Veja o trailer e a abertura do novo filme da série Psych
A plataforma Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o trailer e um vídeo com os primeiros minutos do novo telefilme de “Psych”. Escrito, dirigido e produzido pelo criador da série, Steve Franks, “Psych 2: Lassie Come Home” destaca uma tentativa de assassinato do detetive Carlton Lassiter (Timothy Omundson), que começa a ver acontecimentos impossíveis durante sua recuperação. Cabe, logicamente, ao falso vidente favorito da polícia de Santa Barbara e seu fiel assistente e parceiro em duetos vocais resolverem o mistério. Mas para isso, Shawn Spencer (James Roday) e Burton “Gus” Guster (Dulé Hill) precisarão transitar por aspectos pessoais, profissionais e possivelmente sobrenaturais da vida de Lassie, com direito à participação especial de Joel McHale (“Community”) como o pai do detetive em flashbacks e/ou alucinações. A produção é uma continuação do primeiro filme de 2017, que por sua vez foi uma sequência da série, que acabou em 2014 após oito temporadas, e volta a reunir todo o elenco original. Além dos citados, também voltam os atores Maggie Lawson (Juliet O’Hara), Kirsten Nelson (Karen Vick), Corbin Bernsen (Henry Spencer) e Sage Brocklebank (Buzz McNab), com direito a participações especiais de Jimmi Simpson (como o psicólogo da polícia Mary Lightly), Kurt Fuller (o legista Woody Strode) e Christopher Heyerdahl (que foi o vilão do piloto da série). Já as novidades incluem Sarah Chalke (“Scrubs”), Richard Schiff (“The Good Doctor”) e Allison Miller (“Terra Nova”). “Psych 2: Lassie Come Home” vai estrear em 15 de julho, junto com a inauguração oficial da Peacock nos EUA. Ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
The Capture: Thriller britânico com 95% no Rotten Tomatoes ganha trailer para o streaming
A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer da série “The Capture”, thriller britânico que conquistou elogios rasgados da crítica. A atração foi exibida no ano passado pelo canal BBC One no Reino Unido, ocasião em que atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Teve repercussão tão positiva que vai chegar aos EUA após ter sua 2ª temporada confirmada – que será transmitida simultaneamente pela Peacock no ano que vem. Criada, escrita e dirigida por Ben Chanan (“The Missing”), a série traz Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) como a detetive policial Rachel Carey, designada para um caso corriqueiro de assassinato envolvendo um oficial condecorado das forças especiais do Reino Unido, supostamente flagrado cometendo o crime pelo serviço de câmeras públicas de Londres. Mas o oficial (vivido por Callum Turner, de “Emma.”) jura inocência e se dedica a limpar seu nome, fazendo a detetive questionar se as imagens podem ter sido manipuladas para esconder o verdadeiro assassino, alguém bastante poderoso. O elenco da 1ª temporada ainda inclui Laura Haddock (“Da Vinci’s Demons”), Ben Miles (“The Crown”), Lia Williams (também de “The Crown”), Paul Ritter (“Belgravia”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Ron Perlman (“Sons of Anarchy”). Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast (provedora de internet e TV que é dona da NBCUniversal), a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
Veja o trailer de Intelligence, que marca a volta de David Schwimmer às séries de comédia
A plataforma Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer de “Intelligence”, que marca a volta de David Schwimmer (o Ross de “Friends”) às séries de comédia. Numa guinada na carreira, após o fim de “Friends” ele tinha optado por fazer papéis dramáticos, além de ter virado diretor. Agora, Schwimmer interpreta um agente americano da NSA sedento por poder, que é realocado para o Reino Unido, onde sua ineficiência se revela a principal arma para combater o combate ao terrorismo. A série foi criada pelo ator Nick Mohammed (“Perdido em Marte”), que também atua na produção, e já teve a 1ª temporada exibida no Reino Unido pelo canal pago Sky – adquirido em 2018 pela Comcast, provedora de internet e TV paga dos EUA, que é a dona da NBCUniversal. Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast, a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
Séries animadas da nova plataforma Peacock ganham trailers
A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou os trailers de três atrações animadas. Duas das séries são baseadas em publicações infantis famosas, mas apenas a terceira é inédita. Adaptação dos livros ilustrados de “Onde Está Wally”, criados pelo ilustrador Martin Handford em 1987, “Where’s Waldo” (por algum motivo, o britânico Wally é chamado de Waldo nos EUA) é uma produção da DreamWorks Animation que teve a 1ª temporada exibida no canal pago americano Universal Kids no ano passado. “Curious George”, que adapta as histórias do macaco curioso criado pelo casal judeu alemão Hans Augusto e Margret Rey após sua fuga para a França no final dos anos 1930, é, na verdade, uma produção da Universal Animation Studios de 2006 e foi exibida no canal educativo americano PBS ao longo de nove temporadas – até 2015. Por fim, “Cleopatra in Space”, em que a princesa adolescente do Egito viaja ao futuro e se junta à luta para salvar a galáxia, adapta os quadrinhos homônimos de Mike Maihac e também foi produzida pela DreamWorks, mas com exclusividade para a Peacock nos EUA. Vale destacar que a voz de Cleopatra é dublada pela atriz Lilimar, estrela das séries do Nickelodeon “Bella e os Bulldogs” (2015-2016) e “Esquadrão de Cavaleiros” (2018-2019). As séries foram disponibilizadas em abril, durante um test drive da plataforma, oferecida de forma gratuita e com anúncios para os assinantes da Comcast – empresa provedora de internet e TV paga dos EUA, que é a dona da NBCUniversal. Mas a inauguração oficial da Peacock está marcada apenas para 15 de julho. Entretanto, ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
Soul: Nova animação da Pixar exalta a paixão pela música em trailer legendado
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Soul”, próxima animação da Pixar. E, curiosamente, a prévia se concentra no prólogo da história. Embalada pela canção “Parting Ways”, de Cody ChesnuTT, a prévia acompanha Joe Gardner, professor de música do Ensino Médio e entusiasta de jazz, dublado em inglês por Jamie Foxx. O vídeo destaca a paixão do personagem pela música, levando-o a fazer considerações sobre como ela ajuda a vida a começar. A ironia é que o filme mostra a seguir a aparente morte do protagonista, instantes após finalmente conseguir o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. E, ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. O elenco de dubladores originais ainda inclui Tina Frey (“Irmãs”), Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”). Escrito e dirigido por Pete Docter (“Divertida Mente”) e Kemp Powers (roteirista de Star Trek: Discovery), “Soul” tem estreia marcada para 20 de novembro nos EUA.
Novo clipe do grupo de K-pop Blackpink bate recorde de visualizações em 24 horas no YouTube
“How You Like That”, o novo clipe do fenômeno K-pop Blackpink, estourou a audiência do YouTube, estabelecendo um novo recorde de visualizações para vídeo mais assistido no portal em 24 horas. O clipe de andamento, coreografia, cenografia e figurinos mutantes foi visto nada mais nada menos que 82 milhões de vezes entre sexta (26/6) e sábado (27/6). O número excessivo superou o 2ª colocado em 7 milhões de visualizações. E o detalhe: o agora vice-líder também é um clipe de K-pop, “Boy with Luv”, lançado em abril passado pela boy band BTS. Está rolando uma briga particular e acirrada entre o principal grupo vocal feminino e o masculino do pop sul-coreano, já que “Boy with Luv” tinha superado o recorde anterior de “Kill This Love” (56,7 milhões de views) das próprias Blackpink. Detalhe: 7 dos 10 vídeos mais vistos em 24 horas no YouTube são agora lançamentos de K-pop – a lista também inclui vídeos da girl group Twice. “How You Like That”? Muito, aparentemente. Confira abaixo o novo recordista do YouTube.
Black Is King: Trailer revela novo álbum visual de Beyoncé
Uma semana depois de revelar seu novo single “Black Parade”, Beyoncé aprontou mais uma surpresa. Ela vai lançar um filme na plataforma Disney+ (Disney Plus). Intitulado “Black Is King”, a produção ganhou um trailer que já movimentou as redes sociais. O projeto é uma coleção de clipes como “Lemonade”, o “álbum visual” exibido na HBO. As imagens do trailer de pouco mais de um minuto mostram um conceito que combina ancestralidade africana e ficção científica, com muitas cores e situações misteriosas, além de coreografias e um esboço de narrativa sobre um reino místico. O lançamento está marcado para 31 de julho, cerca de um ano depois da estreia de “O Rei Leão”, que aproximou a cantora da Disney. A data não é casual. O filme está em produção há um ano. E, em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informam que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. Tem mais. “‘Black Is King’ é uma afirmação de grande realização, com visuais exuberantes que celebram a resiliência e a cultura negra. O filme destaca a beleza da tradição e a excelência negra”. A produção é baseado nas músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros.
Wynonna Earp: Trailer anuncia data de estreia da 4ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da 4ª temporada da série “Wynonna Earp”, que retorna após hiato de dois anos em sua produção, ocasionados por problemas financeiros da produtora Seven24 Films. A demora foi tanta que o vídeo chama atenção para as manifestações dos fãs, ansiosos pela estreia. A prévia anuncia a chegada da 4ª temporada em 26 de julho nos EUA. Mas esconde a má notícia. Infelizmente, a produção foi interrompida pela pandemia e a temporada será dividida em duas partes. Apenas os seis primeiros episódios serão exibidos em sequência, com uma pausa de midseason na metade de agosto. Os seis capítulos finais devem ter as gravações retomadas nos próximos dias, acompanhando a retoma das produções no Canadá, e só irão ao ar no fim do ano – se tudo correr bem. Desenvolvida por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”), a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. Sua premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O apelo da série, porém, é a ótima química do elenco, encabeçado por Melanie Scrofano (série “Damien”), e sua mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, sensualidade, empoderamento feminino e orgulho LGBTQIA+. A soma de todas essas partes fazem de “Wynonna Earp” uma das séries mais bem cotadas no site Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Varun Saranga (“Go Awat, Unicorn!”), Michael Eklund (série “Bates Motel”), Greg Lawson (“Heartland”) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. “Wynonna Earp” tem suas primeiras temporadas disponibilizadas no Brasil pela Netflix.
Kelly Asbury (1960 – 2020)
O diretor, roteirista e animador Kelly Asbury, que trabalhou em alguns dos principais desenhos animados americanos das últimas três décadas, morreu na sexta-feira (26/6) em Los Angeles, aos 60 anos, após uma longa batalha contra um câncer abdominal. Ele iniciou sua carreira no departamento de animação da Disney em 1983, onde ajudou a criar clássicos como “O Caldeirão Mágico” (1985), “A Pequena Sereia” (1989) e principalmente “A Bela e a Fera” (1991), que ele escreveu. Asbury se tornou diretor assistente na animação de stop-motion “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e também trabalhou no gênero em “James e o Pêssego Gigante” (1996), ambos dirigidos por James Selick. Acompanhando de perto a evolução dos desenhos nos últimos anos, ainda integrou a equipe de roteiristas de “Toy Story” (1995), da Pixar, o primeiro longa inteiramente animado por computador, antes de se estabelecer na DreamWorks Animation, onde sua carreira deslanchou. Seu trabalho inicial na DreamWorks foi como supervisor de roteiros em “O Príncipe do Egito” (1998), “A Fuga das Galinhas” (2000, coprodução com o estúdio britânico Aardman), e no primeiro “Shrek” (2001), filme que viabilizou a ambição da DreamWorks de competir com a Disney. O sucesso de “Shrek” lhe permitiu alçar voos maiores. Em 2002, ele dirigiu seu primeiro longa animado, “Spirit, o Corcel Indomável”, dividindo os créditos com a roteirista Lorna Cook (“O Rei Leão”, “Mulan”). O filme foi exibido no Festival de Cannes, venceu quatro Annie Awards e disputou o Oscar de Melhor Animação. Em seguida, integrou o trio de diretores de “Shrek 2”, também indicado ao Oscar, em que se lançou como dublador, fazendo as vozes de vários personagens secundários. A experiência foi estendida a “Shrek Terceiro” (2007) e a todos os seus futuros trabalhos como diretor. Na DreamWorks, ele ainda trabalhou com as equipes de “Kung Fu Panda” e “Madagascar 2: A Grande Escapada” (ambos de 2008). Mas a demora para assumir outro filme o motivou a trocar o emprego fixo por projetos individuais. Seu primeiro trabalho solo como diretor foi “Gnomeu e Julieta” (2011), que ele também escreveu para a Touchstone (divisão da Disney), transformando as músicas de Elton John numa fábula shakeaspearana de anões de jardim. A produção voltou a aproximá-lo da Disney, levando-o a integrar a equipe de mais dois clássicos modernos do estúdio: “Detona Ralph” (2012) e o blockbuster “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013). Kelly Asbury também colaborou com a continuação “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” (2018) e dirigiu o primeiro longa animado dos Smurfs, “Os Smurfs e a Vila Perdida” (2017), para a Sony. Seus últimos trabalhos foram consultoria de roteiro em “A Família Addams” (2019), da MGM, e a direção de “UglyDolls” (2019), o último filme com sua assinatura e sua voz. “Todo mundo amava Kelly, era impossível não se encantar com ele ou se alimentar de sua energia positiva”, escreveu no Facebook Ronnie Del Carmen, diretor de “Divertida Mente”, que trabalhou com Asbury em “O Príncipe do Egito” e “Spirit, o Corcel Indomável” e lembrou que “as histórias do grande ‘deus Kell’ eram lendárias”. “Vou sentir muita falta dele. Descanse em paz, querido amigo”, despediu-se.
Muppets Now: Nova série de Kermit, Miss Piggy e cia. ganha primeiro trailer
A Disney divulgou um novo banner e o trailer de “Muppets Now”, nova série com os fantoches dos Muppets, que será lançada com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus). A prévia explora a dificuldade de descrever o programa, usando um advogado muppet para impedir Kermit de divulgar detalhes da produção. Mas o vídeo permite ver uma combinação de esquetes e entrevistas de celebridades – como RuPaul (“AJ and the Queen”), Seth Rogen (“Vizinhos”) e Linda Cardellini (“Disque Amiga para Matar”). Com apenas seis episódios, “Muppets Now” promete mostrar os personagens conhecidos, como Kermit, Miss Piggy e companhia “soltos… para realizar o tipo de situação surpreendente e diversão caótica que os tornou famosos. Desde experimentos doidos com o Dr. Bunsen Honeydew e Beaker até dicas de estilo de vida da fabulosa Miss Piggy, cada episódio é repleto de segmentos hilários, apresentados pelos Muppets, mostrando o que os Muppets fazem de melhor.” A Disney adquiriu The Muppets Studio em 2004 e, após lançar dois filmes, já tinha tentado emplacar os personagens numa série de comédia da rede ABC, que, infelizmente, não acertou o tom e foi cancelada após uma temporada em 2016. A estreia está marcada para 31 de julho.
Gangs of London: Série violenta do diretor de The Raid é renovada para 2ª temporada
O canal pago britânico Sky Atlantic renovou “Gangs of London”, série criada, produzida e dirigida por Gareth Evans, para sua 2ª temporada. O cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão”, marco do cinema de ação do século 21, concebeu a premissa para um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. A série leva a premissa do jogo a um nível mais brutal, ao mostrar a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A produção causou furor no Reino Unido pelas cenas violentas e atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. A repercussão acabou chamando atenção do canal pago americano AMC, que fechou uma parceria para viabilizar a 2ª temporada e passar a transmitir a atração nos EUA. “‘Gangs of London’ é uma aventura cinematográfica que incendia as telas com um elenco estelar, drama elevado e histórias épicas”, disse Dan McDermott, presidente de programação original da AMC, em comunicado sobre a negociação. “Não poderíamos estar mais empolgados em aumentar o pulso de nosso público com esta série de crimes explosivos”. A história começa com o assassinato de Finn Wallace, o chefão criminal mais poderoso de Londres nos últimos 20 anos, deixando um buraco na rede de crime organizado que ele comandava. Quando seu filho e herdeiro Sean Wallace coloca os negócios de lado para dar prioridade à vingança, tentando descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no topo dos negócios ilícitos da metrópole. A produção é estrelada por Joe Cole, que ficou conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”. Sua presença na trama, inclusive, rendeu algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley (“Game of Thrones”), David Bradley (também de “Game of Thrones”), Richard Harrington (“Hinterland”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Narges Rashidi (“Sob a Sombra”), Emmett J Scanlan (“Krypton”), Lucian Msamati (“His Dark Materials”), Ray Panthaki (“Marcella”), Ian Beattie (outro de “Game of Thrones”) e Colm Meaney (“Hell on Wheels”) como o falecido Finn Wallace. Além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”), ambos especialistas em filmes de terror. Ou seja, todos são conhecidos por trabalhos sangrentos. Veja abaixo o trailer da atração.
Little Voice: Série musical criada por Sara Bareilles ganha primeiro trailer
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Little Voice”, série musical produzida por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Bareilles e Nelson já tinham colaborado antes no musical da Broadway “Waitress”, de 2015, indicado ao Tony Awards. Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. A protagonista é vivida por Brittany O’Grady, que já tinha demonstrado seus dotes musicais na série “Star”, da Fox, e o elenco também inclui Sean Teale (“The Gifted”), Colton Ryan (“Homeland”), Shalini Bathina (“Undergrad”) e Nadia Mohebban (“Project Inferno”). Jessie Nelson, que também atua como showrunner, escreveu e dirigiu o primeiro episódio. A estreia está marcada para 10 de julho na plataforma de streaming da Apple.
Vagrant Queen é cancelada no final da 1ª temporada
O canal pago americano Syfy cancelou “Vagrant Queen”, série espacial baseada nos quadrinhos homônimos da Vault Comics, após uma temporada. O último episódio foi ao ar no início do mês, em 4 de junho, com uma das piores audiências de series finale da história do Syfy, vista por apenas por 215 mil pessoas ao vivo e 0,05 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A série tinha um tom entre ação e comédia, similar a “Killjoys”, com a inevitável influência de “Star Wars” e um orçamento muito menor que sua ambição. A trama girava em torno de Elida (Adriyan Rae, de “Light as a Feather”), uma jovem rainha que se torna órfã e exilada, escondendo-se nos cantos traiçoeiros da galáxia, enquanto é perseguida por inimigos que procuram extinguir sua linhagem. Quando sua amigo trapaceiro Isaac (Tim Rozon, de “Wynonna Earp”) aparece afirmando que sua mãe sobreviveu à rebelião, eles partem em sua nave caindo aos pedaços com uma nova aliada, a mecânica Amae (Alex McGregor, de “Blood Drive”), para realizar um resgate que colocará a fugitiva real em meio ao perigo, no coração de seu antigo reino – onde enfrenta um velho rival mortal, o Comandante Lazaro (Paul du Toit, de “Maze Runner: A Cura Mortal”). A série foi gravada na África do Sul e trazia uma equipe majoritariamente feminina de roteiristas e diretores, chefiada pela criadora do programa, Jem Garrard (“Android Employed”). A 1ª temporada conseguiu contar a história proposta, mas terminou com vários ganchos para uma nova aventura, incluindo personagens aleatórios que deveriam ter maior relevância no decorrer da história, que infelizmente não será contada na TV – mas continua a ser publicada em quadrinhos. Veja o trailer da série cancelada abaixo.












