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Com 2019 se aproximando do fim, diversos longas que foram lançados no ano já estão disponíveis em plataformas de conteúdo e on-demand. Da refilmagem de “Aladdin” até o inesperado sucesso “Podres de Ricos”, o número de opções de qualidade disponíveis para os fãs nunca foi tão grande e diversificado.<h5>Aladdin</h5><img src="https://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aladdin22.jpg" alt="" width="900" height="600" class="alignnone size-full wp-image-137571" />Dirigida pelo mestre de ação Guy Ritchie, que também assina o roteiro com John August, a nova versão de "Aladdin" ainda é a clássica, engraçada e inspiradora história sobre um jovem “ladrão com coração de ouro” que descobre uma lâmpada e um tapete mágicos e conta com a ajuda de um fiel macaco escudeiro e um carismático gênio azul para conquistar o coração de uma princesa e impedir os planos de dominação de um vizir maligno. O esqueleto da trama ainda é o mesmo, mas a nova versão adiciona diversas camadas que atualizam a aventura, dão novas dimensões aos personagens e justificam a existência do remake.Logo no começo já há mudanças e a familiar história inspirada no <a href="https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quem-escreveu-as-mil-e-uma-noites/">famoso romance “As Mil e Uma Noites”</a> é contada por um marinheiro (Will Smith) a seus filhos. O filme inteiro é repleto de novas interpretações como essa, com a história de Jasmine (Naomi Scott) ganhando novos contornos de liderança feminina e do vilão Jafar (Marwan Kenzari) com traços sutis de anti-herói multidimensional no lugar de um vilão puro e simples.Massoud possui a fisicalidade exigida para o papel e brilha em todas as sequências musicais, sejam elas as originais ou as novas criadas para essa versão. Ao mesmo tempo, Scott canta maravilhosamente bem e consegue demonstrar a força de uma princesa que sonha em ser independente e está disposta a lutar por isso. A química e o charme dos protagonistas transbordam da tela e ambos tornam a história de amor central ainda mais envolvente que a original.Will Smith, confrontado com a tarefa praticamente impossível de superar o lendário gênio de Robin Williams, optou por uma abordagem diferente para o papel e fez uma versão nova, única e igualmente carismática. Além disso, seu romance com Dalia (Nasim Pedrad), serva e melhor amiga de Jasmine, proporciona diversos momentos de alívio cômico durante a trama e serve para aumentar a profundidade do personagem. Da abertura com “Arabian Nights”, passando por “Friend Like Me”, “A Whole New World”, “Prince Ali” e os novos sucessos criados para o remake, o filme é uma aventura espetacular que merece ser conferida.<h5>John Wick 3: Parabellum</h5><img src="https://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2019/01/john-wick-3-JW3.jpg" alt="" width="900" height="600" class="alignnone size-full wp-image-127703" />O último capítulo lançado da franquia John Wick oferece doses ainda maiores de ação bem executada. Novamente dirigido pelo experiente Chad Stahelski e com o <a href="https://br.ign.com/keanu-reeves/71975/news/5-historias-que-fazem-de-keanu-reeves-a-melhor-pessoa-viva">carismático astro Keanu Reeves</a> no papel principal, esse terceiro e não necessariamente último capítulo da saga continua intercalando sequências quase inacreditáveis enquanto revela novas camadas emocionais do protagonista.Enquanto o primeiro filme ofereceu uma clássica história de vingança de um assassino que havia abandonado o submundo do crime e a primeira sequência expandiu a construção desse universo enquanto mostrava uma história moralmente ambígua e repleta de reviravoltas interessantes, o longa mais recente traz à tona as consequências de Wick ter quebrado as regras para completar sua última missão. Sem o apoio das organizações secretas, Wick passa o longa como um exército de um homem só que precisa lidar com oponentes tão habilidosos quanto ele. A direção enfatiza todas as cenas, que incluem sequências de tiroteios e lutas de todos os tipos e parecem mais um impressionante balé de destruição que ação pura e simples.Ian McShane e Lance Reddick retornam para os seus icônicos papeis da dupla Winston e Charon, enquanto Asia Kate Dillon brilha no papel de “A Adjudicadora” e Mark Dacascos mostra um novo tipo de adversário em “Zero”. Dacascos é o principal antagonista do filme, mas não é propriamente um vilão. Ele admira John Wick e suas façanhas e só se encontra em lados opostos do protagonista devido a enorme recompensa oferecida.A trilogia oferece tudo que os fãs da franquia esperavam e muito mais, o que inclui um bom final de arco para John. Apesar disso, a história de Wick, assim como a <a href="https://revistaquem.globo.com/Series-e-filmes/noticia/2019/06/james-bond-25-veja-primeiras-cenas-de-novo-filme-da-franquia-do-007.html">de personagens clássicos como Bond</a>, pode continuar em novos filmes e saber disso torna assistir a esse longa ainda mais recompensador.<h5>Podres de Ricos</h5><img src="https://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2019/11/crazy-tich-asian.jpg" alt="" width="900" height="600" class="alignnone size-full wp-image-149480" />“Podres de Ricos” é uma joia rara que se utiliza de clichês da comédia romântica para subverter expectativas e levar o espectador para uma aventura única que <a href="https://pipocamoderna.com.br/2018/09/bilheterias-podres-de-ricos-vira-comedia-romantica-de-maior-sucesso-dos-ultimos-seis-anos-nos-eua/">quebrou recordes de público nos EUA</a>.A história acompanha a jornada da professora de economia Rachel Chu (Constance Wu), uma descendente asiática-americana que precisa conquistar a tradicional família do seu namorado Nick (Henry Golding), com destaque especial para sua mãe Eleanor (Michelle Yeoh), uma matriarca munida de uma personalidade forte e centralizadora.Logo no começo do longa, Rachel já demonstra que irá comandar o resto do filme ao demonstrar um dos principais <a href="https://br.888poker.com/how-to-play-poker/strategy/">conceitos da estratégia de poker</a> durante uma partida para ensinar uma lição importante aos seus alunos. O poker é um dos principais esportes jogados ao redor do mundo, de acordo com a Confederação Brasileira de Texas Hold’em (CBTH) são mais de 10 milhões de entusiastas apenas no Brasil, e o papel desse esporte na obra é muito mais profundo que à primeira vista.A cena não apenas mostra como Rachel consegue tomar o controle da situação e é capaz de planejar adiante para superar qualquer adversidade, um tema recorrente ao longo da obra, como também mostra como o poker é um dos esportes da mente mais emocionantes já criados (a cena inteira é repleta de uma tensão que só acaba quando ela finalmente revela a sua mão), mas também revela um dos seus diversos usos. Apesar do poker aparecer apenas nessa cena inicial, o tema de jogos e esportes da mente como veículo para demonstração de poder e diversos conceitos retornam de forma magistral em uma das últimas sequências do filme e a forma como Rachel entende e utiliza o esporte das cartas revela diversos aspectos de como sua mente funciona e como a professora é muito mais do que uma simples donzela indefesa de outrora.Aliás, é exatamente nessa subversão de conceitos em que o filme demonstra a que veio. É claro que há inúmeras sequências clichês, como a prova de vestidos elaborados e até mesmo uma perseguição no aeroporto, mas elas servem apenas como base para que o longa possa alcançar novas alturas ao quebrar expectativas.Por exemplo, em uma das subtramas é possível acompanhar uma personagem que finalmente se liberta de amarras auto impostas para crescer sozinha, enquanto na trama principal o moderno e o tradicional colidem para formar algo melhor e mais forte.Considerando tudo, “Podres de Ricos” é uma comédia romântica sólida e divertida sobre pessoas muito ricas e bonitas, mas que contém falhas reais e muito relacionáveis. A história é recomendada para qualquer fã do gênero e o cenário é um show à parte que definitivamente aumentará o número de turistas para a bela Singapura.Seja através da Netfflix, Prime Video, Play Store, Microsoft Store, iTunes, Telecine Play ou Net NOW, qualquer um dos sucessos acima proporcionará momentos inesquecíveis para os fãs do cinema de qualidade.

Sem categoria|31 de outubro de 2019

Sucessos imperdíveis já estão disponíveis em plataformas de conteúdo e on-demand

Com 2019 se aproximando do fim, diversos longas que foram lançados no ano já estão disponíveis em plataformas de conteúdo e on-demand. Da refilmagem de “Aladdin” até o inesperado sucesso “Podres de Ricos”, o número de opções de qualidade disponíveis para os fãs nunca foi tão grande e diversificado.

Aladdin

Dirigida pelo mestre de ação Guy Ritchie, que também assina o roteiro com John August, a nova versão de “Aladdin” ainda é a clássica, engraçada e inspiradora história sobre um jovem “ladrão com coração de ouro” que descobre uma lâmpada e um tapete mágicos e conta com a ajuda de um fiel macaco escudeiro e um carismático gênio azul para conquistar o coração de uma princesa e impedir os planos de dominação de um vizir maligno.
O esqueleto da trama ainda é o mesmo, mas a nova versão adiciona diversas camadas que atualizam a aventura, dão novas dimensões aos personagens e justificam a existência do remake.

Logo no começo já há mudanças e a familiar história inspirada no famoso romance “As Mil e Uma Noites” é contada por um marinheiro (Will Smith) a seus filhos. O filme inteiro é repleto de novas interpretações como essa, com a história de Jasmine (Naomi Scott) ganhando novos contornos de liderança feminina e do vilão Jafar (Marwan Kenzari) com traços sutis de anti-herói multidimensional no lugar de um vilão puro e simples.

Massoud possui a fisicalidade exigida para o papel e brilha em todas as sequências musicais, sejam elas as originais ou as novas criadas para essa versão. Ao mesmo tempo, Scott canta maravilhosamente bem e consegue demonstrar a força de uma princesa que sonha em ser independente e está disposta a lutar por isso. A química e o charme dos protagonistas transbordam da tela e ambos tornam a história de amor central ainda mais envolvente que a original.

Will Smith, confrontado com a tarefa praticamente impossível de superar o lendário gênio de Robin Williams, optou por uma abordagem diferente para o papel e fez uma versão nova, única e igualmente carismática. Além disso, seu romance com Dalia (Nasim Pedrad), serva e melhor amiga de Jasmine, proporciona diversos momentos de alívio cômico durante a trama e serve para aumentar a profundidade do personagem.
Da abertura com “Arabian Nights”, passando por “Friend Like Me”, “A Whole New World”, “Prince Ali” e os novos sucessos criados para o remake, o filme é uma aventura espetacular que merece ser conferida.

John Wick 3: Parabellum

O último capítulo lançado da franquia John Wick oferece doses ainda maiores de ação bem executada. Novamente dirigido pelo experiente Chad Stahelski e com o carismático astro Keanu Reeves no papel principal, esse terceiro e não necessariamente último capítulo da saga continua intercalando sequências quase inacreditáveis enquanto revela novas camadas emocionais do protagonista.

Enquanto o primeiro filme ofereceu uma clássica história de vingança de um assassino que havia abandonado o submundo do crime e a primeira sequência expandiu a construção desse universo enquanto mostrava uma história moralmente ambígua e repleta de reviravoltas interessantes, o longa mais recente traz à tona as consequências de Wick ter quebrado as regras para completar sua última missão.

Sem o apoio das organizações secretas, Wick passa o longa como um exército de um homem só que precisa lidar com oponentes tão habilidosos quanto ele. A direção enfatiza todas as cenas, que incluem sequências de tiroteios e lutas de todos os tipos e parecem mais um impressionante balé de destruição que ação pura e simples.

Ian McShane e Lance Reddick retornam para os seus icônicos papeis da dupla Winston e Charon, enquanto Asia Kate Dillon brilha no papel de “A Adjudicadora” e Mark Dacascos mostra um novo tipo de adversário em “Zero”. Dacascos é o principal antagonista do filme, mas não é propriamente um vilão. Ele admira John Wick e suas façanhas e só se encontra em lados opostos do protagonista devido a enorme recompensa oferecida.

A trilogia oferece tudo que os fãs da franquia esperavam e muito mais, o que inclui um bom final de arco para John. Apesar disso, a história de Wick, assim como a de personagens clássicos como Bond, pode continuar em novos filmes e saber disso torna assistir a esse longa ainda mais recompensador.

Podres de Ricos

“Podres de Ricos” é uma joia rara que se utiliza de clichês da comédia romântica para subverter expectativas e levar o espectador para uma aventura única que quebrou recordes de público nos EUA.

A história acompanha a jornada da professora de economia Rachel Chu (Constance Wu), uma descendente asiática-americana que precisa conquistar a tradicional família do seu namorado Nick (Henry Golding), com destaque especial para sua mãe Eleanor (Michelle Yeoh), uma matriarca munida de uma personalidade forte e centralizadora.

Logo no começo do longa, Rachel já demonstra que irá comandar o resto do filme ao demonstrar um dos principais conceitos da estratégia de poker durante uma partida para ensinar uma lição importante aos seus alunos.
O poker é um dos principais esportes jogados ao redor do mundo, de acordo com a Confederação Brasileira de Texas Hold’em (CBTH) são mais de 10 milhões de entusiastas apenas no Brasil, e o papel desse esporte na obra é muito mais profundo que à primeira vista.

A cena não apenas mostra como Rachel consegue tomar o controle da situação e é capaz de planejar adiante para superar qualquer adversidade, um tema recorrente ao longo da obra, como também mostra como o poker é um dos esportes da mente mais emocionantes já criados (a cena inteira é repleta de uma tensão que só acaba quando ela finalmente revela a sua mão), mas também revela um dos seus diversos usos.

Apesar do poker aparecer apenas nessa cena inicial, o tema de jogos e esportes da mente como veículo para demonstração de poder e diversos conceitos retornam de forma magistral em uma das últimas sequências do filme e a forma como Rachel entende e utiliza o esporte das cartas revela diversos aspectos de como sua mente funciona e como a professora é muito mais do que uma simples donzela indefesa de outrora.

Aliás, é exatamente nessa subversão de conceitos em que o filme demonstra a que veio. É claro que há inúmeras sequências clichês, como a prova de vestidos elaborados e até mesmo uma perseguição no aeroporto, mas elas servem apenas como base para que o longa possa alcançar novas alturas ao quebrar expectativas.

Por exemplo, em uma das subtramas é possível acompanhar uma personagem que finalmente se liberta de amarras auto impostas para crescer sozinha, enquanto na trama principal o moderno e o tradicional colidem para formar algo melhor e mais forte.

Considerando tudo, “Podres de Ricos” é uma comédia romântica sólida e divertida sobre pessoas muito ricas e bonitas, mas que contém falhas reais e muito relacionáveis. A história é recomendada para qualquer fã do gênero e o cenário é um show à parte que definitivamente aumentará o número de turistas para a bela Singapura.

Seja através da Netfflix, Prime Video, Play Store, Microsoft Store, iTunes, Telecine Play ou Net NOW, qualquer um dos sucessos acima proporcionará momentos inesquecíveis para os fãs do cinema de qualidade.

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