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  • Filme

    Cinebiografia nacional de Allan Kardec ganha primeiro trailer e imagens

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Kardec”, cinebiografia nacional do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec. A prévia revela o fascínio e a rejeição do espiritismo na Paris do século 19, acompanhando os primeiros contato do pai do kardecismo com o mundo do além e a reação enfurecida da população, que chega a queimar o seu Livro dos Espíritos. Todos os franceses falam português perfeito e a encenação lembra mais minissérie brasileira que projeto de cinema. O elenco destaca Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) no papel-título, além de Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”), Letícia Braga (“Detetives do Prédio Azul”), Guilherme Piva (“O Inventor de Sonhos”), Genézio de Barros (“Intruso”), Guida Vianna (“Uma Loucura de Mulher”), Julia Konrad (“Paraíso Perdido”), Charles Fricks (“Nise: O Coração da Loucura”), Dalton Vigh (“A Comédia Divina”) e o veterano ator francês Christian Baltauss, de 70 anos, que já trabalhou com alguns dos nomes mais celebrados do cinema, como François Truffaut, com quem fez “O Último Metrô” (1980), e Luis Buñuel, de quem integrou o clássico “O Discreto Charme da Burguesia” (1972). A direção é de Wagner de Assis, que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros com outro filme espírita, “Nosso lar”, em 2010. “Kardec” tem lançamento previsto para 16 de maio.

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  • Etc

    Ator de Girls revela ter sido assediado por padre na adolescência

    18 de março de 2019 /

    O ator Andrew Rannells, conhecido por seus papéis em séries como “Girls” e “Black Monday”, contou em sua autobiografia precoce que foi assediado por um padre durante a adolescência, quando tentou assumir sua homossexualidade durante o ritual de confissão. Intitulado “Too Much Is Not Enough”, o livro publicado recentemente nos EUA revela que isso afastou Ranells da religião, embora tenha sido criado como católico. O ator estudou em uma escola católica, em que os professores eram padres, e estavam sempre disponíveis para ouvir confissões dos alunos. “Às vezes, eles faziam você se sentar na frente deles em uma cadeira e colocavam a mão na parte de trás do seu pescoço, pedindo que você fechasse os olhos”, relembrou Rannells. Certa vez, o ator resolveu confessar sua atração por outros garotos ao Padre Dominic, um professor com quem tinha uma boa relação. “Eu me sentei e ele pegou o meu pescoço, como esperado. Eu comecei a falar, tentando explicar o que estava acontecendo comigo”, descreveu Rannells. “Eu comecei a chorar, estava tão envergonhado. O Padre Dominic apertou o meu pescoço mais forte e pegou minha mão com sua mão livre. Ele não disse nada, e eu só fiquei lá chorando. Depois, ele disse: ‘Está tudo bem. Você não fez nada de errado'”, continuou. “Ele se levantou e nós nos abraçamos. Eu me senti seguro e compreendido. Então, ele me segurou com mais força, e me beijou. Nos lábios. Ele forçou a língua para dentro da minha boca enquanto continuava segurando meu pescoço. Então, ele me soltou e fez o sinal da cruz, sorrindo”, completou. O mesmo padre voltou a assediar Rannells durante a festa de formatura de sua turma. “Estávamos na porta da casa dos meus pais, e ele estava se despedindo de mim. Ele me puxou e forçou sua língua na minha boca novamente”, escreveu o ator. “Eu não fiz nada. Não o beijei de volta, mas não me mexi. Ele me soltou e sorriu novamente, andando em direção ao seu carro. Eu voltei para a cozinha e virei uma taça de vinho antes de voltar para a festa”, completou.

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  • Filme,  Música

    Teen Spirit: Elle Fanning vira cantora em clipe com cenas de seu novo filme

    18 de março de 2019 /

    A Interscope Records divulgou um clipe do filme “Teen Spirit”, que traz a atriz Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) cantando a música “Dancing On My Own”, da artista sueca Robyn. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. O disco da trilha vai testar essa hipótese. O repertório é baseado nas músicas que ela canta no filme, o que inclui hits de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Brad Pitt e Leonardo DiCaprio se juntam no primeiro pôster do novo filme de Quentin Tarantino

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro pôster de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. E a imagem destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há muitos outros astros famosos no elenco, como Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Outro destaque é Al Pacino, que interpretada o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. O elenco grandioso ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de registrar o último papel do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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  • Etc

    Lori Loughlin e Felicity Huffman são processadas em US$ 500 bilhões por fraude universitária

    18 de março de 2019 /

    As atrizes Lori Loughlin (“Fuller House”) e Felicity Huffman (“Desperate Housewives”) estão sendo processadas em nada menos do que US$ 500 bilhões por uma mãe que alega que seu filho foi prejudicado pelo esquema de fraude no qual vários pais pagaram subornos para que suas crianças entrassem em universidades de elite. De acordo com o site Deadline, que teve acesso ao processo, a reclamante é Jennifer Kay Toy, uma professora do estado da Califórnia. Ela deu entrada na ação contra as atrizes e outras dezenas de acusados em 13 de março, um dia após a polícia deter os envolvidos no caso. Toy acusa os réus de sofrimento emocional, conspiração civil e fraude. Nos documentos, a mulher afirma que seu filho, Joshua, se inscreveu para algumas das faculdades envolvidas no escândalo, mas não foi aceito – apesar de supostamente ter obtido notas altas. “Estou furiosa e magoada porque sinto que meu filho, meu único filho, teve seu acesso negado à faculdade não porque não estudou ou se esforçou o suficiente, mas porque indivíduos ricos acharam que era normal mentir, trapacear, roubar e subornar para colocar seus filhos em uma boa faculdade”, escreveu ela. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas na Operação Varsity Blues pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem em faculdades como Georgetown, Stanford, UCLA, USC e Yale, independente de suas notas no Ensino Médio ou no SAT (o Enem americano). As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade” ao falsificar suas notas do SAT ou fingir que eles eram atletas com direito a bolsa de estudos. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori Loughlin e seu marido, Mossimo Giannulli, foram acusados de pagar US$ 500 mil para o intermediário para que suas filhas fossem aceitas na USC como atletas do remo, embora elas não praticassem este esporte. Felicity Huffman teria pago US$ 15 mil para que a filha mais velha fosse aprovada em outra universidade. Ela também tentou fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiu. O marido da atriz, William H. Macy, não foi implicado no caso pelos investigadores.

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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer da 2ª temporada traz Sabrina mais poderosa e sinistra

    18 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que traz Sabrina (vivida por Kiernan Shipka) mais, hmm, sombria. Ela virou uma bad girl e gostou, depois de negociar sua alma com o diabo. E isso também a tornou mais poderosa, mostrando habilidades que nenhuma bruxa iniciante deveria ter. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha, que além de problemas românticos e provas da escola, tem que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril.

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  • Música

    Playlist: Conheça os 200 melhores clipes indies de fevereiro

    18 de março de 2019 /

    Em janeiro, foram 50 clipes. Mas os subterrâneos do YouTube são muito mais profundos. Com uma exploração espeleológica mais radical em fevereiro, foi possível trazer à tona duas centenas de clipes interessantes do underground e adjacências – estalactites mais próximas da superfície (mainstream) e estalagmites tão profundas que nascem no outro lado do mundo, literalmente. Do porão do rock ao clube dançante clandestino, do cantor com violão à banda com backing vocals, passando por diferentes gêneros, países, orientações sexuais e propostas, conheça abaixo 200 clipes de músicas independentes lançados no mês de fevereiro (além de meia dúzia de janeiro). Apenas duas bandas repetem-se na lista com dois clipes, ambos lançados no período pesquisado. Os demais são artistas completamente diferentes uns dos outros. E incluem desde um prodígio de 15 anos de idade, Max Blanjaar, além da banda Chromatics, cuja cantora ilustra o post, até veteranos calejados, como Against All, The Specials, Neneh Cherry, Belly, Teenage Fanclub, L7 e Front Line Assembly. E esta pequena listagem já serve de dica da variedade de estilos. A duração passa das 10 horas de música direta, sem parar. E com um detalhe (que explica a demora para a compilação ir ao ar): 10 horas arranjadas em ordem sequencial, visando uma transição mais harmônica entre cada clipe. Mesmo com guitarras de hardcore e violão acústico, rap alternativo e bandas góticas, techno e dream pop, o playlist foi concebido como trilha para ser ouvida com um simples apertar de play. A maratona não é para todos os ouvidos. Mas experimente. O eco do underground pode parecer estranho, até que embala. 1 Telekinesis – A Place in the Sun (EUA) | 2 Little Jesus – Los Años Maravillosos (México) | 3 Teenage Fanclub – Everything Is Falling Apart (Escócia) | 4 Rock Eupora – Inbetween (EUA) | 5 Belly – Human Child (EUA) | 6 Star Horse – Pickle Plum (Suécia) | 7 Hatchie – Without a Blush (Austrália) | 8 Desperate Journalist – Satellite (Inglaterra) | 9 Dear Boy – Semester (EUA) | 10 Margot – Coffee Stained Scars (Inglaterra) | 11 The Fur. – Short Stay (Taiwan) | 12 Cléa Vincent – Dans les Strass (França) | 13 Broncho – Big City Boys (Directors Cut) (EUA) | 14 Palm Springsteen – Hey There Cowgirl (EUA) | 15 Wallows feat. Clairo – Are You Bored Yet? (EUA) | 16 Sundara Karma – Higher States (Inglaterra) | 17 Front Line Assembly feat. Jimmy Urine – Rock Me Amadeus (Canadá) | 18 The Pirouettes – Héros de la Ville (França) | 19 Chromatics – Time Rider (EUA) | 20 Kimbra – Lightyears (Chris Tabron Mix) (Nova Zelândia) | 21 Mild Minds – Weak Signal (Austrália) | 22 Lions of Dissent – Turn Up the Struggle (Inglaterra) | 23 Pool – Take Me Out (Alemanha) | 24 L’Impératrice – Matahari (França) | 25 Mòn – Calypso (França) | 26 Feet – English Weather (Inglaterra) | 27 Sego – Shame (EUA) | 28 Warbly Jets – Propaganda (EUA) | 29 Victoria+Jean – Free Insult (Bélgica) | 30 Delicate Steve – Freedom (EUA) | 31 Kap Bambino – Erase (França) | 32 Shad Shadows – Under Valium (Itália) | 33 Nonn – Home (Suécia) | 34 She Pleasures HerSelf – Ich Bin Dead (Portugal) | 35 The Nightmares – Adore (República Tcheca) | 36 Weeknight – Done with Me (EUA) | 37 Dagobert – Einsam (Alemanha) | 38 Cruel Reflections – 26 (Is So Damn Cold) (EUA)| 39 Kakkmaddafakka – Runaway Girl (Noruega) | 40 Sunbeam Sound Machine – Talking Distance (Austrália) | 41 Junodream – Terrible Things that Could Happen (Inglaterra) | 42 Loose Tooth – Asteroids (Austrália) | 43 Desert Ships – Idle Daze (Inglaterra) | 44 Cellar Doors – City Girl (EUA) | 45 Versing – Tethered (EUA) | 46 Communions – Flesh and Gore, Dream and Vapor (Dinamarca) | 47 Man of Moon – Ride the Waves (Escócia) | 48 Flamingods – Marigold (Inglaterra e Bahrein) | 49 Wovoka Gentle – Sin Is Crouching at Your Door (Inglaterra) | 50 Laura Petit – Namorado (Brasil) | 51 Sebadoh – Celebrate the Void (EUA) | 52 The Leisure Society – God has Taken a Vacation (Inglaterra) | 53 Niki Moss – GP Motorcycle Racing (Portugal) | 54 Circa Waves – Times Won’t Change Me (Inglaterra) | 55 Jade Bird – I Get No Joy (Inglaterra) | 56 Maria Due – The Colour White (Noruega) | 57 Aldous Harding – The Barrel (Nova Zelândia) | 58 Vampire Weekend – Harmony Hall (EUA) | 59 Wet – Old Bone (EUA) | 60 Baptiste W. Hamon – Je Brûle (França) | 61 Elena Setién – She was So Fair (Espanha) | 62 Molina – Venus (EUA) | 63 Letrux – Ninguém Perguntou por Você (Brasil) | 64 Farah – The Only Ones (Inglaterra) | 65 Sneaks – Ecstasy (EUA) | 66 St. Vincent – Masseduction (EUA) | 67 Teen – Pretend (EUA) | 68 Mating Ritual – Falling Back (EUA) | 69 Charly Bliss – Capacity (EUA) | 70 Cass McCombs – Sleeping Volcanoes (EUA) | 71 Mansionair – We Could Leave (Austrália) | 72 The Royal Concept – Need To Know (Suécia) | 73 Foxwarren – Sunset Canyon (Canadá) | 74 Hand Habits – What Lovers Do (EUA) | 75 Teca Figueiredo – Corra (Brasil) | 76 Albert Hammond Jr – Fast Times (EUA) | 77 Broken Social Scene – Boyfriends (Canadá) | 78 The Gooch Palms – Are We Wasted? (Austrália) | 79 Pearl Lion – Himalaya (EUA) | 80 Guilles – Dirty Rags (Espanha) | 81 Against All – Creepy Crawl (EUA) | 82 Moshino – 釣った魚にエサやれ (Japão) | 83 Clutch – Ghoul Wrangler (EUA) | 84 Ticking Time Bomb – Dealt a Blow (Costa Rica) | 85 Case 39 – Grandsons of Elvis (Alemanha) | 86 Bankrupt – Green Light, Blue Lambo (Hungria) | 87 The Bouncing Souls – Crucial Moments (EUA) | 88 Masked Intruder – All of My Love (EUA) | 89 Demob Happy – Less Is More (Inglaterra) | 90 Frank Carter & The Rattlesnakes – Crowbar (Inglaterra) | 91 Pretty Vicious – These Four Walls (País de Gales) | 92 The Luka State – What’s My Problem (Inglaterra) | 93 Teenage Bottlerocket – Everything to Me (EUA) | 94 Heart Attack Man – Fake Blood (EUA) | 95 Hello Yello – I Dont Care (EUA) | 96 Cloud Nothings – So Right So Clean (EUA) | 97 Gemma Ray – Death Tapes (Inglaterra) | 98 The Mysterines – Bet Your Pretty Face (Inglaterra) | 99 Valeras – Ricochet (Nunca Morirá) (Inglaterra) | 100 Sharkmuffin – Liz Taylor (EUA) | 101 L7 – Burn Baby (EUA) | 102 Voiid – Vile (Austrália) | 103 Alex Lahey – Don’t Be so Hard on Yourself (Austrália) | 104 Olympia – Shoot to Forget (Austrália) | 105 Honeyblood – The Third Degree (Escócia) | 106 Lily & Madeleine – Can’t Help the Way I Feel (EUA) | 107 The Cosmics – Trust is Blind (Inglaterra) | 108 Max Blansjaar – You’re Always on My Mind (Inglaterra) | 109 Jyocho – Sugoi Kawaii (Japão)| 110 Sego – Neon Me Out (EUA) | 111 Andrew Bird – Sisyphus EUA) | 112 Peter Doherty & The Puta Madres – Who’s Been Having You Over (Inglaterra) | 113 Foals – On the Luna (Inglaterra) | 114 The Japanese House – Maybe You’re the Reason (Inglaterra) | 115 Tamaryn – Angels of Sweat (Nova Zelândia) | 116 Golden Rain – Break My Heart (Itália) | 117 Missio – Rad Drugz (EUA) | 118 Fictions · UFO (EUA) | 119 Steeple Remove – Oval-Strii (Laurent Garnier Remix) (França) | 120 Rackett – I Please Myself (Australia) | 121 Archive feat. Band of Skulls – Remains of Nothing (Inglaterra) | 122 Band of Skulls – Cool Your Battles (Inglaterra) | 123 Circa Waves – Me, Myself and Hollywood (Inglaterra) | 124 Metric – Love You Back (Canadá) | 125 Chai – Choose Go! (Japão) | 126 Friedberg – Boom (Inglaterra) | 127 Russian Baths – Slenderman (EUA) | 128 Wand – Scarecrow (EUA) | 129 Lamb – Armageddon Waits (Inglaterra) | 130 Adult. – Silent Exchange (EUA) | 131 These New Puritans – Anti– Gravity (Inglaterra) | 132 Kerchief – Til the End (EUA) | 133 Gurr – She Says (Alemanha) | 134 Potty Mouth – Starry Eyes (EUA) | 135 The Wild Reeds – Giving Up on You (EUA) | 136 Greta Stanley – Kick (Austrália) | 137 Partner – Long and McQuade (Canadá) | 138 Mal Blum – Things Still Left To Say (EUA) | 139 Skye Wallace – Coal In Your Window (Canadá) | 140 Little Room – Tangled (Londres) | 141 The Beths – Uptown Girl (Nova Zelândia) | 142 Ex Hex – Tough Enough (EUA) | 143 Der Baum – French Fries (Brasil) | 144 The Growlers – Who Loves the Scum? (EUA) | 145 Bazooka – Φυλακή (Prison) (Grécia) | 146 Fontaines D.C. – Big (Irlanda) | 147 The Coathangers – F the NRA (EUA) | 148 The Interrupters – Gave You Everything (EUA) | 149 Beach Slang – I Hate Alternative Rock (EUA) | 150 USA Nails – Smile (Inglaterra) | 151 Numb.er – Again (EUA) | 152 Madonnatron – Sucker Punch (Inglaterra) | 153 Blaenavon – Catatonic Skinbag (Inglaterra) | 154 Strand of Oaks – Ruby (EUA) | 155 Weyes Blood – Everyday (EUA) | 156 Foxygen – Livin’ a Lie (EUA) | 157 The Claypool Lennon Delirium – Blood and Rockets: Movement I, Saga of Jack Parsons – Movement II, Too the Moon (EUA) | 158 Idlewild – Dream Variations (Escócia) | 159 Maps – Just Reflecting (Inglaterra) | 160 Johnny Marr – Armatopia (Inglaterra) | 161 C Duncan – Impossible (Escócia) | 162 Xinobi & Gisela João – Fado para esta Noite (Portugal) | 163 Phillipi & Rodrigo – Retrogrado (Brasil) | 164 Irene Dresel – Victoire (França) | 165 The Chemical Brothers – Got to Keep on (Inglaterra) | 166 Worakls – Cloches (França) | 167 Prospa – Prayer (Inglaterra) | 168 Underworld – Soniamode (País de Gales) | 169 [KRTM] – Sleepwalker (Bélgica) | 170 Modeselektor feat. Tommy Cash – Who (Alemanha) | 171 Chasms – Every Heaven In Between (EUA) | 172 Malik Djoudi – Belles Sueurs (França) | 173 Donna Missal – Jupiter (EUA) | 174 Grand Pax – Bunk (Inglaterra) | 175 Sean – Mercutio (França) | 176 King – Shit Show (Dinamarca) | 177 JGrrey – Pretty Insane (An Interlude) (Inglaterra) | 178 Arlo Parks – Super Sad Generation (Inglaterra) | 179 Toro y Moi – Ordinary Pleasure (EUA) | 180 Jungle – Casio (Inglaterra) | 181 Christine and the Queens – 5 Dols (França) | 182 Robyn – Send to Robin Immediately (Suécia) | 183 Breathe. – London (Austrália) | 184 Gus Harvey – The Don (Inglaterra) | 185 Tahiti 80 – Hurts (França) | 186 Helado Negro – Running (EUA) | 187 Dizzee Rascal – Quality (Inglaterra) | 188 Pivot Gang – Jason Statham, Pt. 2 (EUA) | 189 Barny Fletcher – Christ Flow (Inglaterra) | 190 OrelSan – White Snake Freestyle (França) | 191 Neneh Cherry – Natural Skin Deep (Inglaterra) | 192 Suzi Wu – Error 404 (Inglaterra) | 193 The Specials – Vote for Me (Inglaterra) | 194 Wild Belle – Mockingbird (EUA) | 195 Séverin feat. Léa Salamé – L’interview (França) | 196 Cannibale – Not Easy to Cook (França) | 197 Illy e Duda Beat – Só Eu e Você na Pista (Tomás Tróia Remix) (Brasil) | 198 Wild Belle – Have You Both (EUA) | 199 Stella Donnelly – Tricks (Austrália) | 200 Nouvelle Vague – Bizarre Love Triangle (França)

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  • Música

    Dick Dale (1937 – 2019)

    17 de março de 2019 /

    Morreu Dick Dale, o músico conhecido como “rei da guitarra do surfe”, que integrou o universo dos filmes da Turma da Praia nos anos 1960 e cedeu suas hits instrumentais para diversos momentos icônicos da história do cinema, como a cena do assalto na lanchonete de “Pulp Fiction”. “É um dia triste para o rock’n’roll”, disse o baixista de sua banda, ao comunicar o falecimento, que aconteceu na noite de sábado (16/3). A causa da morte não foi informada, mas Dale já vinha com a saúde debilitada, embora continuasse a fazer shows como se mais nada importasse. Ele tinha 81 anos de idade. O “Rei da Surf Guitar” fazia parte da cena musical do sul da Califórnia do começo dos anos 1960. Surfista de verdade, Richard Anthony Monsour adorou a mudança da família de Boston para El Segundo, na California, no final dos anos 1950, onde ainda adolescente se juntou à banda Del-Tones. Em 1962, lançou sua música emblemática, “Misirlou”, com o som de guitarra mais imitado de sua geração, resultado de experiências com escalas e reverberação. Ele foi um dos primeiros guitarristas a usar o efeito de “reverb” para estender as notas arrancadas à base de palhetadas firmes. Vieram outros hits, como “Pipeline”, “The Wedge” e “Let’s Go Trippin'”. E suas inovações foram aumentando sua fama. Para tirar seu som lendário, Dale começou a criar amplificadores caseiros que atingissem o volume e a reverberação que desejava. Com isso, inventou o primeiro amplificador de guitarra com capacidade para 100 watts. Sua obsessão em tocar cada mais alto o fez estourar inúmeros amplificadores. Mas também o transformou em “piloto de testes” de Leo Fender para o desenvolvimento de amplificadores mais potentes e da guitarra Fender Stratocaster, mais tarde associada a Jimi Hendrix. Por isso, também chegou a ser considerado, pela revista Guitar Player, como “o pai do heavy metal”. Curiosamente, ele estreou no cinema antes de ser associado à surf music. E no papel de ninguém menos que Elvis Presley, numa pequena participação na comédia “Adorável Pecadora” (1960), estrelada por Marilyn Monroe. A aparição seguinte foi como outro roqueiro famoso: ele mesmo. Dick Dale teve papel de destaque no primeiro filme da Turma da Praia, “A Praia dos Amores” (1963), do qual participou com sua banda. Ao contrário dos artistas convidados do resto da franquia (Stevie Wonder, The Kingsmen, etc), ele apareceu no filme inteiro e era considerado por Frank Avalone como um integrante da turma dos surfistas. Tanto que voltou a cruzar com Frankie e Annette Funicello na sequência “Quanto Mais Músculos Melhor” (1964). Décadas mais tarde, os três voltaram a se reencontrar no nostálgico “De Volta à Praia” (1987), em que Frankie e Annette levaram os filhos adolescentes à praia em que costumavam namorar na juventude. E onde Dick Dale ainda reinava com sua guitarra. O músico também apareceu em “A Swingin’ Affair” (1963), num episódio de “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90201), no filme de surfistas adolescentes “No Calor do Verão” (2002) e até dublou a si mesmo numa aventura surfista de Scooby-Doo, “Aloha, Scooby-Doo!” (2005). Sua carreira experimentou um renascimento quando Quentin Tarantino selecionou “Misirlou” para uma cena-chave de “Pulp Fiction” (1994). A mesma música voltou às telas em mais dois blockbusters, “Space Jam: O Jogo do Século” (1996) e “As Panteras: Detonando” (2003). E continuou tocando tanto que, meio a esses lançamentos, Dale foi introduzido na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e recebeu um troféu por suas realizações da revista LA Weekly em junho de 2000. Ele ainda recebeu uma fatia do lucro do hit “Pump It”, da banda Black Eyed Peas, pelo uso do sample de “Misirlou” em 2006. Em uma entrevista de 2015 para a revista Billboard, finalmente admitiu que a idade e as doenças tinham lhe debilitado, assumindo que sofria de insuficiência renal, diabetes e muito mais. Mas também que isto não o impediria de continuar tocando. “Mesmo com minhas doenças, sou mais rápido com minhas mãos do que jamais fui”, ele afirmou, defendendo seu reinado até o fim. Reveja abaixo a performance de Dick Dale para seu maior sucesso em cena do filme “A Swingin’ Affair” e uma de suas participações musicais em “A Praia dos Amores”.

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  • Filme

    Capitã Marvel já soma 760 milhões de bilheteria mundial – em 11 dias

    17 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” segue na liderança das bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz. E os valores continuam astronômicos. Os US$ 69,3M (milhões) que arrecadou nos últimos três dias, nos Estados Unidos e Canadá, representam o maior segundo fim de semana de um lançamento do mês de março desde “A Bela e a Fera” (US$ 90,4M), há dois anos. Com isso, o faturamento doméstico atingiu US$ 266,2M em dez dias. Ainda mais impressionante é seu desempenho internacional, de quase US$ 500 mil em 11 dias. Ao todo, o novo longa da Marvel tem US$ 760,2M. E pode chegar a US$ 1 bilhão já no próximo fim de semana – no máximo, em duas semanas. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de dois fins de semana para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M). Diante desse domínio, as demais estreias precisaram se contentar com trocados. Em 2º lugar, o lançamento da animação “O Parque dos Sonhos” não passou dos US$ 16M. E ainda foi trucidado pela crítica – 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desenho também estreou no Brasil no fim de semana. O romance de adolescentes doentes “A Cinco Passos de Você” fez um pouco menos, US$ 13,1M, em 3º lugar. Mas a crítica não achou pavoroso, apenas medíocre, com 53% de aprovação. Estreia por aqui na quinta (21/3). Pior destino teve a sci-fi “A Rebelisão” (Captive State). Com um marketing que apostou no mistério, o filme não engajou o público e rendeu apenas US$ 3,1M em 7º lugar. Uma catástrofe em 2,5 mil salas, que foi ultrapassada nas bilheterias até por uma comédia mexicana de 472 telas. A história dos invasores espaciais “benevolentes”, que transformam o planeta numa ditadura, foi cancelada na TV em julho passado (“Colony”) e sua variação cinematográfica causou 48% de decepção da crítica. A invasão no Brasil acontece em 28 de março. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 69,3M Total EUA e Canadá: US$ 266,2M Total Mundo: US$ 760,2M 2. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 20,3M 3. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 13,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 4. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 135,6M Total Mundo: US$ 466,5M 5. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 59,7M 6. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ _ 7. A Rebelião Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,3M Total Mundo: US$ 171,4M 9. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 81,8M Total Mundo: US$ 394M 10. Green Book Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 82,2M Total Mundo: US$ 274,6M

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  • Etc,  Filme,  Série

    Richard Erdman (1925 – 2019)

    17 de março de 2019 /

    O ator Richard Erdman, conhecido pelas novas gerações por interpretar o aluno mais velho de “Community”, morreu no sábado (16/3) aos 93 anos. Nenhum detalhe foi informado sobre seu falecimento. Com mais de 70 anos de carreira, Erdman participou de dezenas de filmes e séries, incluindo a versão original de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), na qual estrelou um dos episódios mais famosos da produção da década de 1960, como McNulty, um homem que ganha um relógio capaz de congelar o tempo. Erdman estreou no cinema aos 19 anos. Ele impressionou tanto o lendário diretor Michael Curtiz (de “Casablanca”) em testes para “Janie Tem Dois Namorados” (1944), como um dos namorados da Janie do título (Joyce Reynolds), que acabou assinando um contrato com a Warner, especializando-se em interpretar soldados, marinheiros, ajudantes e amigos engraçados. O início de sua carreira foi marcada por pequenos papéis em grandes clássicos, como “Um Punhado de Bravos” (1945), de Raoul Walsh, “Regeneração” (1946), de Jean Negulesco, e “Tormento de uma Glória” (1949), de Jacques Tourneur, até se destacar em “Espíritos Indômitos” (1950), de Fred Zinneman, na pele de Leo, um dos pacientes em uma ala paraplégica de veteranos de guerra que ajuda um furioso recém-chegado (ninguém menos que Marlon Brando em sua estréia no cinema) a se ajustar a uma nova vida na sociedade. Numa entrevista de 2010, Erdman lembrou com orgulho que o crítico do New York Times, Bosley Crowther, escreveu sobre o filme que “o sr. Brando é impressionante, mas ele tem algumas coisas para aprender com um ator de Hollywood chamado Richard Erdman”. Richard Erdman voltou a ganhar elogios como coadjuvante de Dick Powell e Rhonda Fleming, interpretando um ex-fuzileiro naval alcoólatra no clássico noir “Golpe do Destino” (1951), a estréia na direção de Robert Parrish, editor de filmes premiado com o Oscar. Fez ainda outro noir famoso, “Gardênia Azul” (1953), dirigido pelo mestre Fritz Lang, e algumas comédias, entre elas “O Biruta e o Folgado” (1951), com Dean Martin e Jerry Lewis, antes de viver um de seus papéis mais famosos, como o Sargento “Hoffy” Hoffman no icônico filme de prisioneiros de guerra “O Inferno Nº 17” (1953), obra-prima de Billy Wilder. Ele contou, numa entrevista de 2012, que “Wilder deu uma olhada em mim e disse: ‘Não ria. Nem uma pequena risada, porque você é a cola que mantém esse filme funcionando. Todo mundo é engraçado, menos você'”. Ao final dos anos 1950, Erdman passou a se dedicar mais à TV, chegando a estrelar as séries “Where’s Raymond?” e “The Tab Hunter Show”, de onde partiu para uma infindável leva de participações especiais – em “Perry Mason”, “Jeannie É um Gênio”, “A Família Buscapé”, “James West”, “O Agente da UNCLE” e até “Guerra, Sombra e Água Fresca”, a série inspirada em “O Inferno Nº 17”, entre inúmeras outras atrações. Voltou a se destacar no filme de guerra “Tora! Tora! Tora!” (1970), mas o resto de sua carreira foi basicamente na TV, onde trabalhou durante todos os anos seguintes, tanto como ator quanto dublador de séries animadas. Nos últimos anos, Erdman tinha reencontrado a popularidade graças às participações em “Community”, onde deu vida a Leonard, o aluno mais veterano da universidade Greendale, que era sempre repreendido pelo grupo de estudos de Jeff (Joel McHale) e cia. Ele apareceu em 53 episódios da série, exibida entre 2009 e 2015. Seu papel final foi como ele mesmo, numa participação de 2017 em “Dr. Ken”, série estrelada por Ken Jeong, seu colega de “Community”.

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  • Filme

    Um Princípe de Natal 3 vai mostrar o nascimento do Bebê Real

    17 de março de 2019 /

    A Netflix vai lançar um terceiro filme da franquia iniciada por “Um Princípe de Natal”. Se o primeiro foi sobre o romance, o segundo sobre “O Casamento Real”, o terceiro será, claro, o filme do “Bebê Real”. “Um Príncipe de Natal: O Bebê Real” vai introduzir o herdeiro do casal formado pela ex-plebeia Amber (Rose McIver, a “iZombie”) e o príncipe Richard (Ben Lamb, de “The White Queen”). É a velha história da Cinderela, que ganha a roupagem moderna e finalmente assume que príncipes e princesas de contos de fada também fazem sexo – ou tem cegonhas tão avançadas que enviam ultrassons de bebês antes de entregar as crianças aos pais. O elenco será basicamente o mesmo do primeiro filme, trazendo, além de Rose McIver e Ben Lamb, a atriz Alice Krige como a Rainha Elena. “O Bebê Real” deve nascer entre novembro ou dezembro de 2019. Confira abaixo o anúncio oficial da gravidez do casal.

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  • Série

    Ator dos filmes de Scooby-Doo será o pai de Nancy Drew na nova série da detetive mirim

    17 de março de 2019 /

    O ator Freddie Prinze Jr., que viveu Fred nos dois filmes live-action de “Scooby-Doo”, entrou no piloto da série “Nancy Drew”. Ele vai interpretar Carson Drew, o pai de Nancy, que será vivida pela desconhecida Kennedy McMann (vista num episódio de “Law & Order: SVU” no ano passado). Carson é descrito como “um advogado dinâmico que se afastou de Nancy após a recente morte de sua amada esposa. Mas suas tentativas de se reconectar com sua filha encalharam quando uma investigação de Nancy revela segredos inquietantes do próprio passado de Carson”. Em desenvolvimento para a rede americana The CW, o projeto pretende trazer de volta a famosa detetive mirim para a televisão, com produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla de “Gossip Girl”, “Dinasty”, “Runaways”). O lançamento de uma série de Nancy Drew tem sido uma prioridade para a CBS TV, que detém os direitos dos clássicos livros de mistério. Como não conseguiu emplacar o projeto na própria rede, com dois pilotos consecutivos recusados, a produção foi encaminhada para o CW, do qual a companhia é sócia. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Ela foi criada pelo editor Edward Stratemeyer em 1930 como contraparte feminina para a série dos detetives juvenis Hardy Boys. As histórias eram publicadas sob o pseudônimo de Carolyn Keene, mas eram escritas por diversos escritores-fantasmas diferentes. Em seu contexto original, Nancey era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Os mistérios de Nancy Drew já venderam mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo sido traduzidos em 45 línguas diferentes. A personagem também já apareceu em cinco filmes e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), além de games de computador e produtos variados. O filme mais antigo, “Nancy, A Detetive”, é de 1938. O mais recente foi lançada no cinema em 2007. Intitulado “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”, trazia Emma Roberts (série “Scream Queens”) no papel-título. Atualmente, há um novo projeto cinematográfico em desenvolvimento, que será estrelado por Sophia Lillis, a adolescente ruivinha que roubou as cenas de “It: A Coisa”. Trata-se da adaptação do segundo livro da personagem, escrito em 1930 e lançado no Brasil como “Nancy Drew e a Escada Secreta”. A versão da CW mostrará uma Nancy Drew mais velha. Mas não tanto, acompanhando a personagem como uma jovem adulta de 18 anos. Ou seja, “Veronica Mars”. O projeto está sendo escrito por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e vai mostrar Nancy após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia familiar a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato fantasmagórica – enquanto sua investigação revela segredos mais profundos do que jamais imaginou. Para virar série, o projeto da Fake Empire precisará ter seu piloto aprovado.

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  • Série

    Marvel desenvolve sua primeira série animada para a plataforma Disney+ (Disney Plus)

    17 de março de 2019 /

    A Marvel está desenvolvendo sua primeira série animada para o serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). E diferente dos outros desenhos da empresa, a atração será conectada aos filmes. O projeto é ainda mais ambicioso, poque será uma adaptação dos quadrinhos de “O que Aconteceria Se…” (What If), que mostram eventos alternativos, com resoluções diferentes das estabelecidas pela editora. A série pretende explorar como o Universo Cinematográfico da Marvel teria se desenvolvido caso alguns de seus momentos mais importantes não tivessem acontecido exatamente do jeito que foram projetados ao longo dos últimos anos. E, assim como os outros projetos da Marvel para o Disney+ (Disney Plus), a adaptação terá o presidente do estúdio, Kevin Feige, como supervisor da produção. Os quadrinhos “O Que Aconteceria Se…” foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram como a vida seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas – além de influenciar a linha “Elseworlds”, da DC Comics – dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha. A opção pela animação visa permitir que os atores do Universo Cinematográfico da Marvel possam emprestar suas vozes aos personagens, agilizando suas participações sem que o estúdio tenha que enfrentar grandes problemas de agendas conflitantes. Portanto, nem todo mundo se despedirá de vez depois de “Vingadores: Ultimato”. Ainda não foi divulgado quem serão os responsáveis pela parte criativa do projeto. Veja algumas capas da publicação original abaixo.

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