Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix
O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021
Carlos Alberto de Nóbrega é internado em São Paulo após família ter covid-19
O comediante Carlos Alberto de Nóbrega, apresentador do humorístico “A Praça É Nossa”, do SBT, foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no sábado (20/2), após sentir febre e sua família testar positivo para covid-19. A contaminação atingiu a mulher do astro e empresário, Renata Domingues, e seu filho, João Victor. Enquanto Renata está internada na mesma unidade desde quinta (17/2), após ser diagnosticada com a doença, João Victor, que tem só 20 anos, está fazendo tratamento em casa. A internação de Nóbrega foi por precaução, devido ao fato de ter 84 anos de idade, e ter apresentado febre em meio aos testes positivos da família. O apresentador ainda aguarda os resultados de seus exames, que só devem sair na segunda-feira (22/2). Ele tomou a primeira dose da vacina contra covid-19 em 10 de fevereiro. Sentindo-se bem, ele mandou uma mensagem positiva para seus seguidores no Instagram, adiantando seus planos de voltar aos estúdios do SBT em março, após tomar a segunda dose da vacina. “Meus queridos e fiéis amigos: estou ótimo. Já comecei o tratamento. Estou sem dor, mal-estar, nada. Pude até ir no quarto da Renata, que está bem melhor e sem ter mais dores. Meu caçula João Victor está em isolamento em sua casa e não sente rigorosamente nada. Deus vai me permitir estar gravando ‘A Praça’ no dia 24 de março”, escreveu. “Com novidades e novos personagens. O SBT aprovou todos os meus pedidos e sugestões feitos na semana passada. Eu sentado no novo banco, os comediantes consagrados e os novos convidados. Certamente, vamos colocar ‘A Praça’ no seu lugar: liderando a audiência. Obrigado pelas centenas mensagens”, finalizou. Veja abaixo a publicação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carlos Alberto De Nobrega (@calbertonobrega)
Disney revela que O Show dos Muppets contém conteúdo impróprio
A Disney+ (Disney Plus) surpreendeu seus assinantes ao adicionar um aviso de conteúdo impróprio em alguns episódios da série clássica “O Show dos Muppets” (The Muppet Show), que foi disponibilizada na plataforma na sexta-feira (20/2) nos EUA. “Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos de pessoas ou culturas. Esses estereótipos estavam errados na época e estão errados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com ele e iniciar conversas para criarmos juntos um futuro mais inclusivo”, diz o aviso. O aviso foi adicionado a um total de 18 episódios das cinco temporadas do programa. Cada episódio recebeu a advertência por um motivo diferente, mas, por exemplo, durante o capítulo que tem participação de Johnny Cash, o cantor aparece diante de uma bandeira confederada, hoje considerada símbolo do racismo nos EUA. A imprensa americana procurou a Disney+ para saber outros detalhes sobre a decisão de incluir os avisos nos episódios, exibidos de 1976 a 1981 com classificação PG (o equivalente a 10 anos no Brasil) na TV, mas nenhum comentário adicional foi feito. Assim mesmo, a decisão reflete a iniciativa “Stories Matter” (histórias importam), que delineiam os diversos motivos que levam a plataforma a incluir alertas sobre seu conteúdo. “Como parte de nosso compromisso contínuo com a diversidade e inclusão, estamos revisando nossa biblioteca e adicionando recomendações ao conteúdo que inclui representações negativas ou maus-tratos a pessoas ou culturas”, diz o texto no site da Disney. “Em vez de remover esse conteúdo, vemos uma oportunidade de iniciar uma conversa e um diálogo aberto sobre a história que afeta a todos nós. Também queremos reconhecer que algumas comunidades foram apagadas ou totalmente esquecidas, e estamos empenhados em dar voz às suas histórias também. ”
James Franco fecha acordo para retirada de processo de abuso sexual
O ator James Franco entrou em acordo com as autoras de um processo judicial de 2019, que alegavam abuso sexual na escola de atuação que ele fundou. De acordo com comunicado, duas das ex-alunas de Franco em sua extinta escola Studio 4, Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal, concordaram em retirar suas queixas individuais, bem como alegações de exploração sexual e alegações de fraude. Não houve revelação sobre pagamento envolvido no acordo para a retirada do processo. Agora, a decisão será submetida à aprovação do tribunal preliminar até 15 de março. De acordo com a ação, Franco teria supostamente forçado suas alunas a realizar cenas de nudez e sexo diante das câmeras no que elas descreveram como um “cenário de orgia” durante uma aula. Tither-Kaplan e Gaal também alegaram que Franco levou os alunos a acreditar que ele daria papéis em seus filmes para aqueles que se sujeitassem a participar da “aula”. Os advogados de Franco chamaram as acusações de “falsas e inflamadas, legalmente sem base e movidas como uma ação coletiva com o objetivo óbvio de obter o máximo de publicidade possível para os Requerentes sedentos de atenção”. Tither-Kaplan alegou pela primeira vez as alegações de má conduta sexual contra Franco no início de 2018, depois que ele venceu um Globo de Ouro por seu papel em “O Artista do Disastre”. Ela também foi uma das cinco mulheres que apresentaram acusações contra Franco em um artigo publicado em janeiro de 2018 no Los Angeles Times. Na época, até a atriz Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), manifestou-se com tuítes sobre supostos abusos de Franco, mas os apagou e não quis comentar mais sobre o assunto. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu, enigmaticamente, acrescentando: “Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Graças à repercussão das denúncias, o ator acabou ficando fora do Oscar, mesmo sendo considerado forte candidato pelo desempenho em “O Artista do Disastre”. Desde que o surgimento das acusações, James Franco só apareceu na série “The Deuce”, que já estrelava quando o escândalo veio à tona. Com o fim da série em 2019, ele vem se mantendo fora dos holofotes.
Martha Stewart (1922 – 2021)
A atriz e cantora Martha Stewart, conhecida por atuar ao lado de Humphrey Bogart no clássico noir “No Silêncio da Noite” (1950), morreu na quarta-feira (17/2) aos 98 anos. Ela começou sua carreira vencendo um concurso de rádio de Nova York durante o período da 2ª Guerra Mundial, que a levou a cantar com as big bands de Glenn Miller, Harry James e Claude Thornhill. Em 1944, uma apresentação no então famoso Stork Club em Manhattan chamou a atenção de um caçador de talentos, que a levou a Hollywood, onde assinou contrato com a 20th Century Fox. De forma condizente com sua “descoberta”, Stewart deu seus primeiros passos cinematográficos em musicais, fazendo sua estreia em “Sonhos de Estrela” (1945), um filme de Carmen Miranda, onde ela fez dueto vocal com ninguém menos que o célebre cantor Perry Como. A pequena, mas destacada participação lhe abriu as portas da Broadway e a levou até o West End londrino nos anos seguintes. Paralelamente, ela continuou aparecendo em musicais e comédias românticas da Fox, até ser escalada por Otto Preminger no drama “Êxtase de Amor” (1947), como a melhor amiga da personagem de Joan Crawford. O desempenho no melodrama convenceu o icônico diretor Nicholas Ray a transformá-la na vítima trágica de “No Silêncio da Noite”, cuja morte vira o elemento central daquele que é considerado um dos melhores filmes noir de todos os tempos. A atriz voltou a ser escalada num noir, “O Sentenciado” (1950), estrelado por Glenn Ford, mas os compromissos teatrais acabaram encurtando sua carreira no cinema. Após a comédia “A Felicidade Estava Por Perto” (1952), ela só foi reaparecer em “Surf Party” (1964), um dos muitos filmes de praia da época. Seu último papel nas telas foi num episódio da série “Meus 3 Filhos” no ano seguinte. Graças ao seu primeiro casamento com o comediante e cantor Joe E. Lewis, Martha Stewart também foi retratada nas telas. Mitzi Gaynor a interpretou em “Chorei por Você” (1957), sobre o ataque brutal sofrido por seu marido numa retaliação da máfia. Frank Sinatra viveu Lewis e imortalizou a música “All the Way”, vencedora do Oscar, na produção. Ela também foi casada com o ator George O’Hanlon (a voz de George Jetson nos desenhos da Hanna-Barbera) e David Shelley. Seu filho com o último marido foi o guitarrista David Shelley Jr., que apareceu no remake de “E Deus Criou a Mulher” (1988) e morreu de câncer em 2015.
Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.
Carla Diaz deixou Chiquititas porque achou que o mundo ia acabar no ano 2000
A atriz Carla Diaz fez uma revelação curiosa, que chocou e divertiu os participantes do “BBB 21”. Durante uma conversa registrada no reality show da rede Globo, ela contou que o motivo de sua saída da popular série infantil “Chiquititas” do SBT foi o medo de estar longe da família quando o mundo acabasse no ano 2000. Era a época em que se falava muito sobre o “bug do milênio” e profecias apocalípticas sobre a véspera do século 21. Estrela da trama do SBT entre os anos de 1997 e 1999, Carla tinha só 9 anos de idade e a produção de “Chiquititas” acontecia na Argentina, deixando-a afastada dos familiares. “Todo ano, minha mãe me perguntava se eu queria continuar”, contou. “E lembro que viviam falando naquela história de que o mundo iria acabar. Disse que queria parar”, relatou. “Pensei em ficar mais tempo com a minha família. Mas não disse para ela que tinha desistido por isso”, recordou a atriz. Depois de sua saída, “Chiquititas” teve só mais uma temporada, saindo do ar um pouco depois do fim do mundo, em 2001. Carla Diaz, por sua vez, entrou logo em seguida em “O Clone”, onde viveu sua personagem mais popular, a pequena Khadija. Para mostrar como essa época ficou distante, seu próximo papel nas telas é o oposto de inocente. A atriz é a estrela do filme “A Menina que Matou os Pais”, em que vive Suzane von Richthofen. Devido a pandemia de coronavírus, a produção está sem previsão de estreia.
Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood
O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021
Netflix renova Irmandade para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Irmandade” para sua 2ª temporada. Em post de suas redes sociais, a plataforma também informou que as gravações dos novos episódios vão acontecer “ainda em 2021”, sem dar maiores detalhes. O anúncio vem depois de nada menos que 16 meses de lançamento da série, que, a esta altura, já era tida como cancelada. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” se passa nos bastidores de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de Edson, interpretado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), e Cristina, vivida por Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”), dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco da 1ª temporada também incluiu Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Eu gosto de começar o domingo assim: avisando que Irmandade foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e começa a ser gravada ainda em 2021. pic.twitter.com/aa1L6ftP0J — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 21, 2021
Niana Machado (1939 – 2021)
A atriz Niana Machado, que participou da série “Pé na Cova” (2013-2016), morreu aos 82 anos. Miguel Falabella, que escalou a atriz em vários de seus trabalhos na Globo, foi quem deu a notícia em seu Instagram, aproveitando para contar um pouco de sua história com a colega, que começou em 2009, nas gravações de “Toma Lá da Cá”. “Querida Niana Machado, hoje fecham-se as cortinas para você e eu, longe de casa, passo em revista aquela tarde há muitos anos, quando uma figurante de ‘Toma Lá Dá Cá’ chamou minha atenção. Marília deve ter ido te dar um abraço de boas vindas à imensidão, onde seu grito de ‘Piranha!’ vai certamente assustar os anjos mais conservadores”, escreveu Falabella, sem perder o bom humor, lembrando o bordão da personagem Bá em “Pé na Cova” e a saudade de Marília Pêra, sua co-protagonista, que morreu em 2015. “Toda a família ‘Pé na Cova’ (que lhe amou e respeitou) silenciosamente lhe presta a última homenagem. Obrigado por ter sido nossa Bá, a cereja do bolo de um dos trabalhos que mais prazer e alegria me trouxe nessa passagem. Descanse em paz! Um beijo do seu Miguel”, completou ele. Com uma carreira televisiva tardia, Niana começou a aparecer nas telas justamente com “Toma Lá da Cá”, em 2009. Ela também esteve em mais dois trabalhos de Falabella: a novela “Aquele Beijo”, de 2012, e “Brasil a Bordo”, uma comédia de 2017 da Globoplay, em que praticamente repetiu o papel de “Pé na Cova” – sua personagem se chamava Babá Dellacova. Em 2013, ela passou por uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro. A causa da morte da atriz ainda não foi divulgada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)
Ludmilla vira pistoleira em novo clipe de Major Lazer
O grupo eletrônico Major Lazer, projeto do DJ Diplo, divulgou o clipe de sua nova parceria brasileira. A música se chama “Pra Te Machucar” e tem participação de ÀTTØØXXÁ e Suku Ward, mas quem canta e estrela é Ludmilla. Para acompanhar a trilha de western distorcido criada por Diplo, a cantora entra em cena com chapéu de cowboy, a “galope” numa moto e disparando tiros para salvar uma donzela em perigo. Se deu certo para Lil Nas X… Dirigido por Felipe Sassi, o mesmo por trás do clipe de “Rainha da Favela”, o vídeo de clima sertanejo foi gravado em Itu, interior de São Paulo, e também faz uma crítica a apropriação cultural do funk, com uma cantora loira sendo despejada de um palco enquanto a Lud pistoleira fuzila empresários gananciosos.
The Gloaming: Trailer de série criminal australiana investe em clima de terror
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “The Gloaming”, série australiana que acompanha uma investigação de assassinato em meio a um clima de terror. A trama gira em torno da detetive Molly McGee (Emma Booth, de “Glitch”), que precisa se juntar a um colega (Ewen Leslie, de “The Luminaries”) com quem não fala há muitos anos para investigar o assassinato brutal de uma mulher na floresta da Tasmânia. O par compartilha um passado complicado e a investigação, que se conecta a um arquivo morto perturbador, começa a desencadear lembranças preocupantes. Criada por Victoria Madden (“The Kettering Incident”), a série também inclui em seu elenco Martin Henderson (“Virgin River”) e Rena Owen (“The Orville”). A estreia está marcada para 21 de março nos EUA. A maioria das séries do Starz são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Starzplay.
Invincible: Série animada do criador de The Walking Dead ganha trailer ultraviolento
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). A prévia abrange vários momentos distintos da trama, desde os primeiros passos do personagem-título como super-herói até a grande reviravolta, após a descoberta de um segredo que muda a perspectiva da história. Vale reparar que a evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros minutos por uma ultraviolência pesadíssima – que nos quadrinhos originais é muito pior. Lançada como “Invencível” no Brasil, a série aborda o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também destaca as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando-se em 2018 com a conclusão da história. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008 – sem maiores repercussões. Mas isso deve mudar com a nova série. Desta vez, a adaptação é do próprio Kirkman, com produção de sua empresa Skybound (que também produz “The Walking Dead” e seus derivados). A estreia está marcada para 26 de março.












