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    Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott ganha trailer impressionante

    5 de agosto de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o pôster, a data de estreia e o primeiro trailer da série sci-fi “Raised by Wolves”, produzida e dirigida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A prévia impressiona pelo visual cinematográfico, efeitos “de outro mundo”, clima tenso e pelo suspense da trama, sugerindo uma atração complexa e de vasto potencial. O vídeo mostra uma androide aparentemente maternal (a dinamarquesa Amanda Collin), que cria duas crianças em um novo planeta após a destruição da Terra. No entanto, quando um estranho (Travis Fimmel, de “Vikings”) chega ao local, a história contada pela robô aos pequenos é colocada em cheque. Vale observar, porém, que o trailer não mostra exatamente o que a sinopse oficial revela. Isto porque o resumo da história fala em dois androides, o que coloca em cheque o personagem de Fimmel. Segundo o texto divulgado pela HBO Max, dois androides têm a missão de cuidar das crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam controlar as pessoas. Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” marca a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tivesse o visual cinematográfico apresentado no trailer, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), para assinar os dois primeiros episódios como se fossem um filme. Gravada em cenários naturais da África do Sul, a série também tem capítulos assinados pelo filho do diretor, Luke Scott (“Morgan: A Evolução”), e pelo brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. “Raised by Wolves” teve sua estreia marcada para 3 de setembro em streaming. Mas, infelizmente, a HBO Max ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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    Siren é cancelada após três temporadas

    5 de agosto de 2020 /

    A série “Siren”, sobre sereias marinhas em guerra contra a humanidade, chegou ao fim. O canal pago americano Freeform anunciou o cancelamento da produção, dois meses após o final da 3ª temporada. O cancelamento marca uma reversão completa para “Siren”, que estreou de forma avassaladora em 2018. A série foi um grande sucesso em suas duas primeiras temporadas, liderando a audiência de seu canal. Embora tenha perdido público, ainda permanecia como um dos destaques da programação, com 410 mil espectadores ao vivo e 0,11 ponto na demo – à frente, por exemplo, de “Motherland: Fort Salem”, que foi renovada. O Freeform não deu explicações sobre sua decisão. Embora o bem finalmente tenha triunfado sobre o mal no final da 3ª e agora última temporada, o episódio não encerrou completamente a história da sereia Ryn. O conflito acabou, mas o paradeiro do protagonista humano, Ben, ficou desconhecido depois dele ser visto pela última vez atraindo guerreiros tritões para salvar a filha de Ryn. De todo modo, não foi um final com muitos ganchos, trazendo conclusão para vários personagens. “Siren” era baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), redesenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passava em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Mas a chegada de uma garota misteriosa provou que este folclore tinha fundo verdadeiro. As sereias eram predadores ferozes, trazidas à tona pela pesca que ameaçava seu meio-ambiente. O elenco destacava Eline Powell, como Ryn, a sereia principal, além de Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (“Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (“Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (“Ghost Wars”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Etc

    Jason Momoa surpreende esposa ao restaurar primeiro carro que ela teve na vida

    5 de agosto de 2020 /

    O ator Jason Momoa fez uma grande surpresa para a mulher, a também atriz Lisa Bonet. Ele encomendou para uma equipe especializada a restauração de um Mustang 1965, o primeiro carro que ela teve na vida. Na terça-feira (4/8), Momoa publicou um vídeo – feito por sua produtora, On the Roam – , mostrando o processo de restauração e a surpresa de Bonet, e explicou por que o carro significava tanto para eles. “Este é um grande sonho virando realidade, porque este foi o primeiro carro da minha esposa”, disse Momoa no vídeo. “Sentar no banco de passageiro com minha esposa, surpreender ela e nossos bebês, para andar no primeiro carro de seus 17 anos, estou empolgado em ver o rosto dela”. Momoa cobriu os olhos de Bonet para a revelação. Quando ela foi autorizada a abri-los, ela ficou sem fôlego com a surpresa. Casados desde 2007, eles são pais de Lola Momoa, de 13 anos, e Nakoa-Wolf Momoa, de 11. Antes de casar com Momoa, Bonet foi esposa do cantor Lenny Kravitz. Atualmente, o ex e o atual marido são bons amigos, chegando a compartilhar fotos juntos no Instagram. Momoa também é considerado um “segundo pai” pela filha de Kravitz e Bonet, a também atriz Zoë Kravitz.

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  • Série

    Ren & Stimpy: Série animada clássica vai ganhar revival

    5 de agosto de 2020 /

    “Ren & Stimpy”, uma das primeiras séries animadas para adultos da TV, vai voltar a ser produzida, cerca de 25 anos após a exibição de seu último episódio. O canal pago Comedy Central anunciou a encomenda de uma versão “repaginada” da série cultuada, com uma nova equipe criativa a cargo de sua atualização. Mas não foram reveladas informações adicionais, como roteiristas, contagem de episódios e data de estréia. A série é uma produção do Nickelodeon Animation Studio, que faz parte do mesmo conglomerado do Comedy Central, a ViacomCBS. O revival de “Ren & Stimpy” segue a tendência de resgate de várias animações clássicas para adultos da companhia, que incluem os relançamentos de “Beavis & Butt-Head” e “Clone High” e a produção de “Jodie”, spin-off de “Daria” – séries originalmente exibidas na MTV, que integrarão uma nova programação do Comedy Central. “‘Ren & Stimpy’ se junta à nossa lista de animações adultas que está em rápida expansão, incluindo ‘South Park’, ‘Beavis e Butt-Head’ e ‘Clone High’, enquanto continuamos a reimaginar nosso amado baú de propriedades intelectuais para novas gerações”, disse o presidente do grupo de entretenimento juvenil da ViacomCBS, Chris McCarthy, em comunicado. O responsável pela criação de “Ren & Stimpy” é John Kricfalusi, animador polêmico que foi “cancelado” durante o auge do movimento #MeToo, após ser acusado por duas animadoras de assédio sexual em 2018. Instável e com uma namorada menor de idade, ele foi demitido pela Nickelodeon em 1992, ocasião em que também perdeu os direitos da atração. A série, que gira em torno das aventuras de Ren, um chihuahua temperamental, e seu companheiro estúpido Stimpy, foi lançada em 1991 como parte da campanha Nicktoons da Nickelodeon, que também revelou “Rugrats – Os Anjinhos” e “Doug”. Conforme a série se tornou um fenômeno da cultura pop, a Nickelodeon sofreu críticas por incluir conteúdo adulto e sem valor educativo em sua programação. Sob pressão de grupos conservadores, vários episódios da série foram editados para remover referências a religião, política e álcool. Mesmo assim, a atração original durou cinco temporadas, totalizando quase 100 episódios. Novidade na época de “Ren & Stimpy”, a animação adulta se consolidou no século 21 como um dos gêneros de maior crescimento na TV aberta, paga e em streaming, impulsionada por produções longevas como “Os Simpsons” (dois anos mais velha que “Ren & Stimpy”), “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e novidades como “Rick and Morty”, “BoJack Horseman”, “Big Mouth”, “Solar Opposites” e “Bob’s Burgers”, entre muitas outras. Relembre abaixo a insanidade da animação, numa cena com sua música mais famosa.

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  • Filme,  Música

    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

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  • Filme

    Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora

    5 de agosto de 2020 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.

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  • Filme

    Cineasta chinês Jia Zhang-ke fará cartaz da Mostra de São Paulo de 2020

    5 de agosto de 2020 /

    Os organizadores da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo estão otimistas e acreditam que irão realizar, de alguma forma, sua edição em 2020. O Twitter oficial do evento nunciou nesta quarta (5/8) os primeiros detalhes da programação, dizendo que o cineasta chinês Jia Zhang-ke (“Amor Até as Cinzas”) vai assinar a arte do pôster e estrear seu novo filme na Mostra. Trata-se do documentário “Nadando até o Mar Ficar Azul”, que explora a cidade natal do diretor, Fenyang, que tornou-se uma espécie de academia de cultura e referência para escritores da China. O filme foi exibido no Festival de Berlim deste ano. A Mostra está marcada para ocorrer entre os dias 22 de outubro e 4 de novembro. No entanto, o formato vai depender da evolução da pandemia do coronavírus. Afinal, os cinemas de São Paulo continuam fechados como prevenção contra a pandemia. Sessões em drive-in e uma edição totalmente virtual estão entre as possibilidades consideradas para materializar a Mostra em 2020, caso a pandemia mantenha a inviabilidade de aglomerações em locais fechados. NOVIDADE • O cineasta chinês Jia Zhangke vai assinar a arte do pôster da 44ª Mostra! Também vamos apresentar o filme mais recente do diretor, “Nadando até o Mar Ficar Azul”, documentário exibido no Festival de Berlim deste ano. pic.twitter.com/nQe7vVflC5 — Mostra SP (@MOSTRASP) August 5, 2020

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  • Série

    Diretor de Resident Evil desenvolve série baseada no terror Mutação

    5 de agosto de 2020 /

    A ViacomCBS, novos proprietários do catálogo clássico da Miramax, está determinada a transformar alguns títulos do antigo estúdio dos irmãos Weinstein em séries. Um dos projetos mais ambiciosos foi anunciado na terça (4/8): uma adaptação do terror biológico “Mutação” (Mimic), dirigido por Guillermo del Toro e estrelado por Mira Sorvino e Josh Brolin em 1997. A série será comandada por um cineasta conhecido, Paul WS Anderson, responsável pela franquia “Resident Evil”. Ele vai dirigir o potencial piloto e produzir o projeto com seu parceiro comercial de longa data, Jeremy Bolt. Já o roteiro está a cargo de Jim Danger Gray, produtor-roteirista de “Hannibal” e “Orange Is the New Black”, que também será o showrunner da atração. Baseado num conto de Donald A. Wollheim, o filme acompanhava a luta de cientistas em metrôs e subterrâneos contra uma infestação de insetos gigantes e geneticamente modificados, que após evoluir desenvolviam a capacidade de imitar suas presas humanas, tornando-se uma ameaça para a humanidade. A produção faz parte da estratégia de fortalecimento da grife Miramax TV, encabeçada por Marc Helwig, que assumiu a divisão televisiva do estúdio em maio. “A Miramax TV não poderia estar mais empolgada por se associar com Paul Anderson, Jeremy Bolt e Jim Danger Gray em ‘Mimic'”, disse Helwig em comunicado sobre o projeto. “Paul WS Anderson é um dos principais cineastas de sua geração no mundo da ficção científica, e estamos empolgados em trazer à vida uma nova e ousada versão deste título clássico na televisão que fará sua pele arrepiar, vai te assustar e também refletir esses tempos estranhos em que nos encontramos. Eu também não conseguiria pensar em um escritor melhor para dar vida a este mundo do que Jim Danger Gray, cujo trabalho admiro há muito tempo”, completou. “E sou fascinado pelo mundo dos insetos”, acrescentou Anderson. “Há muita força e organização nas criaturas minúsculas que existiram muito antes da humanidade e sobreviverão muito depois de nossa morte. É um mundo emocionante no qual estou entusiasmado em entrar, especialmente com grandes parceiros como Jim e a Miramax.” “‘Mimic’ explora, em sua superfície, a ideia de insetos assumindo o controle”, disse Gray. “O horror do corpo, a ansiedade de ‘um inseto’ vivendo dentro de nós, a morte da verdade, a negação da ciência e o aumento do egoismo estão no centro de nosso programa, ao examinar como a sociedade é devorada viva por uma invasão que revela suas maiores inseguranças e fracassos.” Além do filme de 1997, “Mutação” ganhou mais duas sequências lançadas diretamente em vídeo. Del Toro, que chegou a preparar uma nova versão, com edição diferente em 2011, não participou das continuações e também não está envolvido na série de TV. A transformação de filmes da Miramax em séries foi um dos motivos que levou a ViacomCBS a adquirir 49% do estúdio em dezembro passado. Não está claro se o projeto será produzido para alguns dos canais ou a plataforma da ViacomCBS (CBS All Access, Showtime, Paramount TV, The CW, etc) ou será oferecido ao mercado em busca das melhores ofertas de exibição. Relembre abaixo o trailer original de “Mutação”.

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  • Série

    Who’s the Boss? vai ganhar continuação com Tony Danza e Alyssa Milano

    4 de agosto de 2020 /

    Uma das séries de comédias mais populares dos anos 1980 vai ganhar continuação. Segundo o site Deadline, a Sony Pictures Television começou a desenvolver um revival de “Who’s the Boss?”, após fechar com Tony Danza e Alyssa Milano para reprisarem seus papéis icônicos na atração. Eles voltarão a viver Tony e Samantha Micelli, pai e filha que vão morar na casa de uma patroa rica onde Tony arranja trabalho como empregado doméstico. Considerada bastante progressiva para a época, a comédia lidava com uma inversão de papéis e de estereótipos de gênero, refletindo as mudanças de comportamento resultantes do sucesso profissional das mulheres de carreira executiva. Muito bem recebida pelo público, a atração foi um fenômeno de audiência, com uma média de 33 milhões de telespectadores ao vivo, e durou 8 temporadas na rede ABC, entre 1984 e 1992. Ao longo da série, o público também acompanhou o crescimento de Milano, que tinha 11 anos no primeiro episódio e 19 em seu encerramento. A premissa da continuação vai colocar a atriz no centro dos novos capítulos. Trinta anos depois do fim da série original, Samantha (Milano) é agora uma mãe solteira, que mora na mesma casa em que foi criada. Desta vez, em vez de explorar diferenças de gênero e classe, a série terá como tema as diferenças geracionais, além de visões de mundo opostas e contará com a dinâmica de uma família moderna nos anos 2020. Outros membros do elenco original, como Judith Light, a antiga patroa Angela, e Danny Pintauro, seu filho Jonathan, também devem aparecer como seus personagens no programa. Todos os atores da série se tornaram grandes amigos e permanecem em contato até hoje. A produção reflete o sucesso dos sitcoms clássicos, que tem rendido grandes audiências em streaming, e também a tendência de resgate de produções nostálgicas atualmente em voga, que atraem fãs antigos e novas gerações em suas versões repaginadas, como “One Day at a Time” e “Fuller House”. A sequência de “Who’s the Boss?” terá produção executiva do veterano Norman Lear, produtor original da atração – e criador de “One Day at a Time”, entre outros líderes de audiência do passado. Danza e Milano também servirão como produtores executivos. Como a Sony não tem a sua própria plataforma de streaming, o projeto será oferecido ao mercado, junto com um contrato de licenciamento dos 196 episódios da série original. Não deverão faltar ofertas.

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    O Diabo de Cada Dia: Filme com Tom Holland e Robert Pattinson ganha primeiras fotos

    4 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais de “O Diabo de Cada Dia” (The Devil All the Time, no original), novo filme que vai juntar Tom Holland (o Homem-Aranha) e Robert Pattinson (o Batman). Os dois já trabalharam juntos em “Z: A Cidade Perdida” (2016). O elenco estelar da produção também destaca Sebastian Stan (o Soldado Invernal), Mia Wasikowska (a Alice no País das Maravilhas), Bill Skarsgard (o Pennywise), Jason Clarke (o John Connor de “Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (a Amma de “Objetos Cortantes”) e Riley Keough (a Capable de “Mad Max: Estrada da Fúria”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (o Mysterio), que não deve aparecer na frente das câmeras. A direção está a cargo do semi-brasileiro Antonio Campos. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. “O Diabo de Cada Dia” é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, que foi lançado no Brasil pela DarkSide Books com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Holland vive Arvin Russell, personagem central, descrito como um garoto problemático que deve lidar com as demais pessoas sinistras da região e salvar quem ele mais ama. Já Pattinson interpretará um pastor com crise de fé, Preston Teagardin, enquanto Stan será um xerife corrupto. “O Diabo de Cada Dia” tem data de lançamento marcada para 16 de setembro em streaming.

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    Deborah Secco pegou covid-19 “destrutiva”, mas exames demoraram a confirmar

    4 de agosto de 2020 /

    A atriz Deborah Secco revelou ao jornalista Leo Dias nesta terça-feira (4/8) que ela e o marido Hugo Moura contraíram o novo coronavírus. Eles fizeram exames e receberam dois atestados negativos, mesmo sentido os sintomas, e só um mês depois de terem se curado passaram a dar positivo. “De fato, no primeiro exame, deu negativo, o meu e do Hugo. Mas era falso negativo. O segundo que fizemos, 15 dias depois, também foi negativo. Foi dar positivo 30 e poucos dias depois”, confirmou atriz à coluna de Leo Dias no site Metrópoles. Ela ainda destacou que, apesar dos resultados, desconfiava que estivesse contaminada, devido aos sintomas. E mesmo com os exames negativos, optaram por se isolar numa quarentena para proteger as outras pessoas de possível contaminação. “A gente sabia que tinha tido porque ficamos muito baqueados. Foi uma gripe muito destrutiva, muita dor no corpo, muita dor de cabeça. Por isso a gente se isolou”, contou. Deborah e o marido já superaram a doença e ela respira aliviada pela pronta recuperação.

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    Sr. Barriga revela porque Chavez saiu do ar

    4 de agosto de 2020 /

    Edgar Vivar, intérprete do Sr. Barriga em “Chaves”, revelou porque “Chavez” saiu do ar no último fim de semana em todo o mundo. Em entrevista a uma rádio mexicana no domingo (2/8), o ator de 71 anos afirmou que Roberto Bolaños, criador e intérprete de Chaves, estipulou que suas séries pertenceriam à empresa de televisão Televisa até julho de 2020. Após esta data, os direitos passariam a ser exclusivamente do comediante e de seus herdeiros. Mas a Televisa só aceitou continuar exibindo “Chaves” de graça. “Roberto Gómez Bolaños tinha apalavrado um contrato de usufruto dos personagens e de sua criação literária até 30 de julho deste ano, quase seis anos depois de sua morte. E não renovaram os direitos, a Televisa não quis pagar”, disse Vivar. Assim, o “cancelamento” mundial das reprises aconteceu após a suspensão dos direitos de exibição dos programas. A Televisa era responsável pelas negociações internacionais e os contratos perderam validade após ela deixar de possuir os programas. Em seu comunicado sobre o “cancelamento” das reprises, a Televisa mencionou apenas um “problema pendente” não divulgado. Graciela Gómez, filha de Bolaños, também se manifestou para reclamar da falta de consideração da maior emissora de TV hispânica com o legado de seu pai. “É uma pena que quem mais se beneficiou dos programas de ‘Chaves’ afirme hoje que não valem mais nada”. Após a morte de Bolaños, a revista Forbes estimou que “Chaves” tinha rendido cerca de US$ 1,7 bilhão para a Televisiva até 2014. Diante disso, a situação deve mudar com novas negociações com outros interessados na série. “Embora estejamos tristes pela decisão, minha família e eu esperamos que ‘Chaves’ esteja em breve nas telas do mundo. Continuaremos insistindo e estou certo de que conseguiremos”, escreveu outro herdeiro de Bolaños, Roberto Gómez Ferán, em sua conta do Twitter.

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    Dona Florinda reclama do fim das reprises de Chaves

    4 de agosto de 2020 /

    Dona Florinda está brava por conta do sumiço de Chaves. A atriz Florinda Meza, viúva de Roberto Bolaños, criador e intérprete de Chaves, pronunciou-se no Twitter contra a decisão que tirou a série do ar em toda a América Latina. Para ela, o fim da transmissão no SBT, além de outros canais e streamings em diversos países foi uma “agressão” aos milhões de fãs de “Chaves” e disse que, apesar de ser viúva de Bolaños, não foi envolvida na decisão. “Embora eu não tenha nada a ver com isso porque inexplicavelmente não fui convocado para as negociações, acho que agora, quando o mundo precisar de mais diversão, isso é uma agressão às pessoas”, escreveu a atriz. “Além disso, isso vai contra seus próprios interesses comerciais, porque neste momento queremos ver tudo o que nos lembra um mundo melhor”, continuou, afirmando que a iniciativa desrespeita o legado de Roberto Bolaños. “Esse ato incompreensível chuta sua memória e o que ele mais respeitava: o público”, concluiu. Originalmente produzida nos anos 1970, “Chaves” continuava a ser um fenômeno de audiência graças à reprises que pareciam intermináveis, mas que acabaram no sábado passado, 1º de agosto. O “cancelamento” mundial das reprises aconteceu após a suspensão dos direitos de exibição dos programas, que, segundo a Televisa, decorreu de um “problema pendente” não divulgado. Segundo a imprensa mexicana, o que ocorreu foi que os filhos do ator e o canal Televisa não chegaram a um acordo sobre os pagamentos pela transmissão da série. Após a morte de Bolaños, a revista Forbes estimou que “Chaves” tinha rendido cerca de US$ 1,7 bilhão para a Televisiva até 2014. Este sucesso, porém, rendeu uma disputa com os herdeiros, que culminou na saída da série do ar. Edgar Vivar, intérprete do Sr. Barriga em “Chaves”, deu mais detalhes sobre o que realmente aconteceu, em entrevista a uma rádio mexicana no domingo (2/8). O ator de 71 anos afirmou que Bolaños estipulou que suas séries pertenceriam à empresa de televisão até julho de 2020. Após esta data, os direitos passariam a ser exclusivamente do comediante e de seus herdeiros. Mas a Televisa só aceitou continuar exibindo “Chaves” de graça. “Roberto Gómez Bolaños tinha apalavrado um contrato de usufruto dos personagens e de sua criação literária até 30 de julho deste ano, quase seis anos depois de sua morte. E não renovaram os direitos, a Televisa não quis pagar”, disse Vivar. Em comunicado, o SBT disse lamentar a decisão. ¿Qué opino de que se deje de transmitir el programa Chespirito? Aunque no tengo nada que ver porque inexplicablemente no he sido convocada a las negociaciones, creo que justo ahora, cuando el mundo más necesita diversión, hacer eso es una agresión hacia la gente. pic.twitter.com/DDwaXvJQVI — Florinda Meza (@FlorindaMezaCH) August 2, 2020

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