Diretora de Jessica Jones vai filmar heroína do Aranhaverso
A Sony contratou a diretora S.J. Clarkson, que comandou episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, para dirigir um filme relacionado ao universo Marvel. O projeto ainda não tem título, mas seria estrelado por uma heroína. Embora a personagem principal não tenha sido anunciada, fontes da revista Variety afirmam que a produção é o filme da Madame Teia, que veio à tona em setembro do ano passado. Na ocasião, os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (criadores do novo “Perdidos no Espaço”) foram contratados para escrever o roteiro. Eles já estão envolvidos no Aranhoverso por conta do roteiro de “Morbius”, segundo filme derivado dos quadrinhos do Homem-Aranha, previsto para 2021. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia é, na verdade, Cassandra Webb, uma mutante nascida em Salem, Oregon. Ela sofre de uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas desenvolveu poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela perceba eventos futuros. Para completar, a máquina que mantém seu suporte de vida tem a aparência de uma teia gigante. Embora não seja uma das coadjuvantes mais populares, Madame Teia pode ter muita importância no desenvolvimento do universo de filmes do Aranha, já que possui a capacidade de enxergar entre diferentes realidades – e por isso costuma ser comparada ao Oráculo da trilogia “Matrix”. Ele seria a personagem mais indicada para conectar, num filme live-action, o multiverso vislumbrado em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter a se transformarem em super-heroínas. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. Madame Teia também já apareceu em games e episódios de séries animadas do Homem-Aranha.
Liga da Justiça: Elenco vai gravar novos diálogos para o “Syder Cut”
A versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, que chegará à HBO Max em 2021, teve seus primeiros detalhes revelados pela revista The Hollywood Reporter. Segundo apurou a publicação, o mitológico “Snyder Cut” não é uma versão finalizada do longa de 2017. Por conta disso, a Warner Bros. vai desembolsar entre US$ 20 e 30 milhões para trabalhos de pós-produção. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o custo prevê uma volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Também foi revelado o tamanho da produção, que teria 4 horas de duração. O fato de ser tão longo não atrapalha o lançamento em streaming, mas era um dos motivos do desconforto da Warner em relação a seu lançamento nos cinemas. Ainda hoje, essa duração gera discussões sobre o melhor formato para sua exibição. O filme pode ser dividido em episódios e virar minissérie de seis capítulos. Isto ainda não está definido. No momento, Snyder se dedica a reunir sua equipe de pós-produção para finalizar os efeitos do material inédito, mas pretende incluir nesse pacote os efeitos já vistos no cinema, que pretende aprimorar. “Será algo totalmente novo, especialmente para aqueles que já viram o filme. Será uma experiência diferente daquela versão, que tem provavelmente um-quarto do que eu fiz”, ele disse à THR. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A campanha deu certo, resultando no anúncio do lançamento da produção na HBO Max em 2021.
Jason Momoa e Peter Dinklage vão estrelar comédia de vampiros
Os atores Jason Momoa e Peter Dinklage, que foram colegas em “Game of Thrones”, podem protagonizar uma comédia de vampiros. Intitulada “Good, Bad & Undead”, a produção da Legendary é descrita pelo estúdio como “’Fuga à Meia-Noite’ em um mundo de Bram Stoker”, numa referência à comédia de ação de 1988, em que Robert De Niro e Charles Grodin fogem de assassinos e caçadores de recompensa, e o escritor que criou “Drácula”. Na trama, Dinklage viverá o último descendente do lendário caçador de vampiros Van Helsing, que fará parceria com uma criatura das trevas arrependida (Momoa), que jurou nunca mais matar. Só que em vez de combater ameaças sobrenaturais, a dupla decide aplicar golpes. O personagem Momoa finge aterrorizar vilarejos e Dinklage se dispõe a livrar o local de vampiros, em troca de dinheiro. Até que um desses esquemas dá errado e eles viram alvos de caçadores de recompensa. A premissa foi concebida pela dupla Mark Swift e Damian Shannon (roteiristas de “Freddy Vs. Jason”) e a direção está a cargo de de Max Barbakow (“Palm Springs”). “Good, Bad & Undead” ainda não tem data de estreia definida.
Jon Whiteley (1945 – 2020)
O ator e curador de museu Jon Whiteley, que recebeu um raro Oscar honorário juvenil em 1953, morreu aos 75 anos. A causa do falecimento não foi revelada. Whiteley tinha 8 anos quando ele e Vincent Winter estrelaram o drama britânico “Os Raptores”, de Philip Leacock, como meninos que encontram um bebê abandonado e decidem criá-lo. Pela desempenho, ambos receberam o Oscar honorário, uma estátua menor que o troféu original, entregue pela primeira vez em 1934 para Shirley Temple e pela última vez em 1960, para Hayley Mills. Deanna Durbin, Mickey Rooney e Judy Garland também receberam o troféu como atores mirins. Apesar da cerimônia do Oscar ser uma noite de consagração, o menino escocês não pôde ir ao evento em Los Angeles. Seus pais não deixaram. Na verdade, a carreira de ator foi um acidente na vida de Whiteley. Filho do diretor de uma escola, ele aprendeu a ler muito cedo e acabou incentivado a fazer a leitura de uma obra infantil no rádio. A desenvoltura chamou atenção de um produtor de cinema de Londres, que em 1952 o contratou para atuar no thriller criminal “Devoção de Assassino”, em que contracenou com Dirk Bogarde. Depois do Oscar mirim, ele foi trabalhar com um mestre do cinema, Fritz Lang, na aventura “O Tesouro de Barba Rubra” (1955). Também participou do thriller “O Seu Primeiro Crime” (1956), de Val Guest, e “O Jardineiro Espanhol” (1956), novamente com Dirk Bogarde. Mas a carreira foi extremamente curta, encerrando-se após mais dois papéis em episódios de séries de TV. Ao encerrar precocemente sua vida de ator, Whiteley se dedicou a seus estudos, formando-se na faculdade Pembroke e se tornando curador de museus. Ele se aposentou há alguns anos, no Ashmolean Museum, dedicado à arte e arquitetura, na cidade de Oxford. “Ao longo dos séculos, muitos indivíduos ajudaram a forjar o Ashmolean. Entre eles, há aqueles cujos espíritos ainda pulsam nas veias dessa instituição. Jon é um deles”, disse Xa Sturgis, diretor do museu, em comunicado sobre a morte do antigo funcionário.
Reality Z: Série de zumbis com Sabrina Sato ganha data de estreia na Netflix
A Netflix definiu a data de estreia de “Reality Z”, série com Sabrina Sato, em que o cenário de um reality show vira o único refúgio seguro durante um apocalipse zumbi. A atração será lançada em 10 de junho. O projeto foi anunciado por Sabrina Sato, na companhia do diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em abril do ano passado. Mas a ideia não é nova. Trata-se, na verdade, de um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Na trama, os integrantes da casa de estúdio ignoravam completamente que um surto zumbi estava causando o fim do mundo do lado de fora de seu isolamento. Até ser tarde demais. A Netflix não pode usar o nome do “Big Brother Brasil”, que está licenciado para a Globo, mas a participação de Sabrina permite uma ligação com o reality, já que ela foi revelada no programa. Serão cinco episódios, que vão acompanhar os bastidores de um reality fictício, chamado “Olimpo, A Casa dos Deuses”, durante uma noite de paredão. Em plena gravação, o estúdio se torna um abrigo para quem busca salvação do caos que tomou conta do Rio de Janeiro, após a proliferação de zumbis. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes.
Sair de Batwoman não foi decisão exclusiva de Ruby Rose
O site TV Line apurou que a saída de Ruby Rose da série “Batwoman” não teria sido uma decisão exclusiva da atriz. Apesar dos comunicados de despedida terem sido marcados por elogios entre as partes, fontes ouvidas pelo editor Michael Ausiello afirmaram que os produtores também teriam interesse de vê-la fora da atração. “Não foi 100% decisão dela”, disse uma fonte citada pela publicação. “Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas por uma série. Representantes da produtora WBTV (Warner Bros. Television) e da rede The CW, que exibe “Batwoman” nos EUA, não quiseram comentar a notícia. Quem fez o anúncio sobre a saída de Ruby Rose foi a própria atriz, que enviou um comunicado para a imprensa, na terça (19/5), sobre a decisão de abandonar a série depois de apenas uma temporada. Nem ela nem os produtores, que se manifestaram em seguida, comentaram o motivo da sua saída. Renovada para a 2ª temporada, a série vai continuar com outra atriz principal. A produtora Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria.
Diretor de Em Ritmo de Fuga vai desenvolver três séries para a Netflix
O cineasta Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) fechou contrato com a Netflix para desenvolver séries exclusivas para streaming. Por meio de sua produtora Complete Fiction, ele já tem definidas três produções baseadas em romances de fantasia e terror. A primeira produção é “Lockwood & Co”, baseada na coleção literária juvenil de Jonathan Stroud, que mistura elementos sobrenaturais, aventura e investigação, e gira em torno de um time de caça-fantasmas adolescentes num versão mal-assombrada do mundo atual. As demais são o terror “The Murders of Molly Southbourne”, adaptação do livro de Tade Thompson sobre uma mulher que sangra cópias assassinas de si mesma, e a fantasia “The City of Brass”, derivada do livro de S. A. Chakraborty, que reúne criaturas das fábulas do Oriente Médio. Wright deve se concentrar nesses projetos após terminar o terror “Last Night in Soho”, que teve sua pós-produção dificultada em razão da pandemia de coronavírus. Descrito como um terror psicológico, o longa tem Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Matt Smith (“The Crown”), Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”), Diana Rigg (“Game of Thrones”) e Thomasin McKenzie (“Sem Rastros”) em seu elenco.
Bruno Mazzeo vai estrelar série sobre quarentena na Globo
Q ator e roteirista Bruno Mazzeo (“Cilada.com”) vai fazer uma série sobre a quarentena de prevenção contra a pandemia de coronavírus. A rede Globo encomendou 12 episódios de “Diário de um Confinado”, que terá Mazzeo como roteirista e protagonista. O programa será gravado nas casas de seus atores, que interagirão por videochamada, seguindo as medidas de distanciamento social propostas pela Organização Mundial da Saúde. A direção de arte será de Joana Jabace, esposa de Mazzeo e o elenco também contará com Débora Bloch, Lúcio Mauro Filho e Fernanda Torres. Essa não é a primeira “produção de quarentena” da Globo, que mantém esquetes de Marcelo Adnet e uma websérie de Débora Falabella em streaming. Mas será a primeira transmitida na TV. Apesar disso, a atração ainda não tem previsão de estreia.
The Stand: Série baseada em clássico de Stephen King ganha 9 fotos
A CBS All Access divulgou as primeiras 9 fotos de “The Stand”, minissérie baseada no clássico de terror “The Stand – A Dança da Morte”. As imagens mostram o clima apocalíptico da produção, que gira em torno de uma pandemia mortal, e os principais intérpretes. Um dos destaques é Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”) no papel de Randall Flagg, um dos mais famosos vilões de King, que é nada menos que o anticristo. O resto do elenco inclui Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), James Marsden (“Westworld”), Amber Heard (“Aquaman”), Whoopi Goldberg (“Instinct”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why”). “The Stand – A Dança da Morte” se passa num futuro distópico e acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório, a luta pela sobrevivência dos poucos que sobrevivem à pandemia e a descoberta de que o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. A batalha final se concentra entre os grupos liderados por Flagg e Mãe Abagail, uma sábia de 108 anos de idade, representante “do bem”, que na minissérie é vivida por Whoopi Goldberg. A adaptação terá 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. Não por acaso, o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. Com apoio de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção, “The Stand” ainda não tem previsão de estreia.
É oficial: HBO Max vai lançar Snyder Cut, a versão do diretor de Liga da Justiça
Após três anos de especulações, os fãs de Zack Snyder finalmente tiveram a confirmação da existência de uma versão do diretor para o filme “Liga da Justiça”. Nos últimos meses, Snyder mostrou uma prévia da edição do filme, que popularmente tem sido chamada de “Snyder Cut”, para executivos da Warner e da DC Comics. E recebeu sinal verde para trabalhar na pós-produção do longa. O lançamento se tornou oficial com a divulgação de dois pôsteres com uma previsão de exibição. A versão “Zack Snyder” de “Liga da Justiça” será lançada em 2021 na plataforma HBO Max. Snyder fez uma campanha intensa para que o projeto fosse aprovado. Ele chegou a realizar uma sessão exclusiva para Jason Momoa, intérprete de Aquaman, em agosto do ano passado, para comprovar que havia uma versão do filme mais próxima do que ele filmou. Momoa adorou. Em seguida, o diretor ganhou apoio de Ben Affleck, o Batman, e Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, para convencer a Warner a lançar o “Snyder Cut”. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. Deu certo. This is real. #releasethesnydercut@HBOMax pic.twitter.com/Cnvupwg48W — Zack Snyder (@ZackSnyder) May 20, 2020 #ReleaseTheSnyderCut. Only on HBO Max 2021. @ZackSnyder https://t.co/cfXCK1B6pA pic.twitter.com/hqeA9i7tTL — HBO Max (@hbomax) May 20, 2020
Nova série dos Muppets ganha poster e data de estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro pôster da nova série dos Muppets, intitulada “Muppets Now”, que revela a data de estreia da atração. A Disney adquiriu The Muppets Studio em 2004 e, após lançar dois filmes, tentou emplacar Kermit, Miss Piggy e cia. numa série de comédia da rede ABC, que, infelizmente, não acertou o tom e foi cancelada após uma temporada em 2016. A nova produção busca um novo caminho. “Muppets Now” será um série não-roteirizada que contará com a participação de celebridades. Isto significa que, além dos bonecos de Jim Henson, também terá entrevistas e/ou números musicais. O programa chegará ao streaming em 31 de julho, nos EUA. A Disney+ (Disney Plus) ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Minha Mãe É uma Peça: Marieta Severo será mãe de Dona Hermínia na série
O ator e humorísta Paulo Gustavo revelou que a atriz Marieta Severo fará parte da série de “Minha Mãe É uma Peça”, interpretando a mãe da Dona Hermínia. A novidade veio à tona durante entrevista ao programa “Conversa com Bial”, exibida na noite de terça (19/5). “A 1ª temporada vai voltar lá atrás na vida de Dona Hermínia, e vai mostrar a personagem quando ainda era casada, com os filhos com oito anos de idade. O primeiro episódio será sobre a mãe de Dona Hermínia; sobre o que a mãe deixou para a filha. Vai mostrar como a Dona Hermínia se tornou o que é”. Segundo Gustavo, a Dona Hermínia foi inspirada em alguma medida na personagem de Mariana Severo na peça “A Estrela do Lar”, por isso considera escalação perfeita. A série baseada em “Minha Mãe É uma Peça” tinha estreia prevista para o segundo semestre, na plataforma Globoplay, antes das gravações serem paralisadas por causa da pandemia do coronavírus. Paulo Gustavo criou Dona Hermínia na peça homônima, que virou filme em 2013, tornando-se o lançamento mais assistido no Brasil naquele ano, com mais de 4,6 milhões de espectadores. A última encarnação da personagem foi no terceiro longa da franquia, lançado no final de 2019, que faturou mais de R$ 180 milhões, a maior bilheteria da história do cinema nacional.
13 Reasons Why: Paranoia, delírios e violência marcam trailer da última temporada
A Netflix divulgou 37 fotos e o trailer legendado da 4ª e última temporada de “13 Reasons Why”. A prévia investe num clima de suspense que parece mais “Pretty Little Liars” que a trama inaugural. No vídeo, os alunos do Colégio Liberty encontram uma pichação na porta do refeitório, em tom de denúncia: “Monty foi incriminado”. A inscrição é uma referência ao personagem de Timothy Granaderos, que levou a culpa pelo assassinato de Bryce (Justin Prentice). A percepção de que estão sendo investigados arrasta Clay (Dylan Minnette) e seus colegas numa espiral de paranoia, delírio e violência, enquanto lutam para manter tudo escondido. Uma das novidades da temporada também aparece no trailer e nas imagens, o Dr. Robert Ellman (vivido por Gary Sinise, de “Forrest Gump”), terapeuta que trata os traumas do protagonista. A 4ª temporada estreia em 5 de junho.










