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    Barbra Streisand dá ações da Disney para filha de George Floyd

    15 de junho de 2020 /

    A cantora, atriz e cineasta Barbra Streisand usou de criatividade para ajudar a pequena filha – agora órfã – de George Floyd, cuja morte por policiais brancos deu início à onda de protestos antirracistas pelo mundo. Ela doou ações da Disney para Gianna Floyd, de 6 anos. O fato foi revelado pela própria Gigi “Pink” Floyd no Instagram, que postou uma foto com seu presente valiosíssimo para agradecer à cantora. “Graças à você, agora sou uma investidora da Disney”, escreveu a menina. Na bolsa de valores, as ações da Disney estão valendo cerca de US$ 115 cada (o que em reais daria mais de R$ 580 na cotação de hoje), mas não se sabe com quantas ações Gianna Floyd ganhou. De qualquer forma, as ações da Disney costumam ser as mais seguras e valiosas do mercado. Além do presente de Barbra Streisand, a menina também teve um fundo de doações aberto em seu nome, que já arrecadou mais US$ 2 milhões em depósitos feitos pelas mais diversas pessoas desde a morte do seu pai. O assassinato de George Floyd, sufocado pela polícia até morrer, mesmo já imobilizado e clamando pela vida, causou grande comoção mundial e iniciou o questionamento das instituições que perpetuam o racismo no século 21, não apenas por meio da força bruta, mas também via cultura – por meio de estátuas em praça pública de antigos escravocratas, por exemplo. Ver essa foto no Instagram Thank You @barbrastreisand for my package, I am now a Disney Stockholder thanks to you 🥰🥰🥰 Uma publicação compartilhada por GIGI FLOYD (@giannapinkfloyd_) em 13 de Jun, 2020 às 7:59 PDT

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  • Música

    Shows clássicos: Vídeos ao vivo com The Clash, Dead Kennedys, Bad Religion, Pixies, Sonic Youth, Nirvana etc

    15 de junho de 2020 /

    Pipoca Moderna apresenta a 5ª seleção de documentários musicais históricos, numa mostra de shows, festivais e programas de TV raros que traçam a história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre a safra dos anos 1980 em ritmo acelerado, ao acompanhar a evolução do punk ao hardcore e a explosão do rock alternativo, chegando até ao grunge em 27 vídeos. Em resumo, uma programação que vai de Ramones (fase “Pleasant Dreams”) a Nirvana (fase “Bleach”). A lista de vídeos históricos inclui a última apresentação da formação original do Clash em 1983, a punkadaria do Dead Kennedys que terminou num tumulto histórico em Los Angeles, o show do Black Flag que virou disco ao vivo e influenciou todo o futuro grunge, a revolução mosh do Minor Threat, a turnê dos Descendents que popularizou o punk pop em 1985, os derradeiros concertos de Operation Ivy (a banda de Tim Armstrong) e Big Black (a banda de Steve Albini), os registros das primeiras turnês europeias de Mudhoney e Nirvana (com Chad Channing na bateria), que basicamente deram início à década seguinte, etc. É só pauleira. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) #FiqueEmCasa. #StayHome. Ramones | 1982 The Undertones | 1980 Stiff Little Fingers | 1980 Buzzcocks | 1981 The Damned | 1988 The Clash | 1983 New Model Army | 1985 Pete and the Test Tube Babes | 1983 UK Subs | 1982 Plasmatics | 1982 Dead Kennedys | 1984 Bad Brains | 1987 Minor Threat | 1983 Circle Jerks | 1986 Black Flag | 1984 Agent Orange | 1983 Descendents | 1985 Bad Religion | 1989 Operation Ivy | 1989 Husker Du | 1985 The Replacements | 1981 Pixies | 1988 Sonic Youth | 1987 Spaceman 3 | 1989 Big Black | 1987 Mudhoney | 1988 Nirvana | 1989

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    Maisa vidente? Vídeo antigo mostra que ela “previu” pandemia

    14 de junho de 2020 /

    Os Simpsons ganharam concorrente ao posto de vidente aleatória. A atriz Maísa Silva previu todo o perrengue que aconteceria durante a pandemia de covid-19, numa participação antiga no “Programa Eliana” do SBT quando ainda era criança. O vídeo em que Maisa dá uma de vidente mirim contagiou as redes sociais pela enorme coincidência com os fatos atuais. Ao entrar no programa da Eliana, ela chega falando sobre álcool em gel e em manter distanciamento social. “Comprei na praça de alimentação álcool gel de pêssego e de framboesa. Temos que conversar a um metro de distância”, ela afirma no vídeo, antes de se afastar da apresentadora. Eliana pergunta por que ela está se afastando e Maísa responde: “Por causa do vírus. Entendeu?”. A apresentadora ainda diz: “Daqui a pouco você vai querer entrar de máscara aqui também”. Entre os que retuitaram o vídeo, o ator Alexandre Nero foi um dos mais impressionados. “Como assim gente???? Tô chocado!!! A Maisa sabia?????”, questionou. Na verdade, o programa é de 2009 e Maísa estava preocupada com outro problema da época, a epidemia do H1N1, que acabou não sendo tão grave. Mas a reação já demonstra a preocupação da jovem em passar exemplo. Hoje, ela recomenda o distanciamento social e o uso de máscaras contra o coronavírus em seu Instagram. Veja abaixo o vídeo da “coincidência”. Como assim gente???? Tô chocado!!! A @maisa sabia????? Maisa > Simpsons pic.twitter.com/RaV0J5UR9O — Nero (@alexnero) June 14, 2020

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  • Filme

    Joika: Atriz de Jojo Rabbit vai estrelar cinebiografia de bailarina americana do Bolshoi

    14 de junho de 2020 /

    A atriz Thomasin McKenzie, que viveu a judia Elsa em “Jojo Rabbit”, vão interpretar a dançarina de balé americana Joy Womack na cinebiografia “Joika”. A produção será rodada na Nova Zelândia, cidade natal de Thomasin, com direção de James Napier Robertson (“The Dark Horse”), e vai utilizar “tecnologia digital para navegar pelas restrições contínuas à pandemia”, segundo comunicado. Joika era o apelido de Joy Womack, uma de poucas estrangeiras – das quais só duas foram americanas – a ingressar na Academia do Balé Bolshoi, em Moscou. Ela também foi a dançarina principal do Universal Ballet, na Coréia do Sul, e atualmente dança com o Boston Ballet, nos EUA. Womack está supervisionando pessoalmente o treinamento de McKenzie e atuará como o dublê da atriz nas sequências mais exigentes.

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  • Etc

    Nickelodeon celebra orgulho LGBTQIA+ sugerindo que Bob Esponja é gay

    14 de junho de 2020 /

    A Nickelodeon deixou a Internet em frenesi no sábado (13/6), quando postou um tuíte para celebrar o mês do orgulho LGBTQIA+, acompanhado por imagens de três de seus personagens. Foi o suficiente para Bob Esponja ser consagrado como ícone gay. “Comemorando o #Orgulho com a comunidade LGBTQIA+ e seus aliados neste mês e em todos os meses”, disse o post, ao lado das imagens de cor de arco-íris. Um dos personagens em destaque, Korra, da série animada “A Lenda de Korra”, é definitivamente bissexual. Os criadores da animação, Michael DiMartino e Bryan Konietzko, que também criaram “Avatar: A Lenda de Aang”, confirmaram a identidade sexual de Korra em uma série de histórias em quadrinhos publicadas após as quatro temporadas da série original. O segundo personagem apresentado é Schwoz Schwartz, do programa infantil “Henry Danger”. Ele é interpretado pelo ator canadense Michael D. Cohen, que se revelou transexual em uma entrevista em maio de 2019 à revista Time. O personagem de Schwartz em “Harvey Danger” também acabou se revelando trans. “As pessoas não entendem. Eles acham que isso tem a ver com sexualidade e não. Eles acham que isso tem a ver com empurrar uma agenda para as crianças e não é o caso”, disse Schwartz à Time sobre a decisão de tornar sua transição pública. “O que isso significa é enviar uma mensagem às crianças de que, sejam elas quem forem, como elas se identificam, isso também é valorizado e positivo.” O terceiro personagem é, claro, a esponja submarina favorita de todo mundo, o que levou os fãs a supor que a Nickelodeon estava tentando dizer que Bob Esponja é gay. Na verdade, o Sr. Calça Quadrada é, bem, uma esponja, portanto assexuado. Isso é corroborado pelo próprio criador do personagem, o falecido Stephen Hillenburg, que disse à revista People em 2005 que esponja não tem sexo. Para a comunidade LGBTQIA+, isso significa que ele é não binário. Ou queer. E isso é um bom motivo para celebrar Bob Esponja no mês da diversidade sexual. Celebrating #Pride with the LGBTQIA+ community and their allies this month and every month 🌈 ⁣(🎨: by @ramzymasri) pic.twitter.com/pENmTaQB0h — Nickelodeon (@Nickelodeon) June 13, 2020

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  • Etc

    Consumo de internet cresceu quatro horas durante a pandemia no Brasil

    14 de junho de 2020 /

    A empresa sueca de telecomunicações Ericsson divulgou na sexta-feira (12/6) uma pesquisa sobre os hábitos de consumo online de 11 países durante a pandemia do novo coronavírus. A pesquisa também incluiu o Brasil, onde os resultados foram significativos. Segundo a Ericsson, o consumo global de Internet fixa aumentou em duas horas e meia diárias durante o confinamento mundial, mas no Brasil esse consumo registrou um salto de quatro horas diárias. Já na Internet móvel, o consumo do País ficou atrás da média mundial: houve alta de meia hora na navegação 4G nacional, contra média de uma hora no consolidado dos mercados. De forma geral, os brasileiros navegaram mais que o resto do mundo. 92% dos consumidores ouvidos no Brasil (mil pessoas em abril passado) declararam ter aumentado a navegação desde o início da pandemia, contra 87% globalmente. Em termos de satisfação, 50% dos brasileiros manifestaram opinião positiva frente à performance das redes fixas (abaixo dos 56% verificados globalmente), enquanto apenas 8% se declararam insatisfeitos. Já 66% avaliaram a rede móvel melhor ou igual que antes da pandemia, ante 75% nos 11 países analisados. A pesquisa também demonstrou que a rede fixa é considerada mais importante que a móvel para o consumidor brasileiro durante a crise: 52% concordaram com tal diagnóstico, frente 6% que preferiram o 4G. Já 41% consideram ambas igualmente importantes. Com as medidas de isolamento social, 84% dos brasileiros reportaram mudanças significativas em suas vidas, frente uma média de 74% no consolidado global. Por aqui, 26% declararam ter adotado novos costumes em relação à Internet durante o período: entre os hábitos que cresceram estão o consumo de vídeos (comum para 72% da base), a realização de chamadas de vídeo (61%) e o uso de games online (42%) e de webcasts (32%). A Ericsson também identificou crescimento de 5.069% no tempo gasto em plataformas de videoconferências como Zoom, Teams e Hangouts. Em ferramentas educacionais, o salto foi de 340%; em soluções de saúde, houve alta de 171%; e em serviços de delivery, de 51%. O uso brasileiro do 4G, abaixo da média mundial, é melhor entendido diante de outro dado. O consumidor nacional demonstra maior ansiedade pela chegada do 5G que o consumidor de outros mercados. Por aqui, 61% gostaria de contar com o serviço já durante a pandemia do coronavírus, contra 42% na média global. E 81% compartilham uma visão positiva do novo padrão, ante 63% no consolidado da pesquisa. A pesquisa não faz a conclusão inevitável, mas a popularidade da internet fixa, mesmo com o uso amplo e disseminado de celulares no Brasil, tende a refletir a baixa qualidade do serviço 4G oferecido no país. .

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    Sushant Singh Rajput (1986 – 2020)

    14 de junho de 2020 /

    O jovem galã indiano Sushant Singh Rajput foi encontrado morto em sua casa no subúrbio de Mumbai. O caso está sendo investigado como suicídio por enforcamento. Ele tinha 34 anos. Rajput era considerado um dos mais atores promissores de Bollywood, a indústria cinematográfica indiana. Ele estreou no cinema em 2013 com o filme “Kai Po Che!”, e em 2017 foi premiado como Melhor Ator no Festival de Cinema Indiano de Melbourne, na Austrália, pelo filme “M.S. Dhoni: The Untold Story”, no qual interpretou a estrela indiana de críquete Mahendra Singh Dhoni. Seu último trabalho foi no filme “Drive”, lançado mundialmente ela Netflix no ano passado, mas tinha mais quatro projetos encaminhados. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, repercutiu a morte do ator nas redes sociais. “Sushant Singh Rajput … um jovem e brilhante ator que se foi cedo demais. Ele se destacou na TV e nos filmes. Sua ascensão no mundo do entretenimento inspirou muitos e deixa para trás várias performances memoráveis. Chocado com a sua morte. Meus pensamentos estão com a família e fãs”, escreveu o primeiro-ministro.

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    Netflix prepara série documental sobre João de Deus

    14 de junho de 2020 /

    A Netflix prepara uma série documental sobre o médium João de Deus, ao estilo de “Wild Wild Country”, a produção que contou a polêmica história do guru indiano Bhagwan Shree Rajneesh, conhecido como Osho. E não faltarão controvérsias para narrar a trajetória do guru brasileiro, atualmente condenado por abuso sexual de seguidoras. Por quatro décadas, o médium goiano João de Deus realizou cirurgias e fez atendimentos espirituais no município de Abadiânia, em Goiás. Era tido como santo, mesmo diante de uma acusação de abuso de menor de 1980. A opinião pública só mudou em 2018, após centenas de mulheres virem à público revelar o constrangimento e abuso que sofreram nas mãos do médium. Ele foi julgado e condenado a 20 anos de prisão, que atualmente cumpre em regime domiciliar, devido à pandemia de covid-19, enquanto aguarda outros julgamentos. A produção do documentário está a cargo da empresa Grifa Filmes e vai retratar a vida do médium desde a adolescência, quando ele diz ter visto uma santa, que o conduziu para o caminho do curandeirismo. Nestas quatro décadas, João atendeu cerca de 10 milhões de pessoas, incluindo ex-presidentes da República, ministros do Supremo e autoridades de diversas esferas do poder político. Segundo a revista Veja, a produção vai pagar R$ 70 mil a João de Deus por seus arquivos pessoais. São fotos, documentos e gravações mostrando as curas. Ele também deve ser entrevistado para a atração. Na primeira conversa com a produtora, João negou que tenha assediado mulheres. A Grifa Filmes já produziu dois documentários premiados, “The Cleaners” (2018), que conta os bastidores de profissionais que controlam e apagam conteúdos de redes sociais, e “Piripkura” (2017), que narra a luta pela sobrevivência dos três últimos índios da tribo que leva o mesmo nome. Um dos proprietários da Grifa Filmes, Maurício Dias, afirmou que não pode falar sobre a série sobre João de Deus porque tem um contrato de sigilo com a Netflix. O título da série ainda não foi escolhido.

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    Colo Tavernier O’Hagan (1945 – 2020)

    14 de junho de 2020 /

    A roteirista inglesa Colo Tavernier O’Hagan, que assinou vários clássicos do cinema francês, morreu de câncer na sexta (13/6), aos 75 anos, segundo comunicado do Instituto Lumière, presidido por seu ex-marido. Ao longo de sua carreira prolífica, abrangendo cinema e TV, Tavernier O’Hagan foi a grande parceira do ex-marido, o cineasta Bertrand Tavernier, em muitos de seus filmes de maior sucesso. Nascida Claudine O’Hagan na Inglaterra, com pai irlandês e mãe franco-espanhola, ela se mudou para Paris ainda jovem e rapidamente se apaixonou e casou com Tavernier. O relacionamento durou de 1965 a 1980. E a separação, ironicamente, marcou o começo da parceria profissional do casal. O primeiro roteiro de Colo dirigido por Bertrand Tavernier foi o filme “Um Olhar para a Vida” (1980), sétimo longa da carreira do diretor, que competiu no Festival de Cannes. Mas foi o filme seguinte, “Um Sonho de Domingo” (1984), que estabeleceu sua reputação, rendendo-lhe o prêmio César de Melhor Roteiro Adaptado. Baseado no romance homônimo de Pierre Bost, o filme girava em torno de um pintor idoso, sempre visitado aos fins de semana pelo filho, que se surpreende com a visita inesperada da filha solteira (Sabine Azéma, vencedora do César pelo papel), raramente interessada na família. A obra virou um marco do novo cinema francês após a nouvelle vague e também rendeu o prêmio de Melhor Direção a Bertrand Tavernier no Festival de Cannes. Ela também colaborou com o roteiro do jazzístico “Por Volta da Meia-Noite” (1986), estrelado pelo saxofonista Dexter Gordon, e assinou o épico medieval “Béatrice” (1987) e o drama “O Regresso” (1990), que estão entre os grandes sucesso do ex-marido, além de “A Isca” (1995), que rendeu a Bertrand Tavernier o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Sua carreira ainda inclui uma grande parceria com Claude Chabrol: “Um Assunto de Mulheres” (1988), estrelado por Isabelle Huppert, que foi premiado pela crítica no Festival de Veneza e indicado ao Globo de Ouro. Entre seus roteiros mais recentes destacam-se “Geliebte Clara” (2008), da alemã Helma Sanders-Brahms, sobre o romance dos compositores Clara e Robert Schumann no século 19, e o drama “Paris a Branca” (2017), da argelina Lidia Terki. “A vida nos separou, mas sinto um vácuo e uma sensação de vazio”, disse Bertrand Tavernier em comunicado sobre a morte da ex-esposa. “Colo me formou, me sacudiu e me fez crescer”. “Colo sabia como desenterrar os sentimentos mais agudos e as emoções mais profundas, como pequenas coisas (‘aquelas coisas’ como aquela famosa canção de jazz) que faz a vida valer uma pena”, acrescentou. O casal teve dois filhos, que cresceram para se tornar, curiosamente, uma roteirista (Tiffany Tavernier) e um diretor de cinema (Nils Tavernier).

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    Danna Paola vai participar da 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo

    14 de junho de 2020 /

    Danna Paola, que interpreta Lucrécia na série espanhola “Elite”, da Netflix, vai participar remotamente da 1ª Parada Virtual do Orgulho LGBTQIA+. O evento será transmitido pelo YouTube neste domingo (14/6) a partir das 14h, como alternativa em tempos de isolamento social ao tradicional desfile que acontece todos os anos na Avenida Paulista, em São Paulo. A atriz, que também é cantora, enviará seu apoio ao público LGBTQIA+ brasileiro cantando. A estrela mexicana tem vários hits dançantes recentes, entre eles “Mala Fama”, “Contigo” e “Sola”. Além da performance de Danna Paola, convidados especiais e apresentações musicais vão celebrar a diversidade ao longo do dia, com transmissão simultânea em 11 canais do YouTube. Os criadores Fih e Edu, do canal Diva Depressão, serão os hosts do evento, ao lado de Lorelay Fox, Mandy Candy, Jean Luca, Nátaly Neri, Louie Ponto, Spartakus Santiago, e Herbertt e Fernanda, do Canal das Bee.

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    Novas fotos de 007: Sem Tempo para Morrer destacam volta de “velhos amigos”

    14 de junho de 2020 /

    A MGM divulgou quatro fotos inéditas e anunciou uma nova data de estreia para “007: Sem Tempo Para Morrer”, próximo filme do espião James Bond. Desta vez, não se trata de um adiamento, mas de uma antecipação. Refletindo mudanças de datas da Warner e da Disney, a produção foi adiantada em cinco dias. Em vez de estrear em 25 de novembro, agora chegará aos cinemas norte-americanos no dia 20 de novembro. A estreia britânica (12/11) não foi afetada e ainda não há informação sobre alteração no lançamento no Brasil, marcado para 19 de novembro. A nova data foi divulgada no Twitter acompanhada pelas imagens, que destacam “o retorno de velhos amigos” à franquia, de acordo com o post. Chamar de amigo o vilão Blofeld (Christoph Waltz), de “007 Contra Spectre” (2015), é um pouco exagerado. Mas os demais, M (Ralph Fiennes), Q (Ben Whishaw) e Eve Moneypenny (Naomie Harris) apoiam Bond desde “007: Operação Skyfall” (2012). Além deles, as imagens destaca a volta do parceiro mais antigo ainda vivo na franquia, o agente da CIA Felix Leiter (Jeffrey Wright), visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). O filme dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) marcará a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond e ainda terá a volta de Léa Seydoux ao papel de Madeleine Swann e a estreia de um novo vilão, interpretado por Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”). The return of old friends in NO TIME TO DIE. In cinemas 12th November UK, 20th November US. pic.twitter.com/GkXugGEAba — James Bond (@007) June 13, 2020

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    Spike Lee se arrepende de defender Woody Allen e pede desculpas

    14 de junho de 2020 /

    A defesa que Spike Lee fez do “amigo” Woody Allen durou poucas horas. Após a repercussão de sua fala numa entrevista em rádio nova-iorquina, Lee foi ao Twitter dizer que estava “errado” em se posicionar ao lado de Allen contra a cultura do “cancelamento”. Na prática, Spike Lee se arrependeu de dizer o que, tudo indica, pensa de verdade. Durante uma entrevista no sábado (13/6) no programa “In the Morning”, da rádio WOR de Nova York, Lee reclamou da forma como Allen estava sendo tratado pela opinião pública. “Gostaria de dizer que Woody Allen é um grande, grande cineasta e esse tipo de cancelamento não é apenas com Woody. Eu acho que, quando olharmos para trás, veremos que, a menos que se mate alguém, não há como você apagar pessoas como se nunca tivessem existido”, ele disse. E ainda acrescentou: “Woody é um amigo meu, um colega fã dos Knicks, então eu sei o que ele está passando agora.” Não demorou muito para Lee começar a “passar” por isso também, com ataques nas redes sociais por ter “ousado” defender Woody Allen. Demorou menos ainda para mudar de tom e se desculpar. “Peço desculpas profundamente. Minhas palavras estavam erradas. Eu não tolerarei e não tolerarei assédio, agressão ou violência sexual. Esse tratamento causa danos reais que não podem ser minimizados. Verdadeiramente, Spike Lee”, tuitou o cineasta na tarde do próprio sábado. Woody Allen sofre tentativa de “cancelamento” devido a alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo, por conta das acusações da ex-mulher, Mia Farrow, de que teria abusado sexualmente da sua filha, Dylan, quanto ela tinha sete anos de idade. Ele teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou uma campanha do próprio filho, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Nos últimos dois anos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele. Mas a verdade é que o caso responsável por essa revolta tardia chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que Dylan não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que a menina tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow, motivada por ódio de Woody Allen, porque o cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva dela, Soon-Yi Previn. Isso foi um escândalo e colocou a opinião pública contra ele. É o que, aparentemente, até hoje faz as pessoas duvidarem das investigações exaustivas da época e acreditarem em Dylan, que tinha sete anos quando o abuso supostamente aconteceu. Allen e Sun-Yi seguem casados até hoje. Os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor durante mais de meio século, jamais reclamaram ou denunciaram o comportamento de Allen por “assédio, agressão ou violência sexual”. I Deeply Apologize. My Words Were WRONG. I Do Not And Will Not Tolerate Sexual Harassment, Assault Or Violence. Such Treatment Causes Real Damage That Can't Be Minimized.-Truly, Spike Lee. — Spike Lee (@SpikeLeeJoint) June 13, 2020

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    Destacamento Blood ajuda a ampliar debate sobre racismo

    13 de junho de 2020 /

    Nos dias atuais, certas mensagens e certos filmes que desejam passar mensagens, especialmente políticas, precisam ser bastante claros. Didáticos, até. A fim de expressar sem sombra de dúvidas aquilo que se deseja dizer. Em tempos de ascensão de uma extrema direita com claros vínculos com o fascismo, uma extrema direita que tem jogado com mensagens cifradas para confundir, isso se torna ainda mais necessário. “Destacamento Blood” é dirigido por um dos cineastas mais ativistas dos últimos 30 anos e se torna ainda mais pertinente pelo timing de seu lançamento, após a morte de George Floyd e das manifestações antirracistas que isso desencadeou não apenas nos Estados Unidos, mas em muitos países do mundo. O novo filme de Spike Lee, que seria o presidente do júri do Festival de Cannes 2020, cancelado por conta da pandemia, deveria ter recebido première no festival. Mesmo sendo uma produção da Netflix, em outras circunstâncias poderia ter sessões especiais nos cinemas, como ocorreu com “Roma”, “O Irlandês”, “Os Miseráveis” e “Atlantique”, por exemplo. De todo modo, ter a visibilidade propiciada pela Netflix acabou sendo positivo neste momento, permitindo que uma quantidade enorme de pessoas possa apreciá-lo mundialmente. Claramente um produto do momento, mas interligado a várias outras décadas, em especial aos tempos da Guerra do Vietnã, “Destacamento Blood” é um autêntico manifesto antirracista. Lee sempre fez questão de aproveitar o seu espaço no cinema para enaltecer a cultura e a luta negras, e aqui insere não apenas Muhammad Ali e Malcolm X, que aparecem em imagens de arquivo; ele embute a questão racial em cada fotograma, com referências aos atletas Tommy Smith e John Carlos, à ativista Angela Davis, ao ano de 1619, quando foram trazidos os primeiros africanos escravizados ao solo americano, e a outros fatos marcantes. Discute-se até como um herói branco feito Rambo foi escolhido para representar o fracasso da Guerra do Vietnã, quando o cinema poderia ter destacado muitos jovens negros mortos em combate como exemplo da fatalidade do conflito. E falando em herói, chega a ser simbólico ver o ator Chadwick Boseman, o intérprete do Pantera Negra, como a figura mítica da história, pelo menos entre os seus amigos e parceiros do chamado “Da 5 Bloods”, o destacamento do título original. Ele é um exemplo de alguém que tinha a sabedoria de entender a situação dos negros diante de um mundo desigual e a melhor maneira de travar a luta. Como um deles diz: Norman era “nosso Malcolm (X) e o nosso Martin (Luther King)”. A trama segue os quatro amigos sobreviventes da Guerra do Vietnã, que voltam ao país do conflito para cumprir uma nova missão. Ou duas. Uma delas tem a ver com uma mala cheia de barras de ouro encontrada nos anos 1970, quando estavam em ação – e que foi enterrada em algum lugar do campo de batalha. A outra tem a ver com o corpo do companheiro perdido na guerra (Boseman). Cada um desses quatro homens lida com o presente de maneira muito particular. Um deles se destaca, vivido por Delroy Lindo, por ser o único que, para vergonha dos demais, votou em Donald Trump e até usa um boné com o lema “Make America Great Again”. Na missão de procurar o ouro, como é de se esperar, ocorre um conflito de interesses e a ambição passa a envenenar o espírito coletivo. As referências ao clássico “O Tesouro de Sierra Madre” (1948), de John Huston, são claras e passam, inclusive, na admissão de que este é um dos filmes favoritos de Lee. A parte técnica também é muito interessante, como a utilização de três formatos diferentes de tela – o início em scope, as cenas no passado em formato 4:3, e em seguida a proporção 1,85:1, quando se inicia a missão. Há também uma brincadeira acertada com as cores na fotografia e a escolha de uma trilha sonora relevante, com faixas cantadas por Marvin Gaye, que famosamente questionou a época com seu clássico “What’s Going On”. Particularmente curiosa é a decisão estilística de incluir os atores idosos nos flashbacks – em vez de elencar outros intérpretes, mais jovens, para contracenar com Boseman – , como se Lee buscasse demonstrar que, mesmo já sessentões, eles ainda teriam fôlego e coragem para enfrentar uma missão mortal. De fato, a missão que eles empreendem é muito mais perigosa do que imaginam. Ainda há minas, mas felizmente também há pessoas especializadas em localizar e desativar essas minas, como a bem-vinda personagem de Mélanie Thierry – atriz que brilhou recentemente no drama de guerra “Memórias da Dor”, de Emmanuel Finkiel. Aqui ela é uma jovem francesa chamada Hedy, em homenagem à estrela hollywoodiana Hedy Lammar, outra das inúmeras referências cinematográficas do filme. Nesta lista, ainda chama atenção o uso da “Cavalgada das Valquírias”, ópera que se tornou indissociável de “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola. No filme de Lee, a inclusão da música de Richard Wagner ganha um ar de deboche. Para completar, um drama pessoal de um dos personagens acentua a questão do racismo, dessa vez no Vietnã. O veterano vivido por Clarke Peters reencontra um amor do passado, uma mulher vietnamita, descobre que tem uma filha com ela e fica sabendo, com dor, o quanto a garota foi maltratada pela sociedade por causa de sua cor. Ou seja, a violência do racismo se amplia no cinema de Spike Lee, não apenas nos Estados Unidos, aparecendo também em um país do outro lado do mundo. Nada mais justo que ampliar esse debate para o mundo. Pois é isso que está acontecendo, por meio do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Disponível na Netflix

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