Missão Impossível 7 se despede de Abu Dhabi para encerrar produção em Londres
A produção de “Missão: Impossível 7” se aproxima do fim após um notável esforço cinematográfico, com filmagens ao redor da Europa e Oriente Médio durante a pandemia. O diretor Christopher McQuarrie revelou em seu Instagram no domingo (14/2) que a equipe concluiu as filmagens em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e está viajando de volta a Londres para dar os “retoques finais” nas gravações. Isto provavelmente significa acrescentar cenas ou ângulos novos no material registrado entre agosto e setembro passados na capital da Inglaterra. O post também sugere que os planos de filmar “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8” ao mesmo tempo foram alterados. McQuarrie termina seu post avisando que filmar a próxima continuação será “um desafio ainda maior”, que está por vir. O site Deadline foi buscar mais detalhes e ouviu de suas fontes na Paramount que a estratégia foi alterada, devido à mudança no calendário de lançamentos forçada pela pandemia. O astro da franquia, Tom Cruise, terá que se afastar para cumprir tarefas promocionais do estúdio visando o lançamento de “Top Gun: Maverick”, planejado para 2 de julho, e por isso ficará longe dos sets por mais tempo que o esperado. Por conta disso, a produção de “Missão: Impossível 8” só poderá começar após a estreia da continuação do filme dos anos 1980. Neste meio tempo, McQuarrie vai trabalhar na edição do sétimo longa-metragem. Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve ser concluído a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. Enquanto isso, “Missão: Impossível 8” permanece no calendário do estúdio com a data de 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Hasbro cancela boneco de Cara Dune após demissão de Gina Carano
A Luscasfilm não foi a única empresa que decidiu romper com a atriz Gina Carano. Após ela ser dispensada da série “The Mandalorian”, a Hasbro cancelou o lançamento de uma “action figure” de sua personagem Cara Dune. A informação foi revelada por um cliente da loja Big Bad Toy Store, que publicou uma captura de tela com a explicação sobre o fim da pré-venda do boneco colecionável. “Fomos informados pela Hasbro que eles cancelaram a produção [da action figure] de Cara Dune (‘O Mandaloriano’), [da coleção] ‘Star Wars: The Black Series 6’, e não irão atender nosso pedido. Infelizmente, isso significa que devemos cancelar nossas pré-vendas deste item. Pedimos desculpas pelo transtorno e agradecemos muito a sua compreensão. ” Uma pesquisa nas lojas da Hasbro revelam que o estoque atual de bonecos de Cara Dune está vazio. Não é possível comprar sua action figura em nenhum lugar. A ex-lutadora de MMA interpretou Cara Dune nas duas primeiras temporadas de “The Mandalorian” na Disney+ (Disney Plus), mas não participará mais dos próximos episódios ou de qualquer outro projeto ligado ao universo de “Star Wars”. Um comunicado avisou simplesmente que a atriz “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. Carano foi demitida de “The Mandalorian” por minimizar o Holocausto, desdenhar do uso de máscaras contra covid-19 e outros posts polêmicos nas redes sociais. A gota d’água foi um post em que ela comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. As redes sociais reagiram, fazendo com que a hashtag #FireGinaCarano (demita Gina Carano) virasse tendência. Após a demissão, ela também perdeu o empresário, dispensada por sua agência de talentos, a UTA. Hasbro says bye bye Carano pic.twitter.com/gCpg05zoJt — KC Walsh – BLM (@TheComixKid) February 12, 2021
WandaVision pode ter virado a série mais vista do mundo
“WandaVision” teria se tornado a série mais vista do mundo na semana passada. A conclusão é de uma pesquisa da empresa Parrot Analytics e foi divulgada com alarde pela revista Forbes. Para chegar a seu resultado, a Parrot Analytics disse ter usado dados de pesquisa dos internautas, streaming, redes sociais e downloads, incluindo pirataria. Segundo a análise da empresa de consultoria de dados, “WandaVision” começou a virar uma das séries mais vistas por ocasião de seu terceiro episódio e assumiu o topo após seu quinto capítulo, em 5 de fevereiro – o episódio que introduziu Pietro, vivido por Evan Peters. O analista de insights da Parrot Analytics, Wade Payson-Denney, diz que o bom desempenho se deve à estratégia de lançar os episódios semanalmente, em contraste com o costume da Netflix de liberar toda a temporada de uma vez. O mesmo recurso teria ajudado “O Mandaloriano” (The Mandalorian) a se tornou mais popular à medida que seus episódios foram liberados. “Quando vemos uma sequência de lançamentos excessivos como na Netflix, vemos a demanda disparar no início por cerca de uma semana”, explicou o executivo, citado pela Forbes. “Eles realmente aparecem bem no início, mas rapidamente desaparecem. É um sucesso rápido para esses programas. Enquanto que com o lançamento semanal vemos a popularidade aumentar gradualmente com o tempo, especialmente para programas como ‘O Mandaloriano’ e ‘WandaVision’. Isso realmente mantém essas séries no conversa por mais tempo”. Mas o anúncio da liderança da série da Disney+ (Disney Plus) tem um detalhe incômodo para quem buscar mais detalhes: a liderança não é respaldada por números. A Parrot Analytic não informa – ou não sabe – quantas pessoas viram a suposta série mais vista do mundo. Esta falta de dados jamais seria aceita em qualquer pesquisa científica, mas o universo do streaming tem criado uma realidade paralela em que empresas divulgam dados sem comprovação nenhuma e comemoram seus feitos imaginários. Desta forma, a liderança mundial de “WandaVision” é tão realista quanto os recordes da Netflix, que festejam audiências de 28 dias de séries lançadas há 5 dias. Primeira série da Marvel Studios criada exclusivamente para a plataforma Disney+, “WandaVision” traz Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis principais, respectivamente como Wanda, a Feiticeira Escarlate, e Visão, seus personagens nos filmes dos Vingadores. A atração tem só mais três semanas de exibição, encerrando-se no dia 5 de março.
Atores de Buffy se manifestam em apoio às denúncias das atrizes da série
Os atores masculinos da série “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel” resolveram se manifestar após as denúncias das integrantes femininas das séries contra o criador das duas atrações, Joss Whedon. As denúncias começaram na quarta-feira passada (10/2), após Charisma Carpenter, a intérprete de Cordélia, revelar abusos e assédio moral cometidos pelo produtor nos bastidores. E, assim como no movimento original do #MeToo, o post acabou gerando um efeito cascata. O desabafo da atriz foi ecoado pela intérprete da própria Buffy, Sarah Michelle Gellar, que disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, manifestando apoio às vítimas de abusos. E provocou calafrios, quando Michelle Trachtenberg comentou logo em seguida que o comportamento de Whedon foi impróprio “enquanto eu era uma adolescente” e que “Havia uma regra dizendo que [Whedon] não poderia ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. David Boreanaz, intérprete de Angel, que trabalhou com Carpenter em “Buffy” e “Angel”, tuitou uma mensagem de apoio à atriz, sem mencionar Whedon. “Estou aqui para ouvi-la e apoiá-la”, ele escreveu no domingo (14/2). “Orgulho da sua força.” Ele apagou em seguida, mas não antes que Carpenter respondesse: “Eu sei que você está aqui para mim, David. Agradeço tudo o que você fez para demonstrar esse apoio também em particular. Especialmente desde quarta-feira… muito obrigada.” Em sua postagem na semana passada, Carpenter disse que a Whedon a chamava de gorda quando estava grávida e perguntou se ela planejava manter seu filho durante uma reunião privada. Como ela queria ser mãe, Whedon “passou a atacar minha personagem, zombar de minhas crenças religiosas, acusar-me de sabotar o programa e, em seguida, despedir-me sem cerimônia na temporada seguinte, assim que dei à luz”. Também expressando seu apoio às atrizes que falaram abertamente, James Marsters, intérprete de Spike nas duas séries, também escreveu no Twitter que “o set de ‘Buffy’ teve desafios”. “Embora eu sempre considere uma honra ter interpretado o personagem de Spike, o set de ‘Buffy’ teve desafios. Não apoio abusos de qualquer tipo e fico com o coração partido ao saber das experiências de alguns integrantes do elenco. Envio meu amor e apoio a todos os envolvidos”, ele escreveu. Já Anthony Head, que viveu Giles, o antigo mentor de Buffy, revelou ter sido surpreendido pelas notícias durante uma participação no programa britânico “This Morning”, do canal ITV. O ator de 66 anos se disse “destruído” pelas alegações das atrizes de que Whedon teria criado um ambiente de trabalho “hostil e tóxico”. “Passei a maior parte da noite acordado apenas repassando minhas memórias, pensando, ‘O que eu não vi?'”, disse Head durante sua entrevista. “Não sou um homem dizendo ‘Eu não vi, então não aconteceu'”, ele continuou. “Estou arrasado. Estou seriamente arrasado porque uma das minhas lembranças – minha lembrança mais querida – foi o fato de que ‘Buffy’ era tão empoderadora. Não apenas pelas palavras no roteiro, mas pela sensação de que havia um sentimento de família por trás da série.” Ele também lamentou que os membros do elenco, que eram em sua maioria mais jovens do que ele, não tenham procurado sua ajuda durante seus momentos mais difíceis. “Eu era uma espécie de figura paterna… Esperava que alguém viesse até mim e dissesse: ‘Estou mal, acabei de ter uma conversa horrível'” “Reconheço que a primeira postagem de Charisma [Carpenter] foi sobre quando ela estava trabalhando em ‘Angel’ e eu estava longe”, observou ele, já que nunca apareceu na série derivada. “Mas há outros posts subsequentes de outras atrizes que me fizeram pensar: ‘Como diabos eu não sabia que isso estava acontecendo?'” Por enquanto, os desabafos estão sendo feitos no universo televisivo do produtor. Mas a própria Carpenter disse que foi inspirada a se posicionar após uma denúncia anterior, de Ray Fisher, o Ciborgue de “Liga da Justiça”, que teve coragem de chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de 2017 de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela justificou, ao contar o que sofreu. Os integrantes dos dois filmes dos Vingadores, da Marvel, que Whedon escreveu e dirigiu, ainda não se manifestaram sobre o tema. While I will always be honored to have played the character of Spike, the Buffy set was not without challenges. I do not support abuse of any kind, and am heartbroken to learn of the experiences of some of the cast. I send my love and support to all involved. — James Marsters (@JamesMarstersOf) February 12, 2021
Apresentador de The Bachelor se afasta após comentários racistas
O apresentador americano Chris Harrison, que comanda o popular reality show “The Bachelor”, anunciou que vai deixar o programa após ser criticado por fazer comentários racistas. Harrison admitiu no Instagram que errou ao defender uma concorrente do programa que teve que se desculpar por participar de uma festa temática do “Velho Sul” – a era dos Estados Unidos caracterizada por riqueza rural construída com trabalho escravo. “Ao justificar o racismo histórico, eu o defendi”, escreveu. “Tenho vergonha de como estava desinformado. Eu estava muito errado. Para a comunidade negra, para a comunidade BIPOC: sinto muito. Minhas palavras doeram”, escreveu Harrison, usando uma sigla que, em inglês, designa comunidades indígenas, negras e “pessoas de cor” em geral. À frente do reality show “The Bachelor” desde 2002, Harrison disse que depois de consultar a produtora Warner Bros. TV e a rede ABC, decidiu “se afastar por um período de tempo” de seu cargo. O reality show “The Bachelor” gera em torno da seleção de uma mulher num grupo de candidatas para virar esposa em potencial de um homem solteiro (o bachelor do título em inglês). A atual temporada conta com seu primeiro protagonista negro, e uma das concorrentes, que é branca e tida como favorita, foi criticada nas últimas semanas após o surgimento de fotos dela na festa temática racista que aconteceu em 2018. Harrison já havia se desculpado antes de decidir se afastar. Ele tomou a decisão após uma petição por sua demissão ganhar força e chegar a quase 40 mil assinaturas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Harrison (@chrisbharrison)
Léo Lins é condenado por fazer piada com transexual
A Justiça de São Paulo condenou o humorista Léo Lins (“Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”) a pagar uma indenização de R$ 15 mil para uma transexual por ter feito piadas sobre sua mudança de gênero. Cabe recurso à decisão, que considerou ofensivo um vídeo feito pelo comediante em setembro de 2018 para divulgar um show na cidade de Jacareí, no interior de São Paulo. No início da gravação, ele compara a história da cidade com a da cabeleireira Whitney Martins de Oliveira. “O povoamento da região só começou em 1652 com a chegada de Antônio Afonso, fundador de Nossa Senhora da Conceição da Parayba, que cresceu e virou Jacareí”, disse. “Assim como Jurandir, que cresceu e virou Babalu”, referindo-se ao nome de batismo e ao apelido de Whitney. No final do vídeo, Léo volta a citar Whitney, sugerindo que sua imagem fosse incluída no brasão da cidade. A foto dela foi exibida nas duas ocasiões. Whitney foi à Justiça, afirmando que o vídeo reforça o preconceito que sempre sofreu. Ao abrir processo contra Lins, reforçou que a gravação lhe causa vergonha e que tem medo do comportamento das pessoas, “pois sabe o tipo de reação” que piadas assim podem desencadear. Em sua defesa, Léo Lins disse que não fez “juízo depreciativo”. “Ela alega que foram feitas menções homofóbicas no vídeo, mas isso não é verdade”, afirmou. “Dizer que uma pessoa mudou de nome não pode ser considerado uma menção homofóbica, tampouco é homofobia sugerir que uma pessoa figure no brasão da cidade.” Mas a juíza Mariana Sperb considerou em seu julgamento que, mesmo não tendo havido uma discriminação homofóbica textual, o humorista valeu-se da condição de transgênero para fazer chacota. “O conteúdo do vídeo a tratou com zombaria e deboche”, afirmou. Além disso, a juíza considerou que Lins não poderia ter utilizado a imagem de Whitney sem a sua prévia autorização em um vídeo que divulgava um evento com finalidades comerciais.
Larissa Manoela e Leo Cidade terminam namoro após 3 anos
O casal de atores adolescentes Larissa Manoela (“Modo Avião”) e Leo Cidade (“Cinderela Pop”) não está mais junto. O final do namoro foi oficializado nesta segunda (15/2), num comunicado oficial emitido pela assessoria de imprensa da atriz. “Larissa Manoela e Leonardo Cidade não estão mais juntos. O namoro acabou, mas o carinho entre eles permanece. Larissa e Leo tomaram essa decisão nos últimos dias. Ambos entenderam que era o momento de seguir em frente, cada um por um caminho, sempre torcendo pela felicidade do outro”, diz o texto. Leo e Larissa assumiram o namoro em dezembro de 2017 e inspiraram uma legião de fãs a shippar “Laricity”. Mas nos últimos tempos os dois já não vinham postando fotos juntos em suas redes sociais. Para completar, recentemente Larissa viajou sozinha a Paraty. A atriz está concentrada agora em estrear na Globo, onde vai protagonizar a novela “Além do Ilusão”, das 18h, que teve sua estreia adiada por causa da pandemia.
Ataques de Lumena e Karol Conká juntam Chiquititas na torcida por Carla Dias no BBB 21
Karol Conká e Lumena são responsáveis por unir virtualmente as “Chiquititas” originais. Enquanto a rapper curitibana pegou o costume de desdenhar de Carla Dias no “BBB 21” por seu passado de ex-Chiquitita, a ativista sugeriu que o programa era racista por não ter crianças negras. Mas as duas erraram feio. Carla tinha 7 anos quando participou da novela do SBT, de 1997 a 1999, no papel de Maria, uma das órfãs do Raio de Luz. Mas se ela for como outras ex-Chiquititas, lembrar desse trabalho só vai lhe encher de orgulho. As colegas da atriz no elenco da novela demonstraram, nas redes sociais e em entrevistas, muita satisfação por terem feito parte do produção, que marcou época na televisão brasileira e ainda revelou talentos como Débora Falabella, Sthefany Brito, Kayky Brito e Bruno Gagliasso, todos ex-“Chiquititas”. A atriz Flávia Monteiro, que viveu a professora Carolina, postou um vídeo emocionado nas redes sociais em que exalta Carla e o trabalho na novela. “Conheço o caráter da Carla e fiquei muito aflita com as coisas que aconteceram lá dentro, com a sensação de querer proteger… Fiquei muito emocionada com as falas dela, que bom que ela está enxergando, lá dentro deve ser muito difícil. Dá vontade de entrar na televisão e falar, acorda!”, registrou. Ela tem publicado vários comentários sobre o programa, lamentando “aquela galera” que “combinou de criar situações para desestabilizar a Carla”. “Olha o nível dessa gente. Só nos resta torcer para que a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias”, descreveu no Twitter. Já no Instagram, Flávia publicou uma foto da época da produção para lembrar que está fazendo 20 anos que a novela acabou. “Quero aproveitar e deixar aqui registrado o quanto sou grata e o meu amor profundo à todos que participaram da novela e partilharam comigo essa fase tão iluminada”, exaltou. Além da “professora”, atrizes que eram crianças na época da produção repercutiram o tratamento recebido pela colega no “BBB”. Giselle Medeiros, que interpretou a chiquitita Dani, lamentou que Karol Conká e Lumena tentem diminuir Carla por ser ex-atriz mirim. “Algumas pessoas têm o costume de dizer que atores são dissimulados, falsos, mentirosos, mas não sabem que pra ser ator é necessário muita, mas muita sensibilidade e empatia. Se colocar no lugar do outro não é simples, não existe uma técnica ou fórmula mágica, mas esses ingredientes estão em abundância na essência da Carla”, disse numa reportagem do UOL. Ela ainda destacou que a experiência de trabalhar em “Chiquititas”, gravada na Argentina, e a responsabilidade de se fazer uma novela com 7 anos foi dificílima. “São poucos que sabem da luta e foco que tivemos para participar desse trabalho, deixamos familiares, amigos, estilo de vida aqui no Brasil e fomos em busca do nosso sonho, estudo e horas de gravação”, lembrou. “Não foi ‘conto de fadas’, foi necessário muita garra e determinação, e a Carlinha, que mal sabia ler, já tinha a responsabilidade de decorar textos, gravar e se mostrava guerreira desde pequena sempre com um sorriso lindo no rosto, ninguém apagará isso”. Vivian Nagura, a chiquitita Bel, comparou as atitudes de Carla e Karol no reality show. “Achei uma falta de respeito e de integridade da participante Karol Conká. Por um surto e por uma situação criada em sua mente agiu de forma descompensada e alienada”. Em contraste, ela achou “a atitude da Carlinha fina e equilibrada. Haja inteligência emocional para esse tipo de pessoa!”. Renata Del Bianco, que foi Vivi em “Chiquititas”, quis dar um conselho. “Se eu pudesse sentar com a Carlinha agora, a primeira coisa que falaria é para se unir com o G3 [Gilberto, Sarah e Juliette], são pessoas do bem, são pessoas com caráter, estão jogando de uma forma leve e divertida. Diria para ela prestar a atenção para as pessoas que estão a volta dela e para confiar nos seus instintos, ela é racional, sensata, consegue distinguir quem está certo e quem está errado, só que lá dentro é mais complicado.” Ela também reproduziu, em suas redes sociais, a fala de Lumena, que criticou a novela do SBT por não ter negros no elenco. E apontou: “Alguém avisa pra Lumena que nas duas versões de ‘Chiquititas’ tinham sim artistas negros! Quer Militar?! Pelo menos tem que saber o que esta falando!” Aretha Oliveira, que interpretou a Pata, uma das meninas negras, também focou no comentário infeliz de Lumena. “Em uma coisa a Lumena está certa, ela realmente não assistiu ‘Chiquititas’ (e perdeu uma novelão por sinal). Eu no caso fiquei do começo ao fim, mas nos quase 4 anos de novela houve outras crianças negras também, como Dani, Neco, Mosca, Binho e Polyana…” Ela concordou que artistas negros precisam “estar em mais espaços de forma igualitária, não queremos ser ‘o único’ ou ‘um dos poucos'”. Mas ressaltou: “Não tenho dúvida que estamos lutando duro para isso, e que aos poucos as mudanças começaram a acontecer. Falta muito? Com certeza, mas negar cada conquista não é o caminho jamais…” Aretha concluiu falando do orgulho de ter interpretado uma das personagens mais queridas da novela. “Só agradeço a possibilidade de ter estado ali, por tudo que isso representou na minha vida e da minha família, e por tantas meninas terem se sentido representadas pela Pata, nossa Pata!” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aretha Oliveira (@arethaoliveiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renata Del Bianco (@renatabdb) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Flavia Monteiro (@flaviamonteiro) Desculpem o desabafo, não me aguentei…🥺🤍🦋#bbb21 #estamosjuntos pic.twitter.com/UUv7Oeyt7u — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 8, 2021 Hj é dia de festa! 🎉 E infelizmente soube q aquela galera 🤘🏼 combinou de criar situações p desestabilizar a @Carladiaz. Olha o nível dessa gente😓, só nos resta torcer p q a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias. #ContigoCarlaDiaz #DiazNoBBB #BBB21 pic.twitter.com/KgGM3AD1hl — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 11, 2021 “não sou atriz de Chiquititas” 🙄🐍Um grande favor! #bbb21 — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 12, 2021
Show de The Weeknd no Super Bowl vai ganhar documentário
A elogiada apresentação de The Weeknd no intervalo da 55ª edição do Super Bowl vai ganhar documentário. O show de 14 minutos, realizado no palco do Raymond James Stadium, em Tampa Bay, na Flórida, vai crescer num longa-metragem de mais de 90 minutos, que terá exibição no canal pago americano Showtime. Intitulado “The Show”, o filme vai revelar os bastidores da performance de domingo passado (7/2), cuja encenação custou algo em torno de US$ 7 milhões. A produção tem apoio comercial da Pepsi, uma das patrocinadoras do Super Bowl. A ideia, segundo o vice-presidente de marketing da empresa, Todd Kaplan, é mostrar aos espectadores como foi feito o maior show do ano, que precisou superar as limitações impostas pela pandemia de coronavírus. “A pressão para entregar uma performance icônica, memorável e divertida é sentida pelo artista e pelas pessoas nos bastidores. Com o novo documentário, levaremos os fãs a uma jornada emocionante sobre o que é necessário para fazer o maior show do ano – com a complexidade adicional de fazê-lo em meio a uma pandemia global”, contou o executivo, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia para a atração, que não tem transmissão assegurada no Brasil. Enquanto isso, reveja abaixo (ou descubra pela primeira vez) a performance icônica do cantor canadense no Super Bowl de 2021.
Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série
O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.
Globoplay prepra série documental sobre Bussunda
A Globoplay já começou a gravar sua série documental em homenagem aos 15 anos da morte de Bussunda. Intitulada “Meu Amigo Bussunda”, a atração vai contar a vida do humorista até seus últimos trabalhos. As primeiras gravações foram feitas em janeiro, com conversas com Vera Fischer, Zico e Débora Bloch, que na infância frequentou a mesma colônia de férias de Bussunda. O projeto terá imagens inéditas resgatadas dessa época. Os primeiros capítulos vão remontar a trajetória do humorista em ordem cronológica juntando as imagens de arquivo com estas e outras entrevistas com amigos, familiares, colegas de trabalho e, claro, os demais integrantes da equipe do “Casseta & Planeta”. Serão ao todo quatro episódios, os três primeiros dirigidos por Claudio Manoel, integrante da trupe “Casseta & Planeta”, e Micael Langer, diretor do premiado documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009). Já o último tem direção de Manoel e Júlia Besserman, filha do artista, que tinha 12 anos quando o pai morreu. O capítulo que fecha a série pretende apresentar uma reflexão sobre o legado do humorista sob o olhar de Julia, formada em cinema na Califórnia. A série tem previsão de estreia no Globoplay para junho, mês em que Bussunda morreu em 2006, em plena Copa do Mundo da Alemanha.
Filme chinês bate recorde de estreia de Vingadores: Ultimato
Lançado neste fim de semana na China, o filme “Detetive Chinatown 3” quebrou um recorde que pertencia a “Vingadores: Ultimato”. Após três dias de exibição com uma bilheteria doméstica de US$ 393 milhões, ele superou com folga a arrecadação de estreia do filme da Marvel/Disney, que fez US$ 356 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte (EUA e Canadá). “Detetive Chinatown 3” detém agora o recorde de maior estreia doméstica (no país de origem) de todos os tempos. O montante é especialmente assombroso tendo em vista os números atuais do mercado americano – “Os Croods 2” liderou as bilheterias deste fim de semana nos EUA com cerca de meio por cento (0,5%) do arrecadado pelo blockbuster chinês. O resultado também chama atenção porque, supostamente, os cinemas chineses ainda estariam sujeitos à restrições, com limites para vendas de ingressos e assentos desativados para manter distanciamento social. De todo modo, dois fatores contribuíram para o sucesso da comédia da Wanda Pictures. Para começar, sexta-feira (12/2) foi o primeiro dia do feriadão do Ano Novo Lunar, que dura 15 dias na China. Este período costuma render tradicionalmente as maiores bilheterias do país – e, tudo indica, o costume do público de aproveitar a data para ir ao cinema não foi afetado pela pandemia. Além disso, havia muita expectativa em torno do lançamento. “Detetive Chinatown 3” faz parte de uma franquia muito popular e deveria ter estreado no Ano Novo passado. Sua estreia foi adiada por 12 meses pela pandemia de coronavírus, deixando o público ainda mais ansioso por sua exibição. Filmado em sua totalidade com câmeras Imax, o longo ainda quebrou o recorde chinês de estreia no formato, faturando US$ 23,5 milhões em salas equipadas para a projeção Imax. “Suspeitamos que nossos fãs compareceriam ao Ano Novo chinês em grande estilo, mas esses retornos iniciais destruíram até mesmo nossas projeções mais otimistas”, disse o CEO da Imax, Rich Gelfond, em um comunicado. Assim como os dois primeiros filmes da franquia, “Detetive Chinatown 3” foi escrito e dirigido por Chen Sicheng, e estrelado por Wang Baoqiang e Liu Haoran como dois detetives trapalhões, agora em luta contra o crime no Japão. O “Detetive Chinatown” original, ambientado em Bangcoc, na Tailândia, arrecadou US$ 126 milhões em 2016. A sequência mudou a ação para Nova York e cresceu consideravelmente sua arrecadação, com US$ 563 milhões durante o Ano Novo chinês de 2018. O terceiro longo se passa em Tóquio e inclui em seu elenco o ator japonês Tadanobu Asano (“O Guerreiro Genghis Khan”) e o astro de ação tailandês Tony Jaa (“Monster Hunter”). Veja o trailer de “Detetive Chinatown 3” abaixo.
Meghan Markle e Príncipe Harry esperam segundo filho
A atriz Meghan Markle e o Príncipe Harry estão esperando seu segundo filho, confirmou um porta-voz do Duque e da Duquesa de Sussex neste domingo (14/2). “Podemos confirmar que Archie será um irmão mais velho. O duque e a duquesa de Sussex estão muito felizes por esperar seu segundo filho”, diz o porta-voz. A notícia da gravidez foi acompanhada por uma foto em preto e branco, tirada remotamente pela amiga de longa data e fotógrafa Misan Harriman. Em seu Instagram, ela escreveu: “Meg, eu estava lá no seu casamento para testemunhar o início dessa história de amor e, minha amiga, tenho a honra de registrá-la conforme cresce. Parabéns ao Duque e à Duquesa de Sussex por esta boa notícia!” O casal, que se afastou da família real britânica no ano passado e se mudou para os EUA, teve seu primeiro filho, Archie Harrison Mountbatten-Windsor em maio 2019. Há alguns meses, Markle mencionou ter sofrido um aborto espontâneo durante o verão, em um artigo para a coluna de opinião do jornal New York Times. “Eu sabia, enquanto agarrava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo filho”, escreveu Markle no texto. Desde que se mudaram para a Califórnia, os duques de Sussex assinaram contratos de vários anos com a Netflix e o Spotify, abrindo caminho em Hollywood como outro casal famoso, o ex-presidente e primeira-dama dos EUA Barack e Michelle Obama, que também têm negócios com Netflix e Spotify. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Misan Harriman (@misanharriman)












