Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha terceiro trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer de “Alice in Borderland”. Já é o terceiro. Todos foram legendados e disponibilizados nas páginas internacionais da plataforma no YouTube, demonstrando uma aposta na produção japonesa que não se vê em outras séries do serviço de streaming. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.
Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.
Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Criador de Boardwalk Empire desiste de fazer série derivada do filme de Batman
A série derivada do próximo filme de Batman perdeu o responsável por seu desenvolvimento, o produtor-roteirista Terence Winter. Criador de “Boardwalk Empire” e “Vinyl”, Winter seria o showrunner da atração da HBO Max, mas teve “diferenças criativas” com o diretor Matt Reeves, que está à frente do filme e deste projeto. Aparentemente, a visão de Winter não correspondia ao que Reeves e outros produtores tinham em mente para a série. A produtora 6th & Idaho, de Reeves, já está em busca de um novo showrunner para a atração, que pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama num período posterior à “Gotham”, série que se encerrou no ano passado justamente com o surgimento do herói. Na verdade, porém, ela seria um prólogo do novo filme, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon) aparecerão no lançamento da HBO Max.
Quentin Tarantino vai transformar Era uma Vez em Hollywood em livro
O diretor Quentin Tarantino fechou contrato com a editora HarperCollins para lançar dois livros. O primeiro será uma versão de “Era uma vez em Hollywood”, enquanto o segundo será uma obra de não-ficção chamada “Cinema Speculation”, sobre o cinema dos anos 1970. O romance vai aprofundar detalhes da vida dos dois protagonistas do filme indicado em dez categorias do Oscar: o ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth. Nos cinemas, eles foram interpretados por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.” Já “Cinema Speculation” é descrito como um “mergulho profundo nos filmes dos anos 1970, uma rica mistura de ensaios, resenhas, escritos pessoais e especulações.” Tais especulações seriam similares à premissa de “Era uma Vez em Hollywood”, ponderando o que teria acontecido com personagens com finais diferentes de suas histórias conhecidas. Nenhuma das duas obras tem previsão de lançamento, mas a versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood” ganhou capa para seu lançamento em paperback – como se chamam as versões mais baratas das obras literárias. Confira abaixo.
Spike Lee vai filmar musical sobre o Viagra
O diretor Spike Lee (“Destacamento Blood”) está desenvolvendo um projeto inusitado. De acordo com o Deadline, o cineasta irá dirigir o primeiro musical tradicional da carreira, que contará a história do Viagra, medicamento conhecido por tratar disfunção erétil. Ainda sem título, a obra é uma parceria com o estúdio canadense Entertainment One (eOne), recentemente adquirido pela fábrica de brinquedos Hasbro. Além de dirigir, Spike Lee também é responsável pelo roteiro, em parceria com o britânico Kwame Kwei-Armah (“Elmina’s Kitchen”). Já as canções originais serão escritas por Stew Stewart e Heidi Rodewald, que criaram o musical vencedor do Tony “Passing Strange”. A produção será baseada numa reportagem do jornalista David Kushner para a revista Esquire, sobre a história pouco conhecida dos criadores do remédio – o título da reportagem era “All Rise: The Untold Story of The Guys Who Launched Viagra”. Em comunicado enviado ao Deadline, Spike Lee demonstrou-se entusiasmado com o projeto. “Então, finalmente, entrando na minha quarta década como cineasta, estarei dirigindo um musical com danças e canções e eu mal posso esperar”, anunciou.
Nova versão de O Poderoso Chefão III ganha trailer para lançamento digital e nos cinemas
A Paramount divulgou o trailer legendado da nova versão de “O Poderoso Chefão III”. Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme foi reeditado pelo diretor Francis Ford Coppola com abertura e desfecho diferentes. “Para esta versão, criei um novo começo e fim, e reorganizei algumas cenas, tomadas e entradas de música. Com essas mudanças, e com o visual e o som restaurados, acho que chegamos a uma conclusão mais apropriada para a saga”, disse Coppola, em um comunicado sobre o projeto. Curiosamente, porém, a edição do diretor acabou menor que a versão projetada em tela grande em 1990. Nem o diretor nem o estúdio contaram o que foi cortado do filme original, que completa 30 anos em 2020. O fato é que, mesmo com cenas a mais, a nova edição será cinco minutos mais curta, com 2 horas e 37 minutos de duração. Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Segundo o diretor, ele realizou basicamente uma “restauração quadro a quadro”. Como os dois filmes anteriores, “O Poderoso Chefão: Parte III” foi um sucesso de bilheteria e foi indicado a sete prêmios da Academia. Porém, ao contrário dos outros, não ganhou nenhum. A crítica também o considerou o mais fraco dos três. Na verdade, ponderou que nem estaria à altura dos outros dois. A revista New Yorker o chamou de humilhação pública, enquanto o jornal Washington Post o classificou como um “fracasso de proporções dolorosas”. Durante anos, o longa também assombrou Sofia Coppola, filha do diretor, escalada no filme para viver Mary Corleone, filha do protagonista (Al Pacino). Ela foi arrasada pela crítica e praticamente desistiu da carreira de atriz, mas se reinventou anos depois como uma cineasta premiada. A nova versão do filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois.
Filme “live action” de Tom e Jerry ganha seu primeiro trailer divertido
A Warner divulgou o pôster e o trailer dublado do primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, é um híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs gostam, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. Além disso, o gato e o rato não são os únicos desenhos. Todos os animais que aparecem na prévia seguem este padrão. O resultado é bem diferente dos filmes live-action do “Scooby Doo”, para citar outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner, em que cachorro da Hanna-Barbera ganhava visual realista criado por computação gráfica. Desta vez, os personagens quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos personagens originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como o filme incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos – e ainda há uma referência a Batman para os fãs de filmes de super-heróis! Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato, e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera para o estúdio MGM em 1940. Mas o anterior, uma animação tradicional lançada em 1992, não esteve à altura dos melhores curtas da dupla, que venceram sete Oscars entre 1943 a 1953. O novo filme tem roteiro de Kevin Costello (da comédia “As Aventuras de Brigsby Bear”) e direção de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A estreia está marcada para 4 março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer brasileiro, com dublagem em português, e o americano, com as vozes originais.
Liga da Justiça: Nova versão do filme de super-heróis ganha trailer épico
A HBO Max divulgou a segunda versão do trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Zack Snyder’s Justice League” e apresenta muitas cenas e até mesmo personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a produção como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. O clima é épico do começo ao fim. Mas também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. A opção por resgatar este formato, pensado durante o planejamento inicial do longa, é curiosa porque, embora o nome HBO Max seja parecido, o filme não vai passar em IMAX – a menos que a Warner tenha planejado e não avisado. Vista na internet, como as atrações da HBO Max, a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. Para completar o impacto do meio em que será lançado, o filme vai até deixar de ser filme. Será disponibilizado como uma minissérie de quatro episódios, somando cerca de 4 horas de duração. De qualquer forma, será um produção bem maior e muito diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro para trabalhos de pós-produção e até refilmagens do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento ainda contou com a volta do elenco original ao estúdio. Por enquanto, porém, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics ainda não tem data confirmada de lançamento, além do fato de ser esperada para 2021.
Marcio Garcia e Elizabeth Savalas pedem orações para parentes com covid-19
Os atores Marcio Garcia e Elizabeth Savalas postaram vídeos emocionados no Instagram para revelar que a covid-19 atingiu parentes queridos. O caso que parece mais grave é o do pai de Garcia e ele pediu uma corrente de orações para seus seguidores. Na rede social, o ator, apresentador e cineasta apareceu humilde e comovido, dizendo que seu pai, Carlos Alberto Tavares Machado, está intubado em um hospital de Juiz de Fora (MG) em estado grave após testar positivo para o novo coronavírus. “Não é fácil para um homem na idade dele passar por isso, muito menos para a família, que tem que conviver com isso”, comentou. Marcio Garcia revelou que, embora tomasse cuidados, não achava que a covid-19 fosse realmente séria. “Eu confesso que muitas vezes eu fiz pouco caso do covid… Achei que não era tão grave. Sempre, claro, tomando meus cuidados, mas nunca levei tão a sério essa doença. Muita gente passa por isso [faz pouco caso da doença] até ter um caso próximo, como estou tendo com o meu pai. Estou passando aqui humildemente para pedir uma corrente de orações para vocês. Não temos mais o que fazer”, continuou. Ao verem a postagem, vários seguidores mandaram mensagens positivas para o artista, entre eles alguns famosos. “Toda a energia positiva daqui, irmão!”, postou o ator Rodrigo Lombardi. “Melhoras para o seu pai. Vai dar certo”, acrescentou o ator Murilo Rosa. “Conte comigo na corrente”, juntou-se Christine Fernandes. “Sim é gravíssimo e nos resta alertar as pessoas e rezar. O irmão da minha nora está em Curitiba na UTI, o pai internado, a mãe, a cunhada e os sobrinhos TODOS com a Covid, estamos fazendo uma corrente de orações, todos os dias, e vamos incluir seu pai querido, Deus no comando, mas todos temos que fazer a nossa parte, orando”, disse a atriz Elizabeth Savala. Ela também postou seu vídeo comentando a situação da família de sua nora, atingida em cheio pela epidemia, e fez um alerta: “A covid continua matando”. Além de orações, a atriz pediu precauções. “Pelo amor de Deus, andem de máscara! A máscara salva vidas. Por favor, cuidem-se, nós não estamos em férias. Estamos no meio de uma pandemia muito séria e que tira vidas. Eu gostaria de pedir uma oração por eles, por esta família, e por todos os que estão passando por isso neste momento. A covid está voltando com força total, vamos nos cuidar, por favor”, acrescentou, respirando fundo para encerrar. “Obrigada”. Veja os vídeos originais abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcio Garcia : ) (@oficialmarciogarcia) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elizabeth Savala Casquel (@elizabethsavala)
Paramount suspende estreia de thriller de ação estrelado por Michael B. Jordan
A Paramount tirou o filme de ação “Sem Remorso”, estrelado por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), de seu cronograma de estreias. O longa deveria ter sido lançado em outubro, mas, devido à pandemia, teve seu lançamento adiado para 26 de fevereiro de 2021. Agora, segundo apurou o Hollywood Reporter, deve sair direto em streaming, porque a Paramount estaria negociando com a Amazon a disponibilização exclusiva do filme na plataforma Prime Video. O acordo preferencial com a Amazon levaria em conta a parceria já existente em torno da série “Jack Ryan” e o fato de “Sem Remorso” compartilhar o mesmo universo daquela produção. Na trama, Jordan interpreta o espião da CIA John Clark, personagem de livros do autor Tom Clancy, o criador de Jack Ryan. O filme será o primeiro a abordar a origem do personagem, que surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta desse começo, inclusive, ele já tinha aparecido no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” é baseado no livro homônimo, publicado em 1993, que conta como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal, ao iniciar uma vingança brutal após sua namorada ser morta por um traficante de drogas nos Estados Unidos. A produção foi escrita por Taylor Sheridan e dirigida por Stefano Sollima, que antes trabalharam juntos em “Sicario 2: Dia do Soldado”. O elenco ainda inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), Cam Gigandet (“Sete Homens e um Destino”), Jodie Turner-Smith (“The Last Ship”), Brett Gelman (“Stranger Things”), Luke Mitchell (“Agents of SHIELD”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”) e Jack Kesy (“The Strain”).
Grande demais, Dwayne Johnson não coube em Porsche para cena de ação
O tamanho descomunal de Dwayne Johnson – conhecido popularmente como “The Rock” – impressiona nas telas, mas também traz seus próprios desafios nas filmagens. O maior deles: entrar nos carros esportivos que os roteiristas incluem nas cenas. O problema ocorreu mais recentemente durante as filmagens do próximo longa do ator, a comédia de ação “Red Notice”. O próprio The Rock revelou o vexame em seu Instagram. De acordo com o ator, suas costas não entravam no Porsche Taycan, que foi importado exclusivamente para a produção. “Eeeeee adivinha quem é grande demais para caber em outro carro esportivo e agora teremos que mudar toda a sequência de tomadas em torno dele?”, falou. “Bem, depois de meses de preparação e custos, comprando e despachando este carro para os EUA, era hora de ensaiar a grande sequência de perseguição.” Após ser orientado pelo diretor, o ator simplesmente não coube no veículo para uma sessão de fotos. Após risos nervosos da produção, o diretor e o ator conseguiram contornar o momento difícil encontrando uma “maneira criativa” de fazer o trabalho, segundo disse Dwayne. Na foto seguinte em seu Instagram, Johnson aparece de pé, do lado de fora do carro. Não está claro se foi essa a “maneira criativa” encontrada pela produção para resolver o problema. Mas já é uma cena para se antecipar na estreia do filme, que ainda não foi marcada. Em Red Notice”, Johnson interpreta um detetive do FBI que caça o maior contrabandista de artes do mundo. A produção da Netflix também conta com Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), e foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
Diretor de Creed 2 fará próximo Transformers
A Paramount Pictures e a Hasbro Studios escolheram Steven Caple Jr., o diretor de “Creed 2”, para comandar o próximo filme dos Transformers. A informação foi antecipada pelo site Deadline, que afirma que o cineasta é a escolha dos executivos e produtores do estúdio e que um acordo deve ser fechado nas próximas semanas. Depois de reuniões com vários executivos importantes, incluindo a presidente da Paramount Motion Picture, Emma Watts, o nome de Caple teria se consolidado como a melhor opção para relançar a franquia. O estúdio decidiu renovar todo o conceito dos “Transformers”, encomendando dois roteiros diferentes simultaneamente em janeiro passado: um de James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e outro de Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O roteiro de Harold teria sido escolhido como próximo filme da franquia e a Paramount agora avança para definir o diretor. Os filmes de “Transformers” têm representado uma das maiores fontes de renda da Paramount desde que a franquia foi lançada em 2007. Com cinco títulos, a franquia arrecadou mais de US$ 4 bilhões em todo o mundo, além de uma coleção de críticas terrivelmente negativas na imprensa internacional. Após o lançamento de “Transformers: O Último Cavaleiro” em 2017, filme pior avaliado de todos, o diretor Michael Bay resolveu se afastar dos robôs gigantes, permitindo ao estúdio planejar um relançamento sem sua presença. Curiosamente, o primeiro título sem participação de Bay, “Bumblebee”, foi um sucesso de crítica em 2018, mas teve um desempenho apenas modesto de bilheteria, com US$ 467,9 milhões mundiais.












