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    Eddie Redmayne arranja problemas nas redes sociais ao defender JK Rowling

    29 de setembro de 2020 /

    Eddie Redmayne tentou ficar em cima do muro e acabou derrubado pelas redes sociais. Ele virou assunto hoje no Twitter após uma entrevista ao jornal Daily Mail em que comentou as posições transfóbicas da escritora JK Rowling. Além de ter criado os livros de “Harry Potter”, Rowling assina os roteiros dos filmes “Animais Fantásticos” que Redmayne estrela. Em junho passado, quando a escritora começou a atacar homens transexuais, ele chegou a se posicionar, discordando frontalmente e dizendo que pessoas trans “simplesmente querem viver suas vidas em paz, e está na hora de deixá-los”. Embora tenha reforçado que é contra a transfobia, o ator agora disse que também se assustou com a “ferocidade” dos comentários direcionados a Rowling nas redes sociais, que ele classificou como “totalmente nojentos”, e contou ter enviado um bilhete a JK Rowling para apoiá-la. Apesar de defender aquela que atualmente é a maior porta-voz da transfobia no mundo, Redmayne também se disse preocupado com os ataques contra a população trans, sem especificar se estava se referindo aos comentários de JK Rowling. Para ele, os comentários transfóbicos são “igualmente nojentos”. O ator disse ao Daily Mail que tem “amigos e colegas trans” que têm “seus direitos humanos desafiados ao redor do mundo e enfrentam discriminação diariamente”. “Continua a haver uma terrível torrente de abusos contra pessoas trans online e no mundo que é devastadora”, completou Redmayne, que antes de viver Newt Scamander nos filmes criados por Rowland foi indicado ao Oscar por seu papel de Lili Elbe, o primeiro homem a passar por cirurgia de mudança de sexo, no filme “A Garota Dinamarquesa” (2015). Nas redes sociais, ele perdeu muitos fãs por defender Rowling. A situação é especialmente delicada para todos os envolvidos na polêmica criada pela escritora porque as filmagens de “Animais Fantásticos 3” começaram na semana passada no Reino Unido. E como se não bastasse o ódio da comunidade trans, o filme ainda terá participação de Johnny Depp, que recentemente esteve nos tribunais de Londres escancarando o lado mais sombrio de sua vida pessoal para se defender da acusação de “espancador da esposa” do jornal The Sun.

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  • Filme

    Vampiros X the Bronx: Crianças enfrentam vampiros racistas em trailer de terrir

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Vampiros X the Bronx”, terrir que mostra um grupo de meninos negros do bairro nova-iorquino enfrentando vampiros pálidos. A prévia confere contexto social para a trama, colocando frases racistas na boca dos monstros, além de referenciar a especulação imobiliária. Primeiro longa escrito e dirigido por Osmany Rodriguez (do programa “Saturday Night Live”), que assina o roteiro com Blaise Hemingway (de “Playmobil – O Filme”), o filme é estrelado por Jaden Michael (“The Bug Diaries”), Gregory Diaz IV (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Gerald Jones III (“Benji the Dove”), Coco Jones (“Five Points”), Sarah Gadon (“Dracula: A História Nunca Contada”), Shea Whigham (“Agente Carter”), Method Man (“Power Book II: Ghost”), Chris Redd (“Saturday Night Live”), Judy Marte (“The Get Down”), The Kid Mero (“Desus & Mero”), Jeremie Harris (“Legion”) e tem participação de Zoe Saldaña (“Guardiões da Galáxia”). A estreia está marcada para a sexta-feira (2/10) em streaming.

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  • Série

    Netflix defende nova série dos autores de Game of Thrones de acusações de comunismo

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix rebateu a pressão de cinco senadores americanos que lhe enviaram um pedido para que desistisse da produção da nova série dos criadores de “Game of Thrones”. A ação política reproduziu os mesmos argumentos da infame Lista Negra, que deixou centenas de roteiristas desempregados e proibidos de trabalhar em Hollywood há meio século atrás: histeria contra a ameaça comunista. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, não gostaram de saber que a Netflix pretendia transformar a trilogia iniciada pelo best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos” em série, porque seu autor, Liou Cixin, é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quinteto, eles reclamam que o autor chinês é comunista e destacam, em seu pedido de censura, uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Liu rebateu a uma pergunta do New Yorker sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, questionando o repórter se “ele preferia que essas pessoas estivessem por aí matando os outros em ataques terroristas”. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. “Na face de atrocidades como as que ocorrem nesses campos, companhias não podem mais tomar decisões de complacência, apenas de cumplicidade. A Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”, diz o texto dos senadores. Em resposta, a plataforma de streaming foi clara. Disse que não concorda com as opiniões de Liu sobre os campos de concentração e repetiu três vezes que ele não está envolvido na produção. “O Sr. Liu é autor dos livros, não criador da série. Os comentários do Sr. Liu não refletem as opiniões da Netflix, ou dos criadores da série, e não são parte da trama ou dos temas da história”, declarou a Netflix. A resposta da plataforma ainda destacou que a Netflix “julga cada projeto proposto por seu time criativo nos méritos próprios”. O comunicado foi assinado por Dean Garfield, vice-presidente de políticas públicas globais da empresa.

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  • Série

    A Maldição da Mansão Bly: Vídeo de bastidores esclarece detalhes da série

    28 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), em que o cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) explica, de forma bastante esclarecedora, seu projeto para a série. Para começar, Flanagan chama “A Maldição da Mansão Bly” de nova parte da antologia “Haunting”. O comentário oficializa a transformação da minissérie “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) numa série anual em formato de antologia, prometendo abordar uma história diferente de fantasmas a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. No vídeo, Flanagan explica que os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos principais pioneiros do gênero, inclusive de alguns contos nunca antes adaptados, e tudo será alinhado numa mesma narrativa. O que vai unir as pontas é a Mansão Bly do título, local que abrigará diferentes pessoas, além de um romance. Mas ele chama atenção para o fato de que se trata de um romance gótico, o que “significa uma coisa muito diferente, enraizado em mistério e desgraça”. O cineasta assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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  • Filme

    Apple adquire primeiro longa dos irmãos Russo após Vingadores: Ultimato

    28 de setembro de 2020 /

    A Apple adquiriu os direitos de exibição de “Cherry”, primeiro filme dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo após baterem o recorde de bilheteria mundial do cinema com “Vingadores: Ultimato” no ano passado. Não bastassem os diretores, o filme é estrelado por um astro da Marvel: Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha. E esta combinação atraiu vários interessados no projeto, levando a Apple a desembolsar, segundo o site Deadline, US$ 40 milhões para oferecer o longa com exclusividade em seu serviço de streaming. A produção foi realizada pela AGBO (a pronúncia é igual a HBO, em inglês), estúdio criado pelos Russo com a fortuna obtida em seus trabalhos para a Marvel. A trama é baseada no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em drogas e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e ainda está preso – mas como sua sentença vai até novembro, poderá assistir a estreia. Os irmãos Russo pagaram US$ 1 milhão e superaram a Warner e a Sony, também interessados em adaptar a obra, numa negociação longa, que levou Nico Walker a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Mas o que pesou em favor dos cineastas foi o fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema em seu novo filme. O roteiro de “Cherry” é escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Bill Skarsgard (“It: A Coisa”), Ciara Bravo (“Wayne”), Jack Reynor (“Midsommar”), Thomas Lennon (“Máquina Mortífera”), Kelli Berglund (“Lab Rats”), Jeff Wahlberg (“Dora e a Cidade Perdida”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”). A produção já está finalizada e deverá ser lançada na Apple TV+ no final do ano, tornando-se um candidato inesperado da plataforma para tentar surpreender na temporada de prêmios cinematográficos.

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  • Filme,  Música

    Filme inspirado pela vida de Céline Dion ganha primeiro trailer

    28 de setembro de 2020 /

    A Gaumont divulgou o pôster e o trailer de “Aline”, um drama musical francês inspirado pela vida da cantora Céline Dion. O filme tem roteiro, direção e é estrelado pela estrela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”). Ela interpreta a Aline do título, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a de Céline Dion. A trama acompanha a artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até seu estrelado, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário bem mais velho que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. A estreia está marcada para 18 de novembro na França.

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  • Filme

    Primeiras fotos revelam visual de Camila Cabello como Cinderela

    28 de setembro de 2020 /

    Surgiram as primeiras imagens da produção de “Cinderela”, que será estrelada pela cantora Camila Cabello. A diretora Kay Cannon divulgou uma foto dos bastidores em seu Instagram e Cabello adiantou outras imagens ao aparecer em vídeo no evento L’Atittude, que aconteceu durante o fim de semana. Kay Cannon também adiantou um detalhe da produção, ao comentar que Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) não interpreta a Madrasta Má, porque não há personagens malvados no filme. Ao revelar o figurino de Camila, as imagens ainda confirmam que a produção será de época, além de flagrar a cantora de boca aberta, aparentemente em meio a um número musical. O elenco da produção, que está prestes a ser finalizada neste mês em meio a medidas de proteção e higiene, durante a recente autorização para retomada de filmagens no Reino Unido, também inclui Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. A nova “Cinderela” é uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco, como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures e expectativa é que a estreia acontece em fevereiro de 2021. First images of Camila Cabello in Kay Cannon’s live-action Cinderella which also stars James Corden, Idina Menzel, Pierce Brosnan, John Mulaney & Billy Porter as a gender neutral Fairy Godmother. The film will take on a “feminist twist” & will be released on February 5, 2021. pic.twitter.com/afHiSUMMtv — Film Updates (@FilmUpdates) September 27, 2020 Ver essa foto no Instagram @shanny.mc for the win! Revelling the time I have left shooting w/ Cinders, @camila_cabello & her NOT evil stepmother, @idinamenzel (there are no villains in this movie. ❤️) @cinderellamovieofficial #cinderella #director #writer #filmmaking #jokesandsongs Uma publicação compartilhada por Kay Cannon (@kaykaycannon) em 27 de Set, 2020 às 3:07 PDT

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  • Série

    Nicole Maines sugere que continuará no Arrowverso após final de Supergirl

    28 de setembro de 2020 /

    A atriz Nicole Maines, que estrela “Supergirl” no papel de Nia Nal, a Sonhadora, primeira super-heroína trans da TV, escreveu um post emocionado sobre o fim da série, que vai acontecer na próxima temporada. Dizendo-se tão triste como os fãs pelo final da atração, ela contou que também sente muita felicidade e orgulho por ter participado da série. Em seu texto, ela reflete sobre sua jornada em “Supergirl”, além de agradecer a equipe, atualmente envolvida na produção dos últimos episódios, e, claro, as amizades que fez e os seguidores que conquistou graças à série. O texto também chama atenção por aludir a uma continuação para sua personagem após a 6ª temporada de “Supergirl”, sugerindo um spin-off ou participação em outra série de super-heróis do Arrowverso. Confira abaixo. “Embora seja triste que isso tenha que chegar ao fim, estou muito feliz e orgulhosa. Tenho orgulho por ter tido o privilegio de trazer Nia Nal à vida e por ter feito parte da evolução dela como a Sonhadora. Ela significa tanto para muitos, e tem sido uma completa honra interpretá-la nesses últimos anos. E embora ela tenha sido criada especificamente para Supergirl, acho que todos podemos concordar que não vimos pela última vez, e eu mal posso esperar para ver onde ela vai aparecer a seguir. Em uma nota pessoal, eu tenho que compartilhar meu amor e gratidão a todos que ajudaram essa experiência ter sido o que foi. Novos trabalhos são sempre assustadores, mas eu não poderia ter pedido por um set melhor. Desde o começo, as pessoas foram convidativas, profissionais e gentis, em grande parte graças ao ambiente criado pela nossa Supergirl, Melissa. Obrigada à Greg e Sarah e Robert e Jessica por criarem Nia e a trazerem a bordo, e a cada membro do elenco e da produção por me darem boas-vindas em sua família, porque a esta altura vocês já são mais que meus amigos e eu os amo. Cavalheiros, foi um privilégio tocar com vocês nesta noite. Obrigada à Warner, DC e CW por essa série. Ela inspirou muitas pessoas, trouxe nova vida à muitos desses heróis e fez com que toda uma nova geração se apaixonasse por eles, inclusive eu. Finalmente, obrigada à todos vocês. Nia não teria sido um sucesso se todos não tivessem dado a ela amor e apoio da maneira que deram. Foi um trabalho dos sonhos. Mal posso esperar para que vocês vejam o que temos guardado para vocês nessa temporada, e estou ansiosa para descobrir o que vem depois. E haverá mais. Confiem em mim, eu vi em um sonho”. Ver essa foto no Instagram While I’m sad that this must come to an end, I am beyond happy and proud. I am proud that I have been privileged enough to be able to bring Nia Nal to life, and to have been able to be a part of her evolution into Dreamer. She has meant so much to so many, and it has been my complete honor to get to play her for the past few years. And though she was created especially for Supergirl, I think we can all agree that we haven’t seen the last of her, and I cannot wait to see where she pops up next. On a personal note, I have to give my love and gratitude for everyone who made this experience what it has been. New jobs are always scary, but I couldn’t have asked for a better set to walk on to. Right from the start, people were inviting and professional and kind, in large part due to the environment created by our Supergirl, @melissabenoist . Thank you to @gberlanti and @sarahsowitty and Robert and @jessicaqueller for creating Nia and for bringing me on board, and to every one of the cast and crew for welcoming me into your family, because at this point, you are more than my friends and I love you. Gentlemen, it has been a privilege playing with you tonight. Thank you to @warnerbrostv and @dccomics and @thecw for this show. It has inspired so many people and has breathed new life into so many of these heroes that a whole new generation got to fall in love with, myself included. Finally. Thank you to you all. Nia would not have been such a hit if you all didn’t love her and support her the way that you have. From the bottom of my heart, thank you. This has truly been a dream(er) job. I cannot wait for you all to see what we have in store for you this season (it’s going to be WILD DOT COM), and I cannot wait for us all to see what comes next. There will be more. Trust me, I saw it in a Dream. Uma publicação compartilhada por Nicole Maines (@nicoleamaines) em 22 de Set, 2020 às 4:25 PDT

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  • Etc

    Filha de Gwyneth Paltrow fica passada com exibicionismo da mãe no Instagram

    28 de setembro de 2020 /

    O exibicionismo de Gwyneth Paltrow incomodou sua filha mais velha, Apple, de 16 anos. Conhecida pelo papel de Pepper Potts nos filmes da Marvel, Gwyneth posou nua para uma foto postada no domingo (27/9) no Instagram, com a desculpa de mostrar a boa forma ao comemorar o aniversário de 48 anos. Mesmo sem mostrar detalhes mais reveladores de sua anatomia, a nudez mereceu uma puxada de orelha da filha, que gritou “Mãe!” em letras garrafais nos comentários da imagem. Apple deve passar muito constrangimento com a mãe, que virou uma empresária de produtos para a saúde mulher, com foco especial na sexualidade feminina. Por sinal, não é a primeira vez que a filha reclama da mãe por conta da sua falta de compostura nas redes sociais. No ano passado, a menina chamou atenção de Gwyneth quando a atriz compartilhou uma selfie das duas juntas. “Mamãe, já conversamos sobre isso. Não poste nada sem o meu consentimento”, ela escreveu sob a foto, demonstrando que prefere manter sua privacidade a virar personagem de reality show virtual. Muitos dos amigos famosos da estrela, porém, adoram sua falta de cerimônias. A foto com a “roupa de aniversário”, por exemplo, foi curtida por atores como Matthew Morrison, Josh Gad, Courtney Cox e Vanessa Hudgens – entre 1 milhão de outras pessoas. Gwyneth é atualmente casada com Brad Falchuk, cocriador de “American Horror Story”, “Glee” e muitas outras séries de sucesso. Os dois se conheceram quando ela fez participações em “Glee”, entre 2010 e 2016. Na época, ela ainda era casada com o cantor Chris Martin, o pai de Apple. Ver essa foto no Instagram In nothing but my birthday suit today… thank you all so much for the birthday wishes and thank you to @goop ‘s insanely amazing brand new body butter for making me think I can still get my kit off. 💙 #goopgenes Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 27 de Set, 2020 às 12:00 PDT

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  • Etc

    Morte da atriz de O Chamado preocupa governo do Japão

    28 de setembro de 2020 /

    A morte de Yuko Takeuchi, atriz do primeiro filme da franquia original de “O Chamado” e bastante popular no Japão, preocupou o governo do país, a ponto de lançar um alerta sobre o crescimento no número de suicídios nos últimos meses. Takeuchi foi encontrada morta na madrugada de domingo (27/9) pelo marido, em sua residência em Tóquio. De acordo com o jornal The Japan Times, a polícia está tratando o caso como um aparente suicídio. Poucos dias antes, a atriz Sei Ashina também morreu por suicídio aos 36 anos. Além disso, o ator Haruma Miura se matou em julho, com apenas 30 anos, e a estrela de reality show Hana Kimura em maio passado. Dados do governo japonês informam que, só no mês de agosto, houve um crescimento de cerca de 15% de suicídios no país em relação ao mesmo período no ano anterior. “Houve um aumento no número de suicídios desde julho. Temos que levar em consideração o fato de que há muitas pessoas terminando com suas vidas preciosas”, afirmou Katsunobu Kato, porta-voz do governo, que também já ocupou o cargo de Ministro da Saúde. Em comunicado oficial, Kato também fez questão de apontar o papel da pandemia do coronavírus como responsável por gerar um clima de angústia crescente, principalmente por carência de contato humano e seu impacto na saúde mental das pessoas. Para evitar uma epidemia de suicídios, foram colocadas a disposição mais linhas telefônicas para atendimento de prevenção ao suicídio.

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  • Filme

    Chadwick Boseman quis ganhar menos para Sienna Miller ser bem paga em Crime sem Saída

    28 de setembro de 2020 /

    A atriz Sienna Miller fez uma revelação sobre Chadwick Boseman nesta segunda (28/9), que mostra porque o ator falecido no mês passado era tão querido e respeitado pelos colegas, cineastas e produtores em Hollywood. Miller contou que Boseman usou parte de seu próprio salário para pagar o cachê que ela recebeu no filme “Crime sem Saída”, lançado no ano passado, depois que “pediu um número que o estúdio não iria pagar”, porque era mulher. A revelação foi feita em uma entrevista feita para a revista Empire como parte de uma edição dedicada inteiramente à vida de Boseman dentro e fora das telas. Durante a entrevista, Miller expressou hesitação em revelar as medidas tomadas por Boseman para aumentar seu salário no projeto, mas disse que finalmente decidiu compartilhá-lo publicamente como “uma prova de quem ele era”. “Este foi um filme de grande orçamento e sei que todo mundo entende a disparidade salarial em Hollywood, mas pedi um número que o estúdio não iria pagar”, contou Miller. “E porque estava hesitante em voltar para trabalhar, minha filha estava entrando na escola e era um momento inconveniente, eu disse: ‘Só vou fazer se for recompensada da maneira certa’. E Chadwick acabou doando parte de seu salário para me pagar o número que eu havia pedido. Ele disse que era isso mesmo que eu merecia receber.” Miller prosseguiu dizendo que Boseman disse a ela, sem “ostentação”, que ela receberia o que valia. A atriz contou que o ato de Boseman foi “a coisa mais surpreendente que já experimentei”, antes de enfatizar que “esse tipo de coisa simplesmente não acontece”. Embora reconheça que não havia falado publicamente sobre como Boseman a ajudara, ela disse que havia compartilhado isso em particular entre seu círculo de amigos atores. “É simplesmente incompreensível imaginar outro homem naquela cidade se comportando de maneira tão graciosa ou respeitosa”, disse Miller. “Depois disso, contei essa história a outros atores meus amigos do sexo masculino e todos eles ficaram muito quietos e, ao voltarem para casa, provavelmente tiveram que sentar e pensar sobre as coisas por um tempo.” Miller também explicou como seu ex-colega de elenco, que morreu em agosto de câncer de cólon, foi fundamental para ela se juntar ao elenco. Boseman não apenas estrelou o thriller de ação de 2019, mas também atuou como produtor ao lado de seus colaboradores da Marvel, os cineastas Anthony e Joe Russo, e “foi muito decisivo para me convencer a fazer o filme”. “Ele era um fã do meu trabalho, o que era emocionante, porque era retribuído da minha parte, dez vezes mais. Então ele me procurou para fazer isso, ele me ofereceu este filme e foi em um momento em que eu realmente não queria trabalhar. Estava trabalhando sem parar e estava exausta, mas queria trabalhar com ele. ” Durante a exibição do filme na imprensa no ano passado, Boseman também compartilhou que o papel de Miller, Frankie, não estava originalmente programado para ser interpretado por uma mulher. “Esses personagens foram completamente mudados”, disse Boseman ao site Cinemablend. “Na verdade, Frankie era um homem.” Boseman disse que, como o diretor Brian Kirk estava aberto a mudanças que acabariam por servir tanto aos personagens quanto à história, eles puderam escalar Miller para o papel.

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    Goran Paskaljević (1947 – 2020)

    28 de setembro de 2020 /

    O diretor sérvio Goran Paskaljević, que realizou 18 filmes, incluindo os premiados “Tango Argentino” e “Barril de Pólvora”, morreu na sexta-feira (25/9) em Paris, de câncer de pulmão, aos 73 anos. A doença não o impediu de terminar seu último filme, “Nonostante la Nebbia”, que foi rodado na Itália no ano passado. Nascido em Belgrado em 22 de abril de 1947, Paskaljević estudou cinema na Tchecoslováquia na ilustre escola FAMU durante a primavera de Praga. Lá, ele fez seus primeiros curtas-metragens, enfrentando a censura comunista por seus temas de compaixão pelos desprezados pelo sistema. Após a invasão soviética em Praga, em 1968, ele teve a carreira interrompida e retornou à então Iugoslávia, só lançando seu primeiro longa oito anos depois, o drama “Beach Guard in Winter” (1976), que competiu em Berlim e lhe renceu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema de Pula. A obra foi co-escrita por Gordan Mihić, que se tornou seu parceiro de roteiro de longa data. Os filmes de Paskaljević geralmente traçavam a vida de pessoas comuns em circunstâncias dramáticas e se tornaram sucessos no circuito dos festivais internacionais. Quatro de seus filmes tiverem première em Cannes: “Special Treatment” (1980), “Guardian Angel” (1987), “Time of Miracles” (1989) e seu único filme ambientado nos EUA, “Someone Else’s America” (1995). E “Tango Argentina” (1992) ganhou o prêmio do público em Veneza. Com o tempo, o humor gentil de seus primeiros trabalhos deu lugar à ironia e tragédia sombrias, mas sempre de forma a defender os oprimidos, fossem crianças, deficientes, judeus, ciganos ou imigrantes. Embora ele sempre tenha se negado a se definir como um cineasta político, ele também admitiu que “não se pode evitar a política”, e repetidamente seus trabalhos e entrevistas irritaram os nacionalistas da antiga Iugoslávia. Com o desmembramento do país e a onda crescente de nacionalismo na Sérvia, Paskaljević e sua esposa, Christine Gentet-Paskaljević, mudaram-se para Paris em 1992 e ele tornou-se um cidadão francês. Ele só voltou para casa em 1998 para filmar o memorável “Barril de Pólvora”, que capturou a violência nas ruas de Belgrado e venceu o prêmio da crítica em Veneza e no European Film Awards. Seus filmes posteriores, muitos dos quais ele mesmo escreveu, dirigiu e produziu, mantiveram o padrão elevado, com destaque para a produção irlandesa “How Harry Became a Tree” (2001) e o alegórico “Midwinter Night’s Dream” (2004), que criticou corajosamente o papel da Sérvia na guerra dos Balcãs. Entre seus filmes finais estão “When Day Breaks” (2012), em que um professor judeu aprende sobre seu passado, e “Land of the Gods” (2016), ambientado na Índia. Assim como o derradeiro longa, “Nonostante la Nebbia”, todos tiveram première no Festival de Valladolid, na Espanha.

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    Steven Soderbergh reúne superelenco para sua estreia na HBO Max

    28 de setembro de 2020 /

    O diretor Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) reuniu um superelenco para seu primeiro filme na HBO Max, após assinar um contrato de desenvolvimento com a plataforma da WarnerMedia. Intitulado “No Sudden Move” (sem movimentos súbitos), o filme vai juntar Jon Hamm (“Mad Men”), David Harbour (“Stranger Things”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Brendan Fraser (“Patrulha do Destino”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Kieran Culkin (“Succession”), Amy Seimetz (“Cemitério Maldito”), Ray Liotta (“Shades of Blue”), Bill Duke (“Raio Negro”), Frankie Shaw (“SMILF”) e Julia Fox (“Joias Brutas”). Escrita por Ed Solomon (“Homens de Preto”), a trama se passa nos anos 1950 e conta a história de um grupo de bandidos que se envolve em uma conspiração mirabolante após ser contratado para roubar um documento sigiloso. Quando o plano dá terrivelmente errado, sua busca por quem os contratou – e com qual objetivo – os conduz pelos escalões da cidade de Detroit, dilacerada por conflito racial e em rápida mudança. Ainda não há data de estreia definida.

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