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  • Filme

    Esquadrão Suicida 2: James Gunn diz que pós-produção não foi afetada pelo coronavírus

    13 de abril de 2020 /

    O diretor James Gunn revelou que a pós-produção em “O Esquadrão Suicida” (ou “Esquadrão Suicida 2”) não foi afetada pela suspensão de atividades decorrentes da prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. Ao contrário, o filme estaria até adiantado em seu cronograma de trabalho, razão pela qual não teve sua estreia adiada. “No momento não há motivo para adiar o lançamento de ‘O Esquadrão Suicida’. Nós estamos em dia, ou até mesmo adiantados na programação. Fomos extremamente sortudos de termos terminado as filmagens e iniciado a edição em casa (devido à visão da equipe de pós-produção e do estúdio) antes da quarentena”, informou Gunn pelo Twitter. A estreia continua marcada para agosto de 2021. Além disso, Gunn garante que os planos para as filmagens de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” tampouco foram afetados. “No momento, os planos para o ‘Vol. 3’ também são exatamente os mesmo desde antes do coronavírus”. Isto é, as filmagens continuam previstas para começar após o término da pós-produção de “O Esquadrão Suicida”. O roteiro está pronto há quase dois anos. Right now there’s no reason for #TheSuicideSquad release date to move. We are on or ahead of schedule. We were extremely fortunate to wrap shooting & set up editing from our homes (due to a post production team & studio with foresight) before quarantine. https://t.co/URRFXX58r3 — James Gunn (@JamesGunn) April 12, 2020 Right now the plans with Vol 3 are also exactly the same as they were before coronavirus. https://t.co/cVHe31gtPQ — James Gunn (@JamesGunn) April 12, 2020

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  • Filme

    Mentiras Perigosas: Suspense estrelado por Camila Mendes ganha trailer legendado

    13 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Mentiras Perigosas” (Dangerous Lies), suspense estrelado por Camila Mendes (“Riverdale”). Na trama, ela viva a cuidadora de um idoso que, ao morrer, deixa todos os seus bens para ela. Ao se mudar para a residência do falecido, ela descobre um baú com uma fortuna em dinheiro, sem procedência conhecida, e se vê envolvida em uma rede de mentiras e assassinato, que o leva a perceber que não pode confiar em ninguém — nem naqueles que ama. O elenco de “Mentiras Perigosas” ainda inclui Jessie T. Usher (“The Boys”), Cam Gigandet (“Burlesque”), Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”). Conhecida pelo papel de Veronica em “Riverdale”, Mendes é filha de brasileiros e chegou a morar no Brasil durante a infância. “Mentiras Perigosas” é o segundo filme dela na Netflix. No anterior, “O Date Perfeito”, fez par com Noah Centineo. Com roteiro e direção de especialistas em telefilmes genéricos (David Golden e Michael Scott, de “Uma Babá Milagrosa”), o filme estreia em 30 de abril na plataforma.

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    Netflix suspende dublagens por coronavírus: “Prioridade é a saúde dos dubladores”

    13 de abril de 2020 /

    A Netflix suspendeu o trabalho de dublagem de seus novos lançamentos no Brasil por causa da pandemia do novo coronavírus. Uma mensagem exibida em algumas produções do catálogo avisa: “Algumas opções de áudio não estão disponíveis. A prioridade é a saúde dos dubladores”. Um dos títulos afetados é a comédia “Coffee & Kareem”, que chegou ao catálogo no último dia 3 de abril. O filme está disponível com o áudio original em inglês e com dublagens em alemão, espanhol, francês e italiano — sem opção em português. Veja abaixo a reprodução da mensagem sobre a ausência de dublagem.

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    Deborah Ann Woll faz desabafo por desemprego e recebe apoio de colegas da Marvel

    13 de abril de 2020 /

    A atriz Deborah Ann Woll aproveitou a participação num programa de entrevistas do YouTube para fazer um desabafo, mostrando-se preocupada por estar desempregada, situação que a afetava desde antes da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. Falando no programa de Joe Quesada, diretor criativo da Marvel, ela disse que “não tem certeza se vai conseguir trabalhar novamente” após o fim de “Demolidor” e “Justiceiro”, séries da Marvel na Netflix em que interpretava Karen Page. Woll contou que não conseguiu nenhum papel novo desde o final das séries. “Isso tem sido muito difícil para mim. Eu fico me perguntando se tem alguém por aí que ainda gostaria de trabalhar comigo, se eu ainda sou capaz de fazer meu trabalho, esse tipo de coisa”, admitiu. “Uma parte do meu cérebro diz: ‘Calma, você está sendo paranoica’. Mas a outra parte, a que ama atuar, sabe que isso [a falta de trabalho] é um problema. A tragédia de ser um ator, ou qualquer profissão em que você realmente coloca um pedaço de sua alma no trabalho, é que ela se torna parte de você”, continuou. “Mesmo antes do coronavírus virar tudo de cabeça para baixo, eu estava tendo problemas com isso. Quando não estou atuando, não sei quem sou. Como faz algum tempo que não estou atuando, minha autoestima está se deteriorando”, completou. Em resposta ao desabafo, dois colegas de elenco de Woll em “Demolidor” e “Justiceiro” manifestaram seu apoio nas redes sociais. Vincent D’Onofrio, intérprete do vilão Wilson Fisk (o Rei do Crime), elogiou a atriz como “uma de suas colegas de cena favoritas” em toda a carreira. “Deborah Ann Woll pode interpretar qualquer papel. Todo ator depende do seu colega de cena, e você seria sortudo de tê-la ao seu lado. Ela é invencível. Um presente para qualquer narrativa”, tuitou. Jon Bernthal, o próprio Justiceiro, referendou a declaração de D’Onofrio. “Isso aqui é verdade. Muito amor para vocês dois. Que honra poder ter contracenado com ambos”, acrescentou. Além do papel de Karen Page nas séries da Marvel, Woll se destacou como a vampira Jessica Hamby em “True Blood” (2008-2014), e também foi festejada pelo ator principal daquela série, Stephen Moyer, intérprete de seu “pai” vampiro, que a chamou de “uma das melhores atrizes” com quem já trabalhou. “Ela parecia ser minha filha real e eu amei/a amei muito”, escreveu. Veja abaixo a entrevista completa, que tem 1h20 de duração, seguida pelos tuítes. That right there’s the truth. Big love to both of y’all. What an honor and joy to have rolled with you guys. — Jon Bernthal (@jonnybernthal) April 12, 2020 I feel the same way about you Steve. Big hugs. Miss you and Bill. https://t.co/rq6u9JSig7 — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) April 9, 2020

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  • Filme

    Remake de Duna ganha primeira foto com Timothée Chalamet

    13 de abril de 2020 /

    A Warner liberou a primeira foto do remake de “Duna”, que traz Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista Paul Atreides. A imagem foi veiculada originalmente pela revista Vanity Fair, que inclui uma entrevista com o ator em sua edição deste mês. “O que imediatamente me atraiu para Paul foi que, em meio a uma história cheia de detalhes, tão gigantesca, ele está em uma jornada de anti-herói”, explicou Chalamet, dizendo que seu personagem não está “procurando uma aventura”, mas com medo dela. “Ele quer ser este jovem general que vai estudar todas as técnicas do seu pai, a forma como ele lidera a família, antes de assumir o controle, o que ele imagina que seja dentro de uma década, ou algo assim”, continuou o ator. Mas fatos inesperados alteram essa perspectiva. Na trama, Paul faz parte de uma família aristocrática, que deixa seu planeta para supervisionar a mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. A história de “Duna” foi originalmente publicada pelo escritor Frank Herbert em 1965 e ganhou fama de ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, tanto que enfrentou dificuldades de produção em sua primeira adaptação cinematográfica, lançada em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). A obra originou uma franquia literária, que continua a ser estendida anos após a morte de Herbert, em 1986. O material também já rendeu duas minisséries do canal Syfy, a partir de 2000. A nova adaptação pode ser dividida em duas partes ou virar franquia, uma vez que a Warner já trabalha numa continuação e numa série derivada, inspirada em outro livro da saga, que será lançada no serviço de streaming HBO Max. O roteiro do filme atual foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) em parceria com o veterano Eric Roth (“Forest Gump”) e o diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também comanda as filmagens. Além de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Por enquanto, a estreia de “Duna” está mantida para o mês de dezembro.

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  • Filme

    O Oficial e o Espião coloca Roman Polanski na berlinda

    13 de abril de 2020 /

    Recebido por piquetes feministas e manifestações de repúdio na França, o novo filme de Roman Polanski colocou o diretor na berlinda. Mas não por conta de cenas polêmicas, que inexistem. Na verdade, ele incomoda ativistas por algo que jamais explicita, apenas sugere sutilmente em seu subtexto. “O Oficial e o Espião” aborda o tema da inocência, o fato de alguém ser julgado e condenado por um crime que não cometeu. O problema, para muitas, é que o cineasta busca comparar o caso Dreyfus com seu próprio caso. Polanski foi condenado por estupro, admitiu o crime e fugiu dos EUA para a França para escapar da prisão nos anos 1970, situação que voltou à tona no bojo do movimento #metoo e após o surgimento de novas denúncias de supostas vítimas daquele período, acusações que mancharam definitivamente sua biografia. Mas o tema também se integra perfeitamente à fase mais recente dos filmes de Polanski, alimentada por uma dramaturgia humanista desde “O Pianista” (2002) e, refletindo os lançamentos mais próximos, calcada em diálogos – elementos enfatizados em “Deus da Carnificina” (2011) e “A Pele de Vênus” (2013), ambos baseados em peças de teatro. A obra atual ainda apresenta similaridades com “O Escritor Fantasma” (2010), que, como esta, também era uma adaptação de romance de Robert Harris, roteirizada pelo próprio autor. Formalmente falando, “O Oficial e o Espião” surge como um misto desses trabalhos, já que é centrado em conversas e contém poucas cenas de ação, mas também cria uma atmosfera de suspense e apreensão, levando em consideração o quanto o protagonista, o Coronel Georges Picquart (Jean Dujardin), vê-se envolvido em um jogo de cartas marcadas por membros antissemitas do corpo de superiores do exército francês, ao descobrir e tentar reparar uma injustiça: a prisão do oficial Alfred Dreyfus (Louis Garrel), o militar judeu mais proeminente do país, acusado de alta traição. A história reproduz um escândalo bastante conhecido na França e o título original, “J’Accuse”, refere-se ao editorial de mesmo nome escrito pelo romancista Émile Zola, que denunciou a conspiração por trás do envio de Dreyfus à prisão da Ilha do Diabo. O artigo foi publicado no jornal francês L’Aurore em 13 de janeiro de 1898 – e pode ser encontrado facilmente na internet – , três dias após o verdadeiro traidor, Esterhazy (no filme vivido por Laurent Natrella), ser inocentado pela justiça. Há muitos méritos artísticos no trabalho de Polanski. E não deixa de ser uma satisfação ver mais um trabalho do diretor, que é um verdadeiro mestre, pertence ao primeiro escalão e tem uma filmografia riquíssima, mostrando aos 88 anos um vigor artístico e uma capacidade técnica que muitos cineastas jovens jamais atingirão. Muitos pensam assim, tanto que Polanski foi premiado no Festival de Veneza e no César (o Oscar francês) como Melhor Diretor, justamente no momento em que o esforço para seu cancelamento atingiu o auge. O filme também se torna muitíssimo relevante nesses tempos de fake news, de pós-verdade. A trama mostra, de forma didática, como uma mentira vira verdade por imposição de forças superiores e essencialmente más. Na história, os inimigos de Dreyfus não se contentam em maltratar e manchar sua carreira; precisam também humilhá-lo. Nisso, entra a questão do antissemitismo, que na época já era forte, mas cresceria muito mais nos anos seguintes para se converter em ideologia política – o nazismo. Mas também poderia entrar, como ressaltam as contrariedades, a própria cultura do “cancelamento” social, que Polanski enxerga como o monstro que lhe acusam de ser. Por isso, fala-se mal de “O Oficial e o Espião”. Por isso, fala-se bem dessa obra, agora disponibilizada para locação virtual. Definitivamente, fala-se muito deste filme em que o nome de Roman Polanski parece ter sido grafado com caixa mais alta que o normal.

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  • Música

    Recuperado do coronavírus, Di Ferrero lança clipe para confortar fãs na pandemia

    12 de abril de 2020 /

    Uma das primeiras celebridades brasileiras a pegar o novo coronavírus, o cantor Di Ferrero transformou a experiência em uma música: “Vai Passar”. Gravada de forma caseira, a canção ganhou até clipe neste fim de semana, feito durante a quarentena, com participação de amigos famosos e anônimos, que se juntaram à distância, via vídeo. O pop acústico, que traz Di Ferrero ao violão, inclui em seu coro sutil, registrado em volume baixo, as vozes de vários amigos de Instagram, gente tão diferente quanto o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, o rapper Rael, o ex-Titãs Paulo Miklos, os cantores Paulo Ricardo, Simoninha e Vitor Klay, o humorista Maurício Meirelles, os apresentadores Marcos Mion e Serginho Groisman, as atrizes Camila Queiroz e Fernanda Souza, além de sua esposa, a modelo Isabeli Fontana, entre muitos outros. “Eu fiz essa música logo que eu consegui voltar a cantar. Eu fiquei um pouco rouco por causa do vírus e no momento que eu voltei a cantar eu comecei a tocar e comecei a escrever sobre tudo o que está acontecendo, não só comigo, mas com as pessoas em volta de mim, com o mundo”, contou o cantor, que permanece isolado em sua casa no sul do país. A ideia de gravar a música surgiu depois de tocá-la numa live com os fãs. Para a produção, Di Ferrero aproveitou recursos caseiros para garantir uma boa acústica. “Acabei gravando com meu celular dentro do armário cheio de roupas, para fazer uma acústica legal”, revelou. “Me senti bem pra caramba quando acabei a música, fiquei feliz. E decidi lançar pra ser uma música para confortar as pessoas, como ela me confortou naquele momento”. Depois de mostrar a gravação para os amigos e receber os vídeos de suas interpretações, tudo foi editado num clipe e lançado nas redes sociais do cantor – inclusive no YouTube, como pode ser conferido abaixo.

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  • Filme

    Felipe Simas é diagnosticado com covid-19

    12 de abril de 2020 /

    O ator Felipe Simas (“Segunda Chamada”) foi diagnosticado com o novo coronavírus. A revelação foi feita no sábado (11/4) por sua esposa, a influenciadora digital Mariana Uhlmann Simas, que usou os stories do seu Instagram para contar que ele está bem e ambos estão em quarentena. “Felipe está bem. Ele deu positivo para o corona, mas ele está bem. A gente está aqui em casa”, disse Mariana. Ela contou que a mãe do artista da Globo estava convivendo na casa deles quando o ator de 27 anos começou a sentir os sintomas da covid-19. Ana Paula Sang, então, voltou para sua casa e levou os netos Joaquim, de seis anos, e Maria, de três anos. O caçula Vicente, que nasceu em 20 de fevereiro, ficou com o casal. “A gente está sob todos os cuidados médicos, eu tenho falado com a pediatra das crianças sempre. O Felipe também já está com todos os cuidados, está tudo tranquilo. No início, ele sentiu os sintomas muito fortes. No primeiro dia que ele teve uma melhora, ele viu que, quando ele se esforça, ele tem uma recaída”, relatou a esposa de Simas. A influenciadora digital disse tem recebido muitas perguntas sobre onde o ator teria se infectado. “A gente não sabe. A gente estava de quarentena desde antes. Antes de decretarem a quarentena, eu nem levei mais as crianças para aula, porque eu já estava nervosa por conta do Vicente. […] A gente não tem saído por conta das crianças.” No entanto, segundo Mariana, Felipe Simas era o responsável por ir ao mercado e receber outras compras da família, mas ela ressalta que a origem da contaminação do ator não é relevante e reforça a importância do isolamento social para conter o avanço da pandemia. “Acho também que agora não é o momento de a gente pensar nisso. É o momento de se cuidar. Então, eu falo para todo mundo que puder: fique em casa sim, toma todos os cuidados, usa máscara se tiver que ir ao mercado”, disse a influenciadora digital, repassando para seus seguidores as principais recomendações médicas para evitar contrair o coronavírus.

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    Recuperado do coronavírus, Tom Hanks apresenta primeira edição de quarentena do Saturday Night Live

    12 de abril de 2020 /

    Uma dos primeiros astros de Hollywood a receber diagnóstico de covid-19, o ator Tom Hanks não só se recuperou como se tornou o apresentador da primeira versão de quarentena do programa humorístico “Saturday Night Live”, exibido no sábado (11/4) pela rede americana NBC. O episódio foi produzido num formato inédito, batizado de “Saturday Night Live at Home” com esquetes gravados na casa dos artistas, em isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus. “É um momento estranho para tentar fazer piadas”, disse o ator no monólogo que abriu o programa, que foi disponibilizado nas redes sociais oficiais do “SNL”. Com o último episódio inédito transmitido há um mês, os humoristas resolveram retomar a atração com esse novo formato, atuando em suas casas. E não faltou nem sequer a participação musical da semana, feita por Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, que cantou uma versão da música “Shelter from the Storm”, de Bob Dylan. A edição diferenciada ainda homenageou o produtor do programa Hal Willner, que faleceu em decorrência da doença. Veja abaixo a abertura do episódio e o monólogo inicial de Hanks. Ver essa foto no Instagram ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Saturday Night Live (@nbcsnl) em 11 de Abr, 2020 às 8:52 PDT Ver essa foto no Instagram Ladies and gentlemen…@tomhanks. Uma publicação compartilhada por Saturday Night Live (@nbcsnl) em 11 de Abr, 2020 às 9:19 PDT

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  • Etc

    Elenco original de High School Musical faz reunião especial de quarentena

    12 de abril de 2020 /

    Vários elencos de séries clássicas tem se reunido em aplicativos de compartilhamento de videochamada durante a quarentena forçada pelo novo coronavírus, para alegrar seus fãs. Mas ninguém tinha feito isso ainda com filmes, até o elenco de “High School Musical” tomar essa iniciativa no sábado (11/4). “Adivinha quem voltou”, introduziu Vanessa Hudgens em seu Instagram, compartilhando um print da chamada com os antigos colegas. A ausência mais sentida foi de Zac Efron, que interpretava o protagonista, Troy Bolton, par romântico da atriz – os dois chegaram a namorar de verdade, na época. Além de Vanessa, também participaram da live Ashley Tisdale, Lucas Grabeel, Corbin Bleu e Monique Coleman, além do diretor Kenny Ortega e dançarinos. Exibido em 2006 no Disney Channel, “High School Musical” virou uma verdadeira febre mundial, rendendo mais dois filmes – o terceiro, exibido nos cinemas – , além de uma turnê musical com os protagonistas do longa. A produção ainda rendeu versões internacionais – inclusive no Brasil – e deu origem à série “High School Musical: The Musical: The Series” da plataforma Disney+ (Disney Plus), que ainda não foi lançada por aqui. Ver essa foto no Instagram Guess who’s back… Uma publicação compartilhada por 🔮Vanessa Hudgens🔮 (@vanessahudgens) em 11 de Abr, 2020 às 11:31 PDT Ver essa foto no Instagram Zoom Call with @zerogroove @thepaulbecker1 and some of my HSM Wildcats! Loving them more today than ever! What amazing people they’ve all become. I’m so proud of each and everyone of them! #wereallinthistogether ❌🏀 Uma publicação compartilhada por Kenny Ortega (@kennyortegablog) em 11 de Abr, 2020 às 6:24 PDT

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    Hilary Dwyer (1945 – 2020)

    11 de abril de 2020 /

    A atriz e produtora britânica Hilary Dwyer, que atuou ao lado de Vincent Price em filmes de terror dos anos 1960, morreu na semana passada por complicações de covid-19. A revelação foi feita neste sábado (11/4) por seu afilhado, Alex Williams, no Facebook. Ela tinha 74 anos. Nascida em 6 de maio de 1945 em Liverpool, Inglaterra, Hilary Dwyer pertencia à geração dos Beatles. Ela estudou balé e piano quando criança, virando atriz em séries clássicas dos anos 1960 – como “Os Vingadores” e “O Prisioneiro”. Sua estreia no cinema foi em “O Caçador de Bruxas” (1968), como a vítima aterrorizada do personagem-título, em sua primeira parceria com Vincent Price. O filme ficou conhecido por ser o último filmado pelo diretor Michael Reeves, que faleceu logo após o lançamento, aos 25 anos, devido a uma overdose de álcool e barbitúricos. Ela também atuou na sci-fi “Sequestradores do Espaço” (1969) e no western “Dólares de Sangue” (1969), antes de voltar a ser assombrada por Vincent Price, em “O Ataúde do Morto-Vivo” (1969), filme do ciclo de adaptações de Edgar Allan Poe da produtora AIP (American Internacional Pictures), com direção de Gordon Hessler. A mesma equipe também se juntou em “O Uivo da Bruxa” (1970), no ano seguinte. “Eu adorava Vincent”, ela disse durante uma convenção de 2010. “Eu interpretei sua amante, sua filha e sua esposa, e ele disse: ‘Se você interpretar minha mãe, eu me casarei com você.'” A atriz ainda apareceu numa adaptação do romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelada pelo futuro James Bond Timothy Dalton – e curiosamente lançada no Brasil com o título de “O Solar dos Ventos Uivantes” (1970). Sua última aparição nas telas foi em um episódio de 1976 da série sci-fi “Espaço: 1999” (Space: 1999). Em 1974, ela se casou com o agente de talentos Duncan Heath e assumiu o nome de Hilary Heath, até seu divórcio em 1989. Os dois chegaram a lançar uma agência de empresariamento de atores, a Duncan Heath Associates, que foi vendida para a ICM em 1984. Duncan é atualmente co-presidente do Independent Talent Group. O afastamento das câmeras não representou o fim da carreira artística de Hilary. Ela se tornou produtora, lançando longas, telefilmes e séries, entre eles os thrillers “Inocente ou Culpado?” (1988), de Martin Campbell, “Jogos de Ilusão” (1995), de Mike Newell, e o drama “Violento e Profano” (1997), estreia na direção do ator Gary Oldman. Seu filho, Daniel Heath, é um compositor de trilhas bastante requisitado, que foi indicado ao Globo de Ouro por seu trabalho em “Grandes Olhos” (2014), de Tim Burton.

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    Disney encomenda remake da animação clássica Robin Hood

    11 de abril de 2020 /

    A Disney oficializou mais um remake de seu catálogo de suas animações clássicas. Desta vez, é “Robin Hood”, que virou longa animado em 1973 e teve uma canção indicada ao Oscar. Além de animada, essa versão da Disney se diferenciava por ser um musical antropomórfico – isto é, animais falantes viviam os personagens da fábula clássica. O famoso ladrão que roubava dos ricos para dar aos pobres era uma raposa, claro, enquanto João Pequeno tinha o tamanho de um urso e o ardiloso Príncipe João não passava de um leão da montanha com complexo de nobreza. A nova versão vai manter essas características, usando animação computadorizada de ponta para dar vida aos animais – que deverão ser menos realistas que os bichos falantes de “O Rei Leão”, já que no desenho original usavam roupas. Ao contrário dos muitos remakes em desenvolvimento no estúdio, essa adaptação não está será lançada no cinema. A produção foi encomendada para a plataforma Disney+ (Disney Plus), com roteiro de Kari Granlund, que assinou a história da versão live-action de “A Dama e O Vagabundo” (2019), também feita para o Disney+ (Disney Plus). Já a direção está a cargo do mexicano Carlos López Estrada, que, entre outras coisas, comandou o filme “Ponto Cego” (2018) e o clipe da música “When The Party Is Over”, de Billie Eilish. O contrato foi fechado antes da paralisação geral das produções de Hollywood, que aconteceu em março como precaução contra a pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, não há previsão para sua estreia.

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    Netflix vai adaptar best-seller juvenil A Seleção

    11 de abril de 2020 /

    A Netflix encomendou a produção de um filme baseado em “A Seleção” (The Selection), franquia literária juvenil de Kiera Cass. Na trama, 32 garotas são selecionadas pela loteria para competir pelo coração de um príncipe e reinar uma nação destruída pela guerra. O livro da distopia romântica para adolescentes já vendeu 11 milhões de exemplares em todo mundo, originou uma franquia literária, com uma interminável coleção de continuações, contos, antologias e spin-offs, e quase virou série da rede The CW, que chegou a encomendar dois pilotos para a produção, em 2012 e 2013, sem aprovar nenhum deles – embora Mark Pedowitz, presidente do canal, tenha dito que o primeiro roteiro da dupla Elizabeth Craft e Sarah Fain (ambas da série “The Vampire Diaries”) era “muito bem feito”. Desta vez, a adaptação será um longa (o primeiro de uma provável franquia), com roteiro de Katie Lovejoy (“Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean”) e direção da cineasta árabe Haifaa Al-Mansour (“O Sonho de Wadjda” e “Mary Shelley”). Ambientado daqui a 300 anos no futuro, a trama acompanha America Singer (isto mesmo, Cantora Americana), candidata do distrito mais pobre a virar princesa por um concurso que é muito mais “The Bachelor” que “Jogos Vorazes”. A produção está a cargo de Denise Di Novi (“Adoráveis Mulheres”) e Pouya Shahbazian (“Divergente”). “Estou emocionado por trabalhar com a brilhante Haifaa Al-Mansour e nossos amigos da Netflix neste filme especial”, disse Shahbazian, em comunicado. “Tendo trabalhado em algumas adaptações de best-sellers, nunca vi o fervor e a paixão que os fãs de ‘The Selection’ demonstram pela série de livros de Kiera Cass, que adaptaremos em filme.” Di Novi também destacou “a base de fãs extraordinariamente fiel e apaixonada” no comunicado. “Kiera Cass criou uma fantasia fascinante, cuja mensagem de poder e autenticidade é mais relevante hoje do que nunca”, completou. Ainda ampliando o universo de “A Seleção”, Kiera Cass vai lançar mais um livro da franquia, “A Prometida” (The Betrothed), em 5 de maio. Para se ter noção da popularidade da escritora, o livro vai chegar no Brasil no mesmo dia da publicação nos EUA.

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