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    Léa Seydoux será paciente de hospício em drama de época

    9 de junho de 2020 /

    A atriz Léa Seydoux, que está mantendo carreira dupla em Hollywood e na França, já definiu seu próximo filme francês. Após estrelar os vindouros “The French Dispatch”, de Wes Anderson, e o provável blockbuster “007: Sem Tempo Para Morrer”, ela vai protagonizar “Le Bal des Folles”, um thriller dramático de época realizado por Arnaud des Pallières (“Michael Kohlhaas: Justiça e Honra”). Com filmagens marcadas para o final de 2020, a obra se passa durante o Carnaval de Paris em 1893 e é baseado em fatos e personagens reais. Na trama, a instituição da saúde mental para mulheres, Pitié Salpétrière, é o epicentro de um baile elaborado, onde políticos, artistas e socialites se reúnem para as festividades. Seydoux dará vida a Fanni, uma das 150 pacientes do sexo feminino que foram selecionadas entre as internas para participar no baile devido ao seu bom comportamento e aparência. No entanto, à medida que a noite se desenrola, Fanni tem apenas um objetivo em mente: encontrar a mãe no meio da multidão e fugir. Recentemente, a atriz terminou mais dois longas europeus, que se encontram em pós-produção: o francês “On a Half Clear Morning” (Par un Demi-Clair Matin), de Bruno Dumont, e o húngaro “The Story of My Wife”, de Ildikó Enyedi. Um deles, senão os dois, devem ganhar première nos festivais de cinema do fim do ano.

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    Kid Bengala quer virar rapper

    9 de junho de 2020 /

    Kid Bengala, conhecido como ator de filmes adultos, anunciou uma mudança radical nos rumos de sua carreira. Ele revelou, por meio das redes sociais, que quer virar rapper. Ele já havia antecipado os planos no final de abril, quando publicou um vídeo em sua conta oficial do Facebook dizendo: “Agora eu resolvi ser cantor de rap. Eu vou fazer trap. Eu vou fundo nessa carreira. E olha: doa a quem doer”. Agora, o ator compartilhou uma amostra do que quis dizer com “doa a quem doer”. Uma prévia de seu rap foi postada no Instagram, onde ele apresentou sua primeira rima: “Agora sou um trapstar e vim para f**er a cena. Transando e fazendo trap, isso para mim não é problema”. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Ansiosos pro novo som do Kid? Posso dropar essa faixa? 🔥 . . . . . . . . . . . @falandoodesexo #boanoite✌ #brasil. #musica. #rapper. #trep. #musico. #sdvtodo. #sdvagora. #gosia. #riodejaneiroinstagram. #salvadormeuamor Uma publicação compartilhada por kid bengala (@kid_bengala_ofc) em 8 de Jun, 2020 às 3:36 PDT

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    Novo filme de François Ozon ganha trailer ao som de The Cure

    9 de junho de 2020 /

    A distribuidora francesa Diaphana divulgou o trailer de “Été 85″, novo filme de François Ozon (“Dentro de Casa”, “Frantz”, “O Amante Duplo”, “Graças a Deus”). A prévia não tem diálogos e apresenta cenas de adolescência passada em 1985, ao som de “In Between Days”, da banda The Cure. Parte da seleção oficial do Festival de Cannes, o filme acompanha Alexis, de 16 anos, e David, dois anos mais velho, durante um romance de verão oitocentista. Os papéis principais são vividos por Félix Lefèbvre (“O Professor Substituto”) e Benjamin Voisin (“O Príncipe Feliz”). Melvil Poupaud (“Graças a Deus”) e Valeria Bruni Tedeschi (“Loucas de Alegria”) também fazem parte do elenco. A estreia está marcada para 14 de julho na França e não há previsão para o lançamento no Brasil, onde os cinemas ainda não tem previsão de reabertura, devido à pandemia de covid-19.

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    Marion Hänsel (1949 – 2020)

    9 de junho de 2020 /

    A cineasta, produtora e atriz Marion Hänsel, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza de 1985, morreu na segunda (8/6) aos 71 anos, após um ataque cardíaco. Nascida em Marselha, na França, Hansel cresceu na cidade belga de Antuérpia e os seus estudos levaram-na ao Reino Unido, a Paris, e Nova York, onde estudou na famosa Actors Studio, a escola de atores de Lee Strasberg. Depois de se apresentar no palco em Bruxelas e ganhar pequenos papéis na televisão, começou a carreira como atriz de cinema na fantasia belga “Palaver” (1969), de Emile Degelin. E seguiu atuando em filmes belgas até ser contratada por Agnès Varda para participar do clássico francês “Uma Canta, a Outra Não” (1977). Foi nesse mesmo ano que criou a produtora Man’s Films e assinou a sua primeira curta-metragem: “Equilibres” . A sua estreia na direção de longas se deu em 1982 com “Le Lit”, nomeado ao César de Melhor Filme Francófono (estrangeiro falado em frncês), e a partir aí ela assinou duas dezenas de trabalhos como realizadora e cerca de 35 obras como produtora, como “Terra de Ninguém”, de Danis Tanovic, que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2002. O filme que lhe rendeu o Leão de Prata foi também sua primeira obra falada em inglês: “Dust” (1985), produção polêmica que deu o falar pela cena de estupro de uma mulher negra por um patrão branco (Trevor Howard) na África do Sul, em pleno apartheid, e o assassinato deste pela própria filha (Jane Birkin). Ela também foi premiada nos festivais de Cannes e Bruxelas por “Entre o Inferno e o Profundo Mar Azul” (1995), um filme cultuado sobre a amizade entre um marinheiro estrangeiro (Stephen Rhea) e uma garotinha chinesa. Seu filme mais recente, “There Was A Little Ship”, teve a sua estreia internacional no Festival de Rotterdam deste ano, que lhe dedicou uma retrospectiva especial de sua carreira.

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    Vídeo do Meu Malvado Favorito dá dicas sobre covid-19 para crianças

    9 de junho de 2020 /

    A produtora Illumination, via Universal, divulgou um novo vídeo dublado de Gru, o protagonista da franquia “Meu Malvado Favorito”, para ensinar as crianças como se prevenir do novo coronavírus. O personagem também aproveita para dar dicas do que fazer e como se comportar durante a quarentena. A iniciativa é uma campanha do Universal em parceria com a Organização Mundial da Saúde para disseminar informações importantes sobre a covid-19. No vídeo, Gru fala sobre medidas importantes como o isolamento e o distanciamento social. A dublagem do personagem no Brasil é de Leandro Hassum. O malvado favorito estará de volta em breve no cinema. Seu novo desenho, “Minions: A Origem de Gru”, vai mostrar como ele era na infância, com direção de Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (“Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”).

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    John Cleese revela ter retirado “um pequeno pedaço de câncer”

    9 de junho de 2020 /

    O ator e comediante britânico John Cleese anunciou em seu perfil no Twitter que retirou um tumor da perna na última sexta-feira (5). Aos 80 anos, o integrante do grupo Monty Python disse que tudo ocorreu bem e que, segundo o médico, foi “apenas um arranhão”. Cleese explicou que seu médico retirou “um pequeno pedaço de câncer” de uma das pernas. “Na minha idade, esse tipo de coisa acontece uma vez por semana”, brincou o humorista, que também estrelou a clássica série da BBC “Fawlty Towers”. Ele será visto a seguir na comédia “The Very Excellent Mr. Dundee”, estrelada por Paul Hogan, o eterno “Crocodilo Dundee”, que já foi filmada, mas ainda não tem previsão de estreia. Had a minor operation on Friday A surgeon cut a small cancerous bit out of my leg Very minor. At my age this sort of thing happens about once a week He did a beautiful job, sewed it up and said " Tis but a scratch " — John Cleese (@JohnCleese) June 8, 2020

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    Continuação de Homem-Aranha no Aranhaverso já começou a ser produzida

    9 de junho de 2020 /

    A produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso 2” já começou. O animador principal do longa, Nick Kondo, anunciou o início dos trabalhos em sua conta no twitter na segunda-feira (8/6), com um vídeo que aponta o lançamento para 2022. O diretor português Joaquim dos Santos, conhecido pelos desenhos “Avatar: A Lenda de Aang” e “Voltron: O Defensor Lendário”, é o encarregado da sequência de “Aranhaverso”, que foi escrita por David Callaham (roteirista de “Os Mercenários” e “Mulher-Maravilha 1984”). Além da continuação, a Sony também planeja uma animação focada nas mulheres do universo do Homem-Aranha. E o site da revista The Hollywood Reporter afirma que Lauren Montgomery, diretora de “Batman: Ano Um” e “Liga da Justiça: A Legião do Mal”, está cotada para comandar a aventura feminina, escrita por Bek Smith (da série “Zoo”). As novas animações continuarão a ser produzidas por Phil Lord e Chris Miller, responsáveis também pela franquia “Uma Aventura Lego” na Warner. Os dois assinaram a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que Lord roteirizou. First day on the job! pic.twitter.com/qfqcCAi9wF — Nick Kondo 近藤 (@NickTyson) June 8, 2020

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    Atores de Todo Mundo Odeia o Chris discutem por causa de movimento antirracista

    9 de junho de 2020 /

    Os atores Terry Crews e Tyler James Williams, que viveram pai e filho na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, protagonizaram uma discussão pública no Twitter por causa do movimento antirracista Black Lives Matter. “Derrotar a supremacia branca sem pessoas brancas cria a supremacia negra. Igualdade é a verdade. Goste ou não, nós estamos todos nisso juntos”, escreveu Crews na segunda-feira (8/6). Ao ler o texto, Tyler James Williams retrucou: “Terry, meu irmão, eu conheço o seu coração, tenho amor por você e sempre terei. Mas ninguém está pedindo uma ‘supremacia negra’ e a narrativa de que estaríamos prejudica nossa causa e nosso povo”. “Estamos apenas vetando vigorosamente nossos ‘aliados’ porque de tempos em tempos eles falharam conosco no passado. Estamos cansados de pessoas brancas que aparecem sorrindo e clamam que ‘não são racistas’ enquanto operam e se beneficiam do privilégio de um sistema claramente racista”, prosseguiu. O protagonista de “Todo Mundo Odeia o Chris” continuou: “Não estamos tentando fazer isso sozinhos. Nós sabemos que não conseguimos. Mas nos recusamos a ter aliados que não vão longe.” Por fim, Tyler James Williams ainda ressaltou que não estava culpando o colega, mas que não gostaria de ver sua energia ser dispendida em direção oposta à causa. Terry Crews respondeu: “Eu entendo, Tyler. Não estou dizendo que a supremacia negra exista, porque não existe. Estou dizendo que se ambos, negros e brancos, não continuarem a trabalhar juntos, más atitudes e ressentimentos podem criar uma perigosa justiça própria.” Tyler James Williams, então, retuitou mensagens de tom racista que citavam o comentário de Crews para ressaltar: “Minha preocupação não é sua mensagem para as pessoas negras, mas para todas as outras”. E encerrou em outro tuíte: “Sua plataforma é grande, cara. Você está por aqui e amo ver isso. Sempre serei um fã das suas conquistas. Mas com todo esse crescimento e diversidade vem uma grande quantidade de responsabilidade para lembrar que toda palavra que dizemos pode ser usada para ajudar o movimento ou prejudicá-lo”. Originalmente exibida entre 2005 e 2009 nos EUA, a série “Todo Mundo Odeia o Chris” (Everybody Hates Chris) era baseada na infância do comediante Chris Rock e trazia Tyler James Williams no papel-título. Reprisada por anos na TV Record, a série virou um fenômeno cultural no Brasil e, vira e mexe, volta ao ar no canal, funcionando de forma equivalente a “Chaves” no SBT. Veja abaixo a troca original de mensagens. Defeating White supremacy without White people creates Black supremacy. Equality is the truth. Like it or not, we are all in this together. — terry crews (@terrycrews) June 7, 2020 Terry, brother, I know your heart and you know I have love for you and always will. No one is calling 4 black supremacy & the narrative that we are hurts our cause & our people. We’re just vigorously vetting our “allies” because time & time again they have failed us in the past https://t.co/d5BDTTATd9 — Tyler James Williams (@TylerJamesWill) June 8, 2020 I understand, Tyler. I was not saying Black supremacy exists, because it doesn't. I am saying if both Black and Whites don't continue to work together– bad attitudes and resentments can create a dangerous self-righteousness. That's all. https://t.co/YLWGnpj8fl — terry crews (@terrycrews) June 8, 2020 I get that but look at how quickly he took what you said and used it to support a counter narrative. My concern isn’t your message to black people but to everyone else. We know how hard this is going to be. We can’t NOT. But this only makes it harder. @terrycrews https://t.co/cXtTHvchRk pic.twitter.com/RhOSXEAqXW — Tyler James Williams (@TylerJamesWill) June 8, 2020

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    Variety elogia projeto da Spcine para incentivar filmagens internacionais em São Paulo

    9 de junho de 2020 /

    A Spcine, empresa municipal de cinema que estimula a produção de audiovisual na capital paulista, está lançando nesta semana uma consulta pública de edital para Atração de Filmagens em São Paulo, em que oferece descontos/reembolsos (cash rebate) de 20% em despesas para produções estrangeiras que se comprometerem a gastar no mínimo R$ 2 milhões na região. A iniciativa é inédita no Brasil, mas já é utilizada em outras 97 cidades, como Londres, Nova York e Madri. Entretanto, o projeto tem pioneirismo mundial em outras áreas, a ponto de ter chamado a atenção do site da revista americana Variety, que conversou com a presidente da entidade, a cineasta Laís Bodanzky, e o diretor Luiz Toledo, elogiando a iniciativa e colocando-a em destaque para interessados dos EUA. Além de propiciar geração de emprego e incentivar a profissionalização de técnicos brasileiros que poderão trabalhar em mais projetos, a Spcine também promoverá ação afirmativa, ao premiar maior participação de minorias, estabelecendo maiores retornos (de até 30%) para produções encabeçadas por artistas negros ou mulheres em cargos de criação, elenco principal ou chefia de equipe. Mas tem mais. A Spcine ainda oferecerá pontos extras de porcentagem de descontos para produções que praticarem gerenciamento de resíduos, reciclagem e outras iniciativas pró-ambientais. Esse incentivos também se estenderão a outros tipos de produções elegíveis, como séries nacionais de potencial internacional – devido à distribuição em streaming – , além de comerciais de marcas multinacionais realizados na cidade. Em outra linha de incentivo, a Spcine premiará pelo menos dois roteiros de produções internacionais que incluírem a cidade ou um personagem de São Paulo em sua narrativa, sem necessariamente serem filmados ou produzidos na capital. Luiz Toledo ainda indicou que os projetos contarão com uma “cláusula de pandemia”, em que a Spcine se comprometerá a pagar salários mínimos para funcionários de filmagens que forem impedidos de trabalhar devido a um lockdown súbito, em meio à pandemia. As propostas que forem beneficiadas pelo edital, claro, deverão cumprir todas as recomendações dos órgãos de saúde pública, especialmente da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. O edital estará aberto para consulta e comentários públicos de 10 de junho a 24 de julho. Ao final deste período, a presidente da Spcine acredita que a cidade já poderá ser utilizada para filmagens, que no momento estão proibidas pela crise sanitária. “Acredito que seremos capazes de retomar as sessões de filmagens em algumas semanas, ou no segundo semestre de 2020, quando os descontos entrarem em vigor”, disse Bodanzky à Variety. Além de movimentar a economia de São Paulo num momento de crise econômica, a publicação americana também avaliou que o projeto pode representar uma alternativa importante contra o desmonte cultural praticado pelo desgoverno federal, notando que o setor audiovisual está “praticamente congelado desde que Bolsonaro chegou ao poder em janeiro de 2019”. Em tom quase eleitoral, a Variety chega a destacar a importância do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, na renovação da política brasileira, por sua postura pró-ativa em questões sociais, citando um programa que captura emissões de gases dos dois principais aterros da cidade para gerar eletricidade.

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    365 Dias: Softcore polêmico da Netflix divide assinantes

    9 de junho de 2020 /

    Novo lançamento da Netflix, o softcore polonês “365 Dias” dividiu os assinantes da plataforma entre opiniões que vão do “adorei” ao “odiei com todas as forças”. A história parece agradar fãs de “Cinquenta Tons de Cinza” pelas similaridades, que incluem tom sadomasoquista, excesso de cenas eróticas e até a inclusão de um baile de máscaras. Mas tem um detalhe que torna todos os closes descamisados do protagonista repulsivos: o relacionamento do casal central não é consentido. Além disso, quem achou “Cinquenta Tons de Cinza” medíocre – afinal, foi indicado ao Framboesa de Ouro de pior filme – , teve ainda menos consideração pela obra, assinada por Tomasz Mandes e Barbara Bialowas, que segue narrativamente o tom de romance erótico trash. A trama acompanha Massimo (Michele Morrone), membro da máfia siciliana, que rapta Laura (Anna Maria Sieklucka), uma diretora de vendas, e a força a se apaixonar por ele (que se acha o Máximo) ao longo dos 365 dias do título. “Acabei de assistir ‘365 Dias’ e enquanto as cenas de sexo eram ótimas, a história em si romantiza apenas o sequestro e um relacionamento abusivo. Você basicamente assiste uma garota com síndrome de Estocolmo”, escreveu uma usuária americana no Twitter. “Há uma enorme diferença entre fantasia e realidade. Se você é um cara, por favor, não se inspire [no filme]. Nenhuma garota quer ser sequestrada e obrigada a se apaixonar”, alertou outra. Mas teve muita gente que só prestou atenção nas cenas de sexo, ignorando o contexto. “Me lembrou de ‘Cinquenta Tons de Cinza”, mas muito mais explícito”, sugeriu uma fã, acrescentando: “Vá ver”. “Eu fiz minha própria conta da Netflix apenas para assistir ‘365 Dias’ sem minha família saber”, acrescentou outra. “É praticamente sexo na Netflix”, descreveu uma ainda mais entusiasmada. Curiosamente, a maioria dos comentários são de mulheres. “Assisti ‘365 Dias’ por causa do ruído que ele criou. Posso dizer que o filme está sendo muito superestimado? Só consegui sentir vergonha com os diálogos, o enredo previsível e as reviravoltas irreais”, afirmou um dos poucos homens a se manifestar nas redes sociais. O filme não teve resenhas suficientes no Rotten Tomatoes, mas a única crítica compartilhada é negativa. Já o IMDb reúne 179 comentários de espectadores, a maioria negativos, que resultam numa nota extremamente baixa: 3,8 (numa escala até 10). Veja abaixo o trailer original polonês, que já permite perceber se “365 Dias” é um novo “De Olhos Bem Fechados” ou o próximo Framboesa de Ouro.

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    Jake Gyllenhaal vai estrelar nova adaptação de quadrinhos

    9 de junho de 2020 /

    O ator Jake Gyllenhaal, que viveu o vilão Mysterio em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, vai estrelar uma nova adaptação de quadrinhos. Trata-se de “Snow Blind”, baseada na graphic novel homônima de Ollie Masters e Tyler Jenkins sobre um garoto que descobre que sua família está no programa de proteção a testemunhas. A produção é descrita como uma mistura de “Os Suspeitos” (2013), que o próprio Gyllenhaal estrelou, e o drama clássico “O Peso de um Passado” (1988), em que River Phoenix interpretou o filho de fugitivos. A produção marcará a estreia do diretor sueco Gustav Möller em Hollywood, após se lançar com o impactante “Culpa”, vencedor do Prêmio do Público na Mostra de São Paulo de 2018. O roteiro está a cargo de Patrick Ness, escritor dos livros em que se baseiam os filmes “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) e o vindouro “Chaos Walking”. Além de estrelar, Gyllenhaal será um dos produtores do longa, que por enquanto ainda não tem distribuidor definido, mas já teria recebido ofertas de várias plataformas de streaming interessadas.

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    Califórnia deve começar a abrir cinemas na sexta-feira

    9 de junho de 2020 /

    Os cinemas da Califórnia poderão reabrir as portas na sexta-feira (12/6). O governo do estado autorizou os donos de cinemas a voltar ao trabalho, estipulando uma série de medidas de segurança que precisarão ser implementadas, mas cada cidade ainda decidirá se vai permitir a reabertura. Entre as normas estabelecidas, as salas só poderão funcionar com 25% de sua capacidade — ou no máximo 100 espectadores, o que for menor. Os espectadores também deverão manter um metro e meio de distância uns dos outros e usar máscaras. Além disso, é recomendado que os donos das salas adotem capas de assento descartáveis ou laváveis, mantenham as portas abertas nos períodos de maior circulação de pessoas e limitem o número de clientes que possam usar o banheiro de uma só vez. Os cinemas dos EUA estão fechados desde 20 de março por causa da pandemia do novo coronavírus, e a reabertura é esperada com ansiedade por Hollywood. A Warner, por exemplo, ainda espera sua grande aposta para a temporada, o filme “Tenet”, dirigido por Christopher Nolan (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e Dunkirk”), na data originalmente prevista para a estreia: 17 de julho. A esperança do mercado, inclusive, é que candidatos a blockbusters como “Tenet” ajudem a trazer de volta o público de cinema, que inicialmente deverá ser escasso, não apenas devido às medidas de distanciamento social, mas pelo medo de contaminação. Caso não haja uma segunda onda de infecções, causada pela reabertura do comércio, as regras de ocupação dos cinemas deverão ser relaxadas após as primeiras semanas, possibilitando o aumento no número de assentos nas salas para refletir o interesse nos grandes lançamentos. Além da Warner, a Disney também tem um grande lançamento marcado (na verdade, adiado) para julho: “Mulan”. A região de Los Angeles é o maior mercado para a exibição de filmes nos Estados Unidos, seguido por Nova York, onde ainda não há previsão para a reabertura das salas.

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    Keanu Reeves viaja ao futuro no trailer de Bill & Ted: Encare a Música

    9 de junho de 2020 /

    A Orion Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de, 30 anos depois, ainda não terem feito a música que salvaria a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: viajar em sua cabine-telefônica-do-tempo para o futuro e descobrir logo a música que eles próprios já terão criado. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é a cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia segue marcada para 21 de agosto, apesar da pandemia de coronavírus.

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