron Maiden, Led Zeppelin e Kiss – num conjuntinho de jaqueta e minissaia. A música também tem várias passagens diferentes, como se fosse concebida para um grupo vocal e não uma artista solo. A letra, porém, não deixa dúvidas de que é uma obra de Lisa, repetindo seu nome – ou “Lalisa” – mais vezes que é possível contar.
“Maya e os 3 Guerreiros” ganha data de estreia em vídeo dublado
A Netflix divulgou uma cena dublada em português da nova série animada “Maya e os 3 Guerreiros”, que revela a data de estreia da atração. A série é criada, escrita e dirigida por Jorge R. Gutiérrez, roteirista de “Festa no Céu” e criador de “El Tigre: As Aventuras de Manny Rivera”. E como os trabalhos anteriores de Guitiérrez, vai juntar elementos da cultura mexicana e misticismo, acompanhando uma princesa guerreira chamada Maya, que tem a missão de enfrentar deuses para salvar a humanidade. Mas a prévia parece etapa dos games clássicos de “Sonic”, com a protagonista pulando sobre pedras suspensas para chegar a seu objetivo. O elenco dos dubladores originais inclui artistas conhecidos como Zoe Saldaña (“Guardiões da Galáxia”), Gabriel Iglesias (“Professor Iglesias”), Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Queen Latifah (“The Equalizer”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”), Rita Moreno (“One Day at the Time”), Diego Luna (“Rogue One”), Gael Garcia Bernal (“Tempo”) e o próprio Jorge R. Gutiérrez, entre outros. A estreia de “Maya e os 3 Guerreiros” foi marcada para 22 de outubro. Veja abaixo duas versões da mesma cena, dublada em português e com as vozes famosas em inglês.
Teaser de “Locke & Key” revela data de estreia dos novos capítulos
A Netflix divulgou um pôster e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Locke & Key”, que revela a criação de uma nova chave e a data de estreia dos novos episódios. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King), a série acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Mas como o personagem é capaz de assumir várias identidades, a prévia sugere que ela não aparecerá muito nos novos capítulos. O resto do elenco é formado por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”), intérprete da mãe, Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie em “It: A Coisa”) como seus filhos, além de Aaron Ashmore (“Killjoys”) no papel de um tio. Desenvolvida para a Netflix por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série já se encontra renovada para a 3ª temporada. A 2ª temporada estreia em 22 de outubro.
Margaret Qualley vira faxineira no trailer de “Maid”
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Maid”, série dramática estrelada por Margaret Qualley (da série “The Leftovers”). A prévia parece um filme, com direito até a cenas que sugerem o desfecho, mas a história se estende por dez episódios. Inspirado pela autobiografia best-seller de Stephanie Land, “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, a trama gira em torno de uma mãe solteira (Qualley) que, ao fugir do marido agressor com a filha pequena, precisa aprender a se virar sem teto ou dinheiro, trabalhando como faxineira. Criada por Molly Smith Metzler (roteirista de “Orange Is the New Black”), a atração tem quatro episódios dirigidos pelo cineasta John Wells (“Álbum de Família”), o que ajuda a explicar porque parece tanto com um filme. Wells também é um dos produtores, em parceria com a atriz Margot Robbie – que trabalhou com Qualley no filme “Era uma Vez… em Hollywood”. O elenco ainda destaca Andie MacDowell (“Feitiço do Tempo”), Billy Burke (“Zoo”), Nick Robinson (“Com Amor, Simon”), Anika Noni Rose (“Eles”) e Tracy Vilar (“House”). “Maid” tem estreia marcada para 1 de outubro.












