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    Novo filme de Woody Allen vai abrir o Festival de San Sebastián

    25 de junho de 2020 /

    O novo filme de Woody Allen, “Rifkin’s Festival”, vai abrir o Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, em 18 de setembro. Produzido pela espanhola Mediapro Studio, o filme foi rodado no verão de 2019 e tem como cenário justamente San Sebastián e outras localidades próximas. A trama gira em torno de um casal americano que comparece ao Festival de San Sebastián e se apaixona pela cidade. Escrito e dirigido por Woody Allen, “Rifkin’s Festival” tem no elenco os espanhóis Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Sergi López (“O Labirinto do Fauno”), o francês Louis Garrel (“O Oficial e o Espião”), a americana Gina Gershon (“Riverdale”) e o austríaco Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”). O filme será exibido fora da mostra competitiva do festival, que acontecerá até o dia 26 de setembro. O evento de San Sebastián também projetará em sua competição uma seleção de filmes do Festival de Cannes, que foi adiado devido ao coronavírus. Com a reabertura lenta das atividades e o fim da quarentena na Europa, a organização do evento segue adiante com os preparativos. Esta será a segunda vez que Allen será responsável por inaugurar o Festival de San Sebastián, depois de abrir a edição de 2004 com o longa-metragem “Melinda e Melinda”. Naquele ano, ele recebeu o prêmio Donostia em reconhecimento por sua carreira. A estreia também será o primeiro lançamento do cineasta após ter sua carreira interrompida por campanhas negativas que tentam “cancelá-lo” devido a alegações que o perseguem desde os anos 1990 – e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo. O diretor de 84 anos é acusado pela ex-mulher Mia Farrow e também por sua filha Dylan de ter abusado sexualmente da menina quanto ela tinha sete anos de idade. São denúncias fortes, que já foram investigadas e constaram o oposto do que a opinião pública acredita. O caso foi investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que Dylan não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que a menina tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, motivada por ódio de Woody Allen. O cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva de Mia, Soon-Yi Previn. Casados até hoje, os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor, jamais reclamaram do comportamento de Allen. Apesar disso, o dano a sua reputação causado pelo resgate da denúncia pelo #MeToo fez com que seu filme anterior, “Um Dia de Chuva em Nova York”), não fosse exibido nos Estados Unidos. O longa-metragem foi lançado em vários países europeus, assim como na Argentina e Brasil. Nos últimos dois anos, o cineasta também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele. Ele ainda teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes. E enfrentou uma campanha do próprio filho, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Com o anúncio do Festival de San Sebastián, é possível imaginar que Ronan, Dylan ou Mia coordenem novo ataque contra o diretor nas redes sociais.

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    Matrix 4 retoma as filmagens em Berlim

    25 de junho de 2020 /

    As filmagens de “Matrix 4” já começaram em Berlim, com direção de Lana Wachwoski. Os trabalhos foram retomados nesta semana após a paralisação por conta do coronavírus e imagens do set (fotos e vídeos) já começaram a circular nas redes sociais. As imagens revelam as participações de Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss e Neil Patrick Harris nas ruas da capital alemã. O personagem de Harris, ator das séries “How I Met Your Mother” e “Lemony Snicket: Desventuras em Série”, é novidade na franquia e ainda não teve seu nome – ou função – revelado. Além deles, Tiger Chen (“O Homem do Tai Chi”), que atuou como dublê nos dois últimos filmes da franquia, compartilhou uma foto em seu Instagram treinando com Keanu e Carrie-Anne. Veja abaixo. Outras novidades confirmadas no elenco incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. “Matrix 4” foi última das grandes produções da Warner a suspender suas filmagens, em meio à pandemia de coronavírus, o que só aconteceu em 16 de março, quando tinha recém-começado sua etapa em Berlim. A equipe tinha viajado para continuar a filmagem na Europa, após finalizar a primeira parte da produção em São Francisco, nos EUA. Apesar da retomada das produções, o filme, que estrearia em maio de 2021, teve seu lançamento adiado para 2022. Ver essa foto no Instagram Never rest Uma publicação compartilhada por Tiger chen (@tigerchenhu) em 13 de Jun, 2020 às 2:16 PDT New photos by the sun #keanureeves #alexandragrant #matrix4 https://t.co/Gxvp3Su1k9 pic.twitter.com/7NpuXVmXyS — Keanu Reeves TheClub (@Keanu_TheClub) June 24, 2020 Very good news for 'The Matrix 4'! #KeanuReeves, #CarrieAnneMoss, #NeilPatrickHarris (& probably more of the cast) have landed in #Germany!Filming should resume soon…More 📷👇https://t.co/berVwQI5vV&https://t.co/rtP9MyHjL9#matrix4 #TheMatrix4 #projecticecream #Berlin pic.twitter.com/wXaeuXno6B — Keanu Planet (@keanuplanet) June 24, 2020 Credit to @nicholasmirland11 : Neo and Trinity. On set for the #matrix #matrix4 #keanureeves #carrieannemoss #onset Trinty smiles at me💚#keanureeves #woah pic.twitter.com/NWOK6UZEjc — Janja Poklukar (@PoklukarJanja) June 23, 2020

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  • Filme

    Millie Bobby Brown vira irmã de Sherlock Holmes nas primeiras fotos de Enola Holmes

    25 de junho de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, que traz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) como a irmã adolescente do famoso detetive. Ela é o principal destaque das fotos, que também incluem seus irmãos mais conhecidos: Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock e Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes. O elenco ainda destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). Apesar de a divulgação já ter começado, a estreia só vai acontecer em setembro, segundo informou a própria Netflix.

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  • Etc

    Reunião do Fundo Setorial do Audiovisual ignora Fundo Setorial do Audiovisual

    24 de junho de 2020 /

    O comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) realizou nesta quarta (24/6), por videoconferência, sua segunda reunião do ano – a quarta desde a eleição de Jair Bolsonaro e apenas a segunda com membros suficientes. A falta de reuniões, ocasionada pela alta rotatividade da pasta da Cultura, paralisa o fomento do setor desde 2018, caracterizando a política de destruição cultural em vigor. Como esperado, de acordo com o padrão, a protelada reunião do comitê do fundo tratou de vários assuntos, menos do fundo. Participaram do encontro virtual o ministro do Turismo (ao qual a Secretaria Especial de Cultura é vinculada) Marcelo Álvaro Antônio, o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Alex Braga, e o quinto secretário especial de Cultura do governo Bolsonaro, o recém-empossado Mario Frias, além de representantes do setor. Na pauta, entraram temas já tocados pela Ancine, como a suspensão de prazos diante da pandemia (prestação de contas, entrega e exibição de filmes etc.), a suspensão da obrigatoriedade da primeira janela no cinema, um programa de apoio ao pequeno exibidor, a suspensão temporária de dívidas de exibidores junto ao BNDES pelo programa Cinema Perto de Você e a definição de linhas de crédito para o setor. Neste último ponto, foi aprovada a polêmica proposta da Ancine de oferecer linhas de crédito do BNDES, de R$ 250 milhões no total, e do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), de R$ 150 milhões, para o setor audiovisual. As linhas teriam prazo total de oito anos, com 24 meses de carência, e seriam voltadas à folha de pagamento, fornecedores e demais despesas operacionais para a manutenção da atividade fim das empresas. Trata-se de empréstimo bancário, que poderia ser complemento para uma ampla política cultural. Entretanto, parece ser tratado como a única verba vislumbrada pela Ancine – e por extensão o comitê – para o setor. Empréstimo bancário não tem nenhuma relação com a finalidade do fundo. O dinheiro do FSA não é para ser emprestado a juros. Ele já foi cobrado do setor, via taxas, e deve ser reinvestido como fomento. Portanto, a pauta não tocou na superfície, muito menos no que deveria estar no fundo. Em dezembro passado, ficou estabelecido que a reunião seguinte definiria a política de editais para encaminhar um montante de R$ 703,7 milhões do FSA, resultado da cobrança do Condecine e taxas de 2018, aprovado para ser utilizado dentro do Plano Anual de Investimentos (PAI) de 2019 – isto é, dinheiro que deveria ter sido liberado no ano passado mesmo. Mas isto não entrou em discussão na tal reunião seguinte, que aconteceu em fevereiro. Nem no encontro virtual desta quarta. Há poucas semanas, a Ancine deu a entender que esse dinheiro, sob sua responsabilidade, tinha sumido. “Mesmo se consideradas as disponibilidades financeiras para 2019 e 2020, o valor seria insuficiente para a contratação do total de investimentos em projetos anunciados [em 2018], restando ainda um saldo negativo de R$ 3,6 milhões”, disse um comunicado da agência, após sondagem do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o FSA. O déficit inexplicado fez com que produtores selecionados em editais de 2018, que não receberam a verba acordada, entrassem com liminares contra a Ancine para a liberação dos pagamentos. Enfim, segundo relato do roteirista Paulo Cursino, que integra o comitê como representante da sociedade civil, foram apenas duas horas de reunião. Ele disse ao jornal O Globo que uma nova reunião “deve” ser marcada para breve, para tratar do FSA. “Para duas horas de reunião, conseguimos avançar bastante”, ele disse. “Como a pauta era muito extensa, focamos no que era prioridade para o setor neste momento, para apagar o incêndio causado pela pandemia. São definições que vão trazer um alívio geral para produtores e exibidores. Devemos ter uma nova reunião em breve, em que poderemos tratar de outros temas urgentes, como a análise dos números do FSA de 2018 a 2019”, completou. Está prevista, portanto, uma nova reunião do comitê para o fim do mês de julho. Novamente, com a pauta do FSA. O detalhe é que estas reuniões de meados de 2020 são relativas à verbas que deveriam ter fomentado o audiovisual no ano passado. Vale lembrar que a reunião anterior, de fevereiro, aconteceu apenas para discutir um edital de 2018! E porque ele foi alvo de ação na Justiça, após ter sido suspenso pelo governo. Era o famoso edital com produções LGBTQIA+ que Bolsonaro disse ter mandado “pro saco”. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, ele comemorou, numa live, falando que o edital era “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” O dinheiro pode ter sido realmente jogado fora. Não se sabe onde. Nem parece haver muita pressa para se descobrir. O próprio TCU emitiu um parecer técnico nesta quarta, no âmbito do processo que investiga irregularidades no FSA em 2019 e 2020, sugerindo que o valor não utilizado do fundo permaneça com o Tesouro Nacional. Isto é, no buraco negro – literalmente sem fundo. O parecer ignora o pedido de medida cautelar de seis entidades do audiovisual para que fosse suspenso “o retorno ao Tesouro Nacional de valores provenientes dos rendimentos de aplicações financeiras dos recursos do FSA” ou, se já tiverem sido devolvidos “determinar seu retorno ao FSA, com a manutenção de sua destinação legal, isto é, para o fomento de projetos audiovisuais”. Porque esse dinheiro não aparece nunca.

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  • Filme

    Diretor de Top Gun: Maverick negocia filmar remake de Twister

    24 de junho de 2020 /

    O filme de catástrofe “Twister”, sucesso dos anos 1990, vai ganhar remake. Segundo a revista Variety, a Universal Pictures abriu negociações com o diretor Joseph Kosinski (“Oblivion”) para dirigir a nova versão do longa protagonizado por Helen Hunt e Bill Paxton. Fontes ligadas ao estúdio afirmaram para a revista que o estúdio tem se reunido com roteiristas para tratar do projeto, que será novamente produzido por Frank Marshall. Ainda não se sabe se o filme será um remake do longa original ou se, de alguma forma, continuará a história de 1996. Em “Twister”, Hunt e Paxton interpretam dois “caçadores de tempestades” (e também um ex-casal) que se juntam para perseguir tornados — a intenção é implementar um sistema avançado de alerta climático, que só funciona se colocado no caminho de uma dessas tempestades devastadoras. Paxton já não pode mais viver o personagem do filme, pois morreu em 2017. Vale destacar ainda que “Twister” foi dirigido pelo holandês Jan de Bont logo depois do blockbuster “Velocidade Máxima” (1994), produzido por Steven Spielberg e escrito pelo célebre autor de best-sellers Michael Crichton, que teve vários sucessos literários levados para as telas, entre eles “Jurassic Park” e “Westworld”. Kosinski tem experiência com longas de grande orçamento e já resgatou duas franquias clássicas, assinando as continuações “Tron: O Legado” (2010) e “Top Gun: Maverick”, esta com previsão de estreia para dezembro. Veja abaixo o trailer do “Twister” original. O filme está disponível para locação digital em vários sites.

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  • Filme

    Invasão Zumbi 2 ganha fotos e trailer legendado

    24 de junho de 2020 /

    “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, ganhou fotos oficiais e um novo trailer legendado da Paris Filmes. A prévia é insana, com tensão do começo ao fim, ao mostrar a extensão do apocalipse zumbi. A trama se passa quatro anos após o começo da pandemia da ficção e mostra o mundo destruído por hordas vorazes de mortos-vivos, que levaram a humanidade praticamente à extinção. O vídeo também destaca os novos protagonistas, o ex-soldado Jung-Seok (Gang Dong-Won, de “Golden Slumber”), que lidera uma missão na terra infestada por zumbis e acaba encontrando sobreviventes, entre eles a corajosa Min Jung (Lee Jung-hyun, de “Gunhamdo”), além de um grupo de sádicos ensandecidos. Novamente dirigido por Yeon Sang-ho, o filme integra uma trilogia sobre o surto zumbi na Coreia do Sul. Entre os dois “Invasão Zumbi”, Sang-ho também assinou o longa animado “Seul Station” (2016), cuja trama acontece em paralelo aos eventos do primeiro filme. A estreia internacional deveria acontecer em agosto, mas está sendo remarcada devido à pandemia de coronavírus. A nova data prevista para o Brasil é 12 de novembro.

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  • Série

    #BlackAF: Primeira criação de Kenya Barris na Netflix é renovada para 2ª temporada

    24 de junho de 2020 /

    A Netflix renovou “#BlackAF”, primeira série de Kenya Barris (criador de “Black-ish” e seus derivados) na plataforma, lançada em abril passado. A série acompanha uma versão fictícia de Barris, que ao lado da esposa Joya (personagem vivida por Rashida Jones, de “Parks & Recreation”) tenta ensinar lições relevantes para os filhos, enquanto é constantemente questionado sobre sua negritude, já que tem uma vida de branco rico e famoso. Além de Barris e Jones, a série conta com participações especiais de celebridades negras dos EUA, como os cineastas Tim Story e Ava DuVernay, o produtor Will Packer e os atores Tyler Perry, Issa Rae, Lena Waithe e Mike Epps, interpretando a si mesmos. Já os seis “filhos” do roteirista são interpretados por Genneya Walton, Iman Benson, Scarlet Spencer, Justin Claiborne, Ravi Cabot-Conyers e Richard Gardenhire Jr. Pouco promovida, a série não deu o que falar. E a crítica achou medíocre, com apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ainda não há previsão para o lançamento da 2ª temporada. Veja abaixo o trailer do primeiro ano da produção.

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    Cineasta de Shazam! vai voltar a dirigir filme de terror

    24 de junho de 2020 /

    Diretor de “Shazam!”, David F. Sandberg vai voltar ao terror que marcou o começo de sua carreira com “The Culling”. Sandberg se projetou como diretor em 2013, quando seu curta de terror “Luzes Apagadas” viralizou na internet. Ele ampliou a história do curta em “Quando As Luzes Se Apagam” (2016) e estourou com outro terror, “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017), antes de ser escolhido pela Warner para comandar “Shazam!”. Seu próximo filme mostrará um padre isolado em uma cabana, no meio de uma floresta, para enfrentar um demônio que persegue sua família há anos. A história foi escrita por Stephen Herman, um curta-metragista que assina seu primeiro roteiro de longa-metragem.m Além de dirigir, Sandberg também produzirá o longa ao lado da esposa, a atriz Lotta Losten (“Quando as Luzes se Apagam”). Por conta da pandemia de covid-19, “The Culling” não tem cronograma de produção nem previsão para chegar aos cinemas.

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    Apocalypse Now: Final Cut terá estreia digital no Belas Artes à La Carte

    24 de junho de 2020 /

    A plataforma de streaming do Cine Belas Artes, o Belas Artes à La Carte, vai lançar a “versão definitiva” de um dos filmes mais reverenciados da história do cinema. “Apocalypse Now: Final Cut” é a terceira versão oficial do clássico de guerra de Francis Ford Coppola, remontada pelo próprio diretor. Como Coppola explica no trailer (abaixo), é uma versão maior que a exibida nos cinemas em 1979 e menor que a disponibilizada em DVD (“Apocalypse Now: Redux”). Tem 3h02 de duração e conta com imagem e som remasterizados. A produção foi exibida pela primeira vez no Festival de Tribeca, em Nova York, em abril de 2018. A estreia no Brasil aconteceu há uma semana, na inauguração do Belas Artes Drive-In, com seus ingressos esgotados em menos de 24 horas. Além da nova versão, o Belas Artes à La Carte disponibilizará também os documentários “Apocalipse de um Cineasta” (premiado no Emmy) e “Dutch Angle: Fotografando Apocalypse Now”, sobre os tumultuados bastidores da produção. A locação será oferecida num pacote com “Apocalypse Now” e os documentários, ao preço de R$ 19,90, a partir de 1 de julho na plataforma do Belas Artes. Veja o trailer legendado da nova versão do clássico:

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio vai produzir filme baseado no documentário Virunga

    24 de junho de 2020 /

    O documentário “Virunga”, sobre o trabalho de um grupo de voluntários que tenta salvar os últimos gorilas do Congo da extinção, em meio à guerra civil, será dramatizada num filme da Netflix. A adaptação será produzida pelo astro Leonardo DiCaprio, produtor do documentário original, e dirigida por Barry Jenkins, do filme vencedor do Oscar “Moonlight”. Distribuído mundialmente pela Netflix, “Virunga” disputou o Oscar de Melhor Documentário e atingiu uma rara unanimidade positiva entre a crítica, com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por enquanto, não há qualquer informação sobre elenco ou previsão de estreia da dramatização da história real. Veja o trailer do documentário abaixo.

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    Espólio do autor de Sherlock Holmes processa a Netflix

    24 de junho de 2020 /

    Os representantes do espólio do escritor Arthur Conan Doyle estão processando a Netflix por um filme que não se baseia em nenhum livro do autor vitoriano. Trata-se da adaptação do moderno livro “Os Mistérios de Enola Holmes”, escrito pela norte-americana Nancy Springer, que introduz Enola, a irmã de 14 anos de Sherlock Holmes – este sim, concebido por Doyle. O filme traz Millie Bobby Brown no papel de Enola e Henry Cavill como Sherlock. E por conta disso os representantes do espólio entraram com um processo por infração dos direitos autorais e marcas registradas do autor. Curiosamente, os livros de Nancy Springer nunca mereceram ação na Justiça – já foram lançados seis volumes de “mistérios” de Enola Holmes. Boa parte da obra de Doyle, que morreu em 1930, já entrou em domínio público. E seus últimos livros também perderão proteção autoral em breve, o que tem feito o espólio abrir vários processos, antes que não possa mais. O problema é que, em 2014, diversos casos ligados ao espólio de Doyle foram retirados dos tribunais, após sofrerem derrotas consecutivas na Justiça dos Estados Unidos. Mas, em 2015, a Miramax aceitou negociar os direitos por “Sr. Sherlock Holmes”, apesar de o filme versar sobre a velhice do personagem, nunca retratada nos livros. Tendo em vista essa brecha, em sua nova investida os advogados do espólio tentam demonstrar que “traços emocionais do personagem” não são domínio público. “Depois das histórias de domínio público e antes das com direitos autorais, aconteceu a 1ª Guerra Mundial. Nela, Doyle perdeu seu filho e seu irmão. Quando ele volta a Holmes, nas histórias com direitos autorais de 1923 a 1927, já não era suficiente que o personagem fosse só brilhantemente racional e com uma mente analítica. Holmes precisava ser humano. O personagem precisou de um desenvolvimento humano de conexão e empatia”, diz o argumento dos detentores do espólio para cobrar dinheiro da Netflix. Um detalhe do processo chama atenção. O documento cita que o filme estreia no mês de agosto, mas a Netflix ainda não divulgou a data de lançamento. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme. Na trama, Enola busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft (Sam Claflin) e Sherlock (Henry Cavill), para investigar o desaparecimento de sua mãe (Helena Bonham Carter) em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”).

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    Mais de 300 artistas assinam manifesto para Hollywood abandonar visão policial das pessoas negras

    24 de junho de 2020 /

    Mais de 300 artistas, executivos e ativistas negros assinaram uma carta aberta aos grandes estúdios de Hollywood pedindo que eles quebrem parcerias de longa data com departamentos de polícia pelos EUA, abandonem a visão policial preconceituosa sobre as pessoas negras no cinema e invistam dinheiro em conteúdos antirracistas. Publicada no site da revista Variety, a carta é uma reação aos protestos que se seguiram ao assassinato de George Floyd por policiais brancos, que deram maior visibilidade ao já antigo movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural – manifestado especialmente na violência da polícia americana contra negros. O manifesto pede à indústria do entretenimento que se afaste da polícia, mude a perspectiva das histórias brancas sobre a aplicação da lei e valorize talentos, histórias, carreiras e salários negros. Também chama atenção da indústria do entretenimento por seu encorajamento à “epidemia de violência policial e cultura de anti-negritude”, através de inúmeros filmes e séries com foco na perspectiva da polícia. “A maneira como Hollywood e a grande mídia contribuíram para a criminalização do povo negro, a deturpação do sistema legal e a glorificação da corrupção e violência policial tiveram consequências terríveis na vida dos negros”, diz o documento. O ator Kendrick Sampson (de “Insecure”), que foi ferido por policiais em uma manifestação recente, e a atriz Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) ajudaram o movimento Black Lives Matter a elaborar o texto, que foi assinado pela maioria dos astros do filme “Pantera Negra”, como Michael B. Jordan, Chadwick Boseman, Angela Bassett e Danai Gurira, além de Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Cynthia Erivo (“Harriet”), Issa Rae (“Insecure”), Billy Porter (“Pose”), Idris Elba (“A Torre Negra”), David Oyelowo (“Selma”), Sterling K. Brown (“This Is Us”) e Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”).

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    The Handmaid’s Tale: 4ª temporada ganha primeiro teaser

    24 de junho de 2020 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Apesar de longo (1m30), o vídeo recicla muitas cenas das temporadas passadas. O tom, porém, é novo, acirrando e antecipando o confronto entre as forças da resistência, agora comandadas por June (Elizabeth Moss), e o sistema opressor de Gilead, governo machista-homofóbico-religioso que materializa uma visão de mundo da extrema direita atual. “Estamos apenas começando”, avisa June. O vídeo também confirma que a 4ª temporada será lançada apenas em 2021. A produção dos novos episódios tinha sido iniciada em março, mas em seguida foi paralisada, devido ao avanço da pandemia de coronavírus. Além disso, depois de três temporadas com 13 episódios, a nova fase foi reduzida para 10 capítulos.

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